“OS 4 PILARES DA EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE”:
Nova versão corrigida e atualizada 4-01-2014

Jorge Boran cssp

1
I. OBSERVAÇÕES INICIAIS
IMPORTÂNCIA DOS JOVENS
Há um perigo de encarar a juventude apenas como
problema e não perceber, também, que tem
potencialidades para encontrar soluções, para
renovar a sociedade e a Igreja.
A juventude é a fase da vida onde se juntam os
maiores problemas e desafios, mas é, também, a
fase de maior energia, generosidade e potencial
para o engajamento.
No Brasil, são 47 milhões de pessoas entre 15 a 29
anos – 25% da população – momento único.
Estamos vivendo um ano privilegiado em que
investir na juventude se tornou preocupação
central da Igreja: doc. 85 CNBB, CF, JMJ.
ESTAMOS
PRESENCIANDO
COMO SE SITUADA
UM ESFORÇO ÚNICO A
IGREJA DE SE
JUVENTUDE
APROXIMAR DOS JOVENS

DENTRO DA IGREJA
O DESAFIO É DE
APROVEITAR OSHOJE?
DO BRASIL VENTOS
FAVORÁVEIS E NÃO
DEIXAR A PETECA CAIR
1. Doc. 85 da CNBB,

“Evangelização da juventude,
desafios e perspectivas pastorais”.
Abre um horizonte comum para
todas as forças vivas que
evangelizam a juventude.
Comissão
2. A CF 2013 FAZ COM QUE TODOS OS
SETORES DA IGREJA DEEM ATENÇÃO
À JUVENTUDE

8
3. A JMJ – maior evento católico
mundial – abre portas que possamos
aproveitar para avançar

9
10
11
IMPORTÂNCIA DA SEMANA MISSIONÁRIA ANTES:
Acolhida pelo povo, eixo da católico solidaridade e eixo cultural.
4- O JMJ – maior evento fé, eixo da mundial – abre portas
Experiência de fraternidade universal: Alemães, Irlandeses e Brasileiros.

que podemos aproveitar para avançar

12
4. O DESAFIO DE TRABALHAR NUM NOVO CONTEXTO DE
PLURALISMO PASTORAL SEM PERDER A IDENTIDADE
II. 4 PILARES QUE
SUSTENTAM
O PROCESSO DE
EVANGELIZAÇÃO DA
JUVENTUDE
O SEGREDO DE UMA EVANGELIZAÇÃO
DA JUVENTUDE QUE LEVE À
CONVERSÃO E AO COMPROMISSO
É QUE ELA SEJA FINCADA EM
4 PILARES.
SÃO COMO OS 4 PÉS DE UMA ESCADA
DE EMERGÊNCIA OU GUINDASTE.
TODOS OS PÉS SÃO IMPORTANTES. SE
FALTAR UM PÉ O EDIFÍCIO CAI.
16
POR QUE 4 PILARES? EXEMPLOS TIRADOS DA VIDA DIÁRIA:
•  ESCADA DE EMERGÊNCIA
•  GUINDASTE
TODOS OS 4 PÉS SÃO IMPORTANTES. O PESO PRECISA SER
DISTRIBUÍDO IGUALMENTE ENTRE OS QUATRO PÉS PARA
SUSTENTAREM O TODO.

17
Cada pé tem um
alicerce que
envolve brocha,
sapata,
componentes de
ferro, cimento,
areia, pedra e
água para
sustentar o peso.
18
UM GUINDASTE
TAMBEM É
SUSTENTADO
POR 4 PILARES E
POR ISSO TEM
TODO ESSA
FORÇA
19
20
O ESTRAGO CAUSADO
NO ESTADO DE
ITAQUERA EM SÀO
PAULO,O QUANDO O
GUINDASTE NÃO
AGUENTOU O PESO.

O estádio estava
sendo preparado
para receberá o

jogo inaugural da
Copa do Mundo
de 2014.
21
O SEGREDO DE UMA EVANGELIZAÇÃO DA
JUVENTUDE QUE LEVE À CONVERSÃO E AO
COMPROMISSO
É QUE ELA SEJA FINCADA EM 4 PILARES.
TODOS OS PILARES SÃO IMPORTANTES.

Precisam ser quatro. Não basta dar atenção a um
pilar ou dois pilares ou três pilares. Têm que ser
quatro e o peso deve ser distribuído igualmente
entre todos. Se faltar um pilar, cai todo o
processo de evangelização dos jovens – como
caiu o guindaste no Itaquerão – o maior do país
com capacidade de levantar 500 toneladas.
22
Jesus ressaltou a importância do
alicerce:
“É semelhante a um homem que
construiu uma casa: cavou fundo e
colocou o alicerce sobre a rocha. Veio
a enchente, a enxurrada bateu contra
a casa, mas não conseguiu derrubála, porque está bem construída.” (Lc
6:47-49). Caso contrário, construímos
em cima da areia.
23
OS 4 PILARES QUE SUSTENTAM O PROCESSO
DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS

24
OS 4 PILARES QUE SUSTENTAM O PROCESSO DE
EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS

25
DIFICULDADES GERAIS
§ Q uando evangelizados, com testemunho e
Dificuldades
metodologia, os jovens se empolgam com a pessoa e
o projeto de Jesus Cristo. Por que, contudo, frente
à Igreja muitos mostram resistência? Muitos jovens
têm dificuldade para entender que eles são Igreja.
Constatamos que a imagem que muitos deles têm
da Igreja é de algo ultrapassado, burocrático e que
fala uma linguagem que não se conecta com sua
vida. Frequentemente compreendem-na apenas
como instituição e não como a comunidade dos
seguidores de Jesus (Doc. 85, 61).
26
DIFICULDADES GERAIS
§ Na Dificuldades
pós-modernidade há uma volta ao sagrado, mas ao
mesmo tempo há uma rejeição das instituições.
§ Dificuldade de dialogar com o mundo moderno. O avanço
da secularização nas grandes cidades e no meio da
juventude faz com que os jovens (e adultos) mais críticos e
inteligentes exijam uma Igreja que tenha credibilidade e
relevância hoje. Caso contrário se afastam e perdemos os
futuros formadores de opinião pública. A Igreja tem
dificuldade para dialogar com o mundo moderno, de modo
especial, sobre questões como: sexualidade, o papel da
mulher, seleção de bispos, protagonismo dos leigos etc.
27
DIFICULDADES ESPECÍFICAS
§ Uma Pastoral espiritualista tem tendência de formar uma
Dificuldades
igreja paralela.
§ Uma Pastoral ou Movimento que engaja na política
(como manda o Papa Francisco), às vezes, tem dificuldade
de trabalhar a especificidade e autonomia da Pastoral
frente ao partido político ou outros organismos
intermediários da sociedade civil. Assim corre o perigo de
perd a eclesialidade. A Igreja pode ser uma jaqueta que a
gente usa quando está caminhando e quando começa a
correr se joga fora porque incomoda. Às vezes preparamos
a noiva e outro casa com ela.
28
§ O processo de evangelização precisa trabalhar estas
questões.
EMPASSE
ECLESIOLÓGICO
DIFERENTES MODELOS
DA IGREJA INFLUEM
MUITO NO TRABALHO
PASTORAL COM JOVENS
DEUS

IRMÃS

JESUS CRISTO

ECCLESIA
DOCENS
PAPA

MINISTÉRIOS
LEIGOS

PADRES
BISPOS

MINISTÉRIOS
LEIGOS

IRMÃOS

CLERO
MINISTÉRIOS

MINISTÉRIOS

LEIGOS

LEIGOS

PADRES

LEIGOS

ECCLESIA
DISCENS

PAPA

MINISTÉRIOS
LEIGOS

BISPOS
COMO TRABALHAR A RESISTÊNCIA DOS JOVENS MAIS CRÍTICOS?

§  TER CONSCIÊNCIA QUE O MEU COMPROMISSO DE FÉ
NÃO ESTÁ, EM PRIMEIRO LUGAR, COM UM PADRE OU
BISPO MAS COM JESUS CRISTO E SUA MENSAGEM.
§  TER EXPERIÊNCIA DE UM MODELO COMUNITÁRIO/
MINISTERIAL DA IGREJA
§  O ENVOLVIMENTO DOS JOVENS NÃO PODE SE
LIMITAR À MISSA DOMINICAL
§  ASSESSORES RELIGIOSOS QUE SÃO AMIGOS E
SERVEM COMO PONTES SÃO FUNDAMENTAIS

-
§  ENTENDER QUE O CONFLITO ENTRE DIFERENTES VISÕES ESTÁ
TAMBÉM PRESENTE NA SOCIEDADE. É ALGO DO SER HUMANO.
TEM QUE CONVIVER COM ISSO.
§  IMPORTÂNCIA DE UMA COMPREENSÃO TEOLOGICAL DA IGREJA.
É mais do que um partido político. Há o mistério da presença do
Espírito.
§  NEM A PJ E NEM OS MOVIMENTOS TÊM MONÓPOLIO DO
PROJETO PASTORAL. HÁ CONCORRÊNCIA. ESTE É UM DADO
POSITIVO – TÊM QUE SER COMPETENTES.
§  A PREOCUPAÇÃO COM A UNIDADE É JUSTA. Qualquer organização,
como dizia Jesus, que está dividida vai ser facilmente vencida pelo
inimigo. A questão é que tipo de unidade? Não precisa ser uniformidade.
Joao XXIII dizia: Unidade nas coisas essenciais, divergência nas coisas
secundárias e sobre tudo a caridade.
§  AJUDAR OS JOVENS A ENTENDEREM QUE A INSTITUIÇÃO É
NECESSÁRIA. SEM ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS NÃO HÁ
CONTINUIDADE ATRAVÉS DOS TEMPOS. A MENSAGEM MORRE.
-
CRÍTICA CONSTRUTIVA / CRÍTICA SOMENTE NEGATIVA
§  A C R Í T I C A S O M E N T E N E G AT I VA , P O R É M , A C A B A
EMPURRANDO OS JOVENS PARA FORA DA IGREJA.
Leonardo Boff TEM UMA IMPORTANTE CONSIDERAÇÃO: “Não
queremos que cristãos cultivem este sentimento de descaso e de
indiferença. Por piores que tenham sido seus erros e equívocos
históricos, a instituição-Igreja guarda a memória sagrada de
Jesus e a gramática dos evangelhos. Ela prega libertação,
sabendo que geralmente são outros que libertam e não ela.
Mesmo assim vale estar dentro dela, como estavam São
Francisco, dom Helder Câmara, João XXIII e os notáveis teólogos
que ajudaram a fazer o Concílio Vaticano II e que antes haviam
sido todos condenados pela ex-inquisição, como De Lubac,
Chenu, Congar, Rahner e outros. Cumpre ajuda-la a sair deste
embaraço, alimentando-nos mais do sonho de Jesus de um Reino
de justiça, de paz e de reconciliação com Deus e do seguimento
de sua causa... A indignação pode cair facilmente no farisaísmo e
no moralismo.”
§  Portanto, o desafio é como alimentar a esperança e evitar um
negativismo paralisante frente a Instituição da Igreja?
5.
Missão Universal: (ad gentes)
4.
Missão ad gentes: juventude,
mundo urbano...
3.
Missão Continental
2.
Comunidade
missionária
1.
Missão aos
corações
EM POUCO TEMPO O PAPA FRANCISCO
ACUMULA UMA GRANDE CREDIBILIDADE
DENTRO E FORA DA IGREJA

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O NOVO PAPA
§  Em poucos meses o Papa Francisco acumulou uma grande credibilidade
dentro e fora da Igreja. Começou com gestos que tiveram repercussão mundial.
§  Na JMJ no Rio conquistou os jovens pela sua humanidade, pela sua linguagem
muito direita e pelos desafios que lançou para eles. Deixou claro que conta
com os jovens para realizar as reformas necessárias na Igreja para que
possamos mudar de uma igreja clerical, auto referencial, para uma Igreja
missionária, a serviço da construção de um novo mundo.
§  Fala que os padres e bispos não podem ter psicologia de príncipe, devem se
aproximar ao povo. Fala contra o clericalismo. Frente aos escândalos
financeiros, sexuais e de carisma na igreja, organiza uma equipe de cardiais
para iniciar a reforma da Cúria Romana. Orienta os Núncios apostólicos nos
diferentes países para encaminhar como candidatos a futuros bispos, padres
que são pastoralistas. Fala de colegialidade e descentralização na Igreja.
§  Fala para os jovens que devem sair às ruas, que devem ser revolucionários.
§  Fala de uma Igreja para os pobres.
§  Fala de promover as mulheres na Igreja e que devem ter mais participação nas
decisões na Igreja.
§  Fala que a Igreja não pode ser autorreferencial; existe para a missão.
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2. OS PILARES QUE SUSTENTAM O PROCESSO
DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS

45
O SEGUIMENTO DE JESUS CRISTO
O seguimento de Jesus Cristo
A busca juvenil de “modelos” e “referências” é
uma porta que se abre para o processo de
evangelização. Aqui está a grande oportunidade
da ação evangelizadora de colocar os jovens em
contato com modelos autênticos. Trata-se de uma
oportunidade de apresentar, de modo especial,
Jesus Cristo como o grande modelo de sua vida,
para que se possa dizer como São Paulo: “Já não
sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em
mim” (Gl 2,20).
Papa Francisco: “Não trago nem ouro, nem prata,
trago somente Jesus Cristo”.
48
O jovem, assim como todo o cristão, é convidado por
Jesus a ser discípulo. O convite é pessoal: “Vem e segueme” (Lc 18,22). Ele sempre chama os seus pelo nome (cf.
Jo 10,4). O entusiasmo provocado pelo convite é revelado
por André que corre em busca do seu irmão Simão e lhe
anuncia jubiloso: “Encontramos o Messias!” (Jo 1,41). O
seguimento e o testemunho até dar a vida, são dois
aspectos essenciais da resposta do discípulo. O
relacionamento entre o Mestre e o discípulo significa uma
vinculação pessoal com ele: “Vós sois meus amigos” (Jo
15,14).
A questão é como apresentar o Jesus histórico de dois
mil anos atrás para o jovem hoje, de maneira que
provoque a conversão?
- 

Não basta aprofundar a dimensão teológica da fé, há
49
necessidade também de aprofundar a dimensão teologal,
ter experiência de Deus, o que chamamos de
Os Discípulos no caminho para Emaús
Jesus não chega dando bronca, impondo. Ele começa com a
realidade de cada um. “Porque estão tristes?” Ele
caminha junto no caminho da vida, escuta, dialoga,
depois ajuda a entender a Palavra de Deus e depois
provoca a saída em missão, porque “nossos corações
estavam ardendo quando escutamos sua palavra”. Usava
a metodologia pastoral de Ver, Julgar, Agir, antes de ser
codificado pelo Cardeal Cardijn.
Aqui é o fator central em termos de compromisso e
continuidade. A videira e os ramos: se desligar ou cortar
um ramo, se torna uma ramo seco e serve para ser
jogado na fogueira.
Importância da oração pessoal e das celebrações bem
preparadas, não só estudo ou catequese.

50
3. OS PILARES QUE SUSTENTAM O PROCESSO
DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS

51
Construção de uma sociedade solidária
A evangelização dos jovens não pode visar
somente suas relações mais próximas, como o
grupo de amigos, a família, a amizade, a
fraternidade, a afetividade, o carinho, as pequenas
lutas do dia-a-dia. A ação evangelizadora deve
também motivar o envolvimento com as grandes
questões que afetam toda a sociedade, como a
economia, a política e todos os desafios sociais de
nosso tempo. Há necessidade de formar o jovem
para o exercício da cidadania, como uma dimensão
importante do discipulado. A dimensão política e
social da fé, contudo, deve ser apresentada aos
jovens de maneira que não se reduza a 52
uma
ideologia (Doc. 85, 77).
A justiça social é um elemento
constitutivo da evangelização
Hoje tomamos consciência de que estamos
expandindo o corpo de Cristo para incluir não
somente todos os seres humanos, mas também
a totalidade da criação.
O JOVEM PRECISA VIVER SUA FÉ EM DOIS ESPAÇOS:
RELAÇÕES ENTRE O MICRO E O MACRO NÍVEIS
Macro Nível:
Relações com a
sociedade mais
ampla (política,
econômica,
social…)

Micro nível:
Relações pessoais
(autoconhecimento,
auto-realização,
amizade...)
TENTAÇÃO DOS REDUCIONISMOS –
IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO INTEGRAL
O conceito de formação integral é importante para
considerar o jovem como um todo, evitando assim
reducionismos que distorcem a proposta de
educação na fé, reduzindo-a

- a uma proposta psicologizante,
- a uma proposta espiritualista ou
- a uma proposta politizante.
DESAFIO DE EVITAR OS REDUCIONISMOS E A NECESSIDADE DE
ORGANIZAR A FORMAÇÃO INTEGRAL
COM DEUS
Dim. Mística
TEOLÓGICA-ESPIRITUAL
(Qual o sentido da minha vida?)
CONSIGO MESMO
Dim. Psico-afetiva
PERSONALIZAÇÃO

RELAÇÃO

(Quem sou eu?)

CONSIGO E A SOCIEDADE
Dim. Política/Social
(Qual é a minha relação com
a sociedade?)

COM O OUTRO
Dim. Psico-social
SOCIALIZAÇÃO
(Quem é o outro?)

COM A AÇÃO
Dim. Capacitação Técnica
(Habilidades de Liderança)
(Como ser agente de
mudança?)
4. OS PILARES QUE SUSTENTAM O
PROCESSO DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS

58
4.  CAPACITAÇÃO TÉCNICA
i. Aspectos importantes da
capacitação técnica
NAS PASTORAIS E MOVIMENTOS
TRABALHAMOS COM A EDUCAÇÃO NÃOFORMAL. OS JOVENS PARTICIPAM NA
MEDIDA EM QUE CONSIGAMOS MOTIVÁLOS. NA EDUCAÇÃO FORMAL, DE
ESCOLA, PARTICIPAM PORQUE SEM ELA
NAO CONSEGUEM IMPREGO.
PORTANTO O DESAFIO É:
¢ 
Como encantar os jovens?
¢ 
Estamos com a geração mais conectada da história. O desafio de
canalizar o potencial de conscientização e mobilização das
tecnologias modernas de comunicação, como a Internet e telefone
celular.
A JUVENTUDE PRECISA SENTIR QUE FAZ PARTE DE ALGO
QUE ESTÁ CRESCENDO, QUE ESTÁ NA MODA, E NÃO
SENTIR QUE ESTÁ NUM TITANIC QUE ESTÁ AFUNDANDO
Falta capacitação técnica para a atual geração,
para acompanhar processos pessoais e grupais de
educação na fé. A geração anterior não passou,
deixou cair o bastão.
HÁ NECESSIDADE DE UM MÍNIMO DE PROFISSIONALISMO
SEM A CAPACITAÇÃO TÉCNICA NÃO SE FAZ GOL
CANAIS DE PARTICIPAÇÃO NAS PARÓQUIAIS E DIOCESES QUE
PROMOVAM O PROTAGONISMO DOS JOVENS SÃO IMPORTANTES
HÁ NECESSIDADE DE INVESTIR NAS ESTRUTURAS DE
ACOMPANHAMENTO
ORGANIZAÇÃO

COORDENADOR
GRUPOS DE BASE
EVENTOS DE MASSA

ESTRUTURAS DE COORDENAÇÃO
ASSEMBLÉIA DE AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO

ACOMPANHAMENTO
COMUNICAÇÃO
COMUNICAÇÃO
HÁ O DESAFIO DE TRABALHAR A ELITIZAÇÃO DAS
COORDENAÇÕES DIOCESANAS EM ALGUNS LUGARES

COORD. JOVEM

EQUIPE DE COORDENAÇÃO

Não há contato dos coordenadores
com os jovens na base
HÁ O DESAFIO DE FORTALECER A PASTORAL
ORGÂNICA. SEM ELA NÃO SE AVANÇA
O Planejamento é uma Ferramenta Indispensável
4. CAPACITAÇÃO TÉCNICA
I. Elementos importantes da capacitação técnica
II. Trabalhar juntos: Pastoral de Eventos
Massivos e a Pastoral como Processo
PASTORAL DE EVENTOS MASSIVOS E PASTORAL COMO
PROCESSO DE ACOMPANHAMENTO SISTEMÁTICO
I.  PASTORAL DE EVENTOS MASSIVOS
i.

Preparação a longo, médio e curto prazo

ii. Uma boa organização envolve a formação de:
• Equipe de Marketing: divulgação do evento
• Equipe de Animação: animar a caminhada
• Equipe de Liturgia: preparar a Celebração Eucarística
• Equipe de Infra-estrutura: viabilizar o evento
TRABAJO DE EQUIPO

iii. Envolver os pequenos grupos na fase anterior e
na fase posterior ao evento
2. Pastoral como acompanhamento sistemático de grupos e

pessoas em que nasce um itinerário com etapas que ampliam
os horizontes dos iniciantes.
“Vós que me escolhestes; fui eu que vos
escolhi” (Jo 15,16).
Do encontro pessoal com Jesus Cristo, nasce o
discípulo e do discipulado nasce o missionário. O
encontro pessoal é a primeira etapa. Em
seguida, nasce um itinerário, em cujas etapas
vai amadurecendo pouco a pouco o
compromisso com a pessoa e o projeto de Jesus
Cristo, à luz do mistério pascal. Cada etapa abre
horizontes ao jovem para definir seu projeto de
vida.
O jovem aprende a escutar o chamado de Cristo; a buscar
uma vida interior de valores evangélicos; a sair do
individualismo para pensar, trabalhar com os outros,; a
participar de uma comunidade eclesial concreta; a se
sensibilizar como o bom samaritano com o sofrimento
alheio; a participar de uma pastoral orgânica com os
outros; a entender que a luta pela justiça é um elemento
constitutivo da evangelização; e a se comprometer de
maneira decisiva com a missão. Estas etapas devem levar
a uma opção vocacional, entendida como vocação de leigo
ou vocação de especial consagração, como presbítero ou
religioso(a). O que sustenta a caminhada é a graça de Deus
(Doc. 85, 88, CNBB).
I.  PASTORAL DE EVENTOS MASSIVOS x PASTORAL COMO PROCESSO DE
ACOMPANHAMENTO SISTEMÁTICO
I.  PASTORAL DE EVENTOS MASSIVOS
i. Preparação a longo, médio e curto prazo
ii. Uma boa organização envolve a formação de:

• Equipe de Marketing: divulgação do evento
• Equipe de Animação: animar a caminhada
• Equipe de Liturgia: preparar a Celebração Eucarística
• Equipe de Infra-estrutura: viabilizar o evento

iii. Envolver os pequenos grupos na fase anterior e na fase posterior ao evento

2. Pastoral como acompanhamento sistemático de grupos e pessoas em que
TRABAJO DE EQUIPO
nasce um itinerário com etapas que ampliam os horizontes dos iniciantes
O COMPROMISSO
A JUSTIÇA SOCIAL
A FORÇA DA ORGANIZAÇCÃO
ATITUDE DE SERVIÇO
PERTENCA A IGREJA
TRABALHO DE EQUIPE
Não há solução mágica.
O Processo de evangelização dos jovens é lento.
Precisamos de coordenadores jovens e assessores
adultos que estejam dispostos a trabalhar o
conceito pedagógico de
4. CAPACITAÇÃO TÉCNICA
I.  A importância da capacitação técnica
II. Trabalhar juntos: Pastoral de Eventos
Massivos e a Pastoral como Processo
III. Priorizar a conquista e capacitação de
assessores adultos
3. O PAPEL DO ASSESSOR ADULTO NA
EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS

76
Chama atenção a ausência de padres que
abracem um trabalho de acompanhamento
sistemático dos jovens. Os religiosos e leigos
também estão muito distantes. Existem muitos
jovens adultos que podem cumprir este papel de
acompanhamento. Há, no entanto, necessidade
de resgatar no coração de todos a paixão pela
juventude.
78

No processo de acompanhamento no caminho da fé
o assessor é o acompanhante principal que ajuda o
jovem a definir o seu projeto de vida, segundo o
projeto de Jesus Cristo. Trata-se, portanto, de uma
pessoa que já clareou seu projeto de vida, passou
pelo processo de discernimento vocacional e
procura integrar fé e vida vivendo uma
espiritualidade encarnada nesta realidade. Celebra
e partilha sua fé e seu trabalho junto com outros
assessores e junto com os jovens.
!O Assessor é um tipo de
técnico de equipe de
futebol:!
-  Não entra em campo para
jogar, mas sem ele não se
ganha um campeonato.!
-  Pesquisa científica aponta
que o adulto exerce papel
fundamental na formação dos
jovens.!
-  Acompanha e Promove o jovem
como protagonista.!
-  Significa, também, fazer
crítica construtiva para que
o jovem possa aprender com
seus erros.!
!O ideal é formar uma equipe
de assessores onde há
4. CAPACITAÇÃO TÉCNICA
I.  A importância da capacitação técnica
II. Trabalhar juntos: Pastoral de Eventos
Massivos e a Pastoral como Processo
III. Priorizar a conquista e capacitação de
assessores adultos
IV. Priorizar a formação de líderes jovens
PRECISAMOS TREINAR LÍDERES QUE SEJAM MULTIPLICADORES DE MULTIPLICADORES.
PRECISAMOS TREINAR TREINADORES. PRECISAMOS FORMAR JOVENS QUE SEJAM
MISSIONÁRIOS AD GENTES PARA O NOVO CAMPO DE MISSÃO: A JUVENTUDE HOJE.
4. CAPACITAÇÃO TÉCNICA
I.  A importância da capacitação técnica
II. Trabalhar juntos: a Pastoral de Eventos
Massivos e a Pastoral como Processo
III. Priorizar a conquista e a capacitação de
assessores adultos
IV. Priorizar a formação de líderes jovens
V. Voltar às Bases: A formação e o
acompanhamento de grupos de jovens
como células vivas do processo de
evangelização. Aqui a nova Tecnologia da
Informática pode ser um aliado importante.
Se ficarmos somente no nível de organização de
eventos, não há continuidade e não há profundidade.
“As estruturas de coordenação facilitam a organização de
uma rede de grupos através da qual é possível deslanchar
processos e não mais atividades isoladas. Agora é possível
para o assessor e o coordenador jovem acompanhar
processos grupais de educação na fé. Os processos são
sustentados por diferentes instrumentos pedagógicos:
comissões de coordenação em diferentes níveis,
acompanhamento sistemático de pessoas, grupos e
coordenações, processo de planejamento participativo e
avaliações periódicas. As promoções (cursos, retiros,
celebrações, palestras, ações, atividades de lazer) são
agora integradas e fortalecem um processo de
crescimento” (Doc. 85, 150). A verdadeira conversão e
85
espiritualidade amadurece no processo de interação
com os outros jovens.
Dificuldades e estratégias para formar e
acompanhar grupos de jovens

Estratégia
de
nucleação
Nucleação
Estratégias para
não deixar o
grupo morrer
CONCLUSÃO
HÁ NECESSIDADE DE TER CLAREZA SOBRE:
- OS DIFERENTES AGRUPAMENTOS DE JOVENS QUE ATINGIMOS
- OS AGRUPAMENTOS QUE ESTAMOS PERDENDO
Podemos estar perdendo os jovens mais dinâmicas e mais profeticos, os
futuros formadores de opinião publica que ajudam a Igreja a dialogar
com o mundo moderrno e mais secularizado no futuro.

90
O futuro da Igreja depende de uma batalha a ser
travada em quatro frentes:
1. Uma frente onde estamos lutando para construir um modelo
5.
Missão Universal: (ad gentes)
de Igreja que tenha credibilidade e revelância, em um mundo
que, nas palavras de Bonhoeffer, já se tornou adulto.
2. Trabalhamos uma espiritualidade baseada na opção pessoal
por Jesus Cristo e sua mensagem, que encontramos no estudo
e refexão sobre a Palavra de Deus.
3. Uma frente onde as pessoas vêem que estamos lutando pela
dignidade e direitos dos setores marginalizados da sociedade: a
opção evangélica pelos pobres.
4. Uma frente em que priorizamos o acompanhamento
sistemático de processos grupais e de pessoas.
Talvez a Igreja do futuro tenha menos
pessoas. Porém é importante que tenha
relevância – que seja o fermento na
massa – que evangeliza, não através de
uma posição de poder, mas através do
testemunho e dinamismo dos seus
membros, de modo especial os jovens.
De acordo com a espiritualidade bíblica,
quando somos fracos temos mais força.
A metodologia da educação não formal
exercerá um papel central nesta
batalha.
-
Palestra 4 pilares small

Palestra 4 pilares small

  • 1.
    “OS 4 PILARESDA EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE”: Nova versão corrigida e atualizada 4-01-2014 Jorge Boran cssp 1
  • 2.
  • 3.
    IMPORTÂNCIA DOS JOVENS Háum perigo de encarar a juventude apenas como problema e não perceber, também, que tem potencialidades para encontrar soluções, para renovar a sociedade e a Igreja. A juventude é a fase da vida onde se juntam os maiores problemas e desafios, mas é, também, a fase de maior energia, generosidade e potencial para o engajamento. No Brasil, são 47 milhões de pessoas entre 15 a 29 anos – 25% da população – momento único. Estamos vivendo um ano privilegiado em que investir na juventude se tornou preocupação central da Igreja: doc. 85 CNBB, CF, JMJ.
  • 4.
    ESTAMOS PRESENCIANDO COMO SE SITUADA UMESFORÇO ÚNICO A IGREJA DE SE JUVENTUDE APROXIMAR DOS JOVENS DENTRO DA IGREJA O DESAFIO É DE APROVEITAR OSHOJE? DO BRASIL VENTOS FAVORÁVEIS E NÃO DEIXAR A PETECA CAIR
  • 5.
    1. Doc. 85da CNBB, “Evangelização da juventude, desafios e perspectivas pastorais”. Abre um horizonte comum para todas as forças vivas que evangelizam a juventude.
  • 7.
  • 8.
    2. A CF2013 FAZ COM QUE TODOS OS SETORES DA IGREJA DEEM ATENÇÃO À JUVENTUDE 8
  • 9.
    3. A JMJ– maior evento católico mundial – abre portas que possamos aproveitar para avançar 9
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    IMPORTÂNCIA DA SEMANAMISSIONÁRIA ANTES: Acolhida pelo povo, eixo da católico solidaridade e eixo cultural. 4- O JMJ – maior evento fé, eixo da mundial – abre portas Experiência de fraternidade universal: Alemães, Irlandeses e Brasileiros. que podemos aproveitar para avançar 12
  • 13.
    4. O DESAFIODE TRABALHAR NUM NOVO CONTEXTO DE PLURALISMO PASTORAL SEM PERDER A IDENTIDADE
  • 15.
    II. 4 PILARESQUE SUSTENTAM O PROCESSO DE EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE
  • 16.
    O SEGREDO DEUMA EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE QUE LEVE À CONVERSÃO E AO COMPROMISSO É QUE ELA SEJA FINCADA EM 4 PILARES. SÃO COMO OS 4 PÉS DE UMA ESCADA DE EMERGÊNCIA OU GUINDASTE. TODOS OS PÉS SÃO IMPORTANTES. SE FALTAR UM PÉ O EDIFÍCIO CAI. 16
  • 17.
    POR QUE 4PILARES? EXEMPLOS TIRADOS DA VIDA DIÁRIA: •  ESCADA DE EMERGÊNCIA •  GUINDASTE TODOS OS 4 PÉS SÃO IMPORTANTES. O PESO PRECISA SER DISTRIBUÍDO IGUALMENTE ENTRE OS QUATRO PÉS PARA SUSTENTAREM O TODO. 17
  • 18.
    Cada pé temum alicerce que envolve brocha, sapata, componentes de ferro, cimento, areia, pedra e água para sustentar o peso. 18
  • 19.
    UM GUINDASTE TAMBEM É SUSTENTADO POR4 PILARES E POR ISSO TEM TODO ESSA FORÇA 19
  • 20.
  • 21.
    O ESTRAGO CAUSADO NOESTADO DE ITAQUERA EM SÀO PAULO,O QUANDO O GUINDASTE NÃO AGUENTOU O PESO. O estádio estava sendo preparado para receberá o jogo inaugural da Copa do Mundo de 2014. 21
  • 22.
    O SEGREDO DEUMA EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE QUE LEVE À CONVERSÃO E AO COMPROMISSO É QUE ELA SEJA FINCADA EM 4 PILARES. TODOS OS PILARES SÃO IMPORTANTES. Precisam ser quatro. Não basta dar atenção a um pilar ou dois pilares ou três pilares. Têm que ser quatro e o peso deve ser distribuído igualmente entre todos. Se faltar um pilar, cai todo o processo de evangelização dos jovens – como caiu o guindaste no Itaquerão – o maior do país com capacidade de levantar 500 toneladas. 22
  • 23.
    Jesus ressaltou aimportância do alicerce: “É semelhante a um homem que construiu uma casa: cavou fundo e colocou o alicerce sobre a rocha. Veio a enchente, a enxurrada bateu contra a casa, mas não conseguiu derrubála, porque está bem construída.” (Lc 6:47-49). Caso contrário, construímos em cima da areia. 23
  • 24.
    OS 4 PILARESQUE SUSTENTAM O PROCESSO DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS 24
  • 25.
    OS 4 PILARESQUE SUSTENTAM O PROCESSO DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS 25
  • 26.
    DIFICULDADES GERAIS § Q uandoevangelizados, com testemunho e Dificuldades metodologia, os jovens se empolgam com a pessoa e o projeto de Jesus Cristo. Por que, contudo, frente à Igreja muitos mostram resistência? Muitos jovens têm dificuldade para entender que eles são Igreja. Constatamos que a imagem que muitos deles têm da Igreja é de algo ultrapassado, burocrático e que fala uma linguagem que não se conecta com sua vida. Frequentemente compreendem-na apenas como instituição e não como a comunidade dos seguidores de Jesus (Doc. 85, 61). 26
  • 27.
    DIFICULDADES GERAIS § Na Dificuldades pós-modernidadehá uma volta ao sagrado, mas ao mesmo tempo há uma rejeição das instituições. § Dificuldade de dialogar com o mundo moderno. O avanço da secularização nas grandes cidades e no meio da juventude faz com que os jovens (e adultos) mais críticos e inteligentes exijam uma Igreja que tenha credibilidade e relevância hoje. Caso contrário se afastam e perdemos os futuros formadores de opinião pública. A Igreja tem dificuldade para dialogar com o mundo moderno, de modo especial, sobre questões como: sexualidade, o papel da mulher, seleção de bispos, protagonismo dos leigos etc. 27
  • 28.
    DIFICULDADES ESPECÍFICAS § Uma Pastoralespiritualista tem tendência de formar uma Dificuldades igreja paralela. § Uma Pastoral ou Movimento que engaja na política (como manda o Papa Francisco), às vezes, tem dificuldade de trabalhar a especificidade e autonomia da Pastoral frente ao partido político ou outros organismos intermediários da sociedade civil. Assim corre o perigo de perd a eclesialidade. A Igreja pode ser uma jaqueta que a gente usa quando está caminhando e quando começa a correr se joga fora porque incomoda. Às vezes preparamos a noiva e outro casa com ela. 28 § O processo de evangelização precisa trabalhar estas questões.
  • 29.
    EMPASSE ECLESIOLÓGICO DIFERENTES MODELOS DA IGREJAINFLUEM MUITO NO TRABALHO PASTORAL COM JOVENS
  • 30.
  • 31.
    COMO TRABALHAR ARESISTÊNCIA DOS JOVENS MAIS CRÍTICOS? §  TER CONSCIÊNCIA QUE O MEU COMPROMISSO DE FÉ NÃO ESTÁ, EM PRIMEIRO LUGAR, COM UM PADRE OU BISPO MAS COM JESUS CRISTO E SUA MENSAGEM. §  TER EXPERIÊNCIA DE UM MODELO COMUNITÁRIO/ MINISTERIAL DA IGREJA §  O ENVOLVIMENTO DOS JOVENS NÃO PODE SE LIMITAR À MISSA DOMINICAL §  ASSESSORES RELIGIOSOS QUE SÃO AMIGOS E SERVEM COMO PONTES SÃO FUNDAMENTAIS -
  • 32.
    §  ENTENDER QUEO CONFLITO ENTRE DIFERENTES VISÕES ESTÁ TAMBÉM PRESENTE NA SOCIEDADE. É ALGO DO SER HUMANO. TEM QUE CONVIVER COM ISSO. §  IMPORTÂNCIA DE UMA COMPREENSÃO TEOLOGICAL DA IGREJA. É mais do que um partido político. Há o mistério da presença do Espírito. §  NEM A PJ E NEM OS MOVIMENTOS TÊM MONÓPOLIO DO PROJETO PASTORAL. HÁ CONCORRÊNCIA. ESTE É UM DADO POSITIVO – TÊM QUE SER COMPETENTES. §  A PREOCUPAÇÃO COM A UNIDADE É JUSTA. Qualquer organização, como dizia Jesus, que está dividida vai ser facilmente vencida pelo inimigo. A questão é que tipo de unidade? Não precisa ser uniformidade. Joao XXIII dizia: Unidade nas coisas essenciais, divergência nas coisas secundárias e sobre tudo a caridade. §  AJUDAR OS JOVENS A ENTENDEREM QUE A INSTITUIÇÃO É NECESSÁRIA. SEM ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS NÃO HÁ CONTINUIDADE ATRAVÉS DOS TEMPOS. A MENSAGEM MORRE. -
  • 33.
    CRÍTICA CONSTRUTIVA /CRÍTICA SOMENTE NEGATIVA §  A C R Í T I C A S O M E N T E N E G AT I VA , P O R É M , A C A B A EMPURRANDO OS JOVENS PARA FORA DA IGREJA. Leonardo Boff TEM UMA IMPORTANTE CONSIDERAÇÃO: “Não queremos que cristãos cultivem este sentimento de descaso e de indiferença. Por piores que tenham sido seus erros e equívocos históricos, a instituição-Igreja guarda a memória sagrada de Jesus e a gramática dos evangelhos. Ela prega libertação, sabendo que geralmente são outros que libertam e não ela. Mesmo assim vale estar dentro dela, como estavam São Francisco, dom Helder Câmara, João XXIII e os notáveis teólogos que ajudaram a fazer o Concílio Vaticano II e que antes haviam sido todos condenados pela ex-inquisição, como De Lubac, Chenu, Congar, Rahner e outros. Cumpre ajuda-la a sair deste embaraço, alimentando-nos mais do sonho de Jesus de um Reino de justiça, de paz e de reconciliação com Deus e do seguimento de sua causa... A indignação pode cair facilmente no farisaísmo e no moralismo.” §  Portanto, o desafio é como alimentar a esperança e evitar um negativismo paralisante frente a Instituição da Igreja?
  • 34.
    5. Missão Universal: (adgentes) 4. Missão ad gentes: juventude, mundo urbano... 3. Missão Continental 2. Comunidade missionária 1. Missão aos corações
  • 36.
    EM POUCO TEMPOO PAPA FRANCISCO ACUMULA UMA GRANDE CREDIBILIDADE DENTRO E FORA DA IGREJA 36
  • 37.
    O NOVO PAPA § Em poucos meses o Papa Francisco acumulou uma grande credibilidade dentro e fora da Igreja. Começou com gestos que tiveram repercussão mundial. §  Na JMJ no Rio conquistou os jovens pela sua humanidade, pela sua linguagem muito direita e pelos desafios que lançou para eles. Deixou claro que conta com os jovens para realizar as reformas necessárias na Igreja para que possamos mudar de uma igreja clerical, auto referencial, para uma Igreja missionária, a serviço da construção de um novo mundo. §  Fala que os padres e bispos não podem ter psicologia de príncipe, devem se aproximar ao povo. Fala contra o clericalismo. Frente aos escândalos financeiros, sexuais e de carisma na igreja, organiza uma equipe de cardiais para iniciar a reforma da Cúria Romana. Orienta os Núncios apostólicos nos diferentes países para encaminhar como candidatos a futuros bispos, padres que são pastoralistas. Fala de colegialidade e descentralização na Igreja. §  Fala para os jovens que devem sair às ruas, que devem ser revolucionários. §  Fala de uma Igreja para os pobres. §  Fala de promover as mulheres na Igreja e que devem ter mais participação nas decisões na Igreja. §  Fala que a Igreja não pode ser autorreferencial; existe para a missão.
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    2. OS PILARESQUE SUSTENTAM O PROCESSO DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS 45
  • 46.
    O SEGUIMENTO DEJESUS CRISTO
  • 48.
    O seguimento deJesus Cristo A busca juvenil de “modelos” e “referências” é uma porta que se abre para o processo de evangelização. Aqui está a grande oportunidade da ação evangelizadora de colocar os jovens em contato com modelos autênticos. Trata-se de uma oportunidade de apresentar, de modo especial, Jesus Cristo como o grande modelo de sua vida, para que se possa dizer como São Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20). Papa Francisco: “Não trago nem ouro, nem prata, trago somente Jesus Cristo”. 48
  • 49.
    O jovem, assimcomo todo o cristão, é convidado por Jesus a ser discípulo. O convite é pessoal: “Vem e segueme” (Lc 18,22). Ele sempre chama os seus pelo nome (cf. Jo 10,4). O entusiasmo provocado pelo convite é revelado por André que corre em busca do seu irmão Simão e lhe anuncia jubiloso: “Encontramos o Messias!” (Jo 1,41). O seguimento e o testemunho até dar a vida, são dois aspectos essenciais da resposta do discípulo. O relacionamento entre o Mestre e o discípulo significa uma vinculação pessoal com ele: “Vós sois meus amigos” (Jo 15,14). A questão é como apresentar o Jesus histórico de dois mil anos atrás para o jovem hoje, de maneira que provoque a conversão? -  Não basta aprofundar a dimensão teológica da fé, há 49 necessidade também de aprofundar a dimensão teologal, ter experiência de Deus, o que chamamos de
  • 50.
    Os Discípulos nocaminho para Emaús Jesus não chega dando bronca, impondo. Ele começa com a realidade de cada um. “Porque estão tristes?” Ele caminha junto no caminho da vida, escuta, dialoga, depois ajuda a entender a Palavra de Deus e depois provoca a saída em missão, porque “nossos corações estavam ardendo quando escutamos sua palavra”. Usava a metodologia pastoral de Ver, Julgar, Agir, antes de ser codificado pelo Cardeal Cardijn. Aqui é o fator central em termos de compromisso e continuidade. A videira e os ramos: se desligar ou cortar um ramo, se torna uma ramo seco e serve para ser jogado na fogueira. Importância da oração pessoal e das celebrações bem preparadas, não só estudo ou catequese. 50
  • 51.
    3. OS PILARESQUE SUSTENTAM O PROCESSO DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS 51
  • 52.
    Construção de umasociedade solidária A evangelização dos jovens não pode visar somente suas relações mais próximas, como o grupo de amigos, a família, a amizade, a fraternidade, a afetividade, o carinho, as pequenas lutas do dia-a-dia. A ação evangelizadora deve também motivar o envolvimento com as grandes questões que afetam toda a sociedade, como a economia, a política e todos os desafios sociais de nosso tempo. Há necessidade de formar o jovem para o exercício da cidadania, como uma dimensão importante do discipulado. A dimensão política e social da fé, contudo, deve ser apresentada aos jovens de maneira que não se reduza a 52 uma ideologia (Doc. 85, 77).
  • 53.
    A justiça socialé um elemento constitutivo da evangelização
  • 54.
    Hoje tomamos consciênciade que estamos expandindo o corpo de Cristo para incluir não somente todos os seres humanos, mas também a totalidade da criação.
  • 55.
    O JOVEM PRECISAVIVER SUA FÉ EM DOIS ESPAÇOS: RELAÇÕES ENTRE O MICRO E O MACRO NÍVEIS Macro Nível: Relações com a sociedade mais ampla (política, econômica, social…) Micro nível: Relações pessoais (autoconhecimento, auto-realização, amizade...)
  • 56.
    TENTAÇÃO DOS REDUCIONISMOS– IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO INTEGRAL O conceito de formação integral é importante para considerar o jovem como um todo, evitando assim reducionismos que distorcem a proposta de educação na fé, reduzindo-a - a uma proposta psicologizante, - a uma proposta espiritualista ou - a uma proposta politizante.
  • 57.
    DESAFIO DE EVITAROS REDUCIONISMOS E A NECESSIDADE DE ORGANIZAR A FORMAÇÃO INTEGRAL COM DEUS Dim. Mística TEOLÓGICA-ESPIRITUAL (Qual o sentido da minha vida?) CONSIGO MESMO Dim. Psico-afetiva PERSONALIZAÇÃO RELAÇÃO (Quem sou eu?) CONSIGO E A SOCIEDADE Dim. Política/Social (Qual é a minha relação com a sociedade?) COM O OUTRO Dim. Psico-social SOCIALIZAÇÃO (Quem é o outro?) COM A AÇÃO Dim. Capacitação Técnica (Habilidades de Liderança) (Como ser agente de mudança?)
  • 58.
    4. OS PILARESQUE SUSTENTAM O PROCESSO DE EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS 58
  • 59.
    4.  CAPACITAÇÃO TÉCNICA i.Aspectos importantes da capacitação técnica NAS PASTORAIS E MOVIMENTOS TRABALHAMOS COM A EDUCAÇÃO NÃOFORMAL. OS JOVENS PARTICIPAM NA MEDIDA EM QUE CONSIGAMOS MOTIVÁLOS. NA EDUCAÇÃO FORMAL, DE ESCOLA, PARTICIPAM PORQUE SEM ELA NAO CONSEGUEM IMPREGO.
  • 60.
    PORTANTO O DESAFIOÉ: ¢  Como encantar os jovens? ¢  Estamos com a geração mais conectada da história. O desafio de canalizar o potencial de conscientização e mobilização das tecnologias modernas de comunicação, como a Internet e telefone celular.
  • 61.
    A JUVENTUDE PRECISASENTIR QUE FAZ PARTE DE ALGO QUE ESTÁ CRESCENDO, QUE ESTÁ NA MODA, E NÃO SENTIR QUE ESTÁ NUM TITANIC QUE ESTÁ AFUNDANDO
  • 62.
    Falta capacitação técnicapara a atual geração, para acompanhar processos pessoais e grupais de educação na fé. A geração anterior não passou, deixou cair o bastão.
  • 63.
    HÁ NECESSIDADE DEUM MÍNIMO DE PROFISSIONALISMO SEM A CAPACITAÇÃO TÉCNICA NÃO SE FAZ GOL
  • 64.
    CANAIS DE PARTICIPAÇÃONAS PARÓQUIAIS E DIOCESES QUE PROMOVAM O PROTAGONISMO DOS JOVENS SÃO IMPORTANTES
  • 65.
    HÁ NECESSIDADE DEINVESTIR NAS ESTRUTURAS DE ACOMPANHAMENTO ORGANIZAÇÃO COORDENADOR GRUPOS DE BASE EVENTOS DE MASSA ESTRUTURAS DE COORDENAÇÃO ASSEMBLÉIA DE AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO ACOMPANHAMENTO COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO
  • 66.
    HÁ O DESAFIODE TRABALHAR A ELITIZAÇÃO DAS COORDENAÇÕES DIOCESANAS EM ALGUNS LUGARES COORD. JOVEM EQUIPE DE COORDENAÇÃO Não há contato dos coordenadores com os jovens na base
  • 67.
    HÁ O DESAFIODE FORTALECER A PASTORAL ORGÂNICA. SEM ELA NÃO SE AVANÇA
  • 68.
    O Planejamento éuma Ferramenta Indispensável
  • 69.
    4. CAPACITAÇÃO TÉCNICA I. Elementosimportantes da capacitação técnica II. Trabalhar juntos: Pastoral de Eventos Massivos e a Pastoral como Processo
  • 70.
    PASTORAL DE EVENTOSMASSIVOS E PASTORAL COMO PROCESSO DE ACOMPANHAMENTO SISTEMÁTICO I.  PASTORAL DE EVENTOS MASSIVOS i. Preparação a longo, médio e curto prazo ii. Uma boa organização envolve a formação de: • Equipe de Marketing: divulgação do evento • Equipe de Animação: animar a caminhada • Equipe de Liturgia: preparar a Celebração Eucarística • Equipe de Infra-estrutura: viabilizar o evento TRABAJO DE EQUIPO iii. Envolver os pequenos grupos na fase anterior e na fase posterior ao evento 2. Pastoral como acompanhamento sistemático de grupos e pessoas em que nasce um itinerário com etapas que ampliam os horizontes dos iniciantes.
  • 71.
    “Vós que meescolhestes; fui eu que vos escolhi” (Jo 15,16). Do encontro pessoal com Jesus Cristo, nasce o discípulo e do discipulado nasce o missionário. O encontro pessoal é a primeira etapa. Em seguida, nasce um itinerário, em cujas etapas vai amadurecendo pouco a pouco o compromisso com a pessoa e o projeto de Jesus Cristo, à luz do mistério pascal. Cada etapa abre horizontes ao jovem para definir seu projeto de vida.
  • 72.
    O jovem aprendea escutar o chamado de Cristo; a buscar uma vida interior de valores evangélicos; a sair do individualismo para pensar, trabalhar com os outros,; a participar de uma comunidade eclesial concreta; a se sensibilizar como o bom samaritano com o sofrimento alheio; a participar de uma pastoral orgânica com os outros; a entender que a luta pela justiça é um elemento constitutivo da evangelização; e a se comprometer de maneira decisiva com a missão. Estas etapas devem levar a uma opção vocacional, entendida como vocação de leigo ou vocação de especial consagração, como presbítero ou religioso(a). O que sustenta a caminhada é a graça de Deus (Doc. 85, 88, CNBB).
  • 73.
    I.  PASTORAL DEEVENTOS MASSIVOS x PASTORAL COMO PROCESSO DE ACOMPANHAMENTO SISTEMÁTICO I.  PASTORAL DE EVENTOS MASSIVOS i. Preparação a longo, médio e curto prazo ii. Uma boa organização envolve a formação de: • Equipe de Marketing: divulgação do evento • Equipe de Animação: animar a caminhada • Equipe de Liturgia: preparar a Celebração Eucarística • Equipe de Infra-estrutura: viabilizar o evento iii. Envolver os pequenos grupos na fase anterior e na fase posterior ao evento 2. Pastoral como acompanhamento sistemático de grupos e pessoas em que TRABAJO DE EQUIPO nasce um itinerário com etapas que ampliam os horizontes dos iniciantes O COMPROMISSO A JUSTIÇA SOCIAL A FORÇA DA ORGANIZAÇCÃO ATITUDE DE SERVIÇO PERTENCA A IGREJA TRABALHO DE EQUIPE
  • 74.
    Não há soluçãomágica. O Processo de evangelização dos jovens é lento. Precisamos de coordenadores jovens e assessores adultos que estejam dispostos a trabalhar o conceito pedagógico de
  • 75.
    4. CAPACITAÇÃO TÉCNICA I.  Aimportância da capacitação técnica II. Trabalhar juntos: Pastoral de Eventos Massivos e a Pastoral como Processo III. Priorizar a conquista e capacitação de assessores adultos
  • 76.
    3. O PAPELDO ASSESSOR ADULTO NA EVANGELIZAÇÃO DOS JOVENS 76
  • 77.
    Chama atenção aausência de padres que abracem um trabalho de acompanhamento sistemático dos jovens. Os religiosos e leigos também estão muito distantes. Existem muitos jovens adultos que podem cumprir este papel de acompanhamento. Há, no entanto, necessidade de resgatar no coração de todos a paixão pela juventude.
  • 78.
    78 No processo deacompanhamento no caminho da fé o assessor é o acompanhante principal que ajuda o jovem a definir o seu projeto de vida, segundo o projeto de Jesus Cristo. Trata-se, portanto, de uma pessoa que já clareou seu projeto de vida, passou pelo processo de discernimento vocacional e procura integrar fé e vida vivendo uma espiritualidade encarnada nesta realidade. Celebra e partilha sua fé e seu trabalho junto com outros assessores e junto com os jovens.
  • 79.
    !O Assessor éum tipo de técnico de equipe de futebol:! -  Não entra em campo para jogar, mas sem ele não se ganha um campeonato.! -  Pesquisa científica aponta que o adulto exerce papel fundamental na formação dos jovens.! -  Acompanha e Promove o jovem como protagonista.! -  Significa, também, fazer crítica construtiva para que o jovem possa aprender com seus erros.! !O ideal é formar uma equipe de assessores onde há
  • 80.
    4. CAPACITAÇÃO TÉCNICA I.  Aimportância da capacitação técnica II. Trabalhar juntos: Pastoral de Eventos Massivos e a Pastoral como Processo III. Priorizar a conquista e capacitação de assessores adultos IV. Priorizar a formação de líderes jovens
  • 81.
    PRECISAMOS TREINAR LÍDERESQUE SEJAM MULTIPLICADORES DE MULTIPLICADORES. PRECISAMOS TREINAR TREINADORES. PRECISAMOS FORMAR JOVENS QUE SEJAM MISSIONÁRIOS AD GENTES PARA O NOVO CAMPO DE MISSÃO: A JUVENTUDE HOJE.
  • 82.
    4. CAPACITAÇÃO TÉCNICA I.  Aimportância da capacitação técnica II. Trabalhar juntos: a Pastoral de Eventos Massivos e a Pastoral como Processo III. Priorizar a conquista e a capacitação de assessores adultos IV. Priorizar a formação de líderes jovens V. Voltar às Bases: A formação e o acompanhamento de grupos de jovens como células vivas do processo de evangelização. Aqui a nova Tecnologia da Informática pode ser um aliado importante.
  • 85.
    Se ficarmos somenteno nível de organização de eventos, não há continuidade e não há profundidade. “As estruturas de coordenação facilitam a organização de uma rede de grupos através da qual é possível deslanchar processos e não mais atividades isoladas. Agora é possível para o assessor e o coordenador jovem acompanhar processos grupais de educação na fé. Os processos são sustentados por diferentes instrumentos pedagógicos: comissões de coordenação em diferentes níveis, acompanhamento sistemático de pessoas, grupos e coordenações, processo de planejamento participativo e avaliações periódicas. As promoções (cursos, retiros, celebrações, palestras, ações, atividades de lazer) são agora integradas e fortalecem um processo de crescimento” (Doc. 85, 150). A verdadeira conversão e 85 espiritualidade amadurece no processo de interação com os outros jovens.
  • 86.
    Dificuldades e estratégiaspara formar e acompanhar grupos de jovens Estratégia de nucleação
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  • 88.
  • 89.
  • 90.
    HÁ NECESSIDADE DETER CLAREZA SOBRE: - OS DIFERENTES AGRUPAMENTOS DE JOVENS QUE ATINGIMOS - OS AGRUPAMENTOS QUE ESTAMOS PERDENDO Podemos estar perdendo os jovens mais dinâmicas e mais profeticos, os futuros formadores de opinião publica que ajudam a Igreja a dialogar com o mundo moderrno e mais secularizado no futuro. 90
  • 91.
    O futuro daIgreja depende de uma batalha a ser travada em quatro frentes: 1. Uma frente onde estamos lutando para construir um modelo 5. Missão Universal: (ad gentes) de Igreja que tenha credibilidade e revelância, em um mundo que, nas palavras de Bonhoeffer, já se tornou adulto. 2. Trabalhamos uma espiritualidade baseada na opção pessoal por Jesus Cristo e sua mensagem, que encontramos no estudo e refexão sobre a Palavra de Deus. 3. Uma frente onde as pessoas vêem que estamos lutando pela dignidade e direitos dos setores marginalizados da sociedade: a opção evangélica pelos pobres. 4. Uma frente em que priorizamos o acompanhamento sistemático de processos grupais e de pessoas.
  • 92.
    Talvez a Igrejado futuro tenha menos pessoas. Porém é importante que tenha relevância – que seja o fermento na massa – que evangeliza, não através de uma posição de poder, mas através do testemunho e dinamismo dos seus membros, de modo especial os jovens. De acordo com a espiritualidade bíblica, quando somos fracos temos mais força. A metodologia da educação não formal exercerá um papel central nesta batalha. -