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VITÓRIA, ES, TERÇA-FEIRA, 17 DE JUNHO DE 2014 ATRIBUNA 25
TRIBUNA
LIVRE
Casosderacismo
noiníciodaCopa
A
Seleção Brasileira entra em campo contra a seleção
croata, e logo na jogada que definiu o único gol da
Croácia no duelo, a bola desviada pelo croata Jelavic
tocouopédolateralMarceloefoidiretoparaofundodasre-
des brasileiras. Neste momento, instantaneamente se inicia-
ram os insultos racistas contra Marcelo no Twitter.
Nodiaseguinte,foiàvezdaen-
tão campeã do mundo, a Espa-
nha, disputar seu primeiro jogo
na competição. Esta é surpreen-
dida ao sofrer uma expressiva
goleada da Laranja Mecânica.
De imediato, as críticas dos
brasileiros se proliferam. O que
revoltou a torcida da Espanha.
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positivo/argumento acionado
pelos espanhóis para rebater as
críticas, foi proferir contra a tor-
cida brasileira, comentários ra-
cistas.
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ram narrados na reportagem do
UOLquenoticiouestefato.Frase
como: “Esses macacos brasilei-
ros, como sabem,
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no gramado.
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observarmos os ca-
sosderacismoocor-
ridos nos últimos anos neste es-
porte, perceberemos que, assim
como no cotidiano brasileiro, os
alvos são os componentes de
uma parcela com um perfil étni-
co, os negros.
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dão, que estão muito enraizados
na sociedade e no esporte. Isso
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tância de se debater também no
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prática perversa que ainda se
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Mas para que isso aconteça, te-
mos primeiro que admitir sim,
que não #SomosTodosMacacos,
mas sim racistas. E que debater e
criar mecanismos de combate a
esta prática também no futebol,
se mostra claro, necessário e evi-
dente! Talvez a solução esteja em
se pensar à implementação da lei
10.639/03 também no futebol
brasileiro.
JosimarNunesPereiradeFreitase
graduandoemGeografianaUfese
membrodoColetivoNegrada
JOSIMAR NUNES PEREIRA DE FREITAS
CARTAS
QualaBronca
Venho com este email para agra-
deceraojornalATribuna,poisnodia
18 de maio enviei uma reclamação
para o “Qual a Bronca” a respeito da
demoraparaaCEFliberarareforma
da casa alagada que tinha seguro.
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ram em contato comigo e fizeram
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casa.Estoumuitogratocomojornal
A Tribuna. Agora posso reformar e
voltar a morar na minha casa.
Welington A. Nascimento Recco
Jacaraípe – Serra
Humilhação
Da mesma forma que a Espanha
foi humilhada pela Holanda por 5 a 1
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humilhadapelaAlemanhapor4a0e
poderiatambémtersidode5,6ou7
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seu pouco poder de resistência.
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ganha há quatro anos e decepcio-
nou e Portugal veio firmada na his-
tória de Cristiano Ronaldo, tido co-
mo o melhor jogador da atualidade.
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ganha pelo conjunto e não no indi-
vidualismo.Estãoaídoisexemplosa
não serem seguidos pela seleção
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Mata da Serra – Serra
CarrosselHolandês
Trêsdécadasdepoisdesurpreen-
der o mundo do futebol com o Car-
rossel Holandês, a Laranja Mecâni-
ca voltou e atropelou a Seleção da
Espanha.
No melhor jogo da Copa, com es-
petáculo de Robben e Van Persie,
não podemos esquecer o esquema
táticodotécnicoLouisvanGaal,que
deixou os espanhóis atônitos no se-
gundotempodojogo.Ébomlembrar
que, deste grupo (Espanha, Holan-
da, Chile e Austrália) sai o possível
adversáriodoBrasilnapróximafase
da Copa.
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Bairro Guriri – São Mateus
HinoNacional
O que diriam Joaquim Osório Du-
que Estrada e Francisco Manuel da
Silva, respectivamente, autores das
letraemúsicadoHinoNacionalBra-
sileiro, se presenciassem, antes do
jogo de abertura da Copa do Mundo
emseupaís,oHinoNacionalexecu-
tado pela metade. Isso tem aconte-
cido constantemente até em even-
tos em órgãos públicos, literários,
etc. Absurdo!
Os belos versos “Teus risonhos,
lindoscampostêmmaisflores;Nos-
sos bosques têm mais vida, nossa
vida no teu seio mais amores” dei-
xamdesercantadoseatendênciaé
ficarem no esquecimento.
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Cidade Continental – Serra
Parafrente
Um fato que chama a atenção
nesta Copa do Mundo é a determi-
nação dos times em marcar gol.
Não há nenhum esquema retran-
queiro, e quem ousa está sendo re-
compensado com a vitória.
É interessante esta postura, pois
em copas anteriores era comum as
equipes ficarem “ensaiando” nos
primeiros jogos.
Vamos, porém, quando chegar na
segunda etapa, ou seja, nas oitavas
de finais, quando quem ganha fica,
quem perde, sai.
Valteir Nogueira
Carapina – Serra
DiegoCosta
Não dá para entender essa hipo-
crisia da torcida brasileira ao vaiar o
jogador brasileiro Diego Costa que
se naturalizou espanhol e está jo-
gando pela seleção de futebol da-
quele país.
Comcertezaelepreferiajogarpela
Seleção Brasileira, mas Felipão não
deugarantiasqueeleseriaconvoca-
do, espertamente a Espanha deu a
garantia de convocação e ele fez o
certo em optar pela seleção espa-
nhola. Outros jogadores já fizeram
opção igual e não foram criticados,
como Deco e Liédson que optaram
pela seleção portuguesa e atual-
mente o zagueiro Pepe joga nessa
equipe. Acho grande injustiça o que
estão fazendo com Diego Costa.
Carlos Carvalho Loureiro
Jardim Camburi – Vitória
Semeducação
Seomundopensaqueopovobra-
sileiro é sem educação por vaiar a
presidente Dilma, com certeza não
se enganaram: somos um povo sim,
sem educação, sem saúde, sem se-
gurança, sem mobilidade urbana,
sem estradas, etc... agora mais que
nunca sem paciência. Isso sim é de-
mocracia.
Julio Cesar Frauches
Guarapari (ES)
Câncerbrasileiro
Pensando bem a indústria auto-
mobilística é um câncer na vida do
brasileiro. A carga tributária e a lu-
cratividade industrial/varejo são
exageradaseoretornoéminúsculo.
Haja paciência na mobilidade urba-
na e, devido à péssima qualidade,
até intransitáveis muitas das rodo-
vias federais em áreas rurais.
As ruas e rodovias não se ade-
quaram à quantidade de veículos:
recursos financeiros há em profu-
são,massãodesviadosparaoutros
finsquetambémsofremcommiste-
riososdesvios,daípoucoserinves-
tido.
Quempagaopatoéoconsumidor:
um automóvel que no Brasil custa
R$30mil,noexterior,omesmopode
seradquiridoporR$10mil.Osdiver-
sosganhoseoCustoBrasilsãoexa-
gerados.
Seria até benéfico fechar nossas
fábricas ou aumentar em dez vezes,
isto mesmo, dez vezes o valor venal
para reduzir drasticamente o núme-
ro de veículos e facilitar a mobilida-
de, mas infelizmente há incentivo
governamental às montadoras sem
se preocupar com mobilidade.
Humberto Schuwartz Soares
Praia da Costa – Vila Velha
RioMarinho
Desde o ano de 2003 que se dis-
cute a revitalização e dragagem do
Rio Marinho em Cariacica e Vila Ve-
lha. Inclusive a criação de parques
lineares nas suas margens. A pri-
meira reunião foi feita na Assem-
bleia Legislativa em 16/09/2003,
com a presença do governador.
Daí pra frente, várias verbas vie-
ram do governo federal, a última em
2011, no valor de R$ 53 milhões. Na-
da foi feito até agora, e ninguém fala
pra onde foram as verbas.
ÉfunçãodoLegislativofiscalizaro
poder Executivo... Mas, isto só fun-
ciona na teoria. (...)
Enquanto isto, o Rio Marinho vai
agonizandoemorrendoaospoucos,
e as obras não saem do papel. Já
não sabemos o que fazer.
Pedro Maia
Jardim da Penha – Vitória
Sentimentalismo
Quando éramos estudante nosso
professor de filosofia disse-nos que
não discutia com analfabetos por-
que sempre perdia a discussão.
Ele tinha razão, porque as pes-
soas de baixo nível cultural não têm
argumentos racionais, discutem
com sentimentos pessoais, senti-
mentais, e contra sentimentalismos
não há o que dizer. Os fanáticos ca-
recem de lógica.
Quando um ser humano renuncia
à lucidez não devemos contrariá-lo.
Toda tentativa de lhe mostrar a ver-
dade está condenada a falir. É o que
observamos no dia a dia.
Michel Mameri
Centro – Vitória
Mande sua correspondência
para A Tribuna, seção Cartas,
rua Joaquim Plácido da Silva,
225 - Ilha de Santa Maria - CEP
29051.070-Vitória(ES)ouen-
vieparaoe-mailopiniao@rede-
tribuna.com.br.
As cartas devem conter, obri-
gatoriamente, nome completo,
endereço, número da identida-
de ou CPF e telefone. O tama-
nho não pode exceder 800 ca-
racteres (com espaço), e a pu-
blicação depende de avaliação
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DIEGO COSTA: vaias da torcida
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Casos de Racismo no início da copa 2014

  • 1. VITÓRIA, ES, TERÇA-FEIRA, 17 DE JUNHO DE 2014 ATRIBUNA 25 TRIBUNA LIVRE Casosderacismo noiníciodaCopa A Seleção Brasileira entra em campo contra a seleção croata, e logo na jogada que definiu o único gol da Croácia no duelo, a bola desviada pelo croata Jelavic tocouopédolateralMarceloefoidiretoparaofundodasre- des brasileiras. Neste momento, instantaneamente se inicia- ram os insultos racistas contra Marcelo no Twitter. Nodiaseguinte,foiàvezdaen- tão campeã do mundo, a Espa- nha, disputar seu primeiro jogo na competição. Esta é surpreen- dida ao sofrer uma expressiva goleada da Laranja Mecânica. De imediato, as críticas dos brasileiros se proliferam. O que revoltou a torcida da Espanha. Nas redes sociais o primeiro dis- positivo/argumento acionado pelos espanhóis para rebater as críticas, foi proferir contra a tor- cida brasileira, comentários ra- cistas. Alguns destes comentários fo- ram narrados na reportagem do UOLquenoticiouestefato.Frase como: “Esses macacos brasilei- ros, como sabem, não tem nada para fazer, se alegram comaderrotadaEs- panha e fazem 'ola', pobres”, foi apenas um exemplo do que foi publicado no Twitter. Estes dois casos de racismo explícito são apenas alguns exemplos do que sempre aconteceu historicamente no futebol mundial. Quem não sem lembra dos pro- blemas enfrentados pelo Vasco da Gama devido ao fato de per- mitir que negros entrassem em campo para defender seu escudo em meados do século passado? Momento aquele em que o fute- bol brasileiro era apenas repre- sentado por brancos neste es- porte. Infelizmente, não é preciso ir tão longe para identificarmos queessapráticaaindasemantém deformaextremamenteenraiza- da neste esporte. Oanode2014emespecial,está sendo um ano em que estes atos racistas têm ocorridos de manei- ra mais evidente (principalmen- te devido às denúncias que se vi- ralizam nas redes sociais). Em apenas seis meses, houve cinco casos muito emblemáticos de ra- cismo no mundo da bola. Em fevereiro, o meio-campista cruzeirense foi alvo de insultos racistas durante a partida contra o Real Garcilaso. Durante o jogo em Huan Cayo, o jogador ouviu das arquibancadas imitações dos guinchos de macacos a cada vez que tocou na bola, durante a der- rota mineira por 2 a 1. Semanasapós,eisqueofutebol profissional volta a protagonizar mais casos de racismo ampla- mente divulgados nas redes so- ciais e nos veículos oficiais de co- municação. O jogador do Daniel Alves foi vítima de racismo em abril, du- rante o jogo do Barcelona contra o Villarreal. Na ocasião, torcedo- res do time adversário jogaram bananas no campo quando o atleta ia cobrar um escanteio. Já em maio a bola da vez foi o atacante da Itália, Mario Balo- telli. O atleta italiano sofreu in- sultos racistas no centro de treina- mento de Covercia- no, em Florença, onde a seleção da Itália fazia sua pre- paração para a Co- pa do Mundo do Brasil. O italiano foi xingado por alguns torcedores enquan- tofaziaumacorrida no gramado. Se pararmos para observarmos os ca- sosderacismoocor- ridos nos últimos anos neste es- porte, perceberemos que, assim como no cotidiano brasileiro, os alvos são os componentes de uma parcela com um perfil étni- co, os negros. O que evidencia ainda hoje os resquícios do período da escravi- dão, que estão muito enraizados na sociedade e no esporte. Isso nos leva a refletir sobre a impor- tância de se debater também no futebol,formasdecombateaesta prática perversa que ainda se mantém na atualidade. Mas para que isso aconteça, te- mos primeiro que admitir sim, que não #SomosTodosMacacos, mas sim racistas. E que debater e criar mecanismos de combate a esta prática também no futebol, se mostra claro, necessário e evi- dente! Talvez a solução esteja em se pensar à implementação da lei 10.639/03 também no futebol brasileiro. JosimarNunesPereiradeFreitase graduandoemGeografianaUfese membrodoColetivoNegrada JOSIMAR NUNES PEREIRA DE FREITAS CARTAS QualaBronca Venho com este email para agra- deceraojornalATribuna,poisnodia 18 de maio enviei uma reclamação para o “Qual a Bronca” a respeito da demoraparaaCEFliberarareforma da casa alagada que tinha seguro. E por causa do jornal eles entra- ram em contato comigo e fizeram uma visita e liberaram a reforma da casa.Estoumuitogratocomojornal A Tribuna. Agora posso reformar e voltar a morar na minha casa. Welington A. Nascimento Recco Jacaraípe – Serra Humilhação Da mesma forma que a Espanha foi humilhada pela Holanda por 5 a 1 a seleção de Portugal também foi humilhadapelaAlemanhapor4a0e poderiatambémtersidode5,6ou7 dada a fragilidade de Portugal e o seu pouco poder de resistência. A Espanha veio firmada na copa ganha há quatro anos e decepcio- nou e Portugal veio firmada na his- tória de Cristiano Ronaldo, tido co- mo o melhor jogador da atualidade. Futebol como quase tudo na vida se ganha pelo conjunto e não no indi- vidualismo.Estãoaídoisexemplosa não serem seguidos pela seleção canarinho. Valdeci Carvalho Ferreira Mata da Serra – Serra CarrosselHolandês Trêsdécadasdepoisdesurpreen- der o mundo do futebol com o Car- rossel Holandês, a Laranja Mecâni- ca voltou e atropelou a Seleção da Espanha. No melhor jogo da Copa, com es- petáculo de Robben e Van Persie, não podemos esquecer o esquema táticodotécnicoLouisvanGaal,que deixou os espanhóis atônitos no se- gundotempodojogo.Ébomlembrar que, deste grupo (Espanha, Holan- da, Chile e Austrália) sai o possível adversáriodoBrasilnapróximafase da Copa. Leônidas Cunha dos Santos Bairro Guriri – São Mateus HinoNacional O que diriam Joaquim Osório Du- que Estrada e Francisco Manuel da Silva, respectivamente, autores das letraemúsicadoHinoNacionalBra- sileiro, se presenciassem, antes do jogo de abertura da Copa do Mundo emseupaís,oHinoNacionalexecu- tado pela metade. Isso tem aconte- cido constantemente até em even- tos em órgãos públicos, literários, etc. Absurdo! Os belos versos “Teus risonhos, lindoscampostêmmaisflores;Nos- sos bosques têm mais vida, nossa vida no teu seio mais amores” dei- xamdesercantadoseatendênciaé ficarem no esquecimento. Albércio Nunes Cidade Continental – Serra Parafrente Um fato que chama a atenção nesta Copa do Mundo é a determi- nação dos times em marcar gol. Não há nenhum esquema retran- queiro, e quem ousa está sendo re- compensado com a vitória. É interessante esta postura, pois em copas anteriores era comum as equipes ficarem “ensaiando” nos primeiros jogos. Vamos, porém, quando chegar na segunda etapa, ou seja, nas oitavas de finais, quando quem ganha fica, quem perde, sai. Valteir Nogueira Carapina – Serra DiegoCosta Não dá para entender essa hipo- crisia da torcida brasileira ao vaiar o jogador brasileiro Diego Costa que se naturalizou espanhol e está jo- gando pela seleção de futebol da- quele país. Comcertezaelepreferiajogarpela Seleção Brasileira, mas Felipão não deugarantiasqueeleseriaconvoca- do, espertamente a Espanha deu a garantia de convocação e ele fez o certo em optar pela seleção espa- nhola. Outros jogadores já fizeram opção igual e não foram criticados, como Deco e Liédson que optaram pela seleção portuguesa e atual- mente o zagueiro Pepe joga nessa equipe. Acho grande injustiça o que estão fazendo com Diego Costa. Carlos Carvalho Loureiro Jardim Camburi – Vitória Semeducação Seomundopensaqueopovobra- sileiro é sem educação por vaiar a presidente Dilma, com certeza não se enganaram: somos um povo sim, sem educação, sem saúde, sem se- gurança, sem mobilidade urbana, sem estradas, etc... agora mais que nunca sem paciência. Isso sim é de- mocracia. Julio Cesar Frauches Guarapari (ES) Câncerbrasileiro Pensando bem a indústria auto- mobilística é um câncer na vida do brasileiro. A carga tributária e a lu- cratividade industrial/varejo são exageradaseoretornoéminúsculo. Haja paciência na mobilidade urba- na e, devido à péssima qualidade, até intransitáveis muitas das rodo- vias federais em áreas rurais. As ruas e rodovias não se ade- quaram à quantidade de veículos: recursos financeiros há em profu- são,massãodesviadosparaoutros finsquetambémsofremcommiste- riososdesvios,daípoucoserinves- tido. Quempagaopatoéoconsumidor: um automóvel que no Brasil custa R$30mil,noexterior,omesmopode seradquiridoporR$10mil.Osdiver- sosganhoseoCustoBrasilsãoexa- gerados. Seria até benéfico fechar nossas fábricas ou aumentar em dez vezes, isto mesmo, dez vezes o valor venal para reduzir drasticamente o núme- ro de veículos e facilitar a mobilida- de, mas infelizmente há incentivo governamental às montadoras sem se preocupar com mobilidade. Humberto Schuwartz Soares Praia da Costa – Vila Velha RioMarinho Desde o ano de 2003 que se dis- cute a revitalização e dragagem do Rio Marinho em Cariacica e Vila Ve- lha. Inclusive a criação de parques lineares nas suas margens. A pri- meira reunião foi feita na Assem- bleia Legislativa em 16/09/2003, com a presença do governador. Daí pra frente, várias verbas vie- ram do governo federal, a última em 2011, no valor de R$ 53 milhões. Na- da foi feito até agora, e ninguém fala pra onde foram as verbas. ÉfunçãodoLegislativofiscalizaro poder Executivo... Mas, isto só fun- ciona na teoria. (...) Enquanto isto, o Rio Marinho vai agonizandoemorrendoaospoucos, e as obras não saem do papel. Já não sabemos o que fazer. Pedro Maia Jardim da Penha – Vitória Sentimentalismo Quando éramos estudante nosso professor de filosofia disse-nos que não discutia com analfabetos por- que sempre perdia a discussão. Ele tinha razão, porque as pes- soas de baixo nível cultural não têm argumentos racionais, discutem com sentimentos pessoais, senti- mentais, e contra sentimentalismos não há o que dizer. Os fanáticos ca- recem de lógica. Quando um ser humano renuncia à lucidez não devemos contrariá-lo. Toda tentativa de lhe mostrar a ver- dade está condenada a falir. É o que observamos no dia a dia. Michel Mameri Centro – Vitória Mande sua correspondência para A Tribuna, seção Cartas, rua Joaquim Plácido da Silva, 225 - Ilha de Santa Maria - CEP 29051.070-Vitória(ES)ouen- vieparaoe-mailopiniao@rede- tribuna.com.br. As cartas devem conter, obri- gatoriamente, nome completo, endereço, número da identida- de ou CPF e telefone. O tama- nho não pode exceder 800 ca- racteres (com espaço), e a pu- blicação depende de avaliação prévia de conteúdo, podendo ser reduzida, se necessário. DIEGO COSTA: vaias da torcida Não é preciso ir tão longe para identificarmos que essa prática ainda se mantém enraizada