EBOOKS E
GRIDS ADAPTATIVAS
   Marília Assis e Sangreguio
CAPÍTULO 1

Definição

    “Livro fluido, livro da leitura em aberto, é o livro do vir-a-ser da literatura
    porque celebra não o formato, nem o suporte, mas as recomposições do
    sentido e da linguagem.”
    Giselle Beiguelman, em O livro depois do livro.


Um eBook, ou electronic book, é um livro em formato digital. Ou seja,
uma versão de livro que pode ser visualizada em plataformas eletrônicas
como tablets, computadores e até mesmo celulares.
As grids adaptativas são layouts desenvolvidos tanto para o formato
impresso quanto para o digital, obedecendo aos requisitos estruturais
necessários a ambos.
CAPÍTULO 2

Maiores vantagens

 • linguagem dinâmica e interativa
  escolha da tipografia, interfaces dinâmicas, efeitos sonoros e
  audiovisuais, opção voice over, animação interativa, efeitos 3D.

  “O texto se expande, contrai-se, dá voltas. As palavras pulsam, esticam-se e
  encolhem, desafiando a analogia do teclado com a máquina de escrever...”

  Giselle Beiguelman, em O livro depois do livro.
• economia
 eBooks são até 90% mais baratos que os livros impressos;
 a tinta de impressão é considerada o líquido mais caro do mundo;
 não há custos com frete, todo o processo de venda e entrega é online

• agilidade
 bibliotecas virtuais, pesquisa fácil, downloads, pagamento online;

• prevervação ambiental
 economia de papel e gasto mínimo de energia. Fala-se em uso de
 energia solar para readers num futuro próximo. Além disso, a au-
 sência de um transporte físico evita a emissão de gases poluentes.

• armazenamento
 Fornecedores: não é necessário manter estoques de livros, o
 que sempre gerou desperdícios devido a conteúdos obsoletos e
 exemplares encalhados.
Consumidores: o armazenamento de livros não implica em um
espaço físico voltado a isso, sendo possível carregar milhares de
títulos em um único dispositivo. Além disso, evita os inconvenien-
tes de uma biblioteca comum, como o acúmulo de pó e ácaros dos
livros de papel.
CAPÍTULO 3

Principais formatos

 • PDF
   O PDF é o formato mais comum e antigo de eBooks. É reconhecido
   por diversas plataformas e permite um layout similar à versão
   impressa.
• ePub (electronic publication)
  O ePub é um formato padrão desenvolvido pela IPDF (Internacional
  Digital Publishing Forum), e dispõe de um sistema de proteção contra
  cópias indevidas (DRM - Digital Right Management). O arquivo é
  auto-ajustável a diversas plataformas, por isso prioriza o fluxo de
  conteúdo em detrimento de layouts mais complexos e detalhados.
  A linguagem é baseada em cógicos XHTML, XML e CSS.
• Apps
 Apps são aplicativos ligados a uma plataforma específica. Não
 têm limitação de layout e utilizam diversos padrões e linguagens,
 podendo explorar recursos audiovisuais, interativos, 3D, etc.




• Outros formatos de eBook
 Mobi e AZW (exclusivos da Amazon/Kindle)
 Texto Plano (.txt)
 HTML (para browsers de navegação na internet)
Exemplo de App
Alice in Wonderland
Outros exemplos


Graphic Novel com áudio          eBook animado
CAPÍTULO 4

Requisitos para grid adaptiva de eBooks com
conteúdo fluido (ePub e Mobi)

• Adobe Indesign (CS4 ou CS5)

• capa em formato de imagem bitmap (TIFF ou JPG)

• estrutura de texto fluida

• estilo de parágrafo em todos os elementos (inclusive imagens)

• estilos e elementos nomeados com caracteres simples, em caixa baixa
  e sem espaço
• fontes recomendadas: OpenType com os quatro estilos básicos

• evitar elementos sangrados

• elementos de página mestra devem ser eliminados

• imagens (TIFF ou JPG) devem ser ancoradas ao texto ou aplicadas
  dentro de tabelas

• espaço de cores mais indicado: RGB

• incluir sumários eletronicamente, e não manualmente (Table of
  contents)

• anexação de Metadados (File Info > Description)
CAPÍTULO 5

História

   1971: Michael Hart funda o Projeto Gutenberg, que propõe di-
         gitalizar livros de domínio público e oferecê-los gratui-
         tamente. Sua primeira digitalização foi de uma cópia da
         Declaração de Independência dos Estados Unidos.
1981: O guru do hipertexto Ted Nelson lança o livro Literary
      Machines, no qual fala sobre a internet e expõe o anseio de
      uma biblioteca universal.




1995: Amazon começa a vender livros digitais na Internet.
1996: Surge o Rocket, primeiro eBook reader.




1998-1999: Surgem sites especializados na venda de livros eletrô-
           nicos, como eReader.com e eReads.com.
2001: Stephen King lança o romance Riding the Bullet em formato
      digital. Vendeu meio milhão de exemplares em 2 dias.




2006: Sony lança a tecnologia da tinta eletrônica (eInk ou ePaper).
2009: Bookboom.com atinge mais de 10 milhões de downloads
      gratuitos por ano.

2010: Apple lança o iPad.
eReaders e tablets

 • Rocket (1998)
   Primeiro eBook reader. Ecrã luminoso P&B. 16MB de memória
   interna
• Sony Reader (2006)
 Primeiro reader com a tecnologia eInk (tinta eletrônica), que
 reflete a luz e proporciona mais conforto na leitura. Bateria de
 longa duração.
• Kindle (2007)
  Lançado pela Amazon, é o primeiro com conexão direta à internet,
  permitindo ao usuário acessar conteúdo novo de qualquer lugar.
• Nook (2009)
 Concorrente do Kindle lançado pela Barnes&Noble. Dispõe de
 Internet Wi-fi, tecnologia eInk e leitura de cartão SD.
• Ipad (2010)
  Tela touchscreen, muito fino e leve, conexão Bluetooth, Internet Wi fi e
  3G, linguagem de interface revolucionária, dispõe de apps exclusivos
  com animação interativa e efeitos audiovisuais. Fenômeno de vendas
  no mundo inteiro. Já vem sendo usado por escolas e universidades.
  Desvantagens: não é multitarefa; tela com muito reflexo.
• Galaxy Tab (2010)
 Lançado pela Samsung para concorrer com o Ipad, dispõe de mais
 recursos que o tablet da Apple, como: TV digital, tela widescreen,
 formato anatômico e mais memória RAM. Além disso o preço é
 muito inferior.
• Ipad 2 (2011)
  Lançado no Brasil à 00:00h de 27 de maio de 2011, o Ipad 2 vem mais
  fino, mais leve, mais rápido e com duas câmeras.
CAPÍTULO 6

O design de interface e o conceito de low tech

O design low tech é aquele que busca referências de analogia visual em
uma tecnologia anterior para facilitar a assimilação de um sistema,
tornando sua interface mais acessível e familiar ao usuário.
O iBooks é um aplicativo da Apple, próprio para leitura de arquivos
ePub e PDF. Sua interface faz uma analogia gráfica aos livros de papel
e a uma estante de biblioteca.
Interface do iBooks




    “Mas, afinal, que é exatamente uma interface? Em seu sentido mais
    simples, a palavra se refere a softwares que dão forma à interação entre
    usuário e computador. A interface atua como uma espécie de tradutor,
    mediando entre as duas partes, tornando uma sensível para a outra.”
    Steven Johson em Cultura da Interface
“Cada época lida com a tecnologia mais recente recorrendo às
representações mentais de coisas mais antigas e mais familiares.”
“Se o computador podia assumir qualquer forma imaginável, por que
não o fazer imitar o velho mundo analógico que iria substituir?”
“Talvez toda inovação high tech seja acompanhada por flashbacks
imaginativos desse tipo.”
Steven Johson em Cultura da Interface
CAPÍTULO 7

Perspectivas futuras

   “É provável que o caráter dinâmico dos periódicos torne obsoleta a
   publicação em papel, já que é muito mais simples e barato atualizar e
   veicular informações por meios digitais. Os livros eletrônicos, no entanto,
   não eliminam necessariamente os livros em papel, cuja presença física
   e o caráter perene são muito mais significativos. Assim como aconteceu
   com o disco de vinil, as qualidades únicas do livro enquanto suporte não
   são sobrepostas pelos equivalentes digitais.”
   Márcio Duarte em Desvendando os livros feitos de pixels
• eInk colorida: a Samsung já lançou no Japão um protótipo de
  ePaper colorido. Segundo a empresa, o produto deve chegar ao
  mercado entre um ou dois anos.

• Skiff Reader: será um eReader com a tecnologia metal foil, uma
  fina tela flexível de metal inoxidável.
BEIGUELMAN, Giselle. O livro depois do livro. São
Paulo : Petrópolis, 2003.



DUARTE, Márcio. eBooks: desvendando os livros feitos
de pixels. Brasília: M10 Design, 2010. Disponível em:
http://www.pagelab.com.br/ebook.zip


HORIE, Ricardo Minoru. Coleção eBooks - Vol. 1:
Arte-finalização e conversão para livros eletrônicos
nos formatos ePub, Mobi e PDF. São Paulo: Bytes &
Types, 2009.


JOHNSON, Steven. Cultura da Interface. Trad. Maria
Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2001.
http://www.apple.com/

http://www.gutenberg.org/



http://www.tiposdigitais.com/2011/02/livros-
digitais-e-o-mercado-editorial-brasileiro.html




http://veja.abril.com.br/multimidia/galeria-fotos/
a-evoluacao-dos-e-books




http://www.slideshare.net/marciom10/design-de-
ebooks-viso-geral

Ebooks

  • 1.
    EBOOKS E GRIDS ADAPTATIVAS Marília Assis e Sangreguio
  • 2.
    CAPÍTULO 1 Definição “Livro fluido, livro da leitura em aberto, é o livro do vir-a-ser da literatura porque celebra não o formato, nem o suporte, mas as recomposições do sentido e da linguagem.” Giselle Beiguelman, em O livro depois do livro. Um eBook, ou electronic book, é um livro em formato digital. Ou seja, uma versão de livro que pode ser visualizada em plataformas eletrônicas como tablets, computadores e até mesmo celulares. As grids adaptativas são layouts desenvolvidos tanto para o formato impresso quanto para o digital, obedecendo aos requisitos estruturais necessários a ambos.
  • 3.
    CAPÍTULO 2 Maiores vantagens • linguagem dinâmica e interativa escolha da tipografia, interfaces dinâmicas, efeitos sonoros e audiovisuais, opção voice over, animação interativa, efeitos 3D. “O texto se expande, contrai-se, dá voltas. As palavras pulsam, esticam-se e encolhem, desafiando a analogia do teclado com a máquina de escrever...” Giselle Beiguelman, em O livro depois do livro.
  • 4.
    • economia eBookssão até 90% mais baratos que os livros impressos; a tinta de impressão é considerada o líquido mais caro do mundo; não há custos com frete, todo o processo de venda e entrega é online • agilidade bibliotecas virtuais, pesquisa fácil, downloads, pagamento online; • prevervação ambiental economia de papel e gasto mínimo de energia. Fala-se em uso de energia solar para readers num futuro próximo. Além disso, a au- sência de um transporte físico evita a emissão de gases poluentes. • armazenamento Fornecedores: não é necessário manter estoques de livros, o que sempre gerou desperdícios devido a conteúdos obsoletos e exemplares encalhados.
  • 5.
    Consumidores: o armazenamentode livros não implica em um espaço físico voltado a isso, sendo possível carregar milhares de títulos em um único dispositivo. Além disso, evita os inconvenien- tes de uma biblioteca comum, como o acúmulo de pó e ácaros dos livros de papel.
  • 6.
    CAPÍTULO 3 Principais formatos • PDF O PDF é o formato mais comum e antigo de eBooks. É reconhecido por diversas plataformas e permite um layout similar à versão impressa.
  • 7.
    • ePub (electronicpublication) O ePub é um formato padrão desenvolvido pela IPDF (Internacional Digital Publishing Forum), e dispõe de um sistema de proteção contra cópias indevidas (DRM - Digital Right Management). O arquivo é auto-ajustável a diversas plataformas, por isso prioriza o fluxo de conteúdo em detrimento de layouts mais complexos e detalhados. A linguagem é baseada em cógicos XHTML, XML e CSS.
  • 8.
    • Apps Appssão aplicativos ligados a uma plataforma específica. Não têm limitação de layout e utilizam diversos padrões e linguagens, podendo explorar recursos audiovisuais, interativos, 3D, etc. • Outros formatos de eBook Mobi e AZW (exclusivos da Amazon/Kindle) Texto Plano (.txt) HTML (para browsers de navegação na internet)
  • 9.
    Exemplo de App Alicein Wonderland
  • 10.
    Outros exemplos Graphic Novelcom áudio eBook animado
  • 11.
    CAPÍTULO 4 Requisitos paragrid adaptiva de eBooks com conteúdo fluido (ePub e Mobi) • Adobe Indesign (CS4 ou CS5) • capa em formato de imagem bitmap (TIFF ou JPG) • estrutura de texto fluida • estilo de parágrafo em todos os elementos (inclusive imagens) • estilos e elementos nomeados com caracteres simples, em caixa baixa e sem espaço
  • 12.
    • fontes recomendadas:OpenType com os quatro estilos básicos • evitar elementos sangrados • elementos de página mestra devem ser eliminados • imagens (TIFF ou JPG) devem ser ancoradas ao texto ou aplicadas dentro de tabelas • espaço de cores mais indicado: RGB • incluir sumários eletronicamente, e não manualmente (Table of contents) • anexação de Metadados (File Info > Description)
  • 13.
    CAPÍTULO 5 História 1971: Michael Hart funda o Projeto Gutenberg, que propõe di- gitalizar livros de domínio público e oferecê-los gratui- tamente. Sua primeira digitalização foi de uma cópia da Declaração de Independência dos Estados Unidos.
  • 14.
    1981: O gurudo hipertexto Ted Nelson lança o livro Literary Machines, no qual fala sobre a internet e expõe o anseio de uma biblioteca universal. 1995: Amazon começa a vender livros digitais na Internet.
  • 15.
    1996: Surge oRocket, primeiro eBook reader. 1998-1999: Surgem sites especializados na venda de livros eletrô- nicos, como eReader.com e eReads.com.
  • 16.
    2001: Stephen Kinglança o romance Riding the Bullet em formato digital. Vendeu meio milhão de exemplares em 2 dias. 2006: Sony lança a tecnologia da tinta eletrônica (eInk ou ePaper).
  • 17.
    2009: Bookboom.com atingemais de 10 milhões de downloads gratuitos por ano. 2010: Apple lança o iPad.
  • 18.
    eReaders e tablets • Rocket (1998) Primeiro eBook reader. Ecrã luminoso P&B. 16MB de memória interna
  • 19.
    • Sony Reader(2006) Primeiro reader com a tecnologia eInk (tinta eletrônica), que reflete a luz e proporciona mais conforto na leitura. Bateria de longa duração.
  • 20.
    • Kindle (2007) Lançado pela Amazon, é o primeiro com conexão direta à internet, permitindo ao usuário acessar conteúdo novo de qualquer lugar.
  • 21.
    • Nook (2009) Concorrente do Kindle lançado pela Barnes&Noble. Dispõe de Internet Wi-fi, tecnologia eInk e leitura de cartão SD.
  • 22.
    • Ipad (2010) Tela touchscreen, muito fino e leve, conexão Bluetooth, Internet Wi fi e 3G, linguagem de interface revolucionária, dispõe de apps exclusivos com animação interativa e efeitos audiovisuais. Fenômeno de vendas no mundo inteiro. Já vem sendo usado por escolas e universidades. Desvantagens: não é multitarefa; tela com muito reflexo.
  • 23.
    • Galaxy Tab(2010) Lançado pela Samsung para concorrer com o Ipad, dispõe de mais recursos que o tablet da Apple, como: TV digital, tela widescreen, formato anatômico e mais memória RAM. Além disso o preço é muito inferior.
  • 24.
    • Ipad 2(2011) Lançado no Brasil à 00:00h de 27 de maio de 2011, o Ipad 2 vem mais fino, mais leve, mais rápido e com duas câmeras.
  • 25.
    CAPÍTULO 6 O designde interface e o conceito de low tech O design low tech é aquele que busca referências de analogia visual em uma tecnologia anterior para facilitar a assimilação de um sistema, tornando sua interface mais acessível e familiar ao usuário. O iBooks é um aplicativo da Apple, próprio para leitura de arquivos ePub e PDF. Sua interface faz uma analogia gráfica aos livros de papel e a uma estante de biblioteca.
  • 26.
    Interface do iBooks “Mas, afinal, que é exatamente uma interface? Em seu sentido mais simples, a palavra se refere a softwares que dão forma à interação entre usuário e computador. A interface atua como uma espécie de tradutor, mediando entre as duas partes, tornando uma sensível para a outra.” Steven Johson em Cultura da Interface
  • 27.
    “Cada época lidacom a tecnologia mais recente recorrendo às representações mentais de coisas mais antigas e mais familiares.” “Se o computador podia assumir qualquer forma imaginável, por que não o fazer imitar o velho mundo analógico que iria substituir?” “Talvez toda inovação high tech seja acompanhada por flashbacks imaginativos desse tipo.” Steven Johson em Cultura da Interface
  • 29.
    CAPÍTULO 7 Perspectivas futuras “É provável que o caráter dinâmico dos periódicos torne obsoleta a publicação em papel, já que é muito mais simples e barato atualizar e veicular informações por meios digitais. Os livros eletrônicos, no entanto, não eliminam necessariamente os livros em papel, cuja presença física e o caráter perene são muito mais significativos. Assim como aconteceu com o disco de vinil, as qualidades únicas do livro enquanto suporte não são sobrepostas pelos equivalentes digitais.” Márcio Duarte em Desvendando os livros feitos de pixels
  • 30.
    • eInk colorida:a Samsung já lançou no Japão um protótipo de ePaper colorido. Segundo a empresa, o produto deve chegar ao mercado entre um ou dois anos. • Skiff Reader: será um eReader com a tecnologia metal foil, uma fina tela flexível de metal inoxidável.
  • 31.
    BEIGUELMAN, Giselle. Olivro depois do livro. São Paulo : Petrópolis, 2003. DUARTE, Márcio. eBooks: desvendando os livros feitos de pixels. Brasília: M10 Design, 2010. Disponível em: http://www.pagelab.com.br/ebook.zip HORIE, Ricardo Minoru. Coleção eBooks - Vol. 1: Arte-finalização e conversão para livros eletrônicos nos formatos ePub, Mobi e PDF. São Paulo: Bytes & Types, 2009. JOHNSON, Steven. Cultura da Interface. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.
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