O documento discute como a burocracia implica adaptação sem assombro, pergunta ou risco, enquanto a existência humana implica esses elementos. Isso significa que a "pedagogia da resposta" é uma pedagogia da adaptação, não da criatividade, pois não estimula a invenção e reinvenção através do risco. Negar o risco é negar a própria existência humana.