O documento discute a natureza dos livros de autoajuda, caracterizando-os como produtos comerciais de linguagem simples voltados a um público amplo, mas menos exigente do ponto de vista literário. Ele destaca as diferenças entre a produção e a divulgação desses livros, a resistência da mídia tradicional e a ênfase nos aspectos de mercado. Além disso, menciona as subcategorias de autoajuda e o perfil dos leitores desse gênero.