9. Protagonismo f eminino. P romover o pr       ota-
   gonismo das mulher es no ciclo de desen volvi-
   mento socioeconômico da Bahia, f ortalecendo
   sua c ontribuição à sust entabilidade, pr eserva-
   ção do meio ambiente e da biodiversidade;




                                                          CNPJ: 12.174.245/0001-14
10. Desenvolvimento rural sustentável. Garan-
      tir a igualdade no dir eito à terra, aos recursos
      econômicos e ao desen volvimento rural sus-
      tentável para as mulheres rurais;                                              www.souwagner13.com.br
11.   Creches: criar, em parceria com o governo fe-
      deral, uma rede de creches em todo o estado;
12. Educação pr ofissional. Criar c entros t ecno-                                              PROPOSTAS DAS


                                                                                     MULHERES
      lógicos em todos os municípios c om mais de
      40 mil habitantes;
13. Enfrentamento à violência.       Enfr entamento
      a todas as f ormas de violência c ontra as mu-
      lheres através da adoção de medidas preven-                                    Comitê de Militantes do Movimento de Mulheres da Bahia
      tivas, punitivas , de pr oteção e de at enção,
      baseadas na L ei M aria da P enha. G arantir o
      pleno funcionamento, expansão e a melhoria
      das c ondições de infraestrutura das delega-
      cias especiais de atendimento às mulheres.

             Este documento é de responsabilidade
       de militantes do Movimento de Mulheres da Bahia.
Por que as militantes dos movimentos                  2. Monitoramento e avaliação. Garantir que cada
  de mulheres da Bahia apoiam Dilma,                         secretaria execute o orçamento destinado às po-
   Wagner, Pinheiro 130 e Lídice 400.                        líticas para as mulheres, com acompanhamento
  As mulheres representam 52% da população bra-              dos programas e projetos desenvolvidos;
sileira. Governar para todas e todos exige a implan-    3. Autonomia econômica e igualdade no mun-
tação de políticas específicas de inclusão social de         do do trabalho com inclusão social: realização
mulheres, afrodescendentes e indígenas . Um go -             de cursos de inclusão digital e apoio aos muni-
verno democrátic o dev e ampliar a int ersetoriali-
                                                             cípios na construção de equipamentos sociais;
dade e transv ersalidade de gêner o-raça-etnia na
formulação e ex ecução das políticas públicas . Por     4.    Educaçãoinclusiva: promover a educação não
isso, nós mulher es apoiamos a r eeleição de Wag-            machista e não sexista, inc entivando o ac esso
ner para governador da Bahia.                                das mulher es à ciência e à t ecnologia, ar ticu-
  A criação da SEPROMI f oi um passo inicial para            lando as ações das secretarias de Educação, da
implementação das políticas públicas para pr mo-o            Justiça, Cidadania e Dir eitos Humanos e insti-
ção da igualdade . P ara dar c ontinuidade a estas           tuições de ensino superior para fomentar as ini-
políticas, faz-se nec essário garantir aç ões especí-        ciativas que coíbam estas práticas;
ficas e afirmativas v oltadas aos g rupos hist orica-
mente discriminados. Neste contexto, a criação da       5. Saúde integral das mulheres, direitos sexuais
Secretaria de Mulheres continua sendo nossa ban-             e reprodutivos: instituir parcerias com os seto-
deira de luta e representará um avanço para todas            res públicos e privados para a r edução da mor-
as mulheres baianas.                                         talidade materna e ampliação dos hospitais de
                                                             referência com a elevação da cobertura pré-na-
  A atual gestão , em diálogo c onstante c om os
                                                             tal e a criação do Hospital da Mulher;
diversos sujeit os ligados a essa t emática, garan-
tiu progressos como a adesão do estado da Bahia         6. Participação das mulheres nos espaços de po-
ao Plano Nacional de P olíticas para as Mulher es;           der e decisão: ampliar a participação das mulhe-
ações de pr evenção e enfr etamento da violência,            res na gestão do Estado e nas áreas estratégicas;
construção de conferências municipais e regionais
de políticas para as mulheres, entre outras ações.      7. Desenvolvimento urbano sustentável. Garan-
                                                             tir que as cidades sejam planejadas de modo a
  Por isso, convidamos vocês, mulheres baianas, a
fazerem parte desta onda lilás.                              atender as necessidades específicas de gênero e
                                                             raça, ampliando as moradias popular es e equi-
                                                             pamentos como postos de saúde , escolas, cen-
       Conheça     bandeiras de luta                         tros poliesportivos, restaurantes populares, etc.
        do Movimento de Mulheres
        pra Bahia seguir em frente:                     8. Atenção aos crimes de r      acismo, in tolerância
                                                             religiosa e se xismo: inclusão das dimensões
1.   Fortalecimento da institucionalidade das po-            de gênero e raça na Política de Recursos Huma-
     líticas públicas para as mulheres, na perspec-          nos do Estado, ampliando a intersetorialidade e
     tiva do reconhecimento do papel do governo              transversalidade de gênero, raça e etnia na for-
     como indutor e promotor da igualdade;                   mulação das políticas públicas;

Programa das Mulheres - Jaques Wagner - Sou Wagner 13

  • 1.
    9. Protagonismo feminino. P romover o pr ota- gonismo das mulher es no ciclo de desen volvi- mento socioeconômico da Bahia, f ortalecendo sua c ontribuição à sust entabilidade, pr eserva- ção do meio ambiente e da biodiversidade; CNPJ: 12.174.245/0001-14 10. Desenvolvimento rural sustentável. Garan- tir a igualdade no dir eito à terra, aos recursos econômicos e ao desen volvimento rural sus- tentável para as mulheres rurais; www.souwagner13.com.br 11. Creches: criar, em parceria com o governo fe- deral, uma rede de creches em todo o estado; 12. Educação pr ofissional. Criar c entros t ecno- PROPOSTAS DAS MULHERES lógicos em todos os municípios c om mais de 40 mil habitantes; 13. Enfrentamento à violência. Enfr entamento a todas as f ormas de violência c ontra as mu- lheres através da adoção de medidas preven- Comitê de Militantes do Movimento de Mulheres da Bahia tivas, punitivas , de pr oteção e de at enção, baseadas na L ei M aria da P enha. G arantir o pleno funcionamento, expansão e a melhoria das c ondições de infraestrutura das delega- cias especiais de atendimento às mulheres. Este documento é de responsabilidade de militantes do Movimento de Mulheres da Bahia.
  • 2.
    Por que asmilitantes dos movimentos 2. Monitoramento e avaliação. Garantir que cada de mulheres da Bahia apoiam Dilma, secretaria execute o orçamento destinado às po- Wagner, Pinheiro 130 e Lídice 400. líticas para as mulheres, com acompanhamento As mulheres representam 52% da população bra- dos programas e projetos desenvolvidos; sileira. Governar para todas e todos exige a implan- 3. Autonomia econômica e igualdade no mun- tação de políticas específicas de inclusão social de do do trabalho com inclusão social: realização mulheres, afrodescendentes e indígenas . Um go - de cursos de inclusão digital e apoio aos muni- verno democrátic o dev e ampliar a int ersetoriali- cípios na construção de equipamentos sociais; dade e transv ersalidade de gêner o-raça-etnia na formulação e ex ecução das políticas públicas . Por 4. Educaçãoinclusiva: promover a educação não isso, nós mulher es apoiamos a r eeleição de Wag- machista e não sexista, inc entivando o ac esso ner para governador da Bahia. das mulher es à ciência e à t ecnologia, ar ticu- A criação da SEPROMI f oi um passo inicial para lando as ações das secretarias de Educação, da implementação das políticas públicas para pr mo-o Justiça, Cidadania e Dir eitos Humanos e insti- ção da igualdade . P ara dar c ontinuidade a estas tuições de ensino superior para fomentar as ini- políticas, faz-se nec essário garantir aç ões especí- ciativas que coíbam estas práticas; ficas e afirmativas v oltadas aos g rupos hist orica- mente discriminados. Neste contexto, a criação da 5. Saúde integral das mulheres, direitos sexuais Secretaria de Mulheres continua sendo nossa ban- e reprodutivos: instituir parcerias com os seto- deira de luta e representará um avanço para todas res públicos e privados para a r edução da mor- as mulheres baianas. talidade materna e ampliação dos hospitais de referência com a elevação da cobertura pré-na- A atual gestão , em diálogo c onstante c om os tal e a criação do Hospital da Mulher; diversos sujeit os ligados a essa t emática, garan- tiu progressos como a adesão do estado da Bahia 6. Participação das mulheres nos espaços de po- ao Plano Nacional de P olíticas para as Mulher es; der e decisão: ampliar a participação das mulhe- ações de pr evenção e enfr etamento da violência, res na gestão do Estado e nas áreas estratégicas; construção de conferências municipais e regionais de políticas para as mulheres, entre outras ações. 7. Desenvolvimento urbano sustentável. Garan- tir que as cidades sejam planejadas de modo a Por isso, convidamos vocês, mulheres baianas, a fazerem parte desta onda lilás. atender as necessidades específicas de gênero e raça, ampliando as moradias popular es e equi- pamentos como postos de saúde , escolas, cen- Conheça bandeiras de luta tros poliesportivos, restaurantes populares, etc. do Movimento de Mulheres pra Bahia seguir em frente: 8. Atenção aos crimes de r acismo, in tolerância religiosa e se xismo: inclusão das dimensões 1. Fortalecimento da institucionalidade das po- de gênero e raça na Política de Recursos Huma- líticas públicas para as mulheres, na perspec- nos do Estado, ampliando a intersetorialidade e tiva do reconhecimento do papel do governo transversalidade de gênero, raça e etnia na for- como indutor e promotor da igualdade; mulação das políticas públicas;