O documento discute a história dos antipapas ao longo dos últimos 1700 anos, destacando questões de legitimidade e moralidade. Apresenta Hipólito de Roma como um dos primeiros antipapas, que se opôs ao papa legítimo e causou um cisma significativo na igreja. O texto também menciona outros antipapas e o impacto histórico do cisma do ocidente, culminando em uma reflexão sobre a oposição à hierarquia eclesiástica.