TV Digital Interativa aspectos de produção e demanda Lauro Teixeira Coordenador de Programação TV TEM Bauru Mestrado em Comunicação – FAAC/Unesp  lauro.teixeira@tvtem.com – (14) 3233-1093
.  0 que é TV Interativa? Televisão interativa pode ser definida como qualquer coisa que torne possível aos telespectadores dialogarem com as pessoas que fazem um canal de televisão, programa ou serviço. Um diálogo que leva os telespectadores para além da experiência passiva de assistir e os permita fazer escolhas ou tomar ações - mesmo que as ações sejam tão simples como preencher cartão postal e enviá-lo pelo correio, ou desenhar uma imagem na tela da televisão (Gawlinski, 2003, p. 5)
.  0 que é TV Interativa? É a cabeça do povo que faz a televisão. A televisão no Brasil é um reflexo do próprio povo, do que o povo pensa e quer (...) porque é uma televisão comercial. E por ser comercial precisa ter, em primeiro lugar, um bom Ibope.  Dias Gomes
.  TV Interativa   x   TV Digital A TV Interativa é anterior à TV Digital. Experiência apenas local  Interação por vias indiretas: telefone, correio, internet, SMS Winky Dink and You - CBS, 1953 Winky Dink KIT
.  Níveis de Interatividade Reativo  –  nesse nível, as opções e realimentações (feedbacks) são dirigidas pelo programa, havendo pouco controle do usuário sobre a estrutura do conteúdo; Coativo  – apresentam-se aqui possibilidades de o usuário controlar a seqüência, o ritmo e o estilo; Pró-ativo  – o usuário pode controlar tanto a estrutura quanto o conteúdo Richard Reisman - MIT Mídia Quente e Fria -  Marshall McLuhan
.  Níveis de Interatividade Interatividade Local:  A emissora transmite os programas e serviços com opções adicionais e o usuário pode escolher entre uma programação e outra ou habilitar/desabilitar opções. Interatividade com canal de Retorno:  o usuário pode "responder" aos aplicativos enviados pela emissora, simultaneamente ou não a um programa. Interatividade Plena:  Acesso à internet para publicação de conteúdo pessoal. Marcelo Zuffo ( USP ) vídeo
.  Interface: Ciberespaço Materializado Para que a mágica da revolução digital ocorra, um sistema digital deve representar-se ao usuário, numa linguagem que este compreenda.
.  Categorias de TV Digital Interativa TV Expandida (eTV):  a interatividade como extensão do conteúdo da programação. Enquetes, Reallity Shows, Propaganda, Games, Esportes, etc. Serviços:  A TV como um terminal de acesso  Previsão do tempo, horóscopo, sistema de e-mail, SMS, TV Banking, etc. (Walled Gardens); Internet TV; Teletexto Digital,  Navegação:  Objetos da interatividade,  Menus, guias de programação, etc.
.  TV Expandida   ( eTV ) A interatividade como extensão do conteúdo audiovisual.  O usuário tem acesso a conteúdo não linear e pode interagir enquanto assiste ao programa. Reino Unido Grécia
.  Serviços A TV é um terminal de múltiplos serviços ao usuário. Walled Gardens: Interatividade semelhante a da internet ( www ). Internet pelo Televisor: problemas de usabilidade Espanha França
.  Navegação França Reino Unido Diz respeito à Arquitetura de Informação do canal ou provedor de canais  e serviços. Estrutura que dá acesso ao conteúdo mas não é o conteúdo em si.
.  Demanda Mapa da população brasileira IBGE, 2004
.  Demanda Aspectos populacionais Concentração populacional em determinadas regiões Baixo poder aquisitivo para bens de consumo duráveis Boa penetração de DVDs e Celulares 95% dos lares com televisão 30% da população acessa a internet Elevada heterogeneidade do público Analfabetismo funcional
.  Demanda Analfabetismo no Brasil 8% - Analfabetos absolutos 30% - Lêem enunciados de uma só frase 37% - Lêem textos curtos (cartas, notícias, etc.) 25% - Compreendem enunciados maiores e relacionam textos diferentes. IBGE, 2003
.  Demanda Observar estudos recentes sobre alteração na cultura do entretenimento que contextualizam uma nova interatividade no século XXI. Web 2.0  (Tim O’Reilly)  - Web 2.0 é a internet viva, a internet feita de gente e não apenas de conteúdo. Teoria da Cauda Longa  (Chris Anderson)  - O mercado de nichos somados se tornou mais forte que o mercado de massa.  Emergência  (Steven Johnson)  - A nova sociedade dispensa o controle centralizado e se auto-organiza de baixo para cima. O novo pensamento humano será feito por usuários de tecnologia. Curva do Dorminhoco  (Steven Johnson)  - Videogames, Televisão e internet deixam o homem mais inteligente e esperto.
.  Demanda A bolha assassina que fez brotar a Web 2.0
.  Demanda Tipos de programas que o brasileiro mais assiste CPqD, 2005
.  Demanda Índice de conhecimento do brasileiro sobre TV digital CPqD, 2005
.  Demanda CPqD, 2005 Atributos considerados importantes
.  Produção Observar elementos que possam estimular a interatividade Em programas ao vivo (jogos, shows, auditório), o usuário pode assumir postura mais ativa 30% dos acessos a serviços durante o comercial Comércio eletrônico Games Reallity Shows Serviços ligado ao jornalismo local
.  Produção Considerar aspectos tradicionais de postura e uso Expectativa de baixo esforço físico e cognitivo Postura predominantemente passiva Distância de 2 a 4 metros Aparelho Coletivo X Individual Ambiente pode estar escuro
.  Usabilidade Usabilidade está ligada diretamente ao diálogo na interface. É a capacidade do aplicativo em permitir que o usuário alcance suas metas de interatividade. O usuário deve chegar com facilidade no conteúdo (a boa interface é a que passa despercebida)
.  Navegação Aspectos de usabilidade A boa navegação se apóia nas metas e desejos do espectador evitando que encontre obstáculos desnecessários. Objetivos da interface: Mostrar ao usuário onde ele está, como chegou lá e facilitar os caminhos para onde ele pretende ir Avaliar sempre que ele executar um comando (feedback) Ensinar em segundos Relacionar modelos culturais e metáforas Ser previsível e consistente Encorajar a liberdade de movimento Facilitar a fuga
.  Navegação Espaço: Em geral os espectadores de TV prestam menos atenção no que estão vendo do que os de computador e dispositivos móveis. A experiência de televisão se dá curvando-se para trás.  As pessoas podem achar a interação cansativa e irritante. A interface deve ser simples: menos é mais. Tempo: Espectadores de TV estão acostumados com a uma experiência visual e auditiva muito rica e uma sensação de tempo real. A navegação básica deve dar respostas em frações de segundos Deve acompanhar o raciocínio do usuário, inclusive na TV Expandida
.  Formatos 4:3 Standard  16:9 Widescreen
Na exibição, a TV 16:9 tem como opção esticar ou centralizar a imagem para se adaptar. Nessa passagem não há perda de informações. .  Formatos 4:3 Esticada para 16:9 (Stretched) Centralizada em 16:9 (Pillars)
Porém, quando um programa em widescreen é exibido numa tela 4:3, a imagem é cortada nas extremidades ou encolhida a 75% de seu tamanho .  Formatos 16:9 Cortado para 4:3 (Centre cut-out) Centralizado para 4:3 (Letterboxed)
.  Se projetar em 16:9 ... Considerar as extremidades como áreas não seguras e manter apenas informações de fundo para o caso de serem cortadas. O texto deve ser grande para ser legível pois também poderá ser encolhido em 25% O ideal é projetar interfaces em 4:3
.  Monitor CRT continua em uso Action Safe - 5% Se refere ao campo limite de visão da maioria dos televisores   Title Safe - 10% Se refere à área máxima onde devem ser colocadas informações indispensáveis, como logotipos, textos e interfaces gráficas 512 x 384 pixels 576 x 432 pixels 640 x 480 pixels 4:3 Standard
.  Produção de Interfaces - Tipologia Fontes para TV Tamanho mínimo de 18 pontos, preferível 24. Texto claro em fundo escuro Maior entrelinhas e entreletras (até 130%) Uma tela inteira deve ter no máximo 90 palavras Fontes mais grossas e sem serifas.
.  Produção de Interfaces - Tipologia
.  O Controle Remoto A interface deve ensinar o espectador a usar instintivamente o controle apertando os botões certos. As teclas tradicionais básicas não devem ser remapeadas O Controle Remoto deve ser leve e as informações visíveis Teclas comuns: Tradicionais de televisão (volume, canal, liga, etc) Números (alguns associados a letras) Setas e chave de seleção Teclas coloridas (Teletexto) Específicas de plataformas adicionais Teclas nem sempre presentes: Volta / Cancela Sair Ajuda
.  O Controle Remoto Sky Philips Panasonic DirecTV TiVo Sony Universal Philips Universal
.  O Teclado Numérico Embora as teclas numéricas tenham o propósito de mudar de canal, elas também podem auxiliar na navegação: Escolha entre itens distintos (menus, enquetes, etc.) Devem se posicionar no mesmo lugar em toda tela de um serviço disponível Evitar: Palavras em vez de numerais para representar uma opção numérica Números que se confundam em cor e tamanho com os textos da página Item de seleção com mais de um número
.  Setas e Confirma As setas são as principais ferramentas de navegação por sua flexibilidade. Elas dificilmente são usadas fora de aplicações interativas e por isso não se confundem com as teclas tradicionais. Na interface: Utilizar ícones triangulares simples para representar setas.  Uniformizar itens Menus verticais são mais óbvios Realçar a opção selecionada Usar rótulos em textos de múltiplas páginas Evitar: Disponibilizar itens de forma diagonal ou em curva, pois dificulta pressupor para onde o destaque de moveria Ícones complexos que não se relacione claramente com o uso da seta Dois eixos de seleção ao mesmo tempo
.  Teclas Coloridas Na Europa, as teclas coloridas tiveram origem como atalhos para páginas de teletexto. Na TV Interativa elas são tidas como aceleradores para mecanismos de navegação simples e até serviços incomuns. Portugal TV Globo  – (Uso interno)
.  Outros exemplos Música Desenho Reality Show Games Propaganda Notícias e-mails Chat Banco Esporte
.  Referências Gawlinski, M. (2003) Interactive Television Production.  Focal Press: London. GEROLAMO, G et al. (2004) Mapeamento da Demanda Relatório do CPqD.  Disponível em  http://sbtvd.cpqd.com.br BECKER, Valdecir. (2005) TV Digital Interativa: Desafios e perspectivas para o Brasil.  Florianópolis: Ed. UFSC  NIELSEN, Jakob. Usability Engineering.  San Francisco: Academic Press, 1993 Conceitos: Style Guide BBCi -  www.bbc.co.uk/commissioning Aplicativos TVi:  www.broadbandbananas.com

Televisão Digital Interativa: Aspectos de Produção e Demanda

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    TV Digital Interativaaspectos de produção e demanda Lauro Teixeira Coordenador de Programação TV TEM Bauru Mestrado em Comunicação – FAAC/Unesp lauro.teixeira@tvtem.com – (14) 3233-1093
  • 2.
    . 0que é TV Interativa? Televisão interativa pode ser definida como qualquer coisa que torne possível aos telespectadores dialogarem com as pessoas que fazem um canal de televisão, programa ou serviço. Um diálogo que leva os telespectadores para além da experiência passiva de assistir e os permita fazer escolhas ou tomar ações - mesmo que as ações sejam tão simples como preencher cartão postal e enviá-lo pelo correio, ou desenhar uma imagem na tela da televisão (Gawlinski, 2003, p. 5)
  • 3.
    . 0que é TV Interativa? É a cabeça do povo que faz a televisão. A televisão no Brasil é um reflexo do próprio povo, do que o povo pensa e quer (...) porque é uma televisão comercial. E por ser comercial precisa ter, em primeiro lugar, um bom Ibope. Dias Gomes
  • 4.
    . TVInterativa x TV Digital A TV Interativa é anterior à TV Digital. Experiência apenas local Interação por vias indiretas: telefone, correio, internet, SMS Winky Dink and You - CBS, 1953 Winky Dink KIT
  • 5.
    . Níveisde Interatividade Reativo – nesse nível, as opções e realimentações (feedbacks) são dirigidas pelo programa, havendo pouco controle do usuário sobre a estrutura do conteúdo; Coativo – apresentam-se aqui possibilidades de o usuário controlar a seqüência, o ritmo e o estilo; Pró-ativo – o usuário pode controlar tanto a estrutura quanto o conteúdo Richard Reisman - MIT Mídia Quente e Fria - Marshall McLuhan
  • 6.
    . Níveisde Interatividade Interatividade Local: A emissora transmite os programas e serviços com opções adicionais e o usuário pode escolher entre uma programação e outra ou habilitar/desabilitar opções. Interatividade com canal de Retorno: o usuário pode "responder" aos aplicativos enviados pela emissora, simultaneamente ou não a um programa. Interatividade Plena: Acesso à internet para publicação de conteúdo pessoal. Marcelo Zuffo ( USP ) vídeo
  • 7.
    . Interface:Ciberespaço Materializado Para que a mágica da revolução digital ocorra, um sistema digital deve representar-se ao usuário, numa linguagem que este compreenda.
  • 8.
    . Categoriasde TV Digital Interativa TV Expandida (eTV): a interatividade como extensão do conteúdo da programação. Enquetes, Reallity Shows, Propaganda, Games, Esportes, etc. Serviços: A TV como um terminal de acesso Previsão do tempo, horóscopo, sistema de e-mail, SMS, TV Banking, etc. (Walled Gardens); Internet TV; Teletexto Digital, Navegação: Objetos da interatividade, Menus, guias de programação, etc.
  • 9.
    . TVExpandida ( eTV ) A interatividade como extensão do conteúdo audiovisual. O usuário tem acesso a conteúdo não linear e pode interagir enquanto assiste ao programa. Reino Unido Grécia
  • 10.
    . ServiçosA TV é um terminal de múltiplos serviços ao usuário. Walled Gardens: Interatividade semelhante a da internet ( www ). Internet pelo Televisor: problemas de usabilidade Espanha França
  • 11.
    . NavegaçãoFrança Reino Unido Diz respeito à Arquitetura de Informação do canal ou provedor de canais e serviços. Estrutura que dá acesso ao conteúdo mas não é o conteúdo em si.
  • 12.
    . DemandaMapa da população brasileira IBGE, 2004
  • 13.
    . DemandaAspectos populacionais Concentração populacional em determinadas regiões Baixo poder aquisitivo para bens de consumo duráveis Boa penetração de DVDs e Celulares 95% dos lares com televisão 30% da população acessa a internet Elevada heterogeneidade do público Analfabetismo funcional
  • 14.
    . DemandaAnalfabetismo no Brasil 8% - Analfabetos absolutos 30% - Lêem enunciados de uma só frase 37% - Lêem textos curtos (cartas, notícias, etc.) 25% - Compreendem enunciados maiores e relacionam textos diferentes. IBGE, 2003
  • 15.
    . DemandaObservar estudos recentes sobre alteração na cultura do entretenimento que contextualizam uma nova interatividade no século XXI. Web 2.0 (Tim O’Reilly) - Web 2.0 é a internet viva, a internet feita de gente e não apenas de conteúdo. Teoria da Cauda Longa (Chris Anderson) - O mercado de nichos somados se tornou mais forte que o mercado de massa. Emergência (Steven Johnson) - A nova sociedade dispensa o controle centralizado e se auto-organiza de baixo para cima. O novo pensamento humano será feito por usuários de tecnologia. Curva do Dorminhoco (Steven Johnson) - Videogames, Televisão e internet deixam o homem mais inteligente e esperto.
  • 16.
    . DemandaA bolha assassina que fez brotar a Web 2.0
  • 17.
    . DemandaTipos de programas que o brasileiro mais assiste CPqD, 2005
  • 18.
    . DemandaÍndice de conhecimento do brasileiro sobre TV digital CPqD, 2005
  • 19.
    . DemandaCPqD, 2005 Atributos considerados importantes
  • 20.
    . ProduçãoObservar elementos que possam estimular a interatividade Em programas ao vivo (jogos, shows, auditório), o usuário pode assumir postura mais ativa 30% dos acessos a serviços durante o comercial Comércio eletrônico Games Reallity Shows Serviços ligado ao jornalismo local
  • 21.
    . ProduçãoConsiderar aspectos tradicionais de postura e uso Expectativa de baixo esforço físico e cognitivo Postura predominantemente passiva Distância de 2 a 4 metros Aparelho Coletivo X Individual Ambiente pode estar escuro
  • 22.
    . UsabilidadeUsabilidade está ligada diretamente ao diálogo na interface. É a capacidade do aplicativo em permitir que o usuário alcance suas metas de interatividade. O usuário deve chegar com facilidade no conteúdo (a boa interface é a que passa despercebida)
  • 23.
    . NavegaçãoAspectos de usabilidade A boa navegação se apóia nas metas e desejos do espectador evitando que encontre obstáculos desnecessários. Objetivos da interface: Mostrar ao usuário onde ele está, como chegou lá e facilitar os caminhos para onde ele pretende ir Avaliar sempre que ele executar um comando (feedback) Ensinar em segundos Relacionar modelos culturais e metáforas Ser previsível e consistente Encorajar a liberdade de movimento Facilitar a fuga
  • 24.
    . NavegaçãoEspaço: Em geral os espectadores de TV prestam menos atenção no que estão vendo do que os de computador e dispositivos móveis. A experiência de televisão se dá curvando-se para trás. As pessoas podem achar a interação cansativa e irritante. A interface deve ser simples: menos é mais. Tempo: Espectadores de TV estão acostumados com a uma experiência visual e auditiva muito rica e uma sensação de tempo real. A navegação básica deve dar respostas em frações de segundos Deve acompanhar o raciocínio do usuário, inclusive na TV Expandida
  • 25.
    . Formatos4:3 Standard 16:9 Widescreen
  • 26.
    Na exibição, aTV 16:9 tem como opção esticar ou centralizar a imagem para se adaptar. Nessa passagem não há perda de informações. . Formatos 4:3 Esticada para 16:9 (Stretched) Centralizada em 16:9 (Pillars)
  • 27.
    Porém, quando umprograma em widescreen é exibido numa tela 4:3, a imagem é cortada nas extremidades ou encolhida a 75% de seu tamanho . Formatos 16:9 Cortado para 4:3 (Centre cut-out) Centralizado para 4:3 (Letterboxed)
  • 28.
    . Seprojetar em 16:9 ... Considerar as extremidades como áreas não seguras e manter apenas informações de fundo para o caso de serem cortadas. O texto deve ser grande para ser legível pois também poderá ser encolhido em 25% O ideal é projetar interfaces em 4:3
  • 29.
    . MonitorCRT continua em uso Action Safe - 5% Se refere ao campo limite de visão da maioria dos televisores Title Safe - 10% Se refere à área máxima onde devem ser colocadas informações indispensáveis, como logotipos, textos e interfaces gráficas 512 x 384 pixels 576 x 432 pixels 640 x 480 pixels 4:3 Standard
  • 30.
    . Produçãode Interfaces - Tipologia Fontes para TV Tamanho mínimo de 18 pontos, preferível 24. Texto claro em fundo escuro Maior entrelinhas e entreletras (até 130%) Uma tela inteira deve ter no máximo 90 palavras Fontes mais grossas e sem serifas.
  • 31.
    . Produçãode Interfaces - Tipologia
  • 32.
    . OControle Remoto A interface deve ensinar o espectador a usar instintivamente o controle apertando os botões certos. As teclas tradicionais básicas não devem ser remapeadas O Controle Remoto deve ser leve e as informações visíveis Teclas comuns: Tradicionais de televisão (volume, canal, liga, etc) Números (alguns associados a letras) Setas e chave de seleção Teclas coloridas (Teletexto) Específicas de plataformas adicionais Teclas nem sempre presentes: Volta / Cancela Sair Ajuda
  • 33.
    . OControle Remoto Sky Philips Panasonic DirecTV TiVo Sony Universal Philips Universal
  • 34.
    . OTeclado Numérico Embora as teclas numéricas tenham o propósito de mudar de canal, elas também podem auxiliar na navegação: Escolha entre itens distintos (menus, enquetes, etc.) Devem se posicionar no mesmo lugar em toda tela de um serviço disponível Evitar: Palavras em vez de numerais para representar uma opção numérica Números que se confundam em cor e tamanho com os textos da página Item de seleção com mais de um número
  • 35.
    . Setase Confirma As setas são as principais ferramentas de navegação por sua flexibilidade. Elas dificilmente são usadas fora de aplicações interativas e por isso não se confundem com as teclas tradicionais. Na interface: Utilizar ícones triangulares simples para representar setas. Uniformizar itens Menus verticais são mais óbvios Realçar a opção selecionada Usar rótulos em textos de múltiplas páginas Evitar: Disponibilizar itens de forma diagonal ou em curva, pois dificulta pressupor para onde o destaque de moveria Ícones complexos que não se relacione claramente com o uso da seta Dois eixos de seleção ao mesmo tempo
  • 36.
    . TeclasColoridas Na Europa, as teclas coloridas tiveram origem como atalhos para páginas de teletexto. Na TV Interativa elas são tidas como aceleradores para mecanismos de navegação simples e até serviços incomuns. Portugal TV Globo – (Uso interno)
  • 37.
    . Outrosexemplos Música Desenho Reality Show Games Propaganda Notícias e-mails Chat Banco Esporte
  • 38.
    . ReferênciasGawlinski, M. (2003) Interactive Television Production. Focal Press: London. GEROLAMO, G et al. (2004) Mapeamento da Demanda Relatório do CPqD. Disponível em http://sbtvd.cpqd.com.br BECKER, Valdecir. (2005) TV Digital Interativa: Desafios e perspectivas para o Brasil. Florianópolis: Ed. UFSC NIELSEN, Jakob. Usability Engineering. San Francisco: Academic Press, 1993 Conceitos: Style Guide BBCi - www.bbc.co.uk/commissioning Aplicativos TVi: www.broadbandbananas.com