55.ª Assembleia Geral
Aparecida (SP), 26/04 - 5/05/2017
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I
UM ÍCONE BÍBLICO: JESUS E A SAMARITANA
CAPÍTULO II
APRENDER DA HISTÓRIA E DA REALIDADE: VER
CAPITULO III
DISCERNIR COMO IGREJA: ILUMINAR
CAPÍTULO IV
PROPONDO CAMINHOS: AGIR
CONCLUSÃO
INDICE ANALÍTICO
INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ
E FORMAÇÃO CONTÍNUA
COM INSPIRAÇÃO CATECUMENAL
CHÃO POR ONDE CAMINHA O TREM: REALIDADE
TRILHOS: INTERAÇÂO ENTRE VIDA E FÉ
“Por favor, não olhem a vida
da varanda, entrem nela»
(Papa Francisco)
E A IGREJA
NESTA
MUDANÇA
DE ÉPOCA?
A missão da Igreja é fazer
acontecer, aqui, agora,
o Reino de Deus, isto é,
o projeto de salvação
e felicidade que Deus tem
para a humanidade.
No decorrer da história humana,
a Igreja sempre encontrou meios
para dar respostas às necessidades
de cada época.
Neste momento histórico,
de transformações profundas,
assim como se deu
no encontro de Jesus
com a samaritana,
a Igreja é chamada a promover
um novo encontro luminoso,
um novo diálogo,
como novos interlocutores.
E hoje?
Os sinais dos tempos,
lidos à luz da fé,
exigem de nós humildade,
atitude de acolhida,
criatividade e capacidade
dialogal que,
a exemplo do que aconteceu
no encontro entre Jesus
e a samaritana, possibilitem
um itinerário que facilite
a caminhada
rumo à conversão (n. 55).
Por um lado, trazem um
forte apelo ao ser
humano para que
assuma e se assenhoreie
de sua história, acredite
no seu potencial e
conquiste um mundo
melhor...
...por outro lado colocam este mesmo
ser humano num chão
de inseguranças e confusão.
“ERAM COMO OVELHAS SEM
PASTOR” (MC 6,34)
ÉPOCA “LÍQUIDA”
MODERNIDADE “LÍQUIDA”
HOMEM “LÍQUIDO”
AMOR “LÍQUIDO”
(BAUMAN – SOCIÓLOGO)
E a Igreja vê, com olhar
pastoral as marcas do nosso
tempo
CONTEXTO EXTRA-ECLESIAL ATUAL
PARA A VIVÊNCIA
DA INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ
 Exclusão,
 Consumismo,
 Idolatria do dinheiro,
 Desigualdade social,
 Fundamentalismo,
 Espiritualidade sem Deus,
 Relativismo moral.
A fragilidade dos vínculos familiares
A perda de sentido do sagrado
A perda do senso de pertença comunitária
A crise ética em virtude da perda
de valores
22
A violência
A intolerância
A internet e as redes sociais
O pluralismo religioso
Contexto intra-eclesial
(interno) atual
para a vivência
da Iniciação à Vida Cristã
A Reforma da Igreja em curso
pelo Papa Francisco
(aplicação do Concílio Vaticano II).
LEVEZA E AGILIDADE!
OLHOS NOS OLHOS!
MENTES AREJADAS!
OUTROS CAMINHOS...
SERVIR, SERVIR
E SERVIR!
PREGAR... E FAZER!
POBRE PARA
OS POBRES!
ABERTA À LUZ!
Mesmo com louvável esforço
de se viver
o Concílio Vaticano II,
as orientações das Conferências
Episcopais do Celam
e as diretrizes da CNBB,
persistem, na catequese,
algumas situações que causam
perplexidade.
São desafios que geram
oportunidades de avanços
e de práticas renovadas!
AVANÇOS
• Crescente valorização da catequese.
• Muitas iniciativas bonitas e muitos acertos.
• Muitos e muitas catequistas que “com grande paixão
se dedicam a este ministério vital para a educação na
fé, na esperança e na caridade daqueles que optam por
seguir a Jesus Cristo” e mantêm a memória de Deus no
coração das pessoas.
O proceso tradicional de iniciação cristã
e da socialização da fé não produz mais
efeito:
- processo de conclusão e não de iniciação;
- os agentes de transmissão da fé familia-
paróquia-escola católica, perderam espaço para
a cultura circundante e a mídia.
 Vê-se a catequese como posto de serviço onde
se busca a melhor oferta, em tempo curto, e se
descuida da qualidade do processo
de amadurecimento da fé.
 O processo de evangelização é fragmentado,
não integral e integrador.
DESAFIOS PARA A CATEQUESE
Falta aposta séria na catequese com adultos e efetivar
as “proclamações solenes” sobre o tema.
• Ausência de itinerários personalizados e diferenciados.
• Catequistas privilegiam o uso e a dependência
dos subsídios e não o acompanhamento pessoal
dos interlocutores.
• Há catequese desvinculada da realidade,
sem integrar fé e vida e desvinculada da pastoral
orgânica.
• Catequeses em comunidades mais territoriais do que
referenciais.
DESAFIOS PARA A CATEQUESE
A catequese limita-se aos que procuram
a paróquia.
Não contempla as novas linguagens
e não forma para o discernimento no uso
das mídias.
Formação oferecida a catequistas tem ênfase
teológico-doutrinal, ficando enfraquecido
o campo pedagógico, metodológico e espiritual.
A formação catequética nos seminários e casas
de formação é insuficiente.
DESAFIOS PARA A CATEQUESE
A URGÊNCIA DE UM
SÓLIDO PROJETO DE
INICIAÇÃO CRISTÃ
PARA QUÊ?
Sim para gerar cristãos.
Iniciação, mais do que iniciar é ser transformado...
transformando-se!
NÃO para gerar cristianistas: quem
dá prioridade a coisas como leis, rituais
litúrgicos, ornamentos, etc.
O centro do Cristianismo, porém,
é a pessoa de JESUS CRISTO.
“Não se começa a ser cristão por uma
decisão ética ou uma grande ideia, mas
pelo encontro com um acontecimento,
com uma Pessoa, que dá um novo
horizonte à vida e, com isso, uma
orientação decisiva” (DAp 1).
PARA QUÊ?
SIM para gerar cristãos.
Mais do que iniciar é ser
transformado...
transformando-se!
SIM! É PARA VIVER
EM CRISTO !
“Não é o Evangelho
que muda; nós que
começamos
a compreendê-lo
melhor. Chegou
o momento de
reconhecer
os sinais dos tempos,
de aproveitar
a oportunidade
e olhar longe”.
3. Apresentação do desafio da realidade.pptx

3. Apresentação do desafio da realidade.pptx

  • 1.
    55.ª Assembleia Geral Aparecida(SP), 26/04 - 5/05/2017
  • 2.
    INTRODUÇÃO CAPÍTULO I UM ÍCONEBÍBLICO: JESUS E A SAMARITANA CAPÍTULO II APRENDER DA HISTÓRIA E DA REALIDADE: VER CAPITULO III DISCERNIR COMO IGREJA: ILUMINAR CAPÍTULO IV PROPONDO CAMINHOS: AGIR CONCLUSÃO INDICE ANALÍTICO
  • 3.
    INICIAÇÃO À VIDACRISTÃ E FORMAÇÃO CONTÍNUA COM INSPIRAÇÃO CATECUMENAL
  • 4.
    CHÃO POR ONDECAMINHA O TREM: REALIDADE TRILHOS: INTERAÇÂO ENTRE VIDA E FÉ
  • 5.
    “Por favor, nãoolhem a vida da varanda, entrem nela» (Papa Francisco)
  • 6.
  • 7.
    A missão daIgreja é fazer acontecer, aqui, agora, o Reino de Deus, isto é, o projeto de salvação e felicidade que Deus tem para a humanidade. No decorrer da história humana, a Igreja sempre encontrou meios para dar respostas às necessidades de cada época.
  • 8.
    Neste momento histórico, detransformações profundas, assim como se deu no encontro de Jesus com a samaritana, a Igreja é chamada a promover um novo encontro luminoso, um novo diálogo, como novos interlocutores. E hoje?
  • 9.
    Os sinais dostempos, lidos à luz da fé, exigem de nós humildade, atitude de acolhida, criatividade e capacidade dialogal que, a exemplo do que aconteceu no encontro entre Jesus e a samaritana, possibilitem um itinerário que facilite a caminhada rumo à conversão (n. 55).
  • 10.
    Por um lado,trazem um forte apelo ao ser humano para que assuma e se assenhoreie de sua história, acredite no seu potencial e conquiste um mundo melhor...
  • 11.
    ...por outro ladocolocam este mesmo ser humano num chão de inseguranças e confusão.
  • 12.
    “ERAM COMO OVELHASSEM PASTOR” (MC 6,34)
  • 13.
    ÉPOCA “LÍQUIDA” MODERNIDADE “LÍQUIDA” HOMEM“LÍQUIDO” AMOR “LÍQUIDO” (BAUMAN – SOCIÓLOGO)
  • 14.
    E a Igrejavê, com olhar pastoral as marcas do nosso tempo
  • 15.
    CONTEXTO EXTRA-ECLESIAL ATUAL PARAA VIVÊNCIA DA INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ
  • 16.
     Exclusão,  Consumismo, Idolatria do dinheiro,  Desigualdade social,  Fundamentalismo,  Espiritualidade sem Deus,  Relativismo moral.
  • 17.
    A fragilidade dosvínculos familiares
  • 18.
    A perda desentido do sagrado
  • 19.
    A perda dosenso de pertença comunitária
  • 20.
    A crise éticaem virtude da perda de valores
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
    A internet eas redes sociais
  • 26.
  • 28.
    Contexto intra-eclesial (interno) atual paraa vivência da Iniciação à Vida Cristã
  • 29.
    A Reforma daIgreja em curso pelo Papa Francisco (aplicação do Concílio Vaticano II).
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    Mesmo com louvávelesforço de se viver o Concílio Vaticano II, as orientações das Conferências Episcopais do Celam e as diretrizes da CNBB, persistem, na catequese, algumas situações que causam perplexidade. São desafios que geram oportunidades de avanços e de práticas renovadas!
  • 39.
    AVANÇOS • Crescente valorizaçãoda catequese. • Muitas iniciativas bonitas e muitos acertos. • Muitos e muitas catequistas que “com grande paixão se dedicam a este ministério vital para a educação na fé, na esperança e na caridade daqueles que optam por seguir a Jesus Cristo” e mantêm a memória de Deus no coração das pessoas.
  • 40.
    O proceso tradicionalde iniciação cristã e da socialização da fé não produz mais efeito: - processo de conclusão e não de iniciação; - os agentes de transmissão da fé familia- paróquia-escola católica, perderam espaço para a cultura circundante e a mídia.  Vê-se a catequese como posto de serviço onde se busca a melhor oferta, em tempo curto, e se descuida da qualidade do processo de amadurecimento da fé.  O processo de evangelização é fragmentado, não integral e integrador. DESAFIOS PARA A CATEQUESE
  • 41.
    Falta aposta sériana catequese com adultos e efetivar as “proclamações solenes” sobre o tema. • Ausência de itinerários personalizados e diferenciados. • Catequistas privilegiam o uso e a dependência dos subsídios e não o acompanhamento pessoal dos interlocutores. • Há catequese desvinculada da realidade, sem integrar fé e vida e desvinculada da pastoral orgânica. • Catequeses em comunidades mais territoriais do que referenciais. DESAFIOS PARA A CATEQUESE
  • 42.
    A catequese limita-seaos que procuram a paróquia. Não contempla as novas linguagens e não forma para o discernimento no uso das mídias. Formação oferecida a catequistas tem ênfase teológico-doutrinal, ficando enfraquecido o campo pedagógico, metodológico e espiritual. A formação catequética nos seminários e casas de formação é insuficiente. DESAFIOS PARA A CATEQUESE
  • 43.
    A URGÊNCIA DEUM SÓLIDO PROJETO DE INICIAÇÃO CRISTÃ
  • 44.
    PARA QUÊ? Sim paragerar cristãos. Iniciação, mais do que iniciar é ser transformado... transformando-se! NÃO para gerar cristianistas: quem dá prioridade a coisas como leis, rituais litúrgicos, ornamentos, etc. O centro do Cristianismo, porém, é a pessoa de JESUS CRISTO. “Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande ideia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva” (DAp 1).
  • 45.
    PARA QUÊ? SIM paragerar cristãos. Mais do que iniciar é ser transformado... transformando-se! SIM! É PARA VIVER EM CRISTO !
  • 46.
    “Não é oEvangelho que muda; nós que começamos a compreendê-lo melhor. Chegou o momento de reconhecer os sinais dos tempos, de aproveitar a oportunidade e olhar longe”.

Notas do Editor

  • #1 55.ª Assembleia Geral Aparecida (SP), 26 de abril a 5 de maio de 2017
  • #2 INTRODUÇÃO CAPÍTULO I: um ícone bíblico: JESUS E A SAMARIUTANA Capitrulo II Aprendervda vhistporia e da realidade: VERE CAPITULO III DISCERNIR COMO IGREJA;ILUMINAR CAPÍRTULO IV PROPONDO CAMINHOS; AGIR CONCLUSÃO INDICE ANALÍTICCO
  • #4 REALIDADE – CHÃO POR ONDE CAMINHA O TREM TRILHOS – INTERAÇÃO ENTRE VIDA E FÉ
  • #6 IGREJA É CHAMADA A PROMOVER
  • #7 Hoje, assim como o encontro de Jesus com a Igreja é chamada a promover um novo encponytro luminoso, um novo diálogo, como nocos interlocutores,
  • #9 NECESSIDADE DE CONVERSÃO PASTORAL
  • #14 O que deve ser
  • #16 Exclusão, consumismo, idolatria do dinheiro,desigualdade social, fundamentalismo, espitrtualidade sme Deus, relativismo moral
  • #40 DESAFIOS PARA A CATEQUESE