O documento discute como a má arquitetura pode destruir a cultura de uma cidade e usa o exemplo de um edifício alto construído em Setúbal que se destaca dos prédios menores ao seu redor. Também aponta que a baixa de Setúbal, rica em arquitetura histórica, necessita de maior preservação de seus edifícios antigos. Defende que a história da cidade é sua identidade e não deve deixar morrer o passado.