INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I
UM ÍCONEBÍBLICO: JESUS E A SAMARITANA
CAPÍTULO II
APRENDER DA HISTÓRIA E DA REALIDADE: VER
CAPITULO III
DISCERNIR COMO IGREJA: ILUMINAR
CAPÍTULO IV
PROPONDO CAMINHOS: AGIR
CONCLUSÃO
INDICE ANALÍTICO
3.
INICIAÇÃO À VIDACRISTÃ
E FORMAÇÃO CONTÍNUA
COM INSPIRAÇÃO CATECUMENAL
4.
CHÃO POR ONDECAMINHA O TREM: REALIDADE
TRILHOS: INTERAÇÂO ENTRE VIDA E FÉ
5.
“Por favor, nãoolhem a vida
da varanda, entrem nela»
(Papa Francisco)
A missão daIgreja é fazer
acontecer, aqui, agora,
o Reino de Deus, isto é,
o projeto de salvação
e felicidade que Deus tem
para a humanidade.
No decorrer da história humana,
a Igreja sempre encontrou meios
para dar respostas às necessidades
de cada época.
8.
Neste momento histórico,
detransformações profundas,
assim como se deu
no encontro de Jesus
com a samaritana,
a Igreja é chamada a promover
um novo encontro luminoso,
um novo diálogo,
como novos interlocutores.
E hoje?
9.
Os sinais dostempos,
lidos à luz da fé,
exigem de nós humildade,
atitude de acolhida,
criatividade e capacidade
dialogal que,
a exemplo do que aconteceu
no encontro entre Jesus
e a samaritana, possibilitem
um itinerário que facilite
a caminhada
rumo à conversão (n. 55).
10.
Por um lado,trazem um
forte apelo ao ser
humano para que
assuma e se assenhoreie
de sua história, acredite
no seu potencial e
conquiste um mundo
melhor...
11.
...por outro ladocolocam este mesmo
ser humano num chão
de inseguranças e confusão.
Mesmo com louvávelesforço
de se viver
o Concílio Vaticano II,
as orientações das Conferências
Episcopais do Celam
e as diretrizes da CNBB,
persistem, na catequese,
algumas situações que causam
perplexidade.
São desafios que geram
oportunidades de avanços
e de práticas renovadas!
39.
AVANÇOS
• Crescente valorizaçãoda catequese.
• Muitas iniciativas bonitas e muitos acertos.
• Muitos e muitas catequistas que “com grande paixão
se dedicam a este ministério vital para a educação na
fé, na esperança e na caridade daqueles que optam por
seguir a Jesus Cristo” e mantêm a memória de Deus no
coração das pessoas.
40.
O proceso tradicionalde iniciação cristã
e da socialização da fé não produz mais
efeito:
- processo de conclusão e não de iniciação;
- os agentes de transmissão da fé familia-
paróquia-escola católica, perderam espaço para
a cultura circundante e a mídia.
Vê-se a catequese como posto de serviço onde
se busca a melhor oferta, em tempo curto, e se
descuida da qualidade do processo
de amadurecimento da fé.
O processo de evangelização é fragmentado,
não integral e integrador.
DESAFIOS PARA A CATEQUESE
41.
Falta aposta sériana catequese com adultos e efetivar
as “proclamações solenes” sobre o tema.
• Ausência de itinerários personalizados e diferenciados.
• Catequistas privilegiam o uso e a dependência
dos subsídios e não o acompanhamento pessoal
dos interlocutores.
• Há catequese desvinculada da realidade,
sem integrar fé e vida e desvinculada da pastoral
orgânica.
• Catequeses em comunidades mais territoriais do que
referenciais.
DESAFIOS PARA A CATEQUESE
42.
A catequese limita-seaos que procuram
a paróquia.
Não contempla as novas linguagens
e não forma para o discernimento no uso
das mídias.
Formação oferecida a catequistas tem ênfase
teológico-doutrinal, ficando enfraquecido
o campo pedagógico, metodológico e espiritual.
A formação catequética nos seminários e casas
de formação é insuficiente.
DESAFIOS PARA A CATEQUESE
PARA QUÊ?
Sim paragerar cristãos.
Iniciação, mais do que iniciar é ser transformado...
transformando-se!
NÃO para gerar cristianistas: quem
dá prioridade a coisas como leis, rituais
litúrgicos, ornamentos, etc.
O centro do Cristianismo, porém,
é a pessoa de JESUS CRISTO.
“Não se começa a ser cristão por uma
decisão ética ou uma grande ideia, mas
pelo encontro com um acontecimento,
com uma Pessoa, que dá um novo
horizonte à vida e, com isso, uma
orientação decisiva” (DAp 1).
45.
PARA QUÊ?
SIM paragerar cristãos.
Mais do que iniciar é ser
transformado...
transformando-se!
SIM! É PARA VIVER
EM CRISTO !
46.
“Não é oEvangelho
que muda; nós que
começamos
a compreendê-lo
melhor. Chegou
o momento de
reconhecer
os sinais dos tempos,
de aproveitar
a oportunidade
e olhar longe”.
Notas do Editor
#1 55.ª Assembleia Geral
Aparecida (SP), 26 de abril a 5 de maio de 2017
#2 INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I: um ícone bíblico: JESUS E A SAMARIUTANA
Capitrulo II Aprendervda vhistporia e da realidade: VERE
CAPITULO III DISCERNIR COMO IGREJA;ILUMINAR
CAPÍRTULO IV PROPONDO CAMINHOS; AGIR
CONCLUSÃO INDICE ANALÍTICCO
#4 REALIDADE – CHÃO POR ONDE CAMINHA O TREM
TRILHOS – INTERAÇÃO ENTRE VIDA E FÉ