NORMA TÉCNICA
DE DISTRIBUIÇÃO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA
EM TENSÃO SECUNDÁRIA A UNIDADES
CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS E
DIRETORIA DE ENGENHARIA
SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS
GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA
NORMA TÉCNICA
DE DISTRIBUIÇÃO
NTD - 6.01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA
EM TENSÃO SECUNDÁRIA A UNIDADES
CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS E
AGRUPADAS
2ª EDIÇÃO
NOVEMBRO - 2014
DIRETORIA DE ENGENHARIA
SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS
GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA
NORMA TÉCNICA
DE DISTRIBUIÇÃO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA
EM TENSÃO SECUNDÁRIA A UNIDADES
CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS E
SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS
GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA
FICHA TÉCNICA
Coordenação: Jildésio Souza Beda
Participantes: Arnon Reis de Medeiros, Ivan Oliveira
Araújo, Celso Nogueira da Mota, Jildésio
Souza Beda, José Barbosa Araújo, José Ivaí
dos Reis, Kamila Franco Paiva, Magno
Eustáquio Galdino e Wagner Honorato
2ª Edição: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Unidades Consumidoras
Individuais
Colaboradores: Kamila Franco Paiva
GRNT - Gerência de Normatização e Tecnologia
FAX: 3465-9330
Fone: 3465-9291
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NTD – 6.01 NOV/2014
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA A UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS E
AGRUPADAS
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SUMÁRIO
1. OBJETIVO .................................................................................................................................................3
2. INTRODUÇÃO...........................................................................................................................................3
3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES.................................................................................4
4. LISTA DE SIGLAS .......................................................................................................................................6
5. DEFINIÇÕES..............................................................................................................................................8
6. CAMPO DE APLICAÇÃO .......................................................................................................................... 17
7. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO................................................................................................ 18
8. RESPONSABILIDADES DO CONSUMIDOR................................................................................................ 29
9. RESPONSABILIDADES DA CEB-D ............................................................................................................. 31
10. MEDIÇÃO ............................................................................................................................................... 35
12. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA ........................................................... 36
13. CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA ............................................................................................... 37
14. ATENDIMENTO A MEDIÇÕES AGRUPADAS COM CAIXAS METÁLICAS..................................................... 57
15. CONDIÇÕES GERAIS PARA O FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A UNIDADES CONSUMIDORAS
ATENDIDAS POR MEDIÇÃO AGRUPADA LIGADA EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA ALIMENTADA POR
TRANSFORMADOR MONOFÁSICO.......................................................................................................... 61
16. PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELETRICA COM O USO DE CAIXAS DE POLICARBONATO ................. 63
17. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS........................................................................................................................ 64
18. VISTORIA................................................................................................................................................ 65
19. CONTROLE DE QUALIDADE DOS MATERIAIS........................................................................................... 66
20. INSPEÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES DAS UNIDADES CONSUMIDORAS .............. 73
21. DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA ........................................................................... 75
TABELAS......................................................................................................................................................... 79
DESENHOS.................................................................................................................................................... 111
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1. OBJETIVO
Estabelecer os critérios e padrões para o fornecimento de energia elétrica e fixar os
requisitos mínimos para a construção, reforma ou adequação do padrão de entrada
de unidades consumidoras individuais ou agrupadas, com medição direta até 100 A,
atendidas em tensão secundária de distribuição, localizadas na área de concessão
da CEB-D.
2. INTRODUÇÃO
Na constante busca da melhoria de seus serviços e a satisfação do consumidor, a
CEB Distribuição - CEB-D elaborou esta Norma Técnica de Distribuição – NTD para
uso de consumidores, arquitetos, engenheiros, técnicos e eletricistas, com vistas à
construção, reforma ou adequação do padrão de entrada de unidade consumidora.
Nesta revisão, foram abordados aspectos de qualidade, segurança, novas
tecnologias e custos compatíveis.
Criticas e sugestões poderão ser enviadas para o aprimoramento desta NTD. Para
tanto, solicitamos citar a referência, página, capítulo, parágrafo, desenho e/ou
anexo, enviando o seu comentário para o seguinte endereço eletrônico:
grnt@ceb.com.br.
Os casos não previstos nesta NTD deverão ser submetidos à CEB-D, por meio de
solicitação encaminhada ao endereço eletrônico acima, para apreciação e resposta
no prazo máximo de 30 (trinta) dias. A área técnica da CEB-D responsável por esta
NTD é a Gerência de Normatização e Tecnologia – GRNT.
Os empregados e prestadores de serviços da CEB-D não estão autorizados a
indicar aos consumidores, em qualquer meio de comunicação, nomes de
profissionais da CEB-D e/ou autônomos e lojas de materiais elétricos para
montagem dos padrões de entrada, bem como, fornecer cartões comerciais. Não
devem prestar quaisquer tipos de serviços inerentes às atividades relacionadas à
eletricidade, conforme previsto em norma interna da empresa: “COMPROMISSO
ÉTICO DO EMPREGADO NAS RELAÇÕES DO TRABALHO”.
A CEB-D disponibiliza aos consumidores interessados para consulta, em seu sítio
eletrônico: www.ceb.com.br, uma relação com os nomes de profissionais
cadastrados e capacitados para a montagem dos padrões de entrada especificados
nesta Norma Técnica.
Os empregados e prestadores de serviços da CEB-D não estão autorizados a
receber pagamentos pelos serviços prestados. Se houver alguma cobrança a ser
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feita pela CEB-D, ela será realizada na próxima fatura de energia elétrica e sempre
com a autorização do consumidor.
A CEB-D se reserva o direito de alterar esta NTD sem prévio aviso. As alterações
serão comunicadas por meio de jornal de grande circulação ou por outro veículo de
comunicação, permitindo a adequada divulgação e orientação aos consumidores e
fornecedores.
3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
3.1 Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
• NBR-5410 “Instalações Elétricas de Baixa Tensão”, setembro de 2004.
• ABNT-NBR-5597 “Eletroduto Rígido de Aço-Carbono com Revestimento Protetor
com Rosca ANSI/ASME B1.20.1”, setembro de 2013
• NBR-5598 “Eletroduto Rígido de Aço Carbono com Revestimento Protetor, com
Rosca NBR-6414”, setembro de 2013.
• NBR-8451-3 “Postes de Concreto Armado e Protendido para Redes de
Distribuição e de Transmissão de Energia Elétrica - Parte 3: Ensaios Mecânicos,
Cobrimento da Armadura e Inspeção Geral”, dezembro de 2011.
• NBR8182 “Isolação Extrudada de Condutores PE ou XLPE para Tensões até
0,6/1 kV”, outubro de 2011.
• NBR-8451-4 “Postes de Concreto Armado e Protendido para Redes de
Distribuição e de Transmissão de Energia Elétrica - Parte 4: Determinação da
Absorção de Água”, dezembro de 2011.
• NBR NM 247-3 “Cabos isolados com Policloreto de Vinila (PVC) para Tensões
Nominais até 450/750V, Inclusive - Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura)
para Instalações Fixas (IEC 60227-3, MOD)”, fevereiro de 2002.
• NBRNM280 “Condutores de Cabos Isolados (IEC 60228, MOD)”, março de 2011.
• NBR 15820 “Caixa para Medidor de Energia Elétrica – Requisitos”, abril de 2010.
• NBR-15465 “Sistemas de Eletrodutos Plásticos para Instalações Elétricas de
Baixa Tensão - Requisitos de Desempenho”, agosto de 2008.
• NBR-6249 “Isoladores de Porcelana ou Vidro Tipo Roldana”, setembro de 2001.
• NBR-6323 “Aço ou Ferro Fundido – Revestimento de Zinco por Imersão a
Quente”, novembro de 2007.
• NBR-6591 “Tubo de Aço Carbono com Costura, de Seção Circular, Quadrada,
Retangular e Especiais para Fins Industriais”, julho de 2008.
• ABNT NBR 6916 “Ferro fundido nodular ou ferro fundido com grafita esferoidal –
Especificação”, outubro de 1981;
• NBR-8159 “Ferragens Eletrotécnicas, para Redes Aéreas, Urbanas e Rurais de
Distribuição de Energia Elétrica – Formatos, Dimensões e Tolerâncias”, abril de
1984.
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• NBR-8451-1 “Postes de Concreto Armado e Protendido para Redes de
Distribuição e de Transmissão de Energia Elétrica - Parte 1: Requisitos”,
dezembro de 2011.
• NBR-8451-2 “Postes de Concreto Armado e Protendido para Redes de
Distribuição e de Transmissão de Energia Elétrica - Parte 2: Padronização de
Postes para Redes de Distribuição de Energia Elétrica”, janeiro de 2013.
• NBRNM60898 “Disjuntores para Proteção de Sobrecorrentes para Instalações
Domésticas e Similares (IEC 60898:1995, MOD)”, julho de 2004.
• NBR-10676 “Fornecimento de Energia a Edificações Individuais em Tensão
Secundária – Rede de Distribuição Aérea” – Padronização, fevereiro de 2011.
• NBR 13570 “Instalações elétricas em locais de afluência de público – Requisitos
específicos”, fevereiro de 1996.
• NBR-13571 – “Haste de Aterramento Aço-Cobreada e Acessórios”, fevereiro de
1996.
• NBR-15715 “Sistemas de dutos corrugados de polietileno (PE) para infraestrutura
de cabos de energia e telecomunicações – requisitos”, junho de 2009.
3.2 Normas e Resoluções ANEEL
• Resolução Normativa n° 414 de 09 de setembro de 2010.
• Resolução Normativa n° 395 de 15 de dezembro de 2009.
• Sistema Elétrico Nacional – Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica –
PRODIST – Módulo 8 – Qualidade da Energia Elétrica – Janeiro/2010.
3.3 Relação de outras Normas e Instruções Normativas da CEB-D
• EMD 03.005 – Cabos de Alumínio Multiplexados Coloridos(auto-sustentados de
0,6/1,0 kV).
• EMD 08.032 – Haste de Aterramento de Aço Cobreada com Conector Tipo Cunha
– Cobre Estanhado.
• NTD 1.02 “Critérios para Projeto de Redes Aéreas Urbanas”, setembro e 2002.
• NTD-1.04 “Critérios de Projeto e Padrões de Construção de Rede de Distribuição
Subterrânea”, fevereiro de 2014.
• NTD 2.02 “Padrão de Construção de Rede Aérea Urbana”.
• NTD 2.03 “Ligação de Equipamentos de Medição”.
• NTD 2.04 “Padrões de Conexão de RDA”, julho de 2013.
• NTD 2.05 “Padrão de Construção de RD com Cruzeta de Madeira”.
• NTD 2.06 “Padrões Básicos de Montagem de Redes Aéreas Protegidas, 15 kV,
com Espaçadores”, agosto de 2011.
• NTD 3.06 “Padrão de Caixas de Medição, Proteção e Derivação para Medição
Individual e Agrupada”, julho de 2012.
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• NTD 3.49 “Caixas em Policarbonato para Caixas de Medição e Proteção”, julho de
2013, julho de 2013.
• NTD 6.02 “Serviços por Particulares na Área Rural”, maio de 1999.
• NTD 6.03 “Fornecimento de Energia Elétrica a Unidade Consumidora Rural
Irrigante”.
• NTD 6.05 “Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição
– 13,8 kV”, agosto de 2013.
• NTD 6.07 “Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição – Prédios de
Múltiplas Unidades”, julho de 2011.
• NTD-6.09 “Requisitos para a Conexão de Acessantes ao Sistema de Distribuição
CEB-D – Conexão em Baixa e Média Tensão”, dezembro de 2012.
• NTD 8.02 “Critérios para Fornecimento de Energia Elétrica a Permissionários”.
• IND 001/2011 “Procedimentos para Energização de Unidades Consumidoras”,
junho de 2013.
• IND-003/2012“Procedimentos para o Atendimento por meio de Instalação de
Infraestrutura Básica de Energia Elétrica à Painéis Luminosos Localizados em
Áreas Públicas”, agosto de 2012;
• IND-008/2011 “Requisitos Específicos para Aceitação de Ramal Subterrâneo em
Via Pública, Conforme Art. 14 da Res. 414 da ANEEL”, dezembro de 2011.
4. LISTA DE SIGLAS
SIGLA DESCRIÇÃO
A Ampère
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas
ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica
ART Anotação de responsabilidade técnica
AQ2
Codificação que indica o tipo de influência externa às
descargas atmosféricas indiretas
B Medição bifásica
B1 Medição bifásica com disjuntor de 35 A
B2 Medição bifásica com disjuntor de 50 A
CB 1
Caixa de passagem para condutores de baixa tensão da
rede de distribuição subterrânea
cm Centímetro
CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
CONMETRO Conselho Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial
cos ϕ Fator de potência
CPF Cadastro de Pessoa Física
CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura
cv Cavalo-vapor
D Demanda
DPS Dispositivo de proteção contra surtos
E Ponto de entrega
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EMD
Especificação Técnica de Materiais e Equipamentos da
Distribuição
F Condutor fase
FD Fator de demanda
FDV Ficha de vistoria
Fs Fatr de simultaneidade
Fu Fator de utilização
GDF Governo do Distrito Federal
Hz Hertz
IEC Comissão Internacional de Eletrotécnica
In Corrente nominal de descarga para DPS
INMETRO
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
Industrial
IT
Esquema de aterramento com isolação de todas as partes
vivas e massas da instalação elétrica diretamente
aterradas
kV Quilovolt
kVA Quilovolt-ampère
kvarh Quilovolt-ampère-reativo-hora
kW Quilowatt
kWh Quilowatt-hora
M Medição monofásica
m Metro
M1
Medição monofásica com disjuntor de 35 A ou tipo de caixa
de medição monofásica
M2 Medição monofásica com disjuntor de 50 A
MA Medição agrupada
mm Milímetro
mm² Milímetro quadrado
MT 2/1 Caixa de derivação para medição agrupada
MT 3/2 Caixa de derivação para medição agrupada
η Rendimento de motor
N Condutor neutro
NBR Normas Brasileiras editadas pela ABNT
NTD Norma Técnica de Distribuição
NEMA
Associação Americana de Fabricantes de Produtos
elétricos
P1 Tipo de caixa de medição polifásica
PA1 Poste de aço de 5 m e espessura de chapa 2,25 mm
PA-1A
Poste de aço padrão econômico de 5 m e espessura de
chapa 2 mm
PA-1B
Poste de aço padrão econômico de 7 m e espessura de
chapa 2 mm
PA2 Poste de aço de 5 m e espessura de chapa 5 mm
PA3 Poste de aço de 7 m e espessura de chapa 2,25 mm
PA4 Poste de aço de 7 m e espessura de chapa 5 mm
PC Padrão de entrada do consumidor
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PE Condutor de proteção
PT1
Pontalete para fixação de ramal de ligação monofásico ou
bifásico
PT2 Pontalete para fixação de ramal de ligação trifásico
PVC Cloreto de polivinila
QDP Quadro de distribuição principal
T Medição trifásica
T1 Medição trifásica com disjuntor de 35 A
T2 Medição trifásica com disjuntor de 50 A
T3 Medição trifásica com disjuntor de 70 A
T4 Medição trifásica com disjuntor de 100 A
TN
Esquema de aterramento com um ponto da alimentação
diretamente aterrado e massas da instalação elétrica
ligadas a este ponto
TT
Esquema de aterramento com um ponto da alimentação e
massas da instalação elétrica diretamente aterrados
UC Unidade consumidora
Uc Máxima tensão de operação contínua para DPS
V Volt
W Watt
5. DEFINIÇÕES
5.1. Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL
Órgão responsável pela fiscalização do setor elétrico que representa o poder
concedente.
5.2. Anotação de Responsabilidade Técnica – ART
Instrumento formal, instituído pela Lei nº 6.496/1977, que permite aos profissionais
de engenharia registrarem contratos profissionais, junto ao Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA da jurisdição onde os serviços serão
executados, devendo esses registros estarem em conformidade com a habilitação
anotada na respectiva carteira do profissional pelo CREA e com a regulamentação
emanada do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA .
A anotação é registrada por intermédio de um formulário próprio, fornecido pelo
CREA. Nele são declarados os dados principais do contrato firmado entre os
profissionais e seus clientes. Ela consiste numa súmula do contrato firmado entre o
profissional e seu cliente, para execução de uma obra ou prestação de um serviço.
Essa súmula fica registrada no CREA.
5.3. Caixa de Derivação – MT 2/1 e MT 3/2
Caixa destinada à execução das conexões do(s) condutor(es) de derivação, ramais
de medidores e aterramento, para possibilitar a instalação da medição agrupada.
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• MT 2/1 significa o tipo de caixa de derivação que possibilita a instalação de até 2
(duas) caixas de medição monofásica e 1 (uma) caixa de medição polifásica,
simultaneamente.
• MT 3/2 significa o tipo de caixa de derivação que possibilita a instalação de até 3
(três) caixas de medição monofásica e 2 (duas) caixas de medição polifásica,
simultaneamente.
5.4. Caixa de Passagem Subterrânea – CB1
Caixa de passagem de uso exclusivo nos padrões de entrada atendidos pela CEB-D
com rede de distribuição de baixa tensão subterrânea. São compartimentos
enterrados com dimensões e materiais definidos e utilizados nos seguintes casos:
a) mudança de direção do ramal subterrâneo;
b) mudança do tipo de material dos dutos; e,
c) ramal de ligação derivado de rede de distribuição subterrânea.
5.5. Caixa de Proteção – CP
Caixa destinada à instalação do dispositivo de proteção geral da entrada de serviço
e seus acessórios no padrão de entrada com medição agrupada.
5.6. Caixa para Medição e Proteção – M1 e P1
Caixa destinada à instalação do medidor de energia elétrica e seus acessórios, bem
como dos dispositivos de proteção.
M1 significa o tipo de caixa de medição que possibilita a instalação de medidor
monofásico – Caixa Metálica.
P1 significa o tipo de caixa de medição que possibilita a instalação de medidor
monofásico, bifásico ou trifásico – Caixa Metálica.
5.7. Caixa para Medição e Proteção – P1-E
Caixa de policarbonato, composta por corpo e tampa, destinada a acomodar
medidor monofásico, bifásico ou trifásico de energia elétrica e demais acessórios,
quando tratar-se de medição agrupada que seja necessária a instalação da caixa de
proteção e derivação - CPD.
5.8. Caixa de Medição e Proteção – P1-I
Caixa de policarbonato, composta por corpo e tampa, destinada a acomodar
medidor monofásico, bifásico ou trifásico de energia elétrica e demais acessórios,
quando tratar-se de medição individual.
Quando for necessária a instalação do sistema de combate a incêndio deverá ser
agrupada a uma caixa de proteção e derivação – CPD e mais uma caixa de medição
e proteção P1-I.
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5.9. Caixa de Proteção e Derivação – CPD
Caixa de policarbonato, composta por corpo e tampa, destinada à instalação do
disjuntor de proteção geral, do dispositivo de proteção contra surto – DPS e dos
barramentos de neutro, fases e equipotencialização do padrão de entrada com até 6
medições agrupadas.
5.10. Carga Instalada
Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade
consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts
(kW).
5.11. Central de Teleatendimento
Unidade composta por estrutura física e de pessoal adequadas, com objetivo de
centralizar o recebimento de ligações telefônicas, distribuindo-as automaticamente
aos atendentes, possibilitando o atendimento do solicitante pela distribuidora.
5.12. Concessionária ou Permissionária
Agente titular de concessão federal para prestar o serviço público de distribuição de
energia elétrica.
5.13. Condutor ou Barra de Derivação
Conjunto de condutores ou barras instaladas internamente à caixa de derivação.
Funciona como barramento para derivação dos condutores do ramal de medidor.
5.14. Condutor de aterramento
Condutor de proteção que liga o ponto de aterramento de uma caixa ou barra de
aterramento principal ao eletrodo de aterramento.
5.15. Condutor de Proteção
Condutor destinado a interligar eletricamente massas, elementos condutores
estranhos a instalação, terminal e/ou pontos de alimentação ligados à terra.
5.16. Consumidor
Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, legalmente representada, que
solicite o fornecimento, a contratação de energia ou o uso do sistema elétrico à
distribuidora, assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s)
unidade(s) consumidora(s), segundo disposto nas normas e nos contratos.
5.17. Contrato de Adesão
O contrato de adesão é destinado a formalizar as relações entre a distribuidora e o
responsável por unidade consumidora do grupo B, devendo ser encaminhado ao
consumidor até a data de apresentação da primeira fatura subseqüente à solicitação
de fornecimento.
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5.18. Demanda
Média das potências elétricas ativas ou reativas instantâneas solicitadas pela
parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora, durante um
intervalo de tempo especificado.
5.19. Edificações com Múltiplas Unidades Consumidoras
Toda e qualquer construção de uso coletivo, horizontal e/ou vertical, constituída por
mais de uma unidade consumidora, cujo consumo de energia elétrica das áreas
comuns seja de responsabilidade do condomínio.
5.20. Eletroduto Corrugado
Eletroduto fabricado em Polietileno de Alta Densidade – PEAD, na cor preta, de
seção circular, corrugado, impermeável e que permita um elevado raio de curvatura,
destinado à proteção mecânica de cabos subterrâneos de energia elétrica dos
ramais de entrada e de saída subterrâneos.
5.20.1. Acessórios para Eletroduto Corrugado de PEAD:
a) tampão/terminal – peça de PEAD, de seção circular rosqueável, destinada ao
tamponamento dos eletrodutos corrugados e acabamento na parede da caixa de
passagem subterrânea;
b) luva para conexão – peça de PEAD, de seção circular rosqueável, destinada a
unir eletrodutos corrugados de mesmo diâmetro nominal;
c) luva de transição de material – peça de PEAD, de seção circular rosqueável,
destinada a unir eletroduto corrugado com outros eletrodutos de face lisa e
mesmo diâmetro nominal;
d) conexão para caixa metálica – peça de alumínio de seção circular, destinada à
fixação do eletroduto corrugado em caixa metálicas;
e) fita de vedação ou mastique – fita de vedação ou mastique com largura padrão
e comprimento variável, destinada a vedação dos espaços vagos entre os
eletrodutos e a conexão, impedindo a infiltração de agentes externos, garantindo
assim a estanqueidade na emenda;
f) fita de proteção ou filme de pvc – filme de pvc transparente aderente por
sobreposição, destinada a proteção da fita de vedação ou mastique;
g) fio guia – fio de aço galvanizado, fornecido no interior do eletroduto corrugado,
destinado ao puxamento primário da corda ou cabo de aço.
5.21. Eletroduto de PVC Rígido
Eletroduto fabricado em Cloreto de Polivinila – PVC Rígido Rosqueável, na cor
preta, de seção circular, lisa, com tratamento antichama e anti raio UV, classe A ou
B, destinado à proteção mecânica de cabos de energia elétrica dos ramais de
entrada e de saída aéreos, dos ramais de saída subterrâneo e dos ramais de saída
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embutidos na parede em local de rede de distribuição aérea, bem como dos ramais
de entrada e saída subterrâneo em local de rede de distribuição subterrânea.
5.22. Eletroduto de Aço Carbono Zincado à Quente
Eletroduto fabricado em Aço Carbono Rígido Galvanizado a Fogo pelo processo de
imersão à quente, à prova de explosão, com ou sem costura, sem rebarbas interna,
destinado à proteção mecânica de cabos de energia elétrica dos ramais de entrada
e de saída aéreos ou subterrâneos, bem como do ramal de saída embutido na
parede.
5.23. Energia Elétrica Ativa
Energia elétrica que pode ser convertida em outra forma de energia, expressa em
quilowatts-hora (kWh).
5.24. Energia Elétrica Reativa
Energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e
magnéticos de um sistema de corrente alternada, sem produzir trabalho, expressa
em quilovolt-ampère-reativo-hora (kvarh).
5.25. Entrada de Serviço
Conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados a partir da rede de
distribuição, abrangendo os ramais de ligação e entrada, proteção e medição.
5.26. Fator de Carga
Razão entre a demanda média e a demanda máxima da unidade consumidora,
ocorridas no mesmo intervalo de tempo especificado.
5.27. Fator de Demanda
Razão entre a demanda máxima, num intervalo de tempo especificado, e a carga
instalada na unidade consumidora.
5.28. Fator de Potência – cos ϕ
ϕ
ϕ
ϕ
Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das
energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado.
5.29. Fator de Simultaneidade – Fs
Razão da demanda simultânea máxima de um conjunto de equipamentos ou
instalações elétricas para a soma das demandas máxima individuais, ocorrida no
mesmo intervalo de tempo especificado.
5.30. Fator de Utilização – Fu
Razão entre a potência efetivamente absorvida e a potência nominal.
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5.31. Fatura de Energia Elétrica
O contrato de adesão é destinado a formalizar as relações entre a distribuidora e o
responsável por unidade consumidora do grupo B, devendo ser encaminhado ao
consumidor até a data de apresentação da primeira fatura subseqüente à solicitação
de fornecimento.
5.32. Ficha de Vistoria – FDV
Documento da CEB-D necessário para verificação dos itens a serem vistoriados
antes da execução da ligação do padrão de entrada de energia, em conformidade
com esta NTD e Orientação Técnica. Caso exista algum impedimento para a ligação
do padrão de entrada de energia, este documento deverá ser assinado pelo
vistoriador e entregue ao consumidor ou responsável para a devida correção das
pendências assinaladas.
5.33. Fita de Sinalização de Eletrodutos Subterrâneos
Filme plástico de Polietileno de Baixa Densidade – PEBD, destinada à sinalização
de eletrodutos dos ramais de entrada ou de saída subterrâneos em caso de futuras
escavações.
5.34. Fornecimento a Múltiplas Unidades Consumidoras
Fornecimento de energia elétrica a mais de uma unidade consumidora e que dispõe
de área de uso comum.
5.35. Fornecimento à Unidade Consumidora Individual
Fornecimento de energia elétrica a qualquer construção em imóvel constituído por
uma única unidade consumidora.
5.36. Grupo “B”
Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão
inferior a 2,3 kV, ou, ainda, atendidas em tensão superior a 2,3 kV e faturadas neste
Grupo nos termos definidos pela ANEEL, caracterizado pela estruturação tarifária
monômia e subdividido nos seguintes subgrupos:
a) subgrupo B1 – residencial;
b) subgrupo B2 – rural;
c) subgrupo B3 – demais classes; e
d) subgrupo B4 – Iluminação Pública.
5.37. Inspeção
Fiscalização do padrão de entrada da unidade consumidora, posteriormente à
ligação, com vistas a verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança
da distribuidora, o funcionamento do sistema de medição e a confirmação dos dados
cadastrais.
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5.38. Limite de Propriedade
Demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos
terrenos adjacentes de terceiros, obedecendo ao alinhamento designado pelos
poderes públicos.
5.39. Lote
Terreno servido de infraestrutura básica cujas dimensões atendam aos índices
urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei distrital para a zona em que se situe.
5.40. Loteamento
Subdivisão de gleba de terreno em lotes destinados à edificação, com aberturas de
novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou
ampliação das vias existentes, cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pelo
órgão público responsável, no Distrito Federal.
5.41. Medição Agrupada – MA
Padrão que agrupa medições de energia elétrica em um único local, constituído por,
no máximo, 6 (seis) unidades consumidoras.
5.42. Medição Direta
Medição de energia efetuada através de medidores conectados diretamente aos
condutores do ramal de entrada. Nesta NTD o atendimento à medição direta está
limitado à corrente elétrica de 100 A.
5.43. Medição Indireta
Medição de energia efetuada com o auxílio de transformadores de corrente.
5.44. Orientação Técnica
Documento da CEB-D necessário para orientação do consumidor ou profissional
contratado, que é entregue pelo vistoriador ao consumidor ou responsável, antes da
montagem do padrão de entrada.
5.45. Padrão de Entrada – PE
Instalação elétrica compreendendo ramal de entrada, ramal de medidor, ramal de
saída, poste particular ou pontalete, caixas padronizadas, dispositivo de proteção,
eletrodo de aterramento e ferragens, de responsabilidade do consumidor, constituída
de forma a atender os requisitos de proteção, segurança e operação adequadas
com vistas a viabilizar a ligação do padrão de entrada de energia à rede da
concessionária.
5.46. Participação Financeira do Consumidor
Parcela do custo da extensão ou adequação da rede de distribuição até o ponto de
entrega necessária para viabilizar o fornecimento de energia elétrica à unidade
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consumidora e que deve ser paga pelo consumidor, na forma estabelecida na
legislação.
5.47. Pedido de Fornecimento
Ato voluntário do interessado que solicita ser atendido pela concessionária no que
tange à prestação de serviço público de fornecimento de energia elétrica,
vinculando-se às condições regulamentares dos contratos respectivos.
5.48. Policarbonato
Tipo particular de polímero moldável, altamente resistente ao impacto, apresentando
boa estabilidade dimensional, boas propriedades elétricas, boa resistência às
intempéries e resistência à chama.
5.49. Pontalete
Suporte instalado no padrão de entrada da unidade consumidora, com a finalidade
de elevar e fixar o ramal de ligação e de conduzir o ramal de entrada.
5.50. Ponto de Entrega – E
Ponto de conexão do sistema elétrico da distribuidora com as instalações elétricas
da unidade consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do
fornecimento.
5.51. Poste Particular Padrão Econômico
Poste Padrão disponibilizado a critério da CEB-D, exclusivamente, para o
Consumidor de Baixa Renda, com sua anuência, e instalado em sua propriedade,
com a finalidade de elevar e fixar o ramal de ligação e acessórios.
5.52. Poste Particular
Poste instalado na propriedade do consumidor, com a finalidade de elevar e fixar o
ramal de ligação e acessórios.
5.53. Potência Disponibilizada
Potência que o sistema elétrico da concessionária deve dispor para atender as
instalações elétricas da unidade consumidora, segundo os critérios estabelecidos
pela ANEEL. Em se tratando de unidade consumidora do Grupo “B”, refere-se à
potência em kVA, resultante da multiplicação da capacidade nominal ou regulada, de
condução de corrente elétrica do equipamento de proteção geral da unidade
consumidora pela tensão nominal, observado,no caso de fornecimento trifásico, o
fator específico referente ao número de fases.
5.54. Potência
Quantidade de energia elétrica solicitada na unidade de tempo e expressa em
quilowatts (kW).
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5.55. Ramal de Entrada
Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de entrega e o ponto
de medição, sendo de propriedade do consumidor.
5.56. Ramal de Ligação
Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede
da concessionária e o ponto de entrega, sendo de propriedade da CEB-D.
5.57. Ramal de Medidor
Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o condutor ou barra de
derivação e a caixa para medição, sendo de propriedade do consumidor.
5.58. Ramal de Saída
Conjunto de condutores e acessórios instalados após a saída do medidor de energia
elétrica, sendo de propriedade do consumidor. O Ramal de Saída pode ser: Aéreo,
Embutido na Parede ou Subterrâneo.
5.59. Religação
Procedimento efetuado pela CEB-D com o objetivo de restabelecer o fornecimento
de energia elétrica à unidade consumidora, por solicitação do mesmo consumidor
responsável pelo fato que motivou a suspensão.
5.60. Ressarcimento de Dano Elétrico
Reposição do equipamento elétrico danificado, instalado em unidade consumidora,
na mesma condição de funcionamento anterior à ocorrência constatada no sistema
elétrico ou, alternativamente, indenização em valor monetário equivalente ao que
seria necessário para fazê-lo retornar à referida condição, ou, ainda, substituição por
equipamento equivalente.
5.61. Solicitação de Fornecimento
Ato voluntário do interessado na prestação do serviço público de fornecimento de
energia ou conexão e uso do sistema elétrico da distribuidora, segundo disposto nas
normas e nos respectivos contratos, efetivados pela alteração de titularidade de
unidade consumidora que permanecer ligada ou ainda por sua ligação, que seja
nova ou existente.
5.62. Tensão de Atendimento
Valor eficaz de tensão, obtido por meio de medição, podendo ser classificada em
adequada, precária ou crítica, de acordo com a leitura efetuada.
5.63. Tensão Nominal
Valor eficaz de tensão pelo qual o sistema é designado.
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5.64. Tensão Primária de Distribuição
Tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária com valores
padronizados iguais ou superiores a 2,3 kV.
5.65. Termo de Notificação de Irregularidade – TNI
Documento da CEB-D necessário para notificação do consumidor, que é entregue
pelo eletricista da CEB-D ou da prestadora de serviços ao consumidor ou
responsável, quando for constatada irregularidade que comprometa a qualidade
técnica ou de segurança do padrão de entrada ou da instalação elétrica da unidade
consumidora.
5.66. Tensão Secundária de Distribuição
Tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária com valores
padronizados inferiores a 2,3 kV.
5.67. Tipo de Fornecimento
Tipo do padrão de entrada da unidade consumidora cujas características são
estabelecidas em função da carga instalada e/ou da demanda de potência.
5.68. Unidade Consumidora – UC
Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos,
condutores e acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em tensão
primária, caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de
entrega, com medição individualizada, correspondente a um único consumidor e
localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas.
5.69. Via Pública
Toda parte da superfície destinada ao trânsito público, oficialmente reconhecida e
designada por um nome ou número, de acordo com a legislação em vigor.
5.70. Vistoria
Procedimento realizado pela distribuidora na unidade consumidora, previamente à
ligação, com o objetivo de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de
segurança da distribuidora.Caso exista algum impedimento para a ligação do padrão
de entrada da unidade consumidora, deverá ser devidamente preenchida e assinada
a Ficha de Vistoria – FDV pelo vistoriador e entregue ao consumidor ou responsável
para a devida correção das pendências assinaladas.
6. CAMPO DE APLICAÇÃO
Esta Norma Técnica aplica-se ao fornecimento de energia elétrica em tensão
secundária de distribuição para os padrões de entrada de unidades consumidoras
individuais ou agrupadas, com medição direta até 100 A.
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7. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO
7.1. Condições estabelecidas
Esta Norma aplica-se ao fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de
distribuição. Isto é, às unidades consumidoras individuais ou agrupadas com carga
instalada igual ou inferior a 75 Kw e demanda igual ou inferior a 66 kVA, conforme
limites indicados no item 6.3 – Limite de Fornecimento, localizadas na área de
concessão da CEB-D e observadas as seguintes características adicionais:
a) instalações novas, reformas ou ampliações de instalações existentes;
b) toda edificação de uso coletivo ou individual será atendida por meio de uma única
entrada de serviço, em um só ponto de entrega, a partir da rede de distribuição
secundária aérea ou subterrânea;
c) cada fração da edificação deverá ser classificada como unidade consumidora
independente, portanto, necessitando de medição individualizada;
d) não será permitido, em hipótese alguma, o compartilhamento da entrada de
serviço entre unidades consumidoras situadas em lotes distintos;
e) medições agrupadas, com até 6 (seis) unidades consumidoras, conforme
composição estabelecida na Tabela 13;
f) medições agrupadas, com até 4 (quatro) unidades consumidoras monofásicas,
ligadas em transformadores monofásicos, da classe de tensão 440/220 V, com
potência mínima de 37,5 kVA;
g) medições agrupadas, com até 4 (quatro) unidades consumidoras monofásicas,
conforme composição estabelecida na Tabela 16;
h) unidades consumidoras localizadas em lotes com mais de uma edificação, desde
de que obedeça os mesmos critérios estabelecidos nesta NTD para o
atendimento a unidades consumidoras agrupadas; e,
i) unidades consumidoras existentes e outras situações após prévia análise pela
CEB-D.
NOTA:O atendimento em tensão secundária de unidades consumidoras individuais
ou com múltiplas unidades consumidoras não previsto nesta Norma serão atendidos
pela NTD 6.07 - Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição a Prédios de
Múltiplas Unidades Consumidoras.
7.2. Limite de Fornecimento
O fornecimento de energia elétrica será feito em tensão secundária de distribuição
quando a carga instalada na unidade consumidora individual ou agrupada for igual
ou inferior a 75 kW e demanda igual ou inferior a 66 kVA e desde que não conste
nenhum aparelho com as seguintes características:
a) motor trifásico com potência superior a 30 cv;
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b) motor monofásico com mais de 5 cv;
c) máquina de solda elétrica a transformador da classe 220 V com mais de 10 kVA;
d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 30 kVA;
e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 30 cv;
f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA.
NOTA:Para a instalação e ligação desses equipamentos ou de outros que possam
provocar distúrbio nas redes de distribuição deve haver consulta prévia à CEB-D, a
qual orientará quanto à necessidade de adequação das instalações e condições em
que será permitido o funcionamento de tais cargas.
7.3. Tensões de Fornecimento
A energia elétrica será fornecida na frequência de 60 Hz e nas seguintes tensões:
7.3.1. Tensão Nominal: 380/220 volts: tensão de Atendimento Adequada:
a) mínima: 348/201 volts;
b) máxima: 396/231 volts.
7.3.2. Tensão nominal: 440/220 volts: tensão de Atendimento Adequada:
a) mínima: 402/201 volts;
b) máxima: 458/229 volts.
7.4. Tipos de Fornecimento:
Os tipos de fornecimento às unidades consumidoras são definidos em função da
carga instalada, demanda, tipo de rede de distribuição e local de localização da
unidade consumidora. As unidades consumidoras deverão ter um dos seguintes
tipos de fornecimento e suas limitações:
7.4.1. Medições Monofásicas
7.5.1.1. Tipo M1
Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem carga instalada de
até 8 kW, 2 (dois) condutores, sendo 1 (uma) fase e neutro 220 volts e das quais
não constem:
a) motor monofásico com mais de 2 cv;
b) solda elétrica a transformador com mais de 2 kVA; e,
c) aparelho de Raios X ou de galvanização com mais de 2 kVA.
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7.5.1.2. Tipo M2
Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem carga instalada
superior a 8 kW e de até 11 kW, 2 (dois) condutores, sendo 1 (uma) fase e neutro
220 volts e das quais não constem:
a) motor monofásico com mais de 3 cv;
b) solda elétrica a transformador com mais de 3 kVA; e,
c) aparelho de Raios X ou de galvanização com mais de 3 kVA.
7.4.2. Medições Bifásicas
7.5.2.1. Tipo B1
Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem carga instalada
superior a 11 kW e de até 15 kW, 3 (três) condutores, sendo 2 (duas) fases e neutro
380/220 volts e das quais não constem:
a) motor monofásico com mais de 2 cv em 220 V e 3 cv em 380 V;
b) solda elétrica a transformador da classe de 220 V com mais de 2 kVA ou da
classe de 380 V com mais de 3 kVA; e,
c) aparelho de Raios X ou de galvanização com mais de 3 kVA.
7.5.2.2. Tipo B2
Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem carga instalada
superior a 15 kW e de até 22 kW, 3 (três) condutores, sendo 2 (duas) fases e neutro
380/220 volts e das quais não constem:
a) motor monofásico com mais de 3 cv em 220 V e 5 cv em 380 V;
b) solda elétrica a transformador da classe de 220 V com mais de 3 kVA ou da
classe de 380 V com mais de 4 kVA; e,
c) aparelho de Raios X ou de galvanização com mais de 4 kVA.
7.4.3. Medições Trifásicas
7.5.3.1. Tipo T1
Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem demanda de até 26
kVA, 4 (quatro) condutores, sendo 3 (três) fases e neutro 380/220 volts e das quais
não constem:
a) motor trifásico com potência superior a 15 cv;
b) motor monofásico com mais de 2 cv em 220 V e 3 cv em 380 V;
c) máquina de solda elétrica a transformador da classe de 220 V com mais de 2 kVA
ou da classe de 380 V com mais de 3 kVA;
d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 15 kVA;
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e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 15 cv; e,
f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA.
7.5.3.2. Tipo T2
Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem demanda superior a
26 kVA e de até 39 kVA, 4 (quatro) condutores, sendo 3 (três) fases e neutro
380/220 volts e das quais não constem:
a) motor trifásico com potência superior a 20 cv;
b) motor monofásico com mais de 3 cv em 220 V e 5 cv em 380 V;
c) máquina de solda elétrica a transformador da classe de 220 V com mais de 3 kVA
ou da classe de 380 V com mais de 4 kVA;
d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 20 kVA;
e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 20 cv; e,
f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA.
7.5.3.3. Tipo T3
Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem demanda superior a
39 kVA e de até 46 kVA, 4 (quatro) condutores, sendo 3 (três) fases e neutro
380/220 volts e das quais não constem:
a) motor trifásico com potência superior a 25 cv;
b) motor monofásico com mais de 5 cv;
c) máquina de solda elétrica a transformador da classe 220 V com mais de 4 kVA;
d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 25 kVA;
e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 25 cv; e,
f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA.
7.5.3.4. Tipo T4
Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem demanda superior a
46 kVA e de até 66 kVA, 4 (quatro) condutores, sendo 3 (três) fases e neutro
380/220 volts e das quais não constem:
a) motor trifásico com potência superior a 30 cv;
b) motor monofásico com mais de 5 cv;
c) máquina de solda elétrica a transformador da classe 220 V com mais de 10 kVA;
NOTA: Máquinas conhecidas comercialmente com capacidade de 150 Ampères
ou 250 Ampères e potência aparente de trabalho de até 10 kVA têm a sua
ligação permitida neste tipo de fornecimento.
d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 30 kVA;
e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 30 cv; e,
f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA.
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7.5. Aumento de Carga
É vedado qualquer aumento de carga que supere o limite correspondente a cada
tipo de fornecimento, sem ser previamente solicitado pelo consumidor e
devidamente analisado e aprovado pela CEB-D.
7.6. Entrada de Serviço
7.6.1. Materiais e Equipamentos de Responsabilidade da CEB-D
• Ramal de ligação aéreo;
• Ramal de ligação subterrâneo, em local de rede subterrânea, é de
responsabilidade da CEB-D com participação financeira do consumidor na forma
da legislação;
• Conectores do ramal de ligação;
• Alças preformadas de serviço; e,
• Equipamento de medição.
7.6.2. Materiais e Equipamentos de Responsabilidade do Consumidor
Materiais que compõem o padrão de entrada, tais como:
• Poste particular;
• Poste particular padrão econômico;
• Pontalete particular;
• Poste de concreto seção duplo T;
• Armação secundária de dois estribos com roldana;
• Caixa para medidor;
• Caixa de proteção;
• Caixa de derivação;
• Concretagem da base do poste particular, quando necessária;
• Disjuntores;
• DPS;
• Ferragens;
• Conectores;
• Isoladores roldana;
• Condutores do ramal de entrada;
• Condutores do ramal de saída;
• Condutores do ramal alimentador;
• Eletrodutos;
• Caixas de inspeções para aterramento;
• Caixas de passagens;
• Hastes de Aterramento;
• Condutores de aterramento; e,
• Iluminação do padrão de entrada.
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NOTA: Todos os materiais do item 7.6.2. deverão ser providenciados e instalados
pelo consumidor de acordo com a padronização desta Norma e serão vistoriados
pela CEB-D antes da ligação do padrão de entrada à rede de distribuição.
7.6.3. Execução dos Serviços
A instalação dos materiais que compõem o padrão de entrada, bem como as obras
civis necessárias à sua construção deve ser executada conforme padronização da
CEB-D, estando sujeita à vistoria.
NOTA: A CEB-D recomenda que a montagem do padrão de entrada de energia
elétrica seja executada por profissional devidamente capacitado.
7.6.4. Conservação do Padrão de Entrada
O consumidor é obrigado a manter em bom estado de conservação todos os
materiais e equipamentos, a partir do ponto de entrega.
Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança, o consumidor
será notificado das irregularidades existentes, conforme item 20 desta NTD,
devendo providenciar os reparos dentro do prazo fixado no Termo de Notificação de
Irregularidade – TNI, segundo o disposto no Art. 142 da Resolução 414, a
inexecução das correções pertinentes no prazo informado pela CEB-D acarretará a
suspensão do fornecimento de energia da unidade consumidora.
7.7. Fornecimento Provisório
A CEB-D pode atender, em caráter provisório, unidades consumidoras de caráter
não permanente localizadas em sua área de concessão, sendo o atendimento
condicionado à solicitação expressa do interessado à disponibilidade de energia e
potência.
Para o atendimento de eventos temporários, tais como festividades, circos, parques
de diversões, exposições, obras ou similares, devem ser observadas as condições a
seguir:
a) será exigida uma via da “ARTde execução” do padrão de entrada provisório;
b) são de responsabilidade do consumidor as despesas com a instalação e retirada
de rede e ramais de caráter provisório, assim como as despesas relativas aos
respectivos serviços de ligação e desligamento. Devem ser considerados como
despesa os custos dos materiais aplicados e não reaproveitáveis, bem como os
demais custos, tais como: mão-de-obra para instalação, retirada, ligação e
transporte;
c) o consumo de energia elétrica e/ou demanda de potência prevista para até 3
(três) ciclos completos de faturamento, a critério da CEB-D, será cobrado
antecipadamente antes da ligação da unidade consumidora. As solicitações do
fornecimento provisório, sem instalação de medidor, deverão ser feitas somente
nas agências de atendimento da CEB-D, quando serão declarados as cargas e o
período de ligação desejado;
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d) em ciclos superiores a 3 (três), a CEB-D instalará medidor de energia elétrica e o
faturamento será mensal. As solicitações, com instalação de medidor, deverão ser
feitas somente nas agências de atendimento da CEB-D, quando serão declarados
as cargas e o período desejado;
e) quando se tratar de obra, o interessado deverá apresentar o projeto elétrico
definitivo da instalação ou a estimativa de demanda final. O interessado deve
estar ciente de que deverá prestar essas informações à CEB-D, quando do
término da obra, caso contrário, findo o prazo declarado, a CEB-D procederá a
suspensão do fornecimento, sem prévio aviso;
f) a CEB-D informará o valor, na resposta à solicitação de fornecimento, e exigirá o
pagamento antecipado dos custos; e,
g) o padrão de entrada provisório seguirá as mesmas prescrições do padrão de
entrada definitivo, estabelecidas nesta NTD.
7.8. Fornecimento Precário
A CEB-D poderá atender, a título precário, mediante pedido do interessado, unidade
consumidora localizada na área de concessão de outra concessionária, desde que
se cumpram as condições estabelecidas na Resolução Normativa 414/2010
ANEEL, conforme a seguir:
a) o atendimento seja justificado técnica e economicamente;
b) a decisão econômica se fundamente no critério do menor custo global;
c) a existência de acordo entre as distribuidoras, contendo todas as condições
comerciais e técnicas cabíveis, observados os procedimentos padrões da CEB-D
para o atendimento;
d) a CEB-D deverá remeter cópia do acordo contendo as condições ajustadas à
ANEEL.
7.9.Fornecimento de Energia Elétrica a Painéis Luminosos Localizado em
Áreas Públicas
O atendimento às solicitações dos consumidores para o fornecimento de energia
elétrica a Painéis Luminosos localizados em áreas públicas deverá ser realizado em
conformidade com as prescrições estabelecidas na Instrução Normativa IND-
003/2012 – Procedimentos para o Atendimento por meio de Instalação de
Infraestrutura Básica de Energia Elétrica à Painéis Luminosos Localizados em
Áreas Públicas.
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7.10.Prazos de Atendimento
SERVIÇOS PRAZOS NOTAS
Análise de projetos
referentes às obras
de extensão de
rede
Tensão primária e
secundária de
distribuição
30 (trinta) dias _
Elaboração de
estudos,
orçamentos e
projetos e
informação do
prazo de conclusão
das obras de
distribuição
Tensão primária e
secundária de
distribuição
30 (trinta) dias _
Vistoria de unidade
consumidora
3 (três) dias
úteis
_
Ligação de
Unidade
Consumidora
área Urbana
Grupo “B”
3 (três) dias
úteis
1
área Rural Grupo
“B”
5 (cinco) dias
úteis
1
Solicitações e
Reclamações,
prazo de resposta
5 (cinco) dias
úteis
_
Desligamento
programado do
padrão de entrada,
para manutenção
preventiva,
substituição,
reparos ou
alteração de
potência
disponibilizada
desligamento
afeta somente a
unidade
consumidora
solicitante
4 (quatro) dias
úteis
2
desligamento
afeta outras
unidades
consumidoras
10 (dez) dias
úteis
2
reforma ou
adequação do
padrão de entrada
Agendado 3
NOTAS:
1. Os prazos para ligação da unidade consumidora deverão ser contados a partir da
data de aprovação da vistoria e cumprimento das condições regulamentares,
quando pertinentes.
2. A solicitação referente ao desligamento programado deverá ser formalizada por
escrito, constando o nome do responsável, seu RG, endereço da unidade
consumidora, com ponto de referência e telefone para contato, bem como o tipo
de serviço a ser executado.
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3. Os serviços de reforma ou adequação do padrão de entrada que necessitem de
desligamento pela manhã e religação à tarde do mesmo dia devem ser
agendados de comum acordo entre a CEB-D e o consumidor.
7.11. Informações e/ou Documentação Necessária
O consumidor, além dos itens descritos abaixo, deverá cumprir as determinações
estabelecidas no item 8.1. desta NTD para ter a sua solicitação de atendimento
efetivada.
7.11.1. Ao efetivar a solicitação de fornecimento serão necessárias as seguintes
informações do consumidor:
a) nome completo do consumidor e do cônjuge se houver;
b) data de nascimento;
c) número e órgão expedidor da Carteira de Identidade e número do Cadastro de
Pessoa Física (CPF) e, em se tratando de pessoa jurídica, o Número de Inscrição
no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e data de constituição da
empresa;
d) declaração descritiva da carga instalada na unidade consumidora;
e) apresentação de documentação, com data, que comprove a propriedade ou
posse do imóvel;
f) informação do tipo de atividade desenvolvida na unidade consumidora: comercial,
residencial, rural ou outros; e,
g) endereço da unidade consumidora e telefone para contato.
NOTA: As agências de atendimento poderão exigir outros documentos necessários
para a efetivação da solicitação de fornecimento, conforme estabelecido no Manual
de Atendimento da Área Comercial da CEB-D.
7.11.2. Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades
consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas, teatros,
igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões, restaurantes, centros
comerciais, locais para a realização de festividades, comícios, espetáculos e
exposições ou ainda locais que, pela natureza dos trabalhos executados ou de
materiais neles mantidos, possa haver presença de líquidos, gases, vapores,
poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida uma via da “ART de
execução”.
7.11.3. Para unidades consumidoras localizadas em área de proteção ambiental,
deverá ser apresentada a licença emitida pelo órgão responsável pela preservação
do meio ambiente.
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7.12. Atendimento a Unidades Consumidoras de Baixa Renda
NOTA: As unidades consumidoras de baixa renda estão definidas conforme a
Resolução Normativa ANEEL nº414/2010.
A CEB-D poderá atender as unidades consumidoras de baixa renda com o Poste
Padrão Econômico, conforme Desenho 49, para tanto deverão ser obedecidas as
seguintes prescrições técnicas:
7.12.1. Cumprir as demais determinações técnicas estabelecidas nesta norma;
7.12.2. O Poste Padrão Econômico deverá ser disponibilizado exclusivamente pela
CEB-D, sendo proibida a sua comercialização fora do âmbito da empresa;
7.12.3. O Poste Padrão Econômico deverá ser montado em conformidade com as
especificações da Tabela 18 e do Desenho 49;
7.12.4. O Poste Padrão Econômico deverá atender somente unidades
consumidoras com tipo de fornecimento monofásico – M1, conforme Tabela 10
desta NTD;
7.12.5. O Poste Padrão Econômico deverá ser montado somente com caixa
metálica monofásica – tipo M1, conforme NTD 3.06 - Padrão de Caixas de Medição,
Proteção e Derivação para Medição Individual e Agrupada;
7.12.6. O Poste Padrão Econômico não poderá ser utilizado com outra finalidade, ou
seja, para o caso de aumento de carga da unidade consumidora ou de mudança no
tipo de entrada do ramal de ligação aéreo.
7.13. TIPOS DE MONTAGENS DE PADRÃO DE ENTRADA
As unidades consumidoras podem ter os seguintes tipos de montagens de padrões
de entrada:
7.13.1. Entrada Aérea com Ancoragem em Poste Particular de Aço Carbono
Zincado a Quente, conforme Tabela 17 e Detalhes Construtivos no Desenho 48;
7.13.2. Entrada Aérea com Ancoragem em Poste Particular de Concreto Seção
Duplo T, conforme Tabela 19 e Detalhes Construtivos no Desenho 47;
7.13.3. Entrada Aérea com Ancoragem em Poste Particular de Aço Carbono
Zincado a Quente – Padrão Econômico – Baixa Renda, conforme Tabela 18 e
Detalhes Construtivos no Desenho 49;
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7.13.4. Entrada Aérea com Ancoragem em Pontalete Particular de Aço Carbono
Zincado a Quente, conforme Tabela 17 e Detalhes Construtivos no Desenho 48;
7.13.5. Entrada Aérea com Ancoragem na Fachada da Edificação, conforme
Detalhes Construtivos do Desenho 23;
7.13.6. Entrada Subterrânea em Local de Rede de Distribuição Aérea, Instalação
em Parede, Muro ou Mureta, conforme Detalhes Construtivos no Desenhos 24, 25,
26 e 27;
7.13.7. Entrada Subterrânea em Local de Rede de Distribuição Subterrânea,
Instalação em Muro ou Mureta, conforme Detalhes Construtivos no Desenho 28.
NOTAS:
1. Será obrigatória a concretagem da base (engastamento) do poste de aço
particular instalado no padrão de entrada com medição individual, com ramal de
ligação aéreo com cabo quadruplex, com tipo de fornecimento trifásico – T1, T2,
T3 e T4, conforme Nota 4 e 5 da Tabela 17;
2. Será obrigatória a concretagem da base (engastamento) do poste de aço
particular instalado no padrão de entrada com medição agrupada, com ramal de
ligação aéreo com cabo quadruplex, com tipo de fornecimento MA3, MA4, MA5 e
MA6 conforme Notas 4 e 5 da Tabela 17;
3. Será obrigatória a apresentação de uma cópia da “ART” de execução,
devidamente assinada por um engenheiro civil ou técnico de edificações,
quando o padrão de entrada de energia possuir disjuntor geral a partir de 70 A e
o ramal de ligação aéreo de 35 mm² for ancorado em pontalete de aço particular
ou na fachada da edificação;
4. Quando o padrão de entrada for montado em poste de concreto seção duplo T,
esta deverá ser executada em sua face lisa, lado de maior esforço mecânico,
voltada para a rede de distribuição aérea da CEB-D, onde deverá ser instalada a
armação secundária de um estribo com roldana para ancoragem do ramal de
ligação;
5. Para a montagem do padrão de entrada em poste duplo T, deverão ser
obedecidas as mesmas prescrições desta NTD para montagem em poste de aço
particular.
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7.14. TIPOS DE CAIXAS DO PADRÃO DE ENTRADA – CAIXAS METÁLICAS
Os padrões de entrada poderão ser montados com os seguintes tipos de caixas,
conforme a NTD-3.06 Padrão de Caixas de Medição, Proteção e Derivação para
Medição Individual e Agrupada:
7.14.1. Padrão de Entrada com Medição Individual
Conforme os tipos de montagem descritos no subitem 7.14 acima:
a) Caixa de medição e proteção tipo M1 – caixa metálica, conforme Desenho 44;
b) Caixa de medição e proteção tipo P1 – caixa metálica, conforme Desenho 44.
7.14.2. Padrão de Entrada com Medição Agrupada até 6 Medições
Conforme os tipos de montagem descritos no subitem 7.14 acima:
a) Caixa de medição e proteção tipo M1 – caixa metálica, conforme Desenho 44;
b) Caixa de medição e proteção tipo P1 – caixa metálica, conforme Desenho 44;
c) Caixa de proteção – CP – caixa metálica, conforme Desenho 45;
d) Caixas de derivação MT 2/1 ou MT 3/2 – caixas metálicas, conforme Desenho 46.
7.15. TIPOS DE CAIXAS DO PADRÃO DE ENTRADA – CAIXAS DE
POLICARBONATO
Os padrões de entrada com o uso de caixas de policarbonato, conforme a NTD 3.49
Caixas em Policarbonato para Caixas de Medição e Proteção e Item 16 desta NTD,
deverão ser montados somente em locais abrigados e livres dos raios ultravioleta.
8. RESPONSABILIDADES DO CONSUMIDOR
8.1 Antes da Energização do Padrão de Entrada da Unidade Consumidora
8.1.1. verificar, junto à CEB-D, a necessidade de obras na rede para atendimento à
sua unidade, e, eventualmente, participar financeiramente, quando for o caso;
8.1.2. cumprir todas as condições técnicas e financeiras estabelecidas pela CEB-D
e pela legislação específica em vigor;
8.1.3. informar a relação descritiva da carga instalada na unidade consumidora;
8.1.4. apresentar informações e/ou documentação exigida, conforme item 6.11;
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8.1.5. executar as instalações internas em conformidade com as Normas da ABNT
ou outra organização credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia e
Qualidade Industrial - CONMETRO;
8.1.6. executar a instalação do padrão de entrada de acordo com as Normas e
Padrões da CEB-D;
8.1.7. aceitar os termos do contrato de adesão;
8.1.8. informar a natureza da atividade desenvolvida na unidade consumidora; e,
8.1.9. colocar placa identificando o endereço da unidade consumidora.
8.1.10. apresentar documentação, com data, que comprove a propriedade ou posse
do imóvel.
NOTA: A CEB-D recomenda que a montagem do padrão de entrada de energia
elétrica seja executada por profissional devidamente capacitado.
8.2. Após a Energização do Padrão de Entrada da Unidade Consumidora
8.2.1. solicitar à CEB-D o aumento ou redução de potência disponibilizada e
informar toda alteração de carga instalada que implicar na troca do disjuntor por
outro de capacidade diferente ou na mudança no Tipo de Fornecimento;
8.2.2. solicitar à CEB-D o desligamento do padrão de entrada para a realização de
serviços, tais como: mudança do padrão de entrada de lugar, troca do disjuntor com
defeito, troca de DPS com defeito, troca do ramal de entrada ou de saída com
defeito, troca do vidro da caixa, troca da tampa de caixa, troca do dispositivo de
lacre da caixa, troca da caixa, etc.;
8.2.3. manter o Fator de Potência próximo do valor unitário conforme legislação;
8.2.4. manter o Padrão de Entrada em bom estado de conservação, bem como as
condições de acesso;
8.2.5. manter a inviolabilidade dos selos e lacres da CEB-D, sob pena de sofrer as
sanções legais;
8.2.6. manter as instalações internas em bom estado de conservação;
8.2.7. manter nas instalações internas bifásicas e trifásicas uma distribuição de
carga de forma a haver o maior equilíbrio possível entre as fases;
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8.2.8. utilizar adequadamente a energia elétrica;
8.2.9. não revender ou fornecer gratuitamente energia elétrica a terceiros, bem
como estender redes fora dos limites de sua propriedade ou interligar suas
instalações elétricas com as de outras unidades consumidoras;
8.2.10. arcar com os custos de adequações das instalações elétricas da CEB-D e as
de sua propriedade ou ainda de ressarcimento à CEB-D, inclusive por danos
acarretados a outros consumidores, sempre que estiver fazendo uso de carga
susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição da
CEB-D ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outras unidades
consumidoras;
8.2.11. responsabilizar-se, na qualidade de depositário a título gratuito, pelos
equipamentos de medição de propriedade da CEB-D;
8.2.12. manter a utilização dos compartimentos destinados aos equipamentos de
medição, exclusivamente para esse fim;
8.2.13. permitir livre acesso aos empregados da CEB-D e seus prepostos,
devidamente identificados, a qualquer parte das suas instalações elétricas;
8.2.14. assumir integralmente os custos adicionais decorrentes e de eventuais
modificações futuras, bem como se responsabilizar pela obtenção de autorização do
poder público para execução de obra no ramal de entrada subterrâneo, quando
ligado à rede de distribuição aérea da CEB-D.
9. RESPONSABILIDADES DA CEB-D
9.1. Antes da Energização do Padrão de Entrada da Unidade Consumidora
9.1.1. disponibilizar nas agências de atendimento, em local de fácil visualização e
acesso, exemplares da Resolução Normativa 414/2010 ANEEL, ou outra que vier
a substituí-la;
9.1.2. disponibilizar, para fins de consulta, nas agências de atendimento, em local
de fácil visualização e acesso, as Normas e Padrões da CEB-D;
9.1.3. disponibilizar estrutura de atendimento adequada às necessidades do
mercado;
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9.1.4. solicitar do consumidor as informações e/ou documentação necessária para
ligação da unidade consumidora;
9.1.5. informar a eventual necessidade de execução de obras para atendimento do
pedido de fornecimento;
9.1.6. executar as obras em áreas públicas e informar as condições para que o
consumidor possa exercer a opção de contratação de terceiro legalmente habilitado
para executar essas obras, participando financeiramente com os encargos de
responsabilidade da CEB-D e cobrando a participação financeira do consumidor,
quando for o caso;
9.1.7. informar os prazos de atendimento às solicitações feitas pelo consumidor;
9.1.8. informar sobre a necessidade e forma de cálculo de demanda de energia
elétrica, quando for o caso;
9.1.9. disponibilizar tabela com os dados de equipamentos para cálculo da carga
instalada;
9.1.10. estabelecer as condições técnicas para atender a mais de uma unidade
consumidora no mesmo endereço;
9.1.11. informar a tensão nominal para o fornecimento de energia elétrica;
9.1.12. informar a localização do ponto de entrega de energia elétrica;
9.1.13. vistoriar o padrão de entrada de energia elétrica;
9.1.14. informar, por escrito, utilizando a Ficha de Vistoria – FDV, as providências
corretivas necessárias, na ocorrência de reprovação na vistoria das instalações do
padrão de entrada de energia elétrica;
9.1.15. instalar os equipamentos de medição de energia elétrica;
9.1.16. energizar a instalação elétrica da unidade consumidora;
9.1.17. informar ao consumidor sobre os cuidados especiais com o uso da energia
elétrica;
9.1.18. encaminhar o contrato de adesão ao consumidor.
9.2. Após a Energização do Padrão de Entrada da Unidade Consumidora
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9.2.1. manter a qualidade do fornecimento de energia elétrica em conformidade com
os padrões estabelecidos;
9.2.2. exigir do consumidor medidas de correção para as cargas que estejam
provocando distúrbios na rede ou nas unidades consumidoras vizinhas;
9.2.3. executar aferição do medidor quando solicitado pelo consumidor;
9.2.4. solicitar adequação dos padrões de entrada de energia elétrica nas situações
que envolvam deficiências técnicas e de segurança;
9.2.5. executar medição de tensão quando solicitado pelo consumidor;
9.2.6. executar o desligamento do padrão de entrada para a realização dos
seguintes serviços solicitados pelo consumidor: mudança do padrão de entrada de
lugar, troca do disjuntor com defeito, troca de DPS com defeito troca do ramal de
entrada ou de saída com defeito, troca do vidro da caixa, troca da tampa de caixa,
troca do dispositivo de lacre da caixa, troca da caixa, etc.;
9.2.7. suspender o fornecimento de energia elétrica da unidade consumidora, de
imediato, quando for verificada a ocorrência de qualquer das seguintes situações:
a) ligação clandestina que permita a utilização de energia elétrica, sem que haja
relação de consumo;
b) quando por responsabilidade exclusiva do consumidor inexistir contrato vigente,
observadas as condições estabelecidas no art. 71 da Resolução Normativa
414/2010 – ANEEL;
c) quando constatado o fornecimento de energia elétrica a terceiros por aquele que
não possua outorga federal para distribuição de energia elétrica, a distribuidora
deve interromper, de forma imediata, a interligação correspondente, ou, havendo
impossibilidade técnica, suspender o fornecimento da unidade consumidora da
qual provenha a interligação;
d) quando for constatada deficiência técnica ou de segurança na unidade
consumidora que caracterize risco iminente de danos a pessoas, bens ou ao
funcionamento do sistema elétrico;
e) quando caracterizado que o aumento de carga ou de geração prejudica o
atendimento a outras unidades consumidoras;
f) utilização de procedimentos irregulares que tenha provocado faturamento inferior
ao correto ou no caso de não ter existido qualquer faturamento, quando não seja
possível a verificação e regularização imediata do padrão técnico e de segurança
pertinente.
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NOTA: A CEB-D deverá notificar o consumidor, por escrito, por meio do Termo de
Notificação de Irregularidade – TNI.
9.2.8. suspender o fornecimento de energia elétrica da unidade consumidora, após
prévia comunicação formal ao consumidor, quando for verificada a ocorrência de
qualquer das seguintes situações:
a) atraso no pagamento da fatura relativa à prestação do serviço público de energia
elétrica;
b) atraso no pagamento de encargos e serviços vinculados ao fornecimento de
energia elétrica, prestados mediante autorização do consumidor;
c) atraso no pagamento dos serviços cobráveis pela CEB-D, estabelecidos conforme
legislação, tais como: vistoria de unidade consumidora, aferição de medidor,
verificação de nível de tensão, religação normal, religação de urgência, emissão
de segunda via de fatura, emissão da segunda via da declaração de quitação
anual de débitos, disponibilização dos dados de medição armazenados em
memória de massa, desligamento programado, religação programada,
fornecimento de pulsos de potência e sincronismo para unidade consumidora do
grupo A, comissionamento de obra, deslocamento ou remoção de poste e
deslocamento ou remoção de rede;
d) atraso no pagamento de prejuízos causados nas instalações da CEB-D cuja
responsabilidade tenha sido imputada ao consumidor, desde que vinculados à
prestação do serviço público de energia elétrica;
Para as alíneas a seguir, de acordo com o item 20 desta NTD, o consumidor deverá
ser notificado por meio do formulário, Termo de Notificação de Irregularidade –
TNI:
e) uso de carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de
distribuição da CEB-D ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outras
unidades consumidoras, ligadas sem conhecimento prévio da CEB-D ou operadas
de forma inadequada;
f) aumento de carga que exija a elevação da potência disponibilizada, à revelia da
CEB-D;
g) instalações internas em desacordo com as normas e padrões da ABNT e
CONMETRO, que ofereçam riscos à segurança de pessoas ou bens;
h) instalações do padrão de entrada de energia elétrica em desacordo com as
Normas e Padrões da CEB-D, que ofereçam riscos à segurança de pessoas ou
bens;
i) encerramento do prazo de 90 dias para solução da dificuldade transitória
encontrada pelo consumidor para instalação do padrão de entrada de energia
elétrica que possibilite a instalação do medidor;
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j) encerramento do prazo para o fornecimento provisório de energia elétrica, 3 (três)
ciclos completos de faturamento se o consumidor não tiver atendido o que dispõe
esta NTD para a ligação definitiva; e,
k) impedimento ao acesso dos empregados da CEB-D e seus prepostos,
devidamente identificados pelo crachá, uniformizados e com Ordem de Serviço
especifica, a qualquer parte das suas instalações elétricas.
10. MEDIÇÃO
10.1.Sistemas de Medição
a) os medidores são definidos em função dos tipos de fornecimento, ou seja:
monofásicos, bifásicos e trifásicos;
b) a CEB-D poderá atender a unidade consumidora em tipo de fornecimento
diferente daquele estabelecido pela carga instalada, desde que o consumidor se
responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor, pelos demais
materiais e equipamentos de medição a serem instalados, bem como por
eventuais custos de adaptação da rede;
c) não é permitida medição única para mais de uma unidade consumidora, nem
mais de uma ligação para uma única unidade consumidora, salvo os caso
previstos em legislação específica do setor elétrico;
d) é permitida a instalação de mais de uma entrada de energia elétrica, Padrão de
Entrada, para fornecimento a mais de uma unidade consumidora, limitadas a um
total de 6 (seis) medições situadas em um mesmo lote, desde que sejam
separadas física e eletricamente, possuam acessos independentes, a soma das
correntes nominais dos disjuntores de proteção individuais deverá ser igual ou
inferior a 100 A, em qualquer uma das fases, e no caso de situarem em áreas
urbanas, tais acessos deverão estar voltados para a via pública;
NOTA: Não será permitida uma nova entrada de energia elétrica para o lote no qual
já exista painel com múltiplas medições de energia com projeto do padrão de
entrada aprovado pela CEB-D.
e) as instalações elétrica de uso comum constituirão em uma unidade consumidora
e, portanto, deverão possuir medição específica;
f) Para os limites estabelecidos nesta NTD, carga instalada de até 75 kW e
demanda de até 66 kVA, a medição será direta em tensão secundária.
11. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA
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Conforme dispõe a Resolução Normativa 414/2010, descrevemos a seguir os itens
que se aplicam a esta NTD:
O ponto de entrega é a conexão do sistema elétrico da distribuidora com a unidade
consumidora e situa-se no limite da via pública com a propriedade onde esteja
localizada a unidade consumidora, exceto quando:
II – a unidade consumidora, em área rural, for atendida em tensão secundária de
distribuição, caso em que o ponto de entrega se situará no local de consumo, ainda
que dentro da propriedade do consumidor, observadas as normas e padrões a que
se referem a alínea “a” do inciso I do art. 27;
VI – tratar-se de condomínio horizontal, onde a rede elétrica interna não seja de
propriedade da distribuidora, caso em que o ponto de entrega se situará no limite da
via pública com o condomínio horizontal;
VII – tratar-se de condomínio horizontal, onde a rede elétrica interna seja de
propriedade da distribuidora, caso em que o ponto de entrega se situará no limite da
via interna com a propriedade onde esteja localizada a unidade consumidora.
11.1. Ramal de Ligação Aéreo
O Ponto de Entrega estará localizado nas conexões desse ramal com o ramal de
entrada, conforme Desenho 01 e 02;
11.2. Ramal de Entrada Subterrâneo em Local de Rede de Distribuição Aérea
O Ponto de Entrega estará localizado nas conexões desse ramal com a rede de BT
da CEB-D, conforme Desenho 03.
11.3. Ramal de Ligação Subterrâneo em Local de Rede de Distribuição
Subterrânea
O Ponto de Entrega estará localizado dentro da caixa CB1 construída pelo
consumidor na via pública, conforme Desenho 04;
11.4. Ramal de Entrada Subterrâneo em Local de Rede de Distribuição Aérea
em Condomínios com Arruamento Interno, com Restrição ao Acesso de
Pessoas ou Veículos, que Configure Propriedade Particular do Consumidor –
Via Interna
O Ponto de Entrega estará localizado nas conexões desse ramal com a rede de BT
da CEB-D, conforme Desenho 05.
12. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA
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12.1. O padrão de entrada deve ser instalado no interior da propriedade do
consumidor e situado no limite desta com a via pública, em parede externa da
própria edificação, muros divisórios ou em poste particular, conforme Desenhos 6, 7,
9, 10, 12 e 13, apresentando a face frontal da caixa de medição voltada,
preferencialmente, para a via pública;
12.2. Opcionalmente, o padrão de entrada poderá ser instalado em recuo lateral,
conforme Desenhos 8, 11 e 14, ou em parede lateral, devendo sempre permitir a
leitura do medidor pela via pública;
12.3. A caixa de medição deve ser instalada com sua face superior a uma altura de
1,40 a 1,60 m em relação ao piso acabado, conforme Desenhos 20, 21, 23, 24, 25,
26 e 27;
12.4. O padrão de entrada não poderá ser instalado nas proximidades de:
• maquinaria;
• caldeiras;
• fornos;
• correias de transmissão e assemelhados;
• em paredes;
• locais sujeitos a trepidação;
• local ao alcance de folhas de portas quando abertas;
• em copas;
• cozinhas;
• dependências sanitárias;
• interior de vitrines;
• área entre prateleiras; e,
• pavimento superior da edificação única.
12.5. O padrão de entrada não poderá ser instalado embaixo da rede pública de
distribuição de energia elétrica;
12.6. O acesso dos empregados e/ou prestadores de serviços da CEB-D ao padrão
de entrada deve ser fácil e perfeitamente livre;
12.7. A localização do padrão de entrada deve observar os requisitos para
instalação dos ramais de ligação aéreo e subterrâneo, conforme itens 12.1 a 12.5
desta NTD.
13. CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA
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13.1.Aterramento
A CEB-D exige que o neutro de saída do medidor seja aterrado no padrão de
entrada, por meio do condutor de aterramento e sua instalação seja executada
conforme abaixo:
13.1.1. em cada edificação, com medição única, junto ao padrão de entrada de
energia elétrica, o sistema de aterramento deve ser executado com pelo menos uma
haste de aterramento;
13.1.2. deverá ser utilizada haste de aterramento tipo cobreada, conforme a
especificação da CEB-D, EMD-08 032 Haste de Aterramento Cobreada com
Conector Tipo Cunha – Cobre Estanhado, disponibilizada no sítio eletrônico da CEB-
D para consulta;
13.1.3. a haste de aterramento deverá ser instalada dentro da caixa de inspeção,
que deverá ser fechada com tampa apropriada, conforme Desenho 41;
13.1.4. a caixa de inspeção para aterramento com haste deverá ser especificada,
conforme estabelecido no item 19.1.13 desta NTD;
13.1.5. a haste de aterramento tipo cobreada deverá possuir no mínimo 2,40
metros de comprimento;
13.1.6. o condutor de aterramento deverá ser conectado no ponto de aterramento,
dentro da caixa de medição, conforme Desenhos 23, 24, 25 e 26, devendo ser fixado
ao parafuso de aterramento da caixa, por meio de conector tipo terminal pressão
cabo-barra em liga de cobre ou outro tipo de conexão adequada;
13.1.7. o condutor neutro de saída e o condutor de Proteção – PE deverão ser
conectados ao condutor de aterramento, dentro da caixa de medição, com conector
parafuso fendido, utilizado como terminal de aterramento na caixa de medição para
esse fim conforme Desenho 35;
13.1.8. o ponto de ligação do condutor de aterramento com a(s) haste(s) de
aterramento devem ser acessíveis por ocasião da vistoria do padrão de entrada;
13.1.9. o condutor de aterramento que interliga o neutro à(s) haste(s) de
aterramento deve ser contínuo e tão curto e retilíneo quanto possível. Deve ainda
ser protegido mecanicamente por meio de eletroduto de PVC rígido rosqueável de
20 mm de diâmetro, conforme NBR 15465;
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13.1.10. a seção mínima do condutor de aterramento será escolhida de acordo com
as Tabelas 10, 11, 14, 16 e 23;
13.1.11. na conexão do condutor de aterramento com a haste de aterramento,
dentro da caixa de inspeção, deve ser utilizado conector de derivação de cunha para
haste de aterramento, conforme EMD-08 032 Haste de Aterramento Cobreada com
Conector Tipo Cunha – Cobre Estanhado, disponibilizada no sítio eletrônico da
CEB-D para consulta e Desenhos 23, 24, 25, 26 e 53. Esta conexão deverá ser
protegida por massa de calafetar;
13.1.12. a haste de aterramento pode ser instalada dentro da caixa CB1, desde que
ela esteja a uma distância máxima horizontal de 2,40 metros da caixa de medição e
o eletroduto do condutor de aterramento seja independente;
13.1.13. a haste de aterramento pode ser instalada dentro da caixa de passagem
dos condutores de saída, instalada dentro da propriedade do consumidor, desde que
ela esteja a uma distância máxima horizontal de 2,40 metros da caixa de medição e
o eletroduto do condutor de aterramento seja independente;
13.1.14. a(s) caixa(s) de inspeção e a(s) haste(s) de aterramento poderão ser
instaladas na via pública, quando possível, ou na propriedade da unidade
consumidora conforme Desenhos 23, 24, 25 e 26.
13.2. Identificação dos Condutores Neutro - N, Fases – F, Proteção – PE e
Aterramento
É obrigatória a identificação dos condutores por intermédio de codificação por cores,
conforme a seguir:
13.2.1 Identificação do Condutor Neutro
O condutor neutro dos ramais de entrada e de saída do medidor que alimenta a
carga da unidade consumidora deve ser identificado em sua isolação ou cobertura,
de acordo com essa função, na cor azul-clara.
13.2.2 Identificação do Condutor Fase – F
O condutor Fase deve ser identificado em sua isolação ou cobertura em coloração
diferente da coloração dos condutores Neutro, Proteção – PE ou de Aterramento.
13.2.3 Identificação do Condutor de Proteção – PE
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O condutor de Proteção – PE deverá ser identificado em sua isolação ou cobertura,
na dupla coloração verde-amarelo ou verde.
13.3. Identificação do Condutor de Aterramento
O Condutor de Aterramento deverá ser identificado em sua isolação ou cobertura na
dupla coloração verde-amarelo ou verde, mesma cor de identificação do condutor de
Proteção – PE.
13.4.Proteção Contra Correntes de Sobrecarga e de Curto-Circuito
13.4.1. devem ser utilizados, para proteção geral da unidade consumidora,
disjuntores termomagnéticos unipolares, bipolares ou tripolares de acordo com os
tipos de fornecimento monofásico, bifásico e trifásico, respectivamente.
13.4.2. o disjuntor deve ser instalado no padrão de entrada, antes do medidor de
energia elétrica.
13.4.3. os disjuntores termomagnéticos devem ter o selo de certificação do
INMETRO.
13.4.4. os disjuntores devem ser dimensionados de acordo com a curva específica
de atuação, em função do equipamento a ser ligado na unidade consumidora. Para
esta Norma deverão ser utilizados no padrão de entrada disjuntores
termomagnéticos de curva tipo C.
13.4.5. os disjuntores devem ter capacidade mínima de interrupção de 4,5 kA em
área de rede aérea e 10 kA em área de rede subterrânea, compatíveis com a tensão
nominal da CEB-D.
13.5.Proteção Contra Quedas e Faltas de Tensão
A instalação dos dispositivos de proteção contra quedas e faltas de tensão deve ser
feita junto aos equipamentos, conforme prescrições da NBR 5410. A CEB-D
recomenda essa instalação pelo consumidor, sempre que necessário, não se
responsabilizando pelos danos causados por quedas e faltas de tensão em
equipamentos que não possuam essa proteção.
Prescrições da NBR 5410:
• “Devem ser tomadas precauções para evitar que uma queda de tensão ou uma
falta total de tensão, associada ou não ao posterior restabelecimento desta
tensão, venha a causar perigo para as pessoas ou danos a uma parte da
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instalação, a equipamentos de utilização ou aos bens em geral. O uso de
dispositivos de proteção contra quedas e faltas de tensão pode não ser
necessário se os danos a que a instalação e os equipamentos estão sujeitos,
nesse particular, representarem um risco aceitável e desde que não haja perigo
para as pessoas” – Item 5.5.1 da NBR 5410.
• “A atuação dos dispositivos de proteção contra quedas e faltas de tensão pode
ser temporizada, se o equipamento protegido puder admitir, sem inconvenientes,
uma falta ou queda de tensão de curta duração” – Item 5.5.3 da NBR 5410.
• “Quando o religamento de um dispositivo de proteção for suscetível de causar
uma situação de perigo, esse religamento não deve ser automático” – Item 5.5.5
da NBR 5410.
Os dispositivos de proteção contra quedas e falta de tensão são utilizados em
equipamentos eletrônicos que necessitem de um fornecimento de energia
ininterruptível e estável. Como exemplos destes dispositivos têm:
• Os filtros de linha eliminam ou atenuam apenas ruídos de radiofrequência e
interferências eletromagnéticas geradas na própria instalação;
• Os estabilizadores funcionam para minimizar variações lentas e pequenas de
tensão na rede elétrica;
• Os Nobreaks que tem a principal função de fornecer temporariamente energia
ininterrupta aos equipamentos, mesmo na ausência total de energia proveniente
da rede elétrica.
NOTA: Os filtros de linhas, estabilizadores e nobreaks não protegem totalmente os
equipamentos, pois eles não oferecem proteção contra os surtos elétricos.
13.6.Proteção Contra Surto e Descarga Atmosférica – Contra Sobretensões
Toda unidade consumidora deve ser provida de proteção contra sobretensões
atmosféricas ou de manobra, provenientes da linha externa de alimentação, evitando
assim os eventuais danos que podem ser causados aos equipamentos elétricos e
eletrônicos.
Considerando que o sistema de distribuição da CEB-D é predominantemente
composto por rede de distribuição aérea, a CEB-D exige que sejam instalados
dispositivos de proteção contra essas sobretensões no padrão de entrada de
energia elétrica da unidade consumidora.
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Esta proteção deve ser exercida por Dispositivo de Proteção contra Surtos – DPS,
que de acordo com a NBR 5410 deve ser instalado no ponto de entrada da linha na
edificação, o mais próximo possível do ponto de entrega.
Ainda de acordo com a NBR 5410, essa mesma proteção é também recomendada
para os equipamentos que recebem linha externas de sinal, tais como telefonia, TV
a cabo, comunicação de dados, etc.
Os DPS a serem instalados devem possuir as seguintes características técnicas:
- Classe II;
- Máxima tensão de operação contínua (Uc): ≥ 242 V;
- Corrente nominal de descarga (In): ≥ 5 kA;
- Norma aplicável: IEC 61643-1;
- Nível de proteção (tensão residual): 1,5 kV em 220 V ou 2,5 kV em 380 V;
- Selo de certificação do INMETRO.
De acordo com a NBR 5410, podem ser necessários DPS adicionais para a proteção
de equipamentos sensíveis instalados na unidade consumidora.
Em nenhuma hipótese a proteção contra sobretensões pode ser dispensada, se
essa omissão puder resultar em risco direto ou indireto à segurança e à saúde das
pessoas.
Os condutores para ligação do DPS deverão ser fios ou cabos isentos de emendas,
com cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila PVC
para 70º C 0,45/0,75 kV, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR
NM 280 com seção mínima de 4 mm2
. Os condutores devem ter encordoamento
classe 2 ou 3 conforme NBR NM 247-3.
13.5.1 Quando tratar-se de medição individual deverá ser obedecida as seguintes
prescrições para instalação do DPS:
a) instalar o DPS dentro da caixa de medição tipo M1, no mesmo suporte para
instalação do disjuntor geral, conforme Desenho 35;
b) instalar o DPS dentro da caixa de medição tipo P1, no suporte apropriado para o
DPS, conforme Desenho 35;
c) o DPS deve ter os bornes de entrada ligados entre as fases e interligados aos
bornes de saída do disjuntor geral, instalado nestas caixas, e os bornes de saída
interligados e conectados ao condutor de proteção – PE que está interligado ao
condutor neutro de saída, conforme Desenho 35.
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13.5.2 Quando tratar-se de medição agrupada com caixa de proteção – CP deverá
ser obedecida as seguintes prescrições para instalação do DPS:
a) instalar o DPS dentro da caixa de proteção – CP, no suporte apropriado para o
DPS, conforme Desenho 36;
b) o DPS instalado na caixa de proteção CP deve ser ter os bornes de entrada
ligados entre fases e interligados aos bornes de saída do disjuntor geral, instalado
na caixa de proteção, e os bornes de saída interligados e conectados ao ponto de
aterramento desta mesma caixa, conforme Desenho 36;
13.5.3 Quando tratar-se de medição agrupada sem caixa de proteção – CP deverá
ser obedecida as seguintes prescrições para instalação do DPS:
a) instalar o DPS dentro de cada caixa de medição tipo M1, no mesmo suporte para
instalação do disjuntor geral, conforme Desenho 35;
b) instalar o DPS dentro da caixa de medição tipo P1, no suporte apropriado para o
DPS, conforme Desenho 35;
c) o DPS deve ter os bornes de entrada ligados entre as fases e interligados aos
bornes de saída do disjuntor geral, instalado nestas caixas, e os bornes de saída
interligados e conectados ao condutor de proteção – PE que está interligado ao
condutor neutro de saída, conforme Desenho 35.
13.5.4 Quando tratar-se de medição individual ou agrupada instalada em caixa de
policarbonato, obedecer as prescrições descritas no Item 16 desta NTD.
A CEB-D exige a instalação de DPS de acordo com a NBR 5410, não se
responsabilizando pelos danos causados por sobretensões transitórias originadas da
rede de distribuição de energia elétrica, em instalações que não possuírem essa
proteção em conformidade com os requisitos normativos.
13.7.Distância de Condutores dos Ramais de Ligação e de Entrada
13.7.1. Às Edificações
O ramal de ligação aéreo não poderá ser acessível de janelas, sacadas, escadas,
terraços, etc. A distância mínima dos condutores a qualquer desses pontos deverá
ser de 1,20 m.
13.7.2. A Condutores Diferentes
Deve ser observado o afastamento mínimo de 0,60 m em relação a fios e cabos de
telefonia, sinalização, TV a cabo ou similar.
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13.7.3. Ao Solo
Os condutores devem ser instalados de forma que seu ponto mais baixo atenda às
seguintes alturas mínimas, medidas na vertical, em relação ao solo, conforme
Desenhos 73 e 74:
a) 5,50 m, onde houver tráfego de veículos pesados, em ruas e avenidas;
b) 4,50 m, onde houver tráfego de veículos leves, entradas de residências, entradas
de garagens, estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos
pesados;
c) 3,50 m, onde houver passagem exclusiva de pedestres.
NOTAS:
1. Os ramais de ligação não poderão cruzar rodovias ou ferrovias;
2. A solicitação do pedido de ligação deverá ser, obrigatoriamente, encaminhada
para a área de projetos de redes de distribuição aérea que analisará e emitirá
parecer técnico para a elaboração de projeto de extensão de rede.
13.8.Especificações Técnicas para Cargas Especiais
A ligação de aparelhos com carga de flutuação brusca da tensão como: solda
elétrica, motores com partida frequente, aparelho de raio X ou quaisquer outros
causadores de distúrbios de tensão ou corrente, e ainda que apresentem condições
diferentes das estabelecidas nesta NTD, são tratadas como cargas especiais.
Para as cargas especiais, ligadas sem conhecimento prévio da CEB-D ou operadas
de forma inadequada, que estiverem provocando distúrbios ou danos no sistema
elétrico de distribuição da CEB-D ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de
outras unidades consumidoras, serão exigidas medidas corretivas e/ou o pagamento
das obras necessárias para adequação no sistema elétrico.
Os motores devem utilizar dispositivos que limitem a corrente absorvida durante o
momento da partida. Esses dispositivos estão discriminados na Tabela 12.
13.9.Condições Técnicas para Instalação de Geradores
a) a CEB-D não se responsabiliza por danos ocasionados por manobras
inadequadas e/ou defeitos nos geradores de energia elétrica de propriedade do
consumidor, ficando o mesmo responsável por quaisquer prejuízos de ordem
material e humana que venha a ser causados nas redes, equipamentos,
empregados ou prestadores de serviços da CEB-D, bem como a patrimônio ou à
pessoa de terceiros.
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b) nas instalações possuidoras de grupos geradores de emergência, deverão ser
utilizadas chaves reversoras com intertravamento elétrico e mecânico, para
operação em carga, e que permitam o seccionamento das fases e do neutro;
c) deverá ser entregue à CEB-D um termo de responsabilidade para uso de geração
própria;
d) deverá ser apresentado um projeto de instalação com a especificação técnica do
grupo gerador, para ser previamente liberado pela CEB-D, indicando no mínimo:
• Tipo de máquina;
• Potência nominal e operativa;
• Impedância subtransitória, transitória e de regime permanente;
• Fator de potência;
• Tensão máxima e mínima;
• Esquema de ligação.
e) o gerador deverá ficar em área fisicamente separada do recinto onde são
instalados os equipamentos destinados à medição.
NOTAS:
1. o paralelismo de geradores de U.C. com o sistema elétrico da CEB-D, fica
condicionado a consulta prévia, sendo indispensável a apresentação de projeto
na Área de Análise de Projetos e Vistoria da CEB-D;
2. a geração distribuída de U.C. com paralelismo permanente com o sistema elétrico
da CEB-D, fica condicionado a seguir o que prescreve a NTD-6.09.
13.10. Sistema de Combate a Incêndio
A instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para
atendimento do sistema de combate a incêndio, será considerada uma unidade
consumidora independente, portanto, com medição própria e separada. A sua carga
não será considerada no dimensionamento do ramal de ligação ou de entrada das
unidades consumidoras individuais ou agrupadas.
A montagem do padrão de entrada para atendimento do sistema de combate a
incêndio, poderá ser feita com caixas metálicas ou com caixas de policarbonato,
conforme a seguir. Porém, não será permitida a mesclagem no mesmo padrão de
entrada, de caixas metálicas com caixas de policarbonato.
13.10.1. Quando tratar-se de Medição Individual
a) com caixa metálica:
Para a instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para o
atendimento do sistema de combate a incêndio de unidade consumidora individual
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deverá ser necessária a instalação de uma caixa de derivação tipo MT 2/1 e mais
uma caixa de medição tipo P1, conforme ilustrado no Desenho 37.
Para o caso de medição individual existente, o padrão de entrada deverá ser
adequado a esta NTD para o recebimento da medição para a bomba de incêndio.
b) com caixa de policarbonato:
Para a instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para o
atendimento do sistema de combate a incêndio de unidade consumidora individual
deverá ser necessária a instalação de uma caixa de proteção e derivação tipo CPD
mais uma caixa de medição tipo P1-I, conforme ilustrado no Desenho 79.
Os padrões de entrada com o uso de caixas de policarbonato, conforme a NTD 3.49
Caixas em Policarbonato para Caixas de Medição e Proteção e Item 16 desta NTD,
deverão ser montados somente em locais abrigados e livres dos raios ultravioleta.
Para o caso de medição individual existente, o padrão de entrada deverá ser
adequado a esta NTD para o recebimento da medição para a bomba de incêndio.
13.10.2. Quando tratar-se de Medições Agrupadas:
a) com caixas metálicas:
Para a instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para o
atendimento do sistema de combate a incêndio de unidades consumidoras
agrupadas deverá ser necessária a instalação de mais uma caixa de medição no
padrão de medição agrupada. Neste caso, a medição da Bomba de Incêndio poderá
constituir-se numa sétima medição, conforme ilustrado no Desenho 38. Para o caso
de medições agrupadas existentes, o padrão de entrada deverá ser adequado a esta
NTD para o recebimento da medição para a bomba de incêndio.
NOTAS:
1. A instalação de Bomba de Incêndio para o atendimento do sistema de combate a
incêndio localizado em padrão de entrada com múltiplas unidades consumidoras
deverá seguir as prescrições estabelecidas na NTD-6.07 – Fornecimento em
Tensão Secundária de Distribuição de Prédios de Múltiplas Unidades
Consumidoras;
2. O item 6.6 da NBR 5410 apresenta os detalhes sobre a instalação interna dos
“Sistemas de alimentação elétrica para serviços de segurança”.
b) com caixa de policarbonato:
Para a instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária,
para o atendimento do sistema de combate a incêndio de unidades consumidoras
agrupadas deverá ser necessária a instalação de mais uma caixa de medição
Tipo P1-E no padrão de medição agrupada. Neste caso, a medição da Bomba de
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Incêndio poderá constituir-se numa sétima medição, conforme ilustrado no
Desenho 85. Para o caso de medições agrupadas existentes, o padrão de entrada
deverá ser adequado a esta NTD para o recebimento da medição para a bomba
de incêndio.
As caixas de policarbonato poderão ser utilizadas na montagem dos padrões de
entrada com medição agrupadas, desde que estejam abrigadas e livres dos raios
ultravioleta.
Para atendimento desta alínea, deverá ser obedecida a prescrição estabelecida no
subitem 7.15 desta NTD.
13.11. Critérios para Instalação dos Ramais de Ligação, de Entrada e de Saída
No item 11 desta Norma estão detalhadas as possíveis localizações do ponto de
entrega de energia elétrica que definem os limites dos ramais de ligação e dos
ramais de entrada.
Os condutores de entrada e de saída do disjuntor até o ponto de medição e, deste
para a instalação interna, deverão ser instalados pelo consumidor com a correta cor
de identificação, conforme item 13.2 eTabela 23.
Não serão permitidas saídas aéreas para alimentação de ramais de unidades
consumidoras com medição agrupada, bem como em unidades consumidoras com
pontaletes.
13.11.1. Ramal de Ligação Aéreo
Será instalado e energizado exclusivamente pela CEB-D a partir da estrutura da
rede de distribuição, desde que observadas as seguintes condições:
a) não cruzar terrenos de terceiros;
b) entrar pela frente do terreno, ficando livre de qualquer obstáculo e ser
perfeitamente visível. Os terrenos de esquina poderão ter sua entrada por
qualquer um dos lados voltado para a via pública. Nas situações em que a rede
de distribuição passar somente pelo fundo do terreno, será admitida a ligação
por este lado;
c) não cruzar rodovias ou ferrovias;
d) não passar sobre edificação;
e) não será permitido o cruzamento de condutores do ramal de ligação aéreo com
condutores de outro ramal;
f) não passar embaixo de outros circuitos de redes de distribuição aérea de Baixa
tensão e/ou Alta Tensão;
g) não serão permitidas emendas no ramal de ligação aéreo;
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h) utilizar postes e pontaletes particulares para obter as alturas mínimas dos
condutores em relação ao solo;
i) não ultrapassar 30 (trinta) metros de vão livre, entre o poste da rede de
distribuição da CEB-D e o padrão de entrada, instalado no terreno do
consumidor;
j) a fixação do ramal de ligação no poste de aço particular, pontalete de aço
particular ou poste de concreto seção duplo T, deverá ser feita em armação
secundária com isolador roldana, em alça de serviço, por meio do condutor
neutro multiplex, conforme Desenhos 72;
k) a fixação do ramal de ligação na fachada da edificação deverá ser feita em
armação secundária com roldana, alça de serviço, por meio do condutor neutro
multiplex, conforme Desenho 72;
l) ser ancorado no padrão de entrada a uma altura mínima de 3,80 metros e
máxima de 6 (seis) metros em relação ao solo, conforme Desenho 73;
m) ser ancorado em poste particular, conforme Desenhos 20 e 21;
n) ser ancorado em pontalete de aço particular na edificação, desde que a equipe
da CEB-D tenha livre acesso ao ponto de ancoragem no pontalete, conforme
Desenho 75;
o) ser ancorado na fachada da edificação, desde que a equipe da CEB-D tenha
livre acesso ao ponto de ancoragem na edificação, conforme Desenho 23;
p) será obrigatória a apresentação de uma cópia da “ART” de execução,
devidamente assinada por um engenheiro civil ou técnico de edificações,
quando o padrão de entrada de energia possuir disjuntor geral a partir de 70 A e
o ramal de ligação aéreo de 35 mm² for ancorado em pontalete de aço particular
ou na fachada da edificação.
NOTAS:
1. A ancoragem do ramal de ligação aéreo no pontalete ou fachada da edificação
somente será permitida quando a edificação estiver construída no alinhamento da
propriedade com a via pública;
2. A instalação do ramal de ligação aéreo na fachada ou pontalete não será
permitida quando houver algum dos seguintes obstáculos: marquises, varandas,
telhados, placas, etc.;
3. O ramal de ligação aéreo não poderá ser ancorado em pontaletes instalados em
muros;
4. Caso não seja possível a ancoragem do ramal de ligação aéreo em pontalete ou
fachada da edificação, o consumidor deverá ser orientado a realizar a montagem
do padrão de entrada exclusivamente com entrada subterrânea, em conformidade
com esta NTD;
5. Para o item 4 desta nota, caso seja necessária a extensão de rede de distribuição
aérea de baixa tensão para o atendimento de padrão de entrada de energia com
ramal de entrada subterrâneo, em conformidade com esta Norma e com a
Resolução Normativa 414/2000-ANEEL, a Ordem de Serviço deverá ser
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encaminhada obrigatoriamente para a área de projetos de redes de distribuição
aérea.
13.11.2. Ramal de Ligação Subterrâneo em Local de Rede Subterrânea
a) a execução da obra referente ao ramal de ligação, compreendido entre a caixa de
baixa tensão da rede da CEB-D até a caixa CB1 e composto de caixas de
passagem, redes de dutos e condutores instalados até o disjuntor, é de
responsabilidade da CEB-D com participação financeira do consumidor na forma
da legislação. O consumidor pode fazer a opção conforme item 9.1.6. Sua
instalação deverá ser feita pela CEB-D em conformidade com a NTD-1.04
Critérios de Projeto e Padrões de Construção de Rede de Distribuição
Subterrânea;
b) não deve ultrapassar 50 (cinquenta) metros medidos a partir do ponto de
derivação da rede subterrânea de baixa tensão da CEB-D até o padrão de
entrada da unidade consumidora.
13.11.3. Ramal de Entrada Subterrâneo em Local de Rede Subterrânea
a) a parte civil da instalação, composta pela caixa de passagem tipo CB1 e a sua
interligação por eletroduto até o padrão de entrada e o sistema de aterramento,
deve ser executada pelo consumidor, conforme Desenho 28;
b) a caixa CB1 deverá ser construída na via pública, o mais próximo possível da
divisa com a propriedade do consumidor, ou seja, do padrão de entrada a ser
atendido, conforme Desenho 43;
c) o eletroduto subterrâneo que deriva da caixa tipo CB1 até o padrão de entrada
deverá ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR-5597 ou NBR-5598
ou de PVC Rígido Rosqueável, conforme NBR-15465, ou eletroduto Corrugado de
PEAD, todos em conformidade com as especificações da CEB-D;
d) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os
acessórios de mesmo material para a interligação da caixa tipo CB1 com o
eletroduto corrugado de PEAD, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D;
e) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os
acessórios de mesmo material para a interligação do eletroduto corrugado de
PEAD ao padrão de entrada, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D;
f) admite-se, no máximo, 2 (duas) curvas de até 90° entre a caixa CB1 e o padrão
de entrada;
g) quando tratar-se de medição agrupada, instalar eletroduto de 50 mm de diâmetro,
em conformidade com as alíneas c e f acima, da caixa tipo CB1 até a caixa de
proteção ou de derivação.
NOTA: Deverão ser obedecidas as demais prescrições estabelecidas para o ramal
de entrada subterrâneo em local de rede de distribuição aérea.
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13.11.4. Ramal de Entrada Conectado ao Ramal de Ligação Aéreo
a) os condutores devem ser constituídos por cabos unipolares, de cobre
isolados,em composto termoplástico de cloreto de polivinila (PVC) para 70º C
0,6/1 kV, com dupla isolação;
b) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3;
NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com
encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280.
c) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas;
d) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16;
e) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
f) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 35;
g) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
h) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e ao Aterramento;
i) no condutor neutro é vedado o uso de qualquer dispositivo de interrupção;
j) deixar sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição, nos trechos
entre o disjuntor até o ponto de medição e deste até a saída para a instalação
interna, para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica;
k) o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme NBR 5597
ou NBR 5598, e dimensionado conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16;
l) o eletroduto deve ter espessura de parede e diâmetro externo de acordo com o
indicado na Tabela 20;
m) o eletrodutode aço carbono tipo zincado a quente deverá entrar pelo lado
esquerdo da caixa de medição;
n) a junção entre o eletroduto e a caixa de medição deve ser feita por meio de
bucha, arruela e flange e ser vedada com massa de calafetar, quando da
instalação ao tempo, evitando a penetração de água no interior da caixa,
conforme Desenho 61;
o) na parte superior do eletroduto, deve ser instalado cabeçote de 135° de aço
carbono zincado a quente, para evitar a danificação da isolação dos condutores
e penetração de água. Detalhe do cabeçote está ilustrado no Desenho 55 e
especificação da CEB-D. Admite-se também a utilização de curva de 135° com
bucha na sua extremidade, conforme Desenho 58;
p) o eletroduto de aço carbono tipo zincado a quente deve ser instalado
externamente ao poste particular, exceto para o padrão econômico mostrado no
Desenho 50, admitindo-se as seguintes possibilidades de fixação:
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• Braçadeiras de aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio;
• Cintas de aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio;
• Arame galvanizado de 2,11 mm de diâmetro;
• Fita de aço inoxidável de 19 mm de largura com fecho;
• Detalhes da fixação são mostrados nos desenhos 20, 21 e 22.
13.11.5. Ramal de Entrada Subterrâneo em Local de Rede Aérea:
a) o consumidor que fizer a opção por ser atendido por este tipo de ramal assumirá
integralmente os custos adicionais recorrentes e de eventuais modificações
futuras, bem como se responsabilizará pela obtenção de autorização do poder
público para execução da obra de sua responsabilidade, conforme Art. 14 – Do
ponto de Entrega, item IX parágrafo 3º da Resolução 414/2010 – ANEEL;
b) não é permitido que os condutores do ramal atravessem vias públicas, exceto
calçadas;
c) é permitido que os condutores do ramal atendam unidade consumidora
localizada do mesmo lado da rede da CEB-D;
d) não é permitido que os condutores do ramal:
•
•
•
• Sejam enterrados diretamente no solo;
•
•
•
• Passem sob terrenos de terceiros;
•
•
•
• Apresentem emendas.
e) deve entrar pela frente do terreno, ficando livre de qualquer obstáculo. Os
terrenos de esquina poderão ter sua entrada por qualquer lado voltado para a
via pública. Nas situações em que a rede de distribuição passar somente pelo
fundo do terreno, a ligação será efetuada por este lado;
f) admite-se no máximo 3 (três) curvas de até 90°, não podendo haver caixa de
passagem;
g) o eletroduto que protege fisicamente os condutores na descida junto ao poste da
CEB-D deve ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR 5597 ou NBR
5598, ilustrado nos Desenhos 24, 25, 30 e 34;
h) na parte superior do eletroduto, deve ser instalado cabeçote de 135° de aço
carbono zincado a quente, conforme especificado pela CEB-D, para evitar a
danificação da isolação dos condutores e penetração de água, ilustrado no
Desenho 55;
i) o eletroduto instalado junto ao poste da CEB-D pode ser constituído de uma
única peça de 6 (seis) metros de comprimento, ou 2 (duas) de 3 (três) metros
devidamente emendadas, devendo ser fixado com braçadeiras ou fitas de aço
inoxidável, conforme Desenhos 24, 25, 30 e 34;
j) o eletroduto subterrâneo que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada
deverá ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR-5597 ou NBR-
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5598, ou eletroduto Corrugado de PEAD, ambos em conformidade com as
especificações da CEB-D;
k) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os
acessórios de mesmo material para a interligação do eletroduto de aço carbono
zincado à quente com o eletroduto corrugado de PEAD, conforme Desenho 52 e
especificação CEB-D;
l) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os
acessórios de mesmo material para a interligação do eletroduto corrugado de
PEAD ao padrão de entrada, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D;
m) a linha de eletroduto enterrada deve ser continuamente sinalizada por fita de
sinalização colorida não sujeito à deterioração, conforme especificação da CEB-
D, situada no mínimo a 0,30 m acima da linha do eletroduto, conforme Desenhos
24, 25, 30 e 34;
n) o eletroduto deve ser protegido contra danos por passagem de veículos sobre a
superfície do terreno e instalado a uma profundidade mínima de 0,70 m da
superfície do solo, conforme indicado nos Desenhos 24, 25, 30 e 34;
o) o eletroduto deverá entrar pelo lado esquerdo da caixa de medição;
p) os condutores de descida, junto ao poste da CEB-D, devem ser identificados de
forma legível e indelével com os números das respectivas unidades
consumidoras, utilizando plaqueta de alumínio ou latão, conforme Desenhos 24,
25, 30 e 34;
q) os condutores devem ser de cobre unipolares e, portanto, dotados de cobertura,
isentos de emendas, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila
(PVC) para 70 ºC 0,6/1 kV, apropriados para instalação subterrânea sujeitas à
umidade;
r) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3;
NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com
encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280.
s) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16;
t) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas;
u) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
v) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 35;
w) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
x) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e ao Aterramento;
y) no condutor neutro é vedado o uso de qualquer dispositivo de interrupção;
z) deve ser deixada sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição,
nos trechos entre o disjuntor até o ponto de medição e deste até a saída para a
instalação interna, para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica;
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aa) não deve ultrapassar 40 (quarenta) metros de vão livre, entre o poste da rede de
distribuição da CEB-D e o padrão de entrada, instalado no terreno do
consumidor.
NOTA: Para atendimento de unidades consumidoras localizadas em condomínios
com arruamento interno, em que haja restrição de acesso de pessoas ou veículos ao
seu interior por meio de unidades de controle de entrada e saída (exemplos:
portarias, cancelas, portão eletrônico, etc.), que configure como propriedade
particular do consumidor, caso o mesmo faça opção por instalar o ramal de entrada
subterrâneo cruzando a via interna, deverá obedecer às prescrições estabelecidas
na IND 008-11 - Requisitos Específicos para Atendimento de Unidades
Consumidoras, conforme Art. 14 da Resolução Normativa Nº 414/2010 – ANEEL.
13.11.6. Ramal de Saída Aéreo
O Ramal de Saída Aéreo somente será permitido para a unidade consumidora com
medição individual montada no padrão de entrada em poste de aço particular.
O Ramal de Saída Aéreo é constituído por 02 (duas) partes: na primeira parte, os
condutores são tubulados e iniciam a partir dos bornes de saída do medidor e
terminam após a saída da tubulação externa, presa ao poste de aço particular; na
segunda parte, os condutores aéreos,que derivam do poste de aço particular para a
unidade consumidora, são ancorados, uma extremidade no poste particular nos
isoladores roldanas, instalados na armação secundária neste poste, e a outra
extremidade é ancorada na área interna da unidade consumidora, em local
adequado, em isolador roldana instalado em armação secundária.
A interligação entre os condutores do ramal de saída aéreo – parte tubulada e parte
aérea de responsabilidade do consumidor – é feita utilizando-se de conectores
adequados e deve ser isolada por meio de fita autofusão e fita isolante de PVC.
13.11.6.1 Ramal de Saída Aéreo – parte Tubulada junto ao Poste Particular
a) os condutores devem ser constituídos por cabos unipolares, de cobre isolados,
em composto termoplástico de cloreto de polivinila (PVC) para 70º C 0,6/1 kV,
com dupla isolação;
b) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3;
NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com
encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280.
c) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas;
d) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16;
e) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
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f) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde,
conforme detalha o Desenho 35;
g) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
h) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e ao Aterramento;
i) deixar sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição, para
possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica;
j) o eletroduto de saída deve ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme
NBR 5597 ou NBR 5598, e dimensionado conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16;
k) o eletrodutode aço carbono tipo zincado a quente deverá sair pelo lado direito da
caixa de medição;
l) a junção entre o eletroduto de saída e a caixa de medição deve ser feita por
meio de bucha, arruela e flange e ser vedada com massa de calafetar, quando
da instalação ao tempo, evitando a penetração de água no interior da caixa,
conforme Desenho 61;
m) na parte superior do eletroduto de saída deve ser instalado cabeçote de 135° de
aço carbono zincado a quente para evitar a danificação da isolação dos
condutores e penetração de água. Detalhe do cabeçote é mostrado no Desenho
55. Admite-se também a utilização de curva de 135° com bucha na sua
extremidade, conforme Desenho 58;
n) o eletroduto de saída deve ser instalado externamente ao poste particular,
exceto para o padrão econômico mostrado no Desenho 49, admitindo-se as
seguintes possibilidades de fixação:
o) braçadeiras de aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio;
p) cintas de aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio;
q) arame galvanizado de 2,11 mm de diâmetro;
r) fita de aço inoxidável de 19 mm de largura com fecho;
s) detalhes da fixação são mostrados nos Desenhos 20, 21, 31 e 32;
t) o DPS deverá ser instalado, conforme subitem 13.5.1 desta NTD.
13.11.6.2 Ramal de Saída Aéreo – parte Aérea
a) os condutores do ramal alimentador devem ser fios ou cabos de cobre isentos
de emendas, com isolação em PVC para 70ºC 0,45/0,75 kV, não podendo ser
cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280;
b) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3;
NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com
encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280.
c) a CEB-D recomenda que os condutores devem ser contínuos e isentos de
emendas;
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d) os condutores devem ter o mesmo dimensionamento do ramal de serviço
aéreo;
e) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
f) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 35;
g) o condutor de aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
h) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e ao aterramento;
i) não será permitida a ancoragem do ramal de saída aéreo em padrão de
entrada com pontalete de aço particular;
j) não será permitida a ancoragem do ramal de saída aéreo em padrão de
entrada com medição agrupada em poste de aço particular ou poste de
concreto seção duplo T;
k) a fixação dos condutores de ramais de saída aéreo deverá ser adequadamente
executada utilizando-se isoladores de porcelana ou de vidro;
l) deverá estar ancorado em isolador roldana instalado no poste particular e em
um ponto adequado na área interna da propriedade do consumidor;
m) os condutores do ramal de saída aéreo deverão ser instalados antes da ligação
do padrão de entrada da unidade consumidora;
n) a conexão entre o ramal de saída aéreo - parte tubulada junto ao poste
particular e a parte aérea deverá ser executada pelo consumidor, antes da
ligação do padrão de entrada da unidade consumidora, com a utilização de
conexões apropriadas.
13.11.7. Ramal de Saída Subterrâneo
a) não é permitido que os condutores do ramal:
•
•
•
• Sejam enterrados diretamente no solo;
•
•
•
• Passem sob terrenos de terceiros;
•
•
•
• Apresentem emendas.
b) o eletroduto do ramal de saída subterrâneo, que protege fisicamente os
condutores, até o quadro de distribuição localizado na unidade consumidora
deve ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598,
de PVC rígido rosqueável, conforme NBR 15465, ou corrugado de PEAD,
conforme ilustrado nos Desenho 52 e especificação da CEB-D;
c) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os
acessórios de mesmo material para a interligação do padrão de entrada com o
eletroduto corrugado de PEAD, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D;
d) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os
acessórios de mesmo material para a interligação do eletroduto corrugado de
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PEAD ao quadro de distribuição geral da unidade consumidora, conforme
Desenho 52 e especificação CEB-D;
e) o eletroduto deve ser protegido contra danos por passagem de veículos sobre a
superfície do terreno e instalado a uma profundidade mínima de 0,70 m da
superfície do solo, conforme indicado nos Desenhos 24, 25, 30 e 34;
f) o eletroduto deverá sair pelo lado direito da caixa de medição;
g) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas;
h) os condutores devem ser de cobre unipolares e, portanto, dotados de cobertura,
isentos de emendas, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila
(PVC) para 70 ºC 0,6/1 kV, apropriados para instalação subterrânea sujeitas à
umidade;
i) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3;
NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com
encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280.
j) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16;
k) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
l) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 35;
m) o condutor de aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
n) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e ao Aterramento;
o) deve ser deixada sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição,
para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica;
p) o DPS deverá ser instalado, conforme subitem 13.5.1. desta NTD.
13.11.8. Ramal de Saída Embutido (Parede)
a) não é permitido que os condutores do ramal de saída passem por edificações de
terceiros;
b) o eletroduto do ramal de saída embutido na parede, que protege fisicamente os
condutores, até o quadro de distribuição localizado na unidade consumidora,
deve ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598,
ou de PVC rígido rosqueável, conforme NBR 15465, conforme ilustrado nos
Desenho 51 e especificação da CEB-D;
c) o eletroduto deverá sair pelo lado direito da caixa de medição;
d) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas;
e) Os condutores do ramal de saída devem ser fios ou cabos de cobre isentos de
emendas, com isolação em PVC para 70ºC 0,45/0,75 kV, não podendo ser
cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 6880;
f) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3;
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NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com
encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280.
g) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16;
h) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
i) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 35;
j) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
k) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e ao Aterramento;
l) deve ser deixada sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição,
para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica;
m) o DPS deverá ser instalado, conforme subitens 13.5.1., 13.5.2. ou 13.5.3. desta
NTD.
14. ATENDIMENTO A MEDIÇÕES AGRUPADAS COM CAIXAS METÁLICAS
Além das demais determinações estabelecidas nesta norma, o atendimento às
unidades consumidoras com medição agrupada deve observar as seguintes
prescrições específicas:
14.1.O atendimento a duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um
mesmo terreno, existindo área de uso comum, será feito através de um único ramal
de ligação ou de entrada, sendo que as medições deverão ser agrupadas num único
local;
14.2.É permitida a instalação de mais de uma entrada de energia elétrica, Padrão de
Entrada, para fornecimento a mais de uma unidade consumidora, limitadas a um
total de 6 (seis) medições situadas em um mesmo lote, desde que sejam separadas
física e eletricamente, possuam acessos independentes, a soma das correntes
nominais dos disjuntores de proteção individuais deverá ser igual ou inferior a 100 A,
em qualquer uma das fases, e no caso de situarem em áreas urbanas, tais acessos
deverão estar voltados para a via pública;
NOTAS:
1. Quando tratar-se de transformador trifásico existente em unidade consumidora de
propriedade rural, a solicitação do pedido de ligação deverá ser, obrigatoriamente,
encaminhada à área de projetos de rede de distribuição aérea;
2. A área de projeto de rede de distribuição aérea analisará e emitirá parecer técnico
sobre a necessidade de elaboração de projeto para construção de rede de
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distribuição aérea, necessidade de manutenção, ou aumento da potência
disponibilizada (substituição do transformador);
3. Não será permitida uma nova entrada de energia elétrica para o lote no qual já
exista painel com projeto de entrada com múltiplas unidades, devidamente
liberado para execução pela CEB-D.
14.3.As instalações elétricas de uso comum, medição de serviço, constituirão uma
unidade consumidora e, portanto, deverão ter medição específica;
14.4.As medições poderão estar localizadas na entrada principal das edificações,
desde que essas edificações estejam construídas no alinhamento da propriedade
com a via pública. Nesta situação, será admitida a instalação do grupo de medição
até uma altura de 20 cm da face inferior da caixa de medição ao piso acabado,
conforme Desenho 38. Neste caso, deverá ser deixado acesso livre, para facilitar os
trabalhos da equipe da CEB-D, de no mínimo 1 (um ) metro à frente do padrão de
entrada;
14.5.A caixa de derivação deverá ser instalada a uma altura de 1,10 m, medido de
sua parte superior em relação ao piso acabado, conforme Desenhos 29, 30, 32, 34,
37 e 38;
14.6.A caixa de proteção poderá ser instalada à direita ou à esquerda da(s) caixa(s)
de derivação, em função do posicionamento do poste da rede da CEB-D;
14.7.A caixa de proteção deverá ser instalada no mesmo alinhamento vertical do
poste particular e quando instalada na lateral da propriedade deverá estar
posicionada a 30 (trinta) centímetros do limite da propriedade com a via pública;
14.8.Não será permitida a saída aérea para a ligação dos ramais de saídas das
unidades consumidoras;
14.9.Os ramais de saída de cada unidade consumidora deverão ser embutidos em
alvenaria ou no solo, em conformidade com o Desenhos 29, 30, 31, 32, 34, 37, 38.
Não será aceita saída aérea para os ramais de saída de cada unidade consumidora
para as medições agrupadas.
14.10. É permitida a instalação de no máximo 6 (seis) caixas de medição agrupadas
num mesmo local, desde que:
a) as combinações dos tipos de fornecimento estejam de acordo com a Tabela 13;
b) o dimensionamento esteja de acordo com a Tabela 14;
c) as unidades consumidoras não sejam interligadas eletricamente e sua
comunicação física ocorra somente pelas áreas de uso comum;
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d) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
e) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 35;
f) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
g) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e
ao Aterramento;
h) seja utilizada caixa de derivação, conforme mostrado nos Desenhos 29, 30, 31,
32, 34, 37, 38;
i) os condutores do ramal de medidor, ligados aos condutores de derivação, tenham
as correntes distribuídas entre as fases, de acordo com a Tabela 13;
j) a identificação das unidades consumidoras seja efetuada através de plaquetas de
acrílico fixadas na aba superior da respectiva caixa de medição; e,
k) a identificação das unidades consumidoras deverá ser realizada em ordem
crescente, da esquerda para a direita e de cima para baixo.
14.11. O aterramento deve ser executado com 2 (duas) hastes para até 3 (três)
unidades consumidoras e 3 (três) hastes para até 6 (seis) unidades consumidoras,
conforme Desenhos 29, 30, 31, 32, 34, 37, 38;
14.12. A distância mínima entre as hastes deverá ser de 2,40 m e interligadas
eletricamente, sem emendas, conforme ilustra os Desenhos 29, 30, 31, 32, 34, 37,
38;
14.13. Na instalação localizada na entrada principal da unidade consumidora, será
aceita a interligação dos pontos de aterramento com as armaduras de aço
embutidas no concreto das fundações da edificação, dispensando a instalação de
hastes de aterramento, conforme Desenho 42;
NOTA: Este tipo de instalação de aterramento será permitido somente quando a
edificação estiver construída no alinhamento da propriedade com a via pública.
14.13.1. O barramento de neutro deverá ser interligado ao ponto de aterramento,
dentro da caixa de derivação, com conector tipo terminal de pressão cabo-barra em
liga de cobre ou outra conexão adequada, conforme detalha o Desenhos 37 e 38;
14.13.2. O condutor neutro de entrada não necessita ser aterrado no ponto de
aterramento da caixa de proteção – CP, quando existente;
14.13.3. A seção mínima do condutor de aterramento será dimensionada de acordo
com a Tabela 14;
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14.13.4. O condutor de aterramento deverá ser protegido mecanicamente através
de eletroduto de PVC rígido ou aço tipo zincado a quente, de 20 mm de diâmetro.
14.13.5. O condutor de aterramento deverá ser conectado aos pontos de
aterramentos existentes nas caixas de proteção – CP e de derivação – MT 2/1 e/ou
MT 3/2;
NOTA: As caixas de medição M1 e/ou P1 não necessitam de aterramento direto
deste condutor.
14.13.6. O condutor neutro de saída deverá ser conectado ao ponto de aterramento
da caixa de medição;
14.13.7. O condutor PE deve ser conectado ao ponto de aterramento internamente
em cada caixa de medição e possuir isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou
verde conforme ilustra o Desenho 35;
14.14. No padrão composto por até 3 (três) medições monofásicas ou 1 (uma)
bifásica e 1 (uma) monofásica, será dispensada a instalação da caixa de proteção –
CP. Nas demais composições, deverá ser instalada caixa de proteção e disjuntor
trifásico com a capacidade indicada na Tabela 14;
14.15. Deverá ser utilizada caixa de derivação com barramento de cobre para os
condutores neutro e/ou fases, sendo que as conexões das derivações para as
caixas de medição deverão ser feitas com conectores tipo terminal de pressão cabo-
barra em liga de cobre ou outra conexão adequada;
14.16. Os condutores neutro e fases de entrada deverão ser conectados aos seus
respectivos barramentos de cobre dentro da caixa de derivação, conforme ilustrado
no Desenhos 37 e 38;
14.17. Os condutores neutro e fases que derivam para as caixas de medição
deverão ser conectados aos seus respectivos barramentos de cobre dentro da caixa
de derivação, conforme Tabela 13 e ilustrado no Desenhos 37 e 38;
14.18. Deverão ser instalados DPS, conforme prescrições estabelecidas nos
subitens 13.5.2 e 13.5.3.
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15. CONDIÇÕES GERAIS PARA O FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
UNIDADES CONSUMIDORAS ATENDIDAS POR MEDIÇÃO AGRUPADA LIGADA
EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA ALIMENTADA POR TRANSFORMADOR
MONOFÁSICO
Além das demais determinações estabelecidas nesta norma, o atendimento às
unidades consumidoras com medição agrupada, ligadas em transformador
monofásico, deve observar as seguintes prescrições específicas:
15.1. O atendimento deverá ser realizado em rede de distribuição aérea que
possua transformador monofásico com potência disponibilizada mínima de 37,5
kVA;
15.2. Independente da potência do transformador monofásico existente na unidade
consumidora, a solicitação do pedido de ligação deverá ser, obrigatoriamente,
encaminhada à área de projetos de rede de distribuição aérea;
15.3. A área de projeto de rede de distribuição aérea analisará e emitirá parecer
técnico sobre a necessidade de elaboração de projeto para construção de rede de
distribuição aérea, necessidade de manutenção, ou aumento da potência
disponibilizada (substituição do transformador).
15.4. O atendimento a duas ou mais unidades consumidoras monofásicas
localizadas em um mesmo terreno, existindo área de uso comum, será feito através
de um único ramal de ligação ou de entrada, sendo que as medições deverão ser
agrupadas num único local;
15.5. Somente poderão ser atendidas neste tipo de fornecimento, as unidades
consumidoras com medições agrupadas monofásicas;
15.6. É permitida a instalação de padrão de entrada de energia elétrica, para
fornecimento a mais de uma unidade consumidora, limitadas a um total de 4 (quatro)
medições monofásicas situadas em um mesmo lote ou chácara, desde que sejam
separadas física e eletricamente, possuam acessos independentes, a soma das
corrente nominais dos disjuntores de proteção individuais deverá ser igual ou inferior
a 85 A, por fase, e no caso de situarem em áreas urbanas, tais acessos deverão
estar voltados para a via pública;
15.7. As instalações elétricas de uso comum constituirão uma unidade consumidora
e, portanto, deverão ter medição monofásica específica;
15.8. Não será permitida a saída aérea para a ligação dos ramais de saídas das
unidades consumidoras;
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15.9. Os ramais de saída de cada unidade consumidora deverão ser embutidos em
alvenaria - parede ou no solo, de acordo com os Desenhos 29, 30, 31, 32 e 34;
15.10. É permitida a instalação de no máximo 4 (quatro) medições monofásicas
agrupadas num mesmo local, desde que:
a) as combinações dos tipos de fornecimento estejam de acordo com a Tabela 15;
b) o dimensionamento esteja de acordo com a Tabela 16;
c) as unidades consumidoras não sejam interligadas eletricamente e sua
comunicação física ocorra somente pelas áreas de uso comum;
d) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
e) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 35;
f) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
g) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e ao Aterramento;
h) seja utilizada caixa de derivação, conforme mostrado nos Desenhos 29, 30, 31,
32 e 34;
i) os condutores do ramal de medidor, ligados aos condutores de derivação,
tenham as correntes distribuídas entre as fases, de acordo com a Tabela 15;
j) deverão ser instalados DPS, conforme prescrições estabelecidas nos subitens
13.5.2 e 13.5.3;
k) poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem do
padrão de entrada com medição agrupada;
l) as caixas de policarbonato poderão ser utilizadas na montagem dos padrões de
entrada com medição agrupadas, desde que estejam abrigadas e livres dos
raios ultra violeta;
m) não será permitida a mesclagem, no mesmo padrão de entrada, de caixas
metálicas com caixas de policarbonato;
n) a proteção geral instalada na caixa CP ou CPD, deverá ser feita por disjuntor
bipolar com capacidade dada por esta tabela, podendo ser padrão NEMA ou
IEC;
o) nos tipos de Medição Agrupada MA 9 e MA 10 o DPS deverá ser instalado
dentro da CP ou CPD;
p) nos tipos de Medição Agrupada MA 7 e MA 8 o DPS deverá ser instalado dentro
de cada caixa de medição M1 ou CPD;
q) caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixas de
policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente
com caixa tipo CPD e P1-E e atender as prescrições estabelecidas no subitem
7.15 desta NTD.
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16. PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELETRICA COM O USO DE CAIXAS
DE POLICARBONATO
Além das montagens dos padrões de entrada com caixas metálicas, a CEB-D
permite a montagens desses padrões com caixas de policarbonato, desde que
atenda as prescrições estabelecidas no subitem 7.15 desta NTD,e os subitens a
seguir.
Não será permitida a mesclagem, no mesmo padrão de entrada, de caixas metálicas
com caixas de policarbonato.
Este item define os tipos de caixas de policarbonato que poderão ser utilizados na
montagem dos padrões de entrada de energia elétrica com medição individual ou
agrupadas com até 6 medições.
Na montagem dos padrões de entrada de energia elétrica com o uso de caixas de
policarbonato deverão ser obedecidas as demais prescrições estabelecidas nesta
NTD.
16.1. Padrão de Entrada de Energia Elétrica com Medição Individual
As caixas de policarbonato poderão ser utilizadas na montagem dos padrões de
entrada com medição individual, desde que estejam abrigadas e livres dos raios
ultravioleta.
NOTA: Na montagem do padrão de entrada com medição individual deverá ser
utilizada somente a caixa de policarbonato polifásica tipo P1-I, conforme Desenho
76.
16.2. Padrão de Entrada de Energia Elétrica com até 6 Medições Agrupadas
Na montagem dos padrões de entrada com o uso de caixas de policarbonato
agrupadas com até 6 medições, deverão ser obedecidas as combinações
estabelecidas nas Tabelas 13 e 14.
As caixas de policarbonato poderão ser utilizadas na montagem dos padrões de
entrada com medição agrupada, desde que estejam abrigadas e livres dos raios
ultravioleta.
Na montagem dos padrões de entrada, com o uso de caixas de policarbonato
agrupadas com até 4 medições, instaladas em transformadores monofásicos, de
acordo com o item 15 desta NTD, deverão ser obedecidas as combinações
estabelecidas nasTabelas 15 e 16.
As caixas de policarbonato deverão atender o que prescreve a NTD 3.49 - Caixas
em Policarbonato para Equipamentos de Medição e Proteção.
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A fim de garantir a qualidade do produto, a uniformidade de procedimentos, a
continuidade elétrica e a segurança das instalações, a medição agrupada deve ser
montada apenas nas próprias dependências dos fabricantes das caixas, ou por
montador autorizado pelo fabricante e sob a responsabilidade deste.
16.2.1. Tipos de Caixas de Policarbonato para Equipamentos de Medição e
Proteção
Conforme definido no item 5, itens 5.7 a 5.9, os tipos de caixas de policarbonato
necessários para a montagem dos padrões de entrada com até 6 medições
agrupadas são:
a) Caixa para Medição e Proteção – P1-E, conforme Desenho 77;
b) Caixa para Proteção e Derivação – CPD, conforme Desenho 78.
16.2.2. Detalhes Construtivos da Montagem do Padrão de Entrada com Caixas
de Policarbonato Agrupadas com até 6 Medições
Os detalhes construtivos da montagem do padrão de entrada com caixas de
policarbonato agrupadas com até 6 medições estão ilustrados nos Desenhos 77 a
85.
17. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS
17.1. Antes da montagem do padrão de entrada, a CEB-D orientará em campo o
consumidor para a correta montagem do padrão de entrada da unidade
consumidora. Para tanto, o orientador da CEB-D preencherá e assinará o formulário
de Orientação Técnica específico, ao tipo de padrão de entrada a ser montado e
entregará esta orientação para o consumidor ou responsável.
NOTA: A CEB-D recomenda que a montagem do padrão de entrada de energia
elétrica seja executada por profissional devidamente capacitado.
17.2. Após a montagem do padrão de entrada, o consumidor acionará a CEB-D
que procederá a vistoria do padrão de entrada da unidade consumidora.
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18. VISTORIA
Na vistoria do padrão de entrada da unidade consumidora, a CEB-D utilizará o
formulário de Ficha de Vistoria – FDV para verificar se a instalação está em
conformidade com esta NTD, com destaque para os seguintes itens:
18.1. Localização e Identificação da Unidade Consumidora;
18.2. Ramal de Entrada e Rama de Ligação;
18.3. Poste e Pontalete ou Fachada da Edificação;
18.4. Eletroduto;
18.5. Ramal: de Entrada e de Saída, Aéreo ou Subterrâneo, Alimentador, do
Medidor e de Derivação;
18.6. Localização da Medição;
18.7. Caixas Metálicas: Caixas de Medição – M1 e/ou P1, Proteção – CP e
Derivação – MT;
18.8. Caixas de Policarbonato: Caixas de Medição – P1-I ou P1-E e Caixa de
Proteção e Derivação - CPD;
18.9. Aterramento;
NOTA: Além dos itens acima, o vistoriador deverá dar atenção especial aos
seguintes itens:
18.10. Os materiais a seguir devem estar em conformidade com a homologação dos
fabricantes e da especificação técnica da CEB-D:
• Postes e pontaletes;
• Caixas de medição, de derivação e de proteção;
• Eletrodutos de aço;
• Armação secundária.
18.11. Os materiais e equipamentos devem ser identificados com a marca do
fabricante e das características mínimas exigidas no item 18.10 estampada em seu
corpo;
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• Haste de aterramento;
• Disjuntores;
• Dispositivo de proteção contra surtos - DPS
• Condutores;
• Cabeçote de 135° de aço carbono zincado a quente;
• Eletrodutos de PVC.
18.12. Os itens de segurança da instalação:
• Aterramento, conexões, instalação da haste de aterramento;
• Dispositivo(s) de proteção, capacidade do disjuntor;
• Seção adequada do condutor;
• Condutor neutro com isolação ou cobertura na cor azul clara;
• Condutor de proteção – PE com isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou
verde;
• Distância de condutores ao solo, edificações e entre circuitos diferentes.
18.13. Instalar placa de endereço de material durável, identificando a unidade
consumidora e escrita de forma legível e indelével.
19. CONTROLE DE QUALIDADE DOS MATERIAIS
Os materiais instalados no padrão de entrada devem seguir as normas técnicas da
ABNT e as especificações técnicas adotadas pela CEB-D. A aplicação de materiais
de fabricantes não homologados ou sem identificação, acarretará na reprovação do
padrão de entrada, não se executando, portanto, a ligação da unidade consumidora.
19.1.Especificações Técnica
Os materiais deverão possuir as seguintes características mínimas:
19.1.1. As caixas metálicas de medição, de derivação e de proteção devem estar
em conformidade com a NTD-3.06 Padrão de Caixas de Medição, Proteção e
Derivação para Medição Individual e Agrupada e Desenhos 45 e 46;
• O fabricante dará garantia do produto, e portanto, deverá identificar na tampa
frontal das Caixas Padrão, de forma legível e indelével, as seguintes informações:
a) nome ou marca do fabricante;
b) mês e ano de fabricação;
c) número de série ou lote;
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d) espessura mínima de 70 µm;
e) NBR 15820.
19.1.2. As caixas de policarbonato deverão atender o que prescreve a NTD 3.49 -
Caixas em Policarbonato para Equipamentos de Medição e Proteção e Desenhos
76, 77 e 78;
• A tampa e o corpo da caixa devem ser identificados, de forma legível e indelével,
no mínimo com as seguintes informações:
a) nome e/ou marca comercial do fabricante;
b)mês e ano de fabricação;
c)símbolo indicativo de que o material é resistente a raios ultravioleta;
d)número de série ou lote;
e)NBR 15820.
19.1.3. Os postes e pontaletes particulares e o poste particular padrão econômico
devem ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme Desenhos 48 e 49 e
Tabelas 17 ou 18 e ter as seguintes características:
• Tubo de aço conforme NBR 6323 e NBR 6591, deve possuir etiqueta constando,
de forma legível e indelével, as seguintes informações:
a) tubo de aço rígido (com ou sem) costura;
b) nome ou marca do fabricante;
c) diâmetro nominal;
d) espessura da chapa;
e) comprimento;
f) marca de engastamento;
g) resistência nominal.
19.1.4. O poste de concreto seção duplo T, conforme Desenho 47 e Tabela 19 e ter
as seguintes características:
• Poste de concreto seção duplo T, conforme NBR8451-2 e NBR8451-1 e possuir
ainda:
a) nome ou marca do fabricante;
b) comprimento;
c) resistência mecânica nominal;
d) data de fabricação;
e) marca de engastamento.
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19.1.5. Os eletrodutos de PVC Rígido Rosqueável, ou de aço carbono tipo zincado à
quente ou corrugado de PEAD devem possuir no mínimo as seguintes
características técnicas:
• Eletroduto de PVC rígido rosqueável,conforme NBR15465, deve trazer em seu
corpo, marcado de forma legível e indelével, as seguintes informações:
a) nome ou marcado fabricante;
b) número da NBR15465;
c) diâmetro nominal;
d) classe (A ou B) e
e) eletroduto de PVC rígido.
• Eletroduto de aço carbono zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598,
deve possuir marcação constando, de forma legível e indelével, as seguintes
informações:
a) eletroduto rígido (com ou sem) costura;
b) nome ou marca do fabricante;
c) número da NBR 5597 ou NBR 5598;
d) diâmetro nominal.
• Eletroduto corrugado de PEAD, conforme NBR 15715, deve possuir marcação
constando, de forma legível e indelével, as seguintes informações:
a) eletroduto corrugado de Polietileno de Alta Densidade – PEAD;
b) nome ou marca do fabricante;
c) número da NBR 15715;
d) diâmetro nominal.
19.1.6. Acessórios para eletroduto corrugado de PEAD, citados abaixo,devem
possuir no mínimo as seguintes características técnicas:
• Tampão/Terminal corrugado de PEAD;
• Luva para Conexão de PEAD;
• Luva de Transição de Material de PEAD;
• Conexão para Caixa Metálica.
a) material de Polietileno da Alta Densidade – PEAD;
b) nome ou marca do fabricante;
c) número da NBR 15715;
d) diâmetro nominal.
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19.1.7. Outros acessórios para eletroduto corrugado de PEAD, citados abaixo,
devem possuir no mínimo as seguintes características técnicas:
a) fita de vedação ou mastique:
• Largura e comprimentos variáveis em função do diâmetro nominal do eletroduto
corrugado;
• Deve ser fornecido em forma de kit, contendo duas fitas de vedação ou mastique
e um rolo de fita de proteção ou filme de PVC, devidamente embalados.
b) fita de proteção ou filme de PVC:
• Transparente;
• Aderente;
• Largura adequada.
c) fio Guia:
• Fio de aço galvanizado;
• Carga de ruptura mínima de 50 kgf.
19.1.8. A fita de sinalização de eletrodutos subterrâneos deve possuir as seguintes
características técnicas:
a) nome ou marca do fabricante;
b) sinalização identificada de forma legível e indelével com os seguintes dizeres na
cor vermelha: “CUIDADO – ENERGIA ELÉTRICA” ou similar;
c) cor amarela,
d) largura de 100 mm.
19.1.9. Os condutores devem possuir as seguintes características técnicas:
• Os fios de cobre isolado unipolar devem possuir as seguintes características:
a) fios de cobre isolados unipolares, isolação em cloreto de polivinila – PVC 70ºC
tensões 450/750 V, conforme NBR NM 247-3;
• Os cabos de cobre isolado unipolar devem possuir as seguintes características:
b) cabos de cobre isolados unipolares, isolação em cloreto de polivinila – PVC 70ºC
tensões 450/750 V, conforme NBR NM 247-3;
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c) cabos isolados, classe de encordoamento 2 ou 3, isolação em cloreto de polivinila
– PVC 70ºC tensões 0,6/1kV, conforme NBR NM 280;
• Os cabos de alumínio multiplexados devem possuir as seguintes características
técnicas e estar em conformidade com as:
d) EMD 03.005 – Cabos de Alumínio Mulplexados Coloridos (Auto-sustentados de
0,6/1,0 kV):
e) NBR 8182 isolação extrudada de PE ou XLPE, para tensões até 0,6/1 kV.
19.1.10. Os disjuntores, conforme NBR NM 60898, devem possuir as seguintes
características técnicas:
• Disjuntores do padrão de entrada instalados em local de rede de distribuição
aérea:
a) disjuntor termomagnético monopolar, bipolar ou tripolar, conforme Tabela 10, 11,
14 ou 16:
b) corrente nominal (A);
c) capacidade de interrupção mínima de 4,5 kA;
d) curva de atuação tipo C;
e) classe de tensão de operação 380/220 V;
f) selo de certificação do INMETRO;
g) norma IEC ou NEMA.
• Disjuntores do padrão de entrada instalados em local de rede de distribuição
subterrânea:
a) disjuntor termomagnético monopolar, bipolar ou tripolar, conforme Tabela 10, 11,
14 ou 16;
b) corrente nominal (A);
c) capacidade de interrupção mínima de 10 kA;
d) curva de atuação tipo C;
e) classe de tensão de operação 380/220 V;
f) selo de certificação do INMETRO;
g) norma IEC ou NEMA.
19.1.11. Os Dispositivo de Proteção contra Surtos – DPS a serem instalados no
padrão de entrada devem possuir as seguintes características técnicas, conforme
Desenho 66:
a) classe II;
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b) máxima tensão de operação contínua (Uc): ≥ 242 V;
c) corrente nominal de descarga (In): ≥ 5 kA;
d) norma aplicável: IEC 61643-1;
e) nível de proteção (tensão residual): 1,5 kV em 220 V ou 2,5 kV em 380 V;
f) selo de certificação do INMETRO.
19.1.12. As hastes de aterramento tipo cobreada, conforme NBR 13571, devem
atender a EMD 08.032 – Haste de Aterramento Aço Cobreada com Conector Tipo
Cunha - Cobre Estanhado, conforme Desenhos 53.
• As hastes devem ser adequadamente identificadas, em baixo relevo, de modo
legível e indelével:
a) nome ou marca do fabricante;
b) mês/ano de fabricação;
c) número da NBR13571;
d) diâmetro nominal (mm);
e) comprimento (mm);
f) espessura do revestimento de cobre – 0,25 mm.
19.1.13. A caixa de inspeção para aterramento com haste deverá ter as seguintes
características técnicas mínimas no ato da vistoria da CEB-D, conforme Desenho
41, e ser fabricada com os seguintes materiais:
• Caixa de alvenaria de tijolo
a) deve ser construída em tijolo maciço ou furado;
b) deve possuir acabamento em reboco;
c) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: largura de 200x200 mm e
profundidade de 250 mm;
d) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa;
e) deve possuir aro com tampão T-16 em aço nodular, conforme NBR 6916;
f) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão T-16 em aço nodular o
número da NBR 6916.
• Caixa de concreto pré-moldado
a) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: largura de 200x200 mm e
profundidade de 250 mm;
b) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa;
c) deve possuir aro com tampão T-16 em aço nodular, conforme NBR 6916;
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d) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão T-16 em aço nodular o
número da NBR 6916.
• Caixa circular de PVC
a) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: diâmetro de 300 mm e
profundidade de 250 mm;
b) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa;
c) deve possuir aro com tampão em aço nodular, conforme NBR 6916, adequado
para a caixa de PVC;
d) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão em aço nodular o número da
NBR 6916.
19.1.14. A caixa de passagem tipo CB1 deverá ter as seguintes características
técnicas mínimas no ato da vistoria da CEB-D, conforme Desenho 43, e ser
fabricada com os seguintes materiais:
• Caixa de alvenaria de tijolo
a) deve ser construída em tijolo maciço ou furado;
b) deve possuir acabamento em reboco;
c) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: largura de 800x800 mm e
profundidade de 800 mm;
d) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa;
e) deve possuir aro com tampão T-33 em aço nodular, conforme NBR 6916;
f) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão T-33 em aço nodular o
número da NBR 6916.
• Caixa de concreto pré-moldado
a) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: largura de 800x800 mm e
profundidade de 800 mm;
b) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa;
c) deve possuir aro com tampão T-33 em aço nodular, conforme NBR 6916;
d) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão T-33 em aço nodular o
número da NBR 6916.
19.1.15. O cabeçote de 135° deve ser de aço carbono zincado a quente, conforme
NBR 5597 ou NBR 5598, de acordo com o Desenho 55, e possuir as seguintes
características técnicas mínimas:
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• Os cabeçotes devem ser identificados, em baixo relevo, de modo legível e
indelével, conforme Desenho 55:
a) nome ou marca do fabricante;
b) mês/ano de fabricação;
c) diâmetro nominal (mm).
19.1.16. As ferragens, tais como: cintas, braçadeiras, parafusos, porcas, arruelas,
armação secundária de dois estribos com haste e cupilha, tampão, niples, etc.
devem atender as prescrições técnicas estabelecidas na NBR 8159;
NOTA: Os niples poderão ser de PVC rígido desde que sejam de mesmo material
dos eletrodutos de PVC rígido, conforme NBR 15465.
19.1.17. Os tampões para postes ou pontaletes particulares devem ser de PVC e ter
o mesmo material dos eletrodutos de PVC rígido, conforme NBR 15465, ou de aço
carbono zincado a quente, conforme NBR 6323 e Desenhos 48 e 49.
19.1.18. Os parafusos chumbadores da armação secundária de dois estribos
deverão atender as prescrições estabelecidas na NBR 8159 e Desenho 71.
19.1.19. A fita de aço inoxidável com fecho de aço inoxidável deve atender as
seguintes especificações técnicas mínimas:
a) nome ou marca do fabricante;
b) mês/ano de fabricação;
c) largura de 19 mm;
d) espessura de 0,5 mm.
19.1.20. O arame de aço galvanizado deve atender as seguintes especificações
técnicas mínimas:
a) diâmetro de 2,11 mm;
19.1.21. Os isoladores roldanas devem ser de porcelana, conforme NBR 6249 e
Desenho 70.
20. INSPEÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES DAS
UNIDADES CONSUMIDORAS
Após a ligação da unidade consumidora, a CEB-D fará inspeções periódicas e, caso
as condições técnicas ou de segurança das instalações não estejam de acordo com
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esta norma, será solicitada uma reforma ou adequação no padrão de entrada. Se a
reforma ou adequação não for executada, a CEB-D poderá desligar a unidade
consumidora, para tanto o empregado ou prestador de serviço da CEB-D deverá
preencher o formulário Termo de Notificação de Irregularidade – TNI, estabelecendo
o prazo para que o consumidor regularize as pendências apontadas, conforme a
seguir:
a) trinta dias de prazo para as seguintes situações sem risco iminente de acidentes:
• Caixa danificada (enferrujada);
• Caixa sem dispositivo para lacre;
• Tampa sem vidro ou com vidro quebrado;
• Padrão de entrada em local inadequado (dentro de banheiros, salas, cozinhas,
em vitrines, atrás de portas, fora do limite da propriedade do consumidor);
• Padrão de entrada embaixo a rede de AT ou BT;
• Poste particular soldado;
• Poste particular enferrujado;
• Caixa de medição fora da altura padrão;
• Padrão de entrada com condutor de aterramento seccionado ou sem condutor de
aterramento, etc.
NOTA: A CEB-D não poderá exigir a adequação do padrão de entrada quando este
estiver em boas condições técnicas e de segurança.
b) trinta dias de prazo para as seguintes situações sem risco iminente de acidentes:
• Uso de carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de
distribuição da CEB-D ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outras
unidades consumidoras, ligadas sem conhecimento prévio da CEB-D ou operadas
de forma inadequada;
• Aumento de carga que exija a elevação da potência disponibilizada, à revelia da
CEB-D;
• Instalações internas em desacordo com as normas e padrões da ABNT e
CONMETRO, que ofereçam riscos à segurança de pessoas ou bens;
• Instalações do padrão de entrada de energia elétrica em desacordo com as
Normas e Padrões da CEB-D, que ofereçam riscos à segurança de pessoas ou
bens;
• Encerramento do prazo de 90 dias para solução da dificuldade transitória
encontrada pelo consumidor para instalação do padrão de entrada de energia
elétrica que possibilite a instalação do medidor;
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• Encerramento do prazo para o fornecimento provisório de energia elétrica, 3 (três)
ciclos completos de faturamento se o consumidor não tiver atendido o que dispõe
esta NTD para a ligação definitiva; e,
• Impedimento ao acesso dos empregados da CEB-D e seus prepostos,
devidamente identificados pelo crachá, uniformizados e com Ordem de Serviço
especifica, a qualquer parte das suas instalações elétricas.
21. DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA
Para dimensionar o padrão de entrada é necessário determinar a carga instalada
que define o tipo de fornecimento M ou B e demanda para os tipos T, ou seja,
aqueles com carga instalada superiores a 22 kW ou nas situações em que a unidade
consumidora possuir equipamentos que necessitem de ligação trifásica.
21.1. Cálculo da Carga Instalada
O consumidor deve determinar a carga instalada da unidade consumidora, somando
as potências em kW das lâmpadas, aparelhos eletrodomésticos e eletroprofissionais,
conforme Tabela 01 aparelhos de aquecimento e ar condicionado, conforme Tabelas
02 e 03, e motores, conforme Tabelas 06 e 07, cuja instalação está prevista em sua
unidade consumidora.
Os aparelhos com previsão de serem adquiridos e instalados futuramente devem
também entrar no cálculo. Não devem ser incluídos no cálculo aparelhos de reserva.
Quando o consumidor dispuser de dados de placa dos equipamentos, devem ser
desconsiderados os valores tabelados nesta NTD.
21.2.Determinação da Demanda para Edificações Individuais
O cálculo da demanda provável da unidade consumidora, necessário para o
dimensionamento do padrão de entrada com medição trifásica, é de inteira
responsabilidade do consumidor.
A CEB-D sugere que a demanda (D) seja determinada pela expressão:
= + + + (1)
Onde:
a = demanda, em kVA, das potências para iluminação e tomadas, calculada
conforme Tabela 5;
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b = demanda, em kVA, de todos os aparelhos de aquecimento e condicionamento
de ar (chuveiros, aquecedores, fornos, fogões, aparelhos individuais de ar
condicionado etc.), calculada conforme Tabelas 2 e 3;
c = demanda, em kVA, dos motores e máquinas de solda tipo motor-gerador, de
acordo com a Tabelas 6 e 7;
d = demanda, em kVA, das máquinas de solda a transformador e aparelhos de
Raios X, conforme indicados a seguir:
• 100% da potência, em kVA, da maior máquina de solda somada a 100% do maior
aparelho de Raios X;
• mais 70% da potência, em kVA, da segunda maior máquina de solda somada a
70% do segundo maior aparelho de Raios X;
• mais 50% da potência, em kVA, da terceira maior máquina de solda somada a
50% do terceiro maior aparelho de Raios X;
• mais 30% da potência, em kVA, das demais máquinas de solda e aparelhos de
Raios X.
NOTAS:
1) Não deve ser computada a potência dos aparelhos de reserva;
2) As ampliações de cargas, previstas ou prováveis, deverão também ser
consideradas no cálculo da demanda.
21.3.Exemplo de Cálculo de Demanda – D
a) Calcular a Demanda (D) e dimensionar o Tipo de Fornecimento de energia
elétrica da unidade consumidora que possui a seguinte relação descritiva de
cargas:
• Iluminação = 3.200 W;
• Tomada = 5.000 W;
• Chuveiro = 3 x 5600 W;
• Ar Condicionado = 2 de 10.000 BTUs;
• Motor Monofásico = 2 x 3 cv;
• Motor Trifásico = 2 x 3 cv;
• Máquina de Solda a Transformador = 3 x 3 kVA.
= + + + (1)
Conforme a fórmula (1) acima, a demanda a será calculada de acordo com a Tabela
5.
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a = (Iluminação + Tomada) x FD
FD – Fator de Demanda
a = (3,2 + 5 ) x FD
a = (8,2) x 0,31
a = 2,54 kVA
Conforme a fórmula (1), a demanda b será calculada de acordo com as Tabelas 2 e
3.
b = (Aparelhos de Aquecimento x FD) + (Aparelhos de Condicionamento de Ar x FD)
2 x Ar Condicionado de 10.000 BTUs, conforme Tabela 2 = 2 x 1,65 kVA
3 x Chuveiro = 3 x 5,6 kW
Conforme Tabela 3:
b = (3 x 5,6 x 0,55) + (2 x 1,65 x 0,92)
b = (9,24) + (3,03)
b = 12,27 kVA
Conforme a fórmula sugerida a demanda c será calculada de acordo com as
Tabelas 6 e 7.
c = (Motor Monofásico, conforme Tabela 6 + Motor Trifásico, conforme Tabela 7)
c = (2 x Potência Absorvida pelo Motor Monofásico + 2 x Potência Absorvida pelo
Motor Trifásico)
c = (2 x 3,3 + 2 x 3,49)
c = (6,6 + 6,98)
c = 13,58 kVA
Conforme a fórmula sugerida a demanda d será calculada de acordo com os dados
a seguir:
d = (100% da Potência em kVA da maior máquina de solda + 70% da Potência em
kVA da segunda maior máquina de solda + 50% da Potência em kVA da terceira
maior máquina de solda)
d = (1 x 3 + 0,7 x 3 + 0,5 x 3)
d = (3 + 2,1 + 1,5)
d = 6,6 kVA
Cálculo da Demanda – D
D = a + b + c + d (kVA)
D = 2,54 + 12,27 + 13,58 + 6,6
D = 34,99 kVA
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De acordo com a Demanda – D calculada e verificando a Tabela 11, temos:
Não existem restrições para a ligação dos motores da relação descritiva de cargas
da unidade consumidora no Tipo de Fornecimento T2.
Tipo de FornecimentoT2: 26 < D ≤ 36 kVA
b) Calcular a Demanda – D e dimensionar o Tipo de Fornecimento da unidade
consumidora do exemplo anterior, aplicando os Fatores de Utilização – FU e de
Simultaneidade – FS para os motores da relação descritiva das cargas.
D = a + b + c + d (kVA)
a = 2,54 kVA, de acordo com Tabela 5
b = 12,27 kVA, de acordo com Tabelas 2 e 3
c = 13,58 kVA, de acordo com Tabelas 6 e 7
Aplicando o FU e FS, de acordo com as Tabelas 8 e 9, temos:
FU para Motores de 3 a 15 cv, FU = 0,83;
FS para 4 Motores de 3 a 15 cv, FS = 0,80.
Logo, o novo c = 13,58 x FU x FS
c = 13,58 x 0,83 x 0,80
Novo c = 9,01 kVA
d = 6,6 kVA
Cálculo da Nova Demanda – D
D = a + b + c + d (kVA)
D = 2,54 + 12,27 + 9,01 + 6,6
D = 30,43 kVA
De acordo com a Nova Demanda – D calculada e verificando a Tabela 11, temos:
Não existem restrições para a ligação dos motores da relação descritiva de cargas
da unidade consumidora no Tipo de Fornecimento T2.
Tipo de FornecimentoT2: 26 < D ≤ 36 kVA
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TABELAS
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TABELA 01: POTÊNCIAS TÍPICAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS E
ELETROPROFISSIONAIS
ITEM APARELHOS POTÊNCIAS TÍPICAS (W)
1 Aparelho de DVD 100
2
Aquecedor de água por
acumulação
Até 100 litros 1500
3 De 100 a 300 litros 2500
4 de 300 a 600 litros 3000
5 Aquecedor de água por passagem 6000
6 Aspirador de pó 400 a 1200
7 Barbeador 12
8 Batedeira 100 a 300
9 Cafeteira 600 a 1200
10 Carregador de celular 5 a10
11 Centrífuga 250
12 Churrasqueira (resistência elétrica) 3800
13 Churrasqueira (motor p/ espeto giratório) 90
14 Chuveiro 4.400 a 8600
15 Circulador de ar 90 a 200
16 Condicionador de Ar Ver Tabela 2
17 Conjunto de som 100
18 Cortador de grama 500 a 1300
19 Depurador 450
20 Esterilizador 200
21 Exaustor 170
22 Espremedor de frutas 200
23 Fax 30
24 Ferro de passar roupa 600 a 2000
25 Forno 1500 a 4500
26 Forno de microondas 600 a 1500
27 Freezer 350 a 500
28 Geladeira 100 a 240
29 Grill 900 a 1200
30 Home Theater 350
31 Impressora a jato de tinta 70 a 160
32 Impressora a laser 400
33 Liquidificador 300
34 Máquina de costura 100
35 Máquina de lavar louças 1500
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36 Máquina de lavar roupas 550
37 Máquina de secar de roupas 3500
38 Microcomputador (CPU e Monitor) 300
39 Projetor de slides 250
40 Secador de cabelos 500 a 1400
41 Telefone sem fio 10
42 Televisor 75 a 300
43 Torneira 2500 a 3800
44 Torradeira 500 a 1.200
45 Triturador de lixo 300
46 Ventilador (portátil) 120
47 Ventilador (de pé) 300
48 Video game 15
NOTA: O consumidor, caso seja possível, poderá optar por adotar os dados de
placa dos equipamentos para o cálculo da carga instalada ou demanda.
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TABELA 02: POTÊNCIAS DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO
TIPO JANELA MINICENTRAIS
CAPACIDADE POTÊNCIA
NOMINAL TR kcal kW
BTU Kcal kW kVA
7.100 1.775 0,90 1,10 3,00 9.000 5,2
8.500 2.125 1,30 1,50 4,00 12.000 7,0
10.000 2.500 1,40 1,65 5,00 15.000 8,7
12.000 3.000 1,60 1,90 6,00 18.000 10,4
14.000 3.500 1,90 2,10 7,50 22.500 13,0
18.000 4.500 2,60 2,86 8,00 24.000 13,9
21.000 5.250 2,80 3,08 10,00 30.000 18,9
27.000 6.875 3,30 3,70 12,50 37.500 21,7
30.000 7.500 3,60 4,00 15,00 45.000 26,0
- - - 17,00 51.000 29,5
- - - 20,00 60.000 34,7
NOTAS:
1) BTU – British Termic Unit;
2) kcal – quilocaloria;
3) TR – tonelada de refrigeração.
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TABELA 03: FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO
E AR CONDICIONADO
FATOR DE DEMANDA
NÚMERO
DE
APARELHOS
APARELHOS DE
AQUECIMENTO
APARELHOS DE AR
CONDICIONADO
≤
≤
≤
≤ 3,5 kW >
>
>
> 3,5 kW ≤
≤
≤
≤ 3,5 kW >
>
>
> 3,5 kW
1 1,00 1,00 1,00 1,00
2 0,75 0,65 0,92 0,88
3 0,70 0,55 0,90 0,85
4 0,66 0,50 0,89 0,83
5 0,62 0,45 0,87 0,82
6 0,59 0,43 0,86 0,81
7 0,56 0,40 0,85 0,80
8 0,53 0,36 0,84 0,79
9 0,51 0,35 0,84 0,78
10 0,49 0,34 0,83 0,78
11 0,47 0,32 0,82 0,77
12 0,45 0,32 0,82 0,77
13 0,43 0,32 0,81 0,77
14 0,41 0,32 0,80 0,77
15 0,40 0,32 0,80 0,77
16 0,39 0,28 0,80 0,76
17 0,38 0,28 0,79 0,76
18 0,37 0,28 0,79 0,76
19 0,36 0,28 0,79 0,76
20 a 29 0,33 0,26 0,78 0,75
30 a 39 0,32 0,22 0,77 0,74
40 a 49 0,32 0,20 0,77 0,73
50 a 59 0,31 0,18 0,77 0,73
Acima de 59 0,30 0,16 0,77 0,72
NOTAS:
1) Para unidades centrais de condicionamento de ar, deverá ser tomado fator de
demanda igual a 1 (um);
2) O número de aparelhos considerados refere-se a aparelhos de uma mesma
espécie e destinados à mesma utilização.
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TABELA 04: FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E
TOMADAS ATÉ 600 W
Nº ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA (FD)
01 Abatedouro de animais e conservas de carne 0,40
02 Agricultura 0,28
03 Agropecuária 0,30
04 Avicultura 0,33
05 Britamento ou usinagem de pedras, mármores etc. 0,55
06 Centro de saúde 0,30
07 Clube 0,62
08 Comércio varejista de veículos 0,40
09 Depósito e armazém geral 0,45
10 Edifício público 0,50
11 Embaixada 0,35
12 Empresa jornalística 0,35
13 Entidade beneficente 0,25
14 Escritório 0,70
15 Estabelecimento de crédito 0,60
16 Estabelecimento de ensino 0,50
17 Fábrica de massas alimentícias 0,50
18 Fábrica de móveis, serraria 0,45
19 Frigorífico 0,50
20 Grande loja 0,75
21 Granja e cultivo de flores e frutos 0,45
22 Hospital 0,50
23 Hotel 0,50
24 Igreja 0,60
25 Indústria de bebidas 0,65
26 Indústria de cerâmica 0,62
27 Indústria de couro 0,45
28 Indústria de laticínios 0,60
29 Indústria gráfica 0,36
30 Lavanderia 0,70
31 Posto de gasolina 0,67
32 Oficina mecânica 0,35
33 Padaria e confeitaria 0,70
34 Loja 0,55
35 Quartel 0,45
36 Restaurante 0,75
37 Serralheria, artefato e estrutura metálica 0,41
38 Supermercado 0,55
39 Teatro, cinema 0,70
40 Usina de asfalto 0,66
NOTA: Os valores acima são orientativos e compete ao consumidor a
responsabilidade pela adoção de fatores mais próximos da realidade.
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TABELA 05: FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E
TOMADAS RESIDENCIAIS
CARGA INSTALADA
(kW)
FATOR DE
DEMANDA (FD)
C ≤ 1 0,86
1 < C ≤ 2 0,75
2 < C ≤ 3 0,66
3 < C ≤ 4 0,59
4 < C ≤ 5 0,52
5 < C ≤ 6 0,45
6 < C ≤ 7 0,40
7 < C ≤ 8 0,35
8 < C ≤ 9 0,31
9 < C ≤ 10 0,27
C > 10 0,24
NOTA: Os valores acima são orientativos, competindo ao consumidor a
responsabilidade pela adoção de fatores mais próximos da realidade.
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TABELA 06: POTÊNCIA DE MOTORES MONOFÁSICOS
POTÊNCIA NOMINAL
POTÊNCIA
ABSORVIDA
DA REDE
CORRENTE
NOMINAL
RENDIMENTO
FATOR DE
POTÊNCIA
220 V 440 V 75% da Potência Nominal
cv kW (kVA) (A) (A) η
η
η
η % cos ϕ
ϕ
ϕ
ϕ
1/6 0,12 0,49 1,80 0,90 39 0,64
1/4 0,18
0.82
3,00 1,50 40 0,56
1/3 0,25
1,01
3,80 1,90 44 0,55
1/2 0,37
1,09
4,50 2,25 55 0,61
3/4 0,55
1,53
6,50 3,25 60 0,60
1 0,75
1,57
6,25 3,15 67 0,70
1,5 1,10
1,80
7,50 3,75 72 0,85
2,0 1,50
2,47
10,50 5,25 71 0,84
3,0 2,20
3,30
14,00 7,00 76 0,88
4,0 3,00
4,23
19,00 8,50 79 0,88
5,0 3,70
5,05
22,00 11,00 80 0,91
NOTAS:
1) Os valores foram obtidos de dados de fabricante e devem ser utilizados quando
não se dispuser dos mesmos nas placas dos motores;
2) Os valores da coluna – Potência Absorvida da Rede (kVA), foram obtidos da
seguinte forma:
=
× ,
η
η
η
η × !
Onde:
P – potência
η
η
η
η – rendimento
Peixo – potência no eixo
cos ϕ
ϕ
ϕ
ϕ - fator de potência
3) Os valores da tabela são válidos para motores que operam a 1800 rpm;
4) O uso de motores com potência superior a 5 cv deve ser objeto de consulta à
CEB-D.
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TABELA 07: POTÊNCIA DE MOTORES TRIFÁSICOS
POTÊNCIA
NOMINAL
POTÊNCIA
ABSORVIDA
DA REDE
CORRENTE
NOMINAL
RENDIMENTO FATOR DE
POTÊNCIA
380V 75% da Potência Nominal
cv kW kVA A η
η
η
η% Cos φ
0,16 (1/6) 0,12
0,41
0,50 50,0 0,58
0,25 (1/4) 0,18
0,57
0,65 56,0 0,58
0,33 (1/3) 0,25
0,66
0,82 62,0 0,59
0,5 (1/2) 0,37
0,97
1,20 64,0 0,59
0,75 (3/4) 0,55
1,33
1,68 69,0 0,60
1,0 0,75
1,29
1,78 74,0 0,77
1,5 1,10
2,02
2,77 72,0 0,76
2,0 1,5
2,79
3,74 77,5 0,68
3,0 2,2
3,49
4,96 79,0 0.80
4,0 3,0
4,91
6,71 80,0 0.75
5,0 3,7 5,52 7,99 83,3 0,80
6,0 4,5
6,49
9,43 84,0 0,81
7,5 5,5
8,15
11,52 88,0 0,77
10 7,5
10,85
15,22 87,0 0,78
12,5 9,20
13,48
18,52 87,5 0,78
15 11,0
15,45
22,0 88,2 0,81
20 15,0
20,87
30,57 89,3 0.79
25 18,5
26,55
38,04 90,0 0.77
30 22,0 29,14 42,21 90,2 0,84
NOTAS:
1) Os valores foram obtidos de dados de fabricante e devem ser utilizados quando
não se dispuser dos mesmos nas placas dos motores;
2) Para motores de alto rendimento, utilizar dados de placa;
3) Os valores da coluna - Potência Absorvida da Rede (kVA) foram obtidos da
seguinte forma:
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=
× ,
η
η
η
η × !
Onde:
P – potência
η
η
η
η – rendimento
Peixo – potência no eixo
cos ϕ
ϕ
ϕ
ϕ - fator de potência
4) os valores da tabela são válidos para motores que operam a 1800 rpm;
5) o uso de motores com potência superior a 30 cv deve ser objeto de consulta à
CEB.
TABELA 08: FATORES DE UTILIZAÇÃO (Fu)
APARELHOS FATOR DE UTILIZAÇÃO
Motores de 3/4a 2,5 CV
0,70
Motores de 3 a 15 CV
0,83
Motores de 20 a 30 CV
0,85
Fornos a resistência
1,00
Soldadores 1,00
TABELA 09: FATORES DE SIMULTANEIDADE (Fs)
APARELHOS NÚMERO DE APARELHOS
2 4 5 8 10 15 20 50
Motores até 2,5cv 0,85 0,80 0,75 0,70 0,60 0,55 0,50 0,40
Motores de 3 a
15cv
0,852 0,80 0,75 0,75 0,70 0,65 0,55 0,45
Motores de 20 a
30cv
0,80 0,80 0,80 0,75 0,65 0,60 0,60 0,50
Fornos
Resistores
1,0 1,0 - - - - - -
NOTAS:
1) A simultaneidade está relacionada com o tipo de instalação elétrica.
Seu emprego é de responsabilidade do consumidor;
2) Caso a quantidade de motores ou aparelhos não esteja relacionadana tabela acima,
considerar a pior situação.
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EXEMPLO DE APLICAÇÃO:
Quatro motores trifásicos de 10 cv - Calcular a demanda absorvida da rede,
admitindo-se a aplicação do fator de utilização (FU) e de simultaneidade (FS):
=
× ,
η
η
η
η × !
=
" × ,
, # × , #
= " , #$
Este valor pode ser localizado diretamente na Tabela 07.
Demanda Total:
D =nº de motores x P(kVA) x FU x FS = 4 x 10,85 x 0,83 x 0,80 = 28,82 kVA
Estes valores podem ser localizados diretamente nas tabelas 08 e 09.
Fu = 0,83 (Tabela 08) Fs = 0,80 (Tabela 09)
TABELA 10: DIMENSIONAMENTO DOS TIPOS DE FORNECIMENTO
MONOFÁSICO E BIFÁSICO
TIPO
CARGA
INSTALADA
CI (kW)
NUMERO
DE:
DISJUNTOR
(A)
RAMAL DE
LIGAÇÃO
AÉREO
MULTIPLEX
(mm²)
EMD –
03.005 –
CEB-D
RAMAL DE ENTRADA
ATERRAMENTO
mm²
CONDUTOR
DE
PROTEÇÃO
PE
mm²
CONDUTORES
DE COBRE
mm²
ELETRODUTO DN –
DIÂMETRO NOMINAL
(MM)
FASES FIOS
PVC RÍGIDO
ROSQUEÁVEL
NBR15465
(NOTA A)
AÇO
NBR
5597
OU
5598
(NOTA
B)
M1 CI ≤ 8 1 2 35 D 16 1 # 6 (6) 25 25 6 6
M2 8 < CI ≤ 11 1 2 50 D 16 1 # 10 (10) 25 25 10 10
B1 11< CI ≤15 2 3 35 T 16 2 # 6 (6) 32 32 6 6
B2 15 <CI ≤ 22 2 3 50 T 16 2 # 10 (10) 32 32 10 10
NOTAS:
1) Quando se tratar de ramal de entrada aéreo conectado ao ramal de ligação
aéreo, o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
2) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os
condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
3) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege
fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou
corrugado de PEAD;
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4) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de
PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles
de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser
de mesmo material, conforme especificação da CEB-D;
5) Os condutores do ramal de entrada aéreo, quando o ramal de ligação for aéreo,
devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura,
isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC para 70 ºC
0,6/1kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme
NBR NM 280;
6) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares
isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de
cloreto de polivinila – PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, apropriado para
instalação subterrânea;
7) Os números entre parênteses indicam a seção do condutor neutro;
8) O condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
9) O condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde,
conforme detalha o Desenho 35;
10) O condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
11) O condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e Aterramento;
12) As letras D e T dos ramais de ligação aéreo referem-se a condutores duplex,
triplex e quadruplex, respectivamente;
13) Os condutores do ramal de ligação monofásico - Duplex deverão ser cabos
multiplexados, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A – preta, conforme
EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto-
sustentados de 0,6/1,0 kV);
14) Os condutores do ramal de ligação bifásico - Triplex deverão ser cabos
multiplexados, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A e B – pretas,
conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS
COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV);
15) A instalação do ramal de ligação aéreo será realizada pela CEB-D, bem como as
suas conexões ao ramal de entrada aéreo do consumidor e à rede de BT;
16) A instalação do ramal de saída aéreo será realizada pelo consumidor, bem como
as conexões entre a parte tubulada e a parte aérea;
17)Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades
consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas,
teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões,
restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades,
comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos
trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de
líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida
uma via da “ART de execução”;
18) Admite-se a utilização de disjuntores padrão NEMA ou IEC. Nesse último caso,
o disjuntor de 35A da tabela deve ser substituído por 32 A;
19)Poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem do
padrão de entrada com medição individual;
20)As caixas de policarbonato somente poderão ser montadas em padrões de
entrada abrigados e livres dos raios ultravioleta.
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21)Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixa de
policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente
com caixa tipo P1- I, desde que esteja montado em local abrigado e livre dos
raios ultravioleta;
22)Os condutores deverão ser dimensionados para uma queda de tensão máxima
de 4% a partir do padrão de entrada.
TABELA 11: DIMENSIONAMENTO DOS TIPOS DE FORNECIMENTO
TRIFÁSICOS
TIPO
CARGA
INSTALAD
A
CI (kW)
NUMERO DE:
DISJUNTOR
(A)
RAMAL DE
LIGAÇÃO
AÉREO
MULTIPLEX
(mm²)
EMD – 03.005
– CEB-D
RAMAL DE ENTRADA
ATERRAMENTO
mm²
CONDUTOR
DE
PROTEÇÃO
PE
mm²
CONDUTORES
DE COBRE
mm²
ELETRODUTO DN –
DIÂMETRO NOMINAL
(MM)
FASES FIOS
PVC RÍGIDO
ROSQUEÁVEL
NBR15465
(NOTA A)
AÇO
NBR
5597
OU
5598
(NOTA
B)
T1 D ≤ 26 3 4 40 Q 16 3 # 10 (10) 32 32 10 10
T2 26 < D ≤ 39 3 4
60
ou
63
Q 16 3 # 16 (16) 32 32 16 16
T3 39 < D ≤ 46 3 4
70
ou
80
Q 35 3 # 25(25) 40 40 16 16
T4 46 < D ≤ 6 3 4 100 Q 35 3 # 35(35) 50 50 16 16
NOTAS:
1) Quando se tratar de ramal de entrada aéreo conectado ao ramal de ligação
aéreo, o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
2) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os
condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
3) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege
fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou
corrugado de PEAD;
4) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de
PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles
de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser
de mesmo material, conforme especificação da CEB-D;
5) Os condutores do ramal de entrada aéreo, quando o ramal de ligação for
aéreo, devem ser fios ou cabos de cobre isentos de emendas, com isolação em
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PVC para 70ºC 0,6/1 kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta
flexibilidade, conforme NBR NM 280;
6) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares
isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de
cloreto de polivinila - PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, apropriado para
instalação subterrânea;
7) Para seções de condutores superiores ao de 10 mm² é obrigatório o uso de
cabos e em ramal de entrada subterrâneo o condutor deve ser cabo para
qualquer seção;
8) Os números entre parênteses indicam a seção do condutor neutro;
9) O condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
10) O condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 27;
11) O condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
12) O condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e de Aterramento;
13) A letra Q dos ramais de ligação aéreo refere-se a condutor quadruplex;
14) Os condutores do ramal de ligação trifásico - Quadruplex deverão ser cabos
multiplexados coloridos, sendo neutro nú auto-sustentadoe fases: A – preta, B
– cinza e C – vermelha, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO
MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV);
15) A instalação do ramal de ligação aéreo será realizada pela CEB-D, bem como
as suas conexões ao ramal de entrada aéreo do consumidor e à rede de BT;
16) A instalação do ramal de saída aéreo será realizada pelo consumidor, bem
como as conexões entre a parte tubulada e a parte aérea;
17) Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades
consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas,
teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões,
restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades,
comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos
trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de
líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida
uma via da “ART de execução”;
18) Admite-se a utilização de disjuntores padrão NEMA ou IEC. Nesse último caso,
o disjuntor de 35 A da tabela deve ser substituído por 32 A;
19) Poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem
do padrão de entrada com medição individual;
20) As caixas de policarbonato somente poderão ser montadas em padrões de
entrada abrigados e livres dos raios ultravioleta.
21) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixa de
policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente
com caixa tipo P1- I, desde que esteja montado em local abrigado e livre dos
raios ultravioleta;
22)Os condutores deverão ser dimensionados para uma queda de tensão máxima
de 4% a partir do padrão de entrada.
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TABELA 12: DISPOSITIVOS DE PARTIDA PARA MOTORES TRIFÁSICOS
POTÊNCIA DO
MOTOR (CV)
MOTOR ROTOR TIPO DE
DISPOSITIVO
TIPO DE
PARTIDA
Até 5 CV Indução Gaiola - Direta
5 < P ≤ 25 Indução Gaiola
Estrela/Triângulo
Série/Paralelo
Chave Compensadora
Indireta
Manual
Qualquer Rotor Bobinado
Resistências ou
Reatâncias
de Partida
5 < P ≤ 30
Indução Gaiola Estrela/Triângulo
Chave Compensadora
Série/Paralelo
Partida Suave (nota 4)
Indireta
Automática
NOTAS:
1) Para motores de até 5 cv admite-se uma corrente de partida de até 6 vezes a
sua corrente nominal para um tempo não superior a 10 segundos;
2) Motores maiores que 5 cv considerou-se uma redução da corrente de partida
em 1/3, associada a um tempo de arranque inferior a 25 segundos;
3) Não é recomendável que os motores excedam o limite de 4 partidas por hora.
O excesso de partidas pode ocasionar flutuação de tensão e distúrbios na
rede;
4) O termo “partida suave” refere-se a chave de partida estática para aceleração,
desaceleração e proteção de motores elétricos de indução trifásicos, através
do controle de tensão aplicada ao motor, conhecida também como Soft-
Starter.
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TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA – FOLHA 1/5 – COMBINAÇÕES PARA
AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS
TIPOS DE FORNECIMENTO
(FASE DE CONEXÃO)
TIPO DE
MEDIÇÃO
M1 (C) + M1 (B) MA 1
M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 3
M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 5
M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C)+ M1 (B) MA 5
M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C)+ M1 (B)+ M1 (A) MA 5
M2 (C) + M1 (B) MA 2
M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 4
M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) MA 5
M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) + M1 (A) MA 5
M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
M2 (C) + M2 (B) MA 2
M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 4
M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (A) MA 5
M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (A) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA 4
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M1 (C) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6
M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA 6
NOTAS:
1) Os Tipos de Fornecimento devem ter seus condutores fases distribuídos
conforme coluna Fase de Conexão (FASES A,B e C);
2) A soma das correntes, por fases, não deve ultrapassar a corrente elétrica
limite, para os Ramais de Entrada MA1 a MA6, estabelecida na Tabela 14.
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TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA – FOLHA 2/5 – COMBINAÇÕES PARA
AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS
TIPOS DE FORNECIMENTO
(FASE DE CONEXÃO)
TIPO DE
MEDIÇÃO
B1 (C, B) + M1 (A) MA 1
B1 (C, B) + M1 (A)+ M1 (C) MA 5
B1 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 5
B1 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 5
B1 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) MA 4
B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) MA 5
B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 5
B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) MA 6
B1 (C,B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6
B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C)+ M2 (B) + M2 (A) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) MA 5
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) MA 5
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) + M1 (A) MA 5
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, B) + M2 (A) MA 5
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B)+ M1 (A) + M1 (A) + M1 (C) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M2 (A) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (A) + M2 (B) + M1 (C) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) MA 5
B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + M1 (C) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + B1 (C, B) MA 6
B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + B1 (C, B) + M1 (A) MA 6
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TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA – FOLHA 3/5 – COMBINAÇÕES
PARA AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS
TIPOS DE FORNECIMENTO
(FASE DE CONEXÃO)
TIPO DE
MEDIÇÃO
B2 (C, B) + M1 (A) MA 4
B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (A) MA 5
B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6
B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) +M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) +M1 (A) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) MA 4
B2 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (A) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M2 (A) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) MA 6
B2 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + B2 (C, A) MA 6
B2 (C, B) + B2 (C, A) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + B2 (C, A) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + B2 (C, A) + M2 (B) MA 6
B2 (C, B) + B2 (C, A) + M2 (B) + M2 (A) MA 6
B2 (C, B) + B2 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) MA 6
B2 (C, B) + B2 (C, A) + B1 (B, A) MA 6
B2 (C, B) + B2 (C, A) + B2 (B, A) MA 6
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TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA - MA – FOLHA4/5 – COMBINAÇÕES PARA
AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS
TIPOS DE FORNECIMENTO
(FASE DE CONEXÃO)
TIPO DE
MEDIÇÃO
T1 (C, B, A) + M1 (C) MA 5
T1 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) MA 5
T1 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 5
T1 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6
T1 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6
T1 (C, B, A) + M2 (C) MA 6
T1 (C, B, A) + M2 (C) + M1 (B) MA 6
T1 (C, B, A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) MA 6
T1 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) MA 5
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1 (A) MA 5
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1(A) + M1(C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M2 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + B1 (C, A) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) + M1 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) MA 6
T1 (C, B, A) + B2 (C, B) MA 6
T1 (C, B, A) + B2 (C, B) + M1 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + B2 (C, B) + M2 (A) MA 6
T1 (C, B, A) + T1 (C, B, A) MA 6
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TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA – FOLHA 5/5 – COMBINAÇÕES PARA
AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS
TIPOS DE FORNECIMENTO (FASE DE CONEXÃO) TIPO DE MEDIÇÃO
T2 (C, B, A) + M1 (C) MA6
T2 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) MA6
T2 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA6
T2 (C, B, A) + M2 (C) MA6
T2 (C, B, A) + M2 (C) + M1 (B) MA6
T2 (C, B, A) + M2 (C) + M1 (B) + M1(A) MA6
T2 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) MA6
T2 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6
T2 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA6
T2 (C, B, A) + B1 (C, B) MA6
T2 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1 (A) MA6
T2 (C, B, A) + B1 (C, B) + M2 (A) MA6
T2 (C, B, A) + B2 (C, B) MA6
T2 (C, B, A) + B2 (C, B) + M1 (A) MA6
T2 (C, B, A) + B2 (C, B) + M2 (A) MA6
T2 (C, B, A) + T1 (C, B, A) MA6
T3 (C, B, A) + M1 (C) MA6
T3 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) MA6
T3 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA6
T3 (C, B, A) + B1 (B, C) MA6
T3 (C, B, A) + B1(C, B) + M1 (A) MA6
T3 (C, B, A) + T1 (C, B, A) MA6
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TABELA 14: COMBINAÇÕES PARA ATÉ 6 MEDIÇÕES AGRUPADAS – MA
NOTAS:
1) Quando se tratar de ramal de entrada aéreo conectado ao ramal de ligação
aéreo, o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
2) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os
condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
3) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege
fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou
corrugado de PEAD;
4) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de
PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles
de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser
de mesmo material, conforme especificação da CEB-D;
5) Para as medições agrupadas localizadas em áreas atendidas por meio de rede
subterrânea, usar obrigatoriamente eletrodutos com diâmetro nominal de 50 mm
na entrada de energia, conforme especificações da CEB-D;
MEDIÇÃO
AGRUPADA
DISJUNTOR
TRIPOLAR
DA CAIXA
CP ou CPD
MÁXIMA
CORRENTE
POR
FASE
(A)
RAMAL
DE
LIGAÇÃO
AÉREO
MULTIPLEX
EMD –
03.005 –
CEB-
D(mm
2
)
RAMAL DE ENTRADA
ATERRAMENTO
(mm²)
CONDUTOR
DE
PROTEÇÃO
PE
mm²
CONDUTORES
DE COBRE
(mm
2
)
ELETRODUTO
DN – diâmetro nominal
(MILÍMETROS)
PVC RÍGIDO
ROSQUEÁVEL
NBR 15465
(NOTA 1)
AÇO
NBR
5597 e
NBR
5598
(NOTA 2)
MA 1
- 35 T 16 2 # 6 (6) 32 32 6
SERÁ
DE
MESMA
SEÇÃO
DO
CONDUTOR
NEUTRO
DO
RAMAL
DE
SAÍDA
DE
CADA
UNIDADE
CONSUMIDORA
LIMITADO
A
16
mm²
MA 2
- 50 T 16 2 # 10 (10) 32 32 10
MA 3 - 35 Q 16 3 # 6 (6) 40 40 6
MA 4 -
50 Q 16 3 # 10 (10) 50 40 10
MA 5
70 75 Q 35 3 # 25 (25) 50 40 16
MA 6
100 110 Q 35 3 # 35 (35) 50 50 16
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6) Os condutores do ramal de entrada aéreo, quando o ramal de ligação for
aéreo, devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com
cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC
para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade,
conforme NBR 6880;
7) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares
isentos de emendas, com cobertura, isolação em PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla
isolação, apropriado para instalação subterrânea, não podendo ser cabo de alta
flexibilidade, conforme NBR NM 280;
8) Para seções de condutores superiores ao de 10 mm² é obrigatório o uso de
cabos e em ramal de entrada subterrâneo o condutor deve ser cabo para
qualquer seção;
9) Os números entre parênteses indicam a seção do condutor neutro;
10) O condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
11) O condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 35;
12) Ocondutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
13) O condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e Aterramento;
14) A instalação do ramal de ligação aéreo será realizada pela CEB-D, bem como as
suas conexões ao ramal de entrada aéreo do consumidor e à rede de BT;
15) Não será permitido ramal de saída aéreo no padrão de entrada com medição
agrupada;
16) Os condutores do ramal de medidor de cada unidade consumidora devem ser
ligados ao condutor de derivação, de forma que as correntes sejam distribuídas
entre as fases,conforme Tabela 13;
17) Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades
consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas,
teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões,
restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades,
comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos
trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de
líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida
uma via da “ART de execução”;
18) As letras T e Q dos ramais de ligação referem-se a condutores triplex e
quadruplex, respectivamente;
19) Os condutores do ramal de ligação bifásico – Triplex deverão ser cabos
multiplexados coloridos, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A e B –
pretas, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS
COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV);
20) Os condutores do ramal de ligação – Quadruplex deverão ser cabos
multiplexados coloridos, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A – preta, B –
cinza e C – vermelha, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO
MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV);
21) A proteção geral instalada na caixa CP ou CPD deverá ser feita por disjuntor
tripolar com capacidade dada por esta tabela, podendo ser padrão NEMA ou
IEC;
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22) Nos tipos de Medição Agrupada MA 5 e MA 6 o DPS deverá instalado dentro da
CP ou CPD;
23) Nos tipos de Medição Agrupada MA 1, MA 2, MA 3 e MA 4 o DPS deverá ser
instalado dentro de cada caixa de medição metálica M1 ou P1 ou caixa de
medição de policarbonato P1-E.
24) Poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem
do padrão de entrada com medição agrupada;
25) Não será permitida a mesclagem, no mesmo padrão de entrada, de caixas
metálicas com caixas de policarbonato;
26) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixas de
policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente
com caixa tipo CPD e P1-E.
27) As caixas de policarbonato somente poderão ser montadas em padrões de
entrada abrigados e livres dos raios ultravioleta.
28) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixa de
policarbonato, única, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado
somente com caixa tipo P1- I, desde que esteja montado em local abrigado e
livre dos raios ultravioleta.
TABELA 15: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA, LIGADAS EM REDE DE
DISTRIBUIÇÃO AÉREA COM TRANSFORMADOR MONOFÁSICO DE 37,5 KVA,
100 A, TENSÃO SECUNDÁRIO 220/440 VOLTS – COMBINAÇÕES PARA
AGRUPAMENTO DE ATÉ 4 (QUATRO) UNIDADES CONSUMIDORAS
MONOFÁSICAS
TIPOS DE FORNECIMENTO (FASE DE CONEXÃO) TIPO DE MEDIÇÃO
M1 (A) + M1 (B) MA 7
M1 (A) + M1 (B) + M1 (B) MA 9
M1 (A) + M1 (A) + M1 (B) + M1 (B) MA 9
M2 (A) + M1(B) MA 8
M2 (A) + M1 (B) + M1(B) MA 9
M2 (A) + M1 (A) + M1 (B) + M1 (B) MA 10
M2 (A) + M2 (B) MA 8
M2 (A) + M2 (B) + M1 (B) MA 10
M2 (A) + M2 (B) + M1 (B) + M1 (A) MA 10
NOTAS:
1) Os Tipos de Fornecimento devem ter seus condutores fases distribuídos
conforme coluna Fase de Conexão, sendo que fase A e fase B correspondem às
buchas secundárias X1 e X2 do transformador monofásico, respectivamente;
2) A soma das correntes, por fases A ou B, não deve ultrapassar a corrente elétrica
limite, para os Ramais de Entrada MA7 a MA10, estabelecida na Tabela 16.
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TABELA 16: COMBINAÇÕES PARA ATÉ 4 MEDIÇÕES AGRUPADAS – MA
LIGADAS EM TRANSFORMADOR MONOFÁSICO
NOTAS:
1) Quando se tratar de ramal de entrada aéreo conectado ao ramal de ligação
aéreo, o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
2) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os
condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
3) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege
fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou
corrugado de PEAD;
4) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de
PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles
de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá
ser de mesmo material, conforme especificação da CEB-D;
5) Os condutores do ramal de entrada aéreo, quando o ramal de ligação for
aéreo, devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com
cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC
para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade,
conforme NBR 280;
6) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares
isentos de emendas, com cobertura, isolação em PVC para 70 ºC 0,6/1kV,
apropriado para instalação subterrânea, dupla isolação, não podendo ser cabo
de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280;
MEDIÇÃO
AGRUPADA
DISJUNTOR
BIPOLAR
DA
CAIXA
CP
MÁXIMA
CORRENTE
POR
FASE
(A)
RAMAL
DE
LIGAÇÃO
AÉREO
MULTIPLEX
EMD – 03.005
– CEB-D
RAMAL DE ENTRADA
ATERRAMENTO
(mm²)
CONDUTOR
DE
PROTEÇÃO
PE
mm²
CONDUTORES
DE COBRE
(mm
2
)
ELETRODUTO
DN – diâmetro nominal
(MILÍMETROS)
(mm
2
)
PVC RÍGIDO
ROSQUEÁVEL
NBR 15465
(NOTA 1)
AÇO
NBR 5597 e
NBR 5598
(NOTA 2)
MA 7
- 35 T 16 2 # 6 (6) 32 32 6
SERÁ
DE
MESMA
SEÇÃO
DO
CONDUTOR
NEUTRO
DO
RAMAL
DE
SAÍDA
DE
CADA
UNIDADE
CONSUMIDORA
LIMITADO
A
16
mm²
MA 8
- 50 T 16 2 # 10 (10) 32 32 10
MA 9 70 70 T 35 2 # 25 (25) 40 40 16
MA 10 100 85 T 35 2 # 35 (35) 50 50 16
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7) Para seções de condutores superiores ao de 10 mm² é obrigatório o uso de
cabos e em ramal de entrada subterrâneo o condutor deve ser cabo para
qualquer seção;
8) Os números entre parênteses indicam a seção do condutor neutro;
9) O condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
10) O condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde;
conforme detalha o Desenho 27;
11) O condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela
ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35;
12) O condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE
e Aterramento;
13) A instalação do ramal de ligação aéreo será realizada pela CEB-D, bem como as
suas conexões ao ramal de entrada aéreo do consumidor e à rede de BT;
14) Não será permitido ramal de saída aéreo no padrão de entrada com medição
agrupada;
15) Os condutores do ramal de medidor de cada unidade consumidora devem ser
ligados ao condutor de derivação, de forma que as correntes sejam distribuídas
entre as fases conforme Tabela 15;
16) Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades
consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas,
teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões,
restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades,
comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos
trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de
líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida
uma via da “ART de execução”;
17) A letra T dos ramais de ligação aéreo referem-se a condutores triplex,
respectivamente;
18) Os condutores do ramal de ligação bifásico – Triplex deverão ser cabos
multiplexados coloridos, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A e B –
pretas, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS
COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV); (Verificar existência de cabo
multiplexado colorido triplex);
19) Poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem
do padrão de entrada com medição agrupada;
20) Não será permitida a mesclagem, no mesmo padrão de entrada, de caixas
metálicas com caixas de policarbonato;
21) A proteção geral instalada na caixa CP ou CPD, deverá ser feita por disjuntor
bipolar com capacidade dada por esta tabela, podendo ser padrão NEMA ou
IEC;
22) Nos tipos de Medição Agrupada MA 9 e MA 10 o DPS deverá ser instalado
dentro da CP ou CPD;
23) Nos tipos de Medição Agrupada MA 7 e MA 8 o DPS deverá ser instalado dentro
de cada caixa de medição M1 ou CPD;
24) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixas de
policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente
com caixa tipo CPD e P1-E.
25) As caixas de policarbonato somente poderão ser montadas em padrões de
entrada abrigados e livres dos raios ultravioleta.
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26) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixa de
policarbonato, única, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado
somente com caixa tipo P1- I, desde que esteja montado em local abrigado e
livre dos raios ultravioleta;
TABELA 17: POSTES E PONTALETES PARTICULARES DE AÇO CARBONO
ZINCADO A QUENTE – CONFORME DESENHO 48
TIPOS DE POSTES
E PONTALETES
TIPOS DE
FORNECIMENTO
DIMENSÕES MÍNIMAS (mm) RESISTÊNCIA
MECÂNICA
(daN)
MASSA
APROXIMADA
(kg)
L E C A B
PONTALETES PT2
M1, M2, B1, B2,
T1, T2, T3, T4
3000 500 2,25 102 80 100 18
POSTES
PA1
M1, M2, B1,B2,
T1,T2
5000 1000 2,25 76 60 30 20
PA2 T3,T4 5000 1000 5,00 102 80 125 60
PA3
M1, M2, B1, B2,
T1,T2
7000 1000 2,25 102 80 40 38
PA4 T3, T4 7000 1000 5,00 102 100 135 80
LEGENDA:
L = Comprimento total do poste ou pontalete de aço particular;
E = Engastamento (comprimento a ser enterrado e concretado no solo – poste ou
fixado na parede da edificação – pontalete);
C = Espessura da parede do poste ou pontalete particular;
A = Diâmetro do poste ou pontalete particular redondo;
B = Diâmetro do poste ou pontalete particular quadrado.
NOTAS:
1) Não será permitida a ancoragem do ramal de saída aéreo em padrão de entrada
com pontalete de aço particular;
2) Não será permitida a ancoragem do ramal de saída aéreo em padrão de entrada
com medição agrupada em poste de aço particular ou poste de concreto seção
duplo T;
3) Será obrigatória a apresentação de uma cópia da “ART” de execução,
devidamente assinada por um engenheiro civil ou técnico de edificações,
quando o padrão de entrada de energia possuir disjuntor geral a partir de 70 A e
o ramal de ligação aéreo de 35 mm² for ancorado em pontalete de aço particular
ou na fachada da edificação;
4) Será obrigatória a concretagem da base (engastamento) do poste de aço
particular instalado no padrão de entrada com medição individual, com ramal de
ligação aéreo com cabo quadruplex, com tipo de fornecimento trifásico – T1, T2,
T3 e T4, conforme , conforme Nota 4 e 5 da Tabela 17;
5) Será obrigatória a concretagem da base (engastamento) do poste de aço
particular instalado no padrão de entrada com medição agrupada, com ramal de
ligação aéreo com cabo quadruplex, tipo de fornecimento MA3, MA4, MA5 e
MA6 conforme Notas 4 e 5 da Tabela 17.
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TABELA18: POSTE PARTICULAR DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE –
PADRÃO ECONÔMICO – CONFORME DESENHO 49
TIPOS DE POSTES
TIPOS DE
FORNECIMENTO
DIMENSÕES MÍNIMAS (mm) RESISTÊNCIA
MECÂNICA
(daN)
MASSA
APROXIMADA
(kg)
L E C A B
POSTES
PA-1A M1 5000 1000 2,00 - 60 30 27,7
PA-1B M1 7000 1000 2,00 - 70 30 34
LEGENDA:
L= Comprimento total do poste ou pontalete de aço particular;
E=Engastamento (comprimento a ser enterrado e concretado no solo – poste ou
fixado na parede da edificação – pontalete);
C= Espessura da parede do poste ou pontalete particular;
A = Diâmetro do poste ou pontalete particular redondo;
B = Diâmetro do poste ou pontalete particular quadrado.
NOTAS:
1) O Poste Padrão Econômico deverá atender somente unidades consumidoras
com tipo de fornecimento monofásico – M1, conforme Tabela 10 desta NTD;
2) O Poste Padrão Econômico deverá ser montado somente com caixa metálica
monofásica – tipo M1, conforme NTD 3.06 - Padrão de Caixas de Medição,
Proteção e Derivação para Medição Individual e Agrupada.
TABELA 19: POSTE PARTICULAR DE CONCRETO SEÇÃO DUPLO T –
CONFORME DESENHO 47
COMPRIMENTO
NOMINAL – L
(mm)
ENGASTAMENTO
(mm)
RESISTÊNCIA
MECÂNICA
(daN)
TIPOS DE FORNECIMENTO
POSTES
5.000 1000
90
M1, M2, B1, B2, T1, T2, T3 E
T4
7.000 1000
NOTAS:
1) O poste de concreto seção duplo T deverá ser instalado com a face lisa, lado de
maior esforço mecânico, voltada para a rede de distribuição aérea da CEB-D,
onde deverá ser instalada a armação secundária de um estribo com roldana
para ancoragem do ramal de ligação;
2) Para a montagem do padrão de entrada em poste duplo T, deverão ser
obedecidas as mesmas prescrições desta NTD para montagem em poste de aço
particular.
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TABELA 20: CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE ELETRODUTOS DE PVC
ROSQUEÁVEL E AÇO CARBONO ZINCADO À QUENTE
REFERÊNCIA
DA ROSCA
(pol)
PVC ROSQUEÁVEL
NBR 15465/08
AÇO NBR 5597/13 NBR 5598/13
DIÂMETRO
NOMINAL
(mm)
DIÂMETRO
EXTERNO
(mm)
e (mm)
classe
DIÂMETRO
NOMINAL
(mm)
NBR 5597/13 NBR 5598/13
A B
DIÂMETR
O
EXTERNO
(mm)
e
(mm)
DIÂMETRO
EXTERNO
(mm)
e
(mm)
½” 20 21,1 ± 0,3 2,5 1,8 15 21,3 2,25 21,3 2,25
¾” 25 26,2 ± 0,3 2,6 2,3 20 26,7 2,25 26,9 2,25
1” 32 33,2 ± 0,3 3,2 2,7 25 33,4 2,65 33,7 2,65
1 ¼” 40 42,2 ± 0,3 3,6 2,9 32 42,2 3,00 42,4 3,00
1 ½” 50 47,8 ± 0,4 4,0 3,0 40 48,3 3,00 48,3 3,00
2” 60 59,4 ± 0,4 4,6 3,1 50 60,3 3,35 60,3 3,35
2 ½” 75 75,1 ± 0,4 5,5 3,8 65 73,0 3,75 76,1 3,35
3” 85 88,0 ± 0,4 6,2 4,0 80 88,9 3,75 88,9 3,75
4” - - - - 100 114,3 4,25 114,3 4,25
NOTAS:
1) Quando em “Ramal de Entrada Aéreo ou de Saída Aéreo instalados em Poste
Particular”, os eletrodutos devem ser de aço carbono tipo zincado a quente,
conforme especificação da CEB-D;
2) Quando em “Ramal de Entrada Aéreo instalado em Pontalete”, os eletrodutos
devem ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme especificação da
CEB-D;
3) Quando tratar-se de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os
condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
4) Quando tratar-se de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege
fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou
corrugado de PEAD, conforme especificação da CEB-D;
5) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de
PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles
de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser
de mesmo material, conforme especificação da CEB-D;
6) Para as medições agrupadas localizadas em áreas atendidas através de rede
subterrânea usar eletrodutos com diâmetro nominal de 50 mm na entrada de
energia, conforme especificações da CEB-D.
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TABELA 21: CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE ELETRODUTOS CORRUGADOS
DE PEAD E ELETRODUTOS DE AÇOCARBONO ZINCADO À QUENTE
REFERÊNCIA
DA ROSCA
(pol)
CORRUGADO DE PEAD
NBR 15715/2009
AÇO NBR 5597/13 NBR 5598/13
DIÂMETRO
NOMINAL
(mm)
DIÂMETRO
EXTERNO
(mm)
DIÂMETRO
INTERNO
(mm)
DIÂMETRO
NOMINAL
(mm)
NBR 5597/13 NBR 5598/13
DIÂMETRO
EXTERNO
(mm)
e
(mm)
DIÂMETRO
EXTERNO
(mm)
e
(mm)
½” - - - 15 21,3 2,25 21,3 2,25
¾” - - - 20 26,7 2,25 26,9 2,25
1” - - - 25 33,4 2,65 33,7 2,65
1 ¼” 30 41,3 31,5 32 42,2 3,00 42,4 3,00
1 ½” 40 56,0 43,0 40 48,3 3,00 48,3 3,00
2” 50 63,4 50,8 50 60,3 3,35 60,3 3,35
2 ½” - - - 65 73,0 3,75 76,1 3,35
3” 75 89 75 80 88,9 3,75 88,9 3,75
4” 100 124,5 103,0 100 114,3 4,25 114,3 4,25
NOTAS:
1) Quando em “Ramal de Entrada Aéreo ou de Saída Aéreo instalados em Poste
Particular”, os eletrodutos devem ser de aço carbono tipo zincado a quente,
conforme especificação da CEB-D;
2) Quando em “Ramal de Entrada Aéreo instalado em Pontalete”, os eletrodutos
devem ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme especificação da
CEB-D;
3) Quando tratar-se de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os
condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente;
4) Quando tratar-se de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o
eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege
fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou
corrugado de PEAD, conforme especificação da CEB-D;
5) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de
PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles
de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser
de mesmo material, conforme especificação da CEB-D;
6) Para as medições agrupadas localizadas em áreas atendidas através de rede
subterrânea usar eletrodutos com diâmetro nominal de 50 mm na entrada de
energia, conforme especificações da CEB-D.
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TABELA 22: CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE, EM AMPÈRES,
PARA CONDUTORES DE COBRE COM ISOLAÇÃO EM PVC, TEMPERATURAS:
DO CONDUTOR 70°C, DO AMBIENTE 30ºC E DO SOLO 20ºC
SEÇÃO
NOMINAIS
(mm
2
)
MANEIRAS DE INSTALAR
B1 B2 D G
(a)
6 36 34 39 51
10 50 46 52 71
16 68 62 67 97
25 89 80 86 130
35 110 99 103 162
(a) Cabos unipolares espaçados verticalmente.
NOTAS:
1) A tabela acima é aplicável a condutores isolados e cabos unipolares com isolação
em PVC, com temperatura de 70ºC no condutor, de acordo com a Tabela 36 da
NBR 5410;
2) Maneiras de Instalar os condutores, de acordo com asTabelas 33e 38 da NBR
5410:
B1 – Condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto embutido em
alvenaria ou eletroduto aparente;
B2 – Cabo unipolares em espaço de construção ou cabo multipolar em eletroduto
embutido em alvenaria;
D – Cabos unipolares em eletroduto enterrado no solo;
G – Condutores nus ou isolados sobre isoladores ao ar livre.
3) Em áreas sujeitas a umidade e atritos em instalações expostas, deverão ser
instalados cabos unipolares 0,6/1 kV;
4) Condutores multipolares serão aceitos após a medição, observadas as maneiras
de instalar;
5) Para cabos com cobertura EPR ou XLPE ou outras formas de instalação,
consultar asTabelas 33, 36, 37 e 39 da NBR 5410;
6) Para situações diferentes das indicadas na tabela acima, deverão ser utilizados
fatores de correção recomendados nas Tabelas 40 a 45 da NBR 5410.
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TABELA 23: SEÇÃO MÍNIMA DOS CONDUTORES NEUTRO (N), FASES,
PROTEÇÃO (PE) E DE ATERRAMENTO
COR E SEÇÃO DOS CONDUTORES (mm²)
Fase – F Neutro – N Proteção – PE Aterramento
Diferente do Neutro e
do Proteção
Azul Clara Verde-Amarelo ou
Verde
Verde-Amarelo ou
Verde
6 6 6 6
10 10 10 10
16 16 16 16
25 25 16 16
35 35 16 16
NOTAS:
1) O condutor de aterramento deverá ser isolado e possuir a dupla coloração verde-
amarelo ou verde, com isolação em PVC, com temperatura de 70ºC;
2) Os condutores devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com
cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC para
70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade,
conforme NBR 280;
3) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares
isentos de emendas, com cobertura, isolação em PVC para 70 ºC 0,6/1kV,
apropriado para instalação subterrânea, dupla isolação, não podendo ser cabo de
alta flexibilidade, conforme NBR NM 280;
4) Para seções de condutores superiores ao de 10 mm² é obrigatório o uso de cabos
e em ramal de entrada subterrâneo o condutor deve ser cabo para qualquer
seção.
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TABELA 24: RELAÇÃO DE MATERIAIS DOS DESENHOS
RELAÇÃO DE MATERIAIS DOS DESENHOS
Item Descrição
1 Alça preformada de serviço, fornecida e instalada pela CEB-D
2 Arame de aço galvanizado & de 2,11 mm
3
Armação secundária de aço tipo zincado a quente com dois estribos e dois isoladores
roldana
4 Arruela para eletroduto ou acessório para eletroduto corrugado de PEAD
5 Braçadeira de aço zincado de fixação da caixa de medição e proteção ao poste
6 Bucha para eletroduto ou acessório para eletroduto corrugado de PEAD
7 Cabeçote de 135° de aço carbono zincado a quente
8 Caixa para medição e proteção – M1 e/ou P1
9
Parafuso chumbador de aço zincado & 16 x 150 mm, com porca e arruela
quadrada
10 Condutor de alumínio tipo multiplex, fornecido e instalado pela CEB-D
11 Condutor de cobre isolado em PVC 70°C 0,6/1 kV, dupla isolação
12
Condutor de proteção – PE ou de aterramento, condutor de cobre isolado em PVC
70°C 0,6/1 kV, dupla isolação, na coloração verde-amarelo ou verde
13 Conector de derivação tipo cunha para haste de aterramento de aço cobreado
14 Conector de derivação secundária tipo cunha, fornecido e instalado pela CEB-D
15 Curva em aço carbono tipo zincado a quente de 135°
16 Curva de aço carbono tipo zincado a quente de 45°
17 Disjuntor termomagnético, conforme padrão NEMA ou IEC
18 Eletroduto de aço carbono tipo zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598
19 Eletroduto de PVC rígido rosqueável, conforme NBR 15465
20 Fita de aço inoxidável com largura de 6 mm e fecho
21 Conjunto flange com bucha, arruela e massa calafetadora
22
Haste de aço cobreado (cobre-alma) para aterramento, conforme especificação
CEB-D
23
Cinta ou braçadeira ou parafuso & 16 mm de aço carbono zincado a quente,
comprimento adequado
24 Pontalete particular de aço carbono tipo zincado a quente
25 Poste particular de aço carbono tipo zincado a quente ou de concreto seção duplo T
26 Cinta de aço carbono tipo zincada a quente ou de liga de alumínio
27
Nippler de aço carbono tipo zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598,
ou em PVC rígido rosqueável, conforme NRR 15465
28 Dispositivo de proteção contra surtos – DPS
29 Eletroduto corrugado de PEAD
30 Caixa de derivação – MT 2/1 ou MT 3/2
31 Caixa de proteção – CP
32 Curva de aço carbono tipo zincado a quente de 90°
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DESENHOS
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I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA
DESENHO 1. RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO ANCORADO EM POSTE E PONTALETE PARTICULAR
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I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA
DESENHO 2. RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO ANCORADO EM POSTE PARTICULAR E NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO
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I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA
DESENHO 3. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO INSTALADO DO MESMO LADO
DA REDE EM RELAÇÃO À VIA PÚBLICA
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I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA
DESENHO 4. RAMAL DE LIGAÇÃO E DE ENTRADA SUBTERRÂNEO
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I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA
DESENHO 5. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA EM CONDOMÍNIOS COM
ARRUAMENTO INTERNO, COM RESTRIÇÃO AO ACESSO DE PESSOAS OU VEÍCULOS, QUE CONFIGURE PROPRIEDADE
PARTICULAR DO CONSUMIDOR – VIA INTERNA
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 6. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE
PARTICULAR SEM ALVENARIA
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 7. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE DE
CONCRETO SEÇÃO DUPLO T PARTICULAR SEM ALVENARIA
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 8. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE
PARTICULAR INSTALADO EM MURO COM RECUO LATERAL E GRADE
FRONTAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 9. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE
PARTICULAR COM GRADE FRONTAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 10. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE
PARTICULAR COM MURO FRONTAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 11. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE
PARTICULAR INSTALADO EM MURETA LATERAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 12. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM PONTALETE
PARTICULAR INSTALADO NA EDIFICAÇÃO
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 13. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO INSTALADO NA
FACHADA DA EDIFICAÇÃO
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 14. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO INSTALADO EM MURO
LATERAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA
DESENHO 15. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO INSTALADO NO MURO
FRONTAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA
DESENHO 16. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO INSTALADO EM
MURETA FRONTAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA
DESENHO 17. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO INSTALADO EM
MURETA LATERAL, SEM MURO OU GRADE FRONTAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 18. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM LOCAL DE REDE
DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA EM CONDOMÍNIOS COM ARRUAMENTO INTERNO,
COM RESTRIÇÃO AO ACESSO DE PESSOAS OU VEÍCULOS, QUE CONFIGURE
PROPRIEDADE PARTICULAR DO CONSUMIDOR – VIA INTERNA EM MURO
FRONTAL
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II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA
DESENHO 19. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM LOCAL DE REDE
DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA EM CONDOMÍNIOS COM ARRUAMENTO INTERNO,
COM RESTRIÇÃO AO ACESSO DE PESSOAS OU VEÍCULOS, QUE CONFIGURE
PROPRIEDADE PARTICULAR DO CONSUMIDOR – VIA INTERNA EM MURO
FRONTAL
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
INDIVIDUAL
DESENHO 20. ANCORAGEM EM POSTE SEM ALVENARIA
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM
MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 21. ANCORAGEM EM POSTE COM ALVENARIA – MURO FRONTAL
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 22. ANCORAGEM EM PONTALETE PARTICULAR – PAREDE FRONTAL
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
INDIVIDUAL
DESENHO 23. ANCORAGEM NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO – PAREDE
FRONTAL
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III.DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
INDIVIDUAL
DESENHO 24. INSTALADO EM PAREDE FRONTAL DA EDIFICAÇÃO – RAMAL
DE ENTRADA SUBTERRÂNEO – REDE DE BT DO MESMO LADO
DA PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
INDIVIDUAL
DESENHO 25. INSTALADO EM MURO FRONTAL – RAMAL DE ENTRADA
SUBTERRÂNEO – REDE DE BT DO MESMO LADO DA PROPRIEDADE DO
CONSUMIDOR
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
INDIVIDUAL
DESENHO 26. INSTALADO EM MURETA COM RECUO LATERAL – RAMAL DE
ENTRADA SUBTERRÂNEO – REDE DE BT DO MESMO LADO DA
PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
INDIVIDUAL – LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA
DESENHO 27. INSTALADO EM MURETA COM RECUO LATERAL – RAMAL DE
ENTRADA SUBTERRÂNEO
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL – LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO
SUBTERRÂNEA
DESENHO 28. INSTALADO EM MURO FRONTAL – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
AGRUPADA
DESENHO 29. INSTALADO COM MURETA FRONTAL COM GRADE – LOCAL
DE REDE AÉREA
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
AGRUPADA
DESENHO 30. INSTALADO EM MURO OU MURETA COM RECUO LATERAL –
REDE DE BT DO MESMO LADO DO PADRÃO DE ENTRADA
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
AGRUPADA
DESENHO 31. INSTALADO EM POSTE PARTICULAR DE AÇO COM MEDIÇÃO
EM MURO FRONTAL – LOCAL DE REDE AÉREA
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IV. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
AGRUPADA
DESENHO 32. INSTALADO EM POSTE DE AÇO PARTICULAR INSTALADO EM
MURO OU MURETA COM RECUO LATERAL – LOCAL DE REDE AÉREA
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IV. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA COM MEDIÇÃO
AGRUPADA
DESENHO 33. INSTALADO EM MURO FRONTAL – LOCAL DE REDE SUBTERRÂNEA
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III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM LOCAL DE REDE DE
DISTRIBUIÇÃO AÉREA EM CONDOMÍNIOS COM ARRUAMENTO INTERNO, COM RESTRIÇÃO AO ACESSO DE PESSOAS OU
VEÍCULOS, QUE CONFIGURE PROPRIEDADE PARTICULAR DO CONSUMIDOR – VIA INTERNA EM MURO FRONTAL COM MEDIÇÃO
AGRUPADA
DESENHO 34. INSTALADO EM MURO FRONTAL – LOCAL DE REDE AÉREA
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IV. DETALHES DE LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E CONDUTORES NAS CAIXAS
METÁLICAS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
DESENHO 35. LIGAÇÃO DO DISJUNTOR, DPS E MEDIDOR PARA OS TIPOS
DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO, BIFÁSICO E TRIFÁSICO
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IV. DETALHES DE LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E CONDUTORES NA CAIXA DE
PROTEÇÃO – CP DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA
DESENHO 36. LIGAÇÃO DO DISJUNTOR GERAL, DPS E DERIVAÇÃO PARA
MEDIÇÃO DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO NA CAIXA DE PROTEÇÃO –
CP
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IV. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
INDIVIDUAL
DESENHO 37. MEDIÇÃO INDIVIDUAL – OPÇÃO PARA LIGAÇÃO DO SISTEMA
DE COMBATE A INCÊNDIO – CAIXAS METÁLICAS
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IV.DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO
AGRUPADA
DESENHO 38. MEDIÇÃO AGRUPADA – OPÇÃO PARA LIGAÇÃO DO SISTEMA
DE COMBATE A INCÊNDIO – CAIXAS METÁLICAS
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V. MODELOS DAS COMBINAÇÕES PARA AS MONTAGENS DE UNIDADES
CONSUMIDORAS COM MEDIÇAÕ AGRUPADA
DESENHO 39. COMBINAÇÃO COM 6 (SEIS) MODELOS DE MEDIÇÕES
AGRUPADAS
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V. MODELOS DAS COMBINAÇÕES PARA AS MONTAGENS DE UNIDADES
CONSUMIDORAS COM MEDIÇAÕ AGRUPADA
DESENHO 40. COMBINAÇÃO COM 6 (SEIS) E 5 (CINCO) MODELOS DE
MEDIÇÕES AGRUPADAS
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VI. DETALHES CONSTRUTIVOS DO SISTEMA DE ATERRAMENTO
DESENHO 41. MODELOS DE CAIXAS DE INSPEÇÃO PARA ATERRAMENTO
COM HASTE
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VI. DETALHES CONSTRUTIVOS DO SISTEMA DE ATERRAMENTO
DESENHO 42. MODELO DE ATERRAMENTO PELAS ARMADURAS DE AÇO
DA EDIFICAÇÃO
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Agrupadas
NTD - 6.01
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VII. DETALHES CONSTRUTIVOS DA CAIXA DE PASSAGEM – TIPO CB1
DESENHO 43. CAIXA TIPO CB1 – PADRÃO DE ENTRADA EM LOCAL DE REDE SUBTERRÂNEA
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VIII. DETALHES DOS MATERIAIS – CAIXAS METÁLICAS
DESENHO 44. CAIXAS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO MONOFÁSICA – M1 E
POLIFÁSICA –P1
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VIII. DETALHES DOS MATERIAIS – CAIXAS METÁLICAS
DESENHO 45. CAIXA DE PROTEÇÃO – CP
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VIII. DETALHES DOS MATERIAIS – CAIXAS METÁLICAS
DESENHO 46. CAIXAS DE DERIVAÇÃO MT 2/1 E MT 3/2
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – POSTE PARTICULAR DE CONCRETO DUPLO T
DESENHO 47. POSTE PARTICULAR DE CONCRETO SEÇÃO DUPLO T
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – POSTE PARTICULAR DE AÇO
DESENHO 48. POSTE OU PONTALETE PARTICULAR DE AÇO
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – POSTE PARTICULAR DE AÇO PADRÃO
ECONÔMICO
DESENHO 49. POSTE PARTICULAR DE AÇO PADRÃO ECONÔMICO –
REDONDO
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ELETRODUTO DE AÇO TIPO ZINCADO A
QUENTE E ACESSÓRIOS
DESENHO 50. MODELO DE ELETRODUTO DE AÇO CARBONO TIPO
ZINCADO A QUENTE
FOTOS ILUSTRATIVAS
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ELETRODUTO DE PVC RÍGIDO ROSQUEAVEL
E ACESSÓRIOS
DESENHO 51. MODELO DE ELETRODUTO DE PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL,
CONFORME NBR 15465 – PARA USO EM LOCAIS LIVRES DE RAIOS
ULTRAVIOLETA
FOTOS ILUSTRATIVAS
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ELETRODUTO CORRUGADO DE PEAD E
ACESSÓRIOS
DESENHO 52. MODELO DE ELETRODUTO CORRUGADO DEM PEAD E
ACESSÓRIOS – PARA USO EM RAMAIS SUBTERRÂNEOS
FOTOS ILUSTRATIVAS
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – HASTE DE AÇO COBREADO PARA
ATERRAMENTO
DESENHO 53. HASTE DE AÇO COBREADO PARA ATERRAMENTO
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONECTOR DE DERIVAÇÃO TIPO CUNHA
PARA HASTE DE AÇO COBREADO PARA ATERRAMENTO
DESENHO 54. CONECTOR DE DERIVAÇÃO TIPO CUNHA PARA HASTE DE
ATERRAMENTO
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CABEÇOTE DE AÇO CARBONO ZINCADO A
QUENTE
DESENHO 55. CABEÇOTE DE 135° DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – FITA DE AÇO INOXIDÁVEL
DESENHO 56. MODELO DE FITA DE AÇO INOXIDÁVEL – PARA USO NA
AMARRAÇÃO DO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
JUNTO AO POSTE DA REDE DA CEB-D OU NO POSTE OU PONTALETE
PARTICULAR DE AÇO
FOTO ILUSTRATIVA
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ARAME GALVANIZADO
DESENHO 57. MODELO DE ARAME DE AÇO GALVANIZADO – PARA USO NA
AMARRAÇÃO DO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE NO
POSTE OU PONTALETE PARTICULAR DE AÇO
FOTO ILUSTRATIVA
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CURVA DE 135° EM AÇO CARBONO TIPO
ZINCADO A QUENTE
DESENHO 58. MODELO DE CURVA DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
DE 135° – PARA USO NO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
JUNTO AO POSTE DA REDE DA CEB-D OU NO POSTE OU PONTALETE
PARTICULAR DE AÇO
FOTO ILUSTRATIVA
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CURVA DE 90° EM AÇO CARBONO TIPO
ZINCADO A QUENTE
DESENHO 59. MODELO DE CURVA DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
DE 90° – PARA USO NO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
OU DE PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL NO PADRÃO DE ENTRADA INSTALADO NA
FACHADA DA EDIFICAÇÃO
FOTO ILUSTRATIVA
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CURVA DE 45° EM AÇO CARBONO TIPO
ZINCADO A QUENTE
DESENHO 60. MODELO DE CURVA DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
DE 45° – PARA USO NO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
OU DE PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL EM CONJUNTO COM A CURVA DE 90° NO
PADRÃO DE ENTRADA INSTALADO NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO
FOTO ILUSTRATIVA
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – FLANGES PARA VEDAÇÃO
DESENHO 61. FLANGES PARA VEDAÇÃO DA CONEXÃO DO ELETRODUTO
DE AÇO NA CAIXA METÁLICA EXPOSTOS AO TEMPO
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – NIPPLE DE AÇO CARBONO TIPO ZINCADO A
QUENTE OU EM PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL
DESENHO 62. MODELOS DE NIPPLE DE PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL E DE
AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE – PARA USO NA INTERLIGAÇÃO DAS
CAIXAS DE PROTEÇÃO – CP E DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM A CAIXA DE
DERIVAÇÃO
FOTOS ILUSTRATIVAS
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONDUTORES: DE COBRE UNIPOLAR – FIO E
CABO DE COBRE
DESENHO 63. MODELO DE CONDUTORES DE COBRE – FIO DE COBRE
RÍGIDO UNIPOLAR E CABO DE COBRE CLASSE 2 OU 3 COM DUPLA ISOLAÇÃO
FOTOS ILUSTRATIVAS
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONDUTOR: CABO DE ALUMÍNIO
MULTIPLEXADO
DESENHO 64. MODELO DE CONDUTORES DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO –
PARA USO EXCLUSIVO DA CEB-D NO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO
FOTOS ILUSTRATIVAS
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO
DESENHO 65. MODELO DE DISJUNTORES TERMOMAGNÉTICOS
PRESCRITOS NAS NORMAS NEMA E IEC – PARA USO NO PADRÃO DE
ENTRADA
FOTOS ILUSTRATIVAS
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA SURTO
DE TENSÃO
DESENHO 66. MODELO DE DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS
– DPS – USO OBRIGATÓRIO NO PADRÃO DE ENTRADA
FOTO ILUSTRATIVA
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONECTOR DE DERIVAÇÃO SECUNDÁRIA
TIPO CUNHA
DESENHO 67. MODELO DE CONECTOR DE DERIVAÇÃO SECUNDÁRIA TIPO
CUNHA UTILIZADO NA CONEXÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO COM O
RAMAL DE ENTRADA AÉREO
FOTO ILUSTRATIVA
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONECTOR TERMINAL DE PRESSÃO CABO-
BARRA EM LIGA DE COBRE
DESENHO 68. MODELO DE CONECTOR TERMINAL CABO BARRA EM LIGA
DE COBRE – PARA USO NO PADRÃO DE ENTRADA
FOTO ILUSTRATIVA
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONECTOR PARAFUSO FENDIDO - KSU
DESENHO 69. CONECTOR BIMETÁLICO TIPO PARAFUSO FENDIDO – KSU
IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ISOLADOR TIPO ROLDANA
DESENHO 70. ISOLADOR ROLDANA DE PORCELANA
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – FERRAGEM PARA ANCORAGEM DO RAMAL
DE LIGAÇÃO AÉREO NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO
DESENHO 71. ARMAÇÃO SECUNDÁRIA DE 1 E 2 ESTRIBOS COM HASTE E
PARAFUSO CHUMBADOR
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IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ANCORAGEM E CONEXÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO AO RAMAL DE ENTRADA AÉREO
DESENHO 72. ANCORAGEM E CONEXÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO AO RAMAL DE ENTRADA AÉREO
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X. DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA – CONDUTORES EM RELAÇÃO AO SOLO
DESENHO 73. DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA DOS CONDUTORES EM RELAÇÃO AO SOLO
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X. DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA – CONDUTORES EM RELAÇÃO À EDIFICAÇÃO
DESENHO 74. DISTÂNCIA DE SEGURANÇA DOS CONDUTORES EM RELAÇÃO À EDIFICAÇÃO – RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO
E RAMAL DE ENTRADA AÉREO INSTALADOS NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO
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X. DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA – CONDUTORES EM RELAÇÃO À EDIFICAÇÃO
DESENHO 75. DISTÂNCIA DE SEGURANÇA DOS CONDUTORES EM RELAÇÃO À EDIFICAÇÃO – RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO
E RAMAL DE ENTRADA AÉREO INSTALADOS NO PONTALETE
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO INDIVIDUAL EM CAIXA DE POLICARBONATO – P1-I. EM PAREDE, MURO OU MURETA
DESENHO 76. CAIXA DE POLICARBONATO TIPO P1-I UTILIZADA EM PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL
NOTAS:
1) O USO DAS CAIXAS DE POLICARBONATO NO PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA SOMENTE SERÁ PERMITIDO EM LOCAIS
ABRIGADOS E LIVRES DE RAIOS ULTRAVIOLETAS;
2) MAIORES DETALHES SOBRE ESTA CAIXA, CONSULTAR A NTD 3.49 DA CEB-D.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO INDIVIDUAL EM CAIXA DE
POLICARBONATO – P1-E. EM PAREDE, MURO OU MURETA
DESENHO 77. CAIXA DE POLICARBONATO TIPO P1-E UTILIZADA EM
PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA
NOTAS:
1) O USO DAS CAIXAS DE POLICARBONATO NO PADRÃO DE ENTRADA DE
ENERGIA SOMENTE SERÁ PERMITIDO EM LOCAIS ABRIGADOS E LIVRES DE
RAIOS ULTRAVIOLETAS;
2) MAIORES DETALHES SOBRE ESTA CAIXA, CONSULTAR A NTD 3.49 DA CEB-D.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – CAIXAS DE POLICARBONATO – CPD
DESENHO 78. CAIXA DE POLICARBONATO TIPO CPD UTILIZADA EM
PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA OU COMBINADA COM A
CAIXA P1-I, QUANDO FOR NECESSÁRIA A INSTALAÇÃO DE MEDIÇÃO PARA
BOMBA DE INCÊNDIO
NOTAS:
1) O USO DAS CAIXAS DE POLICARBONATO NO PADRÃO DE ENTRADA DE
ENERGIA SOMENTE SERÁ PERMITIDO EM LOCAIS ABRIGADOS E LIVRES DE
RAIOS ULTRAVIOLETAS;
2) MAIORES DETALHES SOBRE ESTA CAIXA, CONSULTAR A NTD 3.49 DA CEB-
D.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO INDIVIDUAL EM CAIXA DE
POLICARBONATO – P1-I. EM PAREDE, MURO OU MURETA – SISTEMA DE
COMBATE A INCÊNDIO
DESENHO 79. PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL E
SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO
NOTAS:
1) PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL ADEQUADO PARA A
INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO;
2) A CARGA INSTALADA DA MEDIÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO NÃO SERÁ
COMPUTADA NA CARGA TOTAL DO PADRÃO DE ENTRADA.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE
POLICARBONATO – SEM PROTEÇÃO GERAL – DUAS MEDIÇÕES
DESENHO 80. PADRÃO DE ENTRADA COM 2 MEDIÇÕES AGRUPADAS –
SEM PROTEÇÃO GERAL
NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE DUAS MEDIÇÕES MONOFÁSICAS OU UMA
BIFÁSICA E UMA MONOFÁSICA – VER TABELA 13 DESTA NTD.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE
POLICARBONATO – SEM PROTEÇÃO GERAL – TRÊS MEDIÇÕES
DESENHO 81. PADRÃO DE ENTRADA COM 3 MEDIÇÕES AGRUPADAS –
SEM PROTEÇÃO GERAL
NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE TRÊS MEDIÇÕES MONOFÁSICAS – VER
TABELA 13 DESTA NTD.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE
POLICARBONATO – COM PROTEÇÃO GERAL – QUATRO MEDIÇÕES
DESENHO 82. PADRÃO DE ENTRADA COM 4 MEDIÇÕES AGRUPADAS
NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE QUATRO MEDIÇÕES MONOFÁSICAS,
BIFÁSICAS OU TRIFÁSICAS – VER TABELA 13 DESTA NTD.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE
POLICARBONATO – COM PROTEÇÃO GERAL – CINCO MEDIÇÕES
DESENHO 83. PADRÃO DE ENTRADA COM 5 MEDIÇÕES AGRUPADAS
NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE CINCO MEDIÇÕES MONOFÁSICAS, BIFÁSICAS
OU TRIFÁSICAS – VER TABELA 13 DESTA NTD.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE
POLICARBONATO – COM PROTEÇÃO GERAL – SEIS MEDIÇÕES
DESENHO 84. PADRÃO DE ENTRADA COM 6 MEDIÇÕES AGRUPADAS
NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE SEIS MEDIÇÕES MONOFÁSICAS, BIFÁSICAS
OU TRIFÁSICAS – VER TABELA 13 DESTA NTD.
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XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE
POLICARBONATO – COM PROTEÇÃO GERAL – SETE MEDIÇÕES
DESENHO 85. PADRÃO DE ENTRADA COM 6 MEDIÇÕES AGRUPADAS E
SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO
NOTAS:
1) COMBINAÇÃO EXCLUSIVA PARA ATENDIMENTO DE SISTEMA DE COMBATE
A INCÊNDIO;
2) A CARGA INSTALADA DA SÉTIMA MEDIÇÃO NÃO SERÁ COMPUTADA NA
CARGA TOTAL DO PADRÃO DE ENTRADA;
3) PERMITE A LIGAÇÃO DE SEIS MEDIÇÕES MONOFÁSICAS, BIFÁSICAS OU
TRIFÁSICAS MAIS UMA MEDIÇÃO PARA O SISTEMA DE COMBATE A
INCÊNDIO – VER TABELA 13 DESTA NTD.

Ntd 6 01 2a edicao novembro 2014

  • 1.
    NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO FORNECIMENTODE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA A UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS E DIRETORIA DE ENGENHARIA SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTD - 6.01 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA A UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS E AGRUPADAS 2ª EDIÇÃO NOVEMBRO - 2014 DIRETORIA DE ENGENHARIA SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA A UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS E SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA
  • 2.
    FICHA TÉCNICA Coordenação: JildésioSouza Beda Participantes: Arnon Reis de Medeiros, Ivan Oliveira Araújo, Celso Nogueira da Mota, Jildésio Souza Beda, José Barbosa Araújo, José Ivaí dos Reis, Kamila Franco Paiva, Magno Eustáquio Galdino e Wagner Honorato 2ª Edição: Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais Colaboradores: Kamila Franco Paiva GRNT - Gerência de Normatização e Tecnologia FAX: 3465-9330 Fone: 3465-9291
  • 3.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 1/187 NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTD – 6.01 NOV/2014 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA A UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS E AGRUPADAS
  • 4.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 2/187 SUMÁRIO 1. OBJETIVO .................................................................................................................................................3 2. INTRODUÇÃO...........................................................................................................................................3 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES.................................................................................4 4. LISTA DE SIGLAS .......................................................................................................................................6 5. DEFINIÇÕES..............................................................................................................................................8 6. CAMPO DE APLICAÇÃO .......................................................................................................................... 17 7. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO................................................................................................ 18 8. RESPONSABILIDADES DO CONSUMIDOR................................................................................................ 29 9. RESPONSABILIDADES DA CEB-D ............................................................................................................. 31 10. MEDIÇÃO ............................................................................................................................................... 35 12. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA ........................................................... 36 13. CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA ............................................................................................... 37 14. ATENDIMENTO A MEDIÇÕES AGRUPADAS COM CAIXAS METÁLICAS..................................................... 57 15. CONDIÇÕES GERAIS PARA O FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A UNIDADES CONSUMIDORAS ATENDIDAS POR MEDIÇÃO AGRUPADA LIGADA EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA ALIMENTADA POR TRANSFORMADOR MONOFÁSICO.......................................................................................................... 61 16. PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELETRICA COM O USO DE CAIXAS DE POLICARBONATO ................. 63 17. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS........................................................................................................................ 64 18. VISTORIA................................................................................................................................................ 65 19. CONTROLE DE QUALIDADE DOS MATERIAIS........................................................................................... 66 20. INSPEÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES DAS UNIDADES CONSUMIDORAS .............. 73 21. DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA ........................................................................... 75 TABELAS......................................................................................................................................................... 79 DESENHOS.................................................................................................................................................... 111
  • 5.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 3/187 1. OBJETIVO Estabelecer os critérios e padrões para o fornecimento de energia elétrica e fixar os requisitos mínimos para a construção, reforma ou adequação do padrão de entrada de unidades consumidoras individuais ou agrupadas, com medição direta até 100 A, atendidas em tensão secundária de distribuição, localizadas na área de concessão da CEB-D. 2. INTRODUÇÃO Na constante busca da melhoria de seus serviços e a satisfação do consumidor, a CEB Distribuição - CEB-D elaborou esta Norma Técnica de Distribuição – NTD para uso de consumidores, arquitetos, engenheiros, técnicos e eletricistas, com vistas à construção, reforma ou adequação do padrão de entrada de unidade consumidora. Nesta revisão, foram abordados aspectos de qualidade, segurança, novas tecnologias e custos compatíveis. Criticas e sugestões poderão ser enviadas para o aprimoramento desta NTD. Para tanto, solicitamos citar a referência, página, capítulo, parágrafo, desenho e/ou anexo, enviando o seu comentário para o seguinte endereço eletrônico: grnt@ceb.com.br. Os casos não previstos nesta NTD deverão ser submetidos à CEB-D, por meio de solicitação encaminhada ao endereço eletrônico acima, para apreciação e resposta no prazo máximo de 30 (trinta) dias. A área técnica da CEB-D responsável por esta NTD é a Gerência de Normatização e Tecnologia – GRNT. Os empregados e prestadores de serviços da CEB-D não estão autorizados a indicar aos consumidores, em qualquer meio de comunicação, nomes de profissionais da CEB-D e/ou autônomos e lojas de materiais elétricos para montagem dos padrões de entrada, bem como, fornecer cartões comerciais. Não devem prestar quaisquer tipos de serviços inerentes às atividades relacionadas à eletricidade, conforme previsto em norma interna da empresa: “COMPROMISSO ÉTICO DO EMPREGADO NAS RELAÇÕES DO TRABALHO”. A CEB-D disponibiliza aos consumidores interessados para consulta, em seu sítio eletrônico: www.ceb.com.br, uma relação com os nomes de profissionais cadastrados e capacitados para a montagem dos padrões de entrada especificados nesta Norma Técnica. Os empregados e prestadores de serviços da CEB-D não estão autorizados a receber pagamentos pelos serviços prestados. Se houver alguma cobrança a ser
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 4/187 feita pela CEB-D, ela será realizada na próxima fatura de energia elétrica e sempre com a autorização do consumidor. A CEB-D se reserva o direito de alterar esta NTD sem prévio aviso. As alterações serão comunicadas por meio de jornal de grande circulação ou por outro veículo de comunicação, permitindo a adequada divulgação e orientação aos consumidores e fornecedores. 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 3.1 Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT • NBR-5410 “Instalações Elétricas de Baixa Tensão”, setembro de 2004. • ABNT-NBR-5597 “Eletroduto Rígido de Aço-Carbono com Revestimento Protetor com Rosca ANSI/ASME B1.20.1”, setembro de 2013 • NBR-5598 “Eletroduto Rígido de Aço Carbono com Revestimento Protetor, com Rosca NBR-6414”, setembro de 2013. • NBR-8451-3 “Postes de Concreto Armado e Protendido para Redes de Distribuição e de Transmissão de Energia Elétrica - Parte 3: Ensaios Mecânicos, Cobrimento da Armadura e Inspeção Geral”, dezembro de 2011. • NBR8182 “Isolação Extrudada de Condutores PE ou XLPE para Tensões até 0,6/1 kV”, outubro de 2011. • NBR-8451-4 “Postes de Concreto Armado e Protendido para Redes de Distribuição e de Transmissão de Energia Elétrica - Parte 4: Determinação da Absorção de Água”, dezembro de 2011. • NBR NM 247-3 “Cabos isolados com Policloreto de Vinila (PVC) para Tensões Nominais até 450/750V, Inclusive - Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura) para Instalações Fixas (IEC 60227-3, MOD)”, fevereiro de 2002. • NBRNM280 “Condutores de Cabos Isolados (IEC 60228, MOD)”, março de 2011. • NBR 15820 “Caixa para Medidor de Energia Elétrica – Requisitos”, abril de 2010. • NBR-15465 “Sistemas de Eletrodutos Plásticos para Instalações Elétricas de Baixa Tensão - Requisitos de Desempenho”, agosto de 2008. • NBR-6249 “Isoladores de Porcelana ou Vidro Tipo Roldana”, setembro de 2001. • NBR-6323 “Aço ou Ferro Fundido – Revestimento de Zinco por Imersão a Quente”, novembro de 2007. • NBR-6591 “Tubo de Aço Carbono com Costura, de Seção Circular, Quadrada, Retangular e Especiais para Fins Industriais”, julho de 2008. • ABNT NBR 6916 “Ferro fundido nodular ou ferro fundido com grafita esferoidal – Especificação”, outubro de 1981; • NBR-8159 “Ferragens Eletrotécnicas, para Redes Aéreas, Urbanas e Rurais de Distribuição de Energia Elétrica – Formatos, Dimensões e Tolerâncias”, abril de 1984.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 5/187 • NBR-8451-1 “Postes de Concreto Armado e Protendido para Redes de Distribuição e de Transmissão de Energia Elétrica - Parte 1: Requisitos”, dezembro de 2011. • NBR-8451-2 “Postes de Concreto Armado e Protendido para Redes de Distribuição e de Transmissão de Energia Elétrica - Parte 2: Padronização de Postes para Redes de Distribuição de Energia Elétrica”, janeiro de 2013. • NBRNM60898 “Disjuntores para Proteção de Sobrecorrentes para Instalações Domésticas e Similares (IEC 60898:1995, MOD)”, julho de 2004. • NBR-10676 “Fornecimento de Energia a Edificações Individuais em Tensão Secundária – Rede de Distribuição Aérea” – Padronização, fevereiro de 2011. • NBR 13570 “Instalações elétricas em locais de afluência de público – Requisitos específicos”, fevereiro de 1996. • NBR-13571 – “Haste de Aterramento Aço-Cobreada e Acessórios”, fevereiro de 1996. • NBR-15715 “Sistemas de dutos corrugados de polietileno (PE) para infraestrutura de cabos de energia e telecomunicações – requisitos”, junho de 2009. 3.2 Normas e Resoluções ANEEL • Resolução Normativa n° 414 de 09 de setembro de 2010. • Resolução Normativa n° 395 de 15 de dezembro de 2009. • Sistema Elétrico Nacional – Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica – PRODIST – Módulo 8 – Qualidade da Energia Elétrica – Janeiro/2010. 3.3 Relação de outras Normas e Instruções Normativas da CEB-D • EMD 03.005 – Cabos de Alumínio Multiplexados Coloridos(auto-sustentados de 0,6/1,0 kV). • EMD 08.032 – Haste de Aterramento de Aço Cobreada com Conector Tipo Cunha – Cobre Estanhado. • NTD 1.02 “Critérios para Projeto de Redes Aéreas Urbanas”, setembro e 2002. • NTD-1.04 “Critérios de Projeto e Padrões de Construção de Rede de Distribuição Subterrânea”, fevereiro de 2014. • NTD 2.02 “Padrão de Construção de Rede Aérea Urbana”. • NTD 2.03 “Ligação de Equipamentos de Medição”. • NTD 2.04 “Padrões de Conexão de RDA”, julho de 2013. • NTD 2.05 “Padrão de Construção de RD com Cruzeta de Madeira”. • NTD 2.06 “Padrões Básicos de Montagem de Redes Aéreas Protegidas, 15 kV, com Espaçadores”, agosto de 2011. • NTD 3.06 “Padrão de Caixas de Medição, Proteção e Derivação para Medição Individual e Agrupada”, julho de 2012.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 6/187 • NTD 3.49 “Caixas em Policarbonato para Caixas de Medição e Proteção”, julho de 2013, julho de 2013. • NTD 6.02 “Serviços por Particulares na Área Rural”, maio de 1999. • NTD 6.03 “Fornecimento de Energia Elétrica a Unidade Consumidora Rural Irrigante”. • NTD 6.05 “Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição – 13,8 kV”, agosto de 2013. • NTD 6.07 “Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição – Prédios de Múltiplas Unidades”, julho de 2011. • NTD-6.09 “Requisitos para a Conexão de Acessantes ao Sistema de Distribuição CEB-D – Conexão em Baixa e Média Tensão”, dezembro de 2012. • NTD 8.02 “Critérios para Fornecimento de Energia Elétrica a Permissionários”. • IND 001/2011 “Procedimentos para Energização de Unidades Consumidoras”, junho de 2013. • IND-003/2012“Procedimentos para o Atendimento por meio de Instalação de Infraestrutura Básica de Energia Elétrica à Painéis Luminosos Localizados em Áreas Públicas”, agosto de 2012; • IND-008/2011 “Requisitos Específicos para Aceitação de Ramal Subterrâneo em Via Pública, Conforme Art. 14 da Res. 414 da ANEEL”, dezembro de 2011. 4. LISTA DE SIGLAS SIGLA DESCRIÇÃO A Ampère ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica ART Anotação de responsabilidade técnica AQ2 Codificação que indica o tipo de influência externa às descargas atmosféricas indiretas B Medição bifásica B1 Medição bifásica com disjuntor de 35 A B2 Medição bifásica com disjuntor de 50 A CB 1 Caixa de passagem para condutores de baixa tensão da rede de distribuição subterrânea cm Centímetro CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CONMETRO Conselho Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial cos ϕ Fator de potência CPF Cadastro de Pessoa Física CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura cv Cavalo-vapor D Demanda DPS Dispositivo de proteção contra surtos E Ponto de entrega
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 7/187 EMD Especificação Técnica de Materiais e Equipamentos da Distribuição F Condutor fase FD Fator de demanda FDV Ficha de vistoria Fs Fatr de simultaneidade Fu Fator de utilização GDF Governo do Distrito Federal Hz Hertz IEC Comissão Internacional de Eletrotécnica In Corrente nominal de descarga para DPS INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial IT Esquema de aterramento com isolação de todas as partes vivas e massas da instalação elétrica diretamente aterradas kV Quilovolt kVA Quilovolt-ampère kvarh Quilovolt-ampère-reativo-hora kW Quilowatt kWh Quilowatt-hora M Medição monofásica m Metro M1 Medição monofásica com disjuntor de 35 A ou tipo de caixa de medição monofásica M2 Medição monofásica com disjuntor de 50 A MA Medição agrupada mm Milímetro mm² Milímetro quadrado MT 2/1 Caixa de derivação para medição agrupada MT 3/2 Caixa de derivação para medição agrupada η Rendimento de motor N Condutor neutro NBR Normas Brasileiras editadas pela ABNT NTD Norma Técnica de Distribuição NEMA Associação Americana de Fabricantes de Produtos elétricos P1 Tipo de caixa de medição polifásica PA1 Poste de aço de 5 m e espessura de chapa 2,25 mm PA-1A Poste de aço padrão econômico de 5 m e espessura de chapa 2 mm PA-1B Poste de aço padrão econômico de 7 m e espessura de chapa 2 mm PA2 Poste de aço de 5 m e espessura de chapa 5 mm PA3 Poste de aço de 7 m e espessura de chapa 2,25 mm PA4 Poste de aço de 7 m e espessura de chapa 5 mm PC Padrão de entrada do consumidor
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 8/187 PE Condutor de proteção PT1 Pontalete para fixação de ramal de ligação monofásico ou bifásico PT2 Pontalete para fixação de ramal de ligação trifásico PVC Cloreto de polivinila QDP Quadro de distribuição principal T Medição trifásica T1 Medição trifásica com disjuntor de 35 A T2 Medição trifásica com disjuntor de 50 A T3 Medição trifásica com disjuntor de 70 A T4 Medição trifásica com disjuntor de 100 A TN Esquema de aterramento com um ponto da alimentação diretamente aterrado e massas da instalação elétrica ligadas a este ponto TT Esquema de aterramento com um ponto da alimentação e massas da instalação elétrica diretamente aterrados UC Unidade consumidora Uc Máxima tensão de operação contínua para DPS V Volt W Watt 5. DEFINIÇÕES 5.1. Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL Órgão responsável pela fiscalização do setor elétrico que representa o poder concedente. 5.2. Anotação de Responsabilidade Técnica – ART Instrumento formal, instituído pela Lei nº 6.496/1977, que permite aos profissionais de engenharia registrarem contratos profissionais, junto ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA da jurisdição onde os serviços serão executados, devendo esses registros estarem em conformidade com a habilitação anotada na respectiva carteira do profissional pelo CREA e com a regulamentação emanada do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA . A anotação é registrada por intermédio de um formulário próprio, fornecido pelo CREA. Nele são declarados os dados principais do contrato firmado entre os profissionais e seus clientes. Ela consiste numa súmula do contrato firmado entre o profissional e seu cliente, para execução de uma obra ou prestação de um serviço. Essa súmula fica registrada no CREA. 5.3. Caixa de Derivação – MT 2/1 e MT 3/2 Caixa destinada à execução das conexões do(s) condutor(es) de derivação, ramais de medidores e aterramento, para possibilitar a instalação da medição agrupada.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 9/187 • MT 2/1 significa o tipo de caixa de derivação que possibilita a instalação de até 2 (duas) caixas de medição monofásica e 1 (uma) caixa de medição polifásica, simultaneamente. • MT 3/2 significa o tipo de caixa de derivação que possibilita a instalação de até 3 (três) caixas de medição monofásica e 2 (duas) caixas de medição polifásica, simultaneamente. 5.4. Caixa de Passagem Subterrânea – CB1 Caixa de passagem de uso exclusivo nos padrões de entrada atendidos pela CEB-D com rede de distribuição de baixa tensão subterrânea. São compartimentos enterrados com dimensões e materiais definidos e utilizados nos seguintes casos: a) mudança de direção do ramal subterrâneo; b) mudança do tipo de material dos dutos; e, c) ramal de ligação derivado de rede de distribuição subterrânea. 5.5. Caixa de Proteção – CP Caixa destinada à instalação do dispositivo de proteção geral da entrada de serviço e seus acessórios no padrão de entrada com medição agrupada. 5.6. Caixa para Medição e Proteção – M1 e P1 Caixa destinada à instalação do medidor de energia elétrica e seus acessórios, bem como dos dispositivos de proteção. M1 significa o tipo de caixa de medição que possibilita a instalação de medidor monofásico – Caixa Metálica. P1 significa o tipo de caixa de medição que possibilita a instalação de medidor monofásico, bifásico ou trifásico – Caixa Metálica. 5.7. Caixa para Medição e Proteção – P1-E Caixa de policarbonato, composta por corpo e tampa, destinada a acomodar medidor monofásico, bifásico ou trifásico de energia elétrica e demais acessórios, quando tratar-se de medição agrupada que seja necessária a instalação da caixa de proteção e derivação - CPD. 5.8. Caixa de Medição e Proteção – P1-I Caixa de policarbonato, composta por corpo e tampa, destinada a acomodar medidor monofásico, bifásico ou trifásico de energia elétrica e demais acessórios, quando tratar-se de medição individual. Quando for necessária a instalação do sistema de combate a incêndio deverá ser agrupada a uma caixa de proteção e derivação – CPD e mais uma caixa de medição e proteção P1-I.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 10/187 5.9. Caixa de Proteção e Derivação – CPD Caixa de policarbonato, composta por corpo e tampa, destinada à instalação do disjuntor de proteção geral, do dispositivo de proteção contra surto – DPS e dos barramentos de neutro, fases e equipotencialização do padrão de entrada com até 6 medições agrupadas. 5.10. Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW). 5.11. Central de Teleatendimento Unidade composta por estrutura física e de pessoal adequadas, com objetivo de centralizar o recebimento de ligações telefônicas, distribuindo-as automaticamente aos atendentes, possibilitando o atendimento do solicitante pela distribuidora. 5.12. Concessionária ou Permissionária Agente titular de concessão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica. 5.13. Condutor ou Barra de Derivação Conjunto de condutores ou barras instaladas internamente à caixa de derivação. Funciona como barramento para derivação dos condutores do ramal de medidor. 5.14. Condutor de aterramento Condutor de proteção que liga o ponto de aterramento de uma caixa ou barra de aterramento principal ao eletrodo de aterramento. 5.15. Condutor de Proteção Condutor destinado a interligar eletricamente massas, elementos condutores estranhos a instalação, terminal e/ou pontos de alimentação ligados à terra. 5.16. Consumidor Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, legalmente representada, que solicite o fornecimento, a contratação de energia ou o uso do sistema elétrico à distribuidora, assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s), segundo disposto nas normas e nos contratos. 5.17. Contrato de Adesão O contrato de adesão é destinado a formalizar as relações entre a distribuidora e o responsável por unidade consumidora do grupo B, devendo ser encaminhado ao consumidor até a data de apresentação da primeira fatura subseqüente à solicitação de fornecimento.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 11/187 5.18. Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas instantâneas solicitadas pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo especificado. 5.19. Edificações com Múltiplas Unidades Consumidoras Toda e qualquer construção de uso coletivo, horizontal e/ou vertical, constituída por mais de uma unidade consumidora, cujo consumo de energia elétrica das áreas comuns seja de responsabilidade do condomínio. 5.20. Eletroduto Corrugado Eletroduto fabricado em Polietileno de Alta Densidade – PEAD, na cor preta, de seção circular, corrugado, impermeável e que permita um elevado raio de curvatura, destinado à proteção mecânica de cabos subterrâneos de energia elétrica dos ramais de entrada e de saída subterrâneos. 5.20.1. Acessórios para Eletroduto Corrugado de PEAD: a) tampão/terminal – peça de PEAD, de seção circular rosqueável, destinada ao tamponamento dos eletrodutos corrugados e acabamento na parede da caixa de passagem subterrânea; b) luva para conexão – peça de PEAD, de seção circular rosqueável, destinada a unir eletrodutos corrugados de mesmo diâmetro nominal; c) luva de transição de material – peça de PEAD, de seção circular rosqueável, destinada a unir eletroduto corrugado com outros eletrodutos de face lisa e mesmo diâmetro nominal; d) conexão para caixa metálica – peça de alumínio de seção circular, destinada à fixação do eletroduto corrugado em caixa metálicas; e) fita de vedação ou mastique – fita de vedação ou mastique com largura padrão e comprimento variável, destinada a vedação dos espaços vagos entre os eletrodutos e a conexão, impedindo a infiltração de agentes externos, garantindo assim a estanqueidade na emenda; f) fita de proteção ou filme de pvc – filme de pvc transparente aderente por sobreposição, destinada a proteção da fita de vedação ou mastique; g) fio guia – fio de aço galvanizado, fornecido no interior do eletroduto corrugado, destinado ao puxamento primário da corda ou cabo de aço. 5.21. Eletroduto de PVC Rígido Eletroduto fabricado em Cloreto de Polivinila – PVC Rígido Rosqueável, na cor preta, de seção circular, lisa, com tratamento antichama e anti raio UV, classe A ou B, destinado à proteção mecânica de cabos de energia elétrica dos ramais de entrada e de saída aéreos, dos ramais de saída subterrâneo e dos ramais de saída
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 12/187 embutidos na parede em local de rede de distribuição aérea, bem como dos ramais de entrada e saída subterrâneo em local de rede de distribuição subterrânea. 5.22. Eletroduto de Aço Carbono Zincado à Quente Eletroduto fabricado em Aço Carbono Rígido Galvanizado a Fogo pelo processo de imersão à quente, à prova de explosão, com ou sem costura, sem rebarbas interna, destinado à proteção mecânica de cabos de energia elétrica dos ramais de entrada e de saída aéreos ou subterrâneos, bem como do ramal de saída embutido na parede. 5.23. Energia Elétrica Ativa Energia elétrica que pode ser convertida em outra forma de energia, expressa em quilowatts-hora (kWh). 5.24. Energia Elétrica Reativa Energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada, sem produzir trabalho, expressa em quilovolt-ampère-reativo-hora (kvarh). 5.25. Entrada de Serviço Conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados a partir da rede de distribuição, abrangendo os ramais de ligação e entrada, proteção e medição. 5.26. Fator de Carga Razão entre a demanda média e a demanda máxima da unidade consumidora, ocorridas no mesmo intervalo de tempo especificado. 5.27. Fator de Demanda Razão entre a demanda máxima, num intervalo de tempo especificado, e a carga instalada na unidade consumidora. 5.28. Fator de Potência – cos ϕ ϕ ϕ ϕ Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado. 5.29. Fator de Simultaneidade – Fs Razão da demanda simultânea máxima de um conjunto de equipamentos ou instalações elétricas para a soma das demandas máxima individuais, ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado. 5.30. Fator de Utilização – Fu Razão entre a potência efetivamente absorvida e a potência nominal.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 13/187 5.31. Fatura de Energia Elétrica O contrato de adesão é destinado a formalizar as relações entre a distribuidora e o responsável por unidade consumidora do grupo B, devendo ser encaminhado ao consumidor até a data de apresentação da primeira fatura subseqüente à solicitação de fornecimento. 5.32. Ficha de Vistoria – FDV Documento da CEB-D necessário para verificação dos itens a serem vistoriados antes da execução da ligação do padrão de entrada de energia, em conformidade com esta NTD e Orientação Técnica. Caso exista algum impedimento para a ligação do padrão de entrada de energia, este documento deverá ser assinado pelo vistoriador e entregue ao consumidor ou responsável para a devida correção das pendências assinaladas. 5.33. Fita de Sinalização de Eletrodutos Subterrâneos Filme plástico de Polietileno de Baixa Densidade – PEBD, destinada à sinalização de eletrodutos dos ramais de entrada ou de saída subterrâneos em caso de futuras escavações. 5.34. Fornecimento a Múltiplas Unidades Consumidoras Fornecimento de energia elétrica a mais de uma unidade consumidora e que dispõe de área de uso comum. 5.35. Fornecimento à Unidade Consumidora Individual Fornecimento de energia elétrica a qualquer construção em imóvel constituído por uma única unidade consumidora. 5.36. Grupo “B” Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão inferior a 2,3 kV, ou, ainda, atendidas em tensão superior a 2,3 kV e faturadas neste Grupo nos termos definidos pela ANEEL, caracterizado pela estruturação tarifária monômia e subdividido nos seguintes subgrupos: a) subgrupo B1 – residencial; b) subgrupo B2 – rural; c) subgrupo B3 – demais classes; e d) subgrupo B4 – Iluminação Pública. 5.37. Inspeção Fiscalização do padrão de entrada da unidade consumidora, posteriormente à ligação, com vistas a verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da distribuidora, o funcionamento do sistema de medição e a confirmação dos dados cadastrais.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 14/187 5.38. Limite de Propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de terceiros, obedecendo ao alinhamento designado pelos poderes públicos. 5.39. Lote Terreno servido de infraestrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei distrital para a zona em que se situe. 5.40. Loteamento Subdivisão de gleba de terreno em lotes destinados à edificação, com aberturas de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes, cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pelo órgão público responsável, no Distrito Federal. 5.41. Medição Agrupada – MA Padrão que agrupa medições de energia elétrica em um único local, constituído por, no máximo, 6 (seis) unidades consumidoras. 5.42. Medição Direta Medição de energia efetuada através de medidores conectados diretamente aos condutores do ramal de entrada. Nesta NTD o atendimento à medição direta está limitado à corrente elétrica de 100 A. 5.43. Medição Indireta Medição de energia efetuada com o auxílio de transformadores de corrente. 5.44. Orientação Técnica Documento da CEB-D necessário para orientação do consumidor ou profissional contratado, que é entregue pelo vistoriador ao consumidor ou responsável, antes da montagem do padrão de entrada. 5.45. Padrão de Entrada – PE Instalação elétrica compreendendo ramal de entrada, ramal de medidor, ramal de saída, poste particular ou pontalete, caixas padronizadas, dispositivo de proteção, eletrodo de aterramento e ferragens, de responsabilidade do consumidor, constituída de forma a atender os requisitos de proteção, segurança e operação adequadas com vistas a viabilizar a ligação do padrão de entrada de energia à rede da concessionária. 5.46. Participação Financeira do Consumidor Parcela do custo da extensão ou adequação da rede de distribuição até o ponto de entrega necessária para viabilizar o fornecimento de energia elétrica à unidade
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 15/187 consumidora e que deve ser paga pelo consumidor, na forma estabelecida na legislação. 5.47. Pedido de Fornecimento Ato voluntário do interessado que solicita ser atendido pela concessionária no que tange à prestação de serviço público de fornecimento de energia elétrica, vinculando-se às condições regulamentares dos contratos respectivos. 5.48. Policarbonato Tipo particular de polímero moldável, altamente resistente ao impacto, apresentando boa estabilidade dimensional, boas propriedades elétricas, boa resistência às intempéries e resistência à chama. 5.49. Pontalete Suporte instalado no padrão de entrada da unidade consumidora, com a finalidade de elevar e fixar o ramal de ligação e de conduzir o ramal de entrada. 5.50. Ponto de Entrega – E Ponto de conexão do sistema elétrico da distribuidora com as instalações elétricas da unidade consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento. 5.51. Poste Particular Padrão Econômico Poste Padrão disponibilizado a critério da CEB-D, exclusivamente, para o Consumidor de Baixa Renda, com sua anuência, e instalado em sua propriedade, com a finalidade de elevar e fixar o ramal de ligação e acessórios. 5.52. Poste Particular Poste instalado na propriedade do consumidor, com a finalidade de elevar e fixar o ramal de ligação e acessórios. 5.53. Potência Disponibilizada Potência que o sistema elétrico da concessionária deve dispor para atender as instalações elétricas da unidade consumidora, segundo os critérios estabelecidos pela ANEEL. Em se tratando de unidade consumidora do Grupo “B”, refere-se à potência em kVA, resultante da multiplicação da capacidade nominal ou regulada, de condução de corrente elétrica do equipamento de proteção geral da unidade consumidora pela tensão nominal, observado,no caso de fornecimento trifásico, o fator específico referente ao número de fases. 5.54. Potência Quantidade de energia elétrica solicitada na unidade de tempo e expressa em quilowatts (kW).
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 16/187 5.55. Ramal de Entrada Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de entrega e o ponto de medição, sendo de propriedade do consumidor. 5.56. Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega, sendo de propriedade da CEB-D. 5.57. Ramal de Medidor Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o condutor ou barra de derivação e a caixa para medição, sendo de propriedade do consumidor. 5.58. Ramal de Saída Conjunto de condutores e acessórios instalados após a saída do medidor de energia elétrica, sendo de propriedade do consumidor. O Ramal de Saída pode ser: Aéreo, Embutido na Parede ou Subterrâneo. 5.59. Religação Procedimento efetuado pela CEB-D com o objetivo de restabelecer o fornecimento de energia elétrica à unidade consumidora, por solicitação do mesmo consumidor responsável pelo fato que motivou a suspensão. 5.60. Ressarcimento de Dano Elétrico Reposição do equipamento elétrico danificado, instalado em unidade consumidora, na mesma condição de funcionamento anterior à ocorrência constatada no sistema elétrico ou, alternativamente, indenização em valor monetário equivalente ao que seria necessário para fazê-lo retornar à referida condição, ou, ainda, substituição por equipamento equivalente. 5.61. Solicitação de Fornecimento Ato voluntário do interessado na prestação do serviço público de fornecimento de energia ou conexão e uso do sistema elétrico da distribuidora, segundo disposto nas normas e nos respectivos contratos, efetivados pela alteração de titularidade de unidade consumidora que permanecer ligada ou ainda por sua ligação, que seja nova ou existente. 5.62. Tensão de Atendimento Valor eficaz de tensão, obtido por meio de medição, podendo ser classificada em adequada, precária ou crítica, de acordo com a leitura efetuada. 5.63. Tensão Nominal Valor eficaz de tensão pelo qual o sistema é designado.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 17/187 5.64. Tensão Primária de Distribuição Tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária com valores padronizados iguais ou superiores a 2,3 kV. 5.65. Termo de Notificação de Irregularidade – TNI Documento da CEB-D necessário para notificação do consumidor, que é entregue pelo eletricista da CEB-D ou da prestadora de serviços ao consumidor ou responsável, quando for constatada irregularidade que comprometa a qualidade técnica ou de segurança do padrão de entrada ou da instalação elétrica da unidade consumidora. 5.66. Tensão Secundária de Distribuição Tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária com valores padronizados inferiores a 2,3 kV. 5.67. Tipo de Fornecimento Tipo do padrão de entrada da unidade consumidora cujas características são estabelecidas em função da carga instalada e/ou da demanda de potência. 5.68. Unidade Consumidora – UC Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos, condutores e acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em tensão primária, caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega, com medição individualizada, correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas. 5.69. Via Pública Toda parte da superfície destinada ao trânsito público, oficialmente reconhecida e designada por um nome ou número, de acordo com a legislação em vigor. 5.70. Vistoria Procedimento realizado pela distribuidora na unidade consumidora, previamente à ligação, com o objetivo de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da distribuidora.Caso exista algum impedimento para a ligação do padrão de entrada da unidade consumidora, deverá ser devidamente preenchida e assinada a Ficha de Vistoria – FDV pelo vistoriador e entregue ao consumidor ou responsável para a devida correção das pendências assinaladas. 6. CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Técnica aplica-se ao fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição para os padrões de entrada de unidades consumidoras individuais ou agrupadas, com medição direta até 100 A.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 18/187 7. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 7.1. Condições estabelecidas Esta Norma aplica-se ao fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição. Isto é, às unidades consumidoras individuais ou agrupadas com carga instalada igual ou inferior a 75 Kw e demanda igual ou inferior a 66 kVA, conforme limites indicados no item 6.3 – Limite de Fornecimento, localizadas na área de concessão da CEB-D e observadas as seguintes características adicionais: a) instalações novas, reformas ou ampliações de instalações existentes; b) toda edificação de uso coletivo ou individual será atendida por meio de uma única entrada de serviço, em um só ponto de entrega, a partir da rede de distribuição secundária aérea ou subterrânea; c) cada fração da edificação deverá ser classificada como unidade consumidora independente, portanto, necessitando de medição individualizada; d) não será permitido, em hipótese alguma, o compartilhamento da entrada de serviço entre unidades consumidoras situadas em lotes distintos; e) medições agrupadas, com até 6 (seis) unidades consumidoras, conforme composição estabelecida na Tabela 13; f) medições agrupadas, com até 4 (quatro) unidades consumidoras monofásicas, ligadas em transformadores monofásicos, da classe de tensão 440/220 V, com potência mínima de 37,5 kVA; g) medições agrupadas, com até 4 (quatro) unidades consumidoras monofásicas, conforme composição estabelecida na Tabela 16; h) unidades consumidoras localizadas em lotes com mais de uma edificação, desde de que obedeça os mesmos critérios estabelecidos nesta NTD para o atendimento a unidades consumidoras agrupadas; e, i) unidades consumidoras existentes e outras situações após prévia análise pela CEB-D. NOTA:O atendimento em tensão secundária de unidades consumidoras individuais ou com múltiplas unidades consumidoras não previsto nesta Norma serão atendidos pela NTD 6.07 - Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras. 7.2. Limite de Fornecimento O fornecimento de energia elétrica será feito em tensão secundária de distribuição quando a carga instalada na unidade consumidora individual ou agrupada for igual ou inferior a 75 kW e demanda igual ou inferior a 66 kVA e desde que não conste nenhum aparelho com as seguintes características: a) motor trifásico com potência superior a 30 cv;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 19/187 b) motor monofásico com mais de 5 cv; c) máquina de solda elétrica a transformador da classe 220 V com mais de 10 kVA; d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 30 kVA; e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 30 cv; f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA. NOTA:Para a instalação e ligação desses equipamentos ou de outros que possam provocar distúrbio nas redes de distribuição deve haver consulta prévia à CEB-D, a qual orientará quanto à necessidade de adequação das instalações e condições em que será permitido o funcionamento de tais cargas. 7.3. Tensões de Fornecimento A energia elétrica será fornecida na frequência de 60 Hz e nas seguintes tensões: 7.3.1. Tensão Nominal: 380/220 volts: tensão de Atendimento Adequada: a) mínima: 348/201 volts; b) máxima: 396/231 volts. 7.3.2. Tensão nominal: 440/220 volts: tensão de Atendimento Adequada: a) mínima: 402/201 volts; b) máxima: 458/229 volts. 7.4. Tipos de Fornecimento: Os tipos de fornecimento às unidades consumidoras são definidos em função da carga instalada, demanda, tipo de rede de distribuição e local de localização da unidade consumidora. As unidades consumidoras deverão ter um dos seguintes tipos de fornecimento e suas limitações: 7.4.1. Medições Monofásicas 7.5.1.1. Tipo M1 Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem carga instalada de até 8 kW, 2 (dois) condutores, sendo 1 (uma) fase e neutro 220 volts e das quais não constem: a) motor monofásico com mais de 2 cv; b) solda elétrica a transformador com mais de 2 kVA; e, c) aparelho de Raios X ou de galvanização com mais de 2 kVA.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 20/187 7.5.1.2. Tipo M2 Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem carga instalada superior a 8 kW e de até 11 kW, 2 (dois) condutores, sendo 1 (uma) fase e neutro 220 volts e das quais não constem: a) motor monofásico com mais de 3 cv; b) solda elétrica a transformador com mais de 3 kVA; e, c) aparelho de Raios X ou de galvanização com mais de 3 kVA. 7.4.2. Medições Bifásicas 7.5.2.1. Tipo B1 Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem carga instalada superior a 11 kW e de até 15 kW, 3 (três) condutores, sendo 2 (duas) fases e neutro 380/220 volts e das quais não constem: a) motor monofásico com mais de 2 cv em 220 V e 3 cv em 380 V; b) solda elétrica a transformador da classe de 220 V com mais de 2 kVA ou da classe de 380 V com mais de 3 kVA; e, c) aparelho de Raios X ou de galvanização com mais de 3 kVA. 7.5.2.2. Tipo B2 Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem carga instalada superior a 15 kW e de até 22 kW, 3 (três) condutores, sendo 2 (duas) fases e neutro 380/220 volts e das quais não constem: a) motor monofásico com mais de 3 cv em 220 V e 5 cv em 380 V; b) solda elétrica a transformador da classe de 220 V com mais de 3 kVA ou da classe de 380 V com mais de 4 kVA; e, c) aparelho de Raios X ou de galvanização com mais de 4 kVA. 7.4.3. Medições Trifásicas 7.5.3.1. Tipo T1 Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem demanda de até 26 kVA, 4 (quatro) condutores, sendo 3 (três) fases e neutro 380/220 volts e das quais não constem: a) motor trifásico com potência superior a 15 cv; b) motor monofásico com mais de 2 cv em 220 V e 3 cv em 380 V; c) máquina de solda elétrica a transformador da classe de 220 V com mais de 2 kVA ou da classe de 380 V com mais de 3 kVA; d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 15 kVA;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 21/187 e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 15 cv; e, f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA. 7.5.3.2. Tipo T2 Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem demanda superior a 26 kVA e de até 39 kVA, 4 (quatro) condutores, sendo 3 (três) fases e neutro 380/220 volts e das quais não constem: a) motor trifásico com potência superior a 20 cv; b) motor monofásico com mais de 3 cv em 220 V e 5 cv em 380 V; c) máquina de solda elétrica a transformador da classe de 220 V com mais de 3 kVA ou da classe de 380 V com mais de 4 kVA; d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 20 kVA; e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 20 cv; e, f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA. 7.5.3.3. Tipo T3 Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem demanda superior a 39 kVA e de até 46 kVA, 4 (quatro) condutores, sendo 3 (três) fases e neutro 380/220 volts e das quais não constem: a) motor trifásico com potência superior a 25 cv; b) motor monofásico com mais de 5 cv; c) máquina de solda elétrica a transformador da classe 220 V com mais de 4 kVA; d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 25 kVA; e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 25 cv; e, f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA. 7.5.3.4. Tipo T4 Pertencem a este tipo as unidades consumidoras que possuem demanda superior a 46 kVA e de até 66 kVA, 4 (quatro) condutores, sendo 3 (três) fases e neutro 380/220 volts e das quais não constem: a) motor trifásico com potência superior a 30 cv; b) motor monofásico com mais de 5 cv; c) máquina de solda elétrica a transformador da classe 220 V com mais de 10 kVA; NOTA: Máquinas conhecidas comercialmente com capacidade de 150 Ampères ou 250 Ampères e potência aparente de trabalho de até 10 kVA têm a sua ligação permitida neste tipo de fornecimento. d) máquina de solda em ponte trifásica, com mais de 30 kVA; e) máquina de solda trifásica com grupo motor-gerador com mais de 30 cv; e, f) aparelhos de Raios X ou galvanização com mais de 4 kVA.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 22/187 7.5. Aumento de Carga É vedado qualquer aumento de carga que supere o limite correspondente a cada tipo de fornecimento, sem ser previamente solicitado pelo consumidor e devidamente analisado e aprovado pela CEB-D. 7.6. Entrada de Serviço 7.6.1. Materiais e Equipamentos de Responsabilidade da CEB-D • Ramal de ligação aéreo; • Ramal de ligação subterrâneo, em local de rede subterrânea, é de responsabilidade da CEB-D com participação financeira do consumidor na forma da legislação; • Conectores do ramal de ligação; • Alças preformadas de serviço; e, • Equipamento de medição. 7.6.2. Materiais e Equipamentos de Responsabilidade do Consumidor Materiais que compõem o padrão de entrada, tais como: • Poste particular; • Poste particular padrão econômico; • Pontalete particular; • Poste de concreto seção duplo T; • Armação secundária de dois estribos com roldana; • Caixa para medidor; • Caixa de proteção; • Caixa de derivação; • Concretagem da base do poste particular, quando necessária; • Disjuntores; • DPS; • Ferragens; • Conectores; • Isoladores roldana; • Condutores do ramal de entrada; • Condutores do ramal de saída; • Condutores do ramal alimentador; • Eletrodutos; • Caixas de inspeções para aterramento; • Caixas de passagens; • Hastes de Aterramento; • Condutores de aterramento; e, • Iluminação do padrão de entrada.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 23/187 NOTA: Todos os materiais do item 7.6.2. deverão ser providenciados e instalados pelo consumidor de acordo com a padronização desta Norma e serão vistoriados pela CEB-D antes da ligação do padrão de entrada à rede de distribuição. 7.6.3. Execução dos Serviços A instalação dos materiais que compõem o padrão de entrada, bem como as obras civis necessárias à sua construção deve ser executada conforme padronização da CEB-D, estando sujeita à vistoria. NOTA: A CEB-D recomenda que a montagem do padrão de entrada de energia elétrica seja executada por profissional devidamente capacitado. 7.6.4. Conservação do Padrão de Entrada O consumidor é obrigado a manter em bom estado de conservação todos os materiais e equipamentos, a partir do ponto de entrega. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança, o consumidor será notificado das irregularidades existentes, conforme item 20 desta NTD, devendo providenciar os reparos dentro do prazo fixado no Termo de Notificação de Irregularidade – TNI, segundo o disposto no Art. 142 da Resolução 414, a inexecução das correções pertinentes no prazo informado pela CEB-D acarretará a suspensão do fornecimento de energia da unidade consumidora. 7.7. Fornecimento Provisório A CEB-D pode atender, em caráter provisório, unidades consumidoras de caráter não permanente localizadas em sua área de concessão, sendo o atendimento condicionado à solicitação expressa do interessado à disponibilidade de energia e potência. Para o atendimento de eventos temporários, tais como festividades, circos, parques de diversões, exposições, obras ou similares, devem ser observadas as condições a seguir: a) será exigida uma via da “ARTde execução” do padrão de entrada provisório; b) são de responsabilidade do consumidor as despesas com a instalação e retirada de rede e ramais de caráter provisório, assim como as despesas relativas aos respectivos serviços de ligação e desligamento. Devem ser considerados como despesa os custos dos materiais aplicados e não reaproveitáveis, bem como os demais custos, tais como: mão-de-obra para instalação, retirada, ligação e transporte; c) o consumo de energia elétrica e/ou demanda de potência prevista para até 3 (três) ciclos completos de faturamento, a critério da CEB-D, será cobrado antecipadamente antes da ligação da unidade consumidora. As solicitações do fornecimento provisório, sem instalação de medidor, deverão ser feitas somente nas agências de atendimento da CEB-D, quando serão declarados as cargas e o período de ligação desejado;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 24/187 d) em ciclos superiores a 3 (três), a CEB-D instalará medidor de energia elétrica e o faturamento será mensal. As solicitações, com instalação de medidor, deverão ser feitas somente nas agências de atendimento da CEB-D, quando serão declarados as cargas e o período desejado; e) quando se tratar de obra, o interessado deverá apresentar o projeto elétrico definitivo da instalação ou a estimativa de demanda final. O interessado deve estar ciente de que deverá prestar essas informações à CEB-D, quando do término da obra, caso contrário, findo o prazo declarado, a CEB-D procederá a suspensão do fornecimento, sem prévio aviso; f) a CEB-D informará o valor, na resposta à solicitação de fornecimento, e exigirá o pagamento antecipado dos custos; e, g) o padrão de entrada provisório seguirá as mesmas prescrições do padrão de entrada definitivo, estabelecidas nesta NTD. 7.8. Fornecimento Precário A CEB-D poderá atender, a título precário, mediante pedido do interessado, unidade consumidora localizada na área de concessão de outra concessionária, desde que se cumpram as condições estabelecidas na Resolução Normativa 414/2010 ANEEL, conforme a seguir: a) o atendimento seja justificado técnica e economicamente; b) a decisão econômica se fundamente no critério do menor custo global; c) a existência de acordo entre as distribuidoras, contendo todas as condições comerciais e técnicas cabíveis, observados os procedimentos padrões da CEB-D para o atendimento; d) a CEB-D deverá remeter cópia do acordo contendo as condições ajustadas à ANEEL. 7.9.Fornecimento de Energia Elétrica a Painéis Luminosos Localizado em Áreas Públicas O atendimento às solicitações dos consumidores para o fornecimento de energia elétrica a Painéis Luminosos localizados em áreas públicas deverá ser realizado em conformidade com as prescrições estabelecidas na Instrução Normativa IND- 003/2012 – Procedimentos para o Atendimento por meio de Instalação de Infraestrutura Básica de Energia Elétrica à Painéis Luminosos Localizados em Áreas Públicas.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 25/187 7.10.Prazos de Atendimento SERVIÇOS PRAZOS NOTAS Análise de projetos referentes às obras de extensão de rede Tensão primária e secundária de distribuição 30 (trinta) dias _ Elaboração de estudos, orçamentos e projetos e informação do prazo de conclusão das obras de distribuição Tensão primária e secundária de distribuição 30 (trinta) dias _ Vistoria de unidade consumidora 3 (três) dias úteis _ Ligação de Unidade Consumidora área Urbana Grupo “B” 3 (três) dias úteis 1 área Rural Grupo “B” 5 (cinco) dias úteis 1 Solicitações e Reclamações, prazo de resposta 5 (cinco) dias úteis _ Desligamento programado do padrão de entrada, para manutenção preventiva, substituição, reparos ou alteração de potência disponibilizada desligamento afeta somente a unidade consumidora solicitante 4 (quatro) dias úteis 2 desligamento afeta outras unidades consumidoras 10 (dez) dias úteis 2 reforma ou adequação do padrão de entrada Agendado 3 NOTAS: 1. Os prazos para ligação da unidade consumidora deverão ser contados a partir da data de aprovação da vistoria e cumprimento das condições regulamentares, quando pertinentes. 2. A solicitação referente ao desligamento programado deverá ser formalizada por escrito, constando o nome do responsável, seu RG, endereço da unidade consumidora, com ponto de referência e telefone para contato, bem como o tipo de serviço a ser executado.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 26/187 3. Os serviços de reforma ou adequação do padrão de entrada que necessitem de desligamento pela manhã e religação à tarde do mesmo dia devem ser agendados de comum acordo entre a CEB-D e o consumidor. 7.11. Informações e/ou Documentação Necessária O consumidor, além dos itens descritos abaixo, deverá cumprir as determinações estabelecidas no item 8.1. desta NTD para ter a sua solicitação de atendimento efetivada. 7.11.1. Ao efetivar a solicitação de fornecimento serão necessárias as seguintes informações do consumidor: a) nome completo do consumidor e do cônjuge se houver; b) data de nascimento; c) número e órgão expedidor da Carteira de Identidade e número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e, em se tratando de pessoa jurídica, o Número de Inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e data de constituição da empresa; d) declaração descritiva da carga instalada na unidade consumidora; e) apresentação de documentação, com data, que comprove a propriedade ou posse do imóvel; f) informação do tipo de atividade desenvolvida na unidade consumidora: comercial, residencial, rural ou outros; e, g) endereço da unidade consumidora e telefone para contato. NOTA: As agências de atendimento poderão exigir outros documentos necessários para a efetivação da solicitação de fornecimento, conforme estabelecido no Manual de Atendimento da Área Comercial da CEB-D. 7.11.2. Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas, teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões, restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades, comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida uma via da “ART de execução”. 7.11.3. Para unidades consumidoras localizadas em área de proteção ambiental, deverá ser apresentada a licença emitida pelo órgão responsável pela preservação do meio ambiente.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 27/187 7.12. Atendimento a Unidades Consumidoras de Baixa Renda NOTA: As unidades consumidoras de baixa renda estão definidas conforme a Resolução Normativa ANEEL nº414/2010. A CEB-D poderá atender as unidades consumidoras de baixa renda com o Poste Padrão Econômico, conforme Desenho 49, para tanto deverão ser obedecidas as seguintes prescrições técnicas: 7.12.1. Cumprir as demais determinações técnicas estabelecidas nesta norma; 7.12.2. O Poste Padrão Econômico deverá ser disponibilizado exclusivamente pela CEB-D, sendo proibida a sua comercialização fora do âmbito da empresa; 7.12.3. O Poste Padrão Econômico deverá ser montado em conformidade com as especificações da Tabela 18 e do Desenho 49; 7.12.4. O Poste Padrão Econômico deverá atender somente unidades consumidoras com tipo de fornecimento monofásico – M1, conforme Tabela 10 desta NTD; 7.12.5. O Poste Padrão Econômico deverá ser montado somente com caixa metálica monofásica – tipo M1, conforme NTD 3.06 - Padrão de Caixas de Medição, Proteção e Derivação para Medição Individual e Agrupada; 7.12.6. O Poste Padrão Econômico não poderá ser utilizado com outra finalidade, ou seja, para o caso de aumento de carga da unidade consumidora ou de mudança no tipo de entrada do ramal de ligação aéreo. 7.13. TIPOS DE MONTAGENS DE PADRÃO DE ENTRADA As unidades consumidoras podem ter os seguintes tipos de montagens de padrões de entrada: 7.13.1. Entrada Aérea com Ancoragem em Poste Particular de Aço Carbono Zincado a Quente, conforme Tabela 17 e Detalhes Construtivos no Desenho 48; 7.13.2. Entrada Aérea com Ancoragem em Poste Particular de Concreto Seção Duplo T, conforme Tabela 19 e Detalhes Construtivos no Desenho 47; 7.13.3. Entrada Aérea com Ancoragem em Poste Particular de Aço Carbono Zincado a Quente – Padrão Econômico – Baixa Renda, conforme Tabela 18 e Detalhes Construtivos no Desenho 49;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 28/187 7.13.4. Entrada Aérea com Ancoragem em Pontalete Particular de Aço Carbono Zincado a Quente, conforme Tabela 17 e Detalhes Construtivos no Desenho 48; 7.13.5. Entrada Aérea com Ancoragem na Fachada da Edificação, conforme Detalhes Construtivos do Desenho 23; 7.13.6. Entrada Subterrânea em Local de Rede de Distribuição Aérea, Instalação em Parede, Muro ou Mureta, conforme Detalhes Construtivos no Desenhos 24, 25, 26 e 27; 7.13.7. Entrada Subterrânea em Local de Rede de Distribuição Subterrânea, Instalação em Muro ou Mureta, conforme Detalhes Construtivos no Desenho 28. NOTAS: 1. Será obrigatória a concretagem da base (engastamento) do poste de aço particular instalado no padrão de entrada com medição individual, com ramal de ligação aéreo com cabo quadruplex, com tipo de fornecimento trifásico – T1, T2, T3 e T4, conforme Nota 4 e 5 da Tabela 17; 2. Será obrigatória a concretagem da base (engastamento) do poste de aço particular instalado no padrão de entrada com medição agrupada, com ramal de ligação aéreo com cabo quadruplex, com tipo de fornecimento MA3, MA4, MA5 e MA6 conforme Notas 4 e 5 da Tabela 17; 3. Será obrigatória a apresentação de uma cópia da “ART” de execução, devidamente assinada por um engenheiro civil ou técnico de edificações, quando o padrão de entrada de energia possuir disjuntor geral a partir de 70 A e o ramal de ligação aéreo de 35 mm² for ancorado em pontalete de aço particular ou na fachada da edificação; 4. Quando o padrão de entrada for montado em poste de concreto seção duplo T, esta deverá ser executada em sua face lisa, lado de maior esforço mecânico, voltada para a rede de distribuição aérea da CEB-D, onde deverá ser instalada a armação secundária de um estribo com roldana para ancoragem do ramal de ligação; 5. Para a montagem do padrão de entrada em poste duplo T, deverão ser obedecidas as mesmas prescrições desta NTD para montagem em poste de aço particular.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 29/187 7.14. TIPOS DE CAIXAS DO PADRÃO DE ENTRADA – CAIXAS METÁLICAS Os padrões de entrada poderão ser montados com os seguintes tipos de caixas, conforme a NTD-3.06 Padrão de Caixas de Medição, Proteção e Derivação para Medição Individual e Agrupada: 7.14.1. Padrão de Entrada com Medição Individual Conforme os tipos de montagem descritos no subitem 7.14 acima: a) Caixa de medição e proteção tipo M1 – caixa metálica, conforme Desenho 44; b) Caixa de medição e proteção tipo P1 – caixa metálica, conforme Desenho 44. 7.14.2. Padrão de Entrada com Medição Agrupada até 6 Medições Conforme os tipos de montagem descritos no subitem 7.14 acima: a) Caixa de medição e proteção tipo M1 – caixa metálica, conforme Desenho 44; b) Caixa de medição e proteção tipo P1 – caixa metálica, conforme Desenho 44; c) Caixa de proteção – CP – caixa metálica, conforme Desenho 45; d) Caixas de derivação MT 2/1 ou MT 3/2 – caixas metálicas, conforme Desenho 46. 7.15. TIPOS DE CAIXAS DO PADRÃO DE ENTRADA – CAIXAS DE POLICARBONATO Os padrões de entrada com o uso de caixas de policarbonato, conforme a NTD 3.49 Caixas em Policarbonato para Caixas de Medição e Proteção e Item 16 desta NTD, deverão ser montados somente em locais abrigados e livres dos raios ultravioleta. 8. RESPONSABILIDADES DO CONSUMIDOR 8.1 Antes da Energização do Padrão de Entrada da Unidade Consumidora 8.1.1. verificar, junto à CEB-D, a necessidade de obras na rede para atendimento à sua unidade, e, eventualmente, participar financeiramente, quando for o caso; 8.1.2. cumprir todas as condições técnicas e financeiras estabelecidas pela CEB-D e pela legislação específica em vigor; 8.1.3. informar a relação descritiva da carga instalada na unidade consumidora; 8.1.4. apresentar informações e/ou documentação exigida, conforme item 6.11;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 30/187 8.1.5. executar as instalações internas em conformidade com as Normas da ABNT ou outra organização credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial - CONMETRO; 8.1.6. executar a instalação do padrão de entrada de acordo com as Normas e Padrões da CEB-D; 8.1.7. aceitar os termos do contrato de adesão; 8.1.8. informar a natureza da atividade desenvolvida na unidade consumidora; e, 8.1.9. colocar placa identificando o endereço da unidade consumidora. 8.1.10. apresentar documentação, com data, que comprove a propriedade ou posse do imóvel. NOTA: A CEB-D recomenda que a montagem do padrão de entrada de energia elétrica seja executada por profissional devidamente capacitado. 8.2. Após a Energização do Padrão de Entrada da Unidade Consumidora 8.2.1. solicitar à CEB-D o aumento ou redução de potência disponibilizada e informar toda alteração de carga instalada que implicar na troca do disjuntor por outro de capacidade diferente ou na mudança no Tipo de Fornecimento; 8.2.2. solicitar à CEB-D o desligamento do padrão de entrada para a realização de serviços, tais como: mudança do padrão de entrada de lugar, troca do disjuntor com defeito, troca de DPS com defeito, troca do ramal de entrada ou de saída com defeito, troca do vidro da caixa, troca da tampa de caixa, troca do dispositivo de lacre da caixa, troca da caixa, etc.; 8.2.3. manter o Fator de Potência próximo do valor unitário conforme legislação; 8.2.4. manter o Padrão de Entrada em bom estado de conservação, bem como as condições de acesso; 8.2.5. manter a inviolabilidade dos selos e lacres da CEB-D, sob pena de sofrer as sanções legais; 8.2.6. manter as instalações internas em bom estado de conservação; 8.2.7. manter nas instalações internas bifásicas e trifásicas uma distribuição de carga de forma a haver o maior equilíbrio possível entre as fases;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 31/187 8.2.8. utilizar adequadamente a energia elétrica; 8.2.9. não revender ou fornecer gratuitamente energia elétrica a terceiros, bem como estender redes fora dos limites de sua propriedade ou interligar suas instalações elétricas com as de outras unidades consumidoras; 8.2.10. arcar com os custos de adequações das instalações elétricas da CEB-D e as de sua propriedade ou ainda de ressarcimento à CEB-D, inclusive por danos acarretados a outros consumidores, sempre que estiver fazendo uso de carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição da CEB-D ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outras unidades consumidoras; 8.2.11. responsabilizar-se, na qualidade de depositário a título gratuito, pelos equipamentos de medição de propriedade da CEB-D; 8.2.12. manter a utilização dos compartimentos destinados aos equipamentos de medição, exclusivamente para esse fim; 8.2.13. permitir livre acesso aos empregados da CEB-D e seus prepostos, devidamente identificados, a qualquer parte das suas instalações elétricas; 8.2.14. assumir integralmente os custos adicionais decorrentes e de eventuais modificações futuras, bem como se responsabilizar pela obtenção de autorização do poder público para execução de obra no ramal de entrada subterrâneo, quando ligado à rede de distribuição aérea da CEB-D. 9. RESPONSABILIDADES DA CEB-D 9.1. Antes da Energização do Padrão de Entrada da Unidade Consumidora 9.1.1. disponibilizar nas agências de atendimento, em local de fácil visualização e acesso, exemplares da Resolução Normativa 414/2010 ANEEL, ou outra que vier a substituí-la; 9.1.2. disponibilizar, para fins de consulta, nas agências de atendimento, em local de fácil visualização e acesso, as Normas e Padrões da CEB-D; 9.1.3. disponibilizar estrutura de atendimento adequada às necessidades do mercado;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 32/187 9.1.4. solicitar do consumidor as informações e/ou documentação necessária para ligação da unidade consumidora; 9.1.5. informar a eventual necessidade de execução de obras para atendimento do pedido de fornecimento; 9.1.6. executar as obras em áreas públicas e informar as condições para que o consumidor possa exercer a opção de contratação de terceiro legalmente habilitado para executar essas obras, participando financeiramente com os encargos de responsabilidade da CEB-D e cobrando a participação financeira do consumidor, quando for o caso; 9.1.7. informar os prazos de atendimento às solicitações feitas pelo consumidor; 9.1.8. informar sobre a necessidade e forma de cálculo de demanda de energia elétrica, quando for o caso; 9.1.9. disponibilizar tabela com os dados de equipamentos para cálculo da carga instalada; 9.1.10. estabelecer as condições técnicas para atender a mais de uma unidade consumidora no mesmo endereço; 9.1.11. informar a tensão nominal para o fornecimento de energia elétrica; 9.1.12. informar a localização do ponto de entrega de energia elétrica; 9.1.13. vistoriar o padrão de entrada de energia elétrica; 9.1.14. informar, por escrito, utilizando a Ficha de Vistoria – FDV, as providências corretivas necessárias, na ocorrência de reprovação na vistoria das instalações do padrão de entrada de energia elétrica; 9.1.15. instalar os equipamentos de medição de energia elétrica; 9.1.16. energizar a instalação elétrica da unidade consumidora; 9.1.17. informar ao consumidor sobre os cuidados especiais com o uso da energia elétrica; 9.1.18. encaminhar o contrato de adesão ao consumidor. 9.2. Após a Energização do Padrão de Entrada da Unidade Consumidora
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 33/187 9.2.1. manter a qualidade do fornecimento de energia elétrica em conformidade com os padrões estabelecidos; 9.2.2. exigir do consumidor medidas de correção para as cargas que estejam provocando distúrbios na rede ou nas unidades consumidoras vizinhas; 9.2.3. executar aferição do medidor quando solicitado pelo consumidor; 9.2.4. solicitar adequação dos padrões de entrada de energia elétrica nas situações que envolvam deficiências técnicas e de segurança; 9.2.5. executar medição de tensão quando solicitado pelo consumidor; 9.2.6. executar o desligamento do padrão de entrada para a realização dos seguintes serviços solicitados pelo consumidor: mudança do padrão de entrada de lugar, troca do disjuntor com defeito, troca de DPS com defeito troca do ramal de entrada ou de saída com defeito, troca do vidro da caixa, troca da tampa de caixa, troca do dispositivo de lacre da caixa, troca da caixa, etc.; 9.2.7. suspender o fornecimento de energia elétrica da unidade consumidora, de imediato, quando for verificada a ocorrência de qualquer das seguintes situações: a) ligação clandestina que permita a utilização de energia elétrica, sem que haja relação de consumo; b) quando por responsabilidade exclusiva do consumidor inexistir contrato vigente, observadas as condições estabelecidas no art. 71 da Resolução Normativa 414/2010 – ANEEL; c) quando constatado o fornecimento de energia elétrica a terceiros por aquele que não possua outorga federal para distribuição de energia elétrica, a distribuidora deve interromper, de forma imediata, a interligação correspondente, ou, havendo impossibilidade técnica, suspender o fornecimento da unidade consumidora da qual provenha a interligação; d) quando for constatada deficiência técnica ou de segurança na unidade consumidora que caracterize risco iminente de danos a pessoas, bens ou ao funcionamento do sistema elétrico; e) quando caracterizado que o aumento de carga ou de geração prejudica o atendimento a outras unidades consumidoras; f) utilização de procedimentos irregulares que tenha provocado faturamento inferior ao correto ou no caso de não ter existido qualquer faturamento, quando não seja possível a verificação e regularização imediata do padrão técnico e de segurança pertinente.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 34/187 NOTA: A CEB-D deverá notificar o consumidor, por escrito, por meio do Termo de Notificação de Irregularidade – TNI. 9.2.8. suspender o fornecimento de energia elétrica da unidade consumidora, após prévia comunicação formal ao consumidor, quando for verificada a ocorrência de qualquer das seguintes situações: a) atraso no pagamento da fatura relativa à prestação do serviço público de energia elétrica; b) atraso no pagamento de encargos e serviços vinculados ao fornecimento de energia elétrica, prestados mediante autorização do consumidor; c) atraso no pagamento dos serviços cobráveis pela CEB-D, estabelecidos conforme legislação, tais como: vistoria de unidade consumidora, aferição de medidor, verificação de nível de tensão, religação normal, religação de urgência, emissão de segunda via de fatura, emissão da segunda via da declaração de quitação anual de débitos, disponibilização dos dados de medição armazenados em memória de massa, desligamento programado, religação programada, fornecimento de pulsos de potência e sincronismo para unidade consumidora do grupo A, comissionamento de obra, deslocamento ou remoção de poste e deslocamento ou remoção de rede; d) atraso no pagamento de prejuízos causados nas instalações da CEB-D cuja responsabilidade tenha sido imputada ao consumidor, desde que vinculados à prestação do serviço público de energia elétrica; Para as alíneas a seguir, de acordo com o item 20 desta NTD, o consumidor deverá ser notificado por meio do formulário, Termo de Notificação de Irregularidade – TNI: e) uso de carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição da CEB-D ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outras unidades consumidoras, ligadas sem conhecimento prévio da CEB-D ou operadas de forma inadequada; f) aumento de carga que exija a elevação da potência disponibilizada, à revelia da CEB-D; g) instalações internas em desacordo com as normas e padrões da ABNT e CONMETRO, que ofereçam riscos à segurança de pessoas ou bens; h) instalações do padrão de entrada de energia elétrica em desacordo com as Normas e Padrões da CEB-D, que ofereçam riscos à segurança de pessoas ou bens; i) encerramento do prazo de 90 dias para solução da dificuldade transitória encontrada pelo consumidor para instalação do padrão de entrada de energia elétrica que possibilite a instalação do medidor;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 35/187 j) encerramento do prazo para o fornecimento provisório de energia elétrica, 3 (três) ciclos completos de faturamento se o consumidor não tiver atendido o que dispõe esta NTD para a ligação definitiva; e, k) impedimento ao acesso dos empregados da CEB-D e seus prepostos, devidamente identificados pelo crachá, uniformizados e com Ordem de Serviço especifica, a qualquer parte das suas instalações elétricas. 10. MEDIÇÃO 10.1.Sistemas de Medição a) os medidores são definidos em função dos tipos de fornecimento, ou seja: monofásicos, bifásicos e trifásicos; b) a CEB-D poderá atender a unidade consumidora em tipo de fornecimento diferente daquele estabelecido pela carga instalada, desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor, pelos demais materiais e equipamentos de medição a serem instalados, bem como por eventuais custos de adaptação da rede; c) não é permitida medição única para mais de uma unidade consumidora, nem mais de uma ligação para uma única unidade consumidora, salvo os caso previstos em legislação específica do setor elétrico; d) é permitida a instalação de mais de uma entrada de energia elétrica, Padrão de Entrada, para fornecimento a mais de uma unidade consumidora, limitadas a um total de 6 (seis) medições situadas em um mesmo lote, desde que sejam separadas física e eletricamente, possuam acessos independentes, a soma das correntes nominais dos disjuntores de proteção individuais deverá ser igual ou inferior a 100 A, em qualquer uma das fases, e no caso de situarem em áreas urbanas, tais acessos deverão estar voltados para a via pública; NOTA: Não será permitida uma nova entrada de energia elétrica para o lote no qual já exista painel com múltiplas medições de energia com projeto do padrão de entrada aprovado pela CEB-D. e) as instalações elétrica de uso comum constituirão em uma unidade consumidora e, portanto, deverão possuir medição específica; f) Para os limites estabelecidos nesta NTD, carga instalada de até 75 kW e demanda de até 66 kVA, a medição será direta em tensão secundária. 11. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 36/187 Conforme dispõe a Resolução Normativa 414/2010, descrevemos a seguir os itens que se aplicam a esta NTD: O ponto de entrega é a conexão do sistema elétrico da distribuidora com a unidade consumidora e situa-se no limite da via pública com a propriedade onde esteja localizada a unidade consumidora, exceto quando: II – a unidade consumidora, em área rural, for atendida em tensão secundária de distribuição, caso em que o ponto de entrega se situará no local de consumo, ainda que dentro da propriedade do consumidor, observadas as normas e padrões a que se referem a alínea “a” do inciso I do art. 27; VI – tratar-se de condomínio horizontal, onde a rede elétrica interna não seja de propriedade da distribuidora, caso em que o ponto de entrega se situará no limite da via pública com o condomínio horizontal; VII – tratar-se de condomínio horizontal, onde a rede elétrica interna seja de propriedade da distribuidora, caso em que o ponto de entrega se situará no limite da via interna com a propriedade onde esteja localizada a unidade consumidora. 11.1. Ramal de Ligação Aéreo O Ponto de Entrega estará localizado nas conexões desse ramal com o ramal de entrada, conforme Desenho 01 e 02; 11.2. Ramal de Entrada Subterrâneo em Local de Rede de Distribuição Aérea O Ponto de Entrega estará localizado nas conexões desse ramal com a rede de BT da CEB-D, conforme Desenho 03. 11.3. Ramal de Ligação Subterrâneo em Local de Rede de Distribuição Subterrânea O Ponto de Entrega estará localizado dentro da caixa CB1 construída pelo consumidor na via pública, conforme Desenho 04; 11.4. Ramal de Entrada Subterrâneo em Local de Rede de Distribuição Aérea em Condomínios com Arruamento Interno, com Restrição ao Acesso de Pessoas ou Veículos, que Configure Propriedade Particular do Consumidor – Via Interna O Ponto de Entrega estará localizado nas conexões desse ramal com a rede de BT da CEB-D, conforme Desenho 05. 12. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 37/187 12.1. O padrão de entrada deve ser instalado no interior da propriedade do consumidor e situado no limite desta com a via pública, em parede externa da própria edificação, muros divisórios ou em poste particular, conforme Desenhos 6, 7, 9, 10, 12 e 13, apresentando a face frontal da caixa de medição voltada, preferencialmente, para a via pública; 12.2. Opcionalmente, o padrão de entrada poderá ser instalado em recuo lateral, conforme Desenhos 8, 11 e 14, ou em parede lateral, devendo sempre permitir a leitura do medidor pela via pública; 12.3. A caixa de medição deve ser instalada com sua face superior a uma altura de 1,40 a 1,60 m em relação ao piso acabado, conforme Desenhos 20, 21, 23, 24, 25, 26 e 27; 12.4. O padrão de entrada não poderá ser instalado nas proximidades de: • maquinaria; • caldeiras; • fornos; • correias de transmissão e assemelhados; • em paredes; • locais sujeitos a trepidação; • local ao alcance de folhas de portas quando abertas; • em copas; • cozinhas; • dependências sanitárias; • interior de vitrines; • área entre prateleiras; e, • pavimento superior da edificação única. 12.5. O padrão de entrada não poderá ser instalado embaixo da rede pública de distribuição de energia elétrica; 12.6. O acesso dos empregados e/ou prestadores de serviços da CEB-D ao padrão de entrada deve ser fácil e perfeitamente livre; 12.7. A localização do padrão de entrada deve observar os requisitos para instalação dos ramais de ligação aéreo e subterrâneo, conforme itens 12.1 a 12.5 desta NTD. 13. CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 38/187 13.1.Aterramento A CEB-D exige que o neutro de saída do medidor seja aterrado no padrão de entrada, por meio do condutor de aterramento e sua instalação seja executada conforme abaixo: 13.1.1. em cada edificação, com medição única, junto ao padrão de entrada de energia elétrica, o sistema de aterramento deve ser executado com pelo menos uma haste de aterramento; 13.1.2. deverá ser utilizada haste de aterramento tipo cobreada, conforme a especificação da CEB-D, EMD-08 032 Haste de Aterramento Cobreada com Conector Tipo Cunha – Cobre Estanhado, disponibilizada no sítio eletrônico da CEB- D para consulta; 13.1.3. a haste de aterramento deverá ser instalada dentro da caixa de inspeção, que deverá ser fechada com tampa apropriada, conforme Desenho 41; 13.1.4. a caixa de inspeção para aterramento com haste deverá ser especificada, conforme estabelecido no item 19.1.13 desta NTD; 13.1.5. a haste de aterramento tipo cobreada deverá possuir no mínimo 2,40 metros de comprimento; 13.1.6. o condutor de aterramento deverá ser conectado no ponto de aterramento, dentro da caixa de medição, conforme Desenhos 23, 24, 25 e 26, devendo ser fixado ao parafuso de aterramento da caixa, por meio de conector tipo terminal pressão cabo-barra em liga de cobre ou outro tipo de conexão adequada; 13.1.7. o condutor neutro de saída e o condutor de Proteção – PE deverão ser conectados ao condutor de aterramento, dentro da caixa de medição, com conector parafuso fendido, utilizado como terminal de aterramento na caixa de medição para esse fim conforme Desenho 35; 13.1.8. o ponto de ligação do condutor de aterramento com a(s) haste(s) de aterramento devem ser acessíveis por ocasião da vistoria do padrão de entrada; 13.1.9. o condutor de aterramento que interliga o neutro à(s) haste(s) de aterramento deve ser contínuo e tão curto e retilíneo quanto possível. Deve ainda ser protegido mecanicamente por meio de eletroduto de PVC rígido rosqueável de 20 mm de diâmetro, conforme NBR 15465;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 39/187 13.1.10. a seção mínima do condutor de aterramento será escolhida de acordo com as Tabelas 10, 11, 14, 16 e 23; 13.1.11. na conexão do condutor de aterramento com a haste de aterramento, dentro da caixa de inspeção, deve ser utilizado conector de derivação de cunha para haste de aterramento, conforme EMD-08 032 Haste de Aterramento Cobreada com Conector Tipo Cunha – Cobre Estanhado, disponibilizada no sítio eletrônico da CEB-D para consulta e Desenhos 23, 24, 25, 26 e 53. Esta conexão deverá ser protegida por massa de calafetar; 13.1.12. a haste de aterramento pode ser instalada dentro da caixa CB1, desde que ela esteja a uma distância máxima horizontal de 2,40 metros da caixa de medição e o eletroduto do condutor de aterramento seja independente; 13.1.13. a haste de aterramento pode ser instalada dentro da caixa de passagem dos condutores de saída, instalada dentro da propriedade do consumidor, desde que ela esteja a uma distância máxima horizontal de 2,40 metros da caixa de medição e o eletroduto do condutor de aterramento seja independente; 13.1.14. a(s) caixa(s) de inspeção e a(s) haste(s) de aterramento poderão ser instaladas na via pública, quando possível, ou na propriedade da unidade consumidora conforme Desenhos 23, 24, 25 e 26. 13.2. Identificação dos Condutores Neutro - N, Fases – F, Proteção – PE e Aterramento É obrigatória a identificação dos condutores por intermédio de codificação por cores, conforme a seguir: 13.2.1 Identificação do Condutor Neutro O condutor neutro dos ramais de entrada e de saída do medidor que alimenta a carga da unidade consumidora deve ser identificado em sua isolação ou cobertura, de acordo com essa função, na cor azul-clara. 13.2.2 Identificação do Condutor Fase – F O condutor Fase deve ser identificado em sua isolação ou cobertura em coloração diferente da coloração dos condutores Neutro, Proteção – PE ou de Aterramento. 13.2.3 Identificação do Condutor de Proteção – PE
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 40/187 O condutor de Proteção – PE deverá ser identificado em sua isolação ou cobertura, na dupla coloração verde-amarelo ou verde. 13.3. Identificação do Condutor de Aterramento O Condutor de Aterramento deverá ser identificado em sua isolação ou cobertura na dupla coloração verde-amarelo ou verde, mesma cor de identificação do condutor de Proteção – PE. 13.4.Proteção Contra Correntes de Sobrecarga e de Curto-Circuito 13.4.1. devem ser utilizados, para proteção geral da unidade consumidora, disjuntores termomagnéticos unipolares, bipolares ou tripolares de acordo com os tipos de fornecimento monofásico, bifásico e trifásico, respectivamente. 13.4.2. o disjuntor deve ser instalado no padrão de entrada, antes do medidor de energia elétrica. 13.4.3. os disjuntores termomagnéticos devem ter o selo de certificação do INMETRO. 13.4.4. os disjuntores devem ser dimensionados de acordo com a curva específica de atuação, em função do equipamento a ser ligado na unidade consumidora. Para esta Norma deverão ser utilizados no padrão de entrada disjuntores termomagnéticos de curva tipo C. 13.4.5. os disjuntores devem ter capacidade mínima de interrupção de 4,5 kA em área de rede aérea e 10 kA em área de rede subterrânea, compatíveis com a tensão nominal da CEB-D. 13.5.Proteção Contra Quedas e Faltas de Tensão A instalação dos dispositivos de proteção contra quedas e faltas de tensão deve ser feita junto aos equipamentos, conforme prescrições da NBR 5410. A CEB-D recomenda essa instalação pelo consumidor, sempre que necessário, não se responsabilizando pelos danos causados por quedas e faltas de tensão em equipamentos que não possuam essa proteção. Prescrições da NBR 5410: • “Devem ser tomadas precauções para evitar que uma queda de tensão ou uma falta total de tensão, associada ou não ao posterior restabelecimento desta tensão, venha a causar perigo para as pessoas ou danos a uma parte da
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 41/187 instalação, a equipamentos de utilização ou aos bens em geral. O uso de dispositivos de proteção contra quedas e faltas de tensão pode não ser necessário se os danos a que a instalação e os equipamentos estão sujeitos, nesse particular, representarem um risco aceitável e desde que não haja perigo para as pessoas” – Item 5.5.1 da NBR 5410. • “A atuação dos dispositivos de proteção contra quedas e faltas de tensão pode ser temporizada, se o equipamento protegido puder admitir, sem inconvenientes, uma falta ou queda de tensão de curta duração” – Item 5.5.3 da NBR 5410. • “Quando o religamento de um dispositivo de proteção for suscetível de causar uma situação de perigo, esse religamento não deve ser automático” – Item 5.5.5 da NBR 5410. Os dispositivos de proteção contra quedas e falta de tensão são utilizados em equipamentos eletrônicos que necessitem de um fornecimento de energia ininterruptível e estável. Como exemplos destes dispositivos têm: • Os filtros de linha eliminam ou atenuam apenas ruídos de radiofrequência e interferências eletromagnéticas geradas na própria instalação; • Os estabilizadores funcionam para minimizar variações lentas e pequenas de tensão na rede elétrica; • Os Nobreaks que tem a principal função de fornecer temporariamente energia ininterrupta aos equipamentos, mesmo na ausência total de energia proveniente da rede elétrica. NOTA: Os filtros de linhas, estabilizadores e nobreaks não protegem totalmente os equipamentos, pois eles não oferecem proteção contra os surtos elétricos. 13.6.Proteção Contra Surto e Descarga Atmosférica – Contra Sobretensões Toda unidade consumidora deve ser provida de proteção contra sobretensões atmosféricas ou de manobra, provenientes da linha externa de alimentação, evitando assim os eventuais danos que podem ser causados aos equipamentos elétricos e eletrônicos. Considerando que o sistema de distribuição da CEB-D é predominantemente composto por rede de distribuição aérea, a CEB-D exige que sejam instalados dispositivos de proteção contra essas sobretensões no padrão de entrada de energia elétrica da unidade consumidora.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 42/187 Esta proteção deve ser exercida por Dispositivo de Proteção contra Surtos – DPS, que de acordo com a NBR 5410 deve ser instalado no ponto de entrada da linha na edificação, o mais próximo possível do ponto de entrega. Ainda de acordo com a NBR 5410, essa mesma proteção é também recomendada para os equipamentos que recebem linha externas de sinal, tais como telefonia, TV a cabo, comunicação de dados, etc. Os DPS a serem instalados devem possuir as seguintes características técnicas: - Classe II; - Máxima tensão de operação contínua (Uc): ≥ 242 V; - Corrente nominal de descarga (In): ≥ 5 kA; - Norma aplicável: IEC 61643-1; - Nível de proteção (tensão residual): 1,5 kV em 220 V ou 2,5 kV em 380 V; - Selo de certificação do INMETRO. De acordo com a NBR 5410, podem ser necessários DPS adicionais para a proteção de equipamentos sensíveis instalados na unidade consumidora. Em nenhuma hipótese a proteção contra sobretensões pode ser dispensada, se essa omissão puder resultar em risco direto ou indireto à segurança e à saúde das pessoas. Os condutores para ligação do DPS deverão ser fios ou cabos isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila PVC para 70º C 0,45/0,75 kV, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280 com seção mínima de 4 mm2 . Os condutores devem ter encordoamento classe 2 ou 3 conforme NBR NM 247-3. 13.5.1 Quando tratar-se de medição individual deverá ser obedecida as seguintes prescrições para instalação do DPS: a) instalar o DPS dentro da caixa de medição tipo M1, no mesmo suporte para instalação do disjuntor geral, conforme Desenho 35; b) instalar o DPS dentro da caixa de medição tipo P1, no suporte apropriado para o DPS, conforme Desenho 35; c) o DPS deve ter os bornes de entrada ligados entre as fases e interligados aos bornes de saída do disjuntor geral, instalado nestas caixas, e os bornes de saída interligados e conectados ao condutor de proteção – PE que está interligado ao condutor neutro de saída, conforme Desenho 35.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 43/187 13.5.2 Quando tratar-se de medição agrupada com caixa de proteção – CP deverá ser obedecida as seguintes prescrições para instalação do DPS: a) instalar o DPS dentro da caixa de proteção – CP, no suporte apropriado para o DPS, conforme Desenho 36; b) o DPS instalado na caixa de proteção CP deve ser ter os bornes de entrada ligados entre fases e interligados aos bornes de saída do disjuntor geral, instalado na caixa de proteção, e os bornes de saída interligados e conectados ao ponto de aterramento desta mesma caixa, conforme Desenho 36; 13.5.3 Quando tratar-se de medição agrupada sem caixa de proteção – CP deverá ser obedecida as seguintes prescrições para instalação do DPS: a) instalar o DPS dentro de cada caixa de medição tipo M1, no mesmo suporte para instalação do disjuntor geral, conforme Desenho 35; b) instalar o DPS dentro da caixa de medição tipo P1, no suporte apropriado para o DPS, conforme Desenho 35; c) o DPS deve ter os bornes de entrada ligados entre as fases e interligados aos bornes de saída do disjuntor geral, instalado nestas caixas, e os bornes de saída interligados e conectados ao condutor de proteção – PE que está interligado ao condutor neutro de saída, conforme Desenho 35. 13.5.4 Quando tratar-se de medição individual ou agrupada instalada em caixa de policarbonato, obedecer as prescrições descritas no Item 16 desta NTD. A CEB-D exige a instalação de DPS de acordo com a NBR 5410, não se responsabilizando pelos danos causados por sobretensões transitórias originadas da rede de distribuição de energia elétrica, em instalações que não possuírem essa proteção em conformidade com os requisitos normativos. 13.7.Distância de Condutores dos Ramais de Ligação e de Entrada 13.7.1. Às Edificações O ramal de ligação aéreo não poderá ser acessível de janelas, sacadas, escadas, terraços, etc. A distância mínima dos condutores a qualquer desses pontos deverá ser de 1,20 m. 13.7.2. A Condutores Diferentes Deve ser observado o afastamento mínimo de 0,60 m em relação a fios e cabos de telefonia, sinalização, TV a cabo ou similar.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 44/187 13.7.3. Ao Solo Os condutores devem ser instalados de forma que seu ponto mais baixo atenda às seguintes alturas mínimas, medidas na vertical, em relação ao solo, conforme Desenhos 73 e 74: a) 5,50 m, onde houver tráfego de veículos pesados, em ruas e avenidas; b) 4,50 m, onde houver tráfego de veículos leves, entradas de residências, entradas de garagens, estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos pesados; c) 3,50 m, onde houver passagem exclusiva de pedestres. NOTAS: 1. Os ramais de ligação não poderão cruzar rodovias ou ferrovias; 2. A solicitação do pedido de ligação deverá ser, obrigatoriamente, encaminhada para a área de projetos de redes de distribuição aérea que analisará e emitirá parecer técnico para a elaboração de projeto de extensão de rede. 13.8.Especificações Técnicas para Cargas Especiais A ligação de aparelhos com carga de flutuação brusca da tensão como: solda elétrica, motores com partida frequente, aparelho de raio X ou quaisquer outros causadores de distúrbios de tensão ou corrente, e ainda que apresentem condições diferentes das estabelecidas nesta NTD, são tratadas como cargas especiais. Para as cargas especiais, ligadas sem conhecimento prévio da CEB-D ou operadas de forma inadequada, que estiverem provocando distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição da CEB-D ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outras unidades consumidoras, serão exigidas medidas corretivas e/ou o pagamento das obras necessárias para adequação no sistema elétrico. Os motores devem utilizar dispositivos que limitem a corrente absorvida durante o momento da partida. Esses dispositivos estão discriminados na Tabela 12. 13.9.Condições Técnicas para Instalação de Geradores a) a CEB-D não se responsabiliza por danos ocasionados por manobras inadequadas e/ou defeitos nos geradores de energia elétrica de propriedade do consumidor, ficando o mesmo responsável por quaisquer prejuízos de ordem material e humana que venha a ser causados nas redes, equipamentos, empregados ou prestadores de serviços da CEB-D, bem como a patrimônio ou à pessoa de terceiros.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 45/187 b) nas instalações possuidoras de grupos geradores de emergência, deverão ser utilizadas chaves reversoras com intertravamento elétrico e mecânico, para operação em carga, e que permitam o seccionamento das fases e do neutro; c) deverá ser entregue à CEB-D um termo de responsabilidade para uso de geração própria; d) deverá ser apresentado um projeto de instalação com a especificação técnica do grupo gerador, para ser previamente liberado pela CEB-D, indicando no mínimo: • Tipo de máquina; • Potência nominal e operativa; • Impedância subtransitória, transitória e de regime permanente; • Fator de potência; • Tensão máxima e mínima; • Esquema de ligação. e) o gerador deverá ficar em área fisicamente separada do recinto onde são instalados os equipamentos destinados à medição. NOTAS: 1. o paralelismo de geradores de U.C. com o sistema elétrico da CEB-D, fica condicionado a consulta prévia, sendo indispensável a apresentação de projeto na Área de Análise de Projetos e Vistoria da CEB-D; 2. a geração distribuída de U.C. com paralelismo permanente com o sistema elétrico da CEB-D, fica condicionado a seguir o que prescreve a NTD-6.09. 13.10. Sistema de Combate a Incêndio A instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para atendimento do sistema de combate a incêndio, será considerada uma unidade consumidora independente, portanto, com medição própria e separada. A sua carga não será considerada no dimensionamento do ramal de ligação ou de entrada das unidades consumidoras individuais ou agrupadas. A montagem do padrão de entrada para atendimento do sistema de combate a incêndio, poderá ser feita com caixas metálicas ou com caixas de policarbonato, conforme a seguir. Porém, não será permitida a mesclagem no mesmo padrão de entrada, de caixas metálicas com caixas de policarbonato. 13.10.1. Quando tratar-se de Medição Individual a) com caixa metálica: Para a instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para o atendimento do sistema de combate a incêndio de unidade consumidora individual
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 46/187 deverá ser necessária a instalação de uma caixa de derivação tipo MT 2/1 e mais uma caixa de medição tipo P1, conforme ilustrado no Desenho 37. Para o caso de medição individual existente, o padrão de entrada deverá ser adequado a esta NTD para o recebimento da medição para a bomba de incêndio. b) com caixa de policarbonato: Para a instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para o atendimento do sistema de combate a incêndio de unidade consumidora individual deverá ser necessária a instalação de uma caixa de proteção e derivação tipo CPD mais uma caixa de medição tipo P1-I, conforme ilustrado no Desenho 79. Os padrões de entrada com o uso de caixas de policarbonato, conforme a NTD 3.49 Caixas em Policarbonato para Caixas de Medição e Proteção e Item 16 desta NTD, deverão ser montados somente em locais abrigados e livres dos raios ultravioleta. Para o caso de medição individual existente, o padrão de entrada deverá ser adequado a esta NTD para o recebimento da medição para a bomba de incêndio. 13.10.2. Quando tratar-se de Medições Agrupadas: a) com caixas metálicas: Para a instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para o atendimento do sistema de combate a incêndio de unidades consumidoras agrupadas deverá ser necessária a instalação de mais uma caixa de medição no padrão de medição agrupada. Neste caso, a medição da Bomba de Incêndio poderá constituir-se numa sétima medição, conforme ilustrado no Desenho 38. Para o caso de medições agrupadas existentes, o padrão de entrada deverá ser adequado a esta NTD para o recebimento da medição para a bomba de incêndio. NOTAS: 1. A instalação de Bomba de Incêndio para o atendimento do sistema de combate a incêndio localizado em padrão de entrada com múltiplas unidades consumidoras deverá seguir as prescrições estabelecidas na NTD-6.07 – Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição de Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras; 2. O item 6.6 da NBR 5410 apresenta os detalhes sobre a instalação interna dos “Sistemas de alimentação elétrica para serviços de segurança”. b) com caixa de policarbonato: Para a instalação de medição para a Bomba de Incêndio, quando necessária, para o atendimento do sistema de combate a incêndio de unidades consumidoras agrupadas deverá ser necessária a instalação de mais uma caixa de medição Tipo P1-E no padrão de medição agrupada. Neste caso, a medição da Bomba de
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 47/187 Incêndio poderá constituir-se numa sétima medição, conforme ilustrado no Desenho 85. Para o caso de medições agrupadas existentes, o padrão de entrada deverá ser adequado a esta NTD para o recebimento da medição para a bomba de incêndio. As caixas de policarbonato poderão ser utilizadas na montagem dos padrões de entrada com medição agrupadas, desde que estejam abrigadas e livres dos raios ultravioleta. Para atendimento desta alínea, deverá ser obedecida a prescrição estabelecida no subitem 7.15 desta NTD. 13.11. Critérios para Instalação dos Ramais de Ligação, de Entrada e de Saída No item 11 desta Norma estão detalhadas as possíveis localizações do ponto de entrega de energia elétrica que definem os limites dos ramais de ligação e dos ramais de entrada. Os condutores de entrada e de saída do disjuntor até o ponto de medição e, deste para a instalação interna, deverão ser instalados pelo consumidor com a correta cor de identificação, conforme item 13.2 eTabela 23. Não serão permitidas saídas aéreas para alimentação de ramais de unidades consumidoras com medição agrupada, bem como em unidades consumidoras com pontaletes. 13.11.1. Ramal de Ligação Aéreo Será instalado e energizado exclusivamente pela CEB-D a partir da estrutura da rede de distribuição, desde que observadas as seguintes condições: a) não cruzar terrenos de terceiros; b) entrar pela frente do terreno, ficando livre de qualquer obstáculo e ser perfeitamente visível. Os terrenos de esquina poderão ter sua entrada por qualquer um dos lados voltado para a via pública. Nas situações em que a rede de distribuição passar somente pelo fundo do terreno, será admitida a ligação por este lado; c) não cruzar rodovias ou ferrovias; d) não passar sobre edificação; e) não será permitido o cruzamento de condutores do ramal de ligação aéreo com condutores de outro ramal; f) não passar embaixo de outros circuitos de redes de distribuição aérea de Baixa tensão e/ou Alta Tensão; g) não serão permitidas emendas no ramal de ligação aéreo;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 48/187 h) utilizar postes e pontaletes particulares para obter as alturas mínimas dos condutores em relação ao solo; i) não ultrapassar 30 (trinta) metros de vão livre, entre o poste da rede de distribuição da CEB-D e o padrão de entrada, instalado no terreno do consumidor; j) a fixação do ramal de ligação no poste de aço particular, pontalete de aço particular ou poste de concreto seção duplo T, deverá ser feita em armação secundária com isolador roldana, em alça de serviço, por meio do condutor neutro multiplex, conforme Desenhos 72; k) a fixação do ramal de ligação na fachada da edificação deverá ser feita em armação secundária com roldana, alça de serviço, por meio do condutor neutro multiplex, conforme Desenho 72; l) ser ancorado no padrão de entrada a uma altura mínima de 3,80 metros e máxima de 6 (seis) metros em relação ao solo, conforme Desenho 73; m) ser ancorado em poste particular, conforme Desenhos 20 e 21; n) ser ancorado em pontalete de aço particular na edificação, desde que a equipe da CEB-D tenha livre acesso ao ponto de ancoragem no pontalete, conforme Desenho 75; o) ser ancorado na fachada da edificação, desde que a equipe da CEB-D tenha livre acesso ao ponto de ancoragem na edificação, conforme Desenho 23; p) será obrigatória a apresentação de uma cópia da “ART” de execução, devidamente assinada por um engenheiro civil ou técnico de edificações, quando o padrão de entrada de energia possuir disjuntor geral a partir de 70 A e o ramal de ligação aéreo de 35 mm² for ancorado em pontalete de aço particular ou na fachada da edificação. NOTAS: 1. A ancoragem do ramal de ligação aéreo no pontalete ou fachada da edificação somente será permitida quando a edificação estiver construída no alinhamento da propriedade com a via pública; 2. A instalação do ramal de ligação aéreo na fachada ou pontalete não será permitida quando houver algum dos seguintes obstáculos: marquises, varandas, telhados, placas, etc.; 3. O ramal de ligação aéreo não poderá ser ancorado em pontaletes instalados em muros; 4. Caso não seja possível a ancoragem do ramal de ligação aéreo em pontalete ou fachada da edificação, o consumidor deverá ser orientado a realizar a montagem do padrão de entrada exclusivamente com entrada subterrânea, em conformidade com esta NTD; 5. Para o item 4 desta nota, caso seja necessária a extensão de rede de distribuição aérea de baixa tensão para o atendimento de padrão de entrada de energia com ramal de entrada subterrâneo, em conformidade com esta Norma e com a Resolução Normativa 414/2000-ANEEL, a Ordem de Serviço deverá ser
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 49/187 encaminhada obrigatoriamente para a área de projetos de redes de distribuição aérea. 13.11.2. Ramal de Ligação Subterrâneo em Local de Rede Subterrânea a) a execução da obra referente ao ramal de ligação, compreendido entre a caixa de baixa tensão da rede da CEB-D até a caixa CB1 e composto de caixas de passagem, redes de dutos e condutores instalados até o disjuntor, é de responsabilidade da CEB-D com participação financeira do consumidor na forma da legislação. O consumidor pode fazer a opção conforme item 9.1.6. Sua instalação deverá ser feita pela CEB-D em conformidade com a NTD-1.04 Critérios de Projeto e Padrões de Construção de Rede de Distribuição Subterrânea; b) não deve ultrapassar 50 (cinquenta) metros medidos a partir do ponto de derivação da rede subterrânea de baixa tensão da CEB-D até o padrão de entrada da unidade consumidora. 13.11.3. Ramal de Entrada Subterrâneo em Local de Rede Subterrânea a) a parte civil da instalação, composta pela caixa de passagem tipo CB1 e a sua interligação por eletroduto até o padrão de entrada e o sistema de aterramento, deve ser executada pelo consumidor, conforme Desenho 28; b) a caixa CB1 deverá ser construída na via pública, o mais próximo possível da divisa com a propriedade do consumidor, ou seja, do padrão de entrada a ser atendido, conforme Desenho 43; c) o eletroduto subterrâneo que deriva da caixa tipo CB1 até o padrão de entrada deverá ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR-5597 ou NBR-5598 ou de PVC Rígido Rosqueável, conforme NBR-15465, ou eletroduto Corrugado de PEAD, todos em conformidade com as especificações da CEB-D; d) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os acessórios de mesmo material para a interligação da caixa tipo CB1 com o eletroduto corrugado de PEAD, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D; e) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os acessórios de mesmo material para a interligação do eletroduto corrugado de PEAD ao padrão de entrada, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D; f) admite-se, no máximo, 2 (duas) curvas de até 90° entre a caixa CB1 e o padrão de entrada; g) quando tratar-se de medição agrupada, instalar eletroduto de 50 mm de diâmetro, em conformidade com as alíneas c e f acima, da caixa tipo CB1 até a caixa de proteção ou de derivação. NOTA: Deverão ser obedecidas as demais prescrições estabelecidas para o ramal de entrada subterrâneo em local de rede de distribuição aérea.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 50/187 13.11.4. Ramal de Entrada Conectado ao Ramal de Ligação Aéreo a) os condutores devem ser constituídos por cabos unipolares, de cobre isolados,em composto termoplástico de cloreto de polivinila (PVC) para 70º C 0,6/1 kV, com dupla isolação; b) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3; NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280. c) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas; d) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16; e) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; f) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 35; g) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; h) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e ao Aterramento; i) no condutor neutro é vedado o uso de qualquer dispositivo de interrupção; j) deixar sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição, nos trechos entre o disjuntor até o ponto de medição e deste até a saída para a instalação interna, para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica; k) o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598, e dimensionado conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16; l) o eletroduto deve ter espessura de parede e diâmetro externo de acordo com o indicado na Tabela 20; m) o eletrodutode aço carbono tipo zincado a quente deverá entrar pelo lado esquerdo da caixa de medição; n) a junção entre o eletroduto e a caixa de medição deve ser feita por meio de bucha, arruela e flange e ser vedada com massa de calafetar, quando da instalação ao tempo, evitando a penetração de água no interior da caixa, conforme Desenho 61; o) na parte superior do eletroduto, deve ser instalado cabeçote de 135° de aço carbono zincado a quente, para evitar a danificação da isolação dos condutores e penetração de água. Detalhe do cabeçote está ilustrado no Desenho 55 e especificação da CEB-D. Admite-se também a utilização de curva de 135° com bucha na sua extremidade, conforme Desenho 58; p) o eletroduto de aço carbono tipo zincado a quente deve ser instalado externamente ao poste particular, exceto para o padrão econômico mostrado no Desenho 50, admitindo-se as seguintes possibilidades de fixação:
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 51/187 • Braçadeiras de aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio; • Cintas de aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio; • Arame galvanizado de 2,11 mm de diâmetro; • Fita de aço inoxidável de 19 mm de largura com fecho; • Detalhes da fixação são mostrados nos desenhos 20, 21 e 22. 13.11.5. Ramal de Entrada Subterrâneo em Local de Rede Aérea: a) o consumidor que fizer a opção por ser atendido por este tipo de ramal assumirá integralmente os custos adicionais recorrentes e de eventuais modificações futuras, bem como se responsabilizará pela obtenção de autorização do poder público para execução da obra de sua responsabilidade, conforme Art. 14 – Do ponto de Entrega, item IX parágrafo 3º da Resolução 414/2010 – ANEEL; b) não é permitido que os condutores do ramal atravessem vias públicas, exceto calçadas; c) é permitido que os condutores do ramal atendam unidade consumidora localizada do mesmo lado da rede da CEB-D; d) não é permitido que os condutores do ramal: • • • • Sejam enterrados diretamente no solo; • • • • Passem sob terrenos de terceiros; • • • • Apresentem emendas. e) deve entrar pela frente do terreno, ficando livre de qualquer obstáculo. Os terrenos de esquina poderão ter sua entrada por qualquer lado voltado para a via pública. Nas situações em que a rede de distribuição passar somente pelo fundo do terreno, a ligação será efetuada por este lado; f) admite-se no máximo 3 (três) curvas de até 90°, não podendo haver caixa de passagem; g) o eletroduto que protege fisicamente os condutores na descida junto ao poste da CEB-D deve ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598, ilustrado nos Desenhos 24, 25, 30 e 34; h) na parte superior do eletroduto, deve ser instalado cabeçote de 135° de aço carbono zincado a quente, conforme especificado pela CEB-D, para evitar a danificação da isolação dos condutores e penetração de água, ilustrado no Desenho 55; i) o eletroduto instalado junto ao poste da CEB-D pode ser constituído de uma única peça de 6 (seis) metros de comprimento, ou 2 (duas) de 3 (três) metros devidamente emendadas, devendo ser fixado com braçadeiras ou fitas de aço inoxidável, conforme Desenhos 24, 25, 30 e 34; j) o eletroduto subterrâneo que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada deverá ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR-5597 ou NBR-
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 52/187 5598, ou eletroduto Corrugado de PEAD, ambos em conformidade com as especificações da CEB-D; k) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os acessórios de mesmo material para a interligação do eletroduto de aço carbono zincado à quente com o eletroduto corrugado de PEAD, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D; l) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os acessórios de mesmo material para a interligação do eletroduto corrugado de PEAD ao padrão de entrada, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D; m) a linha de eletroduto enterrada deve ser continuamente sinalizada por fita de sinalização colorida não sujeito à deterioração, conforme especificação da CEB- D, situada no mínimo a 0,30 m acima da linha do eletroduto, conforme Desenhos 24, 25, 30 e 34; n) o eletroduto deve ser protegido contra danos por passagem de veículos sobre a superfície do terreno e instalado a uma profundidade mínima de 0,70 m da superfície do solo, conforme indicado nos Desenhos 24, 25, 30 e 34; o) o eletroduto deverá entrar pelo lado esquerdo da caixa de medição; p) os condutores de descida, junto ao poste da CEB-D, devem ser identificados de forma legível e indelével com os números das respectivas unidades consumidoras, utilizando plaqueta de alumínio ou latão, conforme Desenhos 24, 25, 30 e 34; q) os condutores devem ser de cobre unipolares e, portanto, dotados de cobertura, isentos de emendas, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila (PVC) para 70 ºC 0,6/1 kV, apropriados para instalação subterrânea sujeitas à umidade; r) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3; NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280. s) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16; t) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas; u) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; v) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 35; w) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; x) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e ao Aterramento; y) no condutor neutro é vedado o uso de qualquer dispositivo de interrupção; z) deve ser deixada sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição, nos trechos entre o disjuntor até o ponto de medição e deste até a saída para a instalação interna, para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 53/187 aa) não deve ultrapassar 40 (quarenta) metros de vão livre, entre o poste da rede de distribuição da CEB-D e o padrão de entrada, instalado no terreno do consumidor. NOTA: Para atendimento de unidades consumidoras localizadas em condomínios com arruamento interno, em que haja restrição de acesso de pessoas ou veículos ao seu interior por meio de unidades de controle de entrada e saída (exemplos: portarias, cancelas, portão eletrônico, etc.), que configure como propriedade particular do consumidor, caso o mesmo faça opção por instalar o ramal de entrada subterrâneo cruzando a via interna, deverá obedecer às prescrições estabelecidas na IND 008-11 - Requisitos Específicos para Atendimento de Unidades Consumidoras, conforme Art. 14 da Resolução Normativa Nº 414/2010 – ANEEL. 13.11.6. Ramal de Saída Aéreo O Ramal de Saída Aéreo somente será permitido para a unidade consumidora com medição individual montada no padrão de entrada em poste de aço particular. O Ramal de Saída Aéreo é constituído por 02 (duas) partes: na primeira parte, os condutores são tubulados e iniciam a partir dos bornes de saída do medidor e terminam após a saída da tubulação externa, presa ao poste de aço particular; na segunda parte, os condutores aéreos,que derivam do poste de aço particular para a unidade consumidora, são ancorados, uma extremidade no poste particular nos isoladores roldanas, instalados na armação secundária neste poste, e a outra extremidade é ancorada na área interna da unidade consumidora, em local adequado, em isolador roldana instalado em armação secundária. A interligação entre os condutores do ramal de saída aéreo – parte tubulada e parte aérea de responsabilidade do consumidor – é feita utilizando-se de conectores adequados e deve ser isolada por meio de fita autofusão e fita isolante de PVC. 13.11.6.1 Ramal de Saída Aéreo – parte Tubulada junto ao Poste Particular a) os condutores devem ser constituídos por cabos unipolares, de cobre isolados, em composto termoplástico de cloreto de polivinila (PVC) para 70º C 0,6/1 kV, com dupla isolação; b) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3; NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280. c) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas; d) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16; e) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 54/187 f) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, conforme detalha o Desenho 35; g) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; h) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e ao Aterramento; i) deixar sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição, para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica; j) o eletroduto de saída deve ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598, e dimensionado conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16; k) o eletrodutode aço carbono tipo zincado a quente deverá sair pelo lado direito da caixa de medição; l) a junção entre o eletroduto de saída e a caixa de medição deve ser feita por meio de bucha, arruela e flange e ser vedada com massa de calafetar, quando da instalação ao tempo, evitando a penetração de água no interior da caixa, conforme Desenho 61; m) na parte superior do eletroduto de saída deve ser instalado cabeçote de 135° de aço carbono zincado a quente para evitar a danificação da isolação dos condutores e penetração de água. Detalhe do cabeçote é mostrado no Desenho 55. Admite-se também a utilização de curva de 135° com bucha na sua extremidade, conforme Desenho 58; n) o eletroduto de saída deve ser instalado externamente ao poste particular, exceto para o padrão econômico mostrado no Desenho 49, admitindo-se as seguintes possibilidades de fixação: o) braçadeiras de aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio; p) cintas de aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio; q) arame galvanizado de 2,11 mm de diâmetro; r) fita de aço inoxidável de 19 mm de largura com fecho; s) detalhes da fixação são mostrados nos Desenhos 20, 21, 31 e 32; t) o DPS deverá ser instalado, conforme subitem 13.5.1 desta NTD. 13.11.6.2 Ramal de Saída Aéreo – parte Aérea a) os condutores do ramal alimentador devem ser fios ou cabos de cobre isentos de emendas, com isolação em PVC para 70ºC 0,45/0,75 kV, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280; b) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3; NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280. c) a CEB-D recomenda que os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 55/187 d) os condutores devem ter o mesmo dimensionamento do ramal de serviço aéreo; e) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; f) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 35; g) o condutor de aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; h) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e ao aterramento; i) não será permitida a ancoragem do ramal de saída aéreo em padrão de entrada com pontalete de aço particular; j) não será permitida a ancoragem do ramal de saída aéreo em padrão de entrada com medição agrupada em poste de aço particular ou poste de concreto seção duplo T; k) a fixação dos condutores de ramais de saída aéreo deverá ser adequadamente executada utilizando-se isoladores de porcelana ou de vidro; l) deverá estar ancorado em isolador roldana instalado no poste particular e em um ponto adequado na área interna da propriedade do consumidor; m) os condutores do ramal de saída aéreo deverão ser instalados antes da ligação do padrão de entrada da unidade consumidora; n) a conexão entre o ramal de saída aéreo - parte tubulada junto ao poste particular e a parte aérea deverá ser executada pelo consumidor, antes da ligação do padrão de entrada da unidade consumidora, com a utilização de conexões apropriadas. 13.11.7. Ramal de Saída Subterrâneo a) não é permitido que os condutores do ramal: • • • • Sejam enterrados diretamente no solo; • • • • Passem sob terrenos de terceiros; • • • • Apresentem emendas. b) o eletroduto do ramal de saída subterrâneo, que protege fisicamente os condutores, até o quadro de distribuição localizado na unidade consumidora deve ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598, de PVC rígido rosqueável, conforme NBR 15465, ou corrugado de PEAD, conforme ilustrado nos Desenho 52 e especificação da CEB-D; c) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os acessórios de mesmo material para a interligação do padrão de entrada com o eletroduto corrugado de PEAD, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D; d) caso seja instalado o eletroduto corrugado de PEAD, deverão ser instalados os acessórios de mesmo material para a interligação do eletroduto corrugado de
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 56/187 PEAD ao quadro de distribuição geral da unidade consumidora, conforme Desenho 52 e especificação CEB-D; e) o eletroduto deve ser protegido contra danos por passagem de veículos sobre a superfície do terreno e instalado a uma profundidade mínima de 0,70 m da superfície do solo, conforme indicado nos Desenhos 24, 25, 30 e 34; f) o eletroduto deverá sair pelo lado direito da caixa de medição; g) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas; h) os condutores devem ser de cobre unipolares e, portanto, dotados de cobertura, isentos de emendas, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila (PVC) para 70 ºC 0,6/1 kV, apropriados para instalação subterrânea sujeitas à umidade; i) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3; NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280. j) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16; k) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; l) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 35; m) o condutor de aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; n) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e ao Aterramento; o) deve ser deixada sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição, para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica; p) o DPS deverá ser instalado, conforme subitem 13.5.1. desta NTD. 13.11.8. Ramal de Saída Embutido (Parede) a) não é permitido que os condutores do ramal de saída passem por edificações de terceiros; b) o eletroduto do ramal de saída embutido na parede, que protege fisicamente os condutores, até o quadro de distribuição localizado na unidade consumidora, deve ser de aço carbono zincado à quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598, ou de PVC rígido rosqueável, conforme NBR 15465, conforme ilustrado nos Desenho 51 e especificação da CEB-D; c) o eletroduto deverá sair pelo lado direito da caixa de medição; d) os condutores devem ser contínuos e isentos de emendas; e) Os condutores do ramal de saída devem ser fios ou cabos de cobre isentos de emendas, com isolação em PVC para 70ºC 0,45/0,75 kV, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 6880; f) os cabos devem ter encordoamento classe 2 ou 3, conforme NBR NM 247-3;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 57/187 NOTA: No padrão de entrada não será aceito cabo de alta flexibilidade com encordoamento classe 4 ou superior, conforme NBR NM 280. g) os condutores devem ser dimensionados conforme Tabelas 10, 11, 14 ou 16; h) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; i) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 35; j) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; k) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e ao Aterramento; l) deve ser deixada sobra de 0,40 m por condutor, dentro da caixa de medição, para possibilitar a ligação do medidor de energia elétrica; m) o DPS deverá ser instalado, conforme subitens 13.5.1., 13.5.2. ou 13.5.3. desta NTD. 14. ATENDIMENTO A MEDIÇÕES AGRUPADAS COM CAIXAS METÁLICAS Além das demais determinações estabelecidas nesta norma, o atendimento às unidades consumidoras com medição agrupada deve observar as seguintes prescrições específicas: 14.1.O atendimento a duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um mesmo terreno, existindo área de uso comum, será feito através de um único ramal de ligação ou de entrada, sendo que as medições deverão ser agrupadas num único local; 14.2.É permitida a instalação de mais de uma entrada de energia elétrica, Padrão de Entrada, para fornecimento a mais de uma unidade consumidora, limitadas a um total de 6 (seis) medições situadas em um mesmo lote, desde que sejam separadas física e eletricamente, possuam acessos independentes, a soma das correntes nominais dos disjuntores de proteção individuais deverá ser igual ou inferior a 100 A, em qualquer uma das fases, e no caso de situarem em áreas urbanas, tais acessos deverão estar voltados para a via pública; NOTAS: 1. Quando tratar-se de transformador trifásico existente em unidade consumidora de propriedade rural, a solicitação do pedido de ligação deverá ser, obrigatoriamente, encaminhada à área de projetos de rede de distribuição aérea; 2. A área de projeto de rede de distribuição aérea analisará e emitirá parecer técnico sobre a necessidade de elaboração de projeto para construção de rede de
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 58/187 distribuição aérea, necessidade de manutenção, ou aumento da potência disponibilizada (substituição do transformador); 3. Não será permitida uma nova entrada de energia elétrica para o lote no qual já exista painel com projeto de entrada com múltiplas unidades, devidamente liberado para execução pela CEB-D. 14.3.As instalações elétricas de uso comum, medição de serviço, constituirão uma unidade consumidora e, portanto, deverão ter medição específica; 14.4.As medições poderão estar localizadas na entrada principal das edificações, desde que essas edificações estejam construídas no alinhamento da propriedade com a via pública. Nesta situação, será admitida a instalação do grupo de medição até uma altura de 20 cm da face inferior da caixa de medição ao piso acabado, conforme Desenho 38. Neste caso, deverá ser deixado acesso livre, para facilitar os trabalhos da equipe da CEB-D, de no mínimo 1 (um ) metro à frente do padrão de entrada; 14.5.A caixa de derivação deverá ser instalada a uma altura de 1,10 m, medido de sua parte superior em relação ao piso acabado, conforme Desenhos 29, 30, 32, 34, 37 e 38; 14.6.A caixa de proteção poderá ser instalada à direita ou à esquerda da(s) caixa(s) de derivação, em função do posicionamento do poste da rede da CEB-D; 14.7.A caixa de proteção deverá ser instalada no mesmo alinhamento vertical do poste particular e quando instalada na lateral da propriedade deverá estar posicionada a 30 (trinta) centímetros do limite da propriedade com a via pública; 14.8.Não será permitida a saída aérea para a ligação dos ramais de saídas das unidades consumidoras; 14.9.Os ramais de saída de cada unidade consumidora deverão ser embutidos em alvenaria ou no solo, em conformidade com o Desenhos 29, 30, 31, 32, 34, 37, 38. Não será aceita saída aérea para os ramais de saída de cada unidade consumidora para as medições agrupadas. 14.10. É permitida a instalação de no máximo 6 (seis) caixas de medição agrupadas num mesmo local, desde que: a) as combinações dos tipos de fornecimento estejam de acordo com a Tabela 13; b) o dimensionamento esteja de acordo com a Tabela 14; c) as unidades consumidoras não sejam interligadas eletricamente e sua comunicação física ocorra somente pelas áreas de uso comum;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 59/187 d) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; e) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 35; f) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; g) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e ao Aterramento; h) seja utilizada caixa de derivação, conforme mostrado nos Desenhos 29, 30, 31, 32, 34, 37, 38; i) os condutores do ramal de medidor, ligados aos condutores de derivação, tenham as correntes distribuídas entre as fases, de acordo com a Tabela 13; j) a identificação das unidades consumidoras seja efetuada através de plaquetas de acrílico fixadas na aba superior da respectiva caixa de medição; e, k) a identificação das unidades consumidoras deverá ser realizada em ordem crescente, da esquerda para a direita e de cima para baixo. 14.11. O aterramento deve ser executado com 2 (duas) hastes para até 3 (três) unidades consumidoras e 3 (três) hastes para até 6 (seis) unidades consumidoras, conforme Desenhos 29, 30, 31, 32, 34, 37, 38; 14.12. A distância mínima entre as hastes deverá ser de 2,40 m e interligadas eletricamente, sem emendas, conforme ilustra os Desenhos 29, 30, 31, 32, 34, 37, 38; 14.13. Na instalação localizada na entrada principal da unidade consumidora, será aceita a interligação dos pontos de aterramento com as armaduras de aço embutidas no concreto das fundações da edificação, dispensando a instalação de hastes de aterramento, conforme Desenho 42; NOTA: Este tipo de instalação de aterramento será permitido somente quando a edificação estiver construída no alinhamento da propriedade com a via pública. 14.13.1. O barramento de neutro deverá ser interligado ao ponto de aterramento, dentro da caixa de derivação, com conector tipo terminal de pressão cabo-barra em liga de cobre ou outra conexão adequada, conforme detalha o Desenhos 37 e 38; 14.13.2. O condutor neutro de entrada não necessita ser aterrado no ponto de aterramento da caixa de proteção – CP, quando existente; 14.13.3. A seção mínima do condutor de aterramento será dimensionada de acordo com a Tabela 14;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 60/187 14.13.4. O condutor de aterramento deverá ser protegido mecanicamente através de eletroduto de PVC rígido ou aço tipo zincado a quente, de 20 mm de diâmetro. 14.13.5. O condutor de aterramento deverá ser conectado aos pontos de aterramentos existentes nas caixas de proteção – CP e de derivação – MT 2/1 e/ou MT 3/2; NOTA: As caixas de medição M1 e/ou P1 não necessitam de aterramento direto deste condutor. 14.13.6. O condutor neutro de saída deverá ser conectado ao ponto de aterramento da caixa de medição; 14.13.7. O condutor PE deve ser conectado ao ponto de aterramento internamente em cada caixa de medição e possuir isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde conforme ilustra o Desenho 35; 14.14. No padrão composto por até 3 (três) medições monofásicas ou 1 (uma) bifásica e 1 (uma) monofásica, será dispensada a instalação da caixa de proteção – CP. Nas demais composições, deverá ser instalada caixa de proteção e disjuntor trifásico com a capacidade indicada na Tabela 14; 14.15. Deverá ser utilizada caixa de derivação com barramento de cobre para os condutores neutro e/ou fases, sendo que as conexões das derivações para as caixas de medição deverão ser feitas com conectores tipo terminal de pressão cabo- barra em liga de cobre ou outra conexão adequada; 14.16. Os condutores neutro e fases de entrada deverão ser conectados aos seus respectivos barramentos de cobre dentro da caixa de derivação, conforme ilustrado no Desenhos 37 e 38; 14.17. Os condutores neutro e fases que derivam para as caixas de medição deverão ser conectados aos seus respectivos barramentos de cobre dentro da caixa de derivação, conforme Tabela 13 e ilustrado no Desenhos 37 e 38; 14.18. Deverão ser instalados DPS, conforme prescrições estabelecidas nos subitens 13.5.2 e 13.5.3.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 61/187 15. CONDIÇÕES GERAIS PARA O FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A UNIDADES CONSUMIDORAS ATENDIDAS POR MEDIÇÃO AGRUPADA LIGADA EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA ALIMENTADA POR TRANSFORMADOR MONOFÁSICO Além das demais determinações estabelecidas nesta norma, o atendimento às unidades consumidoras com medição agrupada, ligadas em transformador monofásico, deve observar as seguintes prescrições específicas: 15.1. O atendimento deverá ser realizado em rede de distribuição aérea que possua transformador monofásico com potência disponibilizada mínima de 37,5 kVA; 15.2. Independente da potência do transformador monofásico existente na unidade consumidora, a solicitação do pedido de ligação deverá ser, obrigatoriamente, encaminhada à área de projetos de rede de distribuição aérea; 15.3. A área de projeto de rede de distribuição aérea analisará e emitirá parecer técnico sobre a necessidade de elaboração de projeto para construção de rede de distribuição aérea, necessidade de manutenção, ou aumento da potência disponibilizada (substituição do transformador). 15.4. O atendimento a duas ou mais unidades consumidoras monofásicas localizadas em um mesmo terreno, existindo área de uso comum, será feito através de um único ramal de ligação ou de entrada, sendo que as medições deverão ser agrupadas num único local; 15.5. Somente poderão ser atendidas neste tipo de fornecimento, as unidades consumidoras com medições agrupadas monofásicas; 15.6. É permitida a instalação de padrão de entrada de energia elétrica, para fornecimento a mais de uma unidade consumidora, limitadas a um total de 4 (quatro) medições monofásicas situadas em um mesmo lote ou chácara, desde que sejam separadas física e eletricamente, possuam acessos independentes, a soma das corrente nominais dos disjuntores de proteção individuais deverá ser igual ou inferior a 85 A, por fase, e no caso de situarem em áreas urbanas, tais acessos deverão estar voltados para a via pública; 15.7. As instalações elétricas de uso comum constituirão uma unidade consumidora e, portanto, deverão ter medição monofásica específica; 15.8. Não será permitida a saída aérea para a ligação dos ramais de saídas das unidades consumidoras;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 62/187 15.9. Os ramais de saída de cada unidade consumidora deverão ser embutidos em alvenaria - parede ou no solo, de acordo com os Desenhos 29, 30, 31, 32 e 34; 15.10. É permitida a instalação de no máximo 4 (quatro) medições monofásicas agrupadas num mesmo local, desde que: a) as combinações dos tipos de fornecimento estejam de acordo com a Tabela 15; b) o dimensionamento esteja de acordo com a Tabela 16; c) as unidades consumidoras não sejam interligadas eletricamente e sua comunicação física ocorra somente pelas áreas de uso comum; d) o condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; e) o condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 35; f) o condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; g) o condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e ao Aterramento; h) seja utilizada caixa de derivação, conforme mostrado nos Desenhos 29, 30, 31, 32 e 34; i) os condutores do ramal de medidor, ligados aos condutores de derivação, tenham as correntes distribuídas entre as fases, de acordo com a Tabela 15; j) deverão ser instalados DPS, conforme prescrições estabelecidas nos subitens 13.5.2 e 13.5.3; k) poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem do padrão de entrada com medição agrupada; l) as caixas de policarbonato poderão ser utilizadas na montagem dos padrões de entrada com medição agrupadas, desde que estejam abrigadas e livres dos raios ultra violeta; m) não será permitida a mesclagem, no mesmo padrão de entrada, de caixas metálicas com caixas de policarbonato; n) a proteção geral instalada na caixa CP ou CPD, deverá ser feita por disjuntor bipolar com capacidade dada por esta tabela, podendo ser padrão NEMA ou IEC; o) nos tipos de Medição Agrupada MA 9 e MA 10 o DPS deverá ser instalado dentro da CP ou CPD; p) nos tipos de Medição Agrupada MA 7 e MA 8 o DPS deverá ser instalado dentro de cada caixa de medição M1 ou CPD; q) caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixas de policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente com caixa tipo CPD e P1-E e atender as prescrições estabelecidas no subitem 7.15 desta NTD.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 63/187 16. PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELETRICA COM O USO DE CAIXAS DE POLICARBONATO Além das montagens dos padrões de entrada com caixas metálicas, a CEB-D permite a montagens desses padrões com caixas de policarbonato, desde que atenda as prescrições estabelecidas no subitem 7.15 desta NTD,e os subitens a seguir. Não será permitida a mesclagem, no mesmo padrão de entrada, de caixas metálicas com caixas de policarbonato. Este item define os tipos de caixas de policarbonato que poderão ser utilizados na montagem dos padrões de entrada de energia elétrica com medição individual ou agrupadas com até 6 medições. Na montagem dos padrões de entrada de energia elétrica com o uso de caixas de policarbonato deverão ser obedecidas as demais prescrições estabelecidas nesta NTD. 16.1. Padrão de Entrada de Energia Elétrica com Medição Individual As caixas de policarbonato poderão ser utilizadas na montagem dos padrões de entrada com medição individual, desde que estejam abrigadas e livres dos raios ultravioleta. NOTA: Na montagem do padrão de entrada com medição individual deverá ser utilizada somente a caixa de policarbonato polifásica tipo P1-I, conforme Desenho 76. 16.2. Padrão de Entrada de Energia Elétrica com até 6 Medições Agrupadas Na montagem dos padrões de entrada com o uso de caixas de policarbonato agrupadas com até 6 medições, deverão ser obedecidas as combinações estabelecidas nas Tabelas 13 e 14. As caixas de policarbonato poderão ser utilizadas na montagem dos padrões de entrada com medição agrupada, desde que estejam abrigadas e livres dos raios ultravioleta. Na montagem dos padrões de entrada, com o uso de caixas de policarbonato agrupadas com até 4 medições, instaladas em transformadores monofásicos, de acordo com o item 15 desta NTD, deverão ser obedecidas as combinações estabelecidas nasTabelas 15 e 16. As caixas de policarbonato deverão atender o que prescreve a NTD 3.49 - Caixas em Policarbonato para Equipamentos de Medição e Proteção.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 64/187 A fim de garantir a qualidade do produto, a uniformidade de procedimentos, a continuidade elétrica e a segurança das instalações, a medição agrupada deve ser montada apenas nas próprias dependências dos fabricantes das caixas, ou por montador autorizado pelo fabricante e sob a responsabilidade deste. 16.2.1. Tipos de Caixas de Policarbonato para Equipamentos de Medição e Proteção Conforme definido no item 5, itens 5.7 a 5.9, os tipos de caixas de policarbonato necessários para a montagem dos padrões de entrada com até 6 medições agrupadas são: a) Caixa para Medição e Proteção – P1-E, conforme Desenho 77; b) Caixa para Proteção e Derivação – CPD, conforme Desenho 78. 16.2.2. Detalhes Construtivos da Montagem do Padrão de Entrada com Caixas de Policarbonato Agrupadas com até 6 Medições Os detalhes construtivos da montagem do padrão de entrada com caixas de policarbonato agrupadas com até 6 medições estão ilustrados nos Desenhos 77 a 85. 17. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 17.1. Antes da montagem do padrão de entrada, a CEB-D orientará em campo o consumidor para a correta montagem do padrão de entrada da unidade consumidora. Para tanto, o orientador da CEB-D preencherá e assinará o formulário de Orientação Técnica específico, ao tipo de padrão de entrada a ser montado e entregará esta orientação para o consumidor ou responsável. NOTA: A CEB-D recomenda que a montagem do padrão de entrada de energia elétrica seja executada por profissional devidamente capacitado. 17.2. Após a montagem do padrão de entrada, o consumidor acionará a CEB-D que procederá a vistoria do padrão de entrada da unidade consumidora.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 65/187 18. VISTORIA Na vistoria do padrão de entrada da unidade consumidora, a CEB-D utilizará o formulário de Ficha de Vistoria – FDV para verificar se a instalação está em conformidade com esta NTD, com destaque para os seguintes itens: 18.1. Localização e Identificação da Unidade Consumidora; 18.2. Ramal de Entrada e Rama de Ligação; 18.3. Poste e Pontalete ou Fachada da Edificação; 18.4. Eletroduto; 18.5. Ramal: de Entrada e de Saída, Aéreo ou Subterrâneo, Alimentador, do Medidor e de Derivação; 18.6. Localização da Medição; 18.7. Caixas Metálicas: Caixas de Medição – M1 e/ou P1, Proteção – CP e Derivação – MT; 18.8. Caixas de Policarbonato: Caixas de Medição – P1-I ou P1-E e Caixa de Proteção e Derivação - CPD; 18.9. Aterramento; NOTA: Além dos itens acima, o vistoriador deverá dar atenção especial aos seguintes itens: 18.10. Os materiais a seguir devem estar em conformidade com a homologação dos fabricantes e da especificação técnica da CEB-D: • Postes e pontaletes; • Caixas de medição, de derivação e de proteção; • Eletrodutos de aço; • Armação secundária. 18.11. Os materiais e equipamentos devem ser identificados com a marca do fabricante e das características mínimas exigidas no item 18.10 estampada em seu corpo;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 66/187 • Haste de aterramento; • Disjuntores; • Dispositivo de proteção contra surtos - DPS • Condutores; • Cabeçote de 135° de aço carbono zincado a quente; • Eletrodutos de PVC. 18.12. Os itens de segurança da instalação: • Aterramento, conexões, instalação da haste de aterramento; • Dispositivo(s) de proteção, capacidade do disjuntor; • Seção adequada do condutor; • Condutor neutro com isolação ou cobertura na cor azul clara; • Condutor de proteção – PE com isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; • Distância de condutores ao solo, edificações e entre circuitos diferentes. 18.13. Instalar placa de endereço de material durável, identificando a unidade consumidora e escrita de forma legível e indelével. 19. CONTROLE DE QUALIDADE DOS MATERIAIS Os materiais instalados no padrão de entrada devem seguir as normas técnicas da ABNT e as especificações técnicas adotadas pela CEB-D. A aplicação de materiais de fabricantes não homologados ou sem identificação, acarretará na reprovação do padrão de entrada, não se executando, portanto, a ligação da unidade consumidora. 19.1.Especificações Técnica Os materiais deverão possuir as seguintes características mínimas: 19.1.1. As caixas metálicas de medição, de derivação e de proteção devem estar em conformidade com a NTD-3.06 Padrão de Caixas de Medição, Proteção e Derivação para Medição Individual e Agrupada e Desenhos 45 e 46; • O fabricante dará garantia do produto, e portanto, deverá identificar na tampa frontal das Caixas Padrão, de forma legível e indelével, as seguintes informações: a) nome ou marca do fabricante; b) mês e ano de fabricação; c) número de série ou lote;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 67/187 d) espessura mínima de 70 µm; e) NBR 15820. 19.1.2. As caixas de policarbonato deverão atender o que prescreve a NTD 3.49 - Caixas em Policarbonato para Equipamentos de Medição e Proteção e Desenhos 76, 77 e 78; • A tampa e o corpo da caixa devem ser identificados, de forma legível e indelével, no mínimo com as seguintes informações: a) nome e/ou marca comercial do fabricante; b)mês e ano de fabricação; c)símbolo indicativo de que o material é resistente a raios ultravioleta; d)número de série ou lote; e)NBR 15820. 19.1.3. Os postes e pontaletes particulares e o poste particular padrão econômico devem ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme Desenhos 48 e 49 e Tabelas 17 ou 18 e ter as seguintes características: • Tubo de aço conforme NBR 6323 e NBR 6591, deve possuir etiqueta constando, de forma legível e indelével, as seguintes informações: a) tubo de aço rígido (com ou sem) costura; b) nome ou marca do fabricante; c) diâmetro nominal; d) espessura da chapa; e) comprimento; f) marca de engastamento; g) resistência nominal. 19.1.4. O poste de concreto seção duplo T, conforme Desenho 47 e Tabela 19 e ter as seguintes características: • Poste de concreto seção duplo T, conforme NBR8451-2 e NBR8451-1 e possuir ainda: a) nome ou marca do fabricante; b) comprimento; c) resistência mecânica nominal; d) data de fabricação; e) marca de engastamento.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 68/187 19.1.5. Os eletrodutos de PVC Rígido Rosqueável, ou de aço carbono tipo zincado à quente ou corrugado de PEAD devem possuir no mínimo as seguintes características técnicas: • Eletroduto de PVC rígido rosqueável,conforme NBR15465, deve trazer em seu corpo, marcado de forma legível e indelével, as seguintes informações: a) nome ou marcado fabricante; b) número da NBR15465; c) diâmetro nominal; d) classe (A ou B) e e) eletroduto de PVC rígido. • Eletroduto de aço carbono zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598, deve possuir marcação constando, de forma legível e indelével, as seguintes informações: a) eletroduto rígido (com ou sem) costura; b) nome ou marca do fabricante; c) número da NBR 5597 ou NBR 5598; d) diâmetro nominal. • Eletroduto corrugado de PEAD, conforme NBR 15715, deve possuir marcação constando, de forma legível e indelével, as seguintes informações: a) eletroduto corrugado de Polietileno de Alta Densidade – PEAD; b) nome ou marca do fabricante; c) número da NBR 15715; d) diâmetro nominal. 19.1.6. Acessórios para eletroduto corrugado de PEAD, citados abaixo,devem possuir no mínimo as seguintes características técnicas: • Tampão/Terminal corrugado de PEAD; • Luva para Conexão de PEAD; • Luva de Transição de Material de PEAD; • Conexão para Caixa Metálica. a) material de Polietileno da Alta Densidade – PEAD; b) nome ou marca do fabricante; c) número da NBR 15715; d) diâmetro nominal.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 69/187 19.1.7. Outros acessórios para eletroduto corrugado de PEAD, citados abaixo, devem possuir no mínimo as seguintes características técnicas: a) fita de vedação ou mastique: • Largura e comprimentos variáveis em função do diâmetro nominal do eletroduto corrugado; • Deve ser fornecido em forma de kit, contendo duas fitas de vedação ou mastique e um rolo de fita de proteção ou filme de PVC, devidamente embalados. b) fita de proteção ou filme de PVC: • Transparente; • Aderente; • Largura adequada. c) fio Guia: • Fio de aço galvanizado; • Carga de ruptura mínima de 50 kgf. 19.1.8. A fita de sinalização de eletrodutos subterrâneos deve possuir as seguintes características técnicas: a) nome ou marca do fabricante; b) sinalização identificada de forma legível e indelével com os seguintes dizeres na cor vermelha: “CUIDADO – ENERGIA ELÉTRICA” ou similar; c) cor amarela, d) largura de 100 mm. 19.1.9. Os condutores devem possuir as seguintes características técnicas: • Os fios de cobre isolado unipolar devem possuir as seguintes características: a) fios de cobre isolados unipolares, isolação em cloreto de polivinila – PVC 70ºC tensões 450/750 V, conforme NBR NM 247-3; • Os cabos de cobre isolado unipolar devem possuir as seguintes características: b) cabos de cobre isolados unipolares, isolação em cloreto de polivinila – PVC 70ºC tensões 450/750 V, conforme NBR NM 247-3;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 70/187 c) cabos isolados, classe de encordoamento 2 ou 3, isolação em cloreto de polivinila – PVC 70ºC tensões 0,6/1kV, conforme NBR NM 280; • Os cabos de alumínio multiplexados devem possuir as seguintes características técnicas e estar em conformidade com as: d) EMD 03.005 – Cabos de Alumínio Mulplexados Coloridos (Auto-sustentados de 0,6/1,0 kV): e) NBR 8182 isolação extrudada de PE ou XLPE, para tensões até 0,6/1 kV. 19.1.10. Os disjuntores, conforme NBR NM 60898, devem possuir as seguintes características técnicas: • Disjuntores do padrão de entrada instalados em local de rede de distribuição aérea: a) disjuntor termomagnético monopolar, bipolar ou tripolar, conforme Tabela 10, 11, 14 ou 16: b) corrente nominal (A); c) capacidade de interrupção mínima de 4,5 kA; d) curva de atuação tipo C; e) classe de tensão de operação 380/220 V; f) selo de certificação do INMETRO; g) norma IEC ou NEMA. • Disjuntores do padrão de entrada instalados em local de rede de distribuição subterrânea: a) disjuntor termomagnético monopolar, bipolar ou tripolar, conforme Tabela 10, 11, 14 ou 16; b) corrente nominal (A); c) capacidade de interrupção mínima de 10 kA; d) curva de atuação tipo C; e) classe de tensão de operação 380/220 V; f) selo de certificação do INMETRO; g) norma IEC ou NEMA. 19.1.11. Os Dispositivo de Proteção contra Surtos – DPS a serem instalados no padrão de entrada devem possuir as seguintes características técnicas, conforme Desenho 66: a) classe II;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 71/187 b) máxima tensão de operação contínua (Uc): ≥ 242 V; c) corrente nominal de descarga (In): ≥ 5 kA; d) norma aplicável: IEC 61643-1; e) nível de proteção (tensão residual): 1,5 kV em 220 V ou 2,5 kV em 380 V; f) selo de certificação do INMETRO. 19.1.12. As hastes de aterramento tipo cobreada, conforme NBR 13571, devem atender a EMD 08.032 – Haste de Aterramento Aço Cobreada com Conector Tipo Cunha - Cobre Estanhado, conforme Desenhos 53. • As hastes devem ser adequadamente identificadas, em baixo relevo, de modo legível e indelével: a) nome ou marca do fabricante; b) mês/ano de fabricação; c) número da NBR13571; d) diâmetro nominal (mm); e) comprimento (mm); f) espessura do revestimento de cobre – 0,25 mm. 19.1.13. A caixa de inspeção para aterramento com haste deverá ter as seguintes características técnicas mínimas no ato da vistoria da CEB-D, conforme Desenho 41, e ser fabricada com os seguintes materiais: • Caixa de alvenaria de tijolo a) deve ser construída em tijolo maciço ou furado; b) deve possuir acabamento em reboco; c) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: largura de 200x200 mm e profundidade de 250 mm; d) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa; e) deve possuir aro com tampão T-16 em aço nodular, conforme NBR 6916; f) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão T-16 em aço nodular o número da NBR 6916. • Caixa de concreto pré-moldado a) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: largura de 200x200 mm e profundidade de 250 mm; b) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa; c) deve possuir aro com tampão T-16 em aço nodular, conforme NBR 6916;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 72/187 d) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão T-16 em aço nodular o número da NBR 6916. • Caixa circular de PVC a) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: diâmetro de 300 mm e profundidade de 250 mm; b) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa; c) deve possuir aro com tampão em aço nodular, conforme NBR 6916, adequado para a caixa de PVC; d) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão em aço nodular o número da NBR 6916. 19.1.14. A caixa de passagem tipo CB1 deverá ter as seguintes características técnicas mínimas no ato da vistoria da CEB-D, conforme Desenho 43, e ser fabricada com os seguintes materiais: • Caixa de alvenaria de tijolo a) deve ser construída em tijolo maciço ou furado; b) deve possuir acabamento em reboco; c) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: largura de 800x800 mm e profundidade de 800 mm; d) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa; e) deve possuir aro com tampão T-33 em aço nodular, conforme NBR 6916; f) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão T-33 em aço nodular o número da NBR 6916. • Caixa de concreto pré-moldado a) deve possuir as seguintes dimensões mínimas: largura de 800x800 mm e profundidade de 800 mm; b) deve ser instalado dreno com brita no fundo da caixa; c) deve possuir aro com tampão T-33 em aço nodular, conforme NBR 6916; d) deve ser gravado em alto ou baixo relevo no tampão T-33 em aço nodular o número da NBR 6916. 19.1.15. O cabeçote de 135° deve ser de aço carbono zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598, de acordo com o Desenho 55, e possuir as seguintes características técnicas mínimas:
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 73/187 • Os cabeçotes devem ser identificados, em baixo relevo, de modo legível e indelével, conforme Desenho 55: a) nome ou marca do fabricante; b) mês/ano de fabricação; c) diâmetro nominal (mm). 19.1.16. As ferragens, tais como: cintas, braçadeiras, parafusos, porcas, arruelas, armação secundária de dois estribos com haste e cupilha, tampão, niples, etc. devem atender as prescrições técnicas estabelecidas na NBR 8159; NOTA: Os niples poderão ser de PVC rígido desde que sejam de mesmo material dos eletrodutos de PVC rígido, conforme NBR 15465. 19.1.17. Os tampões para postes ou pontaletes particulares devem ser de PVC e ter o mesmo material dos eletrodutos de PVC rígido, conforme NBR 15465, ou de aço carbono zincado a quente, conforme NBR 6323 e Desenhos 48 e 49. 19.1.18. Os parafusos chumbadores da armação secundária de dois estribos deverão atender as prescrições estabelecidas na NBR 8159 e Desenho 71. 19.1.19. A fita de aço inoxidável com fecho de aço inoxidável deve atender as seguintes especificações técnicas mínimas: a) nome ou marca do fabricante; b) mês/ano de fabricação; c) largura de 19 mm; d) espessura de 0,5 mm. 19.1.20. O arame de aço galvanizado deve atender as seguintes especificações técnicas mínimas: a) diâmetro de 2,11 mm; 19.1.21. Os isoladores roldanas devem ser de porcelana, conforme NBR 6249 e Desenho 70. 20. INSPEÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES DAS UNIDADES CONSUMIDORAS Após a ligação da unidade consumidora, a CEB-D fará inspeções periódicas e, caso as condições técnicas ou de segurança das instalações não estejam de acordo com
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 74/187 esta norma, será solicitada uma reforma ou adequação no padrão de entrada. Se a reforma ou adequação não for executada, a CEB-D poderá desligar a unidade consumidora, para tanto o empregado ou prestador de serviço da CEB-D deverá preencher o formulário Termo de Notificação de Irregularidade – TNI, estabelecendo o prazo para que o consumidor regularize as pendências apontadas, conforme a seguir: a) trinta dias de prazo para as seguintes situações sem risco iminente de acidentes: • Caixa danificada (enferrujada); • Caixa sem dispositivo para lacre; • Tampa sem vidro ou com vidro quebrado; • Padrão de entrada em local inadequado (dentro de banheiros, salas, cozinhas, em vitrines, atrás de portas, fora do limite da propriedade do consumidor); • Padrão de entrada embaixo a rede de AT ou BT; • Poste particular soldado; • Poste particular enferrujado; • Caixa de medição fora da altura padrão; • Padrão de entrada com condutor de aterramento seccionado ou sem condutor de aterramento, etc. NOTA: A CEB-D não poderá exigir a adequação do padrão de entrada quando este estiver em boas condições técnicas e de segurança. b) trinta dias de prazo para as seguintes situações sem risco iminente de acidentes: • Uso de carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição da CEB-D ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outras unidades consumidoras, ligadas sem conhecimento prévio da CEB-D ou operadas de forma inadequada; • Aumento de carga que exija a elevação da potência disponibilizada, à revelia da CEB-D; • Instalações internas em desacordo com as normas e padrões da ABNT e CONMETRO, que ofereçam riscos à segurança de pessoas ou bens; • Instalações do padrão de entrada de energia elétrica em desacordo com as Normas e Padrões da CEB-D, que ofereçam riscos à segurança de pessoas ou bens; • Encerramento do prazo de 90 dias para solução da dificuldade transitória encontrada pelo consumidor para instalação do padrão de entrada de energia elétrica que possibilite a instalação do medidor;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 75/187 • Encerramento do prazo para o fornecimento provisório de energia elétrica, 3 (três) ciclos completos de faturamento se o consumidor não tiver atendido o que dispõe esta NTD para a ligação definitiva; e, • Impedimento ao acesso dos empregados da CEB-D e seus prepostos, devidamente identificados pelo crachá, uniformizados e com Ordem de Serviço especifica, a qualquer parte das suas instalações elétricas. 21. DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E DEMANDA Para dimensionar o padrão de entrada é necessário determinar a carga instalada que define o tipo de fornecimento M ou B e demanda para os tipos T, ou seja, aqueles com carga instalada superiores a 22 kW ou nas situações em que a unidade consumidora possuir equipamentos que necessitem de ligação trifásica. 21.1. Cálculo da Carga Instalada O consumidor deve determinar a carga instalada da unidade consumidora, somando as potências em kW das lâmpadas, aparelhos eletrodomésticos e eletroprofissionais, conforme Tabela 01 aparelhos de aquecimento e ar condicionado, conforme Tabelas 02 e 03, e motores, conforme Tabelas 06 e 07, cuja instalação está prevista em sua unidade consumidora. Os aparelhos com previsão de serem adquiridos e instalados futuramente devem também entrar no cálculo. Não devem ser incluídos no cálculo aparelhos de reserva. Quando o consumidor dispuser de dados de placa dos equipamentos, devem ser desconsiderados os valores tabelados nesta NTD. 21.2.Determinação da Demanda para Edificações Individuais O cálculo da demanda provável da unidade consumidora, necessário para o dimensionamento do padrão de entrada com medição trifásica, é de inteira responsabilidade do consumidor. A CEB-D sugere que a demanda (D) seja determinada pela expressão: = + + + (1) Onde: a = demanda, em kVA, das potências para iluminação e tomadas, calculada conforme Tabela 5;
  • 78.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 76/187 b = demanda, em kVA, de todos os aparelhos de aquecimento e condicionamento de ar (chuveiros, aquecedores, fornos, fogões, aparelhos individuais de ar condicionado etc.), calculada conforme Tabelas 2 e 3; c = demanda, em kVA, dos motores e máquinas de solda tipo motor-gerador, de acordo com a Tabelas 6 e 7; d = demanda, em kVA, das máquinas de solda a transformador e aparelhos de Raios X, conforme indicados a seguir: • 100% da potência, em kVA, da maior máquina de solda somada a 100% do maior aparelho de Raios X; • mais 70% da potência, em kVA, da segunda maior máquina de solda somada a 70% do segundo maior aparelho de Raios X; • mais 50% da potência, em kVA, da terceira maior máquina de solda somada a 50% do terceiro maior aparelho de Raios X; • mais 30% da potência, em kVA, das demais máquinas de solda e aparelhos de Raios X. NOTAS: 1) Não deve ser computada a potência dos aparelhos de reserva; 2) As ampliações de cargas, previstas ou prováveis, deverão também ser consideradas no cálculo da demanda. 21.3.Exemplo de Cálculo de Demanda – D a) Calcular a Demanda (D) e dimensionar o Tipo de Fornecimento de energia elétrica da unidade consumidora que possui a seguinte relação descritiva de cargas: • Iluminação = 3.200 W; • Tomada = 5.000 W; • Chuveiro = 3 x 5600 W; • Ar Condicionado = 2 de 10.000 BTUs; • Motor Monofásico = 2 x 3 cv; • Motor Trifásico = 2 x 3 cv; • Máquina de Solda a Transformador = 3 x 3 kVA. = + + + (1) Conforme a fórmula (1) acima, a demanda a será calculada de acordo com a Tabela 5.
  • 79.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 77/187 a = (Iluminação + Tomada) x FD FD – Fator de Demanda a = (3,2 + 5 ) x FD a = (8,2) x 0,31 a = 2,54 kVA Conforme a fórmula (1), a demanda b será calculada de acordo com as Tabelas 2 e 3. b = (Aparelhos de Aquecimento x FD) + (Aparelhos de Condicionamento de Ar x FD) 2 x Ar Condicionado de 10.000 BTUs, conforme Tabela 2 = 2 x 1,65 kVA 3 x Chuveiro = 3 x 5,6 kW Conforme Tabela 3: b = (3 x 5,6 x 0,55) + (2 x 1,65 x 0,92) b = (9,24) + (3,03) b = 12,27 kVA Conforme a fórmula sugerida a demanda c será calculada de acordo com as Tabelas 6 e 7. c = (Motor Monofásico, conforme Tabela 6 + Motor Trifásico, conforme Tabela 7) c = (2 x Potência Absorvida pelo Motor Monofásico + 2 x Potência Absorvida pelo Motor Trifásico) c = (2 x 3,3 + 2 x 3,49) c = (6,6 + 6,98) c = 13,58 kVA Conforme a fórmula sugerida a demanda d será calculada de acordo com os dados a seguir: d = (100% da Potência em kVA da maior máquina de solda + 70% da Potência em kVA da segunda maior máquina de solda + 50% da Potência em kVA da terceira maior máquina de solda) d = (1 x 3 + 0,7 x 3 + 0,5 x 3) d = (3 + 2,1 + 1,5) d = 6,6 kVA Cálculo da Demanda – D D = a + b + c + d (kVA) D = 2,54 + 12,27 + 13,58 + 6,6 D = 34,99 kVA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 78/187 De acordo com a Demanda – D calculada e verificando a Tabela 11, temos: Não existem restrições para a ligação dos motores da relação descritiva de cargas da unidade consumidora no Tipo de Fornecimento T2. Tipo de FornecimentoT2: 26 < D ≤ 36 kVA b) Calcular a Demanda – D e dimensionar o Tipo de Fornecimento da unidade consumidora do exemplo anterior, aplicando os Fatores de Utilização – FU e de Simultaneidade – FS para os motores da relação descritiva das cargas. D = a + b + c + d (kVA) a = 2,54 kVA, de acordo com Tabela 5 b = 12,27 kVA, de acordo com Tabelas 2 e 3 c = 13,58 kVA, de acordo com Tabelas 6 e 7 Aplicando o FU e FS, de acordo com as Tabelas 8 e 9, temos: FU para Motores de 3 a 15 cv, FU = 0,83; FS para 4 Motores de 3 a 15 cv, FS = 0,80. Logo, o novo c = 13,58 x FU x FS c = 13,58 x 0,83 x 0,80 Novo c = 9,01 kVA d = 6,6 kVA Cálculo da Nova Demanda – D D = a + b + c + d (kVA) D = 2,54 + 12,27 + 9,01 + 6,6 D = 30,43 kVA De acordo com a Nova Demanda – D calculada e verificando a Tabela 11, temos: Não existem restrições para a ligação dos motores da relação descritiva de cargas da unidade consumidora no Tipo de Fornecimento T2. Tipo de FornecimentoT2: 26 < D ≤ 36 kVA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 79/187 TABELAS
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 80/187 TABELA 01: POTÊNCIAS TÍPICAS DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS E ELETROPROFISSIONAIS ITEM APARELHOS POTÊNCIAS TÍPICAS (W) 1 Aparelho de DVD 100 2 Aquecedor de água por acumulação Até 100 litros 1500 3 De 100 a 300 litros 2500 4 de 300 a 600 litros 3000 5 Aquecedor de água por passagem 6000 6 Aspirador de pó 400 a 1200 7 Barbeador 12 8 Batedeira 100 a 300 9 Cafeteira 600 a 1200 10 Carregador de celular 5 a10 11 Centrífuga 250 12 Churrasqueira (resistência elétrica) 3800 13 Churrasqueira (motor p/ espeto giratório) 90 14 Chuveiro 4.400 a 8600 15 Circulador de ar 90 a 200 16 Condicionador de Ar Ver Tabela 2 17 Conjunto de som 100 18 Cortador de grama 500 a 1300 19 Depurador 450 20 Esterilizador 200 21 Exaustor 170 22 Espremedor de frutas 200 23 Fax 30 24 Ferro de passar roupa 600 a 2000 25 Forno 1500 a 4500 26 Forno de microondas 600 a 1500 27 Freezer 350 a 500 28 Geladeira 100 a 240 29 Grill 900 a 1200 30 Home Theater 350 31 Impressora a jato de tinta 70 a 160 32 Impressora a laser 400 33 Liquidificador 300 34 Máquina de costura 100 35 Máquina de lavar louças 1500
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 81/187 36 Máquina de lavar roupas 550 37 Máquina de secar de roupas 3500 38 Microcomputador (CPU e Monitor) 300 39 Projetor de slides 250 40 Secador de cabelos 500 a 1400 41 Telefone sem fio 10 42 Televisor 75 a 300 43 Torneira 2500 a 3800 44 Torradeira 500 a 1.200 45 Triturador de lixo 300 46 Ventilador (portátil) 120 47 Ventilador (de pé) 300 48 Video game 15 NOTA: O consumidor, caso seja possível, poderá optar por adotar os dados de placa dos equipamentos para o cálculo da carga instalada ou demanda.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 82/187 TABELA 02: POTÊNCIAS DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA MINICENTRAIS CAPACIDADE POTÊNCIA NOMINAL TR kcal kW BTU Kcal kW kVA 7.100 1.775 0,90 1,10 3,00 9.000 5,2 8.500 2.125 1,30 1,50 4,00 12.000 7,0 10.000 2.500 1,40 1,65 5,00 15.000 8,7 12.000 3.000 1,60 1,90 6,00 18.000 10,4 14.000 3.500 1,90 2,10 7,50 22.500 13,0 18.000 4.500 2,60 2,86 8,00 24.000 13,9 21.000 5.250 2,80 3,08 10,00 30.000 18,9 27.000 6.875 3,30 3,70 12,50 37.500 21,7 30.000 7.500 3,60 4,00 15,00 45.000 26,0 - - - 17,00 51.000 29,5 - - - 20,00 60.000 34,7 NOTAS: 1) BTU – British Termic Unit; 2) kcal – quilocaloria; 3) TR – tonelada de refrigeração.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 83/187 TABELA 03: FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AQUECIMENTO E AR CONDICIONADO FATOR DE DEMANDA NÚMERO DE APARELHOS APARELHOS DE AQUECIMENTO APARELHOS DE AR CONDICIONADO ≤ ≤ ≤ ≤ 3,5 kW > > > > 3,5 kW ≤ ≤ ≤ ≤ 3,5 kW > > > > 3,5 kW 1 1,00 1,00 1,00 1,00 2 0,75 0,65 0,92 0,88 3 0,70 0,55 0,90 0,85 4 0,66 0,50 0,89 0,83 5 0,62 0,45 0,87 0,82 6 0,59 0,43 0,86 0,81 7 0,56 0,40 0,85 0,80 8 0,53 0,36 0,84 0,79 9 0,51 0,35 0,84 0,78 10 0,49 0,34 0,83 0,78 11 0,47 0,32 0,82 0,77 12 0,45 0,32 0,82 0,77 13 0,43 0,32 0,81 0,77 14 0,41 0,32 0,80 0,77 15 0,40 0,32 0,80 0,77 16 0,39 0,28 0,80 0,76 17 0,38 0,28 0,79 0,76 18 0,37 0,28 0,79 0,76 19 0,36 0,28 0,79 0,76 20 a 29 0,33 0,26 0,78 0,75 30 a 39 0,32 0,22 0,77 0,74 40 a 49 0,32 0,20 0,77 0,73 50 a 59 0,31 0,18 0,77 0,73 Acima de 59 0,30 0,16 0,77 0,72 NOTAS: 1) Para unidades centrais de condicionamento de ar, deverá ser tomado fator de demanda igual a 1 (um); 2) O número de aparelhos considerados refere-se a aparelhos de uma mesma espécie e destinados à mesma utilização.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 84/187 TABELA 04: FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS ATÉ 600 W Nº ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA (FD) 01 Abatedouro de animais e conservas de carne 0,40 02 Agricultura 0,28 03 Agropecuária 0,30 04 Avicultura 0,33 05 Britamento ou usinagem de pedras, mármores etc. 0,55 06 Centro de saúde 0,30 07 Clube 0,62 08 Comércio varejista de veículos 0,40 09 Depósito e armazém geral 0,45 10 Edifício público 0,50 11 Embaixada 0,35 12 Empresa jornalística 0,35 13 Entidade beneficente 0,25 14 Escritório 0,70 15 Estabelecimento de crédito 0,60 16 Estabelecimento de ensino 0,50 17 Fábrica de massas alimentícias 0,50 18 Fábrica de móveis, serraria 0,45 19 Frigorífico 0,50 20 Grande loja 0,75 21 Granja e cultivo de flores e frutos 0,45 22 Hospital 0,50 23 Hotel 0,50 24 Igreja 0,60 25 Indústria de bebidas 0,65 26 Indústria de cerâmica 0,62 27 Indústria de couro 0,45 28 Indústria de laticínios 0,60 29 Indústria gráfica 0,36 30 Lavanderia 0,70 31 Posto de gasolina 0,67 32 Oficina mecânica 0,35 33 Padaria e confeitaria 0,70 34 Loja 0,55 35 Quartel 0,45 36 Restaurante 0,75 37 Serralheria, artefato e estrutura metálica 0,41 38 Supermercado 0,55 39 Teatro, cinema 0,70 40 Usina de asfalto 0,66 NOTA: Os valores acima são orientativos e compete ao consumidor a responsabilidade pela adoção de fatores mais próximos da realidade.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 85/187 TABELA 05: FATORES DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS RESIDENCIAIS CARGA INSTALADA (kW) FATOR DE DEMANDA (FD) C ≤ 1 0,86 1 < C ≤ 2 0,75 2 < C ≤ 3 0,66 3 < C ≤ 4 0,59 4 < C ≤ 5 0,52 5 < C ≤ 6 0,45 6 < C ≤ 7 0,40 7 < C ≤ 8 0,35 8 < C ≤ 9 0,31 9 < C ≤ 10 0,27 C > 10 0,24 NOTA: Os valores acima são orientativos, competindo ao consumidor a responsabilidade pela adoção de fatores mais próximos da realidade.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 86/187 TABELA 06: POTÊNCIA DE MOTORES MONOFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE CORRENTE NOMINAL RENDIMENTO FATOR DE POTÊNCIA 220 V 440 V 75% da Potência Nominal cv kW (kVA) (A) (A) η η η η % cos ϕ ϕ ϕ ϕ 1/6 0,12 0,49 1,80 0,90 39 0,64 1/4 0,18 0.82 3,00 1,50 40 0,56 1/3 0,25 1,01 3,80 1,90 44 0,55 1/2 0,37 1,09 4,50 2,25 55 0,61 3/4 0,55 1,53 6,50 3,25 60 0,60 1 0,75 1,57 6,25 3,15 67 0,70 1,5 1,10 1,80 7,50 3,75 72 0,85 2,0 1,50 2,47 10,50 5,25 71 0,84 3,0 2,20 3,30 14,00 7,00 76 0,88 4,0 3,00 4,23 19,00 8,50 79 0,88 5,0 3,70 5,05 22,00 11,00 80 0,91 NOTAS: 1) Os valores foram obtidos de dados de fabricante e devem ser utilizados quando não se dispuser dos mesmos nas placas dos motores; 2) Os valores da coluna – Potência Absorvida da Rede (kVA), foram obtidos da seguinte forma: = × , η η η η × ! Onde: P – potência η η η η – rendimento Peixo – potência no eixo cos ϕ ϕ ϕ ϕ - fator de potência 3) Os valores da tabela são válidos para motores que operam a 1800 rpm; 4) O uso de motores com potência superior a 5 cv deve ser objeto de consulta à CEB-D.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 87/187 TABELA 07: POTÊNCIA DE MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE CORRENTE NOMINAL RENDIMENTO FATOR DE POTÊNCIA 380V 75% da Potência Nominal cv kW kVA A η η η η% Cos φ 0,16 (1/6) 0,12 0,41 0,50 50,0 0,58 0,25 (1/4) 0,18 0,57 0,65 56,0 0,58 0,33 (1/3) 0,25 0,66 0,82 62,0 0,59 0,5 (1/2) 0,37 0,97 1,20 64,0 0,59 0,75 (3/4) 0,55 1,33 1,68 69,0 0,60 1,0 0,75 1,29 1,78 74,0 0,77 1,5 1,10 2,02 2,77 72,0 0,76 2,0 1,5 2,79 3,74 77,5 0,68 3,0 2,2 3,49 4,96 79,0 0.80 4,0 3,0 4,91 6,71 80,0 0.75 5,0 3,7 5,52 7,99 83,3 0,80 6,0 4,5 6,49 9,43 84,0 0,81 7,5 5,5 8,15 11,52 88,0 0,77 10 7,5 10,85 15,22 87,0 0,78 12,5 9,20 13,48 18,52 87,5 0,78 15 11,0 15,45 22,0 88,2 0,81 20 15,0 20,87 30,57 89,3 0.79 25 18,5 26,55 38,04 90,0 0.77 30 22,0 29,14 42,21 90,2 0,84 NOTAS: 1) Os valores foram obtidos de dados de fabricante e devem ser utilizados quando não se dispuser dos mesmos nas placas dos motores; 2) Para motores de alto rendimento, utilizar dados de placa; 3) Os valores da coluna - Potência Absorvida da Rede (kVA) foram obtidos da seguinte forma:
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 88/187 = × , η η η η × ! Onde: P – potência η η η η – rendimento Peixo – potência no eixo cos ϕ ϕ ϕ ϕ - fator de potência 4) os valores da tabela são válidos para motores que operam a 1800 rpm; 5) o uso de motores com potência superior a 30 cv deve ser objeto de consulta à CEB. TABELA 08: FATORES DE UTILIZAÇÃO (Fu) APARELHOS FATOR DE UTILIZAÇÃO Motores de 3/4a 2,5 CV 0,70 Motores de 3 a 15 CV 0,83 Motores de 20 a 30 CV 0,85 Fornos a resistência 1,00 Soldadores 1,00 TABELA 09: FATORES DE SIMULTANEIDADE (Fs) APARELHOS NÚMERO DE APARELHOS 2 4 5 8 10 15 20 50 Motores até 2,5cv 0,85 0,80 0,75 0,70 0,60 0,55 0,50 0,40 Motores de 3 a 15cv 0,852 0,80 0,75 0,75 0,70 0,65 0,55 0,45 Motores de 20 a 30cv 0,80 0,80 0,80 0,75 0,65 0,60 0,60 0,50 Fornos Resistores 1,0 1,0 - - - - - - NOTAS: 1) A simultaneidade está relacionada com o tipo de instalação elétrica. Seu emprego é de responsabilidade do consumidor; 2) Caso a quantidade de motores ou aparelhos não esteja relacionadana tabela acima, considerar a pior situação.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 89/187 EXEMPLO DE APLICAÇÃO: Quatro motores trifásicos de 10 cv - Calcular a demanda absorvida da rede, admitindo-se a aplicação do fator de utilização (FU) e de simultaneidade (FS): = × , η η η η × ! = " × , , # × , # = " , #$ Este valor pode ser localizado diretamente na Tabela 07. Demanda Total: D =nº de motores x P(kVA) x FU x FS = 4 x 10,85 x 0,83 x 0,80 = 28,82 kVA Estes valores podem ser localizados diretamente nas tabelas 08 e 09. Fu = 0,83 (Tabela 08) Fs = 0,80 (Tabela 09) TABELA 10: DIMENSIONAMENTO DOS TIPOS DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO E BIFÁSICO TIPO CARGA INSTALADA CI (kW) NUMERO DE: DISJUNTOR (A) RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO MULTIPLEX (mm²) EMD – 03.005 – CEB-D RAMAL DE ENTRADA ATERRAMENTO mm² CONDUTOR DE PROTEÇÃO PE mm² CONDUTORES DE COBRE mm² ELETRODUTO DN – DIÂMETRO NOMINAL (MM) FASES FIOS PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL NBR15465 (NOTA A) AÇO NBR 5597 OU 5598 (NOTA B) M1 CI ≤ 8 1 2 35 D 16 1 # 6 (6) 25 25 6 6 M2 8 < CI ≤ 11 1 2 50 D 16 1 # 10 (10) 25 25 10 10 B1 11< CI ≤15 2 3 35 T 16 2 # 6 (6) 32 32 6 6 B2 15 <CI ≤ 22 2 3 50 T 16 2 # 10 (10) 32 32 10 10 NOTAS: 1) Quando se tratar de ramal de entrada aéreo conectado ao ramal de ligação aéreo, o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 2) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 3) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou corrugado de PEAD;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 90/187 4) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser de mesmo material, conforme especificação da CEB-D; 5) Os condutores do ramal de entrada aéreo, quando o ramal de ligação for aéreo, devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280; 6) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, apropriado para instalação subterrânea; 7) Os números entre parênteses indicam a seção do condutor neutro; 8) O condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; 9) O condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, conforme detalha o Desenho 35; 10) O condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; 11) O condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e Aterramento; 12) As letras D e T dos ramais de ligação aéreo referem-se a condutores duplex, triplex e quadruplex, respectivamente; 13) Os condutores do ramal de ligação monofásico - Duplex deverão ser cabos multiplexados, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A – preta, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto- sustentados de 0,6/1,0 kV); 14) Os condutores do ramal de ligação bifásico - Triplex deverão ser cabos multiplexados, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A e B – pretas, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV); 15) A instalação do ramal de ligação aéreo será realizada pela CEB-D, bem como as suas conexões ao ramal de entrada aéreo do consumidor e à rede de BT; 16) A instalação do ramal de saída aéreo será realizada pelo consumidor, bem como as conexões entre a parte tubulada e a parte aérea; 17)Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas, teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões, restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades, comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida uma via da “ART de execução”; 18) Admite-se a utilização de disjuntores padrão NEMA ou IEC. Nesse último caso, o disjuntor de 35A da tabela deve ser substituído por 32 A; 19)Poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem do padrão de entrada com medição individual; 20)As caixas de policarbonato somente poderão ser montadas em padrões de entrada abrigados e livres dos raios ultravioleta.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 91/187 21)Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixa de policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente com caixa tipo P1- I, desde que esteja montado em local abrigado e livre dos raios ultravioleta; 22)Os condutores deverão ser dimensionados para uma queda de tensão máxima de 4% a partir do padrão de entrada. TABELA 11: DIMENSIONAMENTO DOS TIPOS DE FORNECIMENTO TRIFÁSICOS TIPO CARGA INSTALAD A CI (kW) NUMERO DE: DISJUNTOR (A) RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO MULTIPLEX (mm²) EMD – 03.005 – CEB-D RAMAL DE ENTRADA ATERRAMENTO mm² CONDUTOR DE PROTEÇÃO PE mm² CONDUTORES DE COBRE mm² ELETRODUTO DN – DIÂMETRO NOMINAL (MM) FASES FIOS PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL NBR15465 (NOTA A) AÇO NBR 5597 OU 5598 (NOTA B) T1 D ≤ 26 3 4 40 Q 16 3 # 10 (10) 32 32 10 10 T2 26 < D ≤ 39 3 4 60 ou 63 Q 16 3 # 16 (16) 32 32 16 16 T3 39 < D ≤ 46 3 4 70 ou 80 Q 35 3 # 25(25) 40 40 16 16 T4 46 < D ≤ 6 3 4 100 Q 35 3 # 35(35) 50 50 16 16 NOTAS: 1) Quando se tratar de ramal de entrada aéreo conectado ao ramal de ligação aéreo, o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 2) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 3) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou corrugado de PEAD; 4) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser de mesmo material, conforme especificação da CEB-D; 5) Os condutores do ramal de entrada aéreo, quando o ramal de ligação for aéreo, devem ser fios ou cabos de cobre isentos de emendas, com isolação em
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 92/187 PVC para 70ºC 0,6/1 kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280; 6) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila - PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, apropriado para instalação subterrânea; 7) Para seções de condutores superiores ao de 10 mm² é obrigatório o uso de cabos e em ramal de entrada subterrâneo o condutor deve ser cabo para qualquer seção; 8) Os números entre parênteses indicam a seção do condutor neutro; 9) O condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; 10) O condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 27; 11) O condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; 12) O condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e de Aterramento; 13) A letra Q dos ramais de ligação aéreo refere-se a condutor quadruplex; 14) Os condutores do ramal de ligação trifásico - Quadruplex deverão ser cabos multiplexados coloridos, sendo neutro nú auto-sustentadoe fases: A – preta, B – cinza e C – vermelha, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV); 15) A instalação do ramal de ligação aéreo será realizada pela CEB-D, bem como as suas conexões ao ramal de entrada aéreo do consumidor e à rede de BT; 16) A instalação do ramal de saída aéreo será realizada pelo consumidor, bem como as conexões entre a parte tubulada e a parte aérea; 17) Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas, teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões, restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades, comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida uma via da “ART de execução”; 18) Admite-se a utilização de disjuntores padrão NEMA ou IEC. Nesse último caso, o disjuntor de 35 A da tabela deve ser substituído por 32 A; 19) Poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem do padrão de entrada com medição individual; 20) As caixas de policarbonato somente poderão ser montadas em padrões de entrada abrigados e livres dos raios ultravioleta. 21) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixa de policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente com caixa tipo P1- I, desde que esteja montado em local abrigado e livre dos raios ultravioleta; 22)Os condutores deverão ser dimensionados para uma queda de tensão máxima de 4% a partir do padrão de entrada.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 93/187 TABELA 12: DISPOSITIVOS DE PARTIDA PARA MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA DO MOTOR (CV) MOTOR ROTOR TIPO DE DISPOSITIVO TIPO DE PARTIDA Até 5 CV Indução Gaiola - Direta 5 < P ≤ 25 Indução Gaiola Estrela/Triângulo Série/Paralelo Chave Compensadora Indireta Manual Qualquer Rotor Bobinado Resistências ou Reatâncias de Partida 5 < P ≤ 30 Indução Gaiola Estrela/Triângulo Chave Compensadora Série/Paralelo Partida Suave (nota 4) Indireta Automática NOTAS: 1) Para motores de até 5 cv admite-se uma corrente de partida de até 6 vezes a sua corrente nominal para um tempo não superior a 10 segundos; 2) Motores maiores que 5 cv considerou-se uma redução da corrente de partida em 1/3, associada a um tempo de arranque inferior a 25 segundos; 3) Não é recomendável que os motores excedam o limite de 4 partidas por hora. O excesso de partidas pode ocasionar flutuação de tensão e distúrbios na rede; 4) O termo “partida suave” refere-se a chave de partida estática para aceleração, desaceleração e proteção de motores elétricos de indução trifásicos, através do controle de tensão aplicada ao motor, conhecida também como Soft- Starter.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 94/187 TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA – FOLHA 1/5 – COMBINAÇÕES PARA AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS TIPOS DE FORNECIMENTO (FASE DE CONEXÃO) TIPO DE MEDIÇÃO M1 (C) + M1 (B) MA 1 M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 3 M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 5 M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C)+ M1 (B) MA 5 M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C)+ M1 (B)+ M1 (A) MA 5 M2 (C) + M1 (B) MA 2 M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 4 M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) MA 5 M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) + M1 (A) MA 5 M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 M2 (C) + M2 (B) MA 2 M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 4 M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (A) MA 5 M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (A) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA 4 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M1 (C) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6 M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA 6 NOTAS: 1) Os Tipos de Fornecimento devem ter seus condutores fases distribuídos conforme coluna Fase de Conexão (FASES A,B e C); 2) A soma das correntes, por fases, não deve ultrapassar a corrente elétrica limite, para os Ramais de Entrada MA1 a MA6, estabelecida na Tabela 14.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 95/187 TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA – FOLHA 2/5 – COMBINAÇÕES PARA AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS TIPOS DE FORNECIMENTO (FASE DE CONEXÃO) TIPO DE MEDIÇÃO B1 (C, B) + M1 (A) MA 1 B1 (C, B) + M1 (A)+ M1 (C) MA 5 B1 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 5 B1 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 5 B1 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) MA 4 B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) MA 5 B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 5 B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) MA 6 B1 (C,B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6 B1 (C, B) + M2 (A) + M2 (C)+ M2 (B) + M2 (A) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) MA 5 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) MA 5 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) + M1 (A) MA 5 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (B) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, B) + M2 (A) MA 5 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B)+ M1 (A) + M1 (A) + M1 (C) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M2 (A) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (A) + M2 (B) + M1 (C) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) MA 5 B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + M1 (C) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + B1 (C, B) MA 6 B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + B1 (C, B) + M1 (A) MA 6
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 96/187 TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA – FOLHA 3/5 – COMBINAÇÕES PARA AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS TIPOS DE FORNECIMENTO (FASE DE CONEXÃO) TIPO DE MEDIÇÃO B2 (C, B) + M1 (A) MA 4 B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (A) MA 5 B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6 B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) +M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) +M1 (A) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) MA 4 B2 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + M2 (A) + M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (A) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + M2 (B) + M2 (A) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) MA 6 B2 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + B2 (C, A) MA 6 B2 (C, B) + B2 (C, A) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + B2 (C, A) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + B2 (C, A) + M2 (B) MA 6 B2 (C, B) + B2 (C, A) + M2 (B) + M2 (A) MA 6 B2 (C, B) + B2 (C, A) + M2 (B) + M1 (A) MA 6 B2 (C, B) + B2 (C, A) + B1 (B, A) MA 6 B2 (C, B) + B2 (C, A) + B2 (B, A) MA 6
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 97/187 TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA - MA – FOLHA4/5 – COMBINAÇÕES PARA AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS TIPOS DE FORNECIMENTO (FASE DE CONEXÃO) TIPO DE MEDIÇÃO T1 (C, B, A) + M1 (C) MA 5 T1 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) MA 5 T1 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 5 T1 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6 T1 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6 T1 (C, B, A) + M2 (C) MA 6 T1 (C, B, A) + M2 (C) + M1 (B) MA 6 T1 (C, B, A) + M2 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) MA 6 T1 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) + M1 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) MA 5 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1 (A) MA 5 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1 (A) + M1 (C) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1(A) + M1(C) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M2 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + M2 (A) + M1 (C) + M1 (B) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + B1 (C, A) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + B1 (C, A) + M1 (B) + M1 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + B1 (C, B) + B1 (C, A) + B1 (B, A) MA 6 T1 (C, B, A) + B2 (C, B) MA 6 T1 (C, B, A) + B2 (C, B) + M1 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + B2 (C, B) + M1 (A) + M1 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + B2 (C, B) + M2 (A) MA 6 T1 (C, B, A) + T1 (C, B, A) MA 6
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 98/187 TABELA 13: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA – FOLHA 5/5 – COMBINAÇÕES PARA AGRUPAMENTO DE ATÉ 6 UNIDADES CONSUMIDORAS TIPOS DE FORNECIMENTO (FASE DE CONEXÃO) TIPO DE MEDIÇÃO T2 (C, B, A) + M1 (C) MA6 T2 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) MA6 T2 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA6 T2 (C, B, A) + M2 (C) MA6 T2 (C, B, A) + M2 (C) + M1 (B) MA6 T2 (C, B, A) + M2 (C) + M1 (B) + M1(A) MA6 T2 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) MA6 T2 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M1 (A) MA 6 T2 (C, B, A) + M2 (C) + M2 (B) + M2 (A) MA6 T2 (C, B, A) + B1 (C, B) MA6 T2 (C, B, A) + B1 (C, B) + M1 (A) MA6 T2 (C, B, A) + B1 (C, B) + M2 (A) MA6 T2 (C, B, A) + B2 (C, B) MA6 T2 (C, B, A) + B2 (C, B) + M1 (A) MA6 T2 (C, B, A) + B2 (C, B) + M2 (A) MA6 T2 (C, B, A) + T1 (C, B, A) MA6 T3 (C, B, A) + M1 (C) MA6 T3 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) MA6 T3 (C, B, A) + M1 (C) + M1 (B) + M1 (A) MA6 T3 (C, B, A) + B1 (B, C) MA6 T3 (C, B, A) + B1(C, B) + M1 (A) MA6 T3 (C, B, A) + T1 (C, B, A) MA6
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 99/187 TABELA 14: COMBINAÇÕES PARA ATÉ 6 MEDIÇÕES AGRUPADAS – MA NOTAS: 1) Quando se tratar de ramal de entrada aéreo conectado ao ramal de ligação aéreo, o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 2) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 3) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou corrugado de PEAD; 4) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser de mesmo material, conforme especificação da CEB-D; 5) Para as medições agrupadas localizadas em áreas atendidas por meio de rede subterrânea, usar obrigatoriamente eletrodutos com diâmetro nominal de 50 mm na entrada de energia, conforme especificações da CEB-D; MEDIÇÃO AGRUPADA DISJUNTOR TRIPOLAR DA CAIXA CP ou CPD MÁXIMA CORRENTE POR FASE (A) RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO MULTIPLEX EMD – 03.005 – CEB- D(mm 2 ) RAMAL DE ENTRADA ATERRAMENTO (mm²) CONDUTOR DE PROTEÇÃO PE mm² CONDUTORES DE COBRE (mm 2 ) ELETRODUTO DN – diâmetro nominal (MILÍMETROS) PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL NBR 15465 (NOTA 1) AÇO NBR 5597 e NBR 5598 (NOTA 2) MA 1 - 35 T 16 2 # 6 (6) 32 32 6 SERÁ DE MESMA SEÇÃO DO CONDUTOR NEUTRO DO RAMAL DE SAÍDA DE CADA UNIDADE CONSUMIDORA LIMITADO A 16 mm² MA 2 - 50 T 16 2 # 10 (10) 32 32 10 MA 3 - 35 Q 16 3 # 6 (6) 40 40 6 MA 4 - 50 Q 16 3 # 10 (10) 50 40 10 MA 5 70 75 Q 35 3 # 25 (25) 50 40 16 MA 6 100 110 Q 35 3 # 35 (35) 50 50 16
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 100/187 6) Os condutores do ramal de entrada aéreo, quando o ramal de ligação for aéreo, devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR 6880; 7) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, apropriado para instalação subterrânea, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280; 8) Para seções de condutores superiores ao de 10 mm² é obrigatório o uso de cabos e em ramal de entrada subterrâneo o condutor deve ser cabo para qualquer seção; 9) Os números entre parênteses indicam a seção do condutor neutro; 10) O condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; 11) O condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 35; 12) Ocondutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; 13) O condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e Aterramento; 14) A instalação do ramal de ligação aéreo será realizada pela CEB-D, bem como as suas conexões ao ramal de entrada aéreo do consumidor e à rede de BT; 15) Não será permitido ramal de saída aéreo no padrão de entrada com medição agrupada; 16) Os condutores do ramal de medidor de cada unidade consumidora devem ser ligados ao condutor de derivação, de forma que as correntes sejam distribuídas entre as fases,conforme Tabela 13; 17) Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas, teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões, restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades, comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida uma via da “ART de execução”; 18) As letras T e Q dos ramais de ligação referem-se a condutores triplex e quadruplex, respectivamente; 19) Os condutores do ramal de ligação bifásico – Triplex deverão ser cabos multiplexados coloridos, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A e B – pretas, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV); 20) Os condutores do ramal de ligação – Quadruplex deverão ser cabos multiplexados coloridos, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A – preta, B – cinza e C – vermelha, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV); 21) A proteção geral instalada na caixa CP ou CPD deverá ser feita por disjuntor tripolar com capacidade dada por esta tabela, podendo ser padrão NEMA ou IEC;
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 101/187 22) Nos tipos de Medição Agrupada MA 5 e MA 6 o DPS deverá instalado dentro da CP ou CPD; 23) Nos tipos de Medição Agrupada MA 1, MA 2, MA 3 e MA 4 o DPS deverá ser instalado dentro de cada caixa de medição metálica M1 ou P1 ou caixa de medição de policarbonato P1-E. 24) Poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem do padrão de entrada com medição agrupada; 25) Não será permitida a mesclagem, no mesmo padrão de entrada, de caixas metálicas com caixas de policarbonato; 26) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixas de policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente com caixa tipo CPD e P1-E. 27) As caixas de policarbonato somente poderão ser montadas em padrões de entrada abrigados e livres dos raios ultravioleta. 28) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixa de policarbonato, única, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente com caixa tipo P1- I, desde que esteja montado em local abrigado e livre dos raios ultravioleta. TABELA 15: MEDIÇÃO AGRUPADA – MA, LIGADAS EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA COM TRANSFORMADOR MONOFÁSICO DE 37,5 KVA, 100 A, TENSÃO SECUNDÁRIO 220/440 VOLTS – COMBINAÇÕES PARA AGRUPAMENTO DE ATÉ 4 (QUATRO) UNIDADES CONSUMIDORAS MONOFÁSICAS TIPOS DE FORNECIMENTO (FASE DE CONEXÃO) TIPO DE MEDIÇÃO M1 (A) + M1 (B) MA 7 M1 (A) + M1 (B) + M1 (B) MA 9 M1 (A) + M1 (A) + M1 (B) + M1 (B) MA 9 M2 (A) + M1(B) MA 8 M2 (A) + M1 (B) + M1(B) MA 9 M2 (A) + M1 (A) + M1 (B) + M1 (B) MA 10 M2 (A) + M2 (B) MA 8 M2 (A) + M2 (B) + M1 (B) MA 10 M2 (A) + M2 (B) + M1 (B) + M1 (A) MA 10 NOTAS: 1) Os Tipos de Fornecimento devem ter seus condutores fases distribuídos conforme coluna Fase de Conexão, sendo que fase A e fase B correspondem às buchas secundárias X1 e X2 do transformador monofásico, respectivamente; 2) A soma das correntes, por fases A ou B, não deve ultrapassar a corrente elétrica limite, para os Ramais de Entrada MA7 a MA10, estabelecida na Tabela 16.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 102/187 TABELA 16: COMBINAÇÕES PARA ATÉ 4 MEDIÇÕES AGRUPADAS – MA LIGADAS EM TRANSFORMADOR MONOFÁSICO NOTAS: 1) Quando se tratar de ramal de entrada aéreo conectado ao ramal de ligação aéreo, o eletroduto deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 2) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 3) Quando se tratar de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou corrugado de PEAD; 4) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser de mesmo material, conforme especificação da CEB-D; 5) Os condutores do ramal de entrada aéreo, quando o ramal de ligação for aéreo, devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR 280; 6) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em PVC para 70 ºC 0,6/1kV, apropriado para instalação subterrânea, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280; MEDIÇÃO AGRUPADA DISJUNTOR BIPOLAR DA CAIXA CP MÁXIMA CORRENTE POR FASE (A) RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO MULTIPLEX EMD – 03.005 – CEB-D RAMAL DE ENTRADA ATERRAMENTO (mm²) CONDUTOR DE PROTEÇÃO PE mm² CONDUTORES DE COBRE (mm 2 ) ELETRODUTO DN – diâmetro nominal (MILÍMETROS) (mm 2 ) PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL NBR 15465 (NOTA 1) AÇO NBR 5597 e NBR 5598 (NOTA 2) MA 7 - 35 T 16 2 # 6 (6) 32 32 6 SERÁ DE MESMA SEÇÃO DO CONDUTOR NEUTRO DO RAMAL DE SAÍDA DE CADA UNIDADE CONSUMIDORA LIMITADO A 16 mm² MA 8 - 50 T 16 2 # 10 (10) 32 32 10 MA 9 70 70 T 35 2 # 25 (25) 40 40 16 MA 10 100 85 T 35 2 # 35 (35) 50 50 16
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 103/187 7) Para seções de condutores superiores ao de 10 mm² é obrigatório o uso de cabos e em ramal de entrada subterrâneo o condutor deve ser cabo para qualquer seção; 8) Os números entre parênteses indicam a seção do condutor neutro; 9) O condutor neutro deve ter isolação ou cobertura na cor azul-clara; 10) O condutor PE deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde; conforme detalha o Desenho 27; 11) O condutor de Aterramento deve ter isolação ou cobertura na cor verde-amarela ou verde, mesma cor do condutor PE, conforme detalha o Desenho 35; 12) O condutor fase deve ter isolação ou cobertura em cor distinta ao neutro, ao PE e Aterramento; 13) A instalação do ramal de ligação aéreo será realizada pela CEB-D, bem como as suas conexões ao ramal de entrada aéreo do consumidor e à rede de BT; 14) Não será permitido ramal de saída aéreo no padrão de entrada com medição agrupada; 15) Os condutores do ramal de medidor de cada unidade consumidora devem ser ligados ao condutor de derivação, de forma que as correntes sejam distribuídas entre as fases conforme Tabela 15; 16) Para o atendimento de padrões de entrada de energia de unidades consumidoras em locais de aglomeração de pessoas, tais como: cinemas, teatros, igrejas, auditórios, circos, quermesses, parques de diversões, restaurantes, centros comerciais, locais para a realização de festividades, comícios, espetáculos e exposições ou ainda locais que, pela natureza dos trabalhos executados ou de materiais neles mantidos, possa haver presença de líquidos, gases, vapores, poeiras, fibras, inflamáveis ou explosivos, será exigida uma via da “ART de execução”; 17) A letra T dos ramais de ligação aéreo referem-se a condutores triplex, respectivamente; 18) Os condutores do ramal de ligação bifásico – Triplex deverão ser cabos multiplexados coloridos, sendo neutro nú auto-sustentado e fases: A e B – pretas, conforme EMD 03.005 – CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS COLORIDOS (auto-sustentados de 0,6/1,0 kV); (Verificar existência de cabo multiplexado colorido triplex); 19) Poderão ser adotadas caixas metálicas ou de policarbonato para a montagem do padrão de entrada com medição agrupada; 20) Não será permitida a mesclagem, no mesmo padrão de entrada, de caixas metálicas com caixas de policarbonato; 21) A proteção geral instalada na caixa CP ou CPD, deverá ser feita por disjuntor bipolar com capacidade dada por esta tabela, podendo ser padrão NEMA ou IEC; 22) Nos tipos de Medição Agrupada MA 9 e MA 10 o DPS deverá ser instalado dentro da CP ou CPD; 23) Nos tipos de Medição Agrupada MA 7 e MA 8 o DPS deverá ser instalado dentro de cada caixa de medição M1 ou CPD; 24) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixas de policarbonato, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente com caixa tipo CPD e P1-E. 25) As caixas de policarbonato somente poderão ser montadas em padrões de entrada abrigados e livres dos raios ultravioleta.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 104/187 26) Caso o consumidor faça a opção por montar o padrão de entrada com caixa de policarbonato, única, neste caso, o padrão de entrada deverá ser montado somente com caixa tipo P1- I, desde que esteja montado em local abrigado e livre dos raios ultravioleta; TABELA 17: POSTES E PONTALETES PARTICULARES DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE – CONFORME DESENHO 48 TIPOS DE POSTES E PONTALETES TIPOS DE FORNECIMENTO DIMENSÕES MÍNIMAS (mm) RESISTÊNCIA MECÂNICA (daN) MASSA APROXIMADA (kg) L E C A B PONTALETES PT2 M1, M2, B1, B2, T1, T2, T3, T4 3000 500 2,25 102 80 100 18 POSTES PA1 M1, M2, B1,B2, T1,T2 5000 1000 2,25 76 60 30 20 PA2 T3,T4 5000 1000 5,00 102 80 125 60 PA3 M1, M2, B1, B2, T1,T2 7000 1000 2,25 102 80 40 38 PA4 T3, T4 7000 1000 5,00 102 100 135 80 LEGENDA: L = Comprimento total do poste ou pontalete de aço particular; E = Engastamento (comprimento a ser enterrado e concretado no solo – poste ou fixado na parede da edificação – pontalete); C = Espessura da parede do poste ou pontalete particular; A = Diâmetro do poste ou pontalete particular redondo; B = Diâmetro do poste ou pontalete particular quadrado. NOTAS: 1) Não será permitida a ancoragem do ramal de saída aéreo em padrão de entrada com pontalete de aço particular; 2) Não será permitida a ancoragem do ramal de saída aéreo em padrão de entrada com medição agrupada em poste de aço particular ou poste de concreto seção duplo T; 3) Será obrigatória a apresentação de uma cópia da “ART” de execução, devidamente assinada por um engenheiro civil ou técnico de edificações, quando o padrão de entrada de energia possuir disjuntor geral a partir de 70 A e o ramal de ligação aéreo de 35 mm² for ancorado em pontalete de aço particular ou na fachada da edificação; 4) Será obrigatória a concretagem da base (engastamento) do poste de aço particular instalado no padrão de entrada com medição individual, com ramal de ligação aéreo com cabo quadruplex, com tipo de fornecimento trifásico – T1, T2, T3 e T4, conforme , conforme Nota 4 e 5 da Tabela 17; 5) Será obrigatória a concretagem da base (engastamento) do poste de aço particular instalado no padrão de entrada com medição agrupada, com ramal de ligação aéreo com cabo quadruplex, tipo de fornecimento MA3, MA4, MA5 e MA6 conforme Notas 4 e 5 da Tabela 17.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 105/187 TABELA18: POSTE PARTICULAR DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE – PADRÃO ECONÔMICO – CONFORME DESENHO 49 TIPOS DE POSTES TIPOS DE FORNECIMENTO DIMENSÕES MÍNIMAS (mm) RESISTÊNCIA MECÂNICA (daN) MASSA APROXIMADA (kg) L E C A B POSTES PA-1A M1 5000 1000 2,00 - 60 30 27,7 PA-1B M1 7000 1000 2,00 - 70 30 34 LEGENDA: L= Comprimento total do poste ou pontalete de aço particular; E=Engastamento (comprimento a ser enterrado e concretado no solo – poste ou fixado na parede da edificação – pontalete); C= Espessura da parede do poste ou pontalete particular; A = Diâmetro do poste ou pontalete particular redondo; B = Diâmetro do poste ou pontalete particular quadrado. NOTAS: 1) O Poste Padrão Econômico deverá atender somente unidades consumidoras com tipo de fornecimento monofásico – M1, conforme Tabela 10 desta NTD; 2) O Poste Padrão Econômico deverá ser montado somente com caixa metálica monofásica – tipo M1, conforme NTD 3.06 - Padrão de Caixas de Medição, Proteção e Derivação para Medição Individual e Agrupada. TABELA 19: POSTE PARTICULAR DE CONCRETO SEÇÃO DUPLO T – CONFORME DESENHO 47 COMPRIMENTO NOMINAL – L (mm) ENGASTAMENTO (mm) RESISTÊNCIA MECÂNICA (daN) TIPOS DE FORNECIMENTO POSTES 5.000 1000 90 M1, M2, B1, B2, T1, T2, T3 E T4 7.000 1000 NOTAS: 1) O poste de concreto seção duplo T deverá ser instalado com a face lisa, lado de maior esforço mecânico, voltada para a rede de distribuição aérea da CEB-D, onde deverá ser instalada a armação secundária de um estribo com roldana para ancoragem do ramal de ligação; 2) Para a montagem do padrão de entrada em poste duplo T, deverão ser obedecidas as mesmas prescrições desta NTD para montagem em poste de aço particular.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 106/187 TABELA 20: CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE ELETRODUTOS DE PVC ROSQUEÁVEL E AÇO CARBONO ZINCADO À QUENTE REFERÊNCIA DA ROSCA (pol) PVC ROSQUEÁVEL NBR 15465/08 AÇO NBR 5597/13 NBR 5598/13 DIÂMETRO NOMINAL (mm) DIÂMETRO EXTERNO (mm) e (mm) classe DIÂMETRO NOMINAL (mm) NBR 5597/13 NBR 5598/13 A B DIÂMETR O EXTERNO (mm) e (mm) DIÂMETRO EXTERNO (mm) e (mm) ½” 20 21,1 ± 0,3 2,5 1,8 15 21,3 2,25 21,3 2,25 ¾” 25 26,2 ± 0,3 2,6 2,3 20 26,7 2,25 26,9 2,25 1” 32 33,2 ± 0,3 3,2 2,7 25 33,4 2,65 33,7 2,65 1 ¼” 40 42,2 ± 0,3 3,6 2,9 32 42,2 3,00 42,4 3,00 1 ½” 50 47,8 ± 0,4 4,0 3,0 40 48,3 3,00 48,3 3,00 2” 60 59,4 ± 0,4 4,6 3,1 50 60,3 3,35 60,3 3,35 2 ½” 75 75,1 ± 0,4 5,5 3,8 65 73,0 3,75 76,1 3,35 3” 85 88,0 ± 0,4 6,2 4,0 80 88,9 3,75 88,9 3,75 4” - - - - 100 114,3 4,25 114,3 4,25 NOTAS: 1) Quando em “Ramal de Entrada Aéreo ou de Saída Aéreo instalados em Poste Particular”, os eletrodutos devem ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme especificação da CEB-D; 2) Quando em “Ramal de Entrada Aéreo instalado em Pontalete”, os eletrodutos devem ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme especificação da CEB-D; 3) Quando tratar-se de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 4) Quando tratar-se de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou corrugado de PEAD, conforme especificação da CEB-D; 5) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser de mesmo material, conforme especificação da CEB-D; 6) Para as medições agrupadas localizadas em áreas atendidas através de rede subterrânea usar eletrodutos com diâmetro nominal de 50 mm na entrada de energia, conforme especificações da CEB-D.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 107/187 TABELA 21: CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE ELETRODUTOS CORRUGADOS DE PEAD E ELETRODUTOS DE AÇOCARBONO ZINCADO À QUENTE REFERÊNCIA DA ROSCA (pol) CORRUGADO DE PEAD NBR 15715/2009 AÇO NBR 5597/13 NBR 5598/13 DIÂMETRO NOMINAL (mm) DIÂMETRO EXTERNO (mm) DIÂMETRO INTERNO (mm) DIÂMETRO NOMINAL (mm) NBR 5597/13 NBR 5598/13 DIÂMETRO EXTERNO (mm) e (mm) DIÂMETRO EXTERNO (mm) e (mm) ½” - - - 15 21,3 2,25 21,3 2,25 ¾” - - - 20 26,7 2,25 26,9 2,25 1” - - - 25 33,4 2,65 33,7 2,65 1 ¼” 30 41,3 31,5 32 42,2 3,00 42,4 3,00 1 ½” 40 56,0 43,0 40 48,3 3,00 48,3 3,00 2” 50 63,4 50,8 50 60,3 3,35 60,3 3,35 2 ½” - - - 65 73,0 3,75 76,1 3,35 3” 75 89 75 80 88,9 3,75 88,9 3,75 4” 100 124,5 103,0 100 114,3 4,25 114,3 4,25 NOTAS: 1) Quando em “Ramal de Entrada Aéreo ou de Saída Aéreo instalados em Poste Particular”, os eletrodutos devem ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme especificação da CEB-D; 2) Quando em “Ramal de Entrada Aéreo instalado em Pontalete”, os eletrodutos devem ser de aço carbono tipo zincado a quente, conforme especificação da CEB-D; 3) Quando tratar-se de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto de descida junto ao poste da CEB-D, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente; 4) Quando tratar-se de ramal de entrada subterrâneo em local de rede aérea, o eletroduto que deriva do poste da CEB-D até o padrão de entrada, que protege fisicamente os condutores, deve ser de aço carbono tipo zincado a quente ou corrugado de PEAD, conforme especificação da CEB-D; 5) Os acessórios de corrugado necessários para interligação do eletroduto de PEAD ao eletroduto de aço carbono junto poste da CEB-D, bem como aqueles de interligação deste eletroduto corrugado de PEAD à caixa metálica deverá ser de mesmo material, conforme especificação da CEB-D; 6) Para as medições agrupadas localizadas em áreas atendidas através de rede subterrânea usar eletrodutos com diâmetro nominal de 50 mm na entrada de energia, conforme especificações da CEB-D.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 108/187 TABELA 22: CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE, EM AMPÈRES, PARA CONDUTORES DE COBRE COM ISOLAÇÃO EM PVC, TEMPERATURAS: DO CONDUTOR 70°C, DO AMBIENTE 30ºC E DO SOLO 20ºC SEÇÃO NOMINAIS (mm 2 ) MANEIRAS DE INSTALAR B1 B2 D G (a) 6 36 34 39 51 10 50 46 52 71 16 68 62 67 97 25 89 80 86 130 35 110 99 103 162 (a) Cabos unipolares espaçados verticalmente. NOTAS: 1) A tabela acima é aplicável a condutores isolados e cabos unipolares com isolação em PVC, com temperatura de 70ºC no condutor, de acordo com a Tabela 36 da NBR 5410; 2) Maneiras de Instalar os condutores, de acordo com asTabelas 33e 38 da NBR 5410: B1 – Condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto embutido em alvenaria ou eletroduto aparente; B2 – Cabo unipolares em espaço de construção ou cabo multipolar em eletroduto embutido em alvenaria; D – Cabos unipolares em eletroduto enterrado no solo; G – Condutores nus ou isolados sobre isoladores ao ar livre. 3) Em áreas sujeitas a umidade e atritos em instalações expostas, deverão ser instalados cabos unipolares 0,6/1 kV; 4) Condutores multipolares serão aceitos após a medição, observadas as maneiras de instalar; 5) Para cabos com cobertura EPR ou XLPE ou outras formas de instalação, consultar asTabelas 33, 36, 37 e 39 da NBR 5410; 6) Para situações diferentes das indicadas na tabela acima, deverão ser utilizados fatores de correção recomendados nas Tabelas 40 a 45 da NBR 5410.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 109/187 TABELA 23: SEÇÃO MÍNIMA DOS CONDUTORES NEUTRO (N), FASES, PROTEÇÃO (PE) E DE ATERRAMENTO COR E SEÇÃO DOS CONDUTORES (mm²) Fase – F Neutro – N Proteção – PE Aterramento Diferente do Neutro e do Proteção Azul Clara Verde-Amarelo ou Verde Verde-Amarelo ou Verde 6 6 6 6 10 10 10 10 16 16 16 16 25 25 16 16 35 35 16 16 NOTAS: 1) O condutor de aterramento deverá ser isolado e possuir a dupla coloração verde- amarelo ou verde, com isolação em PVC, com temperatura de 70ºC; 2) Os condutores devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em composto termoplástico de cloreto de polivinila – PVC para 70 ºC 0,6/1kV, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR 280; 3) Em instalação subterrânea os condutores devem ser cabos de cobre unipolares isentos de emendas, com cobertura, isolação em PVC para 70 ºC 0,6/1kV, apropriado para instalação subterrânea, dupla isolação, não podendo ser cabo de alta flexibilidade, conforme NBR NM 280; 4) Para seções de condutores superiores ao de 10 mm² é obrigatório o uso de cabos e em ramal de entrada subterrâneo o condutor deve ser cabo para qualquer seção.
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 110/187 TABELA 24: RELAÇÃO DE MATERIAIS DOS DESENHOS RELAÇÃO DE MATERIAIS DOS DESENHOS Item Descrição 1 Alça preformada de serviço, fornecida e instalada pela CEB-D 2 Arame de aço galvanizado & de 2,11 mm 3 Armação secundária de aço tipo zincado a quente com dois estribos e dois isoladores roldana 4 Arruela para eletroduto ou acessório para eletroduto corrugado de PEAD 5 Braçadeira de aço zincado de fixação da caixa de medição e proteção ao poste 6 Bucha para eletroduto ou acessório para eletroduto corrugado de PEAD 7 Cabeçote de 135° de aço carbono zincado a quente 8 Caixa para medição e proteção – M1 e/ou P1 9 Parafuso chumbador de aço zincado & 16 x 150 mm, com porca e arruela quadrada 10 Condutor de alumínio tipo multiplex, fornecido e instalado pela CEB-D 11 Condutor de cobre isolado em PVC 70°C 0,6/1 kV, dupla isolação 12 Condutor de proteção – PE ou de aterramento, condutor de cobre isolado em PVC 70°C 0,6/1 kV, dupla isolação, na coloração verde-amarelo ou verde 13 Conector de derivação tipo cunha para haste de aterramento de aço cobreado 14 Conector de derivação secundária tipo cunha, fornecido e instalado pela CEB-D 15 Curva em aço carbono tipo zincado a quente de 135° 16 Curva de aço carbono tipo zincado a quente de 45° 17 Disjuntor termomagnético, conforme padrão NEMA ou IEC 18 Eletroduto de aço carbono tipo zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598 19 Eletroduto de PVC rígido rosqueável, conforme NBR 15465 20 Fita de aço inoxidável com largura de 6 mm e fecho 21 Conjunto flange com bucha, arruela e massa calafetadora 22 Haste de aço cobreado (cobre-alma) para aterramento, conforme especificação CEB-D 23 Cinta ou braçadeira ou parafuso & 16 mm de aço carbono zincado a quente, comprimento adequado 24 Pontalete particular de aço carbono tipo zincado a quente 25 Poste particular de aço carbono tipo zincado a quente ou de concreto seção duplo T 26 Cinta de aço carbono tipo zincada a quente ou de liga de alumínio 27 Nippler de aço carbono tipo zincado a quente, conforme NBR 5597 ou NBR 5598, ou em PVC rígido rosqueável, conforme NRR 15465 28 Dispositivo de proteção contra surtos – DPS 29 Eletroduto corrugado de PEAD 30 Caixa de derivação – MT 2/1 ou MT 3/2 31 Caixa de proteção – CP 32 Curva de aço carbono tipo zincado a quente de 90°
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 111/187 DESENHOS
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 112/187 I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA DESENHO 1. RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO ANCORADO EM POSTE E PONTALETE PARTICULAR
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 113/187 I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA DESENHO 2. RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO ANCORADO EM POSTE PARTICULAR E NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 114/187 I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA DESENHO 3. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO INSTALADO DO MESMO LADO DA REDE EM RELAÇÃO À VIA PÚBLICA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 115/187 I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA DESENHO 4. RAMAL DE LIGAÇÃO E DE ENTRADA SUBTERRÂNEO
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 116/187 I. LOCALIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA DESENHO 5. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA EM CONDOMÍNIOS COM ARRUAMENTO INTERNO, COM RESTRIÇÃO AO ACESSO DE PESSOAS OU VEÍCULOS, QUE CONFIGURE PROPRIEDADE PARTICULAR DO CONSUMIDOR – VIA INTERNA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 117/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 6. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE PARTICULAR SEM ALVENARIA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 118/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 7. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE DE CONCRETO SEÇÃO DUPLO T PARTICULAR SEM ALVENARIA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 119/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 8. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE PARTICULAR INSTALADO EM MURO COM RECUO LATERAL E GRADE FRONTAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 120/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 9. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE PARTICULAR COM GRADE FRONTAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 121/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 10. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE PARTICULAR COM MURO FRONTAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 122/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 11. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM POSTE PARTICULAR INSTALADO EM MURETA LATERAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 123/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 12. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM PONTALETE PARTICULAR INSTALADO NA EDIFICAÇÃO
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 124/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 13. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO INSTALADO NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 125/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 14. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO INSTALADO EM MURO LATERAL
  • 128.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 126/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 15. ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO INSTALADO NO MURO FRONTAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 127/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 16. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO INSTALADO EM MURETA FRONTAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 128/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 17. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO INSTALADO EM MURETA LATERAL, SEM MURO OU GRADE FRONTAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 129/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 18. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA EM CONDOMÍNIOS COM ARRUAMENTO INTERNO, COM RESTRIÇÃO AO ACESSO DE PESSOAS OU VEÍCULOS, QUE CONFIGURE PROPRIEDADE PARTICULAR DO CONSUMIDOR – VIA INTERNA EM MURO FRONTAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 130/187 II. LOCALIZAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 19. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA EM CONDOMÍNIOS COM ARRUAMENTO INTERNO, COM RESTRIÇÃO AO ACESSO DE PESSOAS OU VEÍCULOS, QUE CONFIGURE PROPRIEDADE PARTICULAR DO CONSUMIDOR – VIA INTERNA EM MURO FRONTAL
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 131/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 20. ANCORAGEM EM POSTE SEM ALVENARIA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 132/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 21. ANCORAGEM EM POSTE COM ALVENARIA – MURO FRONTAL
  • 135.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 133/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 22. ANCORAGEM EM PONTALETE PARTICULAR – PAREDE FRONTAL
  • 136.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 134/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 23. ANCORAGEM NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO – PAREDE FRONTAL
  • 137.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 135/187 III.DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 24. INSTALADO EM PAREDE FRONTAL DA EDIFICAÇÃO – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO – REDE DE BT DO MESMO LADO DA PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 136/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 25. INSTALADO EM MURO FRONTAL – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO – REDE DE BT DO MESMO LADO DA PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR
  • 139.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 137/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 26. INSTALADO EM MURETA COM RECUO LATERAL – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO – REDE DE BT DO MESMO LADO DA PROPRIEDADE DO CONSUMIDOR
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 138/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL – LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA DESENHO 27. INSTALADO EM MURETA COM RECUO LATERAL – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 139/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL – LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA DESENHO 28. INSTALADO EM MURO FRONTAL – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO
  • 142.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 140/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 29. INSTALADO COM MURETA FRONTAL COM GRADE – LOCAL DE REDE AÉREA
  • 143.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 141/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 30. INSTALADO EM MURO OU MURETA COM RECUO LATERAL – REDE DE BT DO MESMO LADO DO PADRÃO DE ENTRADA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 142/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 31. INSTALADO EM POSTE PARTICULAR DE AÇO COM MEDIÇÃO EM MURO FRONTAL – LOCAL DE REDE AÉREA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 143/187 IV. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 32. INSTALADO EM POSTE DE AÇO PARTICULAR INSTALADO EM MURO OU MURETA COM RECUO LATERAL – LOCAL DE REDE AÉREA
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 144/187 IV. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA EM REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 33. INSTALADO EM MURO FRONTAL – LOCAL DE REDE SUBTERRÂNEA
  • 147.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 145/187 III. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM LOCAL DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA EM CONDOMÍNIOS COM ARRUAMENTO INTERNO, COM RESTRIÇÃO AO ACESSO DE PESSOAS OU VEÍCULOS, QUE CONFIGURE PROPRIEDADE PARTICULAR DO CONSUMIDOR – VIA INTERNA EM MURO FRONTAL COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 34. INSTALADO EM MURO FRONTAL – LOCAL DE REDE AÉREA
  • 148.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 146/187 IV. DETALHES DE LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E CONDUTORES NAS CAIXAS METÁLICAS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 35. LIGAÇÃO DO DISJUNTOR, DPS E MEDIDOR PARA OS TIPOS DE FORNECIMENTO MONOFÁSICO, BIFÁSICO E TRIFÁSICO
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 147/187 IV. DETALHES DE LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E CONDUTORES NA CAIXA DE PROTEÇÃO – CP DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 36. LIGAÇÃO DO DISJUNTOR GERAL, DPS E DERIVAÇÃO PARA MEDIÇÃO DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO NA CAIXA DE PROTEÇÃO – CP
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 148/187 IV. DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL DESENHO 37. MEDIÇÃO INDIVIDUAL – OPÇÃO PARA LIGAÇÃO DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO – CAIXAS METÁLICAS
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 149/187 IV.DETALHES CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA DESENHO 38. MEDIÇÃO AGRUPADA – OPÇÃO PARA LIGAÇÃO DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO – CAIXAS METÁLICAS
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 150/187 V. MODELOS DAS COMBINAÇÕES PARA AS MONTAGENS DE UNIDADES CONSUMIDORAS COM MEDIÇAÕ AGRUPADA DESENHO 39. COMBINAÇÃO COM 6 (SEIS) MODELOS DE MEDIÇÕES AGRUPADAS
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 151/187 V. MODELOS DAS COMBINAÇÕES PARA AS MONTAGENS DE UNIDADES CONSUMIDORAS COM MEDIÇAÕ AGRUPADA DESENHO 40. COMBINAÇÃO COM 6 (SEIS) E 5 (CINCO) MODELOS DE MEDIÇÕES AGRUPADAS
  • 154.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 152/187 VI. DETALHES CONSTRUTIVOS DO SISTEMA DE ATERRAMENTO DESENHO 41. MODELOS DE CAIXAS DE INSPEÇÃO PARA ATERRAMENTO COM HASTE
  • 155.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 153/187 VI. DETALHES CONSTRUTIVOS DO SISTEMA DE ATERRAMENTO DESENHO 42. MODELO DE ATERRAMENTO PELAS ARMADURAS DE AÇO DA EDIFICAÇÃO
  • 156.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 154/187 VII. DETALHES CONSTRUTIVOS DA CAIXA DE PASSAGEM – TIPO CB1 DESENHO 43. CAIXA TIPO CB1 – PADRÃO DE ENTRADA EM LOCAL DE REDE SUBTERRÂNEA
  • 157.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 155/187 VIII. DETALHES DOS MATERIAIS – CAIXAS METÁLICAS DESENHO 44. CAIXAS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO MONOFÁSICA – M1 E POLIFÁSICA –P1
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 156/187 VIII. DETALHES DOS MATERIAIS – CAIXAS METÁLICAS DESENHO 45. CAIXA DE PROTEÇÃO – CP
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 157/187 VIII. DETALHES DOS MATERIAIS – CAIXAS METÁLICAS DESENHO 46. CAIXAS DE DERIVAÇÃO MT 2/1 E MT 3/2
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 158/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – POSTE PARTICULAR DE CONCRETO DUPLO T DESENHO 47. POSTE PARTICULAR DE CONCRETO SEÇÃO DUPLO T
  • 161.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 159/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – POSTE PARTICULAR DE AÇO DESENHO 48. POSTE OU PONTALETE PARTICULAR DE AÇO
  • 162.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 160/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – POSTE PARTICULAR DE AÇO PADRÃO ECONÔMICO DESENHO 49. POSTE PARTICULAR DE AÇO PADRÃO ECONÔMICO – REDONDO
  • 163.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 161/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ELETRODUTO DE AÇO TIPO ZINCADO A QUENTE E ACESSÓRIOS DESENHO 50. MODELO DE ELETRODUTO DE AÇO CARBONO TIPO ZINCADO A QUENTE FOTOS ILUSTRATIVAS IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ELETRODUTO DE PVC RÍGIDO ROSQUEAVEL E ACESSÓRIOS DESENHO 51. MODELO DE ELETRODUTO DE PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL, CONFORME NBR 15465 – PARA USO EM LOCAIS LIVRES DE RAIOS ULTRAVIOLETA FOTOS ILUSTRATIVAS
  • 164.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 162/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ELETRODUTO CORRUGADO DE PEAD E ACESSÓRIOS DESENHO 52. MODELO DE ELETRODUTO CORRUGADO DEM PEAD E ACESSÓRIOS – PARA USO EM RAMAIS SUBTERRÂNEOS FOTOS ILUSTRATIVAS
  • 165.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 163/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – HASTE DE AÇO COBREADO PARA ATERRAMENTO DESENHO 53. HASTE DE AÇO COBREADO PARA ATERRAMENTO IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONECTOR DE DERIVAÇÃO TIPO CUNHA PARA HASTE DE AÇO COBREADO PARA ATERRAMENTO DESENHO 54. CONECTOR DE DERIVAÇÃO TIPO CUNHA PARA HASTE DE ATERRAMENTO
  • 166.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 164/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CABEÇOTE DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE DESENHO 55. CABEÇOTE DE 135° DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE
  • 167.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 165/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – FITA DE AÇO INOXIDÁVEL DESENHO 56. MODELO DE FITA DE AÇO INOXIDÁVEL – PARA USO NA AMARRAÇÃO DO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE JUNTO AO POSTE DA REDE DA CEB-D OU NO POSTE OU PONTALETE PARTICULAR DE AÇO FOTO ILUSTRATIVA IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ARAME GALVANIZADO DESENHO 57. MODELO DE ARAME DE AÇO GALVANIZADO – PARA USO NA AMARRAÇÃO DO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE NO POSTE OU PONTALETE PARTICULAR DE AÇO FOTO ILUSTRATIVA
  • 168.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 166/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CURVA DE 135° EM AÇO CARBONO TIPO ZINCADO A QUENTE DESENHO 58. MODELO DE CURVA DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE DE 135° – PARA USO NO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE JUNTO AO POSTE DA REDE DA CEB-D OU NO POSTE OU PONTALETE PARTICULAR DE AÇO FOTO ILUSTRATIVA IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CURVA DE 90° EM AÇO CARBONO TIPO ZINCADO A QUENTE DESENHO 59. MODELO DE CURVA DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE DE 90° – PARA USO NO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE OU DE PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL NO PADRÃO DE ENTRADA INSTALADO NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO FOTO ILUSTRATIVA IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CURVA DE 45° EM AÇO CARBONO TIPO ZINCADO A QUENTE DESENHO 60. MODELO DE CURVA DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE DE 45° – PARA USO NO ELETRODUTO DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE OU DE PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL EM CONJUNTO COM A CURVA DE 90° NO PADRÃO DE ENTRADA INSTALADO NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO FOTO ILUSTRATIVA
  • 169.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 167/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – FLANGES PARA VEDAÇÃO DESENHO 61. FLANGES PARA VEDAÇÃO DA CONEXÃO DO ELETRODUTO DE AÇO NA CAIXA METÁLICA EXPOSTOS AO TEMPO
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    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 168/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – NIPPLE DE AÇO CARBONO TIPO ZINCADO A QUENTE OU EM PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL DESENHO 62. MODELOS DE NIPPLE DE PVC RÍGIDO ROSQUEÁVEL E DE AÇO CARBONO ZINCADO A QUENTE – PARA USO NA INTERLIGAÇÃO DAS CAIXAS DE PROTEÇÃO – CP E DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM A CAIXA DE DERIVAÇÃO FOTOS ILUSTRATIVAS IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONDUTORES: DE COBRE UNIPOLAR – FIO E CABO DE COBRE DESENHO 63. MODELO DE CONDUTORES DE COBRE – FIO DE COBRE RÍGIDO UNIPOLAR E CABO DE COBRE CLASSE 2 OU 3 COM DUPLA ISOLAÇÃO FOTOS ILUSTRATIVAS
  • 171.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 169/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONDUTOR: CABO DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO DESENHO 64. MODELO DE CONDUTORES DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO – PARA USO EXCLUSIVO DA CEB-D NO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO FOTOS ILUSTRATIVAS
  • 172.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 170/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO DESENHO 65. MODELO DE DISJUNTORES TERMOMAGNÉTICOS PRESCRITOS NAS NORMAS NEMA E IEC – PARA USO NO PADRÃO DE ENTRADA FOTOS ILUSTRATIVAS IX. DETALHES DOS MATERIAIS – DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA SURTO DE TENSÃO DESENHO 66. MODELO DE DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS – DPS – USO OBRIGATÓRIO NO PADRÃO DE ENTRADA FOTO ILUSTRATIVA
  • 173.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 171/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONECTOR DE DERIVAÇÃO SECUNDÁRIA TIPO CUNHA DESENHO 67. MODELO DE CONECTOR DE DERIVAÇÃO SECUNDÁRIA TIPO CUNHA UTILIZADO NA CONEXÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO COM O RAMAL DE ENTRADA AÉREO FOTO ILUSTRATIVA IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONECTOR TERMINAL DE PRESSÃO CABO- BARRA EM LIGA DE COBRE DESENHO 68. MODELO DE CONECTOR TERMINAL CABO BARRA EM LIGA DE COBRE – PARA USO NO PADRÃO DE ENTRADA FOTO ILUSTRATIVA
  • 174.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 172/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – CONECTOR PARAFUSO FENDIDO - KSU DESENHO 69. CONECTOR BIMETÁLICO TIPO PARAFUSO FENDIDO – KSU IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ISOLADOR TIPO ROLDANA DESENHO 70. ISOLADOR ROLDANA DE PORCELANA
  • 175.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 173/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – FERRAGEM PARA ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO DESENHO 71. ARMAÇÃO SECUNDÁRIA DE 1 E 2 ESTRIBOS COM HASTE E PARAFUSO CHUMBADOR
  • 176.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 174/187 IX. DETALHES DOS MATERIAIS – ANCORAGEM E CONEXÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO AO RAMAL DE ENTRADA AÉREO DESENHO 72. ANCORAGEM E CONEXÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO AO RAMAL DE ENTRADA AÉREO
  • 177.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 175/187 X. DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA – CONDUTORES EM RELAÇÃO AO SOLO DESENHO 73. DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA DOS CONDUTORES EM RELAÇÃO AO SOLO
  • 178.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 176/187 X. DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA – CONDUTORES EM RELAÇÃO À EDIFICAÇÃO DESENHO 74. DISTÂNCIA DE SEGURANÇA DOS CONDUTORES EM RELAÇÃO À EDIFICAÇÃO – RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO E RAMAL DE ENTRADA AÉREO INSTALADOS NA FACHADA DA EDIFICAÇÃO
  • 179.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 177/187 X. DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA – CONDUTORES EM RELAÇÃO À EDIFICAÇÃO DESENHO 75. DISTÂNCIA DE SEGURANÇA DOS CONDUTORES EM RELAÇÃO À EDIFICAÇÃO – RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO E RAMAL DE ENTRADA AÉREO INSTALADOS NO PONTALETE
  • 180.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 178/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO INDIVIDUAL EM CAIXA DE POLICARBONATO – P1-I. EM PAREDE, MURO OU MURETA DESENHO 76. CAIXA DE POLICARBONATO TIPO P1-I UTILIZADA EM PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL NOTAS: 1) O USO DAS CAIXAS DE POLICARBONATO NO PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA SOMENTE SERÁ PERMITIDO EM LOCAIS ABRIGADOS E LIVRES DE RAIOS ULTRAVIOLETAS; 2) MAIORES DETALHES SOBRE ESTA CAIXA, CONSULTAR A NTD 3.49 DA CEB-D.
  • 181.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 179/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO INDIVIDUAL EM CAIXA DE POLICARBONATO – P1-E. EM PAREDE, MURO OU MURETA DESENHO 77. CAIXA DE POLICARBONATO TIPO P1-E UTILIZADA EM PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA NOTAS: 1) O USO DAS CAIXAS DE POLICARBONATO NO PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA SOMENTE SERÁ PERMITIDO EM LOCAIS ABRIGADOS E LIVRES DE RAIOS ULTRAVIOLETAS; 2) MAIORES DETALHES SOBRE ESTA CAIXA, CONSULTAR A NTD 3.49 DA CEB-D.
  • 182.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 180/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – CAIXAS DE POLICARBONATO – CPD DESENHO 78. CAIXA DE POLICARBONATO TIPO CPD UTILIZADA EM PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO AGRUPADA OU COMBINADA COM A CAIXA P1-I, QUANDO FOR NECESSÁRIA A INSTALAÇÃO DE MEDIÇÃO PARA BOMBA DE INCÊNDIO NOTAS: 1) O USO DAS CAIXAS DE POLICARBONATO NO PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA SOMENTE SERÁ PERMITIDO EM LOCAIS ABRIGADOS E LIVRES DE RAIOS ULTRAVIOLETAS; 2) MAIORES DETALHES SOBRE ESTA CAIXA, CONSULTAR A NTD 3.49 DA CEB- D.
  • 183.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 181/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO INDIVIDUAL EM CAIXA DE POLICARBONATO – P1-I. EM PAREDE, MURO OU MURETA – SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO DESENHO 79. PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL E SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO NOTAS: 1) PADRÃO DE ENTRADA COM MEDIÇÃO INDIVIDUAL ADEQUADO PARA A INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO; 2) A CARGA INSTALADA DA MEDIÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO NÃO SERÁ COMPUTADA NA CARGA TOTAL DO PADRÃO DE ENTRADA.
  • 184.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 182/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE POLICARBONATO – SEM PROTEÇÃO GERAL – DUAS MEDIÇÕES DESENHO 80. PADRÃO DE ENTRADA COM 2 MEDIÇÕES AGRUPADAS – SEM PROTEÇÃO GERAL NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE DUAS MEDIÇÕES MONOFÁSICAS OU UMA BIFÁSICA E UMA MONOFÁSICA – VER TABELA 13 DESTA NTD.
  • 185.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 183/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE POLICARBONATO – SEM PROTEÇÃO GERAL – TRÊS MEDIÇÕES DESENHO 81. PADRÃO DE ENTRADA COM 3 MEDIÇÕES AGRUPADAS – SEM PROTEÇÃO GERAL NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE TRÊS MEDIÇÕES MONOFÁSICAS – VER TABELA 13 DESTA NTD.
  • 186.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 184/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE POLICARBONATO – COM PROTEÇÃO GERAL – QUATRO MEDIÇÕES DESENHO 82. PADRÃO DE ENTRADA COM 4 MEDIÇÕES AGRUPADAS NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE QUATRO MEDIÇÕES MONOFÁSICAS, BIFÁSICAS OU TRIFÁSICAS – VER TABELA 13 DESTA NTD.
  • 187.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 185/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE POLICARBONATO – COM PROTEÇÃO GERAL – CINCO MEDIÇÕES DESENHO 83. PADRÃO DE ENTRADA COM 5 MEDIÇÕES AGRUPADAS NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE CINCO MEDIÇÕES MONOFÁSICAS, BIFÁSICAS OU TRIFÁSICAS – VER TABELA 13 DESTA NTD.
  • 188.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 186/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE POLICARBONATO – COM PROTEÇÃO GERAL – SEIS MEDIÇÕES DESENHO 84. PADRÃO DE ENTRADA COM 6 MEDIÇÕES AGRUPADAS NOTA: PERMITE A LIGAÇÃO DE SEIS MEDIÇÕES MONOFÁSICAS, BIFÁSICAS OU TRIFÁSICAS – VER TABELA 13 DESTA NTD.
  • 189.
    NORMA TÉCNICA DEDISTRIBUIÇÃO Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Unidades Consumidoras Individuais e Agrupadas NTD - 6.01 Página 187/187 XI. DETALHES CONSTRUTIVOS – MEDIÇÃO AGRUPADA EM CAIXA DE POLICARBONATO – COM PROTEÇÃO GERAL – SETE MEDIÇÕES DESENHO 85. PADRÃO DE ENTRADA COM 6 MEDIÇÕES AGRUPADAS E SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO NOTAS: 1) COMBINAÇÃO EXCLUSIVA PARA ATENDIMENTO DE SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO; 2) A CARGA INSTALADA DA SÉTIMA MEDIÇÃO NÃO SERÁ COMPUTADA NA CARGA TOTAL DO PADRÃO DE ENTRADA; 3) PERMITE A LIGAÇÃO DE SEIS MEDIÇÕES MONOFÁSICAS, BIFÁSICAS OU TRIFÁSICAS MAIS UMA MEDIÇÃO PARA O SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO – VER TABELA 13 DESTA NTD.