Alguns fatores devem ser atacados para garantir o
sucesso de empreendimentos florestais, especialmente
em pequenas e médias propriedades:
• Financiamento da produção. É necessário criar-se uma
linha de crédito ou outro mecanismo de apoio com juros e
carências apropriados, pois a distância entre o
investimento e o seu retorno é de no mínimo 7 anos para o
eucalipto e 12 anos para o pinus.
O Ministério da Agricultura está negociando uma forma
apoio financeiro a produção florestal junta à área
econômica governamental (Resp. Luis Antonio Ribeiro e
João Batista da Silva)
•
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
Alguns fatores devem ser atacados para garantir o
sucesso de empreendimentos florestais, especialmente
em pequenas e médias propriedades:
•Oferta de material genético superior. Como em toda
atividade produtiva vegetal, a vantagem potencial de
materiais selecionados geneticamente é enorme em
relação a materiais não selecionados. Este fato é ainda
mais importante quando se leva em consideração a
distância entre plantio e colheita e o alto custo financeiro
de uma produção baixa.
O Ministério da Agricultura está organizando em parceria
com a Embrapa Florestas um mecanismo que garanta a
disponibilização de sementes de qualidade superior (Resp.
Luis Antonio Ribeiro e João Batista da Silva)
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
•Organização de produtores florestais. A agricultura e a
pecuária brasileira tem longa tradição em associativismo e
cooperativismo. No entanto, a área florestal não tem
qualquer experiência na área e sempre foi praticada por
produtores isolados. Com isto, o sucesso da atividade
florestal é sempre associado a grandes produtores, via de
regra verticalizados e com indústrias fortes, pois
pequenos e médios produtores não conseguem produzir
em escalas de mercado. Logo, é necessário apoiar a
criação de associações e cooperativas florestais.
Esta é uma área em que as empresas públicas de
assistência possuem grande experiência. O Ministério da
Agricultura deverá apoiará ações para organização de
produtores na área florestal através de seu Departamento
Nacional de Cooperativismo.
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
Transferência de tecnologia apropriada.
O país é um dos expoentes mundiais em silvicultura e
manejo de florestas de pinus e eucalipto. Algumas de suas
empresas são referenciais mundiais de qualidade e
produtividade em produção sustentável florestal, obtendo
rendimentos de 40 a 50 m3
/ ha.ano. Por outro lado, a
grande massa de produtores rurais obtém produtividades
de 15 a 25 m3
/ha.ano, muito abaixo do potencial produtivo
de suas áreas. Em grande parte, isto se deve a falta de
acesso a insumos tecnológicos, como material genético
superior, mas principalmente a inexistência de extensão
florestal. A extensão rural brasileira não atua de forma
consistente na área florestal e necessita de melhor
capacitação.
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
Transferência de tecnologia apropriada.
Sob a coordenação da Embrapa Florestas, o plano de
trabalho para o plantio de 2001 prevê o estabelecimento
de:
o um programa de treinamento de extensionistas e
produtores, com uma estratégia de cursos realizados nas
regiões onde há uma indústria de base florestal
estruturada
o uma rede de unidades demonstrativas referenciais,
distribuida em locais estratégicos, próximos a polos
industriais de madeira e mobiliário
o um canal de comunicação com Embrapa Florestas,
um serviço de atendimento à extensão rural, com acesso
telefônico, via internet e assistência in loco
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
Transferência de tecnologia apropriada.
As atividades deste programa serão dirigidas a algumas
regiões estratégicas, pelo seu potencial de produção e
pela proximidade com polos industriais de madeira e
mobiliário. Estes polos são:
• A metade sul do Rio Grande do Sul, com grandes áreas
e alta capacidade produtiva, a região necessita de
alternativas a pecuária extensiva e a monocultura do
arroz, combate a desertificação e combate a forte
depressão economica;
• A Serra Gaúcha, grande polo de mobiliário, é
responsável pela exportação anual de mais de US$100
milhões;
•
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
Transferência de tecnologia apropriada.
• A Região do planalto catarinense com centro em Lages,
importante polo madeireiro e de celulose e papel;
• o oeste catarinse e nordeste do Rio Grande do Sul com
centro em Chapecó, região de pequenos produtores,
relevo ondulado e com alto potencial produtivo em seus
solos basálticos;
• a região metropolitana de Curitiba, incluindo o polo
moveleiro de São Bento do Sul em SC, importante área de
produção de madeira, chapas, papel e mobiliário e uma
das áreas de maior cobertura florestal das regiões sul e
sudeste;
•
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
Transferência de tecnologia apropriada.
• o centro-sul paranaense e norte catarinense,
abrangendo os polos madeireiros de União da
Vitória, General Carneiro, Irati, Caçador, Curitibanos,
Canoinhas
• a região de Arapongas, PR, importante polo
moveleiro do estado do Paraná
• a região de Votuporanga, SP, importante polo
moveleiro do estado de São Paulo
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
Transferência de tecnologia apropriada.
• a Região de Ubá, Bom Despacho e Martinho
Campos, MG, polo moveleiro emergente, com vastos
reflorestamentos de eucaliptus, mas com uma
necessidade extrema de mudança de patamar
tecnológico de sua silvicultura regional.
• Mato Grosso do Sul, com centro em Dourados, MS,
região carente de energia secagem de grãos
• Goiás, com centro no Distrito Federal ou Goiania,
GO, região carente de energia secagem de grãos
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
Transferência de tecnologia apropriada.
• a Região de Ubá, Bom Despacho e Martinho
Campos, MG, polo moveleiro emergente, com vastos
reflorestamentos de eucaliptus, mas com uma
necessidade extrema de mudança de patamar
tecnológico de sua silvicultura regional.
• Mato Grosso do Sul, com centro em Dourados, MS,
região carente de energia secagem de grãos
• Goiás, com centro no Distrito Federal ou Goiania,
GO, região carente de energia secagem de grãos
Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura

Oportunidadesparaomapa

  • 1.
    Alguns fatores devemser atacados para garantir o sucesso de empreendimentos florestais, especialmente em pequenas e médias propriedades: • Financiamento da produção. É necessário criar-se uma linha de crédito ou outro mecanismo de apoio com juros e carências apropriados, pois a distância entre o investimento e o seu retorno é de no mínimo 7 anos para o eucalipto e 12 anos para o pinus. O Ministério da Agricultura está negociando uma forma apoio financeiro a produção florestal junta à área econômica governamental (Resp. Luis Antonio Ribeiro e João Batista da Silva) • Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 2.
    Alguns fatores devemser atacados para garantir o sucesso de empreendimentos florestais, especialmente em pequenas e médias propriedades: •Oferta de material genético superior. Como em toda atividade produtiva vegetal, a vantagem potencial de materiais selecionados geneticamente é enorme em relação a materiais não selecionados. Este fato é ainda mais importante quando se leva em consideração a distância entre plantio e colheita e o alto custo financeiro de uma produção baixa. O Ministério da Agricultura está organizando em parceria com a Embrapa Florestas um mecanismo que garanta a disponibilização de sementes de qualidade superior (Resp. Luis Antonio Ribeiro e João Batista da Silva) Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 3.
    •Organização de produtoresflorestais. A agricultura e a pecuária brasileira tem longa tradição em associativismo e cooperativismo. No entanto, a área florestal não tem qualquer experiência na área e sempre foi praticada por produtores isolados. Com isto, o sucesso da atividade florestal é sempre associado a grandes produtores, via de regra verticalizados e com indústrias fortes, pois pequenos e médios produtores não conseguem produzir em escalas de mercado. Logo, é necessário apoiar a criação de associações e cooperativas florestais. Esta é uma área em que as empresas públicas de assistência possuem grande experiência. O Ministério da Agricultura deverá apoiará ações para organização de produtores na área florestal através de seu Departamento Nacional de Cooperativismo. Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 4.
    Transferência de tecnologiaapropriada. O país é um dos expoentes mundiais em silvicultura e manejo de florestas de pinus e eucalipto. Algumas de suas empresas são referenciais mundiais de qualidade e produtividade em produção sustentável florestal, obtendo rendimentos de 40 a 50 m3 / ha.ano. Por outro lado, a grande massa de produtores rurais obtém produtividades de 15 a 25 m3 /ha.ano, muito abaixo do potencial produtivo de suas áreas. Em grande parte, isto se deve a falta de acesso a insumos tecnológicos, como material genético superior, mas principalmente a inexistência de extensão florestal. A extensão rural brasileira não atua de forma consistente na área florestal e necessita de melhor capacitação. Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 5.
    Transferência de tecnologiaapropriada. Sob a coordenação da Embrapa Florestas, o plano de trabalho para o plantio de 2001 prevê o estabelecimento de: o um programa de treinamento de extensionistas e produtores, com uma estratégia de cursos realizados nas regiões onde há uma indústria de base florestal estruturada o uma rede de unidades demonstrativas referenciais, distribuida em locais estratégicos, próximos a polos industriais de madeira e mobiliário o um canal de comunicação com Embrapa Florestas, um serviço de atendimento à extensão rural, com acesso telefônico, via internet e assistência in loco Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 6.
    Transferência de tecnologiaapropriada. As atividades deste programa serão dirigidas a algumas regiões estratégicas, pelo seu potencial de produção e pela proximidade com polos industriais de madeira e mobiliário. Estes polos são: • A metade sul do Rio Grande do Sul, com grandes áreas e alta capacidade produtiva, a região necessita de alternativas a pecuária extensiva e a monocultura do arroz, combate a desertificação e combate a forte depressão economica; • A Serra Gaúcha, grande polo de mobiliário, é responsável pela exportação anual de mais de US$100 milhões; • Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 7.
    Transferência de tecnologiaapropriada. • A Região do planalto catarinense com centro em Lages, importante polo madeireiro e de celulose e papel; • o oeste catarinse e nordeste do Rio Grande do Sul com centro em Chapecó, região de pequenos produtores, relevo ondulado e com alto potencial produtivo em seus solos basálticos; • a região metropolitana de Curitiba, incluindo o polo moveleiro de São Bento do Sul em SC, importante área de produção de madeira, chapas, papel e mobiliário e uma das áreas de maior cobertura florestal das regiões sul e sudeste; • Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 8.
    Transferência de tecnologiaapropriada. • o centro-sul paranaense e norte catarinense, abrangendo os polos madeireiros de União da Vitória, General Carneiro, Irati, Caçador, Curitibanos, Canoinhas • a região de Arapongas, PR, importante polo moveleiro do estado do Paraná • a região de Votuporanga, SP, importante polo moveleiro do estado de São Paulo Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 9.
    Transferência de tecnologiaapropriada. • a Região de Ubá, Bom Despacho e Martinho Campos, MG, polo moveleiro emergente, com vastos reflorestamentos de eucaliptus, mas com uma necessidade extrema de mudança de patamar tecnológico de sua silvicultura regional. • Mato Grosso do Sul, com centro em Dourados, MS, região carente de energia secagem de grãos • Goiás, com centro no Distrito Federal ou Goiania, GO, região carente de energia secagem de grãos Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura
  • 10.
    Transferência de tecnologiaapropriada. • a Região de Ubá, Bom Despacho e Martinho Campos, MG, polo moveleiro emergente, com vastos reflorestamentos de eucaliptus, mas com uma necessidade extrema de mudança de patamar tecnológico de sua silvicultura regional. • Mato Grosso do Sul, com centro em Dourados, MS, região carente de energia secagem de grãos • Goiás, com centro no Distrito Federal ou Goiania, GO, região carente de energia secagem de grãos Oportunidades de Ação para o Ministério de Agricultura