O documento aborda a mediunidade e a figura do médium dentro da doutrina espírita, discutindo sua definição, a historicidade do fenômeno e a importância de uma abordagem moral e esclarecida nas práticas mediúnicas. Destaca que a mediunidade é uma propriedade orgânica presente em todos os espíritos encarnados, que pode ser estudada a partir de suas relações com o perispírito e o corpo físico. O texto enfatiza que todos podem ser considerados médiuns, em maior ou menor grau, e que a moralidade do médium influencia suas comunicações com os espíritos.