Semana de Comunicação FATEA – 28 a 30 de novembro de 2008 Lauro Teixeira Gerente de Programação - TV APARECIDA Designer e Mestre em Comunicação - FAAC/Unesp lauropt@gmail.com
Programação Televisiva Não há massas,  há apenas maneiras de ver  as pessoas como massas. Raymond Williams, 1958
Decreto nº. 5.820, de 29 de Junho de 2006 Art. 6º O SBTVD-T possibilitará: I - transmissão digital em alta definição (HDTV) e em definição padrão (SDTV); II - transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil; e III - interatividade.
Aparelhos
Aparelhos
Aparelhos
Aparelhos
Mudança de Hábitos
Mudança de Sensações
TV Fixa, TV Móvel e TV Portátil Na rua Imagem em Alta Definição Som Surround 5.1 Para Televisores de Tela Grande Em qualquer lugar a qualquer momento Para Terminais Portáteis Serviços: Full HD e HDTV Recepção Fixa Recepção Móvel. Recepção Portátil One Seg. Centro de informações. Trem Em casa Esportes Desastres Notícias Ônibus 10110 ・・・ Radiodifusão Digital
ISDB-T  Divisão em 13 segmentos Camada C Camada A Camada B SDTV Recepção  MÓVEL HDTV Recepção  FIXA LDTV Recepção  PORTÁTIL O canal de RF de 6 MHz é dividido em 13 segmentos de 429 KHz
Visão Sistêmica da Canalização
Porquê TV Interativa no Brasil
O que é TV Interativa Televisão interativa pode ser definida como qualquer coisa que torne possível aos telespectadores dialogarem com as pessoas que fazem um canal de televisão, programa ou serviço. Um diálogo que leva os telespectadores para além da experiência passiva de assistir e os permita fazer escolhas ou tomar ações - mesmo que as ações sejam tão simples como preencher um cartão postal e enviá-lo pelo correio, ou desenhar uma imagem na tela da televisão. (Mark Gawlinski, BBC)
Aspectos Históricos A TV Interativa é anterior à TV Digital. Experiência apenas local  Interação por vias indiretas: telefone, correio, internet, SMS Winky Dink and You - CBS, 1953 Winky Dink KIT
Aspectos Históricos O primeiro controle remoto (1957)
Aspectos Históricos Teletexto ( Ceefax , 1973) e Videotexto ( Prestel , 1979)
Aspectos Históricos Videocassete: Betamax (1975) e VHS (1976)  Fita de Betamax Fita de VHS
Aspectos Históricos Programação e tecnologia Chamadas:  Dialing for Dollars  (1930 a 1970), W hat’s Your Stories  (1988), Você Decide (1992) Realitys:  An American Family (1973), Survivor, No Limite(2000), COPS, The Real World, Na Real, Casa dos Artistas (2001), Big Brother (2002) Década de 1990 -  Stargazer, ACTV, telecomputador, WWW, Full Service Network, Satélite Digital e Cabo Digital, EPGs, TV interativa de duas telas, WebTV, PVRs (TiVo e Replay TV), VOD, TV Digital (ATSC, DVB, ISBD-T, ISBD-Tb)
Outros Paradigmas TV Convencional  Transmissão seqüencial Distribuição indiscriminada Conteúdo relevante Programa pela programação Programas, Gêneros e Formatos Seriação (capítulos e blocos) Unidades não acabadas Conteúdo recorrente e dispersivo Auto promoção do meio Descanso pelo intervalo entre blocos TV Interativa Transmissão sob demanda Distribuição em nichos Pouco privilégio de conteúdo Programa isolado Tags, filtros e mapas de busca Fragmentação Unidades fechadas Conteúdo específico Promoção do conteúdo Não há descanso determinado
Exemplo
Categorias de TV Interativa TV Expandida (eTV):  a interatividade como extensão do conteúdo da programação. Enquetes, Reallity Shows, Propaganda, Games, Esportes, etc. Serviços Interativos :  A TV como um terminal de acesso.  Previsão do tempo, horóscopo, sistema de e-mail, SMS, TV Banking, etc. (Walled Gardens); Internet TV; Teletexto Digital,  Infra-estrutura de navegação :  Objetos da interatividade,  Menus, guias de programação...
Categorias de TV Interativa
Programação nível de atenção linha do tempo O  break  tem a função de: Garantir a “respiração” para absorver a dispersão Permite explorar ganchos de tensão Estimular o imaginário Bloco de programa Intervalo
Programação Interativa i i i i Interatividade ao longo da programação: Explora momentos de atenção Satisfaz o interesse por conteúdo extra Promove uma experiência mais satisfatória
Programação Interativa i i i merchandising interativo Cuidado na estratégia de persuasão em merchandising interativo O telespectador quer ver o programa
Programação Interativa i i i TV Shop Marketing i Maior retenção de atenção em comerciais Novos modos de relacionamento com produtos e marcas - Espaço de compra.  T-Commerce - Cuidados com o ponto de quebra do fluxo
Programação Interativa i i i i i Interação no programa ( etv ) Estímulo a imersão em interações reativas Interação mútua entre os que querem se expressar
Programação Interativa i i i i i durante o intervalo - Explorar interação que segure a audiência entre os blocos. Cuidado com interações que coloquem o comercial em segundo plano
Programação Interativa Maior transparência de grade Cuidados com estrutura de gêneros Maior consistência de uso i i i i independente do programa (EPG) i
Demanda Nacional Gêneros de programas que o brasileiro mais assiste CPqD, 2005
Demanda Nacional CPqD, 2005 Atributos considerados importantes
Demanda Nacional Fonte: CETIC.br 2008
Demanda Nacional Analfabetismo no Brasil 8% - Analfabetos absolutos 30% - Lêem enunciados de uma só frase 37% - Lêem textos curtos (cartas, notícias, etc.) 25% - Compreendem enunciados maiores e  relacionam textos diferentes.
Quem sustenta a televisão?
Programação - Estrutura Programas Quentes Os que não têm sentido fora da programação (telejornal, esporte, novela, auditório, ao vivo, etc.) Programas Frios Os que podem ser gravados (filmes, séries, documentários, infantis, etc.)
Programação - Estrutura linha do tempo período de fruição Programação de televisão DVD Auto-programação Canal A Canal B No egocasting, maior consumo de conteúdo frio
Programação - Estrutura linha do tempo Programação de televisão DVD Auto-programação Canal A Canal B Porém, programas quentes são genuinamente televisivos  e concorrem menos com outras mídias período de fruição
Níveis – Programação Interativa auto-programação programação de massa controle do emissor gravação compartilhamento adaptação linearidade relacionamento interesse geral múltipla escolha ação presumida colaboração conteúdo interativo exibição particular produção particular estrutura interativa ... centralidade on-demand controle do indivíduo
Níveis de consumo audiovisual IPTV e WebTV auto-programação Televisão Digital Programação de massa O conteúdo é empurrado  até a audiência O conteúdo é puxado pela  audiência O conteúdo é  a audiência Telespectador Nível de passividade Usuário Nível de interação reativa Interagente Nível de  interação mútua Programação pela transmissão (temporal) Programação pelo acesso (espacial) Auto-programação (espaço-temporal)
Aplicações
Usabilidade Espaço: Em geral os espectadores de TV prestam menos atenção no que estão vendo do que os de computador e dispositivos móveis. A experiência de televisão se dá curvando-se para trás.  As pessoas podem achar a interação cansativa e irritante. A interface deve ser simples: menos é mais. Tempo: Espectadores de TV estão acostumados com a uma experiência visual e auditiva muito rica e uma sensação de tempo real. A navegação básica deve dar respostas em frações de segundos Deve acompanhar o raciocínio do usuário, inclusive na TV Expandida
Design para Usabilidade Princípios de design com foco em usabilidade: Visibilidade  (visibility); Retorno  (feedback); Restrições  (constraints); Mapeamento  (mapping); Consistência  (consistency); Pistas  (affordances)
Design Visibilidade Trata-se da medida em que os objetos da interação reativa são perceptíveis ao interagente
Design Visibilidade Trata-se do modo como a reação do sistema se torna perceptível ao interagente
Design - Restrições Refere-se a delimitar o tipo de interação que pode ocorrer em um determinado momento.
Design - Restrições Na interface acima, foram ocultadas as cores vermelha, amarela e azul e os números 5, 6, 7, 8, 9, e 0
Design - Restrições As opções “vermelho” e “amarelo” não estão claras na tela. Deveriam estar restritas visualmente para evitar confusão
Design - Mapeamento Trata-se da relação lógica entres os controles de acordo com seus efeitos no sistema
Design - Consistência É transferência de conhecimento entre aplicações de uso semelhante
Design - Affordances Affordance significa “dar uma pista”. É o modo de projetar objetos que se apresentem óbvios quanto à função que exercem.  Affordance:  percebida e a real
Relação de Aspectos 4:3 Standard  16:9 Widescreen
Relação de Aspectos 4:3 Esticada para 16:9 (Stretched) Centralizada em 16:9 (Pillars) Na exibição, a TV 16:9 tem como opção esticar ou centralizar a imagem para se adaptar. Nessa passagem não há perda de informações.
Relação de Aspectos Porém, quando um programa em widescreen é exibido numa tela 4:3, a imagem é cortada nas extremidades ou encolhida a 75% de seu tamanho 16:9 Cortado para 4:3 (Centre cut-out) Centralizado para 4:3 (Letterboxed)
Relação de Aspectos Considerar as extremidades como áreas não seguras e manter apenas informações de fundo para o caso de serem cortadas. O texto deve ser grande para ser legível pois também poderá ser encolhido em 25% O ideal é projetar interfaces em 4:3, ou interfaces líquidas Se projetar em 16:9...
CRT - O tamanho do Pixel Desenhando no tamanho final, terá distorções Desenhar mais largo e reduzir para que ele seja exibido corretamente O escaneamento do CRT, entre outros fatores, esticam os elementos contidos nas linhas
CRT - Possíveis Distorções A TV CRT foi projetada para imagens fotográficas em movimento. As interfaces gráficas costumam ser sintéticas e estáticas.  As imagens na tela da TV são compostas por linhas de varredura que se entrelaçam para formar a imagem. Detalhes muito pequenos (pontos e linhas de 1 pixel de altura) podem sumir ou se duplicar provocando efeitos desagradáveis Elementos contrastantes em cor ou luminância ao longo das linhas podem esticá-las, provocando curvas em linhas verticais
CRT - Possíveis Distorções As cores devem ser tratadas com cuidado, pois a tela de TV monitora gamas de cores mais limitadas que a do computador. Para se alcançar intensidade semelhante, deve-se reduzir a saturação. Branco máximo: 95% (240/240/240)  Preto mínimo: 5% (16/16/16) A mudança entre cores saturadas pode provocar invasão de área (sangramento) Quando padrões regulares, como grades ou pontos, são girados, provocam o efeito "Moiré"
Fontes para TV Tamanho mínimo de  18 pontos , preferível 24. Texto claro em fundo escuro Maior entrelinhas e entreletras (até 130%) Uma tela inteira deve ter no máximo 90 palavras Fontes mais grossas e sem serifas.
Fontes para TV
Fontes para TV
Interface X Controle Remoto Na Europa, as teclas coloridas tiveram origem como atalhos para páginas de teletexto. Na TV Interativa elas são tidas como aceleradores para mecanismos de navegação simples e até serviços incomuns. Portugal TV Globo  – (Uso interno)
Interface X Controle Remoto Se possível, a interface deve manter sempre a mesma ordem de cores, mesmo que uma aplicação não use as 4 cores. Cada cor deve estar apta a responder por apenas um item na tela. Não usar para funções que seriam supridas por setas (avançar, recuar, etc.) As cores das extremidades são as mais importantes
Interface X Controle Remoto A interface deve ensinar o espectador a usar instintivamente o controle apertando os botões certos. As teclas tradicionais básicas não devem ser remapeadas O Controle Remoto deve ser leve e as informações visíveis Teclas comuns: Tradicionais de televisão (volume, canal, liga, etc) Números (alguns associados a letras) Setas e chave de seleção Teclas coloridas (Teletexto) Específicas de plataformas adicionais Teclas nem sempre presentes: Volta / Cancela Sair Ajuda
Interface X Controle Remoto Embora as teclas numéricas tenham o propósito de mudar de canal, elas também podem auxiliar na navegação: Escolha entre itens distintos (menus, enquetes, etc.) Devem se posicionar no mesmo lugar em toda tela de um serviço disponível Evitar: Palavras em vez de numerais para representar uma opção numérica Números que se confundam em cor e tamanho com os textos da página Item de seleção com mais de um número
Interface X Controle Remoto As setas são as principais ferramentas de navegação por sua flexibilidade. Elas dificilmente são usadas fora de aplicações interativas e por isso não se confundem com as teclas tradicionais. Na interface: Utilizar ícones triangulares simples para representar setas.  Uniformizar itens Menus verticais são mais óbvios Realçar a opção selecionada Usar rótulos em textos de múltiplas páginas Evitar: Disponibilizar itens de forma diagonal ou em curva, pois dificulta pressupor para onde o destaque de moveria Ícones complexos que não se relacione claramente com o uso da seta Dois eixos de seleção ao mesmo tempo
Semana de Comunicação FATEA – 28 a 30 de novembro de 2008 Lauro Teixeira Gerente de Programação - TV APARECIDA Designer e Mestre em Comunicação - FAAC/Unesp lauropt@gmail.com

PROGRAMAÇÃO INTERATIVA EM TELEVISÃO DIGITAL

  • 1.
    Semana de ComunicaçãoFATEA – 28 a 30 de novembro de 2008 Lauro Teixeira Gerente de Programação - TV APARECIDA Designer e Mestre em Comunicação - FAAC/Unesp lauropt@gmail.com
  • 2.
    Programação Televisiva Nãohá massas, há apenas maneiras de ver as pessoas como massas. Raymond Williams, 1958
  • 3.
    Decreto nº. 5.820,de 29 de Junho de 2006 Art. 6º O SBTVD-T possibilitará: I - transmissão digital em alta definição (HDTV) e em definição padrão (SDTV); II - transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil; e III - interatividade.
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  • 6.
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    TV Fixa, TVMóvel e TV Portátil Na rua Imagem em Alta Definição Som Surround 5.1 Para Televisores de Tela Grande Em qualquer lugar a qualquer momento Para Terminais Portáteis Serviços: Full HD e HDTV Recepção Fixa Recepção Móvel. Recepção Portátil One Seg. Centro de informações. Trem Em casa Esportes Desastres Notícias Ônibus 10110 ・・・ Radiodifusão Digital
  • 11.
    ISDB-T Divisãoem 13 segmentos Camada C Camada A Camada B SDTV Recepção MÓVEL HDTV Recepção FIXA LDTV Recepção PORTÁTIL O canal de RF de 6 MHz é dividido em 13 segmentos de 429 KHz
  • 12.
    Visão Sistêmica daCanalização
  • 13.
  • 14.
    O que éTV Interativa Televisão interativa pode ser definida como qualquer coisa que torne possível aos telespectadores dialogarem com as pessoas que fazem um canal de televisão, programa ou serviço. Um diálogo que leva os telespectadores para além da experiência passiva de assistir e os permita fazer escolhas ou tomar ações - mesmo que as ações sejam tão simples como preencher um cartão postal e enviá-lo pelo correio, ou desenhar uma imagem na tela da televisão. (Mark Gawlinski, BBC)
  • 15.
    Aspectos Históricos ATV Interativa é anterior à TV Digital. Experiência apenas local Interação por vias indiretas: telefone, correio, internet, SMS Winky Dink and You - CBS, 1953 Winky Dink KIT
  • 16.
    Aspectos Históricos Oprimeiro controle remoto (1957)
  • 17.
    Aspectos Históricos Teletexto( Ceefax , 1973) e Videotexto ( Prestel , 1979)
  • 18.
    Aspectos Históricos Videocassete:Betamax (1975) e VHS (1976) Fita de Betamax Fita de VHS
  • 19.
    Aspectos Históricos Programaçãoe tecnologia Chamadas: Dialing for Dollars (1930 a 1970), W hat’s Your Stories (1988), Você Decide (1992) Realitys: An American Family (1973), Survivor, No Limite(2000), COPS, The Real World, Na Real, Casa dos Artistas (2001), Big Brother (2002) Década de 1990 - Stargazer, ACTV, telecomputador, WWW, Full Service Network, Satélite Digital e Cabo Digital, EPGs, TV interativa de duas telas, WebTV, PVRs (TiVo e Replay TV), VOD, TV Digital (ATSC, DVB, ISBD-T, ISBD-Tb)
  • 20.
    Outros Paradigmas TVConvencional Transmissão seqüencial Distribuição indiscriminada Conteúdo relevante Programa pela programação Programas, Gêneros e Formatos Seriação (capítulos e blocos) Unidades não acabadas Conteúdo recorrente e dispersivo Auto promoção do meio Descanso pelo intervalo entre blocos TV Interativa Transmissão sob demanda Distribuição em nichos Pouco privilégio de conteúdo Programa isolado Tags, filtros e mapas de busca Fragmentação Unidades fechadas Conteúdo específico Promoção do conteúdo Não há descanso determinado
  • 21.
  • 22.
    Categorias de TVInterativa TV Expandida (eTV): a interatividade como extensão do conteúdo da programação. Enquetes, Reallity Shows, Propaganda, Games, Esportes, etc. Serviços Interativos : A TV como um terminal de acesso. Previsão do tempo, horóscopo, sistema de e-mail, SMS, TV Banking, etc. (Walled Gardens); Internet TV; Teletexto Digital, Infra-estrutura de navegação : Objetos da interatividade, Menus, guias de programação...
  • 23.
    Categorias de TVInterativa
  • 24.
    Programação nível deatenção linha do tempo O break tem a função de: Garantir a “respiração” para absorver a dispersão Permite explorar ganchos de tensão Estimular o imaginário Bloco de programa Intervalo
  • 25.
    Programação Interativa ii i i Interatividade ao longo da programação: Explora momentos de atenção Satisfaz o interesse por conteúdo extra Promove uma experiência mais satisfatória
  • 26.
    Programação Interativa ii i merchandising interativo Cuidado na estratégia de persuasão em merchandising interativo O telespectador quer ver o programa
  • 27.
    Programação Interativa ii i TV Shop Marketing i Maior retenção de atenção em comerciais Novos modos de relacionamento com produtos e marcas - Espaço de compra. T-Commerce - Cuidados com o ponto de quebra do fluxo
  • 28.
    Programação Interativa ii i i i Interação no programa ( etv ) Estímulo a imersão em interações reativas Interação mútua entre os que querem se expressar
  • 29.
    Programação Interativa ii i i i durante o intervalo - Explorar interação que segure a audiência entre os blocos. Cuidado com interações que coloquem o comercial em segundo plano
  • 30.
    Programação Interativa Maiortransparência de grade Cuidados com estrutura de gêneros Maior consistência de uso i i i i independente do programa (EPG) i
  • 31.
    Demanda Nacional Gênerosde programas que o brasileiro mais assiste CPqD, 2005
  • 32.
    Demanda Nacional CPqD,2005 Atributos considerados importantes
  • 33.
  • 34.
    Demanda Nacional Analfabetismono Brasil 8% - Analfabetos absolutos 30% - Lêem enunciados de uma só frase 37% - Lêem textos curtos (cartas, notícias, etc.) 25% - Compreendem enunciados maiores e relacionam textos diferentes.
  • 35.
    Quem sustenta atelevisão?
  • 36.
    Programação - EstruturaProgramas Quentes Os que não têm sentido fora da programação (telejornal, esporte, novela, auditório, ao vivo, etc.) Programas Frios Os que podem ser gravados (filmes, séries, documentários, infantis, etc.)
  • 37.
    Programação - Estruturalinha do tempo período de fruição Programação de televisão DVD Auto-programação Canal A Canal B No egocasting, maior consumo de conteúdo frio
  • 38.
    Programação - Estruturalinha do tempo Programação de televisão DVD Auto-programação Canal A Canal B Porém, programas quentes são genuinamente televisivos e concorrem menos com outras mídias período de fruição
  • 39.
    Níveis – ProgramaçãoInterativa auto-programação programação de massa controle do emissor gravação compartilhamento adaptação linearidade relacionamento interesse geral múltipla escolha ação presumida colaboração conteúdo interativo exibição particular produção particular estrutura interativa ... centralidade on-demand controle do indivíduo
  • 40.
    Níveis de consumoaudiovisual IPTV e WebTV auto-programação Televisão Digital Programação de massa O conteúdo é empurrado até a audiência O conteúdo é puxado pela audiência O conteúdo é a audiência Telespectador Nível de passividade Usuário Nível de interação reativa Interagente Nível de interação mútua Programação pela transmissão (temporal) Programação pelo acesso (espacial) Auto-programação (espaço-temporal)
  • 41.
  • 42.
    Usabilidade Espaço: Emgeral os espectadores de TV prestam menos atenção no que estão vendo do que os de computador e dispositivos móveis. A experiência de televisão se dá curvando-se para trás. As pessoas podem achar a interação cansativa e irritante. A interface deve ser simples: menos é mais. Tempo: Espectadores de TV estão acostumados com a uma experiência visual e auditiva muito rica e uma sensação de tempo real. A navegação básica deve dar respostas em frações de segundos Deve acompanhar o raciocínio do usuário, inclusive na TV Expandida
  • 43.
    Design para UsabilidadePrincípios de design com foco em usabilidade: Visibilidade (visibility); Retorno (feedback); Restrições (constraints); Mapeamento (mapping); Consistência (consistency); Pistas (affordances)
  • 44.
    Design Visibilidade Trata-seda medida em que os objetos da interação reativa são perceptíveis ao interagente
  • 45.
    Design Visibilidade Trata-sedo modo como a reação do sistema se torna perceptível ao interagente
  • 46.
    Design - RestriçõesRefere-se a delimitar o tipo de interação que pode ocorrer em um determinado momento.
  • 47.
    Design - RestriçõesNa interface acima, foram ocultadas as cores vermelha, amarela e azul e os números 5, 6, 7, 8, 9, e 0
  • 48.
    Design - RestriçõesAs opções “vermelho” e “amarelo” não estão claras na tela. Deveriam estar restritas visualmente para evitar confusão
  • 49.
    Design - MapeamentoTrata-se da relação lógica entres os controles de acordo com seus efeitos no sistema
  • 50.
    Design - ConsistênciaÉ transferência de conhecimento entre aplicações de uso semelhante
  • 51.
    Design - AffordancesAffordance significa “dar uma pista”. É o modo de projetar objetos que se apresentem óbvios quanto à função que exercem. Affordance: percebida e a real
  • 52.
    Relação de Aspectos4:3 Standard 16:9 Widescreen
  • 53.
    Relação de Aspectos4:3 Esticada para 16:9 (Stretched) Centralizada em 16:9 (Pillars) Na exibição, a TV 16:9 tem como opção esticar ou centralizar a imagem para se adaptar. Nessa passagem não há perda de informações.
  • 54.
    Relação de AspectosPorém, quando um programa em widescreen é exibido numa tela 4:3, a imagem é cortada nas extremidades ou encolhida a 75% de seu tamanho 16:9 Cortado para 4:3 (Centre cut-out) Centralizado para 4:3 (Letterboxed)
  • 55.
    Relação de AspectosConsiderar as extremidades como áreas não seguras e manter apenas informações de fundo para o caso de serem cortadas. O texto deve ser grande para ser legível pois também poderá ser encolhido em 25% O ideal é projetar interfaces em 4:3, ou interfaces líquidas Se projetar em 16:9...
  • 56.
    CRT - Otamanho do Pixel Desenhando no tamanho final, terá distorções Desenhar mais largo e reduzir para que ele seja exibido corretamente O escaneamento do CRT, entre outros fatores, esticam os elementos contidos nas linhas
  • 57.
    CRT - PossíveisDistorções A TV CRT foi projetada para imagens fotográficas em movimento. As interfaces gráficas costumam ser sintéticas e estáticas. As imagens na tela da TV são compostas por linhas de varredura que se entrelaçam para formar a imagem. Detalhes muito pequenos (pontos e linhas de 1 pixel de altura) podem sumir ou se duplicar provocando efeitos desagradáveis Elementos contrastantes em cor ou luminância ao longo das linhas podem esticá-las, provocando curvas em linhas verticais
  • 58.
    CRT - PossíveisDistorções As cores devem ser tratadas com cuidado, pois a tela de TV monitora gamas de cores mais limitadas que a do computador. Para se alcançar intensidade semelhante, deve-se reduzir a saturação. Branco máximo: 95% (240/240/240) Preto mínimo: 5% (16/16/16) A mudança entre cores saturadas pode provocar invasão de área (sangramento) Quando padrões regulares, como grades ou pontos, são girados, provocam o efeito "Moiré"
  • 59.
    Fontes para TVTamanho mínimo de 18 pontos , preferível 24. Texto claro em fundo escuro Maior entrelinhas e entreletras (até 130%) Uma tela inteira deve ter no máximo 90 palavras Fontes mais grossas e sem serifas.
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  • 61.
  • 62.
    Interface X ControleRemoto Na Europa, as teclas coloridas tiveram origem como atalhos para páginas de teletexto. Na TV Interativa elas são tidas como aceleradores para mecanismos de navegação simples e até serviços incomuns. Portugal TV Globo – (Uso interno)
  • 63.
    Interface X ControleRemoto Se possível, a interface deve manter sempre a mesma ordem de cores, mesmo que uma aplicação não use as 4 cores. Cada cor deve estar apta a responder por apenas um item na tela. Não usar para funções que seriam supridas por setas (avançar, recuar, etc.) As cores das extremidades são as mais importantes
  • 64.
    Interface X ControleRemoto A interface deve ensinar o espectador a usar instintivamente o controle apertando os botões certos. As teclas tradicionais básicas não devem ser remapeadas O Controle Remoto deve ser leve e as informações visíveis Teclas comuns: Tradicionais de televisão (volume, canal, liga, etc) Números (alguns associados a letras) Setas e chave de seleção Teclas coloridas (Teletexto) Específicas de plataformas adicionais Teclas nem sempre presentes: Volta / Cancela Sair Ajuda
  • 65.
    Interface X ControleRemoto Embora as teclas numéricas tenham o propósito de mudar de canal, elas também podem auxiliar na navegação: Escolha entre itens distintos (menus, enquetes, etc.) Devem se posicionar no mesmo lugar em toda tela de um serviço disponível Evitar: Palavras em vez de numerais para representar uma opção numérica Números que se confundam em cor e tamanho com os textos da página Item de seleção com mais de um número
  • 66.
    Interface X ControleRemoto As setas são as principais ferramentas de navegação por sua flexibilidade. Elas dificilmente são usadas fora de aplicações interativas e por isso não se confundem com as teclas tradicionais. Na interface: Utilizar ícones triangulares simples para representar setas. Uniformizar itens Menus verticais são mais óbvios Realçar a opção selecionada Usar rótulos em textos de múltiplas páginas Evitar: Disponibilizar itens de forma diagonal ou em curva, pois dificulta pressupor para onde o destaque de moveria Ícones complexos que não se relacione claramente com o uso da seta Dois eixos de seleção ao mesmo tempo
  • 67.
    Semana de ComunicaçãoFATEA – 28 a 30 de novembro de 2008 Lauro Teixeira Gerente de Programação - TV APARECIDA Designer e Mestre em Comunicação - FAAC/Unesp lauropt@gmail.com