O escritor e o mercado editorial: o caminho digital Por Carlo Carrenho | Estação das Letras, Rio de Janeiro, 5/2/2011
I. Em terras tupiniquins II. Enquanto isso, lá fora III. Os três mosqueteiros IV. Autoedite-se a si próprio V. Polêmicas, decisões e afins
As livrarias digitais brasileiras Saraiva Lançada em 06/2010 Catálogo de 2.000 títulos em português Aplicativos para desktop, iPhone e iPad (50 mil downloads em um mês) 150 mil downloads em 4 meses Comercializa o Alfa Positivo DRM Ponto Frio / Casas Bahia Lançada em 09/2010 Catálogo de 210 títulos Opção de DRM para editoras Grioti eBookstore baiana, fundada em 11/2010 Catálogo de 870 títulos em português DRM ou Marca d’Água Cultura Lançada em 03/2010 Catálogo de 2.000 títulos em português Comercializa o Alfa Positivo DRM Simplíssimo Lançada em 07/2010 Catálogo de 200 títulos Sem DRM para autores independentes Opção de DRM para editoras Gato Sabido 1ª eBookstore brasileira, fundada em 12/2009 Catálogo de 2.800 títulos em português E-reader próprio DRM
As livrarias digitais brasileiras
As distribuidoras digitais brasileiras DLD Consórcio de grandes editoras (Rocco, Record, Sextante, Planeta e Objetiva) Pretende ter um catálogo de 500 títulos até o fim do ano e crescê-lo na velocidade 300 títulos por mês Vão distribuir outras editoras Início de operação Xeriph Criada pelos controladores da Gato Sabido Permitirá a distribuição em moldes convencionais Operará também como prestador de serviços Tecnicamente operacional, mas possui distribuição limitada no momento Participação da Superpedido Singular Braço digital do grupo Ediouro Proposta é ser um hub digital para distribuição de conteúdo no formato de POD e ePub. Vão distribuir outras editoras Operação mais adiantada, mas ainda longe da plena capacidade Inúmeras parcerias internacionais: ColorCentric, Smashwords, Digipedia, Ingram etc. Acordo em finalização com a Ingram. Simplissimo / Stealth Plataforma ítalo-gaúcha Oferecem opção de marca d’água Início de operação
Os e-readers no mercado brasileiro iPad: R$ 1.649 Kindle: R$ 550 Positivo alfa: R$ 799 Cooler: R$ 599 iRiver: R$ 969 Galaxy: R$ 1.999
Os e-readers no mercado brasileiro
O usuário de e-reader nos EUA Fonte:  The Harris Poll ® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso Diferenças entre e-readers, smartbooks e tablets Tipo Interação principal Tamanho da tela Formato da tela Velocidade da tela Conecti-vidade Conteúdo mais apropriado E-readers Consumo Médio PB Lento Dados (limitado) Livros Smartphones Comunicação Pequeno Colorida Rápido Voz e dados Notícias Tablets Entretenimento Médio Colorida Rápido Dados Revistas
Os leitores brasileiros de e-books Fonte: Retratos da Leitura no Brasil | Instituto Pró-Livro | 2007
Os leitores brasileiros de e-books Fonte: Retratos da Leitura no Brasil | Instituto Pró-Livro | 2007
Livros baixados na internet Fonte: Retratos da Leitura no Brasil | Instituto Pró-Livro | 2007
Livros baixados na internet Fonte: Retratos da Leitura no Brasil | Instituto Pró-Livro | 2007
O livro digital no desktop (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Conceito está bastante difundido Livro digital é sempre associado à internet Rejeição do leitor brasileiro se dá, inicialmente, por: Dificuldade para ler os textos na tela Manuseio e transporte difícil do computador Afeição aos livros impressos em papel
O livro digital no desktop (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Não dá para fazer anotações e grifos Mesmo lendo na tela, prefere imprimir e ler no papel Concorre com outras mídias eletrônicas do computador, redes sociais e bate-papos on-line “ Degustação” de livros digitais na internet (Google) perde de longe para a livraria Grande desconhecimento de quem fornece livros digitais
Conhecimento do e-reader Fonte: Consumo de Eletrônicos no Brasil | GfK Brasil | Maio, 2010
Conhecimento do e-reader Fonte: Consumo de Eletrônicos no Brasil | GfK Brasil | Maio, 2010
O livro digital no e-reader (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Desconhecimento alto do produto Boa luminosidade e leitura fácil Formato simples e prático Aparelho leve e fácil de transportar
O livro digital no e-reader (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Boa capacidade de armazenamento Produto de uso simplificado Forte apelo ecológico    Gera forte empatia e aprovação
O livro digital no e-reader (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Reação dos leitores: Desperta fortes expectativas no usuário iniciante. Crença em uma rápida evolução tecnológica (cor, luz e sensibilidade). Gera certa frustração inicial no usuário. Ainda está no estágio inicial (protótipo).
Intenção de compra de e-reader a preço acessível Fonte: Consumo de Eletrônicos no Brasil | GfK Brasil | Maio, 2010
Intenção de compra de e-reader a preço acessível Fonte: Consumo de Eletrônicos no Brasil | GfK Brasil | Maio, 2010
Os preços desejados do e-reader (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Quanto você está disposto a pagar por um e-reader? São Paulo: R$ 1,5 mil Rio de Janeiro: R$ 1 mil Porto Alegre: R$ 1 mil Recife: R$ 200,00 / 300,00
A compra de e-books (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Qual um preço aceitável para um livro digital? ¼ do atual preço de capa, desde que tenha valor agregado.(exemplo: livro técnico de R$ 90 por R$ 20) Você pretende comprar livros digitais? NÃO!
Desafios do mercado brasileiro “ No modelo físico, temos muito livro para pouca prateleira. No digital, temos muita prateleira para pouco livro.” Carlos Eduardo Ernanny  (Gato Sabido) Catálogo ínfimo: 6.000 títulos com sobreposição de catálogos Distribuição ainda não estabelecida E-readers caros para a realidade nacional
A corrida por conteúdo já começou, mas todos ainda estão na linha de partida
II. Enquanto isso, lá fora I. Em terras tupiniquins III. Os três mosqueteiros IV. Autoedite-se a si próprio V. Polêmicas, decisões e afins
Dizem por aí... “ Um diretor comercial de uma grande editora afirmou que suas vendas de e-books já respondem por 11% do faturamento, e foram apenas 3% no ano passado. Ele espera que no ano que vem elas cheguem a 22%. E ele estava falando em valores; em exemplares, a participação será maior." Mike Shatzkin , consultor, (out/10) "Estamos com 8% de vendas digitais nos EUA atualmente. Posso imaginar que vamos passar dos 10% no ano que vem. A participação dos e-book provavelmente será algo entre 25 e 50% em cinco anos." Markus Dohle , presidente da Random House (jul/10) "Os livros digitais responderam por 4,5% das vendas em 2009 e prevê-se que alcancem 8% em 2010". Carolyn Reidy , presidente da Simon & Schuster (out/10) " Durante os últimos 30 dias, os clientes da Amazon compraram mais e-books que p-books (livros físicos) dos títulos que estão entre os 10, 25, 100 e 1000 mais vendidos da Amazon.com. E a proporção entre livros digitais e livros físicos nos top 10 é de 2 para 1. “ Steve Kessel , vice-presidente da Amazon (out/10) "  Em 2010, foram vendidos 115 e-books para cada 100 livros brochura  e 3 e-books para cada livro em capa dura. " Press Release da Amazon
O crescimento das vendas de e-books nos EUA Fonte: The International Digital Publishing Forum (www.idpf.org)
O crescimento das vendas de e-books nos EUA Fonte: The International Digital Publishing Forum (www.idpf.org)
A participação das vendas de e-books nos EUA Fonte:  Association of American Publishers *jan a out
Projeção de faturamento de ebooks nos EUA Fonte:  The Yankee Group com projeções da indústria
Previsão de vendas de e-reader devices nos EUA Fonte:  The Harris Poll® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso, para os anos de 2009 a 2013. Demais anos são projeções.
O usuário de e-reader nos EUA Fonte:  The Harris Poll ® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso Livros lidos por ano Número de livros Usuários de e-reader (8%) Não-usuários (92%) 0 1 % 10 % 1 – 2 3 % 15 % 3 – 5 16 % 21 % 6 – 10 19 % 16% 11 – 20 36 % 19% 21 + 26 % 19%
O usuário de e-reader nos EUA Fonte:  The Harris Poll ® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso Livros comprados por ano Número de livros Usuários de e-reader (8%) Não-usuários (92%) 0 8 % 22 % 1 – 2 8 % 18 % 3 – 5 18 % 22 % 6 – 10 30 % 16% 11 – 20 17 % 11% 21 + 20 % 11%
O usuário de e-reader nos EUA Fonte:  The Harris Poll ® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso Mudanças no hábito de leitura Nos últimos 6 meses... Usuários de e-reader (8%) Não-usuários (92%) Lêem a mesma quantidade 25 % 51 % Lêem menos que antes 18 % 23 % Lêem mais que antes 53 % 18 % Compram mais livros mas não os lêem tão imediatamente como antes 4 % 4% Não sabem 0 4%
O efeito Kindle Fonte:  Codex Group Survey  | Nov 2010
O formato dos ebooks Fonte:  A Blueprint for Book Publishing Transformation: | Gilbane Group / Aptara | Oct 2010
III. Os Três Mosqueteiros I. Em terras tupiniquins II. Enquanto isso, lá fora IV. Autoedite-se a si próprio V. Polêmicas, decisões e afins
Amazon Análise baseada no seminário “Understanding Digital Rights in a Digital Selling World”, apresentado por  Evan Schnittman na Feira de Frankfurt de 2010. Modelo de distribuição com descontos entre 30 e 60% O varejista determina o preço Pontos fortes: Maior varejista online com 75% de market share em livros físicos e 65% em e-books Interação entre o Kindle e a plataforma Plataforma de self-publishing Compromisso de longo prazo para fazer os e-books acontecerem Pontos fracos: Produção e design dos e-readers Plataforma Mobi bloqueada Não pode manter o market share atual Limitações do e-reader com e-ink
Apple Análise baseada no seminário “Understanding Digital Rights in a Digital Selling World”, apresentado por  Evan Schnittman na Feira de Frankfurt de 2010. Modelo de agência com 30% O editor determina o preço Pontos fortes: Hardware e software Design e interação com o usuário Prioridade é vender hardware e software; margem no conteúdo é secundária Outras plataformas coexistem no hardware Pontos fracos: Novata no mercado editorial Seleção limitada Tela reflexiva gera uma leitura mais cansativa que os e-readers com e-ink
Google Análise baseada no seminário “Understanding Digital Rights in a Digital Selling World”, apresentado por  Evan Schnittman na Feira de Frankfurt de 2010. Modelo de distribuição / varejo com desconto de 37% e comissão de 10% Nos EUA pelo menos, também aceitará o modelo de agência Pontos fortes: Browser é plataforma Multiplataforma, acesso online e offline Catálogo gigantesco 100% na nuvem A busca é o grande negócio, não a margem na comercialização de conteúdo Pontos fracos: Atraso de lançamento Limitações do browser como plataforma Não prevê plataforma de self-publishing e de impressão por demanda
Kobo Modelo de distribuição e de agência Empresa canadense, com participação acionária da Borders e Índigo Pontos fortes: É uma empresa de livreiros tradicionais Canadense, corre por fora Pensa globalmente Multiplataforma Pontos fracos: Não é uma megaempresa Marca pouco conhecida internacionalmente
A diferença de escalas Fonte:  Books, ebooks and the future |  Enders Analysis and Nielsen BookScan | Outubro, 2010
IV. Autoedite-se a si próprio I. Em terras tupiniquins II. Enquanto isso, lá fora III. Os três mosqueteiros V. Polêmicas, decisões e afins
Self-publishing: o modelo SmashWords
Self-publishing: o modelo SmashWords Plataforma de publicação e distribuição de e-books em vários formatos e lojas virtuais Rápida, gratuita, fácil e sem exclusividade Royalties de 60 a 85% Sem DRM
Self-publishing: o modelo SmashWords UPLOAD Autor / editor faz o upload de um arquivo de Microsoft Word devidamente formatado CONVERS ÃO A Smashwords converte automaticamente para 9 formatos de e - books PUBLICAÇÃO Pronta para venda online imediata em ebookstores como Apple, Kobo, Barnes&Noble DISTRIBUIÇÃO Distribuição para os principais varejistas (Apple, Barnes & Noble, Sony, outros) PAGAMENTO Autores / editores recebem 85% do líquido. Pagamento internacional via PayPal.
Self-publishing: o modelo SmashWords 140 28.800 6.000
Self-publishing: o modelo AuthorDirect.net
Self-publishing: o modelo AuthorDirect.net Plataforma australiana de publicação Royalty de 70% Comissão de 5% para indicações Direcionada a autores independentes JÁ PUBLICADOS Sem DRM
Chemins de tr@verse: um modelo 100% digital
Chemins de tr@verse: um modelo 100% digital Editora 100% digital, mas não é self-publishing Utiliza a comunidade de editores, chefes de coleção e autores A remuneração dos profissionais é variável, em royaties: Autor: 40% Coordenador da coleção: 10% Editor: 5% Comitê editorial: 3% Possui a própria loja, a Bouquineo.fr, sem DRM Seu modelo viabiliza a publicação de livros que seria impossível em papel com a participação de editores e profissionais gabaritados
Chemins de tr@verse: um modelo 100% digital A Chemins de Tra@verse explica sua própria diferenciação: Atingimos um público imenso graças à internet Nossos autores e, de forma geral, os membros da cadeia editorial são melhor remunerados por royalties Não consumimos uma grama de papel Nossos livros são mais baratos Nossos livros são vendidos primariamente na forma digital, ainda que parceiros permitam impressão por demanda
Self-Publishing: o modelo da Wordclay
Self-Publishing: o modelo da Wordclay Livro pode ser “publicado” gratuitamente O escritor pode acrescentar serviços Distribuição em varejistas mediante compra de pacote Paga royalties a critério do autor, via cheques em dólar Aceita autores estrangeiros
Self-Publishing: o modelo da iUniverse
Self-Publishing: o modelo da iUniverse Escritor escolhe um pacote de publicação pago Distribuição em varejistas dependendo do pacote Royalties de 20% do líquido, pagos em cheques ou DOC em dólar Focado em autores norte-americanos
Opções de Self-Publishing no Brasil Universo do autor Fase beta Iniciativa da Ediouro/Singular Pacotes de R$ 400 a R$ 2.000 R$ 250 para e-book Livros na Saraiva, Laselva, Cultura, Fnac e Travessa Gato Sabido Plataforma de self-publishing será lançada nos próximos meses Distribuição via Xeriph Bookess Start-up catarinense Mistura mídia social e self-publishing E-books e POD Distribuição própria Simplíssimo Start-up gaúcha E-books Distribuição própria
V. Polêmicas, decisões e afins I. Em terras tupiniquins II. Enquanto isso, lá fora III. Os três mosqueteiros IV. Autoedite-se a si próprio
Direitos autorais Qual a porcentagem para o autor? A territorialidade acabou? Revisão dos contrato
Digital rights management (DRM) Protege contra pirataria, mas prejudica o leitor honesto ao criar dificuldades Nunca funcionou para a música Editor e autor têm de escolher entre o risco da pirataria, desagradar o consumidor e o modelo monopolista de grandes varejistas
Ainda precisamos de editoras? “ A grande oportunidade que o Kindle oferece ao escritor é que ele permite que leitores em outros países sem acesso a livrarias locais acessem textos em sua própria língua. Portanto, é com muita algria que agora vejo meus livros em português, antes disponíveis no exterior apenas em livrarias especializadas, a um clique de distância dos leitores de língua portuguesa do mundo todo.” Paulo Coelho, em janeiro de 2010, ao fechar acordo de exclusividade com a Amazon para a distribuição de seus e-books em português
O papel da editora no mundo físico Edição Chancela de qualidade Distribuição Marketing
O papel da editora no mundo digital Edição continua igual Chancela de qualidade continua igual Distribuição perde o sentido e a exclusividade da editora Marketing é todo remodelado
Editoras: vantagens e desvantagens Vantagens Trato editorial do texto Produção profissional Custo zero para o autor Chancela de qualidade Desvantagens Pouca atenção individual a cada título ou autor Pouca flexibilidade para inovação Grandes barreiras de entrada
Self-publishing digital: vantagens e desvantagens Vantagens Controle absoluto sobre a obra Atenção e dedicação durante toda a vida útil do livro Maior ganho financeiro por  livro vendido Desvantagens Custo por conta do autor Administração constante do livro pelo resto da vida Não há chancela de qualidade
Obrigado! Carlo Carrenho Fundador e presidente do PublishNews (www.publishnews.com.br) Editor do Tipos Digitais (www.tiposdigitais.com) E-mail: carlocarrenho @ publishnews.com.br Linkedin: http://br.linkedin.com/in/carrenho Twitter: @carrenho

O caminho digital para escritores

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    O escritor eo mercado editorial: o caminho digital Por Carlo Carrenho | Estação das Letras, Rio de Janeiro, 5/2/2011
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    I. Em terrastupiniquins II. Enquanto isso, lá fora III. Os três mosqueteiros IV. Autoedite-se a si próprio V. Polêmicas, decisões e afins
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    As livrarias digitaisbrasileiras Saraiva Lançada em 06/2010 Catálogo de 2.000 títulos em português Aplicativos para desktop, iPhone e iPad (50 mil downloads em um mês) 150 mil downloads em 4 meses Comercializa o Alfa Positivo DRM Ponto Frio / Casas Bahia Lançada em 09/2010 Catálogo de 210 títulos Opção de DRM para editoras Grioti eBookstore baiana, fundada em 11/2010 Catálogo de 870 títulos em português DRM ou Marca d’Água Cultura Lançada em 03/2010 Catálogo de 2.000 títulos em português Comercializa o Alfa Positivo DRM Simplíssimo Lançada em 07/2010 Catálogo de 200 títulos Sem DRM para autores independentes Opção de DRM para editoras Gato Sabido 1ª eBookstore brasileira, fundada em 12/2009 Catálogo de 2.800 títulos em português E-reader próprio DRM
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    As distribuidoras digitaisbrasileiras DLD Consórcio de grandes editoras (Rocco, Record, Sextante, Planeta e Objetiva) Pretende ter um catálogo de 500 títulos até o fim do ano e crescê-lo na velocidade 300 títulos por mês Vão distribuir outras editoras Início de operação Xeriph Criada pelos controladores da Gato Sabido Permitirá a distribuição em moldes convencionais Operará também como prestador de serviços Tecnicamente operacional, mas possui distribuição limitada no momento Participação da Superpedido Singular Braço digital do grupo Ediouro Proposta é ser um hub digital para distribuição de conteúdo no formato de POD e ePub. Vão distribuir outras editoras Operação mais adiantada, mas ainda longe da plena capacidade Inúmeras parcerias internacionais: ColorCentric, Smashwords, Digipedia, Ingram etc. Acordo em finalização com a Ingram. Simplissimo / Stealth Plataforma ítalo-gaúcha Oferecem opção de marca d’água Início de operação
  • 6.
    Os e-readers nomercado brasileiro iPad: R$ 1.649 Kindle: R$ 550 Positivo alfa: R$ 799 Cooler: R$ 599 iRiver: R$ 969 Galaxy: R$ 1.999
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    Os e-readers nomercado brasileiro
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    O usuário dee-reader nos EUA Fonte: The Harris Poll ® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso Diferenças entre e-readers, smartbooks e tablets Tipo Interação principal Tamanho da tela Formato da tela Velocidade da tela Conecti-vidade Conteúdo mais apropriado E-readers Consumo Médio PB Lento Dados (limitado) Livros Smartphones Comunicação Pequeno Colorida Rápido Voz e dados Notícias Tablets Entretenimento Médio Colorida Rápido Dados Revistas
  • 9.
    Os leitores brasileirosde e-books Fonte: Retratos da Leitura no Brasil | Instituto Pró-Livro | 2007
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    Os leitores brasileirosde e-books Fonte: Retratos da Leitura no Brasil | Instituto Pró-Livro | 2007
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    Livros baixados nainternet Fonte: Retratos da Leitura no Brasil | Instituto Pró-Livro | 2007
  • 12.
    Livros baixados nainternet Fonte: Retratos da Leitura no Brasil | Instituto Pró-Livro | 2007
  • 13.
    O livro digitalno desktop (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Conceito está bastante difundido Livro digital é sempre associado à internet Rejeição do leitor brasileiro se dá, inicialmente, por: Dificuldade para ler os textos na tela Manuseio e transporte difícil do computador Afeição aos livros impressos em papel
  • 14.
    O livro digitalno desktop (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Não dá para fazer anotações e grifos Mesmo lendo na tela, prefere imprimir e ler no papel Concorre com outras mídias eletrônicas do computador, redes sociais e bate-papos on-line “ Degustação” de livros digitais na internet (Google) perde de longe para a livraria Grande desconhecimento de quem fornece livros digitais
  • 15.
    Conhecimento do e-readerFonte: Consumo de Eletrônicos no Brasil | GfK Brasil | Maio, 2010
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    Conhecimento do e-readerFonte: Consumo de Eletrônicos no Brasil | GfK Brasil | Maio, 2010
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    O livro digitalno e-reader (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Desconhecimento alto do produto Boa luminosidade e leitura fácil Formato simples e prático Aparelho leve e fácil de transportar
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    O livro digitalno e-reader (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Boa capacidade de armazenamento Produto de uso simplificado Forte apelo ecológico  Gera forte empatia e aprovação
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    O livro digitalno e-reader (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Reação dos leitores: Desperta fortes expectativas no usuário iniciante. Crença em uma rápida evolução tecnológica (cor, luz e sensibilidade). Gera certa frustração inicial no usuário. Ainda está no estágio inicial (protótipo).
  • 20.
    Intenção de comprade e-reader a preço acessível Fonte: Consumo de Eletrônicos no Brasil | GfK Brasil | Maio, 2010
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    Intenção de comprade e-reader a preço acessível Fonte: Consumo de Eletrônicos no Brasil | GfK Brasil | Maio, 2010
  • 22.
    Os preços desejadosdo e-reader (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Quanto você está disposto a pagar por um e-reader? São Paulo: R$ 1,5 mil Rio de Janeiro: R$ 1 mil Porto Alegre: R$ 1 mil Recife: R$ 200,00 / 300,00
  • 23.
    A compra dee-books (mar/10) Fonte: Os Leitores Brasileiros e o Livro Digital | Observatório do Livro | 2010 Qual um preço aceitável para um livro digital? ¼ do atual preço de capa, desde que tenha valor agregado.(exemplo: livro técnico de R$ 90 por R$ 20) Você pretende comprar livros digitais? NÃO!
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    Desafios do mercadobrasileiro “ No modelo físico, temos muito livro para pouca prateleira. No digital, temos muita prateleira para pouco livro.” Carlos Eduardo Ernanny (Gato Sabido) Catálogo ínfimo: 6.000 títulos com sobreposição de catálogos Distribuição ainda não estabelecida E-readers caros para a realidade nacional
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    A corrida porconteúdo já começou, mas todos ainda estão na linha de partida
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    II. Enquanto isso,lá fora I. Em terras tupiniquins III. Os três mosqueteiros IV. Autoedite-se a si próprio V. Polêmicas, decisões e afins
  • 27.
    Dizem por aí...“ Um diretor comercial de uma grande editora afirmou que suas vendas de e-books já respondem por 11% do faturamento, e foram apenas 3% no ano passado. Ele espera que no ano que vem elas cheguem a 22%. E ele estava falando em valores; em exemplares, a participação será maior." Mike Shatzkin , consultor, (out/10) "Estamos com 8% de vendas digitais nos EUA atualmente. Posso imaginar que vamos passar dos 10% no ano que vem. A participação dos e-book provavelmente será algo entre 25 e 50% em cinco anos." Markus Dohle , presidente da Random House (jul/10) "Os livros digitais responderam por 4,5% das vendas em 2009 e prevê-se que alcancem 8% em 2010". Carolyn Reidy , presidente da Simon & Schuster (out/10) " Durante os últimos 30 dias, os clientes da Amazon compraram mais e-books que p-books (livros físicos) dos títulos que estão entre os 10, 25, 100 e 1000 mais vendidos da Amazon.com. E a proporção entre livros digitais e livros físicos nos top 10 é de 2 para 1. “ Steve Kessel , vice-presidente da Amazon (out/10) " Em 2010, foram vendidos 115 e-books para cada 100 livros brochura e 3 e-books para cada livro em capa dura. " Press Release da Amazon
  • 28.
    O crescimento dasvendas de e-books nos EUA Fonte: The International Digital Publishing Forum (www.idpf.org)
  • 29.
    O crescimento dasvendas de e-books nos EUA Fonte: The International Digital Publishing Forum (www.idpf.org)
  • 30.
    A participação dasvendas de e-books nos EUA Fonte: Association of American Publishers *jan a out
  • 31.
    Projeção de faturamentode ebooks nos EUA Fonte: The Yankee Group com projeções da indústria
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    Previsão de vendasde e-reader devices nos EUA Fonte: The Harris Poll® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso, para os anos de 2009 a 2013. Demais anos são projeções.
  • 33.
    O usuário dee-reader nos EUA Fonte: The Harris Poll ® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso Livros lidos por ano Número de livros Usuários de e-reader (8%) Não-usuários (92%) 0 1 % 10 % 1 – 2 3 % 15 % 3 – 5 16 % 21 % 6 – 10 19 % 16% 11 – 20 36 % 19% 21 + 26 % 19%
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    O usuário dee-reader nos EUA Fonte: The Harris Poll ® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso Livros comprados por ano Número de livros Usuários de e-reader (8%) Não-usuários (92%) 0 8 % 22 % 1 – 2 8 % 18 % 3 – 5 18 % 22 % 6 – 10 30 % 16% 11 – 20 17 % 11% 21 + 20 % 11%
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    O usuário dee-reader nos EUA Fonte: The Harris Poll ® #108, September 22, 2010, por Regina A. Corso Mudanças no hábito de leitura Nos últimos 6 meses... Usuários de e-reader (8%) Não-usuários (92%) Lêem a mesma quantidade 25 % 51 % Lêem menos que antes 18 % 23 % Lêem mais que antes 53 % 18 % Compram mais livros mas não os lêem tão imediatamente como antes 4 % 4% Não sabem 0 4%
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    O efeito KindleFonte: Codex Group Survey | Nov 2010
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    O formato dosebooks Fonte: A Blueprint for Book Publishing Transformation: | Gilbane Group / Aptara | Oct 2010
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    III. Os TrêsMosqueteiros I. Em terras tupiniquins II. Enquanto isso, lá fora IV. Autoedite-se a si próprio V. Polêmicas, decisões e afins
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    Amazon Análise baseadano seminário “Understanding Digital Rights in a Digital Selling World”, apresentado por Evan Schnittman na Feira de Frankfurt de 2010. Modelo de distribuição com descontos entre 30 e 60% O varejista determina o preço Pontos fortes: Maior varejista online com 75% de market share em livros físicos e 65% em e-books Interação entre o Kindle e a plataforma Plataforma de self-publishing Compromisso de longo prazo para fazer os e-books acontecerem Pontos fracos: Produção e design dos e-readers Plataforma Mobi bloqueada Não pode manter o market share atual Limitações do e-reader com e-ink
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    Apple Análise baseadano seminário “Understanding Digital Rights in a Digital Selling World”, apresentado por Evan Schnittman na Feira de Frankfurt de 2010. Modelo de agência com 30% O editor determina o preço Pontos fortes: Hardware e software Design e interação com o usuário Prioridade é vender hardware e software; margem no conteúdo é secundária Outras plataformas coexistem no hardware Pontos fracos: Novata no mercado editorial Seleção limitada Tela reflexiva gera uma leitura mais cansativa que os e-readers com e-ink
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    Google Análise baseadano seminário “Understanding Digital Rights in a Digital Selling World”, apresentado por Evan Schnittman na Feira de Frankfurt de 2010. Modelo de distribuição / varejo com desconto de 37% e comissão de 10% Nos EUA pelo menos, também aceitará o modelo de agência Pontos fortes: Browser é plataforma Multiplataforma, acesso online e offline Catálogo gigantesco 100% na nuvem A busca é o grande negócio, não a margem na comercialização de conteúdo Pontos fracos: Atraso de lançamento Limitações do browser como plataforma Não prevê plataforma de self-publishing e de impressão por demanda
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    Kobo Modelo dedistribuição e de agência Empresa canadense, com participação acionária da Borders e Índigo Pontos fortes: É uma empresa de livreiros tradicionais Canadense, corre por fora Pensa globalmente Multiplataforma Pontos fracos: Não é uma megaempresa Marca pouco conhecida internacionalmente
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    A diferença deescalas Fonte: Books, ebooks and the future | Enders Analysis and Nielsen BookScan | Outubro, 2010
  • 44.
    IV. Autoedite-se asi próprio I. Em terras tupiniquins II. Enquanto isso, lá fora III. Os três mosqueteiros V. Polêmicas, decisões e afins
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    Self-publishing: o modeloSmashWords Plataforma de publicação e distribuição de e-books em vários formatos e lojas virtuais Rápida, gratuita, fácil e sem exclusividade Royalties de 60 a 85% Sem DRM
  • 47.
    Self-publishing: o modeloSmashWords UPLOAD Autor / editor faz o upload de um arquivo de Microsoft Word devidamente formatado CONVERS ÃO A Smashwords converte automaticamente para 9 formatos de e - books PUBLICAÇÃO Pronta para venda online imediata em ebookstores como Apple, Kobo, Barnes&Noble DISTRIBUIÇÃO Distribuição para os principais varejistas (Apple, Barnes & Noble, Sony, outros) PAGAMENTO Autores / editores recebem 85% do líquido. Pagamento internacional via PayPal.
  • 48.
    Self-publishing: o modeloSmashWords 140 28.800 6.000
  • 49.
    Self-publishing: o modeloAuthorDirect.net
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    Self-publishing: o modeloAuthorDirect.net Plataforma australiana de publicação Royalty de 70% Comissão de 5% para indicações Direcionada a autores independentes JÁ PUBLICADOS Sem DRM
  • 51.
    Chemins de tr@verse:um modelo 100% digital
  • 52.
    Chemins de tr@verse:um modelo 100% digital Editora 100% digital, mas não é self-publishing Utiliza a comunidade de editores, chefes de coleção e autores A remuneração dos profissionais é variável, em royaties: Autor: 40% Coordenador da coleção: 10% Editor: 5% Comitê editorial: 3% Possui a própria loja, a Bouquineo.fr, sem DRM Seu modelo viabiliza a publicação de livros que seria impossível em papel com a participação de editores e profissionais gabaritados
  • 53.
    Chemins de tr@verse:um modelo 100% digital A Chemins de Tra@verse explica sua própria diferenciação: Atingimos um público imenso graças à internet Nossos autores e, de forma geral, os membros da cadeia editorial são melhor remunerados por royalties Não consumimos uma grama de papel Nossos livros são mais baratos Nossos livros são vendidos primariamente na forma digital, ainda que parceiros permitam impressão por demanda
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    Self-Publishing: o modeloda Wordclay Livro pode ser “publicado” gratuitamente O escritor pode acrescentar serviços Distribuição em varejistas mediante compra de pacote Paga royalties a critério do autor, via cheques em dólar Aceita autores estrangeiros
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    Self-Publishing: o modeloda iUniverse Escritor escolhe um pacote de publicação pago Distribuição em varejistas dependendo do pacote Royalties de 20% do líquido, pagos em cheques ou DOC em dólar Focado em autores norte-americanos
  • 58.
    Opções de Self-Publishingno Brasil Universo do autor Fase beta Iniciativa da Ediouro/Singular Pacotes de R$ 400 a R$ 2.000 R$ 250 para e-book Livros na Saraiva, Laselva, Cultura, Fnac e Travessa Gato Sabido Plataforma de self-publishing será lançada nos próximos meses Distribuição via Xeriph Bookess Start-up catarinense Mistura mídia social e self-publishing E-books e POD Distribuição própria Simplíssimo Start-up gaúcha E-books Distribuição própria
  • 59.
    V. Polêmicas, decisõese afins I. Em terras tupiniquins II. Enquanto isso, lá fora III. Os três mosqueteiros IV. Autoedite-se a si próprio
  • 60.
    Direitos autorais Quala porcentagem para o autor? A territorialidade acabou? Revisão dos contrato
  • 61.
    Digital rights management(DRM) Protege contra pirataria, mas prejudica o leitor honesto ao criar dificuldades Nunca funcionou para a música Editor e autor têm de escolher entre o risco da pirataria, desagradar o consumidor e o modelo monopolista de grandes varejistas
  • 62.
    Ainda precisamos deeditoras? “ A grande oportunidade que o Kindle oferece ao escritor é que ele permite que leitores em outros países sem acesso a livrarias locais acessem textos em sua própria língua. Portanto, é com muita algria que agora vejo meus livros em português, antes disponíveis no exterior apenas em livrarias especializadas, a um clique de distância dos leitores de língua portuguesa do mundo todo.” Paulo Coelho, em janeiro de 2010, ao fechar acordo de exclusividade com a Amazon para a distribuição de seus e-books em português
  • 63.
    O papel daeditora no mundo físico Edição Chancela de qualidade Distribuição Marketing
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    O papel daeditora no mundo digital Edição continua igual Chancela de qualidade continua igual Distribuição perde o sentido e a exclusividade da editora Marketing é todo remodelado
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    Editoras: vantagens edesvantagens Vantagens Trato editorial do texto Produção profissional Custo zero para o autor Chancela de qualidade Desvantagens Pouca atenção individual a cada título ou autor Pouca flexibilidade para inovação Grandes barreiras de entrada
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    Self-publishing digital: vantagense desvantagens Vantagens Controle absoluto sobre a obra Atenção e dedicação durante toda a vida útil do livro Maior ganho financeiro por livro vendido Desvantagens Custo por conta do autor Administração constante do livro pelo resto da vida Não há chancela de qualidade
  • 67.
    Obrigado! Carlo CarrenhoFundador e presidente do PublishNews (www.publishnews.com.br) Editor do Tipos Digitais (www.tiposdigitais.com) E-mail: carlocarrenho @ publishnews.com.br Linkedin: http://br.linkedin.com/in/carrenho Twitter: @carrenho

Notas do Editor

  • #10 Baseado na população acima de 5 anos de idade: 172,7 milhões.
  • #11 Baseado na população leitora da pesquisa (1 livro lido nos últimos 3 meses): 95,6 milhões
  • #40 Em 2009, vendas combinadas foram 95 bi, mais que todo o mercado mundial de livros, 90 bi
  • #41 Em 2009, vendas combinadas form 95 bi, mais que todo o mercado mundial de livros, 90 bi
  • #42 Em 2009, vendas combinadas form 95 bi, mais que todo o mercado mundial de livros, 90 bi
  • #43 Em 2009, vendas combinadas form 95 bi, mais que todo o mercado mundial de livros, 90 bi
  • #61 Wylie foi em Julho
  • #63 Wylie foi em Julho