O documento discute as interpretações de Hegel e Schopenhauer dos conceitos de "Espírito" e "Vontade" herdadas de Kant. Hegel via o Espírito como a atividade da razão que constitui os fenômenos, enquanto Schopenhauer via a Vontade como algo oposto à razão e incompreensível para o conceito. Ambos responderam de forma diferente ao problema do "em-si" na filosofia crítica de Kant.