Este documento discute a doutrina da perda da salvação defendida por algumas igrejas. O autor argumenta que esta doutrina é anticristã por: 1) dividir a iniciativa da salvação entre Deus e o homem; 2) dividir o poder da salvação entre Deus e o homem; 3) dividir a glória da salvação entre Deus e o homem. Segundo o autor, a Bíblia ensina que a salvação é completamente por obra de Deus.