ODAIR JOSÉ DA SILVA
M OT IV A NDO A A PRE NDIZ A GE M UT IL IZ A NDO RE CURS OS
T E CNOL ÓGICOS
UNIV E RS IDA DE CIDA DE DE S Ã O PA UL O
PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL
Resen d e
2011
Resumo
O presente artigo tem por objetivo refletir, segundo alguns conceitos teóricos,
sobre a importância da motivação na aprendizagem e na utilização de recursos
tecnolólogicos e da utilização dos mesmos como instrumento facilitador de
aprendizagem de crianças e adolescentes tornando a aprendizagem mais
significativa. Na prática, foi realizada uma pesquisa de campo (entrevista) com
cinco professoras do 1º ciclo do Ensino Fundamental (C.B.I e C.B.II) E TRES
PROFESSORES DO 2º CICLO DA Escola Municipal Professora Eliana Provazi
Município de Porto Real (R.J) tendo como objetivo identificar as possíveis causas da
não utilização de recursos tecnológico.
Palavras – chave: MOTIVAÇÃO,APRENDIZAGEM, RECURSOS TECNOLÓGICOS.
1. Introdução O referido artigo trata-se de proporcionar uma reflexão sobre as
dimensões da motivação e a utilização de recursos tecnologicos no contexto
educacional e o papel do professor como membro importante para o
aprendizado, pois estamos em um país que se diz democrático e a verdade é
bem diferente, claro que não vou negar que já alcançamos grandes objetivos,
mas devemos trabalhar muito para isso e a nossa atualidade requer a utilização
de recursos tecnológicos.
Analiso que a educação é um processo, e não um produto a ser entregue de
forma padronizada. A democratização deve ser buscada enquanto instrumento para
promover a qualidade, portanto um novo conceito se expressa menos em termos
de produção de documentos anuais ou planos e mais em termos de processo de
trabalho conjunto e de longo prazo, envolvendo toda a equipe da escola e
comunidade. Atualmente vivemos a Era da informação, temos em nossas mãos uma
infinidade de soluções digitais cada vez mais surpreendentes e poderosas. A
tecnologia da informação veio para modificar o cotidiano das pessoas no futuro,
aquele que não estiver “incluído digitalmente” viverá sob uma limitação social, sendo
assim, os indivíduos que não possuem acesso as tecnologias de informação e
comunicação como jornais impressos, rádio, internet e TV.
Destaca-se também o caso de professores ou escolas que recebem
computadores ,mídias mas que nunca são utilizados por não saberem utilizá-los ou
por receio de serem substituídos ou porque faltam professores qualificados para
repassar o conhecimento necessário ou até mesmo porque os professores não se
interessam em usá-los, afinal, como utilizar o computador e as mídias como
ferramenta de ensino para a motivação do aprendizado.
Somente colocar a mídia na escola é uma incoerência dos gestores É preciso
capacitá-los a utilizá–lo em benefício próprio e coletivo. A falta de qualificação
adequada dos professores coloca em risco o investimento feito pelas secretarias de
educação e tecnologia.E sem contar que a mesma é uma ferramenta de grande
importância para a motivação dos discentes.
TAPIA ALONSO JESÚS (2009) Defende que o interesse escolar não depende
de um único fator,seja pessoal ou contextual.Antes,a motivação esta ligada á interação
dinâmica entre as características pessoais e os contextos em que as tarefas escolares
se desenvolvem. TAPIA ALONSO JESÚS (2009)Focaliza o papel do professor na
motivação dos alunos.Para tanto,sintetiza inicialmente os fundamentos da
aprendizagem significativas e as principais teorias sobre motivação.saber motivar para
a aprendizagem escolar pressupõe saber como os alunos aprende.
PERRENOUD (2000), afirma que para se construir competências, visando a
utilização das tecnologias, o professor não precisa ser especialista em informática ou
programação, porém, “ser um usuário alerta, crítico, seletivo do que propõem os
especialistas educativos e ser um conhecedor dos softwares que facilitam o trabalho
intelectual, em geral, e uma disciplina, em particular. PERRENOUD (2000) destaca
ainda que o professor tenha “uma cultura de informática básica”, que o prepare para a
utilização das tecnologias digitais e ressalta que hoje os mesmos podem escolher
entre os softwares educativos disponíveis, o que melhor de adapta à sua disciplina.
VALENTE (2003) destaca que ao abordar a questão da formação de
professores para a informática na educação, enfatiza a necessidade do professor da
disciplina curricular ter conhecimento dos recursos adicionais que o computador
oferece, e assim poder alternar atividades informatizadas e não informatizas de
ensino-aprendizagem nas suas atividades pedagógicas.
Material e métodos
Para a coleta de dados, utilizou-se o instrumento que consistiu em um questionário estruturado
com questões O estudo caracterizou-se por identificar os conhecimentos adquiridos pelos
respondentes sobre motivação , incentivos para a utilização de recursos tecnológicos e se as
escolas possuem recursos tecnológicos.
Como forma de cumprir uma das finalidades do estudo, foram entregues folders explicativos a
fim de
contribuir com o esclarecimento sobre o tema ao grupo pesquisado.
RESULTADOS
Foi desenvolvida uma tabela de referência como padrão para a comparação dos níveis
de informação sobre a utilização dos recursos tecnológicos nível de conhecimento de
informática , esta motivado dos resultados obtidos na pesquisa:
classificados como: Utilização de recursos tecnológicos (de 10 pesquisados 5 disseram
que se utilizam,3 as vezes e 2 não utilizam), Nível de conhecimento de Informática (de 10
pesquisados 3 disseram que tem um bom conhecimento 4 regular e 3 nenhum
conhecimento) e se esta motivado (de 10 pesquisados 3 disseram estar motivados 5
disseram que não estão motivados 2 não responderam).
DISCUSSÕES
Durante a pesquisa, alguns professores relataram de que não faziam a utilização dos
recursos tecnológicos por não saberem utilizar e por ficarem com medo de serem
questionados pelos pais sobre a utilização desta nova tecnologia.outros relatam que não
tem conhecimento suficiente de informática e que tem medo do computador. Na questão
da motivação.A primeiro momento relatam que a motivação é muito importante para o
aprendizagem e em um segundo momento relatam estarem desmotivados para
utilizarem estes recursos.
CONCLUSÃO
A m o ti vação d a ap ren d i z ag em u ti l i z an d o recu rso s tecn o l ó g i co s
como instrumento facilitador da aprendizagem de crianças e adolescentes tem sido objeto de
estudo e análise por parte de muitos estudiosos das questões relativas a educação e à
aprendizagem.Com este trabalho pude detectar algumas falhas da não utilização da
motivação dos recursos tecnológicos e uma delas é a falta de conhecimento desses
recursos a segunda falta de capacitação em informática e a terceira a falta de incentivo
ao professor estão desmotivados a trabalharem com esses novos alunos.As reflexões e
as práticas sobre a incidência das novas tecnologias na educação têm-se desenvolvido em
diversos eixos. Muitos trabalhos, por exemplo, foram realizados sobre a «multimídia»,
enquanto suporte de ensino, ou sobre os computadores, como substitutos incansáveis dos
professores (ensino assistido por computador ou EAC). Nessa visão — extremamente clássica
— a informática oferece máquinas de ensinar. Seguido outra abordagem, os computadores são
considerados como instrumentos de comunicação, de pesquisa, de informação, de cálculo, de
produção de mensagens (textos, imagens ou som) a serem postos nas mãos dos
«aprendizes». A perspectiva aqui adotada também é diferente. O uso crescente das
tecnologias digitais e das redes de comunicação interativa está acompanhando e ampliando
uma profunda mutação da relação com o saber, da qual tentei traçar as grandes linhas neste
capítulo. Ao prolongar certas capacidades cognitivas humanas (memória, imaginação,
percepção), as tecnologias intelectuais com suporte digital estão redefinindo seu alcance, seu
significado, às vezes até sua natureza. As novas possibilidades de criação coletiva distribuída,
de aprendizado cooperativo e de colaboração em rede propiciada pelo ciberespaço estão
questionando o funcionamento das instituições e os modos habituais de divisão do trabalho,
tanto nas empresas quanto nas escolas. Na literatura, constata-se que muitas pesquisas
tratam dos conceitos e metodologias sobre atividades lúdicas, com diferentes enfoques,
embora não exista até o momento nenhuma teoria aceita universalmente para o “jogo”. Alguns
estudos revelam que além de propiciar a construção de um espaço no imaginário infantil, o
jogo, “por ser uma atividade dinâmica capaz de transformar-se com o contexto” (Diva
Maranhão, 2004), estimula o desenvolvimento da capacidade de abstração da criança.
Referindo-se ao processo educacional, Diva acrescenta que a utilização do jogo como um
recurso pedagógico é sugerida como facilitadora da aprendizagem e do desenvolvimento
infantil.
Fundamentos teóricos baseados nos estudos de Piaget, Vigotsky e Wallon mostram a
importância do lúdico para o desenvolvimento do ser humano. No campo educacional, a prática
psicopedagógica institucional evidencia que a sala de aula é um espaço privilegiado na
perspectiva da “construção da autoria do pensamento e da autonomia do sujeito”. Os
fundamentos da teoria piagetiana estudados por Goulart (1993), Garakis (1998) e outros
autores, valendo-se dos conceitos da Biologia, Epstemologia Genética e Lógica, mostram que
o desenvolvimento progressivo das estruturas intelectuais do indivíduo torna-o capaz de
aprender e que seu conhecimento é fruto da sua interação com o meio, sendo o jogo um
recurso muito importante para o desenvolvimento cognitivo da criança, o qual assume
valores diferentes em determinadas fases de sua vida, cujo aprendizado, se adequadamente
organizado, resulta em desenvolvimento mental.complexos como futebol, adivinhações,
enigmas e charadas, vê uma situação por diferentes ângulos, é capaz de organizar elementos
de acordo com suas características (cor, tamanho, forma, comprimento, volume, ...) usando
critérios de conjunto, mantém diálogo, cria histórias com enredo, porém, ainda não é capaz de
discutir diferentes pontos de vista.
Fundamentação Teórica e bibliográfica
TAPIA ALONSO JESÚS A motivação em sala de aula o que é,?e como se faz
São Paulo:Edições Loyola,8ªedição agosto DE 2009.
VALENTE,J. A.Formação De Educadores Para O Uso De Informática Na
Escola.
UNICAMP/NIED,2003.
PERRENOUD,P. Dez Novas Competencias Para Ensinar.Porto
Alegre:Artmed,2000
Open and Distance Learning, Critical Success Factors. Accès à la formatoin à
distance: clés pour un développement durable. Editors: Gordon Davies & David
Tinsley. Atas, Conferência Internacional, Genebra, 10 a 12 de outubro de 1994,
203 páginas.
* Trecho da obra «Cybercultura» a ser publicada a 21 de novembro pela editora
Odile Jacob (frança).

Odair jose da silva unicid

  • 1.
    ODAIR JOSÉ DASILVA M OT IV A NDO A A PRE NDIZ A GE M UT IL IZ A NDO RE CURS OS T E CNOL ÓGICOS UNIV E RS IDA DE CIDA DE DE S Ã O PA UL O PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL Resen d e 2011
  • 2.
    Resumo O presente artigotem por objetivo refletir, segundo alguns conceitos teóricos, sobre a importância da motivação na aprendizagem e na utilização de recursos tecnolólogicos e da utilização dos mesmos como instrumento facilitador de aprendizagem de crianças e adolescentes tornando a aprendizagem mais significativa. Na prática, foi realizada uma pesquisa de campo (entrevista) com cinco professoras do 1º ciclo do Ensino Fundamental (C.B.I e C.B.II) E TRES PROFESSORES DO 2º CICLO DA Escola Municipal Professora Eliana Provazi Município de Porto Real (R.J) tendo como objetivo identificar as possíveis causas da não utilização de recursos tecnológico. Palavras – chave: MOTIVAÇÃO,APRENDIZAGEM, RECURSOS TECNOLÓGICOS. 1. Introdução O referido artigo trata-se de proporcionar uma reflexão sobre as dimensões da motivação e a utilização de recursos tecnologicos no contexto educacional e o papel do professor como membro importante para o aprendizado, pois estamos em um país que se diz democrático e a verdade é bem diferente, claro que não vou negar que já alcançamos grandes objetivos, mas devemos trabalhar muito para isso e a nossa atualidade requer a utilização de recursos tecnológicos. Analiso que a educação é um processo, e não um produto a ser entregue de forma padronizada. A democratização deve ser buscada enquanto instrumento para promover a qualidade, portanto um novo conceito se expressa menos em termos de produção de documentos anuais ou planos e mais em termos de processo de trabalho conjunto e de longo prazo, envolvendo toda a equipe da escola e comunidade. Atualmente vivemos a Era da informação, temos em nossas mãos uma infinidade de soluções digitais cada vez mais surpreendentes e poderosas. A tecnologia da informação veio para modificar o cotidiano das pessoas no futuro, aquele que não estiver “incluído digitalmente” viverá sob uma limitação social, sendo assim, os indivíduos que não possuem acesso as tecnologias de informação e comunicação como jornais impressos, rádio, internet e TV. Destaca-se também o caso de professores ou escolas que recebem computadores ,mídias mas que nunca são utilizados por não saberem utilizá-los ou por receio de serem substituídos ou porque faltam professores qualificados para repassar o conhecimento necessário ou até mesmo porque os professores não se interessam em usá-los, afinal, como utilizar o computador e as mídias como ferramenta de ensino para a motivação do aprendizado.
  • 3.
    Somente colocar amídia na escola é uma incoerência dos gestores É preciso capacitá-los a utilizá–lo em benefício próprio e coletivo. A falta de qualificação adequada dos professores coloca em risco o investimento feito pelas secretarias de educação e tecnologia.E sem contar que a mesma é uma ferramenta de grande importância para a motivação dos discentes. TAPIA ALONSO JESÚS (2009) Defende que o interesse escolar não depende de um único fator,seja pessoal ou contextual.Antes,a motivação esta ligada á interação dinâmica entre as características pessoais e os contextos em que as tarefas escolares se desenvolvem. TAPIA ALONSO JESÚS (2009)Focaliza o papel do professor na motivação dos alunos.Para tanto,sintetiza inicialmente os fundamentos da aprendizagem significativas e as principais teorias sobre motivação.saber motivar para a aprendizagem escolar pressupõe saber como os alunos aprende. PERRENOUD (2000), afirma que para se construir competências, visando a utilização das tecnologias, o professor não precisa ser especialista em informática ou programação, porém, “ser um usuário alerta, crítico, seletivo do que propõem os especialistas educativos e ser um conhecedor dos softwares que facilitam o trabalho intelectual, em geral, e uma disciplina, em particular. PERRENOUD (2000) destaca ainda que o professor tenha “uma cultura de informática básica”, que o prepare para a utilização das tecnologias digitais e ressalta que hoje os mesmos podem escolher entre os softwares educativos disponíveis, o que melhor de adapta à sua disciplina. VALENTE (2003) destaca que ao abordar a questão da formação de professores para a informática na educação, enfatiza a necessidade do professor da disciplina curricular ter conhecimento dos recursos adicionais que o computador oferece, e assim poder alternar atividades informatizadas e não informatizas de ensino-aprendizagem nas suas atividades pedagógicas.
  • 4.
    Material e métodos Paraa coleta de dados, utilizou-se o instrumento que consistiu em um questionário estruturado com questões O estudo caracterizou-se por identificar os conhecimentos adquiridos pelos respondentes sobre motivação , incentivos para a utilização de recursos tecnológicos e se as escolas possuem recursos tecnológicos. Como forma de cumprir uma das finalidades do estudo, foram entregues folders explicativos a fim de contribuir com o esclarecimento sobre o tema ao grupo pesquisado. RESULTADOS Foi desenvolvida uma tabela de referência como padrão para a comparação dos níveis de informação sobre a utilização dos recursos tecnológicos nível de conhecimento de informática , esta motivado dos resultados obtidos na pesquisa: classificados como: Utilização de recursos tecnológicos (de 10 pesquisados 5 disseram que se utilizam,3 as vezes e 2 não utilizam), Nível de conhecimento de Informática (de 10 pesquisados 3 disseram que tem um bom conhecimento 4 regular e 3 nenhum conhecimento) e se esta motivado (de 10 pesquisados 3 disseram estar motivados 5 disseram que não estão motivados 2 não responderam). DISCUSSÕES Durante a pesquisa, alguns professores relataram de que não faziam a utilização dos recursos tecnológicos por não saberem utilizar e por ficarem com medo de serem questionados pelos pais sobre a utilização desta nova tecnologia.outros relatam que não tem conhecimento suficiente de informática e que tem medo do computador. Na questão da motivação.A primeiro momento relatam que a motivação é muito importante para o aprendizagem e em um segundo momento relatam estarem desmotivados para utilizarem estes recursos.
  • 5.
    CONCLUSÃO A m oti vação d a ap ren d i z ag em u ti l i z an d o recu rso s tecn o l ó g i co s como instrumento facilitador da aprendizagem de crianças e adolescentes tem sido objeto de estudo e análise por parte de muitos estudiosos das questões relativas a educação e à aprendizagem.Com este trabalho pude detectar algumas falhas da não utilização da motivação dos recursos tecnológicos e uma delas é a falta de conhecimento desses recursos a segunda falta de capacitação em informática e a terceira a falta de incentivo ao professor estão desmotivados a trabalharem com esses novos alunos.As reflexões e as práticas sobre a incidência das novas tecnologias na educação têm-se desenvolvido em diversos eixos. Muitos trabalhos, por exemplo, foram realizados sobre a «multimídia», enquanto suporte de ensino, ou sobre os computadores, como substitutos incansáveis dos professores (ensino assistido por computador ou EAC). Nessa visão — extremamente clássica — a informática oferece máquinas de ensinar. Seguido outra abordagem, os computadores são considerados como instrumentos de comunicação, de pesquisa, de informação, de cálculo, de produção de mensagens (textos, imagens ou som) a serem postos nas mãos dos «aprendizes». A perspectiva aqui adotada também é diferente. O uso crescente das tecnologias digitais e das redes de comunicação interativa está acompanhando e ampliando uma profunda mutação da relação com o saber, da qual tentei traçar as grandes linhas neste capítulo. Ao prolongar certas capacidades cognitivas humanas (memória, imaginação, percepção), as tecnologias intelectuais com suporte digital estão redefinindo seu alcance, seu significado, às vezes até sua natureza. As novas possibilidades de criação coletiva distribuída, de aprendizado cooperativo e de colaboração em rede propiciada pelo ciberespaço estão questionando o funcionamento das instituições e os modos habituais de divisão do trabalho, tanto nas empresas quanto nas escolas. Na literatura, constata-se que muitas pesquisas tratam dos conceitos e metodologias sobre atividades lúdicas, com diferentes enfoques, embora não exista até o momento nenhuma teoria aceita universalmente para o “jogo”. Alguns estudos revelam que além de propiciar a construção de um espaço no imaginário infantil, o jogo, “por ser uma atividade dinâmica capaz de transformar-se com o contexto” (Diva Maranhão, 2004), estimula o desenvolvimento da capacidade de abstração da criança. Referindo-se ao processo educacional, Diva acrescenta que a utilização do jogo como um recurso pedagógico é sugerida como facilitadora da aprendizagem e do desenvolvimento infantil. Fundamentos teóricos baseados nos estudos de Piaget, Vigotsky e Wallon mostram a importância do lúdico para o desenvolvimento do ser humano. No campo educacional, a prática psicopedagógica institucional evidencia que a sala de aula é um espaço privilegiado na perspectiva da “construção da autoria do pensamento e da autonomia do sujeito”. Os fundamentos da teoria piagetiana estudados por Goulart (1993), Garakis (1998) e outros autores, valendo-se dos conceitos da Biologia, Epstemologia Genética e Lógica, mostram que o desenvolvimento progressivo das estruturas intelectuais do indivíduo torna-o capaz de aprender e que seu conhecimento é fruto da sua interação com o meio, sendo o jogo um recurso muito importante para o desenvolvimento cognitivo da criança, o qual assume valores diferentes em determinadas fases de sua vida, cujo aprendizado, se adequadamente
  • 6.
    organizado, resulta emdesenvolvimento mental.complexos como futebol, adivinhações, enigmas e charadas, vê uma situação por diferentes ângulos, é capaz de organizar elementos de acordo com suas características (cor, tamanho, forma, comprimento, volume, ...) usando critérios de conjunto, mantém diálogo, cria histórias com enredo, porém, ainda não é capaz de discutir diferentes pontos de vista. Fundamentação Teórica e bibliográfica TAPIA ALONSO JESÚS A motivação em sala de aula o que é,?e como se faz São Paulo:Edições Loyola,8ªedição agosto DE 2009. VALENTE,J. A.Formação De Educadores Para O Uso De Informática Na Escola. UNICAMP/NIED,2003. PERRENOUD,P. Dez Novas Competencias Para Ensinar.Porto Alegre:Artmed,2000 Open and Distance Learning, Critical Success Factors. Accès à la formatoin à distance: clés pour un développement durable. Editors: Gordon Davies & David Tinsley. Atas, Conferência Internacional, Genebra, 10 a 12 de outubro de 1994, 203 páginas. * Trecho da obra «Cybercultura» a ser publicada a 21 de novembro pela editora Odile Jacob (frança).