PARQUE NACIONAL DA
SERRA DA CANASTRA


               Professora: Michellia
                    Alunos: Charllys
                 Cristina Vieira Teles
           Jeovana Carvalho Oliveira
           Rodolfo Pimentel Oliveira
HISTÓRICO
 Criação de hidrelétricas
 Forte antropização no centro sul mineiro
     Minério
     Agropecuária
HISTÓRICO
   1970 – Grave seca e impedimento da navegação
    no Rio São Francisco
HISTÓRICO
   1972 – Criação do Parque Nacional da Serra da
    Canastra (Decreto nº. 70.355)
       Baseado em estudos e proposições do IBDF (Instituto
        Brasileiro de Desenvolvimento Florestal)


   200 mil hectares
       Serra da Canastra e Chapadão da Babilônia
HISTÓRICO
 Conflitos recorrentes das desapropriações
 Redução drástica da área inicial
       70 mil hectares
CARACTERÍSTICAS GERAIS
 Localizada no centro-sul Mineiro
 310 Km longe da capital

 Domínio Cerrado

 Temperatura média 22 - 23°C

 Precipitação alta e concentrada

 Nome relacionada a forma Baú
CARACTERÍSTICAS - RELEVO
   Relevo altamente variável
     Chapadas
     Depressões intermontanhas
     Morros alongados elevados

   Tipologia litológica importante
       Possibilita penetração e escoamento das águas das chuvas
CARACTERÍSTICAS - HIDROGRAFIA
            BERÇO DAS ÁGUAS

 Densa rede de drenagem
 Cabeceiras das bacias São Francisco e Paraná
FITOFISIONOMIAS
   Savana gramíneo-lenhosa
     Formações Savânicas: Cerrado Sentido Restrito,
      Cerrado Rupestre
     Formações Campestres: Campo Limpo, Campo-Sujo,
      Campo Rupestre
     Formações Florestais: Floresta Mesófila
     Floresta Alagada: Matas Ciliares, Mata de Encosta,
      Cerradão
FAUNA
   Alto número de espécies aves :
     Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)
     fogo-apagou (Scardafella squammata)
     Periquitão-maracanã (Aratinga leucophthalmus)
     Urubu Rei (Sarcoramphus papa)
FAUNA
   Ictiofauna rica:
     piaparas (Leporinus spp.)
     tabarana (Salminus hilarii)
     curimatã (Prochilodus spp.)
FAUNA
   Mastofauna altamente impactada pela
    fragmentação e pelos incêndios
PROJETO LOBO DAS CANASTRAS
    Iniciado em janeiro de 2004, envolvendo 10
    instituições lideradas pelo Instituto para
    Conservação dos Carnívoros Neotropicais (Pró-
    Carnívoros) e Centro Nacional de Predadores
    (CENAP-ICMBio)
CARACTERÍSTICAS - ÁREA
   Área decretada: 200 mil hectares
       4% das áreas de cerrado em UC’s
   Área regulamentada: 71.525
ADMINISTRAÇÃO
   Regulamentada/administrada      pelo     Instituto
    Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF-MG) e
    pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da
    Biodiversidade (ICMBio)
PESSOAL
 23 servidores do Ibama
 15 funcionários da Minas Serviços Gerais

 Brigada de Incêndio -26 brigadistas
ZONEAMENTO
   Antropização
       Zona Intangível
       Zona Primitiva
       Zona de Uso Extensivo
       Zona de Uso Intensivo
       Zona de Recuperação
ZONEAMENTO
 Zona Histórico-Cultural
 Zona de Uso Especial

 Zona de Uso Conflitante

 Zona de Ocupação Temporária

 Zona de Amortecimento
OBJETIVOS DO MANEJO
   Proteger hidrografia
       Zonas de recarga e cabeceiras de drenagem
       Nascentes das bacias dos rios São Francisco
       Araguari,
       Santo Antônio (Norte e Sul),
       Bateias Grande
       Ribeirão Grande
OBJETIVOS DO MANEJO
   Proteger espécies endêmicas de plantas e animais
     Svitramia sp.
     Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)
     Codorna-mineira (Nothura minor)
     Tatu-canastra (Priodontes maximus)
OBJETIVOS DO MANEJO
   Proteger, valorizar e difundir
     Patrimônio histórico edificado
     Patrimônio arqueológico pré-histórico Letreiros e
      Samambaia
     patrimônio imaterial e da cultura regional, incluindo
      lugares simbólicos
OBJETIVOS DO MANEJO
 Consolidar como destino para a prática de ecoturismo
 Servir de instrumento para a proteção ambiental e de
  desenvolvimento social e econômico para a região onde
  o Parque está inserido
 Contribuir com um eco-desenvolvimento regional

 Proteger o quadro natural e a beleza cênica
CIRCUITO SERRA DA CANASTRA
   Circuito turístico:
        Conjunto de municípios com potencial turístico e relativa
        proximidade em determinada área geográfica, caracterizado
        pela predominância de certos elementos da cultura, da
        história e da natureza


   São Roque de Minas, Araxá, Bambuí, Campos Altos,
    Ibiá, Medeiros, Perdizes, Sacramento, Tapira, Tapiraí e
    São João Batista do Glória.
VIAS DE ACESSO

   Vargem Bonita
       Cachoeira Casca D’Anta (200 metros de queda)


   São Roque
       Próximo a nascente do São Francisco


   São João Batista
       Cachoeiras intocadas
SÓCIO ECONÔMICO
   Agropecuária
     Produção leiteira
     Milho e a cana-de-açúcar e café



   Alto Potencial EcoTurismo
       Queijo canastra
       Doces Típicos
       Produção de mudas nativas
MUITO
OBRIGADO

Parque nacional da serra da canastra 2

  • 1.
    PARQUE NACIONAL DA SERRADA CANASTRA Professora: Michellia Alunos: Charllys Cristina Vieira Teles Jeovana Carvalho Oliveira Rodolfo Pimentel Oliveira
  • 3.
    HISTÓRICO  Criação dehidrelétricas  Forte antropização no centro sul mineiro  Minério  Agropecuária
  • 4.
    HISTÓRICO  1970 – Grave seca e impedimento da navegação no Rio São Francisco
  • 5.
    HISTÓRICO  1972 – Criação do Parque Nacional da Serra da Canastra (Decreto nº. 70.355)  Baseado em estudos e proposições do IBDF (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal)  200 mil hectares  Serra da Canastra e Chapadão da Babilônia
  • 7.
    HISTÓRICO  Conflitos recorrentesdas desapropriações  Redução drástica da área inicial  70 mil hectares
  • 10.
    CARACTERÍSTICAS GERAIS  Localizadano centro-sul Mineiro  310 Km longe da capital  Domínio Cerrado  Temperatura média 22 - 23°C  Precipitação alta e concentrada  Nome relacionada a forma Baú
  • 11.
    CARACTERÍSTICAS - RELEVO  Relevo altamente variável  Chapadas  Depressões intermontanhas  Morros alongados elevados  Tipologia litológica importante  Possibilita penetração e escoamento das águas das chuvas
  • 12.
    CARACTERÍSTICAS - HIDROGRAFIA BERÇO DAS ÁGUAS  Densa rede de drenagem  Cabeceiras das bacias São Francisco e Paraná
  • 13.
    FITOFISIONOMIAS  Savana gramíneo-lenhosa  Formações Savânicas: Cerrado Sentido Restrito, Cerrado Rupestre  Formações Campestres: Campo Limpo, Campo-Sujo, Campo Rupestre  Formações Florestais: Floresta Mesófila  Floresta Alagada: Matas Ciliares, Mata de Encosta, Cerradão
  • 14.
    FAUNA  Alto número de espécies aves :  Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)  fogo-apagou (Scardafella squammata)  Periquitão-maracanã (Aratinga leucophthalmus)  Urubu Rei (Sarcoramphus papa)
  • 15.
    FAUNA  Ictiofauna rica:  piaparas (Leporinus spp.)  tabarana (Salminus hilarii)  curimatã (Prochilodus spp.)
  • 16.
    FAUNA  Mastofauna altamente impactada pela fragmentação e pelos incêndios
  • 17.
    PROJETO LOBO DASCANASTRAS  Iniciado em janeiro de 2004, envolvendo 10 instituições lideradas pelo Instituto para Conservação dos Carnívoros Neotropicais (Pró- Carnívoros) e Centro Nacional de Predadores (CENAP-ICMBio)
  • 19.
    CARACTERÍSTICAS - ÁREA  Área decretada: 200 mil hectares  4% das áreas de cerrado em UC’s  Área regulamentada: 71.525
  • 22.
    ADMINISTRAÇÃO  Regulamentada/administrada pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF-MG) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)
  • 23.
    PESSOAL  23 servidoresdo Ibama  15 funcionários da Minas Serviços Gerais  Brigada de Incêndio -26 brigadistas
  • 26.
    ZONEAMENTO  Antropização  Zona Intangível  Zona Primitiva  Zona de Uso Extensivo  Zona de Uso Intensivo  Zona de Recuperação
  • 27.
    ZONEAMENTO  Zona Histórico-Cultural Zona de Uso Especial  Zona de Uso Conflitante  Zona de Ocupação Temporária  Zona de Amortecimento
  • 28.
    OBJETIVOS DO MANEJO  Proteger hidrografia  Zonas de recarga e cabeceiras de drenagem  Nascentes das bacias dos rios São Francisco  Araguari,  Santo Antônio (Norte e Sul),  Bateias Grande  Ribeirão Grande
  • 29.
    OBJETIVOS DO MANEJO  Proteger espécies endêmicas de plantas e animais  Svitramia sp.  Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)  Codorna-mineira (Nothura minor)  Tatu-canastra (Priodontes maximus)
  • 30.
    OBJETIVOS DO MANEJO  Proteger, valorizar e difundir  Patrimônio histórico edificado  Patrimônio arqueológico pré-histórico Letreiros e Samambaia  patrimônio imaterial e da cultura regional, incluindo lugares simbólicos
  • 32.
    OBJETIVOS DO MANEJO Consolidar como destino para a prática de ecoturismo  Servir de instrumento para a proteção ambiental e de desenvolvimento social e econômico para a região onde o Parque está inserido  Contribuir com um eco-desenvolvimento regional  Proteger o quadro natural e a beleza cênica
  • 33.
    CIRCUITO SERRA DACANASTRA  Circuito turístico:  Conjunto de municípios com potencial turístico e relativa proximidade em determinada área geográfica, caracterizado pela predominância de certos elementos da cultura, da história e da natureza  São Roque de Minas, Araxá, Bambuí, Campos Altos, Ibiá, Medeiros, Perdizes, Sacramento, Tapira, Tapiraí e São João Batista do Glória.
  • 34.
    VIAS DE ACESSO  Vargem Bonita  Cachoeira Casca D’Anta (200 metros de queda)  São Roque  Próximo a nascente do São Francisco  São João Batista  Cachoeiras intocadas
  • 35.
    SÓCIO ECONÔMICO  Agropecuária  Produção leiteira  Milho e a cana-de-açúcar e café  Alto Potencial EcoTurismo  Queijo canastra  Doces Típicos  Produção de mudas nativas
  • 40.