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Lucas
(14: 15-24)
Vamos entender o contexto em que jesus pronunciou essa
parábola, para entender porque ele teve a intenção de falar
sobre ela.
Antes de jesus contar essa parábola, acontece uma situação
muito interessante:
Jesus estava na casa de um dos principais fariseus da Peréia,
que era uma região da Jordânia, ele havia sido convidado por
esse fariseu para uma refeição na sua casa.
Quando jesus chegou percebeu que
havia um homem com uma
enfermidade chamada hidropisia,
ou seja, quando há um acumulo
inadequado de liquido na pele. E
jesus o cura.
E jesus realizava curas em dia de
sábado e era muito criticado pelos
fariseus e sacerdotes.
Então, quando jesus vê que era sábado e
que o homem enfermo estava ali para ser
curado.
Antes dele curar, ele se dirige aos doutores
da lei e aos fariseus e pergunta:
Será licito curar no sábado?
exatamente jogando ali o
questionamento para eles.
E todos se mantiveram em silêncio.
E ai, jesus depois de realizar a cura
faz uma segunda pergunta dizendo:
Quem de vós se num sábado
o seu filho ou um boi cair num
poço, não irá imediatamente
retirá-lo?
Portanto, podemos perceber que a parábola nos mostra
justamente isso, desapego material e a procura da
riqueza espiritual.
Aqui já foi um primeiro ensinamento, porque ele já quis
dizer quem se apega a lei dos homens e as práticas
exteriores está apegado ao mundo, e não há verdadeira
caridade, porque não existe hora, nem dia, nem horário
para se fazer a caridade.
Mas esse não foi o único incidente, aconteceu na verdade dois
que fizeram com que jesus chamasse atenção antes e narrar a
parábola.
O primeiro incidente foi do enfermo que ele realizou a cura e o
segundo, foi que após a cura, jesus observou que os convidados
começaram rapidamente a tentar apressarem para sentarem nos
melhores lugares da mesa, que era na verdade os primeiros
lugares aqueles que são reservados ao lado do anfitrião da casa.
O primeiro incidente foi do enfermo que
ele realizou a cura e o segundo, foi que
após a cura, jesus observou que os
convidados começaram rapidamente a
tentar apressarem para sentarem nos
melhores lugares da mesa, que era na
verdade os primeiros lugares aqueles que
são reservados ao lado do anfitrião da
casa.
Jesus que não perdia a oportunidade de
ensinar, já naquele momento falou da
humildade e ai disse:
Que quando formos convidados a um
banquete que não procuremos os primeiros
lugares para que o dono da casa não chegue
junto a nós e nos mostre alguém mais
importante do que nós e diga : olhe, vá para
os últimos lugares porque há alguém que
merece sentar onde você está sentado.
Portanto, procure os últimos lugares,
porque se você for realmente mais
importante, será convidado a sentar
nos primeiros lugares.
Porque quem se exalta será rebaixado,
e quem se rebaixa será exaltado.
E nessa mesma hora ele se volta para o fariseu e diz a
ele:
Quando deres uma ceia, não
procures chamar os amigos, aqueles
que lhe possa retribuir, mas que
chame exatamente os pobres e os
estropiados porque esses não lhe
poderiam lhe retribuir.
Mas a retribuição dele não seria material, viria no futuro pela
ressureição dos justos, exatamente no reino de Deus, mostrando
que quando ele procurava fazer o bem, porque a atitude dele de
oferecer a ceia era de dar alimento as pessoas, mas que quando
ele procurasse fazer o bem ele não procurasse fazê-lo esperando
retribuição, convidando apenas os amigos e aquelas pessoas que
poderiam lhe retribuir a ação, porque não devemos buscar a
retribuição do mundo, mas que façamos o bem exatamente para
quem não nos possa retribuir.
E ai, um dos convidados ouvindo as palavras do cristo diz o
começo da passagem:
Feliz será aquele que comer no banquete do reino de
Deus.
E é nesse momento que jesus aproveita e traz a parábola.
Jesus contou esta
estória.
Uma vez, um homem fez
um grande banquete e
convidou muitas
pessoas...
Quando o banquete estava
pronto, ele enviou um
servo para dizer aos
convidados: está tudo
pronto! Venham, por favor.
Um convidado depois outro,
começaram a dar desculpas. O
primeiro disse:
Eu comprei alguns terrenos, e
tenho que vê-los... Me desculpe.”
O outro disse: Eu
comprei cinco gados, e
preciso verifica-los.
Me desculpe.
Outro convidado ainda
disse: Acabei de me
casar, e não posso ir
lá”
O servo contou ao seu
mestre o que
aconteceu, e ele ficou
muito irritado.
Ele disse: Vá o mais
rápido possível às ruas e
becos da cidade! Traga
todos que sejam pobres ou
aleijados, cegos ou
mancos.
Quando o servo voltou lhe
disse:
“Mestre, fiz o que você
me pediu, e ainda há
espaço no salão para mais
pessoas”
Seu Mestre lhe disse:
Vá à beira das estradas e faça
as pessoas virem, então minha
casa se encherá...
... Nenhum daqueles que foram
convidados provará do meu
banquete.” (Lucas, 14: 15-24)
no Capítulo 28, “A Parábola dos convidados à
ceia”, comenta:
“O primeiro ensinamento é o da confiança.
‘Vinde a mim que tudo está preparado’. Todos são
convidados a participar, sem exceção, até os
deserdados do mundo.
(…) O Evangelho anunciado é a boa notícia, pois
os portões do Reino de Deus foram abertos para
todos que neles queiram entrar”.
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O homem superior, o Espírito evoluído, jamais
prefere os bens da Terra em detrimento dos bens
dos Céu, porque sabe que aqueles se extinguem e
estes permanecem para sempre.
Não há campo, não há bois, não há casamento
capazes de desviar o homem de bem dos seus
deveres espirituais.
Embora convidados para o grande
banquete, esses recusam o chamamento
expondo as suas desculpas,
dificuldades e resistências para ir a
essa festa.
Os convidados se escusam, alegando
terem de ir cuidar de sua
propriedade, suas juntas de bois e
casamento, simbolizando as pessoas
absorvidas pelas coisas terrenas,
Frederico G. Kremer, no mesmo livro,
explica:
“… com o mergulho na carne, outros
interesses e preocupações surgem,
desviando nossa atenção.
(…) A parábola enumera vários motivos
comuns de interesses materiais. As
desculpas e os pretextos permanecem os
mesmos através dos séculos:
O processo de evolução
espiritual começa,
efetivamente, a partir de certo
nível de entendimento e de
experiências vivenciadas pelo
Espírito.
Somente a partir desse patamar,
pode o homem abrir-se para as
verdades transcendentais.
O Espírito Emmanuel, em “Desculpismo”, na
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ensina:
“Desculpismo sempre foi a porta de escape dos que
abandonam as próprias obrigações. (…)
Companheiros que arruínam o corpo em hábitos
viciosos arquitetam largo sistema de escusas,
tentando legitimar as atitudes infelizes que
adotam, comovendo a quem os ouve, entretanto,
acabam suportando em si mesmos as consequências
das responsabilidades a que se afeiçoam.”
A parábola é a figura do que acontecia na época
do nascimento do Cristianismo, e é a figura do
que acontece nos nossos tempos: os ‘graúdos’
deste mundo não querem responder ao apelo que se
lhes faz, por isso os pequenos e deserdados
enchem a mesa, embora, como disse o servo
encarregado do convite:
‘ainda há lugar para os que quiserem
comparecer’.
O contrário se dá com o homem do
mundo: preso aos negócios, às
diversões, à ganância louca,
esquecem-se de seus deveres para
com Deus, de seus deveres para
com seu próximo, de seus deveres
para consigo mesmo, isto é, dos
deveres espirituais que tem de
realizar no mundo.
Indiferentes aos benefícios
espirituais recebidos na
existência, não avaliam o
preço que terão de pagar por
esse descaso. Não se revelam
preocupadas com a salvação da
própria alma. Estão sempre
adiando, indefinitivamente, o
momento da transformação
espiritual.
Os convidados foram os grandes, os potentados,
os afazendados, que se negaram a ouvir a
Palavra do Reino de Deus, que não quiseram
comparecer a esse banquete celestial.
São estes os excluídos das bênçãos do Céu,
porque as recusaram, preferindo os deleites do
mundo.
De fato, a palavra de Jesus exclui
todas as honras, etiquetas e
preconceitos terrenos! Para nos
chegarmos a Ele precisamos nos
comparar a uma criança que não tem
ideias preconcebidas, que não tem
campos, bois, casamentos, porque a
palavra de Jesus é superior a tudo e
requer de nós o máximo respeito, a
máxima consideração, o maior
acatamento!
Antonio Luiz Sayão, em “Elucidações evangélicas
à luz da Doutrina Espírita”, sobre a Parábola
das bodas e dos convidados que se escusam,
esclarece:
Todos são convidados, porque todos, bons ou
maus, sem exceção de nenhum, são filhos, foram
criados para o mesmo fim e têm que participar do
banquete de núpcias(…)
Antonio Luiz Sayão, em “Elucidações evangélicas
à luz da Doutrina Espírita”, sobre a Parábola
das bodas e dos convidados que se escusam,
esclarece:
O choro e o ranger de dentes simbolizam as
torturas morais na erraticidade e os sofrimentos
da encarnação em mundos inferiores à Terra.
As palavras: ‘Porque muitos são os chamados, mas
poucos os escolhidos’ não se referem unicamente
ao que foi expulso por não estar dignamente
vestido. Referem-se também a todos os que
anteriormente cerraram os ouvidos e o coração à
voz que os chamava.
Esses mesmos, porém, sob a ação das leis
imutáveis da expiação, do progresso, pelo
renascimento, pelas reencarnações, chegarão à
condição de envergarem o traje de núpcias, para
Uma mensagem do Espírito
Emmanuel, em “Chamamento
divino”, na psicografia de
Francisco Cândido Xavier:
“Se a realidade espiritual te busca, ofertando-
te serviço no levantamento das boas obras, não
te detenhas, apresentando deformidades e
frustrações.
No clima da Boa-Nova, todos nós encontramos
recursos de cura e reabilitação, reerguimento e
consolo. Para isso, basta sejamos sinceros,
diante da nossa própria necessidade de
corrigenda, com o espírito espontaneamente
consagrado ao privilégio de trabalhar e servir.”
BÍBLIA SAGRADA.
EMMANUEL, (Espírito); na psicografia de Francisco Cândido Xavier; coordenação de Saulo
Cesar Ribeiro da Silva. O Evangelho por Emmanuel: comentários ao Evangelho segundo
Lucas. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2016.
KARDEC, Allan; tradução de Guillon Ribeiro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 1ª
Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019.
KREMER, Frederico Guilherme da Costa. Jesus de Nazaré: uma narrativa da vida e das
parábolas. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2016.
MOURA, Marta Antunes de Oliveira. Estudo aprofundado da doutrina espírita: Ensinos e
parábolas de Jesus – Parte II. Orientações espíritas e sugestões didático-pedagógicas
direcionadas ao estudo do aspecto religioso do Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF:
Federação Espírita Brasileira, 2016.
SAYÃO, Antônio Luiz. Elucidações evangélicas à luz da Doutrina Espírita. 16ª Edição.
Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019.
SCHUTEL, Cairbar. Parábolas e Ensino de Jesus. 28ª Edição. Matão/SP: Casa Editora O
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Bibliografia:
Autor: Juan Carlos Orozco / https://www.youtube.com/watch?v=6GP43bIac9M canal conhecendo o
espiritismo

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  • 2. Vamos entender o contexto em que jesus pronunciou essa parábola, para entender porque ele teve a intenção de falar sobre ela. Antes de jesus contar essa parábola, acontece uma situação muito interessante: Jesus estava na casa de um dos principais fariseus da Peréia, que era uma região da Jordânia, ele havia sido convidado por esse fariseu para uma refeição na sua casa.
  • 3. Quando jesus chegou percebeu que havia um homem com uma enfermidade chamada hidropisia, ou seja, quando há um acumulo inadequado de liquido na pele. E jesus o cura.
  • 4. E jesus realizava curas em dia de sábado e era muito criticado pelos fariseus e sacerdotes.
  • 5. Então, quando jesus vê que era sábado e que o homem enfermo estava ali para ser curado. Antes dele curar, ele se dirige aos doutores da lei e aos fariseus e pergunta: Será licito curar no sábado? exatamente jogando ali o questionamento para eles. E todos se mantiveram em silêncio.
  • 6. E ai, jesus depois de realizar a cura faz uma segunda pergunta dizendo: Quem de vós se num sábado o seu filho ou um boi cair num poço, não irá imediatamente retirá-lo?
  • 7. Portanto, podemos perceber que a parábola nos mostra justamente isso, desapego material e a procura da riqueza espiritual. Aqui já foi um primeiro ensinamento, porque ele já quis dizer quem se apega a lei dos homens e as práticas exteriores está apegado ao mundo, e não há verdadeira caridade, porque não existe hora, nem dia, nem horário para se fazer a caridade.
  • 8. Mas esse não foi o único incidente, aconteceu na verdade dois que fizeram com que jesus chamasse atenção antes e narrar a parábola. O primeiro incidente foi do enfermo que ele realizou a cura e o segundo, foi que após a cura, jesus observou que os convidados começaram rapidamente a tentar apressarem para sentarem nos melhores lugares da mesa, que era na verdade os primeiros lugares aqueles que são reservados ao lado do anfitrião da casa.
  • 9. O primeiro incidente foi do enfermo que ele realizou a cura e o segundo, foi que após a cura, jesus observou que os convidados começaram rapidamente a tentar apressarem para sentarem nos melhores lugares da mesa, que era na verdade os primeiros lugares aqueles que são reservados ao lado do anfitrião da casa.
  • 10. Jesus que não perdia a oportunidade de ensinar, já naquele momento falou da humildade e ai disse: Que quando formos convidados a um banquete que não procuremos os primeiros lugares para que o dono da casa não chegue junto a nós e nos mostre alguém mais importante do que nós e diga : olhe, vá para os últimos lugares porque há alguém que merece sentar onde você está sentado.
  • 11. Portanto, procure os últimos lugares, porque se você for realmente mais importante, será convidado a sentar nos primeiros lugares. Porque quem se exalta será rebaixado, e quem se rebaixa será exaltado.
  • 12. E nessa mesma hora ele se volta para o fariseu e diz a ele: Quando deres uma ceia, não procures chamar os amigos, aqueles que lhe possa retribuir, mas que chame exatamente os pobres e os estropiados porque esses não lhe poderiam lhe retribuir.
  • 13. Mas a retribuição dele não seria material, viria no futuro pela ressureição dos justos, exatamente no reino de Deus, mostrando que quando ele procurava fazer o bem, porque a atitude dele de oferecer a ceia era de dar alimento as pessoas, mas que quando ele procurasse fazer o bem ele não procurasse fazê-lo esperando retribuição, convidando apenas os amigos e aquelas pessoas que poderiam lhe retribuir a ação, porque não devemos buscar a retribuição do mundo, mas que façamos o bem exatamente para quem não nos possa retribuir.
  • 14. E ai, um dos convidados ouvindo as palavras do cristo diz o começo da passagem: Feliz será aquele que comer no banquete do reino de Deus. E é nesse momento que jesus aproveita e traz a parábola.
  • 15. Jesus contou esta estória. Uma vez, um homem fez um grande banquete e convidou muitas pessoas... Quando o banquete estava pronto, ele enviou um servo para dizer aos convidados: está tudo pronto! Venham, por favor.
  • 16. Um convidado depois outro, começaram a dar desculpas. O primeiro disse: Eu comprei alguns terrenos, e tenho que vê-los... Me desculpe.” O outro disse: Eu comprei cinco gados, e preciso verifica-los. Me desculpe. Outro convidado ainda disse: Acabei de me casar, e não posso ir lá”
  • 17. O servo contou ao seu mestre o que aconteceu, e ele ficou muito irritado. Ele disse: Vá o mais rápido possível às ruas e becos da cidade! Traga todos que sejam pobres ou aleijados, cegos ou mancos. Quando o servo voltou lhe disse: “Mestre, fiz o que você me pediu, e ainda há espaço no salão para mais pessoas”
  • 18. Seu Mestre lhe disse: Vá à beira das estradas e faça as pessoas virem, então minha casa se encherá... ... Nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete.” (Lucas, 14: 15-24)
  • 19. no Capítulo 28, “A Parábola dos convidados à ceia”, comenta: “O primeiro ensinamento é o da confiança. ‘Vinde a mim que tudo está preparado’. Todos são convidados a participar, sem exceção, até os deserdados do mundo. (…) O Evangelho anunciado é a boa notícia, pois os portões do Reino de Deus foram abertos para todos que neles queiram entrar”.
  • 21. O homem superior, o Espírito evoluído, jamais prefere os bens da Terra em detrimento dos bens dos Céu, porque sabe que aqueles se extinguem e estes permanecem para sempre. Não há campo, não há bois, não há casamento capazes de desviar o homem de bem dos seus deveres espirituais.
  • 22. Embora convidados para o grande banquete, esses recusam o chamamento expondo as suas desculpas, dificuldades e resistências para ir a essa festa. Os convidados se escusam, alegando terem de ir cuidar de sua propriedade, suas juntas de bois e casamento, simbolizando as pessoas absorvidas pelas coisas terrenas,
  • 23. Frederico G. Kremer, no mesmo livro, explica: “… com o mergulho na carne, outros interesses e preocupações surgem, desviando nossa atenção. (…) A parábola enumera vários motivos comuns de interesses materiais. As desculpas e os pretextos permanecem os mesmos através dos séculos:
  • 24. O processo de evolução espiritual começa, efetivamente, a partir de certo nível de entendimento e de experiências vivenciadas pelo Espírito. Somente a partir desse patamar, pode o homem abrir-se para as verdades transcendentais.
  • 25. O Espírito Emmanuel, em “Desculpismo”, na psicografia de Francisco Cândido Xavier, ensina: “Desculpismo sempre foi a porta de escape dos que abandonam as próprias obrigações. (…) Companheiros que arruínam o corpo em hábitos viciosos arquitetam largo sistema de escusas, tentando legitimar as atitudes infelizes que adotam, comovendo a quem os ouve, entretanto, acabam suportando em si mesmos as consequências das responsabilidades a que se afeiçoam.”
  • 26. A parábola é a figura do que acontecia na época do nascimento do Cristianismo, e é a figura do que acontece nos nossos tempos: os ‘graúdos’ deste mundo não querem responder ao apelo que se lhes faz, por isso os pequenos e deserdados enchem a mesa, embora, como disse o servo encarregado do convite: ‘ainda há lugar para os que quiserem comparecer’.
  • 27. O contrário se dá com o homem do mundo: preso aos negócios, às diversões, à ganância louca, esquecem-se de seus deveres para com Deus, de seus deveres para com seu próximo, de seus deveres para consigo mesmo, isto é, dos deveres espirituais que tem de realizar no mundo.
  • 28. Indiferentes aos benefícios espirituais recebidos na existência, não avaliam o preço que terão de pagar por esse descaso. Não se revelam preocupadas com a salvação da própria alma. Estão sempre adiando, indefinitivamente, o momento da transformação espiritual.
  • 29. Os convidados foram os grandes, os potentados, os afazendados, que se negaram a ouvir a Palavra do Reino de Deus, que não quiseram comparecer a esse banquete celestial. São estes os excluídos das bênçãos do Céu, porque as recusaram, preferindo os deleites do mundo.
  • 30. De fato, a palavra de Jesus exclui todas as honras, etiquetas e preconceitos terrenos! Para nos chegarmos a Ele precisamos nos comparar a uma criança que não tem ideias preconcebidas, que não tem campos, bois, casamentos, porque a palavra de Jesus é superior a tudo e requer de nós o máximo respeito, a máxima consideração, o maior acatamento!
  • 31. Antonio Luiz Sayão, em “Elucidações evangélicas à luz da Doutrina Espírita”, sobre a Parábola das bodas e dos convidados que se escusam, esclarece: Todos são convidados, porque todos, bons ou maus, sem exceção de nenhum, são filhos, foram criados para o mesmo fim e têm que participar do banquete de núpcias(…)
  • 32. Antonio Luiz Sayão, em “Elucidações evangélicas à luz da Doutrina Espírita”, sobre a Parábola das bodas e dos convidados que se escusam, esclarece: O choro e o ranger de dentes simbolizam as torturas morais na erraticidade e os sofrimentos da encarnação em mundos inferiores à Terra.
  • 33. As palavras: ‘Porque muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos’ não se referem unicamente ao que foi expulso por não estar dignamente vestido. Referem-se também a todos os que anteriormente cerraram os ouvidos e o coração à voz que os chamava. Esses mesmos, porém, sob a ação das leis imutáveis da expiação, do progresso, pelo renascimento, pelas reencarnações, chegarão à condição de envergarem o traje de núpcias, para
  • 34. Uma mensagem do Espírito Emmanuel, em “Chamamento divino”, na psicografia de Francisco Cândido Xavier:
  • 35. “Se a realidade espiritual te busca, ofertando- te serviço no levantamento das boas obras, não te detenhas, apresentando deformidades e frustrações. No clima da Boa-Nova, todos nós encontramos recursos de cura e reabilitação, reerguimento e consolo. Para isso, basta sejamos sinceros, diante da nossa própria necessidade de corrigenda, com o espírito espontaneamente consagrado ao privilégio de trabalhar e servir.”
  • 36. BÍBLIA SAGRADA. EMMANUEL, (Espírito); na psicografia de Francisco Cândido Xavier; coordenação de Saulo Cesar Ribeiro da Silva. O Evangelho por Emmanuel: comentários ao Evangelho segundo Lucas. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2016. KARDEC, Allan; tradução de Guillon Ribeiro. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019. KREMER, Frederico Guilherme da Costa. Jesus de Nazaré: uma narrativa da vida e das parábolas. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2016. MOURA, Marta Antunes de Oliveira. Estudo aprofundado da doutrina espírita: Ensinos e parábolas de Jesus – Parte II. Orientações espíritas e sugestões didático-pedagógicas direcionadas ao estudo do aspecto religioso do Espiritismo. 1ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2016. SAYÃO, Antônio Luiz. Elucidações evangélicas à luz da Doutrina Espírita. 16ª Edição. Brasília/DF: Federação Espírita Brasileira, 2019. SCHUTEL, Cairbar. Parábolas e Ensino de Jesus. 28ª Edição. Matão/SP: Casa Editora O Clarim, 2016. Bibliografia: Autor: Juan Carlos Orozco / https://www.youtube.com/watch?v=6GP43bIac9M canal conhecendo o espiritismo

Notas do Editor

  1. O que aconteceu nesse dia que jesus estava na casa desse fariseu, era um dia de sábado, e como já sabemos havia uma restrição muito grande de que nada poderia ser realizado em dia de sábado pela lei mosaica.
  2. .
  3. .
  4. . Então, ele fez esse questionamento para exatamente alertar sobre os valores espirituais.
  5. Porque, caridade se faz quando a necessidade existe.
  6. Porque, caridade se faz quando a necessidade existe.
  7. Porque, caridade se faz quando a necessidade existe.
  8. Porque, caridade se faz quando a necessidade existe.
  9. Então, jesus a todo momento aproveita para nos ensinar valiosas lições e por isso faz todo o sentido jesus trazer a parábola do grande banquete.
  10. Aqui podemos