O documento discute inquietações oriundas da observação do anoitecer, utilizando narrativas de experiências vividas pelo locutor e outras pessoas para servirem de pretexto para reflexões sobre o tema. Através de uma linguagem subjetiva em primeira pessoa, o locutor descreve sensações de melancolia e angústia sentidas no crepúsculo, realizando também uma breve argumentação sobre o medo primitivo das trevas e intertextualidade com a mitologia grega.