''Da tranquilidade nasce a inspiração.
Do movimento surge a criatividade.
Do amor os versos"
Assim era o seu desejo...se desprender de
suas folhas,
no outono da vida, com facilidade e elegância.
Para que se apegar à esse amor
que de todo modo não lhe pertencia?
O amor e o desejo queimavam sua pele...
Queria estender as mãos sobre
a mesa e tocá-lo,
vê-lo aproximar-se,
afundar o nariz em seu pescoço
e comprovar que ela ainda era só dele.
Dizer-lhe que sem ele vivia sonâmbula, que nada
nem ninguém podia preencher o vazio terrível
de sua ausência, que daria tudo
para voltar e se enroscar nos seus braços.
Mas nada lhe importava.
Só ele!
C'o natural impudor da longa idade
Dou-te o meu corpo penhorado à morte
Perdido há muito o rubor da castidade
Procuro em fim de vida nova corte.
Volúpias não as tenho, nem devaneio
Nem fantasias outras me preenchem
E neste espírito o que mais anseio
São as que mais às almas se consentem,
E assim, troco os gemidos, os prazeres
- Que guardam as alcovas dos amantes
Plas suaves ternuras d'outros quereres;
Aqueles que a paz exige, e são distantes
Dos que elegem (diferentes) os viveres
E mais se focam em gozos adoçantes.
Formatação e Criação: Luzia Gabriele
E-mail: luziagabriele@hotmail.com
Texto: Ciducha Seefelder e Eugénio de Sá
Imagens: Internet e Arquivo Pessoal
Música: Guilherme Arantes e Luiz Avellar Brincar de Viver Piano
http://www.slideshare.net/luziagabriele
https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zkow
Data: 25 de Julho de 2025
Fortaleza-Ceará-Brasil

Dueto Entrega Ciducha Seefelder e Entrega Eugénio de Sá.ppsx

  • 5.
    ''Da tranquilidade nascea inspiração. Do movimento surge a criatividade. Do amor os versos"
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    Assim era oseu desejo...se desprender de suas folhas, no outono da vida, com facilidade e elegância. Para que se apegar à esse amor que de todo modo não lhe pertencia? O amor e o desejo queimavam sua pele...
  • 9.
    Queria estender asmãos sobre a mesa e tocá-lo, vê-lo aproximar-se, afundar o nariz em seu pescoço e comprovar que ela ainda era só dele.
  • 11.
    Dizer-lhe que semele vivia sonâmbula, que nada nem ninguém podia preencher o vazio terrível de sua ausência, que daria tudo para voltar e se enroscar nos seus braços. Mas nada lhe importava. Só ele!
  • 14.
    C'o natural impudorda longa idade Dou-te o meu corpo penhorado à morte Perdido há muito o rubor da castidade Procuro em fim de vida nova corte.
  • 16.
    Volúpias não astenho, nem devaneio Nem fantasias outras me preenchem E neste espírito o que mais anseio São as que mais às almas se consentem,
  • 18.
    E assim, trocoos gemidos, os prazeres - Que guardam as alcovas dos amantes Plas suaves ternuras d'outros quereres;
  • 20.
    Aqueles que apaz exige, e são distantes Dos que elegem (diferentes) os viveres E mais se focam em gozos adoçantes.
  • 22.
    Formatação e Criação:Luzia Gabriele E-mail: luziagabriele@hotmail.com Texto: Ciducha Seefelder e Eugénio de Sá Imagens: Internet e Arquivo Pessoal Música: Guilherme Arantes e Luiz Avellar Brincar de Viver Piano http://www.slideshare.net/luziagabriele https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zkow Data: 25 de Julho de 2025 Fortaleza-Ceará-Brasil