O documento discute os benefícios dos padrões livres versus padrões proprietários, argumentando que padrões livres promovem a desconcentração de poder e o conhecimento compartilhado, ao contrário de padrões proprietários que reforçam monopólios. Também aborda a evolução histórica da propriedade intelectual e como os direitos autorais e patentes foram desvirtuados de seu propósito original de incentivar a criação para se tornarem monopólios por longos períodos.