JOÃO  NEGREIROS
BIOGRAFIANasceu23 de Novembro de 1976           33 anosSigno SagitárioMatosinhosActualmente vive em Vila Nova de FamalicãoFormou-se  em Lisboa e no  PortoFaz teatro e escreve poesia desde adolescenteEscreveu o primeiro livro aos 16 anos “HORAS EXTRAORDINÁRIAS”
Deu aulas na EB2,3 de Santiago (Custóias), nas Casas de Juventude de Matosinhos e de Santa Cruz do BispoBIOGRAFIAFaz parte de vários grupos de TeatroFundou a Companhia Itinerante  “ Repetição”Director Artístico, Encenador  e Argumentista do Teatro Universitário do MinhoÉActor , Encenador e Dramaturgo
O seu Primeiro Livro de Poesia  O Cheiro da Sombra das Flores“Partindo do prefácio de Joaquim Pessoa sobre este livro de João Negreiros do qual destacamos as seguintes palavras - «...um jovem poeta que conhece (...) os caminhos, os segredos, a magia e a força do discurso poético (...) transformando, com invulgar talento, as diversas vozes que há na sua voz, de modo a oferecer-nos um canto em que a dúvida, a interrogação do outro, a confrontação do indivíduo com a realidade é, às vezes dolorosa e, muitas vezes, incómoda. A repetição rítmica das s palavras, das ideias, dos conceitos, é uma arma de arremesso contra uma realidade parada num palco que se move à sua volta.» - estamos perante um jovem com uma potencial invulgar, no âmbito da poesia.”  
  Peças de Teatro EditadasOs Vendilhões do Templo        e        Silêncio     Publicadas em 2007,  pelas Edições TUM  O Segundo do Fim          e Os de Sempre Publicadas em 2008, pelas Edições TUM
Livros Editados em PoesiaEditado em 2007Pela Papiro EditoraEditado em 2010 Pela Camões e CompanhiaEditado em 2008Pela Papiro Editora
Livro de Prosa EditadoO texto que agora vai lançar constituiu “ … a sua visão das famílias dos pescadores.Em conversa com o “MATOSINHOS HOJE”, o autor lembra que, apesar de não ser oriundo de uma família de pescadores, os seus amigos de infância eram filhos desta classe profissional, razão pela qual considera ter uma relação muito próxima.  O texto relata, na primeira pessoa, a vida e os dramas dos pescadores. Por isso o texto é, ao mesmo tempo, rude e ternurento. Procura representar o drama das gentes do mar e é igualmente uma homenagem ao povo da minha terra”, acrescentou. Tendo em conta tudo isto, João Negreiros sugeriu mesmo que «O Mar que a gente fez» fosse lançado em Matosinhos, dando-lhe alguma visibilidade e dignidade, ao mesmo tempo que retribuiu a “aquilo que a terra fez por mim”.Fonte: http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=436&id=22847&idSeccao=3349&Action=noticia
Peças de Teatro escritas mas por Editar  Estas duas peças de teatro destinam-se às crianças e serão editadas brevemente.O Dia PrimeiroBendita Bruxa Má Representada pela actriz Andreia MacedoMensagens deixadas nesta história:Auto-Estima , a Confiança e o Amor que se revela o maior dos poderes.
Prémio Internacional OFF FLIP de Literatura 2009, categoria Poesia-Brasil;Prémios Prémio Professora Therezinha Dutra Megale , São Paulo, em 2009 - BrasilPrémio Nuno Júdice 2009 – Portugal( Aveiro- parceria municipal de Aveiro , Universidade de Aveiro, e grupo poético de Aveiro) – Poema “ O Outono visto pela JanelaPrémio Irene Lisboa e no Concurso Literário de Lions ClubPrémio Correntes d`escritas 2009 distinguiu de entre as melhores obras de Poesia Ibérica publicadas entre 2007 e 2008 a obra “ O Cheiro da Sombra das Flores”
Poema   “O Outono Visto pela Janela”na casa onde nasci havia sons e cheiros meusas pessoas que os tinham emprestavam-nos à memóriae eu incluía-os como amigos íntimosnesta não tem genteou se tem não têm cheironem som porque eu não me lembrogastei toda a memória nas pessoas antigase o espaço para as novas é um T1 que fica muito para além do Tonde eu estou sem visitasfechado à medida de não deixar entrarpreciso do que já foi como do próximo ar para me lembrar que foi bomeu já fui bomagora não sei mas já fuijuro que fuie quero gastar as únicas energias a fazer  manutenção  às memórias
p’ra que nenhuma se percaera penaé que até a gente que me fez por dentro como a um cofre já não existee quero mantê-los ligados à máquina para sempree a máquina sou eue para sempre sou euandaaconchega-te no mofo do T1finge que és de antigamente para te dar os beijinhos de quando era pequeninocheiras à minha avóà roupa no estendalà canção do fim dos bonecosao banho que está a ficar frioao grito do granizo do dia mais longo em que a casa esteve para cairTu cheiras e sabes ao dia em que a casa esteve  para cairQue foi o mesmo dia em que resistiu
como se estivesse ali desde o início dos tempose os tivesse começado para eu os acabaracabaracabaracaba comigo que me falha a lembrançae restas-me como a folha que esteve para caire que só não caiu porque o mundo acabou antes do OutonoPoema retirado da Obra“A Verdade Dói e Pode Estar Errada”
Métodos de Divulgação  da PoesiaInternetO Seu Blog - http://joaonegreiros.blogspot.com/Poemas Declamados em Áudio
Métodos de Divulgação  da PoesiaTransportes Urbanos de BragaActualmente a sua poesia pode ser lida nos autocarros que circula em Braga. Iniciativa do Centro de Pesquisa de Interacção Cultural - Projecto denominado por “Grandes Poemas para Viagens Pequenas”.Contacto Directo com as PessoasPercorreu as escolas, bibliotecas e auditórios de todo país, com o objectivo de divulgar autores portugueses e a sua poesia.
Poema“O Parto”há pessoas que têm medo de dizer o que pensamhá pessoas que têm medo de dizer o que sentemhá pessoas que têm medo de pensar o que dizemhá pessoas que têm medo de sentir e não dizemhá pessoas que têm medo de não dizer o que não sentemhá pessoas que têm medo de falar como quem não dizbeijar como quem não amasorrir como quem sofrenascer como quem chorafugir como quem regressacaminhar como quem dormechorar como quem sonhahá pessoas que têm medotanto medo que não conseguem caminhare cada passo que dão só os leva para o mesmo sítiopara o útero da mãe que é quente e confortável e tem um sofá com naperons nas costas que os faz sentir quentinhos seguros
e aí todos somos o mesmoaí todos somos umaí todos somos aquele que ainda não chorou mas que está quasee quando começar já não se pode voltar para tráse passamos toda a vida com olhos na nuca a querer voltar para casaa querer voltar para dentro porque neva lá forae lá dentro é tão quentinhodeixem-me entraragoradepois é tarde demaisdeixem-me ser o antesquero ser o antes que seja tardePoema retirado da Obra“A Verdade Dói e Pode Estar Errada”
http://joaonegreiros.blogspot.com/ - Consultado em 16.04.2010Bibliografiahttp://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=436&id=22847&idSeccao=3349&Action=noticia – Consultado em 16.04.2010http://nlivros.blogspot.com/2010/03/mar-que-gente-faz-o-joao-negreiros.html - Consultado em 16.04.2010http://obviousmag.org/archives/2010/01/joao_negreiros_poeta.html - Consultado em 16.04.2010http://sn140w.snt140.mail.live.com/default.aspx?wa=wsignin1.0 – Consultado em 17.04.2010http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=1354641 – Consultado em 17.04.2010http://joaonegreiros.blogspot.com/2010/03/verdade-doi-e-pode-estar-errada-dia-5.html - Consultado em 17.04.2010
Escola Secundária com 3º ciclo de Vendas NovasEFA, 2º Nível  - Certificação EscolarCultura, Língua e ComunicaçãoFimTrabalho elaborado por:Graça Costa e Fernanda Tavares20/04/2010

Poesia de João Negreiros

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    BIOGRAFIANasceu23 de Novembrode 1976 33 anosSigno SagitárioMatosinhosActualmente vive em Vila Nova de FamalicãoFormou-se em Lisboa e no PortoFaz teatro e escreve poesia desde adolescenteEscreveu o primeiro livro aos 16 anos “HORAS EXTRAORDINÁRIAS”
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    Deu aulas naEB2,3 de Santiago (Custóias), nas Casas de Juventude de Matosinhos e de Santa Cruz do BispoBIOGRAFIAFaz parte de vários grupos de TeatroFundou a Companhia Itinerante “ Repetição”Director Artístico, Encenador e Argumentista do Teatro Universitário do MinhoÉActor , Encenador e Dramaturgo
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    O seu PrimeiroLivro de Poesia O Cheiro da Sombra das Flores“Partindo do prefácio de Joaquim Pessoa sobre este livro de João Negreiros do qual destacamos as seguintes palavras - «...um jovem poeta que conhece (...) os caminhos, os segredos, a magia e a força do discurso poético (...) transformando, com invulgar talento, as diversas vozes que há na sua voz, de modo a oferecer-nos um canto em que a dúvida, a interrogação do outro, a confrontação do indivíduo com a realidade é, às vezes dolorosa e, muitas vezes, incómoda. A repetição rítmica das s palavras, das ideias, dos conceitos, é uma arma de arremesso contra uma realidade parada num palco que se move à sua volta.» - estamos perante um jovem com uma potencial invulgar, no âmbito da poesia.”  
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    Peçasde Teatro EditadasOs Vendilhões do Templo e Silêncio Publicadas em 2007, pelas Edições TUM O Segundo do Fim e Os de Sempre Publicadas em 2008, pelas Edições TUM
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    Livros Editados emPoesiaEditado em 2007Pela Papiro EditoraEditado em 2010 Pela Camões e CompanhiaEditado em 2008Pela Papiro Editora
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    Livro de ProsaEditadoO texto que agora vai lançar constituiu “ … a sua visão das famílias dos pescadores.Em conversa com o “MATOSINHOS HOJE”, o autor lembra que, apesar de não ser oriundo de uma família de pescadores, os seus amigos de infância eram filhos desta classe profissional, razão pela qual considera ter uma relação muito próxima. O texto relata, na primeira pessoa, a vida e os dramas dos pescadores. Por isso o texto é, ao mesmo tempo, rude e ternurento. Procura representar o drama das gentes do mar e é igualmente uma homenagem ao povo da minha terra”, acrescentou. Tendo em conta tudo isto, João Negreiros sugeriu mesmo que «O Mar que a gente fez» fosse lançado em Matosinhos, dando-lhe alguma visibilidade e dignidade, ao mesmo tempo que retribuiu a “aquilo que a terra fez por mim”.Fonte: http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=436&id=22847&idSeccao=3349&Action=noticia
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    Peças de Teatroescritas mas por Editar Estas duas peças de teatro destinam-se às crianças e serão editadas brevemente.O Dia PrimeiroBendita Bruxa Má Representada pela actriz Andreia MacedoMensagens deixadas nesta história:Auto-Estima , a Confiança e o Amor que se revela o maior dos poderes.
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    Prémio Internacional OFFFLIP de Literatura 2009, categoria Poesia-Brasil;Prémios Prémio Professora Therezinha Dutra Megale , São Paulo, em 2009 - BrasilPrémio Nuno Júdice 2009 – Portugal( Aveiro- parceria municipal de Aveiro , Universidade de Aveiro, e grupo poético de Aveiro) – Poema “ O Outono visto pela JanelaPrémio Irene Lisboa e no Concurso Literário de Lions ClubPrémio Correntes d`escritas 2009 distinguiu de entre as melhores obras de Poesia Ibérica publicadas entre 2007 e 2008 a obra “ O Cheiro da Sombra das Flores”
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    Poema “O Outono Visto pela Janela”na casa onde nasci havia sons e cheiros meusas pessoas que os tinham emprestavam-nos à memóriae eu incluía-os como amigos íntimosnesta não tem genteou se tem não têm cheironem som porque eu não me lembrogastei toda a memória nas pessoas antigase o espaço para as novas é um T1 que fica muito para além do Tonde eu estou sem visitasfechado à medida de não deixar entrarpreciso do que já foi como do próximo ar para me lembrar que foi bomeu já fui bomagora não sei mas já fuijuro que fuie quero gastar as únicas energias a fazer manutenção às memórias
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    p’ra que nenhumase percaera penaé que até a gente que me fez por dentro como a um cofre já não existee quero mantê-los ligados à máquina para sempree a máquina sou eue para sempre sou euandaaconchega-te no mofo do T1finge que és de antigamente para te dar os beijinhos de quando era pequeninocheiras à minha avóà roupa no estendalà canção do fim dos bonecosao banho que está a ficar frioao grito do granizo do dia mais longo em que a casa esteve para cairTu cheiras e sabes ao dia em que a casa esteve para cairQue foi o mesmo dia em que resistiu
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    como se estivesseali desde o início dos tempose os tivesse começado para eu os acabaracabaracabaracaba comigo que me falha a lembrançae restas-me como a folha que esteve para caire que só não caiu porque o mundo acabou antes do OutonoPoema retirado da Obra“A Verdade Dói e Pode Estar Errada”
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    Métodos de Divulgação da PoesiaInternetO Seu Blog - http://joaonegreiros.blogspot.com/Poemas Declamados em Áudio
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    Métodos de Divulgação da PoesiaTransportes Urbanos de BragaActualmente a sua poesia pode ser lida nos autocarros que circula em Braga. Iniciativa do Centro de Pesquisa de Interacção Cultural - Projecto denominado por “Grandes Poemas para Viagens Pequenas”.Contacto Directo com as PessoasPercorreu as escolas, bibliotecas e auditórios de todo país, com o objectivo de divulgar autores portugueses e a sua poesia.
  • 15.
    Poema“O Parto”há pessoasque têm medo de dizer o que pensamhá pessoas que têm medo de dizer o que sentemhá pessoas que têm medo de pensar o que dizemhá pessoas que têm medo de sentir e não dizemhá pessoas que têm medo de não dizer o que não sentemhá pessoas que têm medo de falar como quem não dizbeijar como quem não amasorrir como quem sofrenascer como quem chorafugir como quem regressacaminhar como quem dormechorar como quem sonhahá pessoas que têm medotanto medo que não conseguem caminhare cada passo que dão só os leva para o mesmo sítiopara o útero da mãe que é quente e confortável e tem um sofá com naperons nas costas que os faz sentir quentinhos seguros
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    e aí todossomos o mesmoaí todos somos umaí todos somos aquele que ainda não chorou mas que está quasee quando começar já não se pode voltar para tráse passamos toda a vida com olhos na nuca a querer voltar para casaa querer voltar para dentro porque neva lá forae lá dentro é tão quentinhodeixem-me entraragoradepois é tarde demaisdeixem-me ser o antesquero ser o antes que seja tardePoema retirado da Obra“A Verdade Dói e Pode Estar Errada”
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    http://joaonegreiros.blogspot.com/ - Consultadoem 16.04.2010Bibliografiahttp://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=436&id=22847&idSeccao=3349&Action=noticia – Consultado em 16.04.2010http://nlivros.blogspot.com/2010/03/mar-que-gente-faz-o-joao-negreiros.html - Consultado em 16.04.2010http://obviousmag.org/archives/2010/01/joao_negreiros_poeta.html - Consultado em 16.04.2010http://sn140w.snt140.mail.live.com/default.aspx?wa=wsignin1.0 – Consultado em 17.04.2010http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=1354641 – Consultado em 17.04.2010http://joaonegreiros.blogspot.com/2010/03/verdade-doi-e-pode-estar-errada-dia-5.html - Consultado em 17.04.2010
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    Escola Secundária com3º ciclo de Vendas NovasEFA, 2º Nível - Certificação EscolarCultura, Língua e ComunicaçãoFimTrabalho elaborado por:Graça Costa e Fernanda Tavares20/04/2010