O BRASIL HOJE                              36,1 MILHÕES de brasileiros sem
                                             acesso à rede de água. Desses,
                                     14,5 MILHÕES estão em áreas urbanas.

População atendida com rede geral de água




                                                                     154,6 mi
                      146,4 mi                                       atendidos
                      atendidos




                                             8,2 mi
  BRASIL                          BRASIL    atendidos     BRASIL
 URBANO                           RURAL                   TOTAL
 160,9 mi                         29,8 mi                 190,7 mi

 Fonte: Censo 2010.
O BRASIL HOJE                                   141,1 MILHÕES não têm esgoto tratado.
                                                        Dentre eles, 68,3 MILHÕES não
                                                      possuem sequer coleta adequada.

População total atendida com coleta de esgoto


                             100,2 mi                                        90,5 mi
                       REDE DE ESGOTO                                  SEM REDE DE ESGOTO




      ESGOTO TRATADO                    ESGOTO NÃO TRATADO    FOSSA       ATENDIMENTO INADEQUADO
                                                             SÉPTICA



          49,6 mi                           50,6 mi          22,2 mi              68,3 mi

 Fonte: Censo 2010 e MCidades.
DIMENSÃO DAS CESBS NA                                 As CESBs predominam
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS                               na prestação de serviços.

Prestadoras:
                                            População urbana sob concessão das CESBs
        PRIVADAS (54)


        PÚBLICAS (1937)


                               CESBs (26)


                                                                     74% dos brasileiros
                                                                      em área urbana


 Fonte: MCidades, SNIS 2010.
ORÇAMENTO DO                            Há recursos no FGTS, mas as
FGTS PARA O SETOR                  CESBs não conseguem acessá-los.


 Orçamento do FGTS para o saneamento entre 2001-2011.




  Fonte: Caixa Econômica Federal
SITUAÇÃO DAS CESBS                                14 das 26 CESBs apresentaram
                                                     déficit financeiro em 2010.
                                                   Déficit total: R$ 1 bilhão/ano.

  Resultado financeiro das CESBs em 2010
  Relação percentual entre receita operacional total e despesa total




                                      *                                **


  Fonte: Mcidades, SNIS 2010.                                               *COPANOR **COPASA
SITUAÇÃO DAS CESBS                  O índice médio de perdas chega a
                                   quase 40%, prejuízo de R$ 7bi/ano
                                         (80% do investido em 2010).


   Índice de perdas na distribuição de água em 2010




  Fonte: Mcidades, SNIS 2010.                             *COPANOR **COPASA
INVESTIMENTO NECESSÁRIO
PARA A UNIVERSALIZAÇÃO
DO SANEAMENTO BÁSICO




                          8
INVESTIMENTO NECESSÁRIO

 Para a UNIVERSALIZAÇÃO dos serviços de água e esgoto no País até 2030,
 segundo o PLANSAB:

                                      Distribuição do investimento
  R$ 330,7 BILHÕES
  R$ 16,5 bilhões/ano, em 20 anos



                                                                     198,3 bi
               FEDERAL (OGU e FIN.)


               OUTRAS FONTES                   132,4 bi




                                      ÁGUA                ESGOTO
 Fonte: MCidades, PLANSAB.                                                      9
INVESTIMENTOS EM 2010


                                                             2010       EM 20 ANOS

                               RECURSOS PRÓPRIOS DO SETOR   R$ 4,0         R$ 80,0


                                FONTES DE FINANCIAMENTO     R$ 2,8        R$ 56,0


                                   OGU DESEMBOLSADO         R$ 1,9        R$ 38,0




                           TOTAL DE INVESTIMENTOS           R$ 8,7       R$ 174,0


                                                                     Valores em R$ bilhões
 Fonte: MCidades, SNIS 2010.
INVESTIMENTOS NECESSÁRIOS
PARTICIPAÇÃO DO GOVERNO FEDERAL



                                            ANUAL       EM 20 ANOS

                  UNIVERSALIZAÇÃO           R$ 16,5      R$ 330,7


              TOTAL DE INVESTIMENTOS        R$ 8,7*      R$ 174,0


              DESONERAÇÃO PIS COFINS        R$ 2,0       R$ 40,0




              DÉFICIT A SER COBERTO (OGU)   R$ 5,8        R$ 116

                                                      Valores em R$ bilhões
                                                        *Investido em 2010
DESONERAÇÃO                                 Isenção do PIS e COFINS poderia
                                       financiar 15% do total necessário para
DO PIS E COFINS                       Universalização do Saneamento Básico



• Quase 2 bilhões/ano são recolhidos para pagamento de PIS e Cofins


• A desoneração causaria impacto de apenas 0,27% na arrecadação.


• A isenção geraria recursos de R$ 40 bilhões para o setor, durante 20 anos.


• A desoneração faria o resultado primário cair de 1,50% para 1,49% do PIB.


• A desoneração seria abatida como investimento público da Meta de Superávit Primário.

• O valor gerado com a desoneração seria acrescido pelas CESBs como investimento,
até 2030.
Todos os indicadores
operacionais e financeiros
apontam problemas de gestão
e governança.




Para universalizar e melhorar
a qualidade dos serviços
prestados é imperativo atuar
nas CESBs.


                                13
PROGRAMA PARA
UNIVERSALIZAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO




    1.   PROJETO FIP-SANEAMENTO (FI–FGTS)

         PROJETO DE PARCERIAS
    2.   PÚBLICO-PRIVADAS (PPPs)




                                            14
OBJETIVOS DO PROGRAMA


 1.   Melhorar a gestão e a governança das prestadoras de serviço


 2.   Aumentar a eficiência na alocação dos investimentos


 3.   Garantir a qualidade e a eficiência dos serviços


 4.   Ampliar a cobertura de atendimento


 5.   Promover a sustentabilidade econômico-financeira
      das prestadoras de serviço
1.   PROJETO
     FIP-SANEAMENTO (FI–FGTS)

     Propõe: participação de investidores e co-operadores na
     gestão e governança da CESB.

     Instrumento: aquisição de participação acionária pelo
     Fundo de Investimento em Participações Saneamento do
     FGTS (FIP-Saneamento).




                                                               16
FUNCIONAMENTO DO PROJETO




                              Adesão
                              Será feita pela CESB junto à Caixa.

                              Documentos:
 4.Plano de negócios          • Caderno de orientações
 3.Contrato e investimentos   • Memorando de entendimentos
 2.Proposta                   • Protocolo de intenções
                              • Cronograma
 Adesão
 1.Adesão
FUNCIONAMENTO DO PROJETO




                              Proposta
                              A Caixa providenciará: Diagnóstico; Avaliação; e
                              Plano de Negócios.

 4.Plano de negócios          A capitalização será por aquisição direta de

 3.Contrato e investimentos   participação acionária por meio de aumento de

 2.Proposta                   capital e incluirá um co-investidor/operador
                              público ou privado.
 Adesão
 1.Adesão
FUNCIONAMENTO DO PROJETO




                              Contrato e investimentos
                              • Aprovação da proposta pelo comitê do FI-FGTS

                              • Autorização legislativa estadual
 4.Plano de negócios          • Celebração do contrato
 3.Contrato e investimentos   • Investimentos
 Proposta
 2.Proposta
                              • Acordo de acionistas
 Adesão
 1.Adesão
FUNCIONAMENTO DO PROJETO




                             Plano de negócios
                             Executado pela CESB com recursos da
                             capitalização e outras fontes.

 4.Plano de negócios
              investimento
 3.Contrato e Investimento
 2.Proposta
 1.Adesão
PROJETO DE PARCERIAS

2.
 PÚBLICO-PRIVADAS (PPPs)

     Propõe: estabelecer PPP entre a CESB, o co-investidor/operador
     privado e o FI-FGTS.
     Instrumento: Sociedade de Propósito Específico (SPE).




                                                                  21
FUNCIONAMENTO DO PROJETO




                  Premissas
                  • Convênio entre União e Estado

 4.Formalização   • Contrato de concessão em prazo compatível com
 3.Edital           a outorga à PPP
 2.PMI            • Comitê Gestor Estadual de PPPs estabelecido
 1.Premissas
                                                                    22
FUNCIONAMENTO DO PROJETO




                  Procedimento de
                  Manifestação de Interesse (PMI)
                  A verificação da viabilidade do projeto se dará por
 4.Formalização   meio do PMI, instaurado pelo Comitê Gestor
 3.Edital
                  Estadual de PPPs.

 2.PMI
 Requisitos
 1.Premissas
                                                                        23
FUNCIONAMENTO DO PROJETO




                  Edital de concorrência
                  A CESB lança edital com previsão de:
                  • Remuneração a ser paga ao parceiro privado
 4.Formalização
                  • Forma de reajustamento
 3.Edital
                  • Outorga dos “Serviços Associados” (conjunto de ações
 PMI
 2.PMI              do parceiro privado para otimização do sistema de
 Requisitos
 1.Premissas        faturamento e cobrança dos serviços)
                                                                           24
FUNCIONAMENTO DO PROJETO




                  Formalização
                  • A CESB firma PPP, que constitui uma SPE, da qual
                   o FI-FGTS e outros investidores participam
 4.Formalização
 Edital
 3.Edital         • A SPE, como concessionária, é a responsável por
                   prestar os serviços conforme contrato de
 PMI
 2.PMI
                   concessão
 Requisitos
 1.Premissas
                                                                       25
RECURSOS, INCENTIVOS
E CONTRAPARTIDAS DO
PROGRAMA




                       26
RECURSOS DO PROGRAMA

    GOVERNO FEDERAL

     • OGU
     • Desoneração tributária (PIS e COFINS)



    OUTRAS FONTES

     •   FI-FGTS e FIP-SANEAMENTO
     •   Seguradoras e fundos de pensão
     •   Financiamentos (FGTS, BNDES e FAT)
     •   Recursos próprios
INCENTIVOS AO PROGRAMA


      As CESBs que aderirem ao programa terão acesso aos recursos
 1.   do OGU e aos programas do MCidades, MMA, MI, Funasa e ANA.




      Acesso a crédito dos bancos oficiais (Caixa e BNDES) em
 2.   condições especiais de prazo, carência e taxa de juros.



      Os custos do diagnóstico/avaliação e plano de negócios serão
 3.   assumidos pelos investidores.
CONTRAPARTIDAS DO PROGRAMA



 1.   Metas de Universalização



 2.   Tarifa social (a exemplo da energia elétrica PMCMV)



 3.   Resultados nos Indicadores de Operação, Gestão e Governança
GANHOS E
EXTERNALIDADES




                 30
GANHOS

     Ganhos líquidos com
   eficiência energética no
 saneamento poderão chegar
  a R$ 4,4 bilhões até 2025.
*(Energia elétrica representa o segundo item nos
       custos das CESBs. O primeiro é RH)




                                                   Ganhos líquidos com redução
                                                     de perdas de água podem
                                                   chegar a R$ 18,6 bi até 2025.
EXTERNALIDADES POSITIVAS DA
EXPANSÃO DO SANEAMENTO BRASILEIRO



      • Redução de 25% nas internações e de 65% na mortalidade,
      decorrentes de infecções gastrintestinais.

      • De acordo com a OMS, a cada R$1,00 investido em saneamento,
      estima-se uma redução de R$4,00 em serviços de saúde
      relacionados a doenças veiculadas hidricamente.

      • Diferença de 30% no aproveitamento escolar entre crianças com e
      sem acesso aos serviços de saneamento básico.

      • Criação de 120 mil empregos no turismo, sendo mais da metade
      no Nordeste, gerando um aumento de R$ 1,9 bilhão no PIB do setor e
      uma massa de salário da ordem de R$ 935 milhões.

      • Valorização média de 18% dos imóveis que passarem a ter acesso
      à rede de saneamento.
                                                    Números estimados pela FGV

Proposta para universalização do saneamento

  • 2.
    O BRASIL HOJE 36,1 MILHÕES de brasileiros sem acesso à rede de água. Desses, 14,5 MILHÕES estão em áreas urbanas. População atendida com rede geral de água 154,6 mi 146,4 mi atendidos atendidos 8,2 mi BRASIL BRASIL atendidos BRASIL URBANO RURAL TOTAL 160,9 mi 29,8 mi 190,7 mi Fonte: Censo 2010.
  • 3.
    O BRASIL HOJE 141,1 MILHÕES não têm esgoto tratado. Dentre eles, 68,3 MILHÕES não possuem sequer coleta adequada. População total atendida com coleta de esgoto 100,2 mi 90,5 mi REDE DE ESGOTO SEM REDE DE ESGOTO ESGOTO TRATADO ESGOTO NÃO TRATADO FOSSA ATENDIMENTO INADEQUADO SÉPTICA 49,6 mi 50,6 mi 22,2 mi 68,3 mi Fonte: Censo 2010 e MCidades.
  • 4.
    DIMENSÃO DAS CESBSNA As CESBs predominam PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS na prestação de serviços. Prestadoras: População urbana sob concessão das CESBs PRIVADAS (54) PÚBLICAS (1937) CESBs (26) 74% dos brasileiros em área urbana Fonte: MCidades, SNIS 2010.
  • 5.
    ORÇAMENTO DO Há recursos no FGTS, mas as FGTS PARA O SETOR CESBs não conseguem acessá-los. Orçamento do FGTS para o saneamento entre 2001-2011. Fonte: Caixa Econômica Federal
  • 6.
    SITUAÇÃO DAS CESBS 14 das 26 CESBs apresentaram déficit financeiro em 2010. Déficit total: R$ 1 bilhão/ano. Resultado financeiro das CESBs em 2010 Relação percentual entre receita operacional total e despesa total * ** Fonte: Mcidades, SNIS 2010. *COPANOR **COPASA
  • 7.
    SITUAÇÃO DAS CESBS O índice médio de perdas chega a quase 40%, prejuízo de R$ 7bi/ano (80% do investido em 2010). Índice de perdas na distribuição de água em 2010 Fonte: Mcidades, SNIS 2010. *COPANOR **COPASA
  • 8.
    INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA AUNIVERSALIZAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO 8
  • 9.
    INVESTIMENTO NECESSÁRIO Paraa UNIVERSALIZAÇÃO dos serviços de água e esgoto no País até 2030, segundo o PLANSAB: Distribuição do investimento R$ 330,7 BILHÕES R$ 16,5 bilhões/ano, em 20 anos 198,3 bi FEDERAL (OGU e FIN.) OUTRAS FONTES 132,4 bi ÁGUA ESGOTO Fonte: MCidades, PLANSAB. 9
  • 10.
    INVESTIMENTOS EM 2010 2010 EM 20 ANOS RECURSOS PRÓPRIOS DO SETOR R$ 4,0 R$ 80,0 FONTES DE FINANCIAMENTO R$ 2,8 R$ 56,0 OGU DESEMBOLSADO R$ 1,9 R$ 38,0 TOTAL DE INVESTIMENTOS R$ 8,7 R$ 174,0 Valores em R$ bilhões Fonte: MCidades, SNIS 2010.
  • 11.
    INVESTIMENTOS NECESSÁRIOS PARTICIPAÇÃO DOGOVERNO FEDERAL ANUAL EM 20 ANOS UNIVERSALIZAÇÃO R$ 16,5 R$ 330,7 TOTAL DE INVESTIMENTOS R$ 8,7* R$ 174,0 DESONERAÇÃO PIS COFINS R$ 2,0 R$ 40,0 DÉFICIT A SER COBERTO (OGU) R$ 5,8 R$ 116 Valores em R$ bilhões *Investido em 2010
  • 12.
    DESONERAÇÃO Isenção do PIS e COFINS poderia financiar 15% do total necessário para DO PIS E COFINS Universalização do Saneamento Básico • Quase 2 bilhões/ano são recolhidos para pagamento de PIS e Cofins • A desoneração causaria impacto de apenas 0,27% na arrecadação. • A isenção geraria recursos de R$ 40 bilhões para o setor, durante 20 anos. • A desoneração faria o resultado primário cair de 1,50% para 1,49% do PIB. • A desoneração seria abatida como investimento público da Meta de Superávit Primário. • O valor gerado com a desoneração seria acrescido pelas CESBs como investimento, até 2030.
  • 13.
    Todos os indicadores operacionaise financeiros apontam problemas de gestão e governança. Para universalizar e melhorar a qualidade dos serviços prestados é imperativo atuar nas CESBs. 13
  • 14.
    PROGRAMA PARA UNIVERSALIZAÇÃO DOSANEAMENTO BÁSICO 1. PROJETO FIP-SANEAMENTO (FI–FGTS) PROJETO DE PARCERIAS 2. PÚBLICO-PRIVADAS (PPPs) 14
  • 15.
    OBJETIVOS DO PROGRAMA 1. Melhorar a gestão e a governança das prestadoras de serviço 2. Aumentar a eficiência na alocação dos investimentos 3. Garantir a qualidade e a eficiência dos serviços 4. Ampliar a cobertura de atendimento 5. Promover a sustentabilidade econômico-financeira das prestadoras de serviço
  • 16.
    1. PROJETO FIP-SANEAMENTO (FI–FGTS) Propõe: participação de investidores e co-operadores na gestão e governança da CESB. Instrumento: aquisição de participação acionária pelo Fundo de Investimento em Participações Saneamento do FGTS (FIP-Saneamento). 16
  • 17.
    FUNCIONAMENTO DO PROJETO Adesão Será feita pela CESB junto à Caixa. Documentos: 4.Plano de negócios • Caderno de orientações 3.Contrato e investimentos • Memorando de entendimentos 2.Proposta • Protocolo de intenções • Cronograma Adesão 1.Adesão
  • 18.
    FUNCIONAMENTO DO PROJETO Proposta A Caixa providenciará: Diagnóstico; Avaliação; e Plano de Negócios. 4.Plano de negócios A capitalização será por aquisição direta de 3.Contrato e investimentos participação acionária por meio de aumento de 2.Proposta capital e incluirá um co-investidor/operador público ou privado. Adesão 1.Adesão
  • 19.
    FUNCIONAMENTO DO PROJETO Contrato e investimentos • Aprovação da proposta pelo comitê do FI-FGTS • Autorização legislativa estadual 4.Plano de negócios • Celebração do contrato 3.Contrato e investimentos • Investimentos Proposta 2.Proposta • Acordo de acionistas Adesão 1.Adesão
  • 20.
    FUNCIONAMENTO DO PROJETO Plano de negócios Executado pela CESB com recursos da capitalização e outras fontes. 4.Plano de negócios investimento 3.Contrato e Investimento 2.Proposta 1.Adesão
  • 21.
    PROJETO DE PARCERIAS 2. PÚBLICO-PRIVADAS (PPPs) Propõe: estabelecer PPP entre a CESB, o co-investidor/operador privado e o FI-FGTS. Instrumento: Sociedade de Propósito Específico (SPE). 21
  • 22.
    FUNCIONAMENTO DO PROJETO Premissas • Convênio entre União e Estado 4.Formalização • Contrato de concessão em prazo compatível com 3.Edital a outorga à PPP 2.PMI • Comitê Gestor Estadual de PPPs estabelecido 1.Premissas 22
  • 23.
    FUNCIONAMENTO DO PROJETO Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) A verificação da viabilidade do projeto se dará por 4.Formalização meio do PMI, instaurado pelo Comitê Gestor 3.Edital Estadual de PPPs. 2.PMI Requisitos 1.Premissas 23
  • 24.
    FUNCIONAMENTO DO PROJETO Edital de concorrência A CESB lança edital com previsão de: • Remuneração a ser paga ao parceiro privado 4.Formalização • Forma de reajustamento 3.Edital • Outorga dos “Serviços Associados” (conjunto de ações PMI 2.PMI do parceiro privado para otimização do sistema de Requisitos 1.Premissas faturamento e cobrança dos serviços) 24
  • 25.
    FUNCIONAMENTO DO PROJETO Formalização • A CESB firma PPP, que constitui uma SPE, da qual o FI-FGTS e outros investidores participam 4.Formalização Edital 3.Edital • A SPE, como concessionária, é a responsável por prestar os serviços conforme contrato de PMI 2.PMI concessão Requisitos 1.Premissas 25
  • 26.
  • 27.
    RECURSOS DO PROGRAMA GOVERNO FEDERAL • OGU • Desoneração tributária (PIS e COFINS) OUTRAS FONTES • FI-FGTS e FIP-SANEAMENTO • Seguradoras e fundos de pensão • Financiamentos (FGTS, BNDES e FAT) • Recursos próprios
  • 28.
    INCENTIVOS AO PROGRAMA As CESBs que aderirem ao programa terão acesso aos recursos 1. do OGU e aos programas do MCidades, MMA, MI, Funasa e ANA. Acesso a crédito dos bancos oficiais (Caixa e BNDES) em 2. condições especiais de prazo, carência e taxa de juros. Os custos do diagnóstico/avaliação e plano de negócios serão 3. assumidos pelos investidores.
  • 29.
    CONTRAPARTIDAS DO PROGRAMA 1. Metas de Universalização 2. Tarifa social (a exemplo da energia elétrica PMCMV) 3. Resultados nos Indicadores de Operação, Gestão e Governança
  • 30.
  • 31.
    GANHOS Ganhos líquidos com eficiência energética no saneamento poderão chegar a R$ 4,4 bilhões até 2025. *(Energia elétrica representa o segundo item nos custos das CESBs. O primeiro é RH) Ganhos líquidos com redução de perdas de água podem chegar a R$ 18,6 bi até 2025.
  • 32.
    EXTERNALIDADES POSITIVAS DA EXPANSÃODO SANEAMENTO BRASILEIRO • Redução de 25% nas internações e de 65% na mortalidade, decorrentes de infecções gastrintestinais. • De acordo com a OMS, a cada R$1,00 investido em saneamento, estima-se uma redução de R$4,00 em serviços de saúde relacionados a doenças veiculadas hidricamente. • Diferença de 30% no aproveitamento escolar entre crianças com e sem acesso aos serviços de saneamento básico. • Criação de 120 mil empregos no turismo, sendo mais da metade no Nordeste, gerando um aumento de R$ 1,9 bilhão no PIB do setor e uma massa de salário da ordem de R$ 935 milhões. • Valorização média de 18% dos imóveis que passarem a ter acesso à rede de saneamento. Números estimados pela FGV