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Sérgio Biagi Gregório
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Niilismo e Espiritismo
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Niilismo – do latim nihil, nada.
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08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 4
Niilismo e Espiritismo
Considerações Iniciais
Górgias (primeiro niilista) ==> “Nada existe; se alguma
coisa existisse, não a poderíamos conhecer; e, se a
conhecêssemos, não seria comunicável”.
Fridegísio de Tours procurou provar que o nada possui
algum ser – alguma substancialidade;
Mestre Eckhart declara que Deus e o nada, “o anjo, a
mosca e a alma” são a mesma coisa;
Charles de Bovelles defende a “negação originária das
criaturas e da matéria” que é o nada;
Leonardo da Vinci anotou: “Entre as grandes coisas
que estão abaixo de nós, o ser do nada é imensamente
grande”. (Volpi, 1999)
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 5
Niilismo
O Pensamento Russo
Entre1860-1870, o niilismo constitui uma corrente de
pensamento professada pelos russos Dobroliubov,
Tchernychewski e Pisarev, caracterizada:
pessimismo metafísico do prolongamento do positivismo
de Comte;
ceticismo com relação aos valores tradicionais: morais,
teológicos e estéticos.
O princípio fundamental era o individualismo
absoluto, a negação dos deveres impostos pela família,
pelo Estado e pela religião. (Volpi, 1999)
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 6
Niilismo
Nietzsche e o Niilismo
Nietzsche foi o expoente máximo do niilismo.
Num fragmento redigido em seus últimos anos de
lucidez, ele diz: Niilismo: falta-lhe a finalidade. Carece
de resposta à pergunta “para quê?” Que significa o
niilismo? Que os valores supremos se
depreciaram (VIII, II, 12).
Deduz-se que o niilismo é a falta de referências
tradicionais, dos valores ideais para as respostas aos
porquês da vida.
A desvalorização dos valores supremos levaria o ser
humano à perda dos seguintes princípios: a) Deus; b)
fim último; c) ser; d) bem; e) verdade.
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 7
Niilismo
Obras que Ressaltam a Ideia Niilista
1984, de Orwell, O Mundo Novo, de Huxley e O
Declínio do Homem, de Konrad Lorenz.
Todas elas mostram-nos a perda da liberdade
humana, que se poderia sintetizar na seguinte
frase:
“Na convicção de lhe dar tudo, essa sociedade
reduz o homem a nada e o atira ao abismo do
niilismo”. (Reale, 1999)
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 8
O Problema da Vida Futura
Materialismo (Niilismo)
O Niilismo é fruto da doutrina materialista –
significa ausência de toda a crença.
Como a matéria é a única fonte do ser, a morte
é considerada o fim de tudo.
Os adeptos do niilismo incentivam o gozo dos
bens materiais, dizendo que quanto mais
usufruirmos deles, mais felizes seremos.
A consequência do niilismo é a corrida em
busca do dinheiro, da projeção social e do bem-
estar material.
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 9
O Problema da Vida Futura
Panteísmo
O Panteísmo – do grego pan, o todo, e Theos,
Deus – significa absorção no todo.
O Espírito, ao encarnar, é extraído do todo
universal; individualiza-se em cada ser durante
a vida e volta, por efeito da morte, à massa
comum.
As consequências morais dessa doutrina são
semelhantes às do materialismo, pois ir para o
todo, sem individualidade e sem consciência de
si, é como não existir.
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 10
O Problema da Vida Futura
Dogmatismo Religioso
O Dogmatismo Religioso afirma que a alma,
independente da matéria, é criada por ocasião do
nascimento do ser; sobrevive e conserva a
individualidade após a morte.
A sua sorte já está determinada: os que morreram em
"pecado" irão para o fogo eterno; os justos, para o céu,
gozar as delícias do paraíso.
Essa visão deixa sem respostas uma série de
anomalias que acompanham a humanidade, como, por
exemplo, os aleijões e a idiotia.
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 11
Vida Futura e Espiritismo
Verdades Espirituais
A continuidade da vida após a morte é uma realidade.
A grande surpresa para os indivíduos que cometem o
"suicídio" é a de que continuam vivos no mundo dos
Espíritos.
A reencarnação oferece-nos os meios para
entendermos a morte e seus mistérios.
A cada nova existência alteramos o teor específico de
nossas vibrações mentais.
Não há privilégios: "A cada um segundo as suas obras",
eis a lei.
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 12
Vida Futura e Espiritismo
Moisés, Jesus e a Doutrina Espírita
Allan Kardec, no capítulo II “Meu Reino não é Deste Mundo”, de O
Evangelho Segundo o Espiritismo, compara:
Os judeus tinham ideias muito vagas acerca da vida
futura. Eles acreditavam nos anjos, mas não tinham
conhecimento de que eles mesmos poderiam, no futuro,
vir a ser anjos.
Jesus Cristo coloca a vida futura como um dogma
central de seus ensinamentos. Por isso, não se dizia rei
deste mundo.
Para o Espiritismo, a vida futura é uma realidade
baseada em fatos, fatos estes mostrados pelos próprios
Espíritos desencarnados.
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 13
Vida Futura e Espiritismo
Lei do Progresso
O Espírito é imortal e viveremos no além-túmulo, sujeitos à Lei do
Progresso.
O Espírito mantém a sua individualidade e o estado de felicidade
ou infelicidade dependerá de suas ações neste mundo.
Pelo simples fato de duvidar da vida futura, o homem dirige todos
os seus pensamentos para a vida terrestre.
Nenhum bem divisando mais precioso do que os da Terra, torna-se
qual a criança que nada mais vê além de seus brinquedos.
E não há o que não faça para conseguir os únicos bens que se lhe
afiguram reais.
A perda do menor deles lhe ocasiona uma tremenda angústia.
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 14
Niilismo e Espiritismo
Conclusão
Allan Kardec nos ensina que a
imortalidade dá ao Espírito a garantia de
alcançar a perfeição.
Como não consegue atingi-la em uma
única vida, são necessárias diversas
existências.
Esta ida e vinda vai lapidando as suas
impurezas até se tornar um Espírito puro
e poder habitar mundos mais evoluídos.
08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 15
Niilismo e Espiritismo
Bibliografia Consultada
KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 39. ed. São
Paulo: IDE, 1984.
KARDEC, A. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 15.ed.,
Rio de Janeiro: FEB, 1975.
REALE, Giovanni. O Saber dos Antigos: Terapia para os Dias
Atuais. Tradução de Silvana Cobucci Leite. São Paulo: Loyola,
1999.
VOLPI, Franco. O Niilismo. Tradução de Rido Vannucchi. São
Paulo: Loyola, 1999.
Texto em html
http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/niilismo-e-
espiritismo.htm

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  • 1. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 1 Sérgio Biagi Gregório
  • 2. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 2 Niilismo e Espiritismo Introdução O que é o niilismo? Qual a sua origem? O “nada” nos espera além- túmulo? Em se tratando da vida futura, qual a alternativa proposta pelo Espiritismo?
  • 3. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 3 Niilismo e Espiritismo Conceito de Niilismo Niilismo – do latim nihil, nada. É o pensamento obcecado pelo nada, a doutrina da morte de Deus. É “a absolutização do nada”.
  • 4. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 4 Niilismo e Espiritismo Considerações Iniciais Górgias (primeiro niilista) ==> “Nada existe; se alguma coisa existisse, não a poderíamos conhecer; e, se a conhecêssemos, não seria comunicável”. Fridegísio de Tours procurou provar que o nada possui algum ser – alguma substancialidade; Mestre Eckhart declara que Deus e o nada, “o anjo, a mosca e a alma” são a mesma coisa; Charles de Bovelles defende a “negação originária das criaturas e da matéria” que é o nada; Leonardo da Vinci anotou: “Entre as grandes coisas que estão abaixo de nós, o ser do nada é imensamente grande”. (Volpi, 1999)
  • 5. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 5 Niilismo O Pensamento Russo Entre1860-1870, o niilismo constitui uma corrente de pensamento professada pelos russos Dobroliubov, Tchernychewski e Pisarev, caracterizada: pessimismo metafísico do prolongamento do positivismo de Comte; ceticismo com relação aos valores tradicionais: morais, teológicos e estéticos. O princípio fundamental era o individualismo absoluto, a negação dos deveres impostos pela família, pelo Estado e pela religião. (Volpi, 1999)
  • 6. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 6 Niilismo Nietzsche e o Niilismo Nietzsche foi o expoente máximo do niilismo. Num fragmento redigido em seus últimos anos de lucidez, ele diz: Niilismo: falta-lhe a finalidade. Carece de resposta à pergunta “para quê?” Que significa o niilismo? Que os valores supremos se depreciaram (VIII, II, 12). Deduz-se que o niilismo é a falta de referências tradicionais, dos valores ideais para as respostas aos porquês da vida. A desvalorização dos valores supremos levaria o ser humano à perda dos seguintes princípios: a) Deus; b) fim último; c) ser; d) bem; e) verdade.
  • 7. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 7 Niilismo Obras que Ressaltam a Ideia Niilista 1984, de Orwell, O Mundo Novo, de Huxley e O Declínio do Homem, de Konrad Lorenz. Todas elas mostram-nos a perda da liberdade humana, que se poderia sintetizar na seguinte frase: “Na convicção de lhe dar tudo, essa sociedade reduz o homem a nada e o atira ao abismo do niilismo”. (Reale, 1999)
  • 8. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 8 O Problema da Vida Futura Materialismo (Niilismo) O Niilismo é fruto da doutrina materialista – significa ausência de toda a crença. Como a matéria é a única fonte do ser, a morte é considerada o fim de tudo. Os adeptos do niilismo incentivam o gozo dos bens materiais, dizendo que quanto mais usufruirmos deles, mais felizes seremos. A consequência do niilismo é a corrida em busca do dinheiro, da projeção social e do bem- estar material.
  • 9. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 9 O Problema da Vida Futura Panteísmo O Panteísmo – do grego pan, o todo, e Theos, Deus – significa absorção no todo. O Espírito, ao encarnar, é extraído do todo universal; individualiza-se em cada ser durante a vida e volta, por efeito da morte, à massa comum. As consequências morais dessa doutrina são semelhantes às do materialismo, pois ir para o todo, sem individualidade e sem consciência de si, é como não existir.
  • 10. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 10 O Problema da Vida Futura Dogmatismo Religioso O Dogmatismo Religioso afirma que a alma, independente da matéria, é criada por ocasião do nascimento do ser; sobrevive e conserva a individualidade após a morte. A sua sorte já está determinada: os que morreram em "pecado" irão para o fogo eterno; os justos, para o céu, gozar as delícias do paraíso. Essa visão deixa sem respostas uma série de anomalias que acompanham a humanidade, como, por exemplo, os aleijões e a idiotia.
  • 11. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 11 Vida Futura e Espiritismo Verdades Espirituais A continuidade da vida após a morte é uma realidade. A grande surpresa para os indivíduos que cometem o "suicídio" é a de que continuam vivos no mundo dos Espíritos. A reencarnação oferece-nos os meios para entendermos a morte e seus mistérios. A cada nova existência alteramos o teor específico de nossas vibrações mentais. Não há privilégios: "A cada um segundo as suas obras", eis a lei.
  • 12. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 12 Vida Futura e Espiritismo Moisés, Jesus e a Doutrina Espírita Allan Kardec, no capítulo II “Meu Reino não é Deste Mundo”, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, compara: Os judeus tinham ideias muito vagas acerca da vida futura. Eles acreditavam nos anjos, mas não tinham conhecimento de que eles mesmos poderiam, no futuro, vir a ser anjos. Jesus Cristo coloca a vida futura como um dogma central de seus ensinamentos. Por isso, não se dizia rei deste mundo. Para o Espiritismo, a vida futura é uma realidade baseada em fatos, fatos estes mostrados pelos próprios Espíritos desencarnados.
  • 13. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 13 Vida Futura e Espiritismo Lei do Progresso O Espírito é imortal e viveremos no além-túmulo, sujeitos à Lei do Progresso. O Espírito mantém a sua individualidade e o estado de felicidade ou infelicidade dependerá de suas ações neste mundo. Pelo simples fato de duvidar da vida futura, o homem dirige todos os seus pensamentos para a vida terrestre. Nenhum bem divisando mais precioso do que os da Terra, torna-se qual a criança que nada mais vê além de seus brinquedos. E não há o que não faça para conseguir os únicos bens que se lhe afiguram reais. A perda do menor deles lhe ocasiona uma tremenda angústia.
  • 14. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 14 Niilismo e Espiritismo Conclusão Allan Kardec nos ensina que a imortalidade dá ao Espírito a garantia de alcançar a perfeição. Como não consegue atingi-la em uma única vida, são necessárias diversas existências. Esta ida e vinda vai lapidando as suas impurezas até se tornar um Espírito puro e poder habitar mundos mais evoluídos.
  • 15. 08/04/2014 Niilismo e Espiritismo 15 Niilismo e Espiritismo Bibliografia Consultada KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 39. ed. São Paulo: IDE, 1984. KARDEC, A. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 15.ed., Rio de Janeiro: FEB, 1975. REALE, Giovanni. O Saber dos Antigos: Terapia para os Dias Atuais. Tradução de Silvana Cobucci Leite. São Paulo: Loyola, 1999. VOLPI, Franco. O Niilismo. Tradução de Rido Vannucchi. São Paulo: Loyola, 1999. Texto em html http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/niilismo-e- espiritismo.htm