Luzia28-09-2016
A poesia me tira o fôlego,
Bebe meu vinho,
Me atiça com gracejos,
Me chama de menina,
Despenteia meus cabelos,
Gosta do meu batom vermelho,
do perfume que me envolve
das minhas meias de seda...
Desce mansa nas águas do tempo
me afogando em agonias; com seu olhar
atrevido, seu amor desmedido
soluçando queixumes como letra de bolero.
Tento escapar como um pássaro do passarinheiro
com seus versos rodopiando à minha volta
em revoada de desejos como pirilampos
em emissões luminosas...
Vestida de noite, com o luar no olhar
Acorda meus sonhos, pede pra ficar...
“ Quando a poesia regressa...
Minha alma aninha-se
Na quietude da paz”
Márcia PortellaGoiânia – Go -Brasil
Tento escapar como um pássaro do passarinheiro
com seus versos rodopiando à minha volta
em revoada de desejos como pirilampos
em emissões luminosas...
Vestida de noite, com o luar no olhar
Acorda meus sonhos, pede pra ficar...
Poesia e Folia
Márcia Portella
A poesia me tira o fôlego,
Bebe meu vinho,
Me atiça com gracejos,
Me chama de menina,
Despenteia meus cabelos,
Gosta do meu batom vermelho,
do perfume que me envolve
das minhas meias de seda...
Desce mansa nas águas do tempo
me afogando em agonias; com seu olhar
atrevido, seu amor desmedido
soluçando queixumes como letra de bolero.
Formatação: Luzia Gabriele
E-mail: luziagabriele@hotmail.com
Montagens: Luzia Gabriele
Poetisa: Márcia Portella
http://marciaportellago.blogspo.com
Imagens: Internet e Arquivo Pessoal
Música: Richard Clayderman
Começaria Tudo Outra Vez
http://www.slideshare.net/luziagabriele
https://youtu.be/RzXUAVMIjpY
Data: 28 de Setembro de 2016
“Não repasse texto sem autoria
Texto sem autor não possui alma”
L.P.

Poesia e folia marcia portella

  • 1.
  • 3.
    A poesia metira o fôlego, Bebe meu vinho, Me atiça com gracejos, Me chama de menina,
  • 5.
    Despenteia meus cabelos, Gostado meu batom vermelho, do perfume que me envolve das minhas meias de seda...
  • 7.
    Desce mansa naságuas do tempo me afogando em agonias; com seu olhar atrevido, seu amor desmedido soluçando queixumes como letra de bolero.
  • 9.
    Tento escapar comoum pássaro do passarinheiro com seus versos rodopiando à minha volta em revoada de desejos como pirilampos em emissões luminosas... Vestida de noite, com o luar no olhar Acorda meus sonhos, pede pra ficar...
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    “ Quando apoesia regressa... Minha alma aninha-se Na quietude da paz” Márcia PortellaGoiânia – Go -Brasil
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    Tento escapar comoum pássaro do passarinheiro com seus versos rodopiando à minha volta em revoada de desejos como pirilampos em emissões luminosas... Vestida de noite, com o luar no olhar Acorda meus sonhos, pede pra ficar... Poesia e Folia Márcia Portella A poesia me tira o fôlego, Bebe meu vinho, Me atiça com gracejos, Me chama de menina, Despenteia meus cabelos, Gosta do meu batom vermelho, do perfume que me envolve das minhas meias de seda... Desce mansa nas águas do tempo me afogando em agonias; com seu olhar atrevido, seu amor desmedido soluçando queixumes como letra de bolero.
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    Formatação: Luzia Gabriele E-mail:luziagabriele@hotmail.com Montagens: Luzia Gabriele Poetisa: Márcia Portella http://marciaportellago.blogspo.com Imagens: Internet e Arquivo Pessoal Música: Richard Clayderman Começaria Tudo Outra Vez http://www.slideshare.net/luziagabriele https://youtu.be/RzXUAVMIjpY Data: 28 de Setembro de 2016 “Não repasse texto sem autoria Texto sem autor não possui alma” L.P.