LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS
O QUE MUDA PARA AS EMPRESAS?
Se a sua empresa interage
com seres humanos, ela faz
tratamento de dados pessoais
DUPLA FACE DOS DADOS PESSOAIS
Parte componente da personalidade
vs.
Ativo intangível
MAIS QUE UMA LEI
UM COMPLEXO DE NORMAS
LGPD
MARCO CIVIL DA INTERNET CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE
NORMAS SETORIAIS
RESOLUÇÕES DE
CONSELHOS PROFISSIONAIS
LEI DO CADASTRO POSITIVOLEGISLAÇÕES LOCAIS
4 CONDIÇÕES PARA O TRATAMENTO DE DADOS
FINALIDADE LÍCITA
E LEGÍTIMA
ORIGEM LÍCITA DOS DADOS
GARANTIR EXERCÍCIO DE
DIREITOS DOS USUÁRIOS
RESPEITO ÀS NORMAS DE
TRATAMENTO E GARANTIA DE
SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
ORIGEM LÍCITA DOS DADOS
Origem lícita
de dados
PRINCIPAIS HIPÓTESES
Dados cujo tratamento é
autorizado por lei
Dados cujo tratamento foi
autorizado pelo titular
Dados públicos – atenção!
Dados gerados a partir da interação
com o titular, em legítimo interesse do
controlador ou de terceiros
Dados cuja transferência, de um
controlador para outro, foi autorizada
pelo titular dos dados
Origem lícita
de dados
PERGUNTAS CHAVE
Quais os principais fluxos de
dados da minha empresa?1
3
Quais as origens dos
dados pessoais?
Quais dados pessoais minha
empresa processa?
(inventário de dados
pessoais)
2
HIPÓTESES DE POSSIBILIDADE DE
TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS
A lei estabelece em que situações os
dados pessoais de um titular podem
ser
alvo de tratamento.
PRINCIPAIS HIPÓTESES DE TRATAMENTO
ART. 7º, LGPD
CONSENTIMENTO DO TITULAR
CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÃO LEGAL OU REGULATÓRIA PELO CONTROLADOR
PARA EXERCÍCIO DE DIREITO EM PROCESSO JUDICIAL, ADMINISTRATIVO OU
ARBITRAL
PARA ATENDER LEGÍTIMO INTERESSE DO CONTROLADOR OU DE TERCEIROS
(ANÁLISE DE RISCO)
PARA PROTEÇÃO AO CRÉDITO
PARA EXECUÇÃO DE CONTRATO OU REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTO PRELIMINAR,
A PEDIDO DO TITULAR
PRINCÍPIOS ORIENTADORES DO
TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS
Princípios
Orientadores
Finalidade
Necessidade
Adequação
CASO CAMBRIDGE ANALYTICA
TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS EM DESCONFORMIDADE COM A LGPD
Princípios
Orientadores
Livre acesso
Qualidade dos dados
Transparência
Segurança
Prevenção
Não discriminação
Responsabilização
PRINCIPAIS DIREITOS DOS
TITULARES DE DADOS
Principais
direitos
Conhecimento da existência do
tratamento
Acesso aos dados
Correção dos dados
Anonimização, bloqueio ou eliminação
de dados desnecessários ou
processados em desconformidade
com a Lei
Eliminação dos dados tratados com
seu consentimento
Portabilidade dos dados
Revisão de decisões tomadas com
base no tratamento automatizado de
dados pessoais
Direitos dos
usuários
EXERCÍCIO DOS DIREITOS
A empresa precisa criar
interfaces, políticas e
procedimentos para que os
titulares possam exercer
plenamente seus direitos.
RESPONSABILIDADE
Os agentes de tratamento respondem por
dano patrimonial, moral, individual ou
coletivo decorrente da atividade de
tratamento.
Tratamento
irregular
Quando ocorrer em
desconformidade com a
legislação
Quando não fornecer segurança,
dentro da legítima expectativa do
titular dos dados
PRINCIPAIS
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
INFRAÇÕES PODEM GERAR MULTAS DE ATÉ
2% DO FATURAMENTO DA EMPRESA,
GRUPO OU CONGLOMERADO,
LIMITADAS A R$ 50 MILHÕES
INCIDENTES DE VIOLAÇÃO DE SEGURANÇA
QUE ENVOLVAM DADOS PESSOAIS DEVERÃO
SER INFORMADOS À AUTORIDADE NACIONAL
E AOS TITULARES DE DADOS, GERANDO RISCO DE
IMENSO PREJUÍZO REPUTACIONAL
SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
A LEGISLAÇÃO ESTABELECE A
SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
COMO UM DEVER DO
CONTROLADOR DOS DADOS
GOVERNANÇA
EM PROTEÇÃO DE DADOS NA PRÁTICA
Nova Lei de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)
PRINCIPAIS ÁREAS IMPACTADAS NAS EMPRESAS
TECNOLOGIA DA
INFORMAÇÃO
RECURSOS
HUMANOS
MARKETING
Será responsável pela implementação das políticas de
segurança da informação voltadas à proteção de dados
pessoais, além de garantir a privacidade dos dados em
todos os sistemas (privacy by default).
Além de ser a área que controla os dados
pessoais dos colaboradores, será
responsável por todo o processo de
conscientização e treinamento em segurança
e proteção de dados pessoais.
Em tempos de marketing omnichannel, os
dados pessoais são elementos preciosos, seja
para expansão de base, seja para fidelização
de clientes. Novas regras no processamento
de dados pessoais tendem a trazer
modificações significativas nas operações de
marketing.
Na prática
GOVERNANÇA EM PROTEÇÃO DE
DADOS
Será necessário conhecer e controlar todos
os dados pessoais que são processados.
Dados pessoais de funcionários
também são protegidos.
Processos e políticas de tratamento e
proteção de dados precisarão ser
implementados.
A lei não se restringe a dados
digitais, abrangendo também
registros físicos.
Accountability.
Será necessário demonstrar a garantia
de segurança dos dados pessoais.
Poderá ser necessário estabelecer
procedimentos de exclusão e
portabilidade de dados pessoais.
Relatórios de impacto de proteção de
dados pessoais (DPIA, sigla em
inglês) podem ser necessários.
Pode ser necessário o registro de
tratamento de dados pessoais.
GOVERNANÇA EM PROTEÇÃO DE
DADOS
Na prática
Garantir que as medidas de proteção serão
executadas também por terceiros
Poderá existir
responsabilidade solidária
entre controlador e operador
de tratamento de dados
pessoais.
Deverá nomear um encarregado (DPO) que
pode ser terceirizado, ou seja, não precisa
ser um funcionário da empresa.
GOVERNANÇA EM PROTEÇÃO DE
DADOS
Na prática
Será necessário criar canais de
comunicação com os titulares, para facilitar o
exercício dos direitos relativos à proteção de
dados.
Nova Lei de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)
14
MESES
SANCIONADA EM 14 DE AGOSTO DE 2.018
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RUA JOÃO PLANINCHECK, 1990 | SALA 1002
JARAGUÁ DO SUL, SC

O que muda no nosso cotidiano com a nova Lei Geral de Proteção de Dados?

  • 1.
    LEI GERAL DEPROTEÇÃO DE DADOS O QUE MUDA PARA AS EMPRESAS?
  • 2.
    Se a suaempresa interage com seres humanos, ela faz tratamento de dados pessoais
  • 3.
    DUPLA FACE DOSDADOS PESSOAIS Parte componente da personalidade vs. Ativo intangível
  • 5.
    MAIS QUE UMALEI UM COMPLEXO DE NORMAS LGPD MARCO CIVIL DA INTERNET CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NORMAS SETORIAIS RESOLUÇÕES DE CONSELHOS PROFISSIONAIS LEI DO CADASTRO POSITIVOLEGISLAÇÕES LOCAIS
  • 6.
    4 CONDIÇÕES PARAO TRATAMENTO DE DADOS FINALIDADE LÍCITA E LEGÍTIMA ORIGEM LÍCITA DOS DADOS GARANTIR EXERCÍCIO DE DIREITOS DOS USUÁRIOS RESPEITO ÀS NORMAS DE TRATAMENTO E GARANTIA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
  • 7.
  • 8.
    Origem lícita de dados PRINCIPAISHIPÓTESES Dados cujo tratamento é autorizado por lei Dados cujo tratamento foi autorizado pelo titular Dados públicos – atenção! Dados gerados a partir da interação com o titular, em legítimo interesse do controlador ou de terceiros Dados cuja transferência, de um controlador para outro, foi autorizada pelo titular dos dados
  • 9.
    Origem lícita de dados PERGUNTASCHAVE Quais os principais fluxos de dados da minha empresa?1 3 Quais as origens dos dados pessoais? Quais dados pessoais minha empresa processa? (inventário de dados pessoais) 2
  • 10.
    HIPÓTESES DE POSSIBILIDADEDE TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS
  • 11.
    A lei estabeleceem que situações os dados pessoais de um titular podem ser alvo de tratamento.
  • 12.
    PRINCIPAIS HIPÓTESES DETRATAMENTO ART. 7º, LGPD CONSENTIMENTO DO TITULAR CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÃO LEGAL OU REGULATÓRIA PELO CONTROLADOR PARA EXERCÍCIO DE DIREITO EM PROCESSO JUDICIAL, ADMINISTRATIVO OU ARBITRAL PARA ATENDER LEGÍTIMO INTERESSE DO CONTROLADOR OU DE TERCEIROS (ANÁLISE DE RISCO) PARA PROTEÇÃO AO CRÉDITO PARA EXECUÇÃO DE CONTRATO OU REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTO PRELIMINAR, A PEDIDO DO TITULAR
  • 13.
  • 14.
  • 15.
    CASO CAMBRIDGE ANALYTICA TRATAMENTODE DADOS PESSOAIS EM DESCONFORMIDADE COM A LGPD
  • 16.
    Princípios Orientadores Livre acesso Qualidade dosdados Transparência Segurança Prevenção Não discriminação Responsabilização
  • 17.
  • 18.
    Principais direitos Conhecimento da existênciado tratamento Acesso aos dados Correção dos dados Anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários ou processados em desconformidade com a Lei Eliminação dos dados tratados com seu consentimento Portabilidade dos dados Revisão de decisões tomadas com base no tratamento automatizado de dados pessoais
  • 19.
    Direitos dos usuários EXERCÍCIO DOSDIREITOS A empresa precisa criar interfaces, políticas e procedimentos para que os titulares possam exercer plenamente seus direitos.
  • 20.
  • 21.
    Os agentes detratamento respondem por dano patrimonial, moral, individual ou coletivo decorrente da atividade de tratamento.
  • 22.
    Tratamento irregular Quando ocorrer em desconformidadecom a legislação Quando não fornecer segurança, dentro da legítima expectativa do titular dos dados
  • 23.
  • 24.
    INFRAÇÕES PODEM GERARMULTAS DE ATÉ 2% DO FATURAMENTO DA EMPRESA, GRUPO OU CONGLOMERADO, LIMITADAS A R$ 50 MILHÕES
  • 25.
    INCIDENTES DE VIOLAÇÃODE SEGURANÇA QUE ENVOLVAM DADOS PESSOAIS DEVERÃO SER INFORMADOS À AUTORIDADE NACIONAL E AOS TITULARES DE DADOS, GERANDO RISCO DE IMENSO PREJUÍZO REPUTACIONAL
  • 26.
  • 27.
    A LEGISLAÇÃO ESTABELECEA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO COMO UM DEVER DO CONTROLADOR DOS DADOS
  • 28.
  • 29.
    Nova Lei deProteção de Dados Pessoais (LGPD) PRINCIPAIS ÁREAS IMPACTADAS NAS EMPRESAS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RECURSOS HUMANOS MARKETING Será responsável pela implementação das políticas de segurança da informação voltadas à proteção de dados pessoais, além de garantir a privacidade dos dados em todos os sistemas (privacy by default). Além de ser a área que controla os dados pessoais dos colaboradores, será responsável por todo o processo de conscientização e treinamento em segurança e proteção de dados pessoais. Em tempos de marketing omnichannel, os dados pessoais são elementos preciosos, seja para expansão de base, seja para fidelização de clientes. Novas regras no processamento de dados pessoais tendem a trazer modificações significativas nas operações de marketing.
  • 30.
    Na prática GOVERNANÇA EMPROTEÇÃO DE DADOS Será necessário conhecer e controlar todos os dados pessoais que são processados. Dados pessoais de funcionários também são protegidos. Processos e políticas de tratamento e proteção de dados precisarão ser implementados. A lei não se restringe a dados digitais, abrangendo também registros físicos.
  • 31.
    Accountability. Será necessário demonstrara garantia de segurança dos dados pessoais. Poderá ser necessário estabelecer procedimentos de exclusão e portabilidade de dados pessoais. Relatórios de impacto de proteção de dados pessoais (DPIA, sigla em inglês) podem ser necessários. Pode ser necessário o registro de tratamento de dados pessoais. GOVERNANÇA EM PROTEÇÃO DE DADOS Na prática
  • 32.
    Garantir que asmedidas de proteção serão executadas também por terceiros Poderá existir responsabilidade solidária entre controlador e operador de tratamento de dados pessoais. Deverá nomear um encarregado (DPO) que pode ser terceirizado, ou seja, não precisa ser um funcionário da empresa. GOVERNANÇA EM PROTEÇÃO DE DADOS Na prática Será necessário criar canais de comunicação com os titulares, para facilitar o exercício dos direitos relativos à proteção de dados.
  • 33.
    Nova Lei deProteção de Dados Pessoais (LGPD) 14 MESES SANCIONADA EM 14 DE AGOSTO DE 2.018 Contagem regressiva!
  • 34.
    PHONE: 47 99123.6780 E-MAIL:GUSTAVO@BRAZECAMARGO.COM.BR RUA JOÃO PLANINCHECK, 1990 | SALA 1002 JARAGUÁ DO SUL, SC