Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 201588 ISSN 1677-7069
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Total: R$ 292.453,84, Valor de Contrapartida: R$ 7.453,84, Valor a
ser transferido ou descentralizado por exercício: 2015 - R$
285.000,00, Crédito Orçamentário: Num Empenho: 2013NE800019,
Valor: R$ 285.000,00, PTRES: 071048, Fonte Recurso: 0100000000,
ND: 44404233, Vigência: 19/06/2015 a 13/06/2016, Data de As-
sinatura: 19/06/2015, Signatários: Concedente: INALDO PEREIRA
GUERRA NETO CPF nº 882.102.004-53, Convenente: ANTONIO
JOSE DE OLIVEIRA CPF nº 273.813.823-34.
Espécie: Convênio Nº 788164/2013, Nº Processo:
59570001226201339, Concedente: COMPANHIA DE DESENV. DO
VALE DO SAO FRANCISCO, Convenente: DEMERVAL LOBAO
PREFEITURA CNPJ nº 06554885000157, Objeto: Pavimentação de
vias públicas em paralelepípedo no Município de Demerval Lobão -
PI., Valor Total: R$ 259.537,00, Valor de Contrapartida: R$ 7.787,00,
Valor a ser transferido ou descentralizado por exercício: 2015 - R$
251.750,00, Crédito Orçamentário: Num Empenho: 2013NE800095,
Valor: R$ 251.750,00, PTRES: 071063, Fonte Recurso: 0100000000,
ND: 44404233, Vigência: 18/06/2015 a 12/06/2016, Data de As-
sinatura: 18/06/2015, Signatários: Concedente: INALDO PEREIRA
GUERRA NETO CPF nº 882.102.004-53, Convenente: LUIS GON-
ZAGA DE CARVALHO JUNIOR CPF nº 396.375.733-72.
EXTRATO DE PRORROGAÇÃO DE OFÍCIO
PROCESSO: 59570.001259/2007-31.
ESPÉCIE: Termo Aditivo ao Convênio Nº 7.93.07.0234/00 firmado
entre a CODEVASF - CNPJ: 00.399.857/0001-26 e o Município de
Cajazeiras do Piauí, CNPJ: 01.612.573/0001-39. OBJETO: Prorrogar
o prazo do convênio por mais 180 dias. TERMO ADITIVO:
7.93.07.0234/15. FUNDAMENTO LEGAL: Art. 43, VI da Portaria
Interministerial 507/2011. DATA DE ASSINATURA: 26/06/2015.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE OBRAS
CONTRA AS SECAS
EXTRATOS DE TERMOS ADITIVOS
Espécie: Termo Aditivo Nº 00003/2015 ao Convênio Nº
772451/2012. Convenentes: Concedente : DEPARTAMENTO
NAC.DE OBRAS CONTRA AS SECAS, Unidade Gestora: 193002,
Gestão: 11203. Convenente : CATARINA PREFEITURA, CNPJ nº
07.540.925/0001-74. Solicitação de termo aditivo de supressão de
valor, em que o repasse sofreu um decréscimo de r$ 500.000,00
(quinhentos mil reais) para r$ 484.182,87 (quatrocentos e oitenta e
quatro mil, cento e oitenta e dois reais e oitenta e sete centavos), a
contrapartida sofreu um decréscimo de r$ 15.000,00 (quinze mil
reais) para r$ 14.525,89 (quatorze mil, quinhentos e vinte e cinco
reais e oitenta e nove centavos), perfazendo um novo valor global de
r$ 498.708,76 (quatrocentos e noventa e oito mil, setecentos e oito
reaiValor Total: R$ 498.708,76, Valor de Contrapartida: R$
14.525,89, Vigência: 27/12/2012 a 25/06/2015. Data de Assinatura:
23/06/2015. Signatários: Concedente : WALTER GOMES DE SOU-
SA, CPF nº 003.892.184-72, Convenente : RAFAEL RUFINO MELO
PAES DE ANDRADE, CPF nº 660.863.883-34.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
Espécie: Termo Aditivo Nº 00002/2015 ao Convênio Nº
779115/2012. Convenentes: Concedente : DEPARTAMENTO
NAC.DE OBRAS CONTRA AS SECAS, Unidade Gestora: 193002,
Gestão: 11203. Convenente : CATARINA PREFEITURA, CNPJ nº
07.540.925/0001-74. Acréscimo da contrapartida de R$ 15.000,00
(quinze mil reais) para R$ 32.475,71 (trinta e dois mil, quatrocentos
e setenta e cinco reais e setenta e um centavos).. Valor Total: R$
532.475,71, Valor de Contrapartida: R$ 32.475,71, Vigência:
27/12/2012 a 25/06/2015. Data de Assinatura: 23/06/2015. Signa-
tários: Concedente : WALTER GOMES DE SOUSA, CPF nº
003.892.184-72, Convenente : RAFAEL RUFINO MELO PAES DE
ANDRADE, CPF nº 660.863.883-34.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
COORDENADORIA ESTADUAL NO RIO GRANDE
DO NORTE
AVISO DE LICITAÇÃO
PREGÃO Nº 2/2015 - UASG 193004
Nº Processo: 59411000215201526 . Objeto: Pregão Eletrônico - Con-
tratação de empresa especializada em servicos de locacao de mao de
obra na categoria de motorista Total de Itens Licitados: 00001. Edital:
29/06/2015 de 08h00 às 12h00 e de 14h às 17h00. Endereço: Es-
planda Silva Jardim 171 Ribeira - NATAL - RN. Entrega das Pro-
postas: a partir de 29/06/2015 às 08h00 no site www.compras-
net.gov.br.. Abertura das Propostas: 10/07/2015 às 10h00 site
www.comprasnet.gov.br.
MURILO SERGIO SILVA DE OLIVEIRA
Chefe Administrativo
(SIDEC - 26/06/2015) 193002-11203-2015NE800085
SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO
E DEFESA CIVIL
EXTRATO DE TERMO ADITIVO
Objeto: Prorrogação do prazo de vigência do instrumento registrado
no SIAFI sob o número 672525 firmado entre a União, por meio do
Ministério da Integração Nacional, CNPJ 03.353.358/0001-96, e o
Estado do Rio Grande do Norte, CNPJ 40.799.652/0001-52, conforme
instrução do processo nº 59050.001055/2012-36, até 26/04/2016.
SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO
DA AMAZÔNIA
EXTRATO DE CONTRATO Nº 52/2015 - UASG 533013
Nº Processo: 59004/102/2015-22.
INEXIGIBILIDADE Nº 33/2015. Contratante: SUPERINTENDEN-
CIA DO -DESENVOLVIMENTO DA AMAZONIA - SUDAM. CPF
Contratado: 12882909268. Contratado : MARIA DO SOCORRO
MAURO BARATA -Objeto: Contratação de prestação de serviços
deodontológicos especializados em Dentística restauradora, prótese
dentária e clínica geral. Fundamento Legal: Lei 8666/93 - caput art.
25 .Vigência: 26/06/2015 a 26/06/2020. Valor Total: R$5,00. Fonte:
100000000 - 2015NE800194. Data de Assinatura: 26/06/2015.
(SICON - 26/06/2015) 533013-53202-2015NE800002
EXTRATO DE TERMO ADITIVO Nº 1/2015 - UASG 533013
Número do Contrato: 30/2014.
Nº Processo: 59004/211/2014-69.
DISPENSA Nº 8/2014. Contratante: SUPERINTENDENCIA DO -
DESENVOLVIMENTO DA AMAZONIA - SUDAM. CNPJ Con-
tratado: 34028316001851. Contratado : EMPRESA BRASILEIRA
DE CORREIOS E -TELEGRAFOS. Objeto: Prorrogação de vigência
do contrato por mais 12 (doze) meses a contar de 03/07/2015 a
03072016. Fundamento Legal: Art. 57, II e ÷ 4º da Lei nº 8.666/93.
Vigência: 03/07/2015 a 03/07/2016. Valor Total: R$48.000,00. Fonte:
250191620 - 2015NE800043. Data de Assinatura: 19/06/2015.
(SICON - 26/06/2015) 533013-53202-2015NE800002
SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO
DO CENTRO-OESTE
RESULTADO DE JULGAMENTO
PREGÃO Nº 5/2015
A pregoeira da Superintendência do Desenvolvimento do
Centro-Oeste - SUDECO comunica que no pregão eletrônico
n¨05/2015 sangrou-se vencedora do certame a empresa UTOPIA
CONSULTORIA E ASSESSORIA LTDA-EPP com o valor total da
contratação de R$ 559.739,64.
PAULA CORREIA DE BRITO
(SIDEC - 26/06/2015) 533018-53207-2015NE800275
34.869.354/0001-99. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$
345.000,00, Valor de Contrapartida: R$ 95.000,00, Vigência:
31/12/2014 a 29/02/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina :
Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO
CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU-
DICIÃ Â RIO.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No-
808747/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : DE-
FENSORIA PUBLICA -GERAL DO ESTADO DO ACRE, CNPJ nº
04.581.375/0001-43. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$
165.000,00, Valor de Contrapartida: R$ 15.000,00, Vigência:
31/12/2014 a 22/03/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina :
Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO
CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU-
DICIÃ Â RIO.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No-
810829/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : PO-
DER JUDICIARIO, CNPJ nº 04.034.872/0001-21. P.I.127/2008, art.
30, VI.. Valor Total: R$ 287.243,41, Valor de Contrapartida: R$
87.243,41, Vigência: 31/12/2014 a 06/04/2016. Data de Assinatura:
24/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA
JUSTICA / FLAVIO CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE
REFORMA DO JUDICIÃ Â RIO.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No-
813189/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : MI-
NISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO AMAPA, CNPJ nº
34.869.354/0001-99. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$
882.882,41, Valor de Contrapartida: R$ 82.882,41, Vigência:
31/12/2014 a 15/03/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina :
Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO
CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU-
DICIÃ Â RIO.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
EXTRATO DE TERMO ADITIVO No- 3/2015 - UASG 200005
Número do Contrato: 58/2013.
No- Processo: 08020006679201266.
PREGÃO SRP No- 16/2012. Contratante: MINISTERIO DA JUS-
TICA -CNPJ Contratado: 05280162000144. Contratado : AYNIL SO-
LUCOES S.A. -Objeto: Prorrogação da vigência contratual de 27 de
junho de 2015 até 26 de junho de 2016. Fundamento Legal: Lei
8.666/93 . Vigência: 27/06/2015 a 26/06/2016. Data de Assinatura:
25/06/2015.
(SICON - 26/06/2015) 200005-00001-2015NE800059
AVISO DE SUSPENSÃO
PREGÃO No- 6/2015
Comunicamos a suspensão da licitação supracitada, publi-
cada no D.O.U em 22/06/2015 . Objeto: Pregão Eletrônico - Registro
de Preço por menor preço global para contratação de empresa es-
pecializada no fornecimento de subscrição de licenças de software,
aplicativos e sistemas operacionais, destinados aos equipamentos e
estações de trabalho e servidores de rede do Ministério da Justiça,
incluindo suporte técnico e garantia de atualização das versões pelo
período de 12 (doze meses), de acordo com as especificações téc-
nicas.
EDUARDO DE OLIVEIRA DA ROSA
Pregoeiro
(SIDEC - 26/06/2015) 200005-00001-2015NE800059
SECRETARIA EXECUTIVA
SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO,
ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO
COORDENAÇÃO-GERAL DE LOGÍSTICA
EXTRATOS DE PRORROGAÇÃO DE OFÍCIO
Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No-
807367/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : MI-
NISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO AMAPA, CNPJ nº
34.869.354/0001-99. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$
504.594,18, Valor de Contrapartida: R$ 54.594,18, Vigência:
31/12/2014 a 15/02/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina :
Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO
CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU-
DICIÃ Â RIO.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No-
807370/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : TRI-
BUNAL DE JUSTICA DO ESTADO DO AMAPA, CNPJ nº
34.870.576/0001-21. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$
358.666,67, Valor de Contrapartida: R$ 108.666,67, Vigência:
31/12/2014 a 10/02/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina :
Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO
CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU-
DICIÃ Â RIO.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No-
808496/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : MI-
NISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO AMAPA, CNPJ nº
Ministério da Justiça
.
COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS
EDITAL No- 35, DE 24 DE JUNHO DE 2015
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO
O COORDENADOR-GERAL DE RECURSOS HUMANOS
DA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E
ADMINISTRAÇÃO DA SECRETARIA EXECUTIVA DO MINIS-
TÉRIO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais e contrato
celebrado com a Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt -
FUNCAB, torna pública a realização de processo seletivo simpli-
ficado para contratação, por tempo determinado, de profissionais para
o desenvolvimento de atividades na Secretaria Extraordinária de Se-
gurança para Grandes Eventos, com lotação em Brasília/DF, aten-
dendo necessidade temporária de excepcional interesse público, me-
diante as condições especiais estabelecidas neste Edital e seus Ane-
xos.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1. O Processo Seletivo Simplificado será regido por este
Edital, seus Anexos e eventuais retificações, sendo executado pela
Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt - FUNCAB.
1.2. A realização da inscrição implica a concordância do
candidato com as regras estabelecidas neste Edital, com renúncia
expressa a quaisquer outras.
1.3. O prazo de validade do presente Processo Seletivo Pú-
blico é de 1 (um) ano, a contar da data da publicação da homologação
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 2015 89ISSN 1677-7069
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html,
pelo código 00032015062900089
Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
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de seu resultado final, podendo ser prorrogado, uma vez, por até igual
período, conforme o Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009,
publicado no Diário Oficial da União de 24 de agosto de 2009,
observada a data limite de 31 de julho de 2017, data de término das
atividades da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes
Eventos, conforme previsto no art. 5º, § 2º do Decreto nº 7.538, de 1º
de agosto de 2011.
1.4. As inscrições para este Processo Seletivo Simplificado
serão realizadas via Internet, conforme especificado no Item 4.
1.5. Todo o processo de execução deste Processo Seletivo
Simplificado, com as informações pertinentes, estará disponível no
site www.funcab.org.
1.6. Todos os atos oficiais relativos ao Processo Seletivo
Simplificado serão publicados no Diário Oficial da União e no site
www.funcab.org.
1.7. O candidato deverá acompanhar as notícias relativas a
este Processo Seletivo Simplificado nos meios citados no subitem 1.6,
pois, caso ocorram alterações nas normas contidas neste Edital, elas
serão neles divulgadas.
1.8. O conteúdo programático para o cargo está disponível
no ANEXO III.
1.9. Os candidatos contratados estarão subordinados às dis-
posições da Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, e alterações
posteriores.
1.9.1. O prazo de duração dos contratos deverá ser de até 1
(um) ano, com possibilidade de prorrogação até a data de 31 de julho
de 2017, data de término das atividades da Secretaria Extraordinária
de Segurança para Grandes Eventos, conforme previsto no art. 5º, §
2º do Decreto nº 7.538, de 1º de agosto de 2011.
1.10. O Edital e seus Anexos estarão disponíveis no site
www.funcab.org para consulta e impressão.
2. DOS REQUISITOS BÁSICOS PARA CONTRATAÇÃO
2.1. Os requisitos básicos para contratação são, cumulati-
vamente, os seguintes:
a) ter sido aprovado e classificado no Processo Seletivo
Simplificado; b) ser brasileiro nato ou naturalizado, ou, em caso de
nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade
entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento de gozo de di-
reitos políticos, nos termos do parágrafo 1°, artigo 12, da Constituição
Federal; c) estar quite com as obrigações eleitorais, para os can-
didatos de ambos os sexos; d) estar quite com as obrigações militares,
para os candidatos do sexo masculino; e) encontrar-se em pleno gozo
de seus direitos políticos e civis; f) não ter sofrido, no exercício de
função pública, penalidade incompatível com nova contratação em
cargo público; g) apresentar diploma ou certificado, devidamente re-
gistrado, de conclusão de curso, conforme requisito do cargo pre-
tendido, fornecido por instituição de ensino reconhecida pelo Mi-
nistério da Educação, comprovado por meio da apresentação de ori-
ginal e cópia do respectivo documento; h) estar apto, física e men-
talmente, não apresentando deficiência que o incapacite para o exer-
cício das funções do cargo, fato apurado pela Perícia Médica Oficial
a ser designada; i) ter idade mínima de 18 (dezoito) anos até a data da
contratação; j) apresentar declaração negativa de antecedentes cri-
minais; k) não acumular cargos, empregos ou funções públicas, con-
forme a Lei nº 8.745, de 1993, salvo nos casos constitucionalmente
admitidos ou legislações pertinentes; l) cumprir, na íntegra, as de-
terminações previstas no Edital de abertura do Processo Seletivo
Simplificado; m) apresentar declaração de bens.
2.2. O candidato, se aprovado, por ocasião da contratação,
deverá provar que possui todas as condições para o exercício do
cargo, apresentando todos os documentos exigidos pelo presente Edi-
tal e outros que lhe forem solicitados, confrontando-se, então, de-
claração e documentos, sob pena de perda do direito à vaga.
3. DAS ETAPAS
3.1. O presente Processo Seletivo Simplificado será com-
posto de única etapa de Prova Objetiva de caráter classificatório e
eliminatório.
3.2. Ao final da etapa, o resultado será divulgado no site
www.funcab.org.
3.3. A Prova Objetiva será realizada em Brasília/DF.
4. DAS INSCRIÇÕES
4.1. Antes de se inscrever, o candidato deverá tomar co-
nhecimento das normas e condições estabelecidas neste Edital, in-
cluindo seus Anexos, partes integrantes das normas que regem o
presente Processo Seletivo Simplificado, das quais não poderá alegar
desconhecimento em nenhuma hipótese.
4.2. A inscrição no Processo Seletivo Simplificado exprime a
ciência e tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste
Edital.
4.3. As inscrições deverão ser realizadas pela internet, no site
www.funcab.org, no prazo estabelecido no Cronograma Previsto -
ANEXO II.
4.4. O candidato deverá, no ato da inscrição, marcar em
campo específico da Ficha de Inscrição On-line uma única opção de
cargo/área de atuação. Depois de efetivada a inscrição, não será aceito
pedido de alteração desta opção.
4.4.1. O candidato que efetuar mais de uma inscrição terá
sua primeira inscrição paga ou isenta automaticamente cancelada, não
havendo ressarcimento do valor pago, referente à primeira inscri-
ção.
4.4.2. O candidato somente terá confirmada a inscrição para
um único cargo/área de atuação, visto que a Prova Objetiva será
realizada no mesmo dia e turno para todos os cargos.
4.4.2.1. Não sendo possível identificar a última inscrição
paga ou isenta, será considerado o número gerado no ato da inscrição,
validando-se a última inscrição gerada.
4.5. O valor da inscrição será de:
R$ 70,00 (setenta reais) para os cargos de Técnico Espe-
cializado de Complexidade Gerencial (Nível V); R$ 60,00 (sessenta
reais) para os cargos de Técnico Especializado de Complexidade
Intelectual (Nível IV); e R$ 50,00 (cinquenta reais) para os cargos de
Técnico Especializado de Suporte (Nível III).
4.5.1. A importância recolhida, relativa à inscrição, só será
devolvida em hipótese de cancelamento do Processo Seletivo Sim-
plificado ou em razão de fato atribuível somente à Administração
Pública.
4.6. Poderá solicitar isenção do pagamento do valor da ins-
crição o candidato que estiver inscrito no Cadastro Único para Pro-
gramas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), de que trata o De-
creto Federal nº 6.135, de 26 de junho de 2007, e for membro de
família de baixa renda, nos termos do Decreto Federal nº 6.135, de 26
de junho de 2007, e segundo o procedimento descrito abaixo:
4.6.1. Não será concedida a isenção do pagamento do valor
da inscrição a candidato que não possua o Número de Identificação
Social (NIS) já identificado e confirmado na base de dados do Ca-
dÚnico, na data da sua inscrição.
4.6.1.1. Para a realização da inscrição com isenção do pa-
gamento do valor da inscrição, o candidato deverá preencher o For-
mulário de Inscrição, via internet, no site www.funcab.org, no qual
indicará o Número de Identificação Social - NIS, atribuído pelo
CadÚnico do Governo Federal, e firmará declaração de que pertence
à família de baixa renda.
4.6.1.2. A FUNCAB consultará o órgão gestor do CadÚnico
para verificar a veracidade das informações prestadas pelo candi-
dato.
4.6.1.3. Não serão analisados os pedidos de isenção sem
indicação do número do NIS e, ainda, aqueles que não contenham
informações suficientes para a correta identificação do candidato na
base de dados do Órgão Gestor do CadÚnico.
4.6.2. A inscrição com o pedido de isenção deverá ser efe-
tuada nas datas constantes do Cronograma Previsto - ANEXO II, a
partir das 10h do primeiro dia até às 23h59min do último dia, con-
siderando-se o horário oficial de Brasília/DF.
4.6.3. A relação das isenções deferidas e indeferidas será
disponibilizada no site www.funcab.org, na data constante do Cro-
nograma Previsto - ANEXO II.
4.6.4. O candidato disporá, unicamente, de 02 (dois) dias
para contestar o indeferimento, exclusivamente mediante preenchi-
mento de formulário digital, que estará disponível no site www.fun-
cab.org a partir das 8h do primeiro dia até às 23h59min do último dia
do prazo previsto no Cronograma Previsto - ANEXO II, conside-
rando-se o horário oficial de Brasília/DF. Após esse período, não
serão aceitos pedidos de revisão.
4.6.5. O candidato que tiver seu pedido de isenção indeferido
poderá emitir a GRU cobrança para pagamento da inscrição que
estará disponível no site www.funcab.org para impressão até às 15
horas do dia estabelecido no Cronograma Previsto - ANEXO II,
considerando-se o horário oficial de Brasília/DF.
4.6.6. O candidato com isenção deferida terá sua inscrição
automaticamente efetivada.
4.6.7. As informações prestadas no formulário serão de in-
teira responsabilidade do candidato, respondendo este por qualquer
erro ou falsidade.
4.6.8. Não será concedida isenção do pagamento do valor da
inscrição ao candidato que:
a) omitir informações ou torná-las inverídicas;
b) não observar o prazo e os horários estabelecidos neste
Edital.
4.6.9. Após o envio do requerimento de isenção, não será
permitida a complementação das informações, nem mesmo por meio
de pedido de revisão ou recurso.
4.6.10. Não será aceita solicitação de isenção de pagamento
do valor da inscrição por via postal, fax, correio eletrônico ou similar
ou por qualquer outro meio não mencionado neste edital.
4.6.11. Fica reservado à Comissão do Processo Seletivo Sim-
plificado do Ministério da Justiça ou à FUNCAB o direito de exigir,
a seu critério, a apresentação de novas informações ou documentação
para conferência de dados.
4.6.12. Sendo constatada, a qualquer tempo, a falsidade de
qualquer informação ou documentação entregue, será cancelada a
inscrição efetivada e anulados todos os atos dela decorrentes, res-
pondendo o candidato, pela falsidade praticada, na forma da lei.
4.6.13. O interessado que não tiver seu pedido de isenção
deferido e que não efetuar o pagamento do valor da inscrição na
forma e no prazo estabelecidos no subitem 4.6.5 estará automati-
camente excluído do Processo Seletivo Simplificado.
4.6.14. O candidato que tiver a isenção deferida, mas que
tenha realizado outra inscrição paga para o mesmo cargo, terá a
isenção cancelada.
4.7. Da inscrição pela internet
4.7.1. Para se inscrever pela internet, o candidato deverá
acessar o site www.funcab.org onde constam o Edital, a Ficha de
Inscrição via internet e os procedimentos necessários à efetivação da
inscrição. A inscrição pela internet estará disponível durante as 24
horas do dia, ininterruptamente, desde às 10 horas do 1º dia de
inscrição até as 23h59min do último dia de inscrição, conforme es-
tabelecido no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o
horário oficial de Brasília/DF.
4.7.2. O candidato deverá ler e seguir atentamente as orien-
tações para preenchimento da Ficha de Inscrição via internet e demais
procedimentos, tomando todo o cuidado com a confirmação dos da-
dos preenchidos antes de enviar a inscrição, evitando-se que o botão
de rolagem do mouse seja acionado indevidamente e altere os res-
pectivos dados.
4.7.3. Ao efetuar a inscrição via internet, o candidato deverá
imprimir a GRU cobrança e efetuar o pagamento do valor da ins-
crição até a data do seu vencimento. Caso o pagamento não seja
efetuado, deverá acessar o site www.funcab.org e emitir a 2ª via da
GRU cobrança, que terá nova data de vencimento. A 2ª via da GRU
cobrança estará disponível no site para impressão até às 14 horas do
dia estabelecido no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-
se o horário oficial de Brasília/DF. Após essa data, qualquer pa-
gamento efetuado será desconsiderado.
4.7.4. As inscrições somente serão confirmadas após o banco
ratificar o efetivo pagamento do valor da inscrição, que deverá ser
feito dentro do prazo estabelecido, em qualquer agência bancária,
obrigatoriamente por meio da GRU cobrança específica, impresso
pelo próprio candidato no momento da inscrição. Não será aceito
pagamento feito por meio de depósito bancário, DOC ou similares.
4.7.4.1. Caso haja qualquer divergência entre o valor da
inscrição e o valor pago, a inscrição não será confirmada.
4.7.4.2. A GRU cobrança paga em casas lotéricas e Correios
poderão demorar mais tempo para compensação.
4.7.5. A GRU cobrança paga, autenticada pelo banco, ou
comprovante de pagamento, deverá estar em posse do candidato du-
rante todo o certame, para eventual certificação e consulta pelos
organizadores.
4.7.6. Os candidatos deverão verificar a confirmação de sua
inscrição no site www.funcab.org a partir do quinto dia útil após a
efetivação do pagamento da GRU cobrança.
4.7.7. A confirmação da inscrição deverá ser impressa pelo
candidato e guardada consigo, juntamente com a GRU cobrança e
respectivo comprovante de pagamento.
4.7.8. O descumprimento de quaisquer das instruções para
inscrição via internet implicará o cancelamento da mesma.
4.7.9. A inscrição via internet é de inteira responsabilidade
do candidato e deve ser feita com antecedência, evitando-se o pos-
sível congestionamento de comunicação do site www.funcab.org nos
últimos dias de inscrição.
4.7.10. A FUNCAB não será responsável por problemas na
inscrição ou emissão da GRU cobrança via internet motivados por
falhas de comunicação ou congestionamento das linhas de comu-
nicação nos últimos dias do período de inscrição e pagamento, que
venham a impossibilitar a transferência e o recebimento de dados.
5. DAS VAGAS RESERVADAS A CANDIDATOS NE-
GROS
5.1. Serão reservados 20% (vinte por cento) do total das
vagas a candidatos negros, na forma da Lei nº 12.990 de 09 de Junho
de 2014.
5.2. Na hipótese de quantitativo fracionado para o número de
vagas reservadas a candidatos negros, esse será aumentado para o
primeiro número inteiro subsequente, em caso de fração igual ou
maior que 0,5 (cinco décimos), ou diminuído para número inteiro
imediatamente inferior, em caso de fração menor que 0,5 (cinco
décimos).
5.3. Poderão concorrer às vagas reservadas a candidatos ne-
gros aqueles que se autodeclararem pretos ou pardos no ato da ins-
crição no Processo Seletivo Simplificado, conforme o quesito cor ou
raça utilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Es-
tatística - IBGE.
5.4. O candidato que pretende concorrer à vaga reservada,
que efetuar sua inscrição via internet deverá enviar, até o dia útil
seguinte ao último dia de inscrição, cópia simples do CPF e au-
todeclaração de próprio punho ORIGINAL, via SEDEX, para a FUN-
CAB - Processo Seletivo Simplificado - MJ, Caixa Postal nº 105.722
- CEP: 24.210.970 - Niterói/RJ, devendo ser notificado à FUNCAB
seu envio, por meio de mensagem encaminhada para o correio ele-
trônico notificacao@funcab.org, especificando nome completo do
candidato, número da Ficha de Inscrição, data de postagem e o
número identificador do objeto.
5.4.1. A relação dos candidatos que se autodeclararam para
concorrer à vaga reservada aos negros será divulgada na Internet no
site www.funcab.org.
5.4.2. O candidato disporá, unicamente, de 02 (dois) dias
para contestar o indeferimento, exclusivamente mediante preenchi-
mento de formulário digital, que estará disponível no site www.fun-
cab.org, a partir das 8h do primeiro dia até às 23h59min do último dia
do prazo no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o
horário oficial de Brasília/DF. Após esse período, não serão aceitos
pedidos de revisão.
5.5. Na hipótese de constatação de declaração falsa, o can-
didato será eliminado do Processo Seletivo e, se houver sido no-
meado, ficará sujeito à anulação da sua contratação, após proce-
dimento administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório
e a ampla defesa, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.
5.6. Os candidatos negros concorrerão concomitantemente às
vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de
acordo com a sua classificação no Processo Seletivo Simplificado.
5.7. Os candidatos negros aprovados dentro do número de
vagas oferecido para ampla concorrência não serão computados para
efeito do preenchimento das vagas reservadas.
5.8. Em caso de desistência de candidato negro aprovado em
vaga reservada, a vaga será preenchida pelo candidato negro pos-
teriormente classificado.
5.9. Na hipótese de não haver número de candidatos negros
aprovados suficientes para ocupar as vagas reservadas, as vagas re-
manescentes serão revertidas para a ampla concorrência e serão pre-
enchidas pelos demais candidatos aprovados, observada a ordem de
classificação.
5.10. A contratação dos candidatos aprovados respeitará os
critérios de alternância e proporcionalidade, que consideram a relação
entre o número de vagas total e o número de vagas reservadas a
candidatos com deficiência e a candidatos negros.
6. DAS VAGAS RESERVADAS A CANDIDATOS COM
DEFICIÊNCIA
6.1. Às pessoas com deficiência, conforme o art. 37 do
Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, que regulamenta a Lei
federal nº 7.853, de 1989, e suas alterações, e nos termos do presente
Edital, será reservado o percentual de 5% (cinco por cento) das vagas
oferecidas.
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 201590 ISSN 1677-7069
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Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
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6.1.1. Caso a aplicação do percentual de que trata o subitem
6.1 deste edital resulte em número fracionado, este deverá ser elevado
até o primeiro número inteiro subsequente, desde que não ultrapasse
a 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas.
6.2. Aos candidatos com deficiência é assegurado o direito
de se inscrever neste Processo Seletivo Simplificado, desde que as
atribuições do cargo sejam compatíveis com a sua limitação, con-
forme estabelecido no Decreto nº 3.298, de 1999, e suas alterações.
6.3. DA PERÍCIA MÉDICA
6.3.1. O candidato que se declarar pessoa com deficiência
será convocado para se submeter à perícia médica oficial, promovida
por equipe multiprofissional providenciada pela FUNCAB, formada
por 06 (seis) profissionais que analisarão a qualificação do candidato
como pessoa com deficiência, nos termos do art. 43 do Decreto nº
3.298, de 1999, e suas alterações e da Súmula nº 377 do Superior
Tribunal de Justiça, que avaliará a compatibilidade de sua deficiência
com o exercício de todas as atribuições do cargo, sem restrições.
6.3.2. Os candidatos deverão comparecer à perícia médica
munidos de documento de identidade original e de laudo médico
(original ou cópia autenticada em cartório) que ateste a espécie e o
grau ou nível de deficiência, com expressa referência ao código cor-
respondente da Classificação Internacional de Doenças (CID-10),
conforme especificado no Decreto nº 3.298, de 1999, e suas al-
terações, bem como à provável causa da deficiência, e, se for o caso,
de exames complementares específicos que a comprovem.
6.3.2.1. A entrega do laudo médico previsto no subitem
6.3.2. não afasta a obrigatoriedade do envio do referido laudo na
inscrição do candidato, conforme disposto no subitem 7.3.
6.3.3. O laudo médico (original ou cópia autenticada em
cartório) será retido pela FUNCAB por ocasião da realização da
perícia médica.
6.3.4. Os candidatos convocados para a perícia médica de-
verão comparecer com uma hora de antecedência do horário marcado
para o seu início, conforme edital de convocação.
6.3.5. Perderá o direito de concorrer às vagas reservadas aos
candidatos com deficiência o candidato que, por ocasião da perícia
médica, não apresentar laudo médico (original ou cópia autenticada
em cartório) ou que apresentar laudo que não tenha sido emitido nos
últimos doze meses, bem como o que não for qualificado na perícia
médica como pessoa com deficiência ou, ainda, que não comparecer
à perícia.
6.3.6. O candidato que não for considerado com deficiência
na perícia médica, caso seja aprovado no Processo Seletivo Sim-
plificado, figurará na lista de classificação geral por cargo.
6.3.7. A compatibilidade entre as atribuições do cargo e a
deficiência apresentada pelo candidato será avaliada pela equipe mul-
tiprofissional a que se refere o subitem 6.3.1.
6.3.8. O candidato com deficiência que, no decorrer da exe-
cução do contrato, apresentar incompatibilidade da deficiência com as
atribuições com a função terá seu contratado rescindido.
6.3.9. O candidato que, no ato da inscrição, se declarar com
deficiência, se for qualificado na perícia médica e não for eliminado
do Processo Seletivo Simplificado, terá seu nome publicado em lista
à parte e figurará também na lista de classificação geral por cargo.
6.3.10. Consideram-se pessoas com deficiência aquelas que
se enquadram nas categorias previstas no art. 4º do Decreto nº 3.298,
de 1999, e suas alterações.
6.3.11. Não serão considerados como deficiência física os
distúrbios de acuidade visual passíveis de correção.
6.4. Ressalvadas as disposições especiais contidas neste Edi-
tal, os candidatos com deficiência participarão do Processo Seletivo
Simplificado em igualdade de condições com os demais candidatos,
no que tange ao local de aplicação de prova, ao horário, ao conteúdo,
à correção das provas, aos critérios de avaliação e aprovação, à
pontuação mínima exigida e a todas as demais normas de regência do
Processo Seletivo Simplificado.
6.5. No caso de não haver candidatos com deficiência apro-
vados nas provas ou na perícia médica, ou de não haver candidatos
aprovados em número suficiente para as vagas reservadas às pessoas
com deficiência, as vagas remanescentes serão preenchidas pelos de-
mais candidatos aprovados, observada a ordem de classificação.
6.6. Após a contratação, a deficiência não poderá ser arguida
para justificar o direito à aposentadoria por invalidez.
7. DA INSCRIÇÃO DOS CANDIDATOS COM DEFICIÊN-
CIA
7.1. A inscrição dos candidatos com deficiência será feita nas
formas estabelecidas neste Edital, observando-se o que se segue.
7.2. A pessoa com deficiência que pretende concorrer às
vagas reservadas deverá, sob as penas da lei, declarar esta condição
no campo específico da Ficha de Inscrição via internet.
7.3. O candidato com deficiência que efetuar sua inscrição
via internet deverá enviar, até o dia útil seguinte ao último dia de
inscrição, cópia simples do CPF e laudo médico original ou cópia
autenticada em cartório, atestando claramente a espécie e o grau ou o
nível da deficiência, com expressa referência ao código correspon-
dente da Classificação Internacional de Doenças - CID-10, bem como
a provável causa da deficiência, via SEDEX, para a FUNCAB -
Processo Seletivo Simplificado - MJ, Caixa Postal nº 105.722 - CEP:
24.210.970 - Niterói/RJ, devendo ser notificado à FUNCAB seu en-
vio, por meio de mensagem encaminhada para o correio eletrônico
para notificacao@funcab.org, especificando nome completo do can-
didato, número da Ficha de Inscrição, data de postagem e o número
identificador do objeto.
7.3.1. O envio do laudo médico previsto no subitem 7.3 não
afasta a obrigatoriedade de apresentação do referido laudo quando da
realização da perícia médica, conforme disposto no subitem 6.3.2.
7.4. O candidato com deficiência poderá solicitar condições
especiais para a realização das provas, devendo fazê-la, no campo
específico da Ficha de Inscrição on-line, no ato de sua inscrição,
conforme previsto nos §§ 1º e 2º do art. 40 do Decreto nº 3.298, de
1999, e suas alterações.
7.4.1. O candidato com deficiência que necessitar de tempo
adicional para a realização das provas deverá indicar a necessidade na
solicitação de inscrição e encaminhar, na forma do subitem 7.3. deste
Edital, até o último dia das inscrições indicado no Cronograma Pre-
visto - ANEXO II, justificativa acompanhada de original ou cópia
autenticada em cartório de laudo e parecer emitido por especialista da
área de sua deficiência que ateste a necessidade de tempo adicional,
conforme prevê o § 2º do art. 40 do Decreto nº 3.298, de 1999, e suas
alterações.
7.4.2. A realização das provas em condições especiais re-
queridas pelo candidato, conforme disposto no subitem 7.4, ficará
sujeita, ainda, à apreciação e deliberação da FUNCAB, observados os
critérios de viabilidade e razoabilidade.
7.4.3. O candidato disporá, unicamente, de 02 (dois) dias
para contestar o indeferimento da inscrição na condição de pessoa
com deficiência ou do pedido de atendimento especial, exclusiva-
mente mediante preenchimento de formulário digital, que estará dis-
ponível no site www.funcab.org, a partir das 8h do primeiro dia até as
23h59min do último dia do prazo no Cronograma Previsto - ANEXO
II, considerando-se o horário oficial de Brasília/DF. Após esse pe-
ríodo, não serão aceitos pedidos de revisão.
7.5. O candidato que não declarar a deficiência conforme
estabelecido no subitem 7.2, ou deixar de enviar cópia simples do
CPF e o laudo médico original ou cópia autenticada em cartório ou
enviá-los fora do prazo determinado perderá a prerrogativa de con-
correr às vagas reservadas.
7.6. A relação dos candidatos que tiveram a inscrição de-
ferida para concorrer na condição de pessoa com deficiência será
divulgada na Internet no site www.funcab.org.
8. DAS CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA REALIZAÇÃO
DA PROVA OBJETIVA
8.1. Caso haja necessidade de condições especiais para se
submeter à Prova Objetiva, o candidato deverá solicitá-las no ato da
inscrição, no campo específico da Ficha de Inscrição, indicando cla-
ramente quais os recursos especiais necessários, arcando o candidato
com as consequências de sua omissão.
8.1.1. As provas ampliadas serão exclusivamente elaboradas
em fonte tamanho 16.
8.1.2. No atendimento a condições especiais não se inclui
atendimento domiciliar, hospitalar e transporte.
8.1.3. O candidato que, por causas transitórias ocorridas após
o período de inscrição, necessitar de condições especiais para realizar
a Prova Objetiva deverá, em até 48 horas antes da Realização da
Prova, requerê-las à FUNCAB por meio do e-mail: concursos@fun-
cab.org.
8.2. A realização da prova em condições especiais ficará
sujeita, ainda, à apreciação e deliberação da FUNCAB, observados os
critérios de viabilidade e razoabilidade.
8.3. As candidatas lactantes que tiverem necessidade de ama-
mentar durante a realização das provas, além de solicitar atendimento
especial para tal fim, deverão levar um acompanhante, maior de
idade, que ficará em sala reservada para essa finalidade e que será
responsável pela guarda da criança, não fazendo jus à prorrogação do
tempo, conforme subitem 9.15.
8.3.1. A candidata lactante que comparecer ao local de pro-
vas com o lactente e sem acompanhante não realizará a prova.
8.4. A relação dos candidatos que tiveram a condição es-
pecial deferida será divulgada no site www.funcab.org.
8.4.1. O candidato disporá, unicamente, de 02(dois) dias para
contestar o indeferimento, exclusivamente mediante preenchimento
de formulário digital, que estará disponível no site www.funcab.org, a
partir das 8h do primeiro dia até às 23h59min do último dia do prazo
previsto no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o
horário oficial de Brasília/DF. Após esse período, não serão aceitos
pedidos de revisão.
9. DAS CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA
OBJETIVA
9.1. As informações sobre os locais e os horários de apli-
cação da Prova Objetiva serão divulgadas no site www.funcab.org
com antecedência mínima de 5 (cinco) dias da data de sua realização,
conforme consta no Cronograma Previsto - ANEXO II.
9.2. Os candidatos deverão acessar e imprimir o Comunicado
Oficial de Convocação para Prova (COCP), no qual constam data,
horário e local de realização da Prova Objetiva, disponível no site
www.funcab.org.
9.2.1. É importante que o candidato tenha em mãos o seu
COCP no dia de realização da Prova Objetiva, para facilitar a lo-
calização de sua sala, sendo imprescindível que esteja de posse do
documento oficial de identidade, observando o especificado nos su-
bitens 9.7 e 9.7.1.
9.2.2. Não será enviada à residência do candidato comu-
nicação individualizada. O candidato inscrito deverá obter as infor-
mações necessárias sobre sua alocação, por meio das formas descritas
nos subitens 9.1 e 9.2.
9.3. É de exclusiva responsabilidade do candidato tomar
ciência do trajeto até o local de realização das Provas, a fim de evitar
eventuais atrasos, sendo aconselhável ao candidato visitar o local de
realização da prova com antecedência mínima de 24(vinte e quatro)
horas.
9.3.1. O candidato não poderá alegar desconhecimento acer-
ca da data, horário e local de realização da Prova Objetiva, para fins
de justificativa de sua ausência.
9.4. O horário de realização da Prova Objetiva referir-se-á ao
Horário Oficial de Brasília/DF.
9.5. Quando da realização da Prova Objetiva, o candidato
deverá, ainda, obrigatoriamente, levar caneta esferográfica de tinta
azul ou preta, fabricada em material transparente, não podendo uti-
lizar outro tipo de caneta ou material.
9.5.1. O candidato deverá comparecer ao local de realização
da Prova Objetiva, portando documento oficial e original de iden-
tificação, com antecedência mínima de 1 (uma) hora do horário es-
tabelecido para o fechamento dos portões.
9.6. Não será permitido o ingresso de candidato no local de
realização da prova, após o horário fixado para o fechamento dos
portões, sendo que a Prova Objetiva será iniciada 10 (dez) minutos
após esse horário. Após o fechamento dos portões, não será permitido
o acesso de candidatos, em hipótese alguma, mesmo que a prova
ainda não tenham sido iniciadas.
9.7. Serão considerados documentos oficiais de identidade:
- Carteira de Identidade emitida com base na Lei nº 7.116, de
29 de agosto de 1983; Carteiras expedidas pelas Forças Armadas,
pelos Corpos de Bombeiros e pelas Polícias Militares; Carteiras ex-
pedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (Ordens
e Conselhos de Classe) que, por Lei Federal, valem como identidade;
Certificado de Reservista; Passaporte; Carteiras Funcionais do Mi-
nistério Público e Magistratura; Carteiras expedidas por órgão público
que, por Lei Federal, valem como identidade; Carteira Nacional de
Habilitação (somente modelo com foto); Carteira de Trabalho; Car-
teira de Identidade do Trabalhador.
9.7.1. Não serão aceitos como documentos de identidade:
Certidão de nascimento ou Casamento; CPF; Títulos elei-
torais; Carteiras de Motorista (modelo sem foto); Carteiras de Es-
tudante; Carteiras Funcionais sem valor de identidade; Documentos
ilegíveis, não identificáveis e/ou danificados.
9.7.1.1. O documento deverá estar em perfeitas condições, de
forma a permitir, com clareza, a identificação do candidato (foto e
assinatura).
9.7.2. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar,
no dia de realização da Prova Objetiva, documento de identidade
original, por motivo de perda, roubo ou furto, deverá apresentar
documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial,
expedido há, no máximo, 30 (trinta) dias. Na ocasião será submetido
à identificação especial, compreendendo coletas de assinaturas em
formulário próprio para fins de Exame Grafotécnico e coleta de di-
gital.
9.8. A identificação especial será exigida, também, ao can-
didato cujo documento de identificação apresente dúvidas relativas à
fisionomia ou à assinatura do portador.
9.9. O documento de identidade deverá ser apresentado ao
Fiscal de Sala ou de Local, antes do acesso à sala ou ao local de
prova.
9.9.1. Não será permitido, em hipótese alguma, o ingresso
nas salas ou no local de realização das etapas de candidatos sem
documento oficial e original de identidade, nem mesmo sob a ale-
gação de estar aguardando que alguém o traga.
9.9.2. Após identificação e entrada em sala de aplicação da
Prova Objetiva, o candidato deverá dirigir-se à carteira e não poderá
consultar ou manusear qualquer material de estudo ou de leitura
enquanto aguardar o horário de início da prova.
9.10. Não será permitida a permanência de candidatos que já
tenham terminado a Prova Objetiva no local de realização da mesma.
Ao terminarem, os candidatos deverão se retirar imediatamente do
local, não sendo possível nem mesmo a utilização dos banheiros e
bebedouros.
9.10.1. É vedada a permanência de acompanhantes no local
da Prova Objetiva, ressalvado o contido no subitem 8.3.
9.11. A Prova Objetiva acontecerá em dia, horário e locais
indicados nas publicações oficiais e no COCP. Não haverá, sob pre-
texto algum, segunda chamada, nem justificação de falta, sendo con-
siderado eliminado do Processo Seletivo Simplificado o candidato
que faltar a Prova Objetiva. Não haverá aplicação de prova fora do
horário, data e locais pré-determinados.
9.12. Será realizada coleta de digital de todos os candidatos,
a critério da FUNCAB e da Comissão do Processo Seletivo Sim-
plificado, objetivando a realização de exame datiloscópico, com a
confrontação dos candidatos que venham a ser convocados para no-
meação.
9.13. Será utilizado detector de metais nos locais de rea-
lização da Prova Objetiva.
9.14. O candidato não poderá ausentar-se da sala de rea-
lização da Prova Objetiva após assinatura da Lista de Presença e
recebimento de seu Cartão de Respostas até o início efetivo da prova
e, após este momento, somente acompanhado por Fiscal. Portanto, é
importante que o candidato utilize banheiros e bebedouros, se ne-
cessitar, antes de sua entrada na sala.
9.15. Não haverá, por qualquer motivo, prorrogação do tem-
po previsto para aplicação das etapas em virtude de afastamento do
candidato.
9.16. Será automaticamente eliminado do Processo Seletivo
Simplificado, o candidato que durante a realização da Prova Ob-
jetiva:
a) for descortês com qualquer membro da equipe encar-
regada pela realização da prova; b) for responsável por falsa iden-
tificação pessoal; c) utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos para
obter aprovação; d) ausentar-se do recinto da prova sem permissão; e)
deixar de assinar lista de presença; f) fizer, em qualquer documento,
declaração falsa ou inexata; g) perturbar, de qualquer modo, a ordem
dos trabalhos; h) não permitir a coleta da impressão digital ou o uso
do detector de metais; i) não atender as determinações deste Edital,
mais possíveis retificações.
9.16.1. Será automaticamente eliminado do Processo Sele-
tivo Simplificado o candidato que, durante a realização da Prova
Objetiva, além de descumprir as determinações do subitem 9.16.,
também:
a) for surpreendido em comunicação com outro candidato; b)
não devolver o Cartão de Respostas ao término da Prova Objetiva,
antes de sair da sala; c) ausentar-se do local da prova antes de
decorrida 1 (uma) hora do início da mesma; d) for surpreendido
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 2015 91ISSN 1677-7069
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portando celular durante a realização da prova. Celulares deverão ser
desligados, retiradas as baterias, e guardados dentro do envelope
fornecido pela FUNCAB ao entrar em sala, mantidos lacrados e
dentro da sala até a saída definitiva do local da realização da prova;
e) não atender ao critério da alínea "d" e for surpreendido com celular
fora do envelope fornecido; ou portando o celular no deslocamento ao
banheiro ao bebedouro; ou o telefone celular tocar; estes últimos,
mesmo dentro do envelope fornecido pela FUNCAB; f) for sur-
preendido em comunicação verbal ou escrita ou de qualquer outra
forma; g) utilizar-se de livros, dicionários, códigos impressos, má-
quinas calculadoras e similares ou qualquer tipo de consulta; h) não
devolver o Caderno de Questões, se sair antes do horário determinado
no subitem 10.11.
9.17. Não é permitido qualquer tipo de anotação e/ou uti-
lização de papel ou similar, além do Caderno de Questões e do Cartão
de Resposta, não sendo permitida, nem mesmo, a anotação de ga-
barito.
9.17.1. O candidato que for pego com a anotação do gabarito
deverá entregá-la ao fiscal ou se desfazer da mesma, e em caso de
recusa será eliminado do certame.
9.18. Após entrar em sala ou local de prova, não será ad-
mitida qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os can-
didatos, nem a utilização de livros, dicionários, códigos, papéis, ma-
nuais, impressos ou anotações, agendas eletrônicas ou similares, te-
lefone celular, BIP, walkman, gravador ou similares, máquina de
calcular, MP3, MP4 ou similares, notebook, palmtop, receptor, má-
quina fotográfica ou similares, controle de alarme de carro ou qual-
quer outro receptor de mensagens, nem o uso de relógio digital,
óculos escuros ou quaisquer acessórios de chapelaria, tais como:
chapéu, boné, gorro, etc. Também não será admitida a utilização de
qualquer objeto/material, de qualquer natureza, que cubra a orelha ou
obstrua o ouvido.
9.19. Constatando-se que o candidato utilizou processos ilí-
citos através de meio eletrônico, estatístico, visual ou grafotécnico,
sua prova será anulada e será automaticamente eliminado do Processo
Seletivo Simplificado.
9.20. É proibido o porte de armas nos locais das etapas, não
podendo o candidato armado realizar a mesma.
9.21. É expressamente proibido fumar no local de realização
das etapas.
9.22. O tempo total de realização da Prova Objetiva será de
3h e 30 minutos.
9.22.1. O tempo de duração da prova inclui o preenchimento
do Cartão de Respostas.
9.23. Toda e qualquer ocorrência, reclamação ou necessidade
de registro, deverá ser imediatamente manifesta ao fiscal ou repre-
sentante da FUNCAB, no local e no dia da realização da etapa, para
o registro na folha ou ata de ocorrências e, caso necessário, sejam
tomadas as providências cabíveis.
9.23.1. Não serão consideradas e nem analisadas as recla-
mações que não tenham sido registradas na ocasião.
10. DA PROVA OBJETIVA
10.1. A Prova Objetiva terá caráter eliminatório e classi-
ficatório e será constituída de questões de múltipla escolha, conforme
o Quadro de Provas, subitem 10.5.
10.1.1. Cada questão terá 5 (cinco) alternativas, sendo apenas
uma correta.
10.2. Cada candidato receberá um Caderno de Questões e um
único Cartão de Respostas que não poderá ser rasurado, amassado ou
manchado.
10.3. O candidato deverá seguir atentamente as recomen-
dações contidas na capa de seu Caderno de Questões e em seu Cartão
de Respostas.
10.4. Antes de iniciar a Prova Objetiva, o candidato deverá
transcrever a frase que se encontra na capa do Caderno de Questões
para o quadro "Exame Grafotécnico" do Cartão de Respostas.
10.5. A organização da prova, seu detalhamento, número de
questões por disciplina e valor das questões encontram-se represen-
tados na tabela abaixo:
Nível Superior: Técnico Especializado de Complexidade Ge-
rencial - Nível V
Disciplinas Quantidade
de questões
Valor de
cada ques-
tão
Pontuação
Máxima
Conhecimentos Básicos:
Língua Portuguesa 15 1 15
Atualidades 5 1 5
Legislação e Ética na Ad-
ministração Pública
5 2 10
Conhecimentos Específicos 35 2 70
Totais 60 - 100
Nível Superior: Técnico Especializado de Complexidade Intelectual -
Nível IV
Disciplinas Quantidade
de questões
Valor de
cada ques-
tão
Pontuação
Máxima
Conhecimentos Básicos:
Língua Portuguesa 15 1 15
Atualidades 5 1 5
Legislação e Ética na Ad-
ministração Pública
5 1 5
Conhecimentos Específicos 30 2,5 75
Totais 55 - 100
Nível Superior: Técnico Especializado de Suporte - Nível III
Disciplinas Quantidade
de questões
Valor de
cada ques-
tão
Pontuação
Máxima
Conhecimentos Básicos:
Língua Portuguesa 15 1 15
Atualidades 5 1 5
Legislação e Ética na Ad-
ministração Pública
5 1 5
Conhecimentos Específicos 25 3 75
Totais 50 - 100
10.6. Será eliminado do presente Processo Seletivo Sim-
plificado candidato que não obtiver, pelo menos, 50% (cinquenta por
cento) dos pontos da Prova Objetiva.
10.7. O candidato deverá transcrever as respostas da Prova
Objetiva para o Cartão de Respostas, que será o único documento
válido para correção eletrônica.
10.8. A transcrição das alternativas para o Cartão de Res-
postas e a assinatura do candidato no Cartão são obrigatórias e serão
de inteira responsabilidade do candidato, que deverá proceder em
conformidade com as instruções específicas nele contidas, pois a
correção da prova será feita somente nesse documento e por pro-
cessamento eletrônico. Assim sendo, fica o candidato obrigado, ao
receber o Cartão de Respostas a verificar se o número do mesmo
corresponde ao seu número de inscrição contido no COCP e na Lista
de Presença. Não haverá substituição de Cartão de Respostas.
10.8.1. Por motivo de segurança, poderão ser aplicadas pro-
vas de mesmo teor, porém com gabaritos diferenciados, de forma que,
caberá ao candidato, conferir se o TIPO DE PROVA constante em
seu Cartão de Respostas corresponde ao do Caderno de Questões
recebido. Caso haja qualquer divergência, o candidato deverá, ime-
diatamente, informar ao Fiscal de Sala e solicitar a correção.
10.9. O candidato deverá marcar, para cada questão, somente
uma das opções de resposta. Será considerada errada e atribuída nota
0 (zero) à questão com mais de uma opção marcada, sem opção
marcada, com emenda ou rasura.
10.10. O candidato só poderá retirar-se definitivamente do
recinto de realização da prova após 1 (uma) hora, contada do seu
efetivo início.
10.11. O candidato só poderá levar o próprio exemplar do
Caderno de Questões se deixar a sala a partir de 1 (uma) hora para o
término do horário da prova.
10.12. Ao final da prova, os 03 (três) últimos candidatos
deverão permanecer na sala até que o último candidato termine sua
prova, devendo todos assinar a Ata de Fiscalização, atestando a ido-
neidade da fiscalização da prova, retirando-se da mesma de uma só
vez.
10.12.1. No caso de haver candidatos que concluam a prova
ao mesmo tempo, sendo um ou dois desses necessários para cumprir
o subitem 10.12, a seleção dos candidatos será feita mediante sor-
teio.
10.13. No dia de realização da prova não serão fornecidas,
por qualquer membro da equipe de aplicação ou pelas autoridades
presentes, informações referentes ao conteúdo da mesma ou aos cri-
térios de avaliação.
10.14. Por motivo de segurança, somente é permitido ao
candidato fazer qualquer anotação durante a prova no seu Caderno de
Questões, devendo ser observado o estabelecido no subitem 9.17.
10.15. Ao terminar a prova, o candidato deverá entregar ao
Fiscal o Caderno de Questões, se ainda não o puder levar, o Cartão de
Respostas, bem como todo e qualquer material cedido para a exe-
cução da prova.
10.16. O gabarito preliminar será disponibilizado no site
www.funcab.org no 2º dia útil após a data de realização da prova, a
partir das 12 horas (horário oficial de Brasília/DF), conforme Cro-
nograma Previsto - ANEXO II.
10.17. No dia da realização da Prova Objetiva, na hipótese
de o nome do candidato não constar nas listagens oficiais relativas
aos locais de prova estabelecidos no Edital de Convocação, a FUN-
CAB procederá à inclusão do candidato, mediante a apresentação da
GRU cobrança com comprovação de pagamento efetuado dentro do
prazo disposto no Cronograma Previsto - ANEXO II original e uma
cópia, com o preenchimento e assinatura do formulário de Solicitação
de Inclusão. A cópia do comprovante será retida pela FUNCAB. O
candidato que não levar a cópia terá o comprovante original retido
para que possa ser efetivada a sua inclusão.
10.17.1. A inclusão será realizada de forma condicional e
será analisada pela FUNCAB, com o intuito de se verificar a per-
tinência da referida inscrição.
10.17.2. Constatada a improcedência da inscrição, a mesma
será automaticamente cancelada sem direito a reclamação, indepen-
dentemente de qualquer formalidade, considerados nulos todos os
atos dela decorrentes.
10.18. Os cartões de respostas estarão disponíveis no site
www.funcab.org até 15 (quinze) dias após a divulgação do resultado
da Prova Objetiva.
11. DOS RECURSOS
11.1. O candidato poderá apresentar recurso, devidamente
fundamentado, em relação a qualquer das questões da Prova Objetiva,
informando as razões pelas quais discorda do gabarito ou conteúdo da
questão.
11.2. O recurso será dirigido à FUNCAB e deverá ser in-
terposto no prazo de até 02 (dois) dias úteis após a divulgação do
gabarito preliminar.
11.2.1. Admitir-se-á para cada candidato um único recurso
por questão, o qual deverá ser enviado via formulário específico
disponível on-line no site www.funcab.org, que deverá ser integral-
mente preenchido, sendo necessário o envio de um formulário para
cada questão recorrida. O formulário estará disponível a partir das 8h
do primeiro dia até as 23h59min do último dia do prazo previsto no
Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o horário oficial
de Brasília/DF.
11.2.2. O formulário preenchido de forma incorreta, com
campos em branco ou faltando informações será automaticamente
desconsiderado, não sendo encaminhado à Banca Acadêmica para
avaliação.
11.3. O recurso deve conter a fundamentação das alegações
comprovadas por meio de citação de artigos, amparados pela le-
gislação, itens, páginas de livros, nome dos autores.
11.3.1. Após o julgamento dos recursos interpostos, os pon-
tos correspondentes às questões da Prova Objetiva, porventura anu-
ladas, serão atribuídos a todos os candidatos, indistintamente.
11.4. A Prova Objetiva será corrigida de acordo com o ga-
barito oficial após o resultado dos recursos.
11.5. O candidato poderá interpor recurso contra o resultado
provisório do Processo Seletivo Simplicado.
11.5.1. O recurso deverá conter, obrigatoriamente, o nome do
candidato, o número de sua inscrição e ser encaminhado à FUNCAB,
na data definida no Cronograma Previsto - ANEXO II, no horário
compreendido entre 08h e 18h (horário oficial de Brasília/DF), via
formulário disponível no site www.funcab.org.
11.6. Será indeferido liminarmente recurso que descumprir
as determinações constantes neste Edital, for dirigido de forma ofen-
siva à FUNCAB ou ao Ministério da Justiça, for apresentado fora do
prazo ou fora de contexto.
11.6.1. Não serão aceitos pedidos de revisão ou recursos
interpostos por correspondência (SEDEX, AR, telegrama etc), fac-
símile, telex, ou outro meio que não seja o estabelecido neste Edi-
tal.
11.7. Não serão apreciados os Recursos que forem apre-
sentados:
a) em desacordo com as especificações contidas neste item;
b) fora do prazo estabelecido; c) sem fundamentação lógica e con-
sistente; d) com argumentação idêntica a outros recursos; e) em hi-
pótese alguma será aceita revisão de recurso, recurso do recurso ou
recurso de Gabarito Final Definitivo.
11.8. A Banca Examinadora constitui a última instância para
recurso ou revisão, sendo soberana em suas decisões, razão pela qual
não caberão recursos adicionais.
11.9. As anulações de questões ou alterações de gabarito ou
de notas ou resultados, provenientes das decisões dos recursos, serão
dados a conhecer, coletivamente, por meio da internet, no site
www.funcab.org, nas datas estabelecidas no Cronograma Previsto -
ANEXO II.
12. DA CLASSIFICAÇÃO FINAL DO PROCESSO SE-
LETIVO SIMPLIFICADO
12.1. A nota final no Processo Seletivo Simplificado será a
nota final da Prova Objetiva.
12.2. No caso de igualdade de pontuação final para clas-
sificação, após observância do disposto no parágrafo único, do art.
27, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso),
sendo considerada, para esse fim, a data de realização da prova
objetiva para o cargo, dar-se-á preferência sucessivamente ao can-
didato que obtiver:
a) maior número de pontos na disciplina Conhecimentos
Específicos; b) maior número de pontos na disciplina Língua Por-
tuguesa; c) maior número de pontos na disciplina Legislação e Ética
na Administração Pública; d) persistindo o empate, terá preferência o
candidato com mais idade, considerando dia, mês, ano e, se ne-
cessário, hora e minuto do nascimento.
12.3. Em obediência ao disposto no art. 16 do Decreto nº
6.944/2009 o órgão ou entidade responsável pela realização do Pro-
cesso Seletivo Simplificado homologará e publicará no Diário Oficial
da União a relação dos candidatos aprovados no certame, de acordo
com o quadro abaixo:
QTDE. DE VAGAS PREVIS-
TAS NO EDITAL POR CARGO
OU EMPREGO
número máximo de candidatos
aprovados
1 5
2 9
3 14
4 18
15 48
12.4. Os candidatos não classificados no número máximo de
aprovados de que trata o quadro acima, ainda que tenham atingido
nota mínima, estarão automaticamente reprovados no Processo Se-
letivo Simplificado.
12.5. Nenhum dos candidatos empatados na última classi-
ficação de aprovados serão considerados reprovados.
13. DISPOSIÇÕES FINAIS
13.1. Os candidatos poderão obter informações gerais re-
ferentes ao Processo Seletivo Simplificado por meio do site www.fun-
cab.org ou pelo telefone (061) 4063-9059 pelo e-mail concur-
sos@funcab.org.
13.1.1. Não serão dadas por telefone informações a respeito
de datas, locais e horários de realização das provas nem de resultados,
gabaritos, notas, classificação, convocações ou outras quaisquer re-
lacionadas aos resultados provisórios ou finais das provas e do Pro-
cesso Seletivo Simplificado. O candidato deverá observar rigorosa-
mente, os editais e os comunicados a serem divulgados na forma
definida neste Edital.
13.1.2. Quaisquer alterações nas regras fixadas neste Edital
somente poderão ser feitas por meio de edital de retificação.
13.1.3. O Ministério da Justiça e a FUNCAB não se res-
ponsabilizam por informações de qualquer natureza, divulgadas em
sites de terceiros.
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 201592 ISSN 1677-7069
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13.2. É de responsabilidade exclusiva do candidato acom-
panhar as publicações dos editais, comunicações, retificações e con-
vocações referentes a este Processo Seletivo Simplificado, durante
todo o período de validade do mesmo.
13.3. Caso o candidato queira utilizar-se de qualquer direito
concedido por legislação pertinente, deverá fazer a solicitação e envio
da documentação pertinente à FUNCAB, até o último dia das ins-
crições, em caso de domingo ou feriado, até o primeiro dia útil
seguinte. Este período não será prorrogado em hipótese alguma, não
cabendo, portanto, acolhimento de recurso posterior relacionado a
este subitem.
13.4. O resultado final será divulgado na Internet no site
www.funcab.org e publicado no Diário Oficial da União.
13.5. O resultado final do Processo Seletivo Simplificado
será homologado pelo Coordenador-Geral de Recursos Humanos da
Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração da Se-
cretaria Executiva do Ministério da Justiça.
13.6. Acarretará a eliminação do candidato no Processo Se-
letivo Simplificado, sem prejuízo das sanções penais cabíveis, a burla
ou a tentativa de burla a quaisquer das normas definidas neste Edital
ou em outros editais relativos ao Processo Seletivo Simplificado, nos
comunicados ou nas instruções constantes de cada prova.
13.7. A Administração reserva-se ao direito de proceder às
contratações, em número que atenda ao interesse e às necessidades do
serviço, de acordo com a disponibilidade orçamentária e até o número
de vagas ofertadas neste Edital, das que vierem a surgir ou forem
criadas por lei, dentro do prazo de validade do Processo Seletivo
Simplificado.
13.8. A convocação para contratação será feita por meio de
publicação no Diário Oficial da União.
13.9. O candidato convocado para contratação poderá so-
licitar ao Ministério da Justiça que seja reclassificado para o final da
lista geral dos aprovados.
13.10. O candidato que não atender à convocação para a
apresentação dos requisitos citados no Item 2 deste Edital ou que não
solicitar a reclassificação para o final da lista geral dos aprovados, no
prazo de 30 dias a partir da publicação no Diário Oficial da União,
será automaticamente excluído do Processo Seletivo Simplificado.
13.11. Não será fornecido ao candidato documento com-
probatório de classificação no presente Processo Seletivo Simpli-
ficado, valendo, para esse fim, o resultado final divulgado nas formas
previstas no subitem 13.4.
13.12. O candidato deverá manter atualizado o seu endereço
junto à FUNCAB, até o encerramento do Processo Seletivo Sim-
plificado sob sua responsabilidade, e, após, junto ao Ministério da
Justiça.
13.13. As legislações com entrada em vigor após a data de
publicação deste Edital, bem como alterações em dispositivos legais e
normativos a ela posteriores, não serão objetos de avaliação nas
provas do presente Processo Seletivo Simplificado.
13.14. O candidato aprovado no Processo Seletivo Simpli-
ficado, quando convocado para contratação e exercício do cargo, será
submetido a Exame Médico Admissional para avaliação de sua ca-
pacidade física e mental, cujo caráter é eliminatório e constitui con-
dição e pré-requisito para que se concretize a contratação. Correrá por
conta do candidato a realização de todos os exames médicos ne-
cessários solicitados no ato de sua convocação.
13.15. Os casos omissos serão resolvidos conjuntamente pelo
Ministério da Justiça e pela FUNCAB, no que tange à realização
deste Processo Seletivo Simplificado.
13.16. Todos os cursos, requisitos para ingresso, referen-
ciados neste Edital, deverão ter o reconhecimento e/ou sua devida
autorização por órgão oficial competente.
13.17. O Ministério da Justiça e a FUNCAB não se res-
ponsabilizam por quaisquer textos, apostilas, cursos, referentes a este
Processo Seletivo Simplificado.
13.18. Os documentos produzidos e utilizados pelos can-
didatos em todas as etapas do Processo Seletivo Simplificado são de
uso e propriedade exclusivos da Banca Examinadora, sendo termi-
nantemente vedada a sua disponibilização a terceiros ou a devolução
ao candidato.
13.19. A FUNCAB e o Ministério da Justiça reservam-se ao
direito de promover as correções que se fizerem necessárias, em
qualquer fase do presente certame ou posterior ao mesmo, em razão
de atos não previstos ou imprevisíveis.
13.20. Os candidatos aprovados que não atingirem a clas-
sificação necessária ao número de vagas previstas neste edital, in-
tegrarão o cadastro de reserva.
13.21. As despesas relativas à participação no Processo Se-
letivo Simplificado e a apresentação para exames pré-admissionais
correrão às expensas do próprio candidato.
13.22. Integram este Edital os seguintes Anexos:
ANEXO I - Quadro de Vagas; ANEXO II - Cronograma
Previsto; ANEXO III - Conteúdo Programático; ANEXO IV - Atri-
buições dos cargos.
JOSÉ DE ALBUQUERQUE NOGUEIRA FILHO
ANEXO I - QUADRO DE VAGAS
CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXI-
DADE GERENCIAL - NÍVEL V (DECRETO 4.748/2003, ART. 8º,
INCISO V). REQUISITO: DIPLOMA OU CERTIFICADO, DEVI-
DAMENTE REGISTRADO, DE CONCLUSÃO DE CURSO DE
GRADUAÇÃO NA ÁREA DE FORMAÇÃO EXIGIDA FORNE-
CIDO POR INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR RECONHE-
CIDA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CURSO DE MES-
TRADO OU DOUTORADO NA FORMAÇÃO EXIGIDA OU EX-
PERIÊNCIA MÍNIMA DE 5 (CINCO) ANOS NA FORMAÇÃO
EXIGIDA; POSSUIR REGISTRO FUNCIONAL, VIGENTE, NO
CONSELHO REGIONAL DE CLASSE, QUANDO HOUVER.
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 40h. REMUNERAÇÃO: R$
8.300,00. / CÓDIGO: S01; ÁREA DE FORMAÇÃO: Comunicação
Social com habilitação em Jornalismo; VAGAS AMPLA CONCOR-
RÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VA-
GAS: 01. / CÓDIGO: S02; ÁREA DE FORMAÇÃO: Pedagogia;
VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS
NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S03; ÁREA DE FOR-
MAÇÃO: Relações Públicas; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA:
01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. /
CÓDIGO: S04; ÁREA DE FORMAÇÃO: Tecnologia da Informação;
VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS
NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01.
CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXI-
DADE INTELECTUAL - NÍVEL IV (DECRETO 4.748/2003, ART.
8º, INCISO IV). REQUISITO: DIPLOMA OU CERTIFICADO, DE-
VIDAMENTE REGISTRADO, DE CONCLUSÃO DE CURSO DE
GRADUAÇÃO NA ÁREA DE FORMAÇÃO EXIGIDA FORNE-
CIDO POR INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR RECONHE-
CIDA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CURSO DE PÓS-
GRADUAÇÃO LATO SENSU OU MESTRADO OU DOUTORA-
DO NA FORMAÇÃO EXIGIDA OU EXPERIÊNCIA MÍNIMA DE
3 (TRÊS) ANOS NA FORMAÇÃO EXIGIDA; POSSUIR REGIS-
TRO FUNCIONAL, VIGENTE, NO CONSELHO REGIONAL DE
CLASSE, QUANDO HOUVER. CARGA HORÁRIA SEMANAL:
40h. REMUNERAÇÃO: R$ 6.130,00 / CÓDIGO: S05; ÁREA DE
FORMAÇÃO: Ciências Contábeis; VAGAS AMPLA CONCORRÊN-
CIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS:
01. / CÓDIGO: S06; ÁREA DE FORMAÇÃO: Comunicação Social
com habilitação em Jornalismo; VAGAS AMPLA CONCORRÊN-
CIA: 02; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS:
02. / CÓDIGO: S07; ÁREA DE FORMAÇÃO: Engenharia Civil;
VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS
NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S08; ÁREA DE FOR-
MAÇÃO: Engenharia Elétrica; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA:
01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. /
CÓDIGO: S09; ÁREA DE FORMAÇÃO: Engenharia Mecânica; VA-
GAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS
NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S10; ÁREA DE FOR-
MAÇÃO: Engenharia de Telecomunicações; VAGAS AMPLA CON-
CORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE
VAGAS: 01. / CÓDIGO: S11; ÁREA DE FORMAÇÃO: Pedagogia;
VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS
NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S12; ÁREA DE FOR-
MAÇÃO: Relações Públicas; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA:
02; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 02. /
CÓDIGO: S13; ÁREA DE FORMAÇÃO: Tecnologia da Informação;
VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 03; VAGAS PCD: 0*; VAGAS
NE: 01; TOTAL DE VAGAS: 04.
CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE SUPORTE -
NÍVEL III (DECRETO 4.748/2003, ART. 8º, INCISO III) REQUI-
SITO: DIPLOMA OU CERTIFICADO, DEVIDAMENTE REGIS-
TRADO, DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO NA
ÁREA DE FORMAÇÃO EXIGIDA FORNECIDO POR INSTITUI-
ÇÃO DE ENSINO SUPERIOR RECONHECIDA PELO MINISTÉ-
RIO DA EDUCAÇÃO; POSSUIR REGISTRO FUNCIONAL, VI-
GENTE, NO CONSELHO REGIONAL DE CLASSE, QUANDO
HOUVER. CARGA HORÁRIA SEMANAL: 40h. REMUNERA-
ÇÃO: R$ 3.800,00. / CÓDIGO: S14; ÁREA DE FORMAÇÃO: Ciên-
cias Contábeis; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VAGAS
PCD: 0*; VAGAS NE: 01; TOTAL DE VAGAS: 03. / CÓDIGO:
S15; ÁREA DE FORMAÇÃO: Engenharia Civil; VAGAS AMPLA
CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL
DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S16; ÁREA DE FORMAÇÃO: En-
genharia Elétrica; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VAGAS
PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 02. / CÓDIGO:
S17; ÁREA DE FORMAÇÃO: Engenharia de Telecomunicações;
VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VAGAS PCD: 0*; VAGAS
NE: 01; TOTAL DE VAGAS: 03. / CÓDIGO: S18; ÁREA DE FOR-
MAÇÃO: Pedagogia; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VA-
GAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 02. / CÓ-
DIGO: S19; ÁREA DE FORMAÇÃO: Tecnologia da Informação;
VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 11; VAGAS PCD: 01; VAGAS
NE: 03; TOTAL DE VAGAS: 15.
Legenda: PCD = pessoa com deficiência / NE = Negro /
*Não haverá vaga reservada em virtude do número de vagas ofer-
tadas, considerando o disposto no §2º do art. 5º do Decreto nº 7.538,
de 1º de agosto de 2011, que determina que a Secretaria Extraor-
dinária de Segurança para Grandes Eventos será extinta em 31 de
julho de 2017, não sendo possível a nomeação de candidatos além do
número previsto.
ANEXO II - CRONOGRAMA PREVISTO
Solicitação de isenção do valor da inscrição / Período de
inscrições pela Internet: 03/07 a 26/07/2015; Divulgação das isenções
deferidas e indeferidas: 03/08/2015; Recurso contra o indeferimento
da isenção: 04/08 a 05/08/2015; Resultado do recurso contra o in-
deferimento da isenção: 12/08/2015; Último dia para pagamento do
GRU Cobrança: 13/08/2015; Divulgação do deferimento da condição
especial / Divulgação do deferimento dos candidatos que se decla-
raram como Pessoa com Deficiência /Divulgação do deferimento dos
candidatos que concorrerão às vagas reservadas aos candidatos ne-
gros: 17/08/2015; Recurso contra o indeferimento da condição es-
pecial / Recurso contra o indeferimento dos candidatos que se de-
clararam como Pessoa com Deficiência / Recurso contra o inde-
ferimento dos candidatos que concorrerão às vagas reservadas aos
candidatos negros: 18/08 a 19/08/2015; Resposta ao recurso contra o
indeferimento da condição especial, de Pessoa com Deficiência e dos
candidatos que concorrerão às vagas reservadas aos candidatos negros
/ Divulgação do Link de Consulta dos Locais de Realização das
Provas Objetivas: 24/08/2015; Realização da Prova Objetiva:
30/08/2015; Divulgação do gabarito da Prova Objetiva (a partir das
12 horas): 01/09/2015 / Período para recurso contra o gabarito da
Prova Objetiva: 02/09 a 03/09/2015; Divulgação da resposta aos
recursos contra o gabarito da Prova Objetiva /Divulgação das notas
da Prova Objetiva/Resultado provisório do Processo Seletivo Sim-
plificado: 11/09/2015; Período para recurso contra o resultado pro-
visório do Processo Seletivo Simplificado: 14/09 a 15/09/2015; Di-
vulgação das respostas aos recursos contra o resultado provisório do
Processo Seletivo / Resultado Final do Processo Seletivo Simpli-
ficado: 21/09/2015.
ANEXO III- CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
ATENÇÃO: TODA A LEGISLAÇÃO CITADA NOS CON-
TEÚDOS PROGRAMÁTICOS SERÁ UTILIZADA PARA ELABO-
RAÇÃO DE QUESTÕES LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO
AS ATUALIZAÇÕES VIGENTES ATÉ A DATA DE PUBLICA-
ÇÃO DO EDITAL.
CONHECIMENTOS BÁSICOS: TÉCNICO ESPECIALIZA-
DO DE COMPLEXIDADE GERENCIAL - NÍVEL V, TÉCNICO
ESPECIALIZADO DE COMPLEXIDADE INTELECTUAL - NÍ-
VEL IV, TÉCNICO ESPECIALIZADO DE SUPORTE - NÍVEL III
LÍNGUA PORTUGUESA - Compreensão de textos. Deno-
tação e conotação. Ortografia: emprego das letras e acentuação grá-
fica. Classes de palavras e suas flexões. Processo de formação de
palavras. Verbos: conjugação, emprego dos tempos, modos e vozes
verbais. Concordâncias nominal e verbal. Regências nominal e verbal.
Emprego do acento indicativo da crase. Colocação dos pronomes.
Emprego dos sinais de pontuação. Semântica: sinonímia, antonímia,
homonímia, paronímia, polissemia e figuras de linguagem. Coletivos.
Funções sintáticas de termos e de orações. Processos sintáticos: su-
bordinação e coordenação.
ATUALIDADES - Tópicos relevantes e atuais de diversas
áreas, tais como política, economia, sociedade, educação, tecnologia,
energia, relações internacionais, desenvolvimento sustentável, segu-
rança e ecologia, suas inter-relações e suas vinculações históricas.
LEGISLAÇÃO E ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLI-
CA - Constituição Federal de 1988, artigos do 1º a 16º e artigos 37 a
41. Lei do Processo Administrativo Federal (Lei Federal nº 9.784/99).
Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei Federal nº
8.666/1993). Lei do Pregão (Lei Federal nº 10.520/2002). Lei de
Improbidade Administrativa (Lei Federal nº 8.429/92). Lei de acesso
à informação (Lei Federal nº 12.527/11). Artigos 312 ao 326, do
Código Penal, que tratam dos crimes cometidos por funcionário pú-
blico contra a Administração Pública. Decreto nº 1.171/1994 - Código
de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo
Federal e suas alterações. Decreto nº 8.065, de 7 de agosto de 2013;
Lei no 8.112/1990.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: TÉCNICO ESPECIA-
LIZADO DE COMPLEXIDADE GERENCIAL - NÍVEL V
COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM
JORNALISMO - Processos e técnicas de entrevista coletiva, release e
clipping; Técnicas de redação; Processos editoriais; Planejamento de
produto editoriais; Processos e técnicas de edição de texto, imagens e
sons; Técnicas de divulgação de produtos editoriais; Teoria da co-
municação; Técnicas de redação em assessoria de imprensa; Media
training; Técnicas de entrevistas; Elaboração de pautas; Linguagem
jornalística e publicitária; Conhecimento de gênero e narrativas; Jor-
nalismo em mídias eletrônicas e digitais; Especificidades dos veículos
de comunicação e seus públicos; Estratégias de veiculação; Pesquisa
e uso das informações; Interação entre tipo de veiculação e men-
sagens; Adequação da mensagem ao veículo e ao público-alvo; Co-
municação organizacional; Ética e legislação em comunicação; Re-
lacionamento do jornalismo, publicidade e relações públicas com as
novas tecnologias de comunicação; Processo de Comunicação; Co-
municação Social: conceitos, paradigmas e teorias; Comunicação Pú-
blica; Contratação e supervisão de serviços de comunicação em ór-
gãos públicos; Opinião pública: pesquisa, estudo e análise; Produção
Gráfica; Teorias e técnicas fotográficas.
PEDAGOGIA - O projeto político-pedagógico da escola e
concepções atuais de planejamento. Pedagogia de Projetos. Inter-
disciplinaridade/ Transdisciplinaridade. História e atuação do peda-
gogo no Brasil. Pedagogia e direitos humanos. Educação à distância:
história, características, concepções e legislações. Tecnologia Edu-
cacional: potencialidades, limitações e concepções. Pensamento Pós-
moderno em Educação: diferentes autores e suas concepções. Edu-
cação ambiental no contexto educativo: implicações para o consumo
e o desenvolvimento sustentável. Pressupostos teóricos. História da
Educação. Filosofia da Educação/ Fundamentos Filosóficos da Edu-
cação. Sociologia e educação: correntes e teóricos. Currículo e a
diversidade cultural. Concepções e teorias do currículo. Avaliação:
perspectivas histórias e funções atuais da avaliação no processo edu-
cativo. Procedimentos e instrumentos para avaliação da aprendiza-
gem. Didática. Políticas Públicas em Educação. Educação Espe-
cial/Inclusiva. Educação, Sociedade e Cultura. Trabalho e Educação:
perspectivas críticas e renovadoras. Administração e Gestão da Or-
ganização Escolar. Formação continuada em educação. A Psicologia e
suas contribuições para a Educação: correntes, teorias e autores. Edu-
cação de Jovens e Adultos. Escola, violência, ética e cidadania. Lei
Nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança
e do Adolescente e dá outras providências. Constituição Federal -
Capítulo III - Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I - Da
Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB
9394/1996 e alterações posteriores.
RELAÇÕES PÚBLICAS - Veículos de comunicação diri-
gida; Princípios da comunicação organizacional; Processo de Co-
municação; Comunicação Social: conceitos, paradigmas e teorias; Co-
municação Pública; Contratação e supervisão de serviços de comu-
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 2015 93ISSN 1677-7069
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3
nicação em órgãos públicos; Opinião pública: pesquisa, estudo e
análise; Comunicação Organizacional; Opinião pública; Relaciona-
mento da organização com os diversos públicos; O processo de Re-
lações Públicas; Processos de comunicação organizacional: redes, ní-
veis e barreiras; Legislação e Ética de Relações Públicas; Plane-
jamento, produção e edição de publicações; Elaboração de políticas
de relacionamento entre a instituição e o público; Canais e estratégias
de comunicação interna; Relacionamento com a imprensa; Tratamen-
to gráfico, visual e audiovisual da informação jornalística; Jornalismo
digital e novas mídias; Comunicação como ferramenta de gestão;
Ambientes de marketing; Análise e planejamento do texto publi-
citário; Composição e projeto gráfico; Estratégias de mídia; Plane-
jamento de comunicação; Práticas de gestão e resultados; Teorias e
técnicas de comunicação; Técnicas de redação em assessoria de im-
prensa; Media training; Elaboração de pautas.; Preparação e imple-
mentação de eventos institucionais; Princípios de Cerimonial Público
e Ordem Geral de Precedência; Organização de eventos; Programas
de integração, de responsabilidade social, ambiental, cultural e de
gestão de crises; Comunicação digital; Planejamento da comunica-
ção;
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Organização de
Computadores - Tipos e representações de dados numéricos; Arit-
mética binária; Álgebra booleana; Codificação de caracteres; Com-
ponentes da UCP; Conceito de interrupção; Modos de endereçamento.
Engenharia de Software - Modelos de ciclo de vida e ferramentas
CASE; Processos e metodologias de desenvolvimento de software:
Processo de desenvolvimento de software unificado (Unified Pro-
cess), eXtremme Programming (XP), Scrum, Kanban. Engenharia de
requisitos: Técnicas de elicitação, gerenciamento, especificação, téc-
nicas de validação de requisitos, prototipação. Qualidade do Processo
de Desenvolvimento de Software: MPS.BR (Melhoria de Processo do
Software Brasileiro): Conceitos gerais, Níveis de Maturidade, Pro-
cessos; CMMI (Capability Maturity Model Integration) para desen-
volvimento versão 1.3: Conceitos Gerais, Áreas de Processo, Re-
presentações contínua e por estágio. Banco de Dados - Conceitos
Gerais; Padrão ANSI para arquitetura de SGBD; Modelo relacional
de dados; Álgebra relacional; Cálculo relacional; Formas normais;
Transação; Modelo de Dados: Entidades, Atributos, Relacionamentos
Cardinalidade, Generalização e especialização de entidades, Mapea-
mento para modelorelacional; ANSI SQL/92: Níveis de Isolamento de
transações, Criação de tabelas, Manipulação de dados (insert, update,
delete), Clausula select, Funções de agregação, Junções, Subqueries,
Visões (atualização de dados). Comunicação de Dados e Telefonia -
Sinais analógicos e Sinais Digitais; Transmissão com perdas; Trans-
missão serial e transmissão paralela; Antenas; Multiplexação; Meios
de transmissão; Comutação de circuitos; Redes de telefonia; DSL;
Telefonia Celular; Voz sobre IP (VoIP); Qualidade de serviço (QoS);
Segurança da informação; VPN. Redes de Computadores - Arqui-
tetura OSI da ISO; Arquitetura TCP/IP. Infraestrutura: Cabeamento
estruturado categorias 3, 5, 5e, 6 e 6a, de acordo com a NBR 14.565;
Roteadores; Switches; Concentradores; Multiplexadores; Rede sem
fio (Wireless); padrões IEEE 802.11b/g/n; Protocolos: IPv4, IPv6,
TCP, UDP, IPSec, HTTP, HTTPS. Contratação de Soluções de Tec-
nologia da Informação - Planejamento das contratações; Legislação e
jurisprudência pertinentes; Processo de planejamento da contratação;
Artefatos gerados no processo de planejamento da contratação; Riscos
e sugestões de controles internos; Gestão do conhecimento sobre o
processo de contratação. Fundamentos da ITIL (INFORMATION TE-
CHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY) - Definição de Ser-
viço; Métricas (CSF,KPI); Modelo RACI; Service Desk; Gerências
de: Demandas, Portfólio, Catálogo e Níveis de Serviço; Capacidade;
Disponibilidade; Continuidade; Segurança; Mudanças; Configuração;
Liberação; Validação; Conhecimento; Eventos; Incidentes; Requisi-
ção; Problemas; Acesso e Melhoria Contínua. Gerenciamento de Pro-
jetos baseado no PMBOK - Conceitos; Planejamento, Acompanha-
mento e Controle; Gerência de Escopo, Estrutura de decomposição de
trabalho (WBS); Gerência de Prazo; Gerência de Custos; Gerência de
Qualidade; Gerência de Recursos Humanos; Gerência de Comuni-
cação; Gerência de Risco; Gerência de Aquisições; Gerência de In-
tegração. Governança e COBIT 4.0 (CONTROL OBJECTIVES FOR
INFORMATION AND RELATED TECHNOLOGY) - Conceito, im-
portância e responsabilidades sobre a governança de TI; COBIT como
framework de governança de TI; Principais características: foco em
negócio, orientação a processos, controle através de objetivos e di-
recionamento para medições; Áreas de Foco da Governança de TI;
Domínios de processos do COBIT; Modelo de maturidade para o
COBIT.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: TÉCNICO ESPECIA-
LIZADO DE COMPLEXIDADE INTELECTUAL - NÍVEL IV
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - ORÇAMENTO PÚBLICO: ca-
racterísticas do orçamento tradicional, do orçamento-programa e do
orçamento de desempenho. Princípios orçamentários. Leis Orçamen-
tárias: PPA, LDO, LOA. Orçamento fiscal e de seguridade social.
Orçamento na Constituição Federal de 1988. Conceituação e clas-
sificação da receita e da despesa orçamentária brasileira. Execução da
receita e da despesa orçamentária. Créditos Adicionais. Cota, pro-
visão, repasse e destaque. Lei nº10.180/2001. Instrução Normativa
STN nº 01, de 15 de janeiro de 1997 e alterações posteriores. CON-
TABILIDADE PÚBLICA: Conceito, objeto, objetivo, campo de atua-
ção; Variações Patrimoniais: Variações Ativas e Passivas, Orçamen-
tárias e Extraorçamentárias; Plano de Contas Único Aplicado ao Setor
Público: conceito; estrutura básica: ativo, passivo, despesa, receita,
resultado diminutivo, resultado aumentativo, estrutura das contas, ca-
racterísticas das contas; Contabilização dos Principais Fatos Con-
tábeis: previsão da receita, fixação da despesa, descentralização de
créditos, liberação financeira, realização da receita e despesa; Ba-
lancete: características, conteúdo e forma; Demonstrações Contábeis
aplicadas ao Setor Público. Noções de SIAFI - Sistema de Admi-
nistração Financeira da Administração Pública Federal. Lei nº
4.320/64. Procedimentos de retenção de impostos e contribuições
federais. Lei nº 9430/1996 e alterações posteriores. Instrução Nor-
mativa SRF nº 480/2004. Lei nº 4.320/64. Normas Brasileiras de
Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBC T 16.1 a NBC T
16.11). Lei Complementar no. 101/00 - Lei de Responsabilidade Fis-
cal e seus instrumentos de transparência. Tomada e Prestação de
Contas no Setor Público. CONTABILIDADE GERAL: Princípios
fundamentais de contabilidade (aprovados pelo Conselho Federal de
Contabilidade, através da Resolução CFC nº 750/93 e posteriores
atualizações); Patrimônio: Componentes Patrimoniais - ativo, passivo
e patrimônio líquido; Fatos contábeis e variações patrimoniais; Contas
patrimoniais e de resultado; Teorias, funções e estrutura das contas;
Apuração de resultados; Sistemas de contas e plano de contas; De-
monstrações contábeis; Análise das demonstrações contábeis; Lei nº
6.404/76 e alterações posteriores. NBC TG - Estrutura Conceitual;
NBC TG 26 - Demonstrações Contábeis; NBC TG 16 - Estoques;
NBC TG 27 - Imobilizado; NBC TG 32 - Tributo sobre Lucro; NBC
TG 18 - Coligas, Controladas e Controle Conjunto. Investimentos -
Aquisição de Investimentos aplicação da NBC TG 15 - Combinação
de Negócios (Ágio, Deságio, Goodwill e Ganho por compra Van-
tajosa). Aspectos relacionados com a aplicação do Método da Equi-
valência Patrimonial (MEP) e do Valor Justo. Aspectos relacionados
com a Nova Lei Fiscal (Lei 12.973/14 - artigos de 1 a 70). Fun-
damentos de Auditoria: Planejamento, Procedimentos, Relatórios e
Eventos Subsequentes. Aspectos básicos relacionados a custo: Custos
(fixos, variáveis, diretos e indiretos); Pontos de Equilíbrio (contábil,
financeiro e econômico).
COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM
JORNALISMO - Processos e técnicas de entrevista coletiva, release e
clipping; Processos editoriais; Técnicas de divulgação de produtos
editoriais; Teoria da comunicação; Técnicas de redação em assessoria
de imprensa; Media training; Técnicas de entrevistas; Elaboração de
pautas; Linguagem jornalística e publicitária; Conhecimento de gê-
nero e narrativas; Jornalismo em mídias eletrônicas e digitais; Es-
pecificidades dos veículos de comunicação e seus públicos; Estra-
tégias de veiculação; Interação entre tipo de veiculação e mensagens;
Adequação da mensagem ao veículo e ao público-alvo; Comunicação
organizacional; Ética e legislação em comunicação; Relacionamento
do jornalismo, publicidade e relações públicas com as novas tec-
nologias de comunicação; Processo de Comunicação; Comunicação
Social: conceitos, paradigmas e teorias; Comunicação Pública; Con-
tratação e supervisão de serviços de comunicação em órgãos públicos;
Opinião pública: pesquisa, estudo e análise; Produção Gráfica.
PEDAGOGIA - O projeto político-pedagógico da escola e
concepções atuais de planejamento. Pedagogia de Projetos. Inter-
disciplinaridade/ Transdisciplinaridade. História e atuação do peda-
gogo no Brasil. Pedagogia e direitos humanos. Educação à distância:
história, características, concepções e legislações. Tecnologia Edu-
cacional: potencialidades, limitações e concepções. Pensamento Pós-
moderno em Educação: diferentes autores e suas concepções. Edu-
cação ambiental no contexto educativo: implicações para o consumo
e o desenvolvimento sustentável. Pressupostos teóricos. História da
Educação. Filosofia da Educação/ Fundamentos Filosóficos da Edu-
cação. Sociologia e educação: correntes e teóricos. Currículo e a
diversidade cultural. Concepções e teorias do currículo. Avaliação:
perspectivas histórias e funções atuais da avaliação no processo edu-
cativo. Procedimentos e instrumentos para avaliação da aprendiza-
gem. Didática. Políticas Públicas em Educação. Educação Espe-
cial/Inclusiva. Educação, Sociedade e Cultura. Trabalho e Educação:
perspectivas críticas e renovadoras. Administração e Gestão da Or-
ganização Escolar. Formação continuada em educação. A Psicologia e
suas contribuições para a Educação: correntes, teorias e autores. Edu-
cação de Jovens e Adultos. Escola, violência, ética e cidadania. Lei
Nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança
e do Adolescente e dá outras providências. Constituição Federal -
Capítulo III - Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I - Da
Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB
9394/1996 e alterações posteriores.
RELAÇÕES PÚBLICAS - Veículos de comunicação diri-
gida; Princípios da comunicação organizacional; Processo de Co-
municação; Comunicação Social: conceitos, paradigmas e teorias; Co-
municação Pública; Contratação e supervisão de serviços de comu-
nicação em órgãos públicos; Opinião pública: pesquisa, estudo e
análise; Comunicação Organizacional; Opinião pública; Relaciona-
mento da organização com os diversos públicos; O processo de Re-
lações Públicas; Processos de comunicação organizacional: redes, ní-
veis e barreiras; Legislação e Ética de Relações Públicas; Plane-
jamento, produção e edição de publicações; Políticas de relaciona-
mento entre a instituição e o público; Canais e estratégias de co-
municação interna; Relacionamento com a imprensa; Tratamento grá-
fico, visual e audiovisual da informação jornalística; Jornalismo di-
gital e novas mídias; Análise e planejamento do texto publicitário;
Composição e projeto gráfico; Estratégias de mídia; Planejamento de
comunicação; Teorias e técnicas de comunicação; Técnicas de re-
dação em assessoria de imprensa; Media training; Elaboração de
pautas; Preparação e implementação de eventos institucionais; Prin-
cípios de Cerimonial Público e Ordem Geral de Precedência; Or-
ganização de eventos; Programas de integração, de responsabilidade
social, ambiental, cultural e de gestão de crises; Comunicação di-
gital.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Organização de
Computadores - Tipos e representações de dados numéricos; Arit-
mética binária; Álgebra booleana; Codificação de caracteres; Com-
ponentes da UCP; Conceito de interrupção; Modos de endereçamento.
Engenharia de Software - Modelos de ciclo de vida e ferramentas
CASE; Processos e metodologias de desenvolvimento de software:
Processo de desenvolvimento de software unificado (Unified Pro-
cess), eXtremme Programming (XP), Scrum, Kanban. Engenharia de
requisitos: Técnicas de elicitação, gerenciamento, especificação, téc-
nicas de validação de requisitos, prototipação. Qualidade do Processo
de Desenvolvimento de Software: MPS.BR (Melhoria de Processo do
Software Brasileiro): Conceitos gerais, Níveis de Maturidade, Pro-
cessos; CMMI (Capability Maturity Model Integration) para desen-
volvimento versão 1.3: Conceitos Gerais, Áreas de Processo, Re-
presentações contínua e por estágio. Banco de Dados - Conceitos
Gerais; Padrão ANSI para arquitetura de SGBD; Modelo relacional
de dados; Álgebra relacional; Cálculo relacional; Formas normais;
Transação; Modelo de Dados: Entidades, Atributos, Relacionamentos
Cardinalidade, Generalização e especialização de entidades, Mapea-
mento para modelo relacional; ANSI SQL/92: Níveis de Isolamento
de transações, Criação de tabelas, Manipulação de dados (insert, up-
date, delete), Clausula select, Funções de agregação, Junções, Sub-
queries, Visões (atualização de dados). Comunicação de Dados e
Telefonia - Sinais analógicos e Sinais Digitais; Transmissão com
perdas; Transmissão serial e transmissão paralela; Antenas; Multi-
plexação; Meios de transmissão; Comutação de circuitos; Redes de
telefonia; DSL; Telefonia Celular; Voz sobre IP (VoIP); Qualidade de
serviço (QoS); Segurança da informação; VPN. Redes de Compu-
tadores - Arquitetura OSI da ISO; Arquitetura TCP/IP. Infraestrutura:
Cabeamento estruturado categorias 3, 5, 5e, 6 e 6a, de acordo com a
NBR 14.565; Roteadores; Switches; Concentradores; Multiplexado-
res; Rede sem fio (Wireless); padrões IEEE 802.11b/g/n; Protocolos:
IPv4, IPv6, TCP, UDP, IPSec, , HTTP, HTTPS. Contratação de So-
luções de Tecnologia da informação - Planejamento das contratações;
Legislação e jurisprudência pertinentes; Processo de planejamento da
contratação; Artefatos gerados no processo de planejamento da con-
tratação; Riscos e sugestões de controles internos; Gestão do co-
nhecimento sobre o processo de contratação. Fundamentos da ITIL
(INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY)
- Definição de Serviço; Métricas (CSF, KPI); Modelo RACI; Service
Desk; Gerências de: Demandas, Portfólio, Catálogo e Níveis de Ser-
viço; Capacidade; Disponibilidade; Continuidade; Segurança; Mudan-
ças; Configuração; Liberação; Validação; Conhecimento; Eventos; In-
cidentes; Requisição; Problemas; Acesso e Melhoria Contínua.
ENGENHARIA CIVIL - Programação, Controle e Acom-
panhamento de Obras: Orçamento e composição de custos, levan-
tamento de quantitativos, planejamento e controle físico-financeiro.
Acompanhamento e aplicação de recursos (vistorias, emissão de fa-
turas, controle de materiais). Critérios de Medição de Obras. BDI e
encargos sociais incidentes em orçamentos de obras. Sistema de ges-
tão da qualidade. Produtividade na construção civil. Orçamento e
cronograma de obras públicas. Projetos de obras de construção civil.
Levantamentos aerofotogramétricos e topográficos. Locação de obras
e rodovias. Georreferenciamento. Noções de sistema cartográfico e de
geoprocessamento. Projeto arquitetônico e legislação urbanística. Pro-
jeto de fundações. Projeto estrutural. Projeto de instalações hidráu-
licas, sanitárias e pluviais. Projeto de hidrovias. Projeto de portos.
Projeto de pontes e viadutos. Projeto de túneis. Projeto de barragem
de usina hidrelétrica. Projeto de infraestrutura civil para transmissão e
distribuição de energia elétrica. Execução de obras de construção
civil. Documentação e registro de obra. Barragens e muros de arrimo.
Concretagens de fundações. Estruturas de concreto armado e pro-
tendido. Estruturas especiais de concreto armado. Estruturas de al-
venaria resistente. Estruturas metálicas. Estruturas de madeira. De-
senho técnico. Materiais de construção civil. Tecnologia dos materiais
de construção civil. Resistência dos materiais de construção civil.
Equipamentos e veículos de construção civil. Estudos de viabilidade
técnica, econômica, ambiental e social. Licitação de Obras Públicas:
Projeto básico e projeto executivo. Orçamento de referência para
licitação. Contratos e aditivos. Princípios de planejamento e de or-
çamento público. Edificações: Engenharia e Arquitetura residencial
(residências isoladas, edifícios de apartamentos, condomínios hori-
zontais e verticais, habitação social). Noções gerais de engenharia e
arquitetura de edificações públicas. Materiais de construção civil:
aglomerantes e agregados. Instalações Elétricas. Instalações Hidro-
sanitárias. Prevenção de incêndios. Controle ambiental das edifica-
ções (térmico, acústico e luminoso). Memorial descritivo e espe-
cificações técnicas de materiais e serviços. Acessibilidade. Constru-
ção industrializada. Critérios e parâmetros de desempenho das edi-
ficações. Sistemas construtivos não tradicionais para edificações co-
merciais: pré-moldados em concreto, steel-framing, modular em aço.
Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Perícias: Vis-
toria de obras e de edifícios. Vícios e patologias de construção.
Recuperação de estruturas e de edificações. Responsabilidade técnica.
Recursos Hídricos e Saneamento: Estudo e projetos de infraestrutura
hídrica (adutoras, barragens, sistema simplificado de abastecimento
de água, drenagens, dragagens e canais). Obras de infraestrutura hí-
drica. Planejamento de projetos de irrigação. Classificação de terras
para irrigação. Avaliação de recursos hídricos. Disponibilidade de
recursos hídricos. Demanda hídrica do projeto. Dimensionamento de
sistemas hidráulicos e avaliação econômica e financeira de projetos
de irrigação. Avaliação de pequenas barragens. Viabilidade, plane-
jamento e controle de obras de saneamento e hidráulica: técnico,
físico-financeiro e econômico. Projeto e execução de obras civis de
saneamento. Hidráulica e saneamento básico. Estudos de concepção,
levantamentos técnicos, diagnósticos ou relatórios técnicos prelimi-
nares referentes à implantação ou ampliação de sistemas de abas-
tecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos
urbanos e manejo de águas pluviais urbanas. Planos diretores e planos
municipais de saneamento participativos. Projeto, acompanhamento e
fiscalização de obras de saneamento básico, envolvendo os seguintes
componentes: água, esgoto, manejo de resíduos sólidos e águas plu-
viais. Projetos e obras de saneamento integrado em assentamentos
precários, abrangendo: abastecimento de água; coleta, tratamento e
destinação final de esgoto; coleta, tratamento e destinação final de
resíduos sólidos; drenagem; contenção de encostas; reassentamento de
moradias. Tratamento de água, esgotos e resíduos sólidos urbanos.
Sistemas, métodos e processos de abastecimento de água; esgota-
mento sanitário; manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais ur-
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 201594 ISSN 1677-7069
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Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
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banas. Estudos de inventário; estudos de viabilidade técnica e eco-
nômica; projeto básico; projeto executivo; implantação. Gestão de
riscos e resposta a desastres. Hidrologia: ciclo hidrológico e bacia
hidrográfica; balanço hídrico; escoamento superficial; vazão máxima
e hidrograma de projeto; regionalização de vazões; controle de en-
chentes. Medidas de controle de inundações, alagamentos e enxur-
radas. Gestão de riscos das águas urbanas. Estudo e relatório de
impacto ambiental (EIA/RIMA). Geotecnia, Pavimentação e Terra-
plenagem: Geologia aplicada: conceito, áreas de atuação, histórico e
métodos. Dinâmica interna da terra. Processos tectônicos. Rochas e
minerais. Dinâmica externa da terra. Intemperismo em rochas. In-
temperismo de solos tropicais. Classificações geotécnicas de solos.
Classificações geomecânicas de maciços rochosos. Feições estrutu-
rais. Processos do meio físico. Mapas geológicos. Tecnologia de ro-
chas. Comportamento geotécnico. Mapeamento geotécnico. Cartas
geotécnicas municipais. Setorização de riscos. Gestão de riscos. Geo-
logia de engenharia no projeto e execução de contenção de encostas,
drenagens, fundações e pavimentos. Investigação e tratamento geo-
lógico-geotécnico no projeto. Execução de contenções de encostas,
drenagens, pavimentos e fundações. Escavações. Contenção de ta-
ludes e escoramentos. Estudos de viabilidade técnica, econômica,
ambiental e social. Geometria de vias urbanas e estradas. Curvas
Horizontais e Verticais. Especificação e dimensionamento de pavi-
mentos. Vistoria, recuperação e conservação de pavimentos. Terra-
plenagem. Corte e aterro. Jazidas e bota fora. Equipamentos para
transporte, desmonte e compactação de solo. Cálculo de energia de
compactação. Transportes e Mobilidade Urbana: Plano Nacional de
Logística e Sistemas de Transportes (PNLT): especificidade e fun-
cionalidade das modalidades de transporte (rodoviário, ferroviário,
aquaviário, aéreo, dutoviário e urbano). Aspectos físicos, operacio-
nais, econômicos, institucionais e tecnológicos do setor. Multimo-
dalidade e intermodalidade. Infraestrutura viária. Regulação do setor
de transporte. Interface do setor de transporte com outros setores.
Transporte e integração regional. Sistema Nacional de Viação. Pla-
nejamento de sistemas de transportes: estudos de viabilidade técnica,
econômica e ambiental. Infraestrutura viária: rodovias, ferrovias, me-
trovias e hidrovias. Estudos e projetos de obras rodoviárias, fer-
roviárias e aquaviárias. Técnicas construtivas de obras rodoviárias,
ferroviárias e aquaviárias. Operação e material rodante para transporte
ferroviário. Manutenção e recuperação de infraestruturas rodoviárias,
ferroviárias e aquaviárias. Dragagem. Estudos de viabilidade técnica,
econômica, ambiental e social. Planejamento de obras: programação,
orçamentação e controle. Sistema de custos rodoviários nº 2 (SICRO
2). Estatuto da Cidade: diretrizes gerais da política urbana. Urba-
nização: Parcelamento do solo (condições e restrições para parce-
lamento). Infraestrutura para urbanização de glebas (abertura de vias,
abastecimento de água, esgoto sanitário, pavimentação, drenagem,
rede de distribuição de energia e iluminação pública). Urbanização de
assentamentos precários. Regularização fundiária. Acessibilidade a
deficientes. Gestão de Manutenção Predial: Tipos de Manutenção
(preditiva, preventiva, corretiva). Engenharia de Manutenção. Indi-
cadores de Performance de Manutenção. Manutenção e gestão de
ativos patrimoniais. Meio Ambiente: Licenças ambientais. Outorgas
para uso de recursos hídricos. Áreas de proteção permanente e de
proteção ambiental. Estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/RI-
MA). Gestão de Projetos: Conceito de projeto, programa e processo.
Gerenciamento de escopo, tempo, custos e recursos humanos alo-
cados em projetos. Métricas de desempenho do projeto. Noções de
análise de risco. Análise Multicritério.
ENGENHARIA ELÉTRICA - Energia e trabalho. Circuitos
Elétricos: Fundamento e Leis Básicas; Comportamento permanente e
transitório de circuitos resistivos; indutivos e capacitivos. Análise de
redes. Medidas Elétricas: Fundamentos. Formas de medidas elétricas
e magnéticas. Sistemas elétricos de corrente constante e corrente
alternada. Proteção em redes de distribuição de média e baixa tensão,
Riscos Elétricos, norma de proteção Nr 10. Tecnologia dos materiais
elétricos. Materiais condutores e isolantes. Materiais semicondutores.
Materiais magnéticos. Principais aplicações. Produção de Energia
Elétrica: Princípio de conversão de energia. Motores Elétricos. Má-
quinas e equipamentos de conversão. SmartGrid. Eficiência Ener-
gética. Procel - Programa Nacional de Conservação de Energia Elé-
trica; iluminação pública. Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE;
Acionamento Industrial: Tipos de acionamento. Tipos de chaves: ma-
nuais e automáticas. Relés e contatores. Esquemas elétricos de pai-
néis. Iluminação predial e de áreas externas. Análises de óleo iso-
lante. Sistemas de aterramento e malhas de terra. Transformadores.
Disjuntores de A.T e B.T. Quadros de comando, controle e proteção.
Motores elétricos. Operação e manutenção de sistemas elétricos de
distribuição. Operação e manutenção de Sistemas No Break estático e
dinâmico. Sistemas de Bancos de Baterias industriais. Conceitos e
fundamentos aplicados à manutenção de instalações industriais (ma-
nutenção preditiva, preventiva e corretiva). Ciclo de vida de um
projeto - PERT, GERT, Caminho crítico, Diagrama de Gantt , WBS -
Work Breakdown Structure. Gerenciamento de riscos em projetos -
conceitos, identificação, avaliação, planejamento da resposta ao risco,
rastreamento do risco. Planejamento e controle da manutenção (pla-
nejamento anual de atividades. sistema de ordem de serviços. his-
tórico de intervenções em equipamentos, componentes principais e
em instalações; Programação e execução de serviços de manutenção.
Organização da manutenção em sistemas de operação contínua H-24.
Gestão da manutenção e dos ativos das organizações. Administração
de contratos. Leis nº 8.666/1993 e 8.883/1994. Resolução CONFEA
nº 361/1991. Normas aplicáveis à saúde e Segurança no Trabalho.
Conceitos Básicos de Redes de Telecomunicações. Conceitos básicos
de Telefonia Analógica e Digital. Conceitos básicos de Sinalizações
Telefônicas. Conceitos básicos de tráfego Telefônico. Princípios de
comunicação de dados. Modelo de Referência OSI/ISO. Arquitetura
TCP/IP. Redes Convergentes. Conceitos Básicos de Telefonia IP. Qua-
lidade de Serviço em Redes IP. Segurança em Redes IP, Firewall,
VPN, DMZ, Criptografia e Autenticação. Fibra Óptica; Redes de
Acesso sem fio 802.11 e suas versões. Conceitos básicos sobre Sis-
temas Troncalizados; Conceitos básicos sobre padrão Tetra. Ferra-
mentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico. Organização
de informação para uso na Internet, acesso à distância a compu-
tadores, transferência de informação e arquivos. Conceitos de pro-
teção e segurança da informação, segurança física e lógica, normas
ABNT sobre segurança física e lógica em Tecnologia da Informação.
Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas,
aplicativos e procedimentos de informática: conceitos de hardware e
de software. Procedimentos, aplicativos e dispositivos para arma-
zenamento de dados e para realização de cópia de segurança (ba-
ckup). Conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos,
pastas e programas, instalação de periféricos. Aplicativos para edição
de textos e planilhas eletrônicas (Microsoft). Sistemas digitais e cir-
cuitos de pulso. Microprocessadores e demais periféricos. Propagação
de sinais (ruídos) e Circuitos de alimentação elétrica (proteções, etc.).
Gerenciamento de obras de instalações elétricas. Cabines primárias e
subestações abaixadoras. Teoria dos Dispositivos do Estado Sólido:
Diodo; Disjunção do Estado sólido; Circuitos equivalentes. Análise
de circuitos com diodos. Transistores e a junção. Modelo de base
comum e modelos de emissor comum. Polarização e estabilização de
transistor. Amplificadores operacionais. Instrumentos de Medida: In-
dicadores básicos. Características. Gerador de áudio. Fontes DC e
AC. Amplificadores de áudio e frequência. Polarização e fator de
Estabilidade. Cálculo de ganho de impedância. Controle de tona-
lidade. Compensação em frequência.
ENGENHARIA MECÂNICA - Materiais de construção me-
cânica e processos de fabricação. Resistência dos materiais e ensaios
mecânicos. Projeto e dimensionamento de elementos de máquinas.
Transmissão por correias e engrenagens. Comandos hidro-pneumá-
ticos e automação industrial. Informática aplicada à engenharia me-
cânica. Tecnologias cad e similares. Conceitos de modelagem geo-
métrica de peças mecânicas. Termodinâmica básica. Caldeiras e vasos
de pressão. Termodinâmica dos gases. Funcionamento, manutenção,
componentes e ciclos básicos de refrigeração e climatização. Projeto
e manutenção de sistemas de refrigeração e ar condicionado. Cartas
psicrométricas. Funcionamento, manutenção, componentes e ciclos de
motores de combustão interna. Operação e funcionamento de grupo
geradores elétricos acionados por mci. Lubrificantes e lubrificação
industrial. Planejamento e controle da manutenção. Conceitos e fun-
damentos aplicados à manutenção de instalações industriais (manu-
tenção preventiva, corretiva e preditiva). Métodos de manutenção: o
programa 5 S, TPM - manutenção produtiva total, polivalência ou
multiespecialização. Qualidade total na manutenção: conceitos, cri-
térios de desempenho, Normas ISO série 9000. Ferramentas da Qua-
lidade. Licitação. Considerações gerais. Conceito. Finalidade. Prin-
cípios. Objeto. Pessoas obrigadas a licitar. Casos de dispensa e ine-
xigibilidade. Modalidades. Fases. Tipos. Lei nº 8.666 de 21/06/93,
com suas alterações posteriores. Ciências do ambiente. Segurança e
medicina do trabalho (normas em geral). Elaboração de laudos pe-
riciais. Elaborar orçamentos e estudos sobre viabilidades econômicas
e técnicas e o exercício de outras atividades reconhecidas como do
profissional de Engenharia.
ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES - Conceitos
Básicos de Redes de Telecomunicações. Conceitos básicos de Te-
lefonia Analógica e Digital. Conceitos básicos de Sinalizações Te-
lefônicas. Conceitos básicos de tráfego Telefônico. Princípios de co-
municação de dados. Modems. xDSL. Modulação, multiplexação e
Transmissão de sinais analógicos e digitais. PCM/TDM, SDH. Con-
ceitos de telefonia móvel e celular, tecnologia e serviços. Conceitos
básicos sobre Sistemas Troncalizados; Conceitos básicos sobre padrão
Tetra ou similares. Noções de radar satélites de comunicação, sis-
temas de posicionamento e navegação. Redes de Telecomunicações.
Modelo de Referência OSI/ISO. Arquitetura TCP/IP. Redes Conver-
gentes. Conceitos Básicos de Telefonia IP. Qualidade de Serviço em
Redes IP. Segurança em Redes IP, Firewall, VPN, DMZ, Criptografia
e Autenticação. MPLS e MetroEthernet, modelo IEEE 802, Redes
Ethernet, Redes de Acesso sem fio 802.11 e suas versões. Análise
básica de diagramas e circuitos elétricos e eletrônicos. Noções de
componentes eletrônicos. Instrumentos de Medida: Indicadores bá-
sicos. Características. Gerador de áudio. Fontes DC e AC. Ampli-
ficadores de áudio e frequência. Controle de tonalidade. Compen-
sação em frequência. Equipamentos de áudio e transmissão de ima-
gens. Conceitos e fundamentos aplicados à manutenção de instalações
industriais (manutenção preditiva, preventiva e corretiva). Adminis-
tração de materiais técnicos de consumo. Planejamento e controle da
manutenção (planejamento anual de atividades. sistema de ordem de
serviços. histórico de intervenções em equipamentos, componentes
principais e em instalações; custos aplicados à manutenção). Pro-
gramação e execução de serviços de manutenção. Organização da
manutenção em sistemas de operação contínua H-24. Gestão da ma-
nutenção e dos ativos das organizações. Tecnologia de instalações,
equipamentos, componentes e dispositivos de mecânica fina, elétri-
cos, eletrônicos, magnéticos e ópticos da engenharia de comunicação
e telecomunicações Circuitos de alimentação elétrica (proteções, etc.).
Normas para projeto e instalação de cabeamento estruturado metálico
ou óptico. Gerenciamento de obras de instalações elétricas e de Te-
lecomunicações. Cabines primárias e subestações abaixadoras. Mo-
nitoramento de impactos ambientais causados por equipamentos ele-
trônicos e de telecomunicações. Ciclo de vida de um projeto - PERT,
GERT, Caminho crítico, Diagrama de Gantt , WBS - Work Break-
down Structure. Gerenciamento de riscos em projetos - conceitos,
identificação, avaliação, planejamento da resposta ao risco, rastrea-
mento do risco. Disciplinas do gerenciamento de projetos (PMI).
Fiscalização de contratos de soluções na área de análise de processos
que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de
WAN e LAN de Sistemas Integrados de Comando e Controle. Ela-
boração de orçamento e controle de qualidade. Administração de
contratos. Leis nº 8.666/1993 e 8.883/1994. Resolução CONFEA nº
361/1991. Normas aplicáveis à saúde e Segurança no Trabalho. Es-
tudos de viabilidade. Conceitos básicos de mapeamento, análise, mo-
delagem monitoramento e integração de processos; avaliação de es-
tratégias para melhoria dos processos de negócio; Noções de Mi-
croprocessadores e demais periféricos. Ferramentas e aplicativos de
navegação, de correio eletrônico. Organização de informação para uso
na Internet, acesso à distância a computadores, transferência de in-
formação e arquivos. Conceitos de proteção e segurança da infor-
mação, segurança física e lógica, normas ABNT sobre segurança
física e lógica em Tecnologia da Informação. Procedimentos, apli-
cativos e dispositivos para armazenamento de dados e para realização
de cópia de segurança (backup). Conceitos de organização e de ge-
renciamento de arquivos, pastas e programas, instalação de perifé-
ricos.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: TÉCNICO ESPECIA-
LIZADO DE SUPORTE - NÍVEL III
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - ORÇAMENTO PÚBLICO: ca-
racterísticas do orçamento tradicional, do orçamento-programa e do
orçamento de desempenho. Princípios orçamentários. Leis Orçamen-
tárias: PPA, LDO, LOA. Orçamento fiscal e de seguridade social.
Orçamento na Constituição Federal de 1988. Conceituação e clas-
sificação da receita e da despesa orçamentária brasileira. Execução da
receita e da despesa orçamentária. Créditos Adicionais. Cota, pro-
visão, repasse e destaque. Lei nº10.180/2001. Instrução Normativa
STN nº 01, de 15 de janeiro de 1997 e alterações posteriores. CON-
TABILIDADE PÚBLICA: Conceito, objeto, objetivo, campo de atua-
ção; Variações Patrimoniais: Variações Ativas e Passivas, Orçamen-
tárias e Extraorçamentárias; Plano de Contas Único Aplicado ao Setor
Público: conceito; estrutura básica: ativo, passivo, despesa, receita,
resultado diminutivo, resultado aumentativo, estrutura das contas, ca-
racterísticas das contas; Contabilização dos Principais Fatos Con-
tábeis: previsão da receita, fixação da despesa, descentralização de
créditos, liberação financeira, realização da receita e despesa; Ba-
lancete: características, conteúdo e forma; Demonstrações Contábeis
aplicadas ao Setor Público. Noções de SIAFI - Sistema de Admi-
nistração Financeira da Administração Pública Federal. Lei nº
4.320/64. Procedimentos de retenção de impostos e contribuições
federais. Lei nº 9430/1996 e alterações posteriores. Instrução Nor-
mativa SRF nº 480/2004. Lei nº 4.320/64. Normas Brasileiras de
Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBC T 16.1 a NBC T
16.11). Lei Complementar no. 101/00 - Lei de Responsabilidade Fis-
cal e seus instrumentos de transparência. Tomada e Prestação de
Contas no Setor Público. CONTABILIDADE GERAL: Princípios
fundamentais de contabilidade (aprovados pelo Conselho Federal de
Contabilidade, através da Resolução CFC nº 750/93 e posteriores
atualizações); Patrimônio: Componentes Patrimoniais - ativo, passivo
e patrimônio líquido; Fatos contábeis e variações patrimoniais; Contas
patrimoniais e de resultado; Teorias, funções e estrutura das contas;
Apuração de resultados; Sistemas de contas e plano de contas; De-
monstrações contábeis; Análise das demonstrações contábeis; Lei nº
6.404/76 e alterações posteriores. NBC TG - Estrutura Conceitual;
NBC TG 26 - Demonstrações Contábeis; NBC TG 16 - Estoques;
NBC TG 27 - Imobilizado; NBC TG 32 - Tributo sobre Lucro; NBC
TG 18 - Coligas, Controladas e Controle Conjunto. Investimentos -
Aquisição de Investimentos aplicação da NBC TG 15 - Combinação
de Negócios (Ágio, Deságio, Goodwill e Ganho por compra Van-
tajosa). Aspectos relacionados com a aplicação do Método da Equi-
valência Patrimonial (MEP) e do Valor Justo. Aspectos relacionados
com a Nova Lei Fiscal (Lei 12.973/14 - artigos de 1 a 70). Fun-
damentos de Auditoria: Planejamento, Procedimentos, Relatórios e
Eventos Subsequentes. Aspectos básicos relacionados a custo: Custos
(fixos, variáveis, diretos e indiretos); Pontos de Equilíbrio (contábil,
financeiro e econômico).
PEDAGOGIA - O projeto político-pedagógico da escola e
concepções atuais de planejamento. Pedagogia de Projetos. Inter-
disciplinaridade/ Transdisciplinaridade. História e atuação do peda-
gogo no Brasil. Pedagogia e direitos humanos. Educação à distância:
história, características, concepções e legislações. Tecnologia Edu-
cacional: potencialidades, limitações e concepções. Pensamento Pós-
moderno em Educação: diferentes autores e suas concepções. Edu-
cação ambiental no contexto educativo: implicações para o consumo
e o desenvolvimento sustentável. Pressupostos teóricos. História da
Educação. Filosofia da Educação/ Fundamentos Filosóficos da Edu-
cação. Sociologia e educação: correntes e teóricos. Currículo e a
diversidade cultural. Concepções e teorias do currículo. Avaliação:
perspectivas histórias e funções atuais da avaliação no processo edu-
cativo. Procedimentos e instrumentos para avaliação da aprendiza-
gem. Didática. Políticas Públicas em Educação. Educação Espe-
cial/Inclusiva. Educação, Sociedade e Cultura. Trabalho e Educação:
perspectivas críticas e renovadoras. Administração e Gestão da Or-
ganização Escolar. Formação continuada em educação. A Psicologia e
suas contribuições para a Educação: correntes, teorias e autores. Edu-
cação de Jovens e Adultos. Escola, violência, ética e cidadania. Lei
Nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança
e do Adolescente e dá outras providências. Constituição Federal -
Capítulo III - Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I - Da
Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB
9394/1996 e alterações posteriores.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Organização de
Computadores - Tipos e representações de dados numéricos; Arit-
mética binária; Álgebra booleana; Codificação de caracteres; Com-
ponentes da UCP; Conceito de interrupção; Modos de endereçamento.
Engenharia de Software - Modelos de ciclo de vida e ferramentas
CASE; Processos e metodologias de desenvolvimento de software:
Processo de desenvolvimento de software unificado (Unified Pro-
cess), eXtremme Programming (XP), Scrum, Kanban. Engenharia de
requisitos: Técnicas de elicitação, gerenciamento, especificação, téc-
nicas de validação de requisitos, prototipação. Qualidade do Processo
de Desenvolvimento de Software: MPS.BR (Melhoria de Processo do
Software Brasileiro): Conceitos gerais, Níveis de Maturidade, Pro-
cessos; CMMI (Capability Maturity Model Integration) para desen-
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 2015 95ISSN 1677-7069
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Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
3
volvimento versão 1.3: Conceitos Gerais, Áreas de Processo, Re-
presentações contínua e por estágio. Banco de Dados - Conceitos
Gerais; Padrão ANSI para arquitetura de SGBD; Modelo relacional
de dados; Álgebra relacional; Cálculo relacional; Formas normais;
Transação; Modelo de Dados: Entidades, Atributos, Relacionamentos
Cardinalidade, Generalização e especialização de entidades, Mapea-
mento para modelo relacional; ANSI SQL/92: Níveis de Isolamento
de transações, Criação de tabelas, Manipulação de dados (insert, up-
date, delete), Clausula select, Funções de agregação, Junções, Sub-
queries, Visões (atualização de dados). Comunicação de Dados e
Telefonia - Sinais analógicos e Sinais Digitais; Transmissão com
perdas; Transmissão serial e transmissão paralela; Antenas; Multi-
plexação; Meios de transmissão; Comutação de circuitos; Redes de
telefonia; DSL; Telefonia Celular; Voz sobre IP (VoIP); Qualidade de
serviço (QoS); Segurança da informação; VPN. Redes de Compu-
tadores - Arquitetura OSI da ISO; Arquitetura TCP/IP. Infraestrutura:
Cabeamento estruturado categorias 3, 5, 5e, 6 e 6a, de acordo com a
NBR 14.565; Roteadores; Switches; Concentradores; Multiplexado-
res; Rede sem fio (Wireless); padrões IEEE 802.11b/g/n; Protocolos:
IPv4, IPv6, TCP, UDP, IPSec, , HTTP, HTTPS. Contratação de So-
luções de Tecnologia da informação - Planejamento das contratações;
Legislação e jurisprudência pertinentes; Processo de planejamento da
contratação; Artefatos gerados no processo de planejamento da con-
tratação; Riscos e sugestões de controles internos; Gestão do co-
nhecimento sobre o processo de contratação. Fundamentos da ITIL
(INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY)
- Definição de Serviço; Métricas (CSF, KPI); Modelo RACI; Service
Desk; Gerências de: Demandas, Portfólio, Catálogo e Níveis de Ser-
viço; Capacidade; Disponibilidade; Continuidade; Segurança; Mudan-
ças; Configuração; Liberação; Validação; Conhecimento; Eventos; In-
cidentes; Requisição; Problemas; Acesso e Melhoria Contínua.
ENGENHARIA CIVIL - Programação, Controle e Acom-
panhamento de Obras: Orçamento e composição de custos, levan-
tamento de quantitativos, planejamento e controle físico-financeiro.
Acompanhamento e aplicação de recursos (vistorias, emissão de fa-
turas, controle de materiais). Critérios de Medição de Obras. BDI e
encargos sociais incidentes em orçamentos de obras. Sistema de ges-
tão da qualidade. Produtividade na construção civil. Orçamento e
cronograma de obras públicas. Projetos de obras de construção civil.
Levantamentos aerofotogramétricos e topográficos. Locação de obras
e rodovias. Georreferenciamento. Noções de sistema cartográfico e de
geoprocessamento. Projeto arquitetônico e legislação urbanística. Pro-
jeto de fundações. Projeto estrutural. Projeto de instalações hidráu-
licas, sanitárias e pluviais. Projeto de hidrovias. Projeto de portos.
Projeto de pontes e viadutos. Projeto de túneis. Projeto de barragem
de usina hidrelétrica. Projeto de infraestrutura civil para transmissão e
distribuição de energia elétrica. Execução de obras de construção
civil. Documentação e registro de obra. Barragens e muros de arrimo.
Concretagens de fundações. Estruturas de concreto armado e pro-
tendido. Estruturas especiais de concreto armado. Estruturas de al-
venaria resistente. Estruturas metálicas. Estruturas de madeira. De-
senho técnico. Materiais de construção civil. Tecnologia dos materiais
de construção civil. Resistência dos materiais de construção civil.
Equipamentos e veículos de construção civil. Estudos de viabilidade
técnica, econômica, ambiental e social. Licitação de Obras Públicas:
Projeto básico e projeto executivo. Orçamento de referência para
licitação. Contratos e aditivos. Princípios de planejamento e de or-
çamento público. Edificações: Engenharia e Arquitetura residencial
(residências isoladas, edifícios de apartamentos, condomínios hori-
zontais e verticais, habitação social). Noções gerais de engenharia e
arquitetura de edificações públicas. Materiais de construção civil:
aglomerantes e agregados. Instalações Elétricas. Instalações Hidro-
sanitárias. Prevenção de incêndios. Controle ambiental das edifica-
ções (térmico, acústico e luminoso). Memorial descritivo e espe-
cificações técnicas de materiais e serviços. Acessibilidade. Constru-
ção industrializada. Critérios e parâmetros de desempenho das edi-
ficações. Sistemas construtivos não tradicionais para edificações co-
merciais: pré-moldados em concreto, steel-framing, modular em aço.
Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Perícias: Vis-
toria de obras e de edifícios. Vícios e patologias de construção.
Recuperação de estruturas e de edificações. Responsabilidade técnica.
Recursos Hídricos e Saneamento: Estudo e projetos de infraestrutura
hídrica (adutoras, barragens, sistema simplificado de abastecimento
de água, drenagens, dragagens e canais). Obras de infraestrutura hí-
drica. Planejamento de projetos de irrigação. Classificação de terras
para irrigação. Avaliação de recursos hídricos. Disponibilidade de
recursos hídricos. Demanda hídrica do projeto. Dimensionamento de
sistemas hidráulicos e avaliação econômica e financeira de projetos
de irrigação. Avaliação de pequenas barragens. Viabilidade, plane-
jamento e controle de obras de saneamento e hidráulica: técnico,
físico-financeiro e econômico. Projeto e execução de obras civis de
saneamento. Hidráulica e saneamento básico. Estudos de concepção,
levantamentos técnicos, diagnósticos ou relatórios técnicos prelimi-
nares referentes à implantação ou ampliação de sistemas de abas-
tecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos
urbanos e manejo de águas pluviais urbanas. Planos diretores e planos
municipais de saneamento participativos. Projeto, acompanhamento e
fiscalização de obras de saneamento básico, envolvendo os seguintes
componentes: água, esgoto, manejo de resíduos sólidos e águas plu-
viais. Projetos e obras de saneamento integrado em assentamentos
precários, abrangendo: abastecimento de água; coleta, tratamento e
destinação final de esgoto; coleta, tratamento e destinação final de
resíduos sólidos; drenagem; contenção de encostas; reassentamento de
moradias. Tratamento de água, esgotos e resíduos sólidos urbanos.
Sistemas, métodos e processos de abastecimento de água; esgota-
mento sanitário; manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais ur-
banas. Estudos de inventário; estudos de viabilidade técnica e eco-
nômica; projeto básico; projeto executivo; implantação. Gestão de
riscos e resposta a desastres. Hidrologia: ciclo hidrológico e bacia
hidrográfica; balanço hídrico; escoamento superficial; vazão máxima
e hidrograma de projeto; regionalização de vazões; controle de en-
chentes. Medidas de controle de inundações, alagamentos e enxur-
radas. Gestão de riscos das águas urbanas. Estudo e relatório de
impacto ambiental (EIA/RIMA). Geotecnia, Pavimentação e Terra-
plenagem: Geologia aplicada: conceito, áreas de atuação, histórico e
métodos. Dinâmica interna da terra. Processos tectônicos. Rochas e
minerais. Dinâmica externa da terra. Intemperismo em rochas. In-
temperismo de solos tropicais. Classificações geotécnicas de solos.
Classificações geomecânicas de maciços rochosos. Feições estrutu-
rais. Processos do meio físico. Mapas geológicos. Tecnologia de ro-
chas. Comportamento geotécnico. Mapeamento geotécnico. Cartas
geotécnicas municipais. Setorização de riscos. Gestão de riscos. Geo-
logia de engenharia no projeto e execução de contenção de encostas,
drenagens, fundações e pavimentos. Investigação e tratamento geo-
lógico-geotécnico no projeto. Execução de contenções de encostas,
drenagens, pavimentos e fundações. Escavações. Contenção de ta-
ludes e escoramentos. Estudos de viabilidade técnica, econômica,
ambiental e social. Geometria de vias urbanas e estradas. Curvas
Horizontais e Verticais. Especificação e dimensionamento de pavi-
mentos. Vistoria, recuperação e conservação de pavimentos. Terra-
plenagem. Corte e aterro. Jazidas e bota fora. Equipamentos para
transporte, desmonte e compactação de solo. Cálculo de energia de
compactação. Transportes e Mobilidade Urbana: Plano Nacional de
Logística e Sistemas de Transportes (PNLT): especificidade e fun-
cionalidade das modalidades de transporte (rodoviário, ferroviário,
aquaviário, aéreo, dutoviário e urbano). Aspectos físicos, operacio-
nais, econômicos, institucionais e tecnológicos do setor. Multimo-
dalidade e intermodalidade. Infraestrutura viária. Regulação do setor
de transporte. Interface do setor de transporte com outros setores.
Transporte e integração regional. Sistema Nacional de Viação. Pla-
nejamento de sistemas de transportes: estudos de viabilidade técnica,
econômica e ambiental. Infraestrutura viária: rodovias, ferrovias, me-
trovias e hidrovias. Estudos e projetos de obras rodoviárias, fer-
roviárias e aquaviárias. Técnicas construtivas de obras rodoviárias,
ferroviárias e aquaviárias. Operação e material rodante para transporte
ferroviário. Manutenção e recuperação de infraestruturas rodoviárias,
ferroviárias e aquaviárias. Dragagem. Estudos de viabilidade técnica,
econômica, ambiental e social. Planejamento de obras: programação,
orçamentação e controle. Sistema de custos rodoviários nº 2 (SICRO
2). Estatuto da Cidade: diretrizes gerais da política urbana. Urba-
nização: Parcelamento do solo (condições e restrições para parce-
lamento). Infraestrutura para urbanização de glebas (abertura de vias,
abastecimento de água, esgoto sanitário, pavimentação, drenagem,
rede de distribuição de energia e iluminação pública). Urbanização de
assentamentos precários. Regularização fundiária. Acessibilidade a
deficientes. Gestão de Manutenção Predial: Tipos de Manutenção
(preditiva, preventiva, corretiva). Engenharia de Manutenção. Indi-
cadores de Performance de Manutenção. Manutenção e gestão de
ativos patrimoniais. Meio Ambiente: Licenças ambientais. Outorgas
para uso de recursos hídricos. Áreas de proteção permanente e de
proteção ambiental. Estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/RI-
MA). Gestão de Projetos: Conceito de projeto, programa e processo.
Gerenciamento de escopo, tempo, custos e recursos humanos alo-
cados em projetos. Métricas de desempenho do projeto. Noções de
análise de risco. Análise Multicritério.
ENGENHARIA ELÉTRICA - Energia e trabalho. Circuitos
Elétricos: Fundamento e Leis Básicas; Comportamento permanente e
transitório de circuitos resistivos; indutivos e capacitivos. Análise de
redes. Medidas Elétricas: Fundamentos. Formas de medidas elétricas
e magnéticas. Sistemas elétricos de corrente constante e corrente
alternada. Proteção em redes de distribuição de média e baixa tensão,
Riscos Elétricos, norma de proteção Nr 10. Tecnologia dos materiais
elétricos. Materiais condutores e isolantes. Materiais semicondutores.
Materiais magnéticos. Principais aplicações. Produção de Energia
Elétrica: Princípio de conversão de energia. Motores Elétricos. Má-
quinas e equipamentos de conversão. SmartGrid. Eficiência Ener-
gética. Procel - Programa Nacional de Conservação de Energia Elé-
trica; iluminação pública. Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE;
Acionamento Industrial: Tipos de acionamento. Tipos de chaves: ma-
nuais e automáticas. Relés e contatores. Esquemas elétricos de pai-
néis. Iluminação predial e de áreas externas. Análises de óleo iso-
lante. Sistemas de aterramento e malhas de terra. Transformadores.
Disjuntores de A.T e B.T. Quadros de comando, controle e proteção.
Motores elétricos. Operação e manutenção de sistemas elétricos de
distribuição. Operação e manutenção de Sistemas No Break estático e
dinâmico. Sistemas de Bancos de Baterias industriais. Conceitos e
fundamentos aplicados à manutenção de instalações industriais (ma-
nutenção preditiva, preventiva e corretiva). Administração de ma-
teriais técnicos de consumo. Planejamento e controle da manutenção
(planejamento anual de atividades. sistema de ordem de serviços.
histórico de intervenções em equipamentos, componentes principais e
em instalações; custos aplicados à manutenção). Programação e exe-
cução de serviços de manutenção. Organização da manutenção em
sistemas de operação contínua H-24. Gestão da manutenção e dos
ativos das organizações. Administração de contratos. Leis nº
8.666/1993 e 8.883/1994. Resolução CONFEA nº 361/1991. Normas
aplicáveis à saúde e Segurança no Trabalho. Conceitos Básicos de
Redes de Telecomunicações. Conceitos básicos de Telefonia Ana-
lógica e Digital. Conceitos básicos de Sinalizações Telefônicas. Con-
ceitos básicos de tráfego Telefônico. Princípios de comunicação de
dados. Modelo de Referência OSI/ISO. Arquitetura TCP/IP. Redes
Convergentes. Conceitos Básicos de Telefonia IP. Qualidade de Ser-
viço em Redes IP. Segurança em Redes IP, Firewall, VPN, DMZ,
Criptografia e Autenticação. Fibra Óptica; Redes de Acesso sem fio
802.11 e suas versões. Conceitos básicos sobre Sistemas Tronca-
lizados; Conceitos básicos sobre padrão Tetra. Ferramentas e apli-
cativos de navegação, de correio eletrônico. Organização de infor-
mação para uso na Internet, acesso à distância a computadores, trans-
ferência de informação e arquivos. Conceitos de proteção e segurança
da informação, segurança física e lógica, normas ABNT sobre se-
gurança física e lógica em Tecnologia da Informação. Conceitos bá-
sicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e
procedimentos de informática: conceitos de hardware e de software.
Procedimentos, aplicativos e dispositivos para armazenamento de da-
dos e para realização de cópia de segurança (backup). Conceitos de
organização e de gerenciamento de arquivos, pastas e programas,
instalação de periféricos. Aplicativos para edição de textos e planilhas
eletrônicas (Microsoft). Sistemas digitais e circuitos de pulso. Mi-
croprocessadores e demais periféricos. Propagação de sinais (ruídos)
e Circuitos de alimentação elétrica (proteções, etc.). Gerenciamento
de obras de instalações elétricas. Cabines primárias e subestações
abaixadoras. Teoria dos Dispositivos do Estado Sólido: Diodo; Dis-
junção do Estado sólido; Circuitos equivalentes. Análise de circuitos
com diodos. Transistores e a junção. Modelo de base comum e mo-
delos de emissor comum. Polarização e estabilização de transistor.
Amplificadores operacionais. Instrumentos de Medida: Indicadores
básicos. Características. Gerador de áudio. Fontes DC e AC. Am-
plificadores de áudio e frequência. Polarização e fator de Estabi-
lidade. Cálculo de ganho de impedância. Controle de tonalidade.
Compensação em frequência.
ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES - Conceitos
Básicos de Redes de Telecomunicações. Conceitos básicos de Te-
lefonia Analógica e Digital. Conceitos básicos de Sinalizações Te-
lefônicas. Conceitos básicos de tráfego Telefônico. Princípios de co-
municação de dados. Modems. xDSL. Modulação, multiplexação e
Transmissão de sinais analógicos e digitais. PCM/TDM, SDH. Con-
ceitos de telefonia móvel e celular, tecnologia e serviços. Conceitos
básicos sobre Sistemas Troncalizados; Conceitos básicos sobre padrão
Tetra ou similares. Noções de radar satélites de comunicação, sis-
temas de posicionamento e navegação. Redes de Telecomunicações.
Modelo de Referência OSI/ISO. Arquitetura TCP/IP. Redes Conver-
gentes. Conceitos Básicos de Telefonia IP. Qualidade de Serviço em
Redes IP. Segurança em Redes IP, Firewall, VPN, DMZ, Criptografia
e Autenticação. MPLS e MetroEthernet, modelo IEEE 802, Redes
Ethernet, Redes de Acesso sem fio 802.11 e suas versões. Análise
básica de diagramas e circuitos elétricos e eletrônicos. Noções de
componentes eletrônicos. Instrumentos de Medida: Indicadores bá-
sicos. Características. Gerador de áudio. Fontes DC e AC. Ampli-
ficadores de áudio e frequência. Controle de tonalidade. Compen-
sação em frequência. Equipamentos de áudio e transmissão de ima-
gens. Conceitos e fundamentos aplicados à manutenção de instalações
industriais (manutenção preditiva, preventiva e corretiva). Adminis-
tração de materiais técnicos de consumo. Planejamento e controle da
manutenção (planejamento anual de atividades. sistema de ordem de
serviços. histórico de intervenções em equipamentos, componentes
principais e em instalações; custos aplicados à manutenção). Pro-
gramação e execução de serviços de manutenção. Organização da
manutenção em sistemas de operação contínua H-24. Gestão da ma-
nutenção e dos ativos das organizações. Tecnologia de instalações,
equipamentos, componentes e dispositivos de mecânica fina, elétri-
cos, eletrônicos, magnéticos e ópticos da engenharia de comunicação
e telecomunicações Circuitos de alimentação elétrica (proteções, etc.).
Normas para projeto e instalação de cabeamento estruturado metálico
ou óptico. Gerenciamento de obras de instalações elétricas e de Te-
lecomunicações. Cabines primárias e subestações abaixadoras. Mo-
nitoramento de impactos ambientais causados por equipamentos ele-
trônicos e de telecomunicações. Ciclo de vida de um projeto - PERT,
GERT, Caminho crítico, Diagrama de Gantt , WBS - Work Break-
down Structure. Gerenciamento de riscos em projetos - conceitos,
identificação, avaliação, planejamento da resposta ao risco, rastrea-
mento do risco. Disciplinas do gerenciamento de projetos (PMI).
Fiscalização de contratos de soluções na área de análise de processos
que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de
WAN e LAN de Sistemas Integrados de Comando e Controle. Ela-
boração de orçamento e controle de qualidade. Administração de
contratos. Leis nº 8.666/1993 e 8.883/1994. Resolução CONFEA nº
361/1991. Normas aplicáveis à saúde e Segurança no Trabalho. Es-
tudos de viabilidade. Conceitos básicos de mapeamento, análise, mo-
delagem monitoramento e integração de processos; avaliação de es-
tratégias para melhoria dos processos de negócio; Noções de Mi-
croprocessadores e demais periféricos. Ferramentas e aplicativos de
navegação, de correio eletrônico. Organização de informação para uso
na Internet, acesso à distância a computadores, transferência de in-
formação e arquivos. Conceitos de proteção e segurança da infor-
mação, segurança física e lógica, normas ABNT sobre segurança
física e lógica em Tecnologia da Informação. Procedimentos, apli-
cativos e dispositivos para armazenamento de dados e para realização
de cópia de segurança (backup). Conceitos de organização e de ge-
renciamento de arquivos, pastas e programas, instalação de perifé-
ricos.
ANEXO IV
ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS
CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXI-
DADE GERENCIAL - NÍVEL V
COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM
JORNALISMO - Executar atividades técnicas de complexidade ge-
rencial, bem como: 1. elaborar, redigir, condensar, titular, interpretar,
corrigir ou coordenar matéria a ser divulgada; entrevistar, reportagem;
planejar, organizar, dirigir e executar serviços de jornalismo; 2. co-
letar notícias ou informações e seu preparo para divulgação; 3. revisar
originais de matéria jornalística, com vistas à correção redacional e à
adequação da linguagem; 4. organizar e conservar arquivo jornalístico
e pesquisa dos respectivos dados para elaboração de notícias; 5.
executar a distribuição gráfica de texto, fotografia ou ilustração de
caráter jornalístico, para fins de divulgação; 6. assessorar o Secretário
Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, nos assuntos re-
lativos às suas atribuições; 7. orientar, coordenar, controlar e avaliar
projetos e atividades de comunicação social, com enfoque institu-
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 201596 ISSN 1677-7069
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Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
3
cional, no âmbito da SESGE; 8. promover a difusão dos serviços
prestados pela SESGE, bem como as informações de interesse do
público interno e da sociedade, resguardando aquelas consideradas de
caráter sigiloso; 9. promover a elaboração do material de divulgação
institucional de caráter permanente, bem como supervisionar sua ela-
boração e promover sua distribuição; 10. promover o controle e
manutenção do acervo documental jornalístico; assessorar o Secre-
tário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos nas reuniões
institucionais da SESGE; 11. coordenar as atividades do Gabinete do
Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, in-
clusive nos assuntos relativos à agenda institucional e à segurança do
titular da SESGE; 12. realizar a gestão documental da Assessoria de
Relações Institucionais -ARI; e 13. exercer outras atividades reco-
nhecidas como do profissional de Jornalismo.
PEDAGOGIA - Executar atividades técnicas de complexi-
dade gerencial, bem como: 1. coordenar o planejamento e a execução
das ações pedagógicas; 2. acompanhar o processo de implementação
das diretrizes da política de segurança pública relativas à formação do
profissional de segurança pública; 3. avaliar os resultados obtidos na
operacionalização das ações pedagógicas; 4. analisar os resultados da
Política de Capacitação dos Profissionais de Segurança Pública; 5.
promover e incentivar a realização de palestras, encontros e similares
sobre temas relevantes para educação preventiva integral, cidadania e
segurança pública; 6. articular com as instâncias de Governo Federal,
Estadual, Distrital e Municipal das áreas dos Grandes Eventos, bem
como com organizações multilaterais e entidades privadas de in-
teresse dos projetos, de forma a estabelecer canais de relacionamento,
comunicação e ação que garantam o alcance dos objetivos dos pro-
jetos sociais estabelecidos pela SESGE; 7. desenvolver programas e
ações de segurança, principalmente de caráter educativo e cidadão,
com foco nas comunidades de maior vulnerabilidade social nas áreas
dos Grandes Eventos, inclusive por meio do fomento financeiro a
programas governamentais e não governamentais, respeitando as pe-
culiaridades de cada comunidade; 8. apoiar a reconstituição de es-
paços urbanos das áreas de Grandes Eventos, mediante a implantação
de ações voltadas para locais considerados de alto risco em termos de
violência, criminalidade e desastres; 9. elaborar minutas de editais,
termos de referências e outros documentos inerentes à contratação de
especialistas consultores para os diferentes projetos, em conjunto com
a Diretoria de Administração, submetendo-os ao Secretário da Se-
cretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, para aná-
lise e aprovação; 10. articular com os órgãos governamentais, en-
tidades não governamentais e organizações multilaterais, visando ao
planejamento, implementação e acompanhamento dos projetos de ca-
pacitação nos Grandes Eventos, em conjunto com as Diretorias de
Operações e de Inteligência, de acordo com a natureza da capa-
citação; 11. fomentar financeiramente instituições governamentais e
não governamentais nas áreas dos Grandes Eventos, por meio de
convênios e editais de seleção, a partir de levantamento situacional da
criminalidade que indique a necessidade premente de cada local,
visando à redução da criminalidade e da violência; 12. disseminar o
conceito de segurança cidadã e as novas ações e metodologias de-
senvolvidas na área de segurança de Grandes Eventos, em particular
quanto ao legado social, junto a instituições governamentais e não
governamentais e às comunidades envolvidas; e 13. exercer outras
atividades reconhecidas como do profissional de Pedagogia.
RELAÇÕES PÚBLICAS - Executar atividades técnicas de
complexidade gerencial, bem como: 1. coordenar o relacionamento da
SESGE com seus diversos públicos de interesse, mediante estratégias
de comunicação; 2. elaborar diagnósticos, estratégias e políticas vol-
tadas para o aperfeiçoamento das relações entre instituições, grupos
humanos organizados, setores de atividades públicas ou privadas,
nacionais e internacionais, e a sociedade em geral; 3. coordenar a
implantação de programas e instrumentos que assegurem a interação
entre a SESGE e os seus diversos públicos de interesse, acompa-
nhando, avaliando e aperfeiçoando os processos e produtos perti-
nentes, com base nos resultados obtidos; coordenar a interlocução
entre as funções de relações públicas e as demais funções profis-
sionais existentes na área da Comunicação e, ainda, com outras áreas
com as quais as relações públicas exerçam interface; 4. atuar na
negociação e mediação de conflitos de interesses entre os órgãos e
entidades envolvidos na segurança dos Grandes Eventos; 5. participar
das tratativas para a articulação das ações de segurança entre os
órgãos e entidades envolvidos na segurança dos Grandes Eventos; 6.
planejar, coordenar, orientar e controlar as atividades e ações de-
senvolvidas pela SESGE voltadas para proporcionar à sociedade a
visão do seu papel institucional, em consonância com a política de
comunicação do Ministério da Justiça, favorecendo os fluxos de co-
municação e interação entre a instituição e seus distintos públicos; 7.
criar e redigir documentação específica para eventos, como ofícios,
check-list, convites, roteiros, nominatas e relatórios; 8. formar e or-
ganizar cadastro de pessoas e malas diretas, selecionar e identificar
parceiros, apoiadores, fornecedores e convidados internos e externos e
estabelecer os contatos necessários; acompanhar todas as etapas da
preparação, organização e da execução do evento em diversos am-
bientes da SESGE, além de alguns locais externos; 9. recepcionar
autoridades brasileiras e estrangeiras; acompanhar cidadãos brasilei-
ros e estrangeiros pelos ambientes constantes do Programa de Vi-
sitação Institucional, fazendo exposições e prestando informações de
caráter histórico/ institucional em português, inglês ou espanhol; e 10.
exercer outras atividades reconhecidas como características do pro-
fissional de Relações Públicas.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Executar atividades
técnicas de complexidade gerencial, Bem como: 1. analisar, projetar,
desenvolver, documentar, implantar sistemas informatizados; 2. rea-
lizar levantamento de requisitos e funcionalidades dos sistemas, es-
pecificação de arquitetura tecnológica, definição de ferramentas de
apoio à modelagem e desenvolvimento de sistemas; 3. exercer ati-
vidades de definição, prospecção, escolha, implantação, treinamento e
manutenção de soluções, metodologias, processos, padrões e ferra-
mentas referentes à análise de sistemas para a SESGE; 4. fiscalizar
contratos de soluções tecnológicas; 5. realizar outras atividades com-
preendidas no escopo da disciplina de análise de sistemas, em es-
pecial a parte de sistemas, bancos de dados, hardware, software, redes
e comunicação do Sistema Integrado de Comando e Controle; 6.
definir a estrutura e infraestrutura de tecnologia da informação e
comunicações necessárias para as ações de segurança dos Grandes
Eventos; 7. articular-se para integrar as bases de dados e sistemas
automatizados e de comunicação necessários à segurança dos Grandes
Eventos; 8. planejar e especificar as necessidades de equipamentos e
softwares dos processos de tecnologia de informação e comunicação;
9. propor diretrizes para o planejamento, a supervisão, a coordenação,
a orientação, e a avaliação da política de informática e de tele-
comunicações; 10. propor normas administrativas e operacionais, de
utilização e manutenção adequada dos recursos de tecnologia da in-
formação, bem como zelar pelo seu cumprimento; 11. administrar os
recursos da tecnologia da informação, incluindo a Internet e Intranet,
bem como as instalações da rede de telecomunicações; 12. identificar
as necessidades, bem como supervisionar, acompanhar e avaliar o
desenvolvimento, a implantação, a implementação, a manutenção e a
atualização tecnológica dos sistemas; 13. coordenar e acompanhar a
manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos de informática e
de telecomunicações; 14. planejar, orientar, coordenar e avaliar a
configuração da rede integrada, dos meios de comunicação eletrô-
nicos e dos sistemas informatizados de segurança e serviços públicos
e privados disponibilizados; 15. planejar e supervisionar a rede in-
tegrada nas diferentes plataformas, garantindo a sua funcionalidade,
integridade e confiabilidade; 16. proceder à atualização e difusão da
legislação e da jurisprudência relativas à gestão da tecnologia da
informação, bem como organizar e manter o acervo de obras e do-
cumentos correlatos; 17. proceder aos eventuais remanejamentos da
rede de telecomunicações, no tocante à infraestrutura de circuitos de
dados e voz, cabeamento, antenas de rádio e telefonia; 18. prover
meios e procedimentos para a padronização, controle de qualidade e
segurança das centrais telefônicas; 19. acompanhar os contratos, con-
vênios e termos congêneres relativos à tecnologia da informação,
verificando a utilização dos recursos tecnológicos; e 20. exercer ou-
tras atividades reconhecidas como do profissional de Tecnologia da
Informação e Telecomunicação e da respectiva área de formação.
CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXI-
DADE INTELECTUAL - NÍVEL IV
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Executar atividades de comple-
xidade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pes-
quisas e diagnósticos, bem como; 1. a coordenação e execução de
atividades orçamentárias, financeiras, contábeis, patrimoniais e de
custos; 2. a realização de auditoria contábil e financeira; 3. a ela-
boração de normas, relatórios e emissão de pareceres; 4. a inter-
pretação e aplicação da legislação econômico-fiscal, tributária e fi-
nanceira; 5. o gerenciamento, coordenação e execução das atividades
referentes à elaboração, à revisão e ao acompanhamento de pro-
gramação orçamentária e financeira anual e plurianual; 6. o acom-
panhamento da gestão dos recursos públicos; 7. o acompanhamento
da sistematização e da padronização de procedimentos contábeis no
âmbito do Governo Federal; 8. a análise, acompanhamento e orien-
tação da escrituração da concessão, liberação, prestação de contas e
baixa de responsabilidade de suprimento de fundos; 9. a consulta, o
levantamento, a análise, o acompanhamento, o controle, a orientação
e a proposição de medidas para a escrituração ou regularização de
eventuais saldos contábeis invertidos em demonstrações do Sistema
Integrado de Administração Financeira do Governo Federal - SIAFI;
10. o acompanhamento, no SIAFI, da execução contábil dos atos de
gestão orçamentária, financeira e patrimonial; 11. a consulta, o le-
vantamento, a análise, o acompanhamento, o controle, a orientação e
a proposição de medidas para o saneamento ou regularização de
eventuais inconsistências ou desequilíbrios na escrituração dos atos de
gestão orçamentária, financeira e patrimonial; 12.a análise, o acom-
panhamento, o controle, a orientação e a proposição, em tempo hábil
das diretrizes e formas para a elaboração, formatação, estruturação,
compatibilização e divulgação de demonstrações e balancetes; 13. a
consulta, o acompanhamento, o controle e a orientação de proce-
dimentos para o registro de conformidade contábil e documental no
SIAFI; 14. a análise das demonstrações contábeis extraídas do SIAFI;
certificar-se da existência das conformidades diária e de suporte do-
cumental; 15. o processo de todos os registros ou lançamentos que
tiverem por objeto a regularização que dependa exclusivamente da
sua unidade seccional contábil; 16. a instauração dos processos de
tomada e prestação de contas anual juntando relatório de gestão,
demonstrativos e balanços exigidos na legislação vigente; 17. a apre-
sentação de notas explicativas em demonstrações contábeis, na forma
da lei; 18. a proposição de respostas e a prestação de informações que
satisfaçam às requisições e diligências expedidas pelos Órgãos de
Controle Interno e Externo no tocante às tomadas e prestações de
contas; 19. a responsabilidade pelos registros contábeis e demons-
trações deles decorrentes; 20. a elaboração de demonstrativos, ins-
trumentais e peças exigidas dos gestores na legislação em vigor; e
21.o exercício de outras atividades reconhecidas como do profissional
de Ciências Contábeis.
COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM
JORNALISMO - Executar atividades de complexidade intelectual que
compreendam a elaboração de estudos, pesquisas e diagnósticos, bem
como: 1. a elaboração, redação, condensação, titulação, interpretação
ou correção de matéria a ser divulgada; entrevista, reportagem; pla-
nejamento, organização, direção e execução de serviços de jorna-
lismo; 2. a revisão de originais de matéria jornalística, com vistas à
correção redacional e à adequação da linguagem; 3. organização e
conservação de arquivo jornalístico e pesquisa dos respectivos dados
para elaboração de notícias; 4. a execução da distribuição gráfica de
texto, fotografia ou ilustração de caráter jornalístico, para fins de
divulgação; 5. auxiliar o Secretário Extraordinário de Segurança para
Grandes Eventos, nos assuntos relativos às suas atribuições; 6. a
orientação, controle e avaliação dos projetos e atividades de co-
municação social, com enfoque institucional, no âmbito da SESGE; 7.
a difusão dos serviços prestados pela SESGE, bem como as in-
formações de interesse do público interno e da sociedade, resguar-
dando aquelas consideradas de caráter sigiloso; 8. a elaboração do
material de divulgação institucional de caráter permanente, bem como
supervisionar sua elaboração e promover sua distribuição; 9. o con-
trole e manutenção do acendo documental jornalístico; assessorar o
Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos nas
reuniões institucionais da SESGE; 10. suporte à coordenação das
atividades do Gabinete do Secretário Extraordinário de Segurança
para Grandes Eventos, inclusive nos assuntos relativos à agenda ins-
titucional e à segurança do titular da SESGE; 11. a gestão documental
da Assessoria de Relações Institucionais - ARI; e 12. o exercício de
outras atividades reconhecidas como do profissional de Jornalismo.
ENGENHARIA CIVIL - Executar atividades de complexi-
dade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pes-
quisas, diagnósticos e outras atividades referentes a edificações, es-
tradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de
abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, bar-
ragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas;
seus serviços afíns e correlatos, bem como: 1. a supervisão, co-
ordenação e orientação técnica; o estudo, planejamento, projeto e
especificação; 2. o estudo da viabilidade técnico-econômica; 3. a
direção de obra e serviço técnico; a vistoria, perícia, avaliação, ar-
bitramento, laudo e parecer técnico; 4. o desempenho de cargo e
função técnica; o ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e
divulgação técnica; extensão; 5. a elaboração de orçamento; a pa-
dronização, mensuração e controle de qualidade; 6. a execução de
obra e serviço técnico; 7. a fiscalização de obra e serviço técnico; 8.
a produção técnica e especializada; 9. a condução de trabalho técnico;
10. a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo
ou manutenção; 11. a execução de instalação, montagem e reparo; 12.
a operação e manutenção de equipamento e instalação; 13. a execução
de desenho técnico; 14. o planejamento, orientação, controle e ava-
liação da execução e da implementação de projetos de engenharia e
arquitetura, relativos a novas obras e reformas, desde que haja re-
quisitos de licitação com base na legislação em vigor; 15. a ela-
boração de estudos e a definição de prioridades para a construção,
locação e reformas de instalações; 16. a elaboração de estudos e o
estabelecimento de propostas de padronização de leiautes e de ra-
cionalização das condições ambientais; 17. o acompanhamento do
processo de elaboração do Planejamento Orçamentário, fornecendo
informações técnicas da sua área de atuação; 18. o gerenciamento dos
recursos disponíveis para as obras; 19. o controle, acompanhamento e
avaliação dos materiais e serviços necessários à padronização na
execução dos projetos; 20. o mapeamento, análise, modelagem e
integração de processos de negócio relacionados às atribuições da
SESGE; 21.o monitoramento de processos implantados no âmbito da
SESGE; 22. a definição, implementação e avaliação de estratégias
para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 23. a
definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de solu-
ções para gestão de processos de negócio para a SESGE; 24. a
fiscalização de contratos de soluções contratadas na área de análise de
processos que viabilizem a Implantação dos produtos, em especial a
parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle;
e 25. o exercício de outras atividades reconhecidas como do pro-
fissional de Engenharia Civil.
ENGENHARIA ELÉTRICA - Executar atividades de com-
plexidade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pes-
quisas, diagnósticos e outras atividades referentes à geração, trans-
missão, distribuição e utilização da energia elétrica; equipamentos,
materiais e máquinas elétricas; sistemas de medição e controle elé-
tricos; seus serviços afins e correlatos, bem como: a supervisão,
coordenação e orientação técnica; 2. o estudo, planejamento, projeto e
especificação; 3. o estudo de viabilidade técnico-econômica; 4. a
direção de obra e serviço técnico; 5. a vistoria, perícia, avaliação,
arbitramento, laudo e parecer técnico; 6. o desempenho de cargo e
função técnica; 7. o ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio
e divulgação técnica; extensão; 8. a elaboração de orçamento; 9. a
padronização, mensuração e controle de qualidade; 10. a execução de
obra e serviço técnico; 11. a fiscalização de obra e serviço técnico;
12. a produção técnica e especializada; 13. a condução de trabalho
técnico; 14. a condução de equipe de instalação, montagem, operação,
reparo ou manutenção; 15. a execução de instalação, montagem e
reparo; 16. a operação e manutenção de equipamento e instalação; 17.
a execução de desenho técnico; 18. o mapeamento, análise, mo-
delagem e integração de processos de negócio relacionados às atri-
buições da SESGE; 19. o monitoramento de processos implantados
no âmbito da SESGE; 20. a definição, implementação e avaliação de
estratégias para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE;
21. a definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de
soluções para gestão de processos de negócio para a SESGE; 22. a
fiscalização contratos de soluções contratadas na área de análise de
processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a
parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle;
e 23. o exercício de outras atividades reconhecidas como do pro-
fissional de Engenharia Elétrica.
ENGENHARIA MECÂNICA - Executar atividades de com-
plexidade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pes-
quisas e diagnósticos, bem como outras atividades referentes a pro-
cessos mecânicos, máquinas em geral; instalações industriais e me-
cânicas; equipamentos mecânicos e eletromecânicos; veículos auto-
motores; sistemas de produção de transmissão e de utilização do
calor; sistemas de refrigeração e de ar condicionado; seus serviços
afins e correlatos, bem como: 1. a supervisão, coordenação e orien-
tação técnica; o estudo, planejamento, projeto e especificação; 2. o
estudo de viabilidade técnico-econômica; 3. a direção de obra e ser-
viço técnico; a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e pa-
recer técnico; 4. o desempenho de cargo e função técnica; o ensino,
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 2015 97ISSN 1677-7069
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html,
pelo código 00032015062900097
Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
3
pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; ex-
tensão; 5. a elaboração de orçamento; a padronização, mensuração e
controle de qualidade; 6. a execução de obra e serviço técnico; 7. a
fiscalização de obra e serviço técnico; 8. a produção técnica e es-
pecializada; 9. a condução de trabalho técnico; 10. a condução de
equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 11.
a execução de instalação, montagem e reparo; 12. a operação e ma-
nutenção de equipamento e instalação; 13. a execução de desenho
técnico; 14. o planejamento, orientação, controle e avaliação da exe-
cução e da implementação de projetos de engenharia e arquitetura,
relativos a novas obras e reformas, desde que haja requisitos de
licitação com base na legislação em vigor; 15. a elaboração de es-
tudos e a definição de prioridades para a construção, locação e re-
formas de instalações; 16. a elaboração de estudos e o estabele-
cimento de propostas de padronização de leiautes e de racionalização
das condições ambientais; 17. o acompanhamento do processo de
elaboração do Planejamento Orçamentário, fornecendo informações
técnicas da sua área de atuação; 18. o gerenciamento dos recursos
disponíveis para as obras; 19. o controle, acompanhamento e ava-
liação dos materiais e serviços necessários à padronização na exe-
cução dos projetos; 20. o mapeamento, análise, modelagem e in-
tegração de processos de negócio relacionados as atribuições da SES-
GE; 21.o monitoramento de processos implantados no âmbito da
SESGE; 22. a definição, implementação e avaliação de estratégias
para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 23. a
definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de solu-
ções para gestão de processos de negócio para a SESGE; 24. a
fiscalização contratos de soluções contratadas na área de análise de
processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a
parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle;
e 25. o exercício de outras atividades reconhecidas como do pro-
fissional de Engenharia Mecânica.
ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES - Executar
atividades de complexidade intelectual que compreendam a elabo-
ração de estudos, pesquisas e diagnósticos, referentes a sistemas,
métodos, e processo de comunicação e telecomunicação; telemática;
técnicas analógicas, e digitais; sistemas operacionais; processamento
de radiodifusão de sinais, som e imagens; telefonia e radiocomu-
nicação fixa e móvel; radar; satélites de comunicação; sistemas de
posicionamento e navegação; comunicação, multimídia e telecomu-
nicação via cabo ou rádio; tecnologia de instalações, equipamentos,
componentes e dispositivos de mecânica fina, elétricos, eletrônicos,
magnéticos e ópticos da engenharia de comunicação e telecomu-
nicações; sistemas de cabeamento estruturado e fibras ópticas; mo-
nitoramento de impactos ambientais causados por equipamentos ele-
trônicos e de telecomunicações, bem como: o planejamento, orien-
tação, controle e avaliação da execução das atividades relacionadas
aos sistemas de telecomunicações; 2. a supervisão, coordenação e
acompanhamento dos serviços técnicos de instalação e manutenção
dos meios de telecomunicações; 3. a fiscalização da aplicação de
normas técnicas e de instruções reguladoras relativas à gestão do
material de telecomunicações; 4. o estudo sobre a viabilidade da
celebração de contratos, convênios e outros instrumentos congêneres;
5. a fiscalização de contratos de soluções contratadas na área de
análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em
especial a parte de WAN e LAN do Sistema Integrado de Comando e
Controle; 6. a supervisão, coordenação e orientação técnica; 7. o
estudo, planejamento, projeto e especificação; 8. o estudo de via-
bilidade técnico-econômica; 9. a direção de obra e serviço técnico;
10.a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
11. o desempenho de cargo e função técnica; 12. o ensino, pesquisa;
análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; 13. a
elaboração de orçamento; 14. a padronização, mensuração e controle
de qualidade; 15. a execução de obra e serviço técnico; 16. a fis-
calização de obra e serviço técnico; 17. a produção técnica e es-
pecializada; 18. a condução de trabalho técnico; 19. a condução de
equipe de instalação, montagem, operação; reparo ou manutenção; 20.
a execução de instalação, montagem e reparo; 21. a operação e ma-
nutenção de equipamento e instalação; 22. a execução de desenho
técnico; 23. o mapeamento, análise, modelagem e integração de pro-
cessos de negócio relacionados às atribuições da SESGE; 24. o mo-
nitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 25. a
definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos
processos de negócio objeto da SESGE; 26. a definição, prospecção,
escolha, implantação e treinamento de soluções para gestão de pro-
cessos de negócio para a SESGE; e 27. o exercício de outras ati-
vidades reconhecidas como do profissional de Engenharia de Te-
lecomunicações.
PEDAGOGIA - Executar atividades de complexidade in-
telectual que compreendam a elaboração de estudos, pesquisas e diag-
nósticos, bem como: 1. executar o planejamento, das ações peda-
gógicas; 2. acompanhar o processo de implementação das diretrizes
da política de segurança pública relativas à formação do profissional
de segurança pública; 3. avaliar os resultados obtidos na operacio-
nalização das ações pedagógicas; 4. analisar os resultados da Política
de Capacitação dos Profissionais de Segurança Pública; 5. promover
e incentivar a realização de palestras, encontros e similares sobre
temas relevantes para educação preventiva integral, cidadania e se-
gurança pública; 6. articular com as instâncias de Governo Federal,
Estadual, Distrital e Municipal das áreas dos Grandes Eventos, bem
como com organizações multilaterais e entidades privadas de in-
teresse dos projetos, de forma a estabelecer canais de relacionamento,
comunicação e ação que garantam o alcance dos objetivos dos pro-
jetos sociais estabelecidos pela SESGE; 7. desenvolver programas e
ações de segurança, principalmente de caráter educativo e cidadão,
com foco nas comunidades de maior vulnerabilidade social nas áreas
dos Grandes Eventos, inclusive por meio do fomento financeiro a
programas governamentais e não governamentais, respeitando as pe-
culiaridades de cada comunidade; 8. apoiar a reconstituição de es-
paços urbanos das áreas de Grandes Eventos, mediante a implantação
de ações voltadas para locais considerados de alto risco em termos de
violência, criminalidade e desastres; 9. elaborar minutas de editais,
termos de referências e outros documentos inerentes à contratação de
especialistas consultores para os diferentes projetos, em conjunto com
a Diretoria de Administração, submetendo-os ao Secretário da Se-
cretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, para aná-
lise e aprovação; 10. articular com os órgãos governamentais, en-
tidades não governamentais e organizações multilaterais, visando ao
planejamento, implementação e acompanhamento dos projetos de ca-
pacitação nos Grandes Eventos, em conjunto com as Diretorias de
Operações e de Inteligência, de acordo com a natureza da capa-
citação; 11. fomentar financeiramente instituições governamentais e
não governamentais nas áreas dos Grandes Eventos, por meio de
convênios e editais de seleção, a partir de levantamento situacional da
criminalidade que indique a necessidade premente de cada local,
visando à redução da criminalidade e da violência; 12. disseminar o
conceito de segurança cidadã e as novas ações e metodologias de-
senvolvidas na área de segurança de Grandes Eventos, em particular
quanto ao legado social, junto a instituições governamentais e não
governamentais e às comunidades envolvidas; e 13. exercer outras
atividades reconhecidas como do profissional de Pedagogia.
RELAÇÕES - Executar atividades de complexidade inte-
lectual que compreendam a elaboração de estudos, pesquisas e diag-
nósticos, bem como: 1. suporte à coordenação do relacionamento da
SESGE com seus diversos públicos de interesse, mediante estratégias
de comunicação; 2. a elaboração de diagnósticos, estratégias e po-
líticas voltadas para o aperfeiçoamento das relações entre instituições,
grupos humanos organizados, setores de atividades públicas ou pri-
vadas, nacionais e internacionais, e a sociedade em geral; 3. a im-
plantação de programas e instrumentos que assegurem a interação
entre a SESGE e os seus diversos públicos de interesse, acompa-
nhando, avaliando e aperfeiçoando os processos e produtos perti-
nentes, com base nos resultados obtidos; 4. a interlocução entre as
funções de relações públicas e as demais funções profissionais exis-
tentes na área da Comunicação e, ainda, com outras áreas com as
quais as relações públicas exerçam interface; 5. a atuação na ne-
gociação e mediação de conflitos de interesses entre os órgãos e
entidades envolvidos na segurança dos Grandes Eventos; 6. a par-
ticipação das tratativas para a articulação das ações de segurança
entre os órgãos e entidades envolvidos na segurança dos Grandes
Eventos; 7. o planejamento, orientação e controle das atividades e
ações desenvolvidas pela SESGE voltadas para proporcionar à so-
ciedade a visão do seu papel institucional, em consonância com a
política de comunicação do Ministério da Justiça, favorecendo os
fluxos de comunicação e interação entre a instituição e seus distintos
públicos; 8. a criação e redação da documentação específica para
eventos, como ofícios, check-list, convites, roteiros, nominatas e re-
latórios; 9. a organização do cadastro de pessoas e malas diretas,
selecionar e identificar parceiros, apoiadores, fornecedores e con-
vidados internos e externos e estabelecer os contatos necessários;
acompanhar todas as etapas da preparação, organização e da execução
do evento em diversos ambientes da SESGE, além de alguns locais
externos; 10. a recepção das autoridades brasileiras e estrangeiras;
acompanhar cidadãos brasileiros e estrangeiros pelos ambientes cons-
tantes do Programa de Visitação Institucional, fazendo exposições e
prestando informações de caráter histórico/institucional em português,
inglês ou espanhol; e 11. o exercício de outras atividades reconhe-
cidas como características do profissional de Relações Públicas.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Executar atividades
de complexidade intelectual que compreendam: 1. a elaboração de
estudos, pesquisas e diagnósticos, bem como outras atividades con-
gêneres; 2. analisar, projetar, desenvolver, documentar, implantar sis-
temas informatizados; 3. o levantamento de requisitos e funciona-
lidades dos sistemas, na especificação de arquitetura tecnológica, na
definição de ferramentas de apoio à modelagem e desenvolvimento de
sistemas; 4. a definição, prospecção, escolha, implantação treinamen-
to e manutenção de soluções, metodologias, processos, padrões e
ferramentas referentes à análise de sistemas para a SESGE; 5. a
fiscalização de contratos de soluções tecnológicas; 6. outras ativi-
dades compreendidas no escopo da disciplina de análise de sistemas,
em especial a parte de sistemas, bancos de dados, hardware, software,
redes e comunicação do Sistema Integrado de Comando e Controle;
7. o planejamento, orientação, controle e avaliação da execução das
atividades de gestão do ambiente informatizado, bem como divul-
gação dos seus serviços e produtos; 8. o gerenciamento das atividades
de desenvolvimento, implantação e manutenção de sistemas corpo-
rativos; 9. a coordenação, controle e promoção da integração dos
recursos tecnológicos; 10. a viabilidade das celebração de contratos,
convênios e outros instrumentos congêneres; 11. a definição do mo-
delo corporativo de dados e a garantia de sua integração; 12. o
planejamento, orientação, controle e avaliação da execução das ati-
vidades relacionadas aos sistemas de telecomunicações; 13. a su-
pervisão, coordenação e acompanhamento dos serviços técnicos de
instalação e manutenção dos de telecomunicações; 14. a fiscalização
da aplicação de normas técnicas e de instruções reguladoras relativas
à gestão do material de telecomunicações; 15. a coordenação e pro-
moção e o apoio técnico em telecomunicações; e 16. exercer outras
atividades reconhecidas como do profissional de Tecnologia da In-
formação e Telecomunicação e da respectiva área de formação.
CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE SUPORTE -
NÍVEL III
CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Realizar tarefas e atividades de
suporte técnico em forma de auxílio e apoio aos profissionais res-
ponsáveis pelas atividades técnicas de complexidade intelectual e
gerencial durante: 1. o suporte à execução de atividades orçamen-
tárias, financeiras, contábeis, patrimoniais e de custos; 2. o suporte à
realização de auditoria contábil e financeira; 3. o suporte à ela-
boração, de normas, relatórios e emissão de pareceres; 4. a inter-
pretação e aplicação da legislação econômico-fiscal, tributária e fi-
nanceira; 5. a execução das atividades referentes à elaboração, à
revisão e ao acompanhamento de programação orçamentária e fi-
nanceira anual e plurianual; 6. o acompanhamento da gestão dos
recursos públicos; 7. o acompanhamento da sistematização e da pa-
dronização de procedimentos contábeis no âmbito do Governo Fe-
deral; 8. a análise, acompanhamento e orientação da escrituração da
concessão, liberação, prestação de contas e baixa de responsabilidade
de suprimento de fundos; 9. a consulta, o levantamento, a análise, o
acompanhamento, o controle, a orientação e a proposição de medidas
para a escrituração ou regularização de eventuais saldos contábeis
invertidos em demonstrações do Sistema Integrado de Administração
Financeira do Governo Federal - SIAFI; 10. o acompanhamento, no
SIAFI, da execução contábil dos atos de gestão orçamentária, fi-
nanceira, patrimonial; 11. a consulta, o levantamento, a análise, o
acompanhamento, o controle, a orientação e a proposição de medidas
para o saneamento ou regularização de eventuais inconsistências ou
desequilíbrios na escrituração dos atos de gestão orçamentária, fi-
nanceira e patrimonial; 12. a análise, o acompanhamento, o controle,
a orientação e a proposição, em tempo hábil, das diretrizes e formas
para a elaboração, formatação, estruturação, compatibilização e di-
vulgação de demonstrações e balancetes; 13. a consulta, o acom-
panhamento, o controle e a orientação de procedimentos para registro
de conformidade contábil e documental no SIAFI; 14. a análise das
demonstrações contábeis extraídas do SIAFI e conformidades de ges-
tão; 15. o suporte à instauração dos processos de tomada e prestação
de contas anual juntando relatório de gestão, demonstrativos e ba-
lanços exigidos na legislação vigente; 16. a apresentação de notas
explicativas em demonstrações contábeis, na forma da lei; 17. a
proposição de respostas e a prestação de informações que satisfaçam
às requisições e diligências expedidas pelos Órgãos de Controle In-
terno e Externo no tocante às tomadas e prestações de contas; 18. a
responsabilidade pelos registros contábeis e demonstrações deles de-
correntes; 19. a elaboração de demonstrativos, instrumentais e peças
exigidas dos gestores na legislação em vigor; e 20. o exercício de
outras atividades reconhecidas como do profissional de Ciências Con-
tábeis.
ENGENHARIA CIVIL - Realizar tarefas e atividades de
suporte técnico em de auxílio e apoio aos profissionais responsáveis
pelas atividades técnicas de complexidade intelectual e gerencial du-
rante: 1. suporte à supervisão e orientação técnica; o estudo, pla-
nejamento, projeto e especificação; 2. o estudo de viabilidade técnico-
econômica; 3. a direção de obra e serviço técnico; a vistoria, perícia,
avaliação, arbitramento, laudo, e parecer técnico; 4. o desempenho de
cargo e função técnica; o ensino, pesquisa, análise, experimentação,
ensaio e divulgação técnica; extensão; 5. a elaboração de orçamento;
a padronização, mensuração e controle de qualidade; 6. a execução de
obra e serviço técnico; 7. a fiscalização de obra e serviço técnico; 8.
a produção técnica e especializada; 9. a condução de trabalho técnico;
10. a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo
ou manutenção; 11. a execução de instalação, montagem e reparo; 12.
a operação e manutenção de equipamento e instalação; 13. a execução
de desenho técnico; 14. o planejamento, orientação, controle e ava-
liação da execução e da implementação de projetos de engenharia e
arquitetura, relativos a novas obras e reformas, desde que haja re-
quisitos de licitação com base na legislação em vigor; 15. a ela-
boração de estudos e a definição de prioridades para a construção,
locação e reformas de instalações; 16. a elaboração de estudos e o
estabelecimento de propostas de padronização de leiautes e de ra-
cionalização das condições ambientais; 17. o acompanhamento do
processo de elaboração do Planejamento Orçamentário, fornecendo
informações técnicas da sua área de atuação; 18. o gerenciamento dos
recursos disponíveis para as obras; 19. o controle, acompanhamento e
avaliação dos materiais e serviços necessários à padronização na
execução dos projetos; 20. o mapeamento, análise; modelagem e
integração de processos de negócio relacionados às atribuições da
SESGE; 21. o monitoramento de processos implantados no âmbito da
SESGE; 22. a definição, implementação e avaliação de estratégias
para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 23. a
definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de solu-
ções para gestão de processos de negócio para a SESGE; 24. a
fiscalização contratos de soluções contratadas na área de análise de
processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a
parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle;
e 25. o exercício de outras atividades reconhecidas como do pro-
fissional de Engenharia Civil.
ENGENHARIA ELÉTRICA - Realizar tarefas e atividades
de suporte técnico em forma de auxílio e apoio aos profissionais
responsáveis pelas atividades técnicas de complexidade intelectual e
gerencial durante: 1. o suporte à supervisão e orientação técnica; 2. o
estudo, planejamento, projeto e especificação; 3. o estudo de via-
bilidade técnico-econômica; 4. a direção de obra e serviço técnico; 5.
a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; 6.
o desempenho de cargo e função técnica; 7. o ensino, pesquisa,
análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; 8. a
elaboração de orçamento; 9. a padronização, mensuração e controle
de qualidade; 10. a execução de obra e serviço técnico; 11. a fis-
calização de obra e serviço técnico; 12. a produção técnica e es-
pecializada; 13. a condução de trabalho técnico; 14. a condução de
equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 15.
a execução de instalação, montagem e reparo; 16. a operação e ma-
nutenção de equipamento e instalação; 17. a execução de desenho
técnico; 18. o mapeamento, análise, modelagem e integração de pro-
cessos de negócio relacionados às atribuições da SESGE; 19. o mo-
nitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 20. a
definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos
processos de negócio objeto da SESGE; 21. a definição, prospecção,
escolha, implantação e treinamento de soluções para gestão de pro-
cessos de negócio para a SESGE; 22. a fiscalização contratos de
soluções contratadas na área de análise de processos que viabilizem a
implantação dos produtos, em especial a parte de infraestrutura do
Sistema Integrado de Comando e Controle; e 23. o exercício de outras
Nº 121, segunda-feira, 29 de junho de 201598 ISSN 1677-7069
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3
atividades reconhecidas como do profissional de Engenharia Elé-
trica.
ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES - Realizar ta-
refas e atividades de suporte técnico em forma de auxílio e apoio aos
profissionais responsáveis pelas atividades técnicas de complexidade
intelectual e gerencial durante: 1. o suporte ao planejamento, orien-
tação, controle e avaliação da execução das atividades relacionadas
aos sistemas de telecomunicações; 2. a supervisão, coordenação e
acompanhamento dos serviços técnicos de instalação e manutenção
dos meios de telecomunicações; 3. a fiscalização da aplicação de
normas técnicas e de instruções reguladoras relativas à gestão do
material de telecomunicações; 4. o estudo sobre a viabilidade da
celebração de contratos, convênios e outros instrumentos congêneres;
5. a fiscalização de contratos de soluções contratadas na área de
análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em
especial a parte de WAN e LAN do Sistema Integrado de Comando e
Controle; 6. a supervisão, coordenação e orientação técnica; 7. o
estudo, planejamento, projeto e especificação; 8. o estudo de via-
bilidade técnico-econômica; 9. a direção de obra e serviço técnico;
10. a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer téc-
nico; 11. o desempenho de cargo e função técnica; 12. o ensino,
pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; ex-
tensão; 13. a elaboração de orçamento; 14. a padronização, men-
suração e controle de qualidade; 15. a execução de obra e serviço
técnico; 16. a fiscalização de obra e serviço técnico; 17. a produção
técnica e especializada; 18. a condução de trabalho técnico; 19. a
condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou
manutenção; 20. a execução de instalação, montagem e reparo; 21. a
operação e manutenção de equipamento e instalação; 22. a execução
de desenho técnico; 23. o mapeamento, análise, modelagem e in-
tegração de processos de negócio relacionados às atribuições da SES-
GE; 24. o monitoramento de processos implantados no âmbito da
SESGE; 25. a definição, implementação e avaliação de estratégias
para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 26. a
definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de solu-
ções para gestão de processos de negócio para a SESGE; e 27. o
exercício de outras atividades reconhecidas como do profissional de
Engenharia de Telecomunicações.
PEDAGOGIA - Realizar tarefas e atividades de suporte téc-
nico em forma de auxilio e apoio aos profissionais responsáveis pelas
atividades técnicas de complexidade intelectual e gerencial durante: 1.
o suporte, à execução das ações pedagógicas; 2. o acompanhamento o
processo de implementação das diretrizes da política de segurança
pública relativas à formação do profissional de segurança pública; 3.
a avaliação dos resultados obtidos na operacionalização das ações
pedagógicas; 4. a análise dos resultados da Política de Capacitação
dos Profissionais de Segurança Pública; 5. a promoção e incentivo à
realização de palestras, encontros e similares sobre temas relevantes
para educação preventiva integral, cidadania e segurança pública; 6. a
articulação com as instâncias de Governo Federal, Estadual, Distrital
e Municipal das áreas dos Grandes Eventos, bem como com or-
ganizações multilaterais e entidades privadas de interesse dos pro-
jetos, de forma a estabelecer canais de relacionamento, comunicação
e ação, que garantam o alcance dos objetivos dos projetos sociais
estabelecidos pela SESGE; 7. o desenvolvimento de programas e
ações de segurança, principalmente de caráter educativo e cidadão,
com foco nas comunidades de maior vulnerabilidade social nas áreas,
dos Grandes Eventos, inclusive por meio do fomento financeiro a
programas governamentais e não governamentais, respeitando as pe-
culiaridades de cada comunidade; 8. o apoio à reconstituição de
espaços urbanos das áreas de Grandes Eventos, mediante a implan-
tação de ações voltadas para locais considerados de alto risco em
termos de violência, criminalidade e desastres; 9. a elaboração de
minutas de editais, termos de referências e outros documentos ine-
rentes à contratação de especialistas consultores para os diferentes
projetos, em conjunto com a Diretoria de Logística, submetendo-os ao
Secretário da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes
Eventos, para análise e aprovação; 10. a articulação com os órgãos
governamentais, entidades não governamentais e organizações mul-
tilaterais, visando ao planejamento, implementação e acompanhamen-
to dos projetos de capacitação nos Grandes Eventos, em conjunto
com as Diretorias de Operações e de Inteligência, de acordo com a
natureza da capacitação; 11. o fomento financeiro a instituições go-
vernamentais e não governamentais nas áreas dos Grandes Eventos,
por meio de convênios e editais de seleção, a partir de levantamento
situacional da criminalidade que indique a necessidade premente de
cada local, visando à redução da criminalidade e da violência; 12. a
disseminação do conceito de segurança cidadã e as novas ações e
metodologias desenvolvidas na área de segurança de Grandes Even-
tos, em particular quanto ao legado social, junto a instituições go-
vernamentais e não governamentais e às comunidades envolvidas; e
13. exercer outras atividades reconhecidas como do profissional de
Pedagogia.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Realizar tarefas e ati-
vidades de suporte técnico em forma de auxílio e apoio aos pro-
fissionais responsáveis pelas atividades técnicas de complexidade in-
telectual e gerencial durante: 1. a elaboração de estudos, pesquisas e
diagnósticos, bem como outras atividades congêneres; 2. o desen-
volvimento, implantação e atividades de suporte em sistemas in-
formatizados; 3. o levantamento de requisitos e funcionalidades dos
sistemas, na especificação de arquitetura tecnológica, na definição de
ferramentas de apoio à modelagem e desenvolvimento de sistemas; 4.
a definição, prospecção, escolha, implantação, treinamento e manu-
tenção de soluções, metodologias, processos, padrões e ferramentas
referentes à análise de sistemas para a SESGE; 5. a fiscalização de
contratos de soluções tecnológicas; 6. outras atividades compreen-
didas no escopo da disciplina de análise de sistemas, em especial a
parte de sistemas, bancos de dados, hardware, software, redes e co-
municação do Sistema Integrado de Comando e Controle; 7. o pla-
nejamento, orientação, controle e avaliação da execução das ativi-
dades de gestão do ambiente informatizado, bem como divulgação
dos seus serviços e produtos; 8. o gerenciamento das atividades de
desenvolvimento, implantação e manutenção de sistemas corpora-
tivos; 9. a coordenação, controle e promoção da interação dos re-
cursos tecnológicos; 10. a viabilidade da celebração de contratos,
convênios e outros instrumentos congêneres; 11. a definição do mo-
delo corporativo de dados e a garantia de sua integração; 12. o
planejamento, orientação, controle e avaliação da execução das ati-
vidades relacionadas aos sistemas de telecomunicações; 13. a su-
pervisão, coordenação e acompanhamento dos serviços técnicos de
instalação e manutenção dos meios de telecomunicações; 14. a fis-
calização da aplicação de normas técnicas e de instruções reguladoras
relativas à gestão do material de telecomunicações; 15. a coordenação
e promoção e o apoio técnico em telecomunicações; e 16. exercer
outras atividades reconhecidas como do profissional de Tecnologia da
Informação e Telecomunicação e da respectiva área de formação.
Portuária do Itaqui. Advogados: Paolo Zupo Mazzucato. Natureza da
operação: aquisição de ações sem aquisição de controle. Setor eco-
nômico envolvido: operação portuária e fabricação de adubos e fer-
tilizantes (CNAEs 5231-1/02 e 2013-4/02).
No- 214. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011,
dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con-
centração nº 08700.006278/2015-08. Requerentes: Vallourec Tubos
do Brasil S.A., Thermotite do Brasil Ltda., Bredero Shaw Brasil
Participações Ltda. Advogados: Alexandre de Campos Lyra, Manfred
Ernst Leyerer e João Perez Jubior. Natureza da operação: Aquisição
de ativos. Setor econômico envolvido: Serviços de revestimento an-
ticorrosivo.
EDUARDO FRADE RODRIGUES
Superintendente-Geral
Interino
DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL
EDITAL No- 8, DE 26 DE JUNHO DE 2015
CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS
EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO
A DIRETORA-GERAL SUBSTITUTA DO DEPARTA-
MENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL (DEPEN) torna pública a
retificação da data constante do subitem 8.4 do Edital nº 1 - DEPEN,
de 17 de abril de 2015, conforme a seguir especificado.
[...]
8.4 O extrato do edital de resultado final nas provas objetivas
e de resultado provisório na prova discursiva será publicado no Diário
Oficial da União e o respectivo edital e o padrão de resposta da prova
discursiva serão divulgados na internet, no endereço eletrônico
http://www.cespe.unb.br/concursos/depen_15, na data provável de 21
de julho de 2015.
[...]
CLARICE COSTA CALIXTO
DIRETORIA DE POLÍTICAS PENITENCIÁRIAS
EXTRATOS DE PRORROGAÇÃO DE OFÍCIO
Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No-
795276/2013. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200324, Gestão: 00001. Convenente : SE-
CRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRACAO PENITENCIA-
RIA E JUSTI, CNPJ nº 13.199.944/0001-81. P.I.127/2008, art. 30,
VI.. Valor Total: R$ 988.618,52, Valor de Contrapartida: R$
75.020,27, Vigência: 31/12/2013 a 08/03/2016. Data de Assinatura:
19/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA
JUSTICA / RENATO CAMPOS PINTO DE VITTO- DIRETOR GE-
RAL.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No-
813246/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200324, Gestão: 00001. Convenente : SE-
CRETARIA DE DEFESA SOCIAL, CNPJ nº 05.553.216/0001-06.
P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 800.000,00, Valor de Con-
trapartida: R$ 80.000,00, Vigência: 30/12/2014 a 15/01/2018. Data de
Assinatura: 19/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA -
MIN.DA JUSTICA / RENATO CAMPOS PINTO DE VITTO- DI-
RETOR GERAL.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
EXTRATO DE TERMO ADITIVO
Espécie: Termo Aditivo No- 00001/2015 ao Convênio No-
786906/2013. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS-
TICA, Unidade Gestora: 200324, Gestão: 00001. Convenente : SE-
CRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRACAO PENITENCIA-
RIA, CNPJ nº 05.482.345/0001-42. O presente Termo Aditivo tem
por objeto alterar o disposto no PARÁGRAFO ÚNICO, DA CLÁU-
SULA DÉCIMA TERCEIRA ? DOS BENS REMANESCENTES do
Termo de Convênio Original, bem como prorrogar o prazo de vi-
gência constante na Cláusula Décima Primeira do Termo de Convênio
original e alterar o Responsável do Convenente e Concedente.. Valor
Total: R$ 164.629,75, Valor de Contrapartida: R$ 16.462,97, Vi-
gência: 26/11/2013 a 26/05/2016. Data de Assinatura: 26/05/2015.
Signatários: Concedente : RENATO CAMPOS PINTO DE VITTO,
CPF nº 164.221.648-82, Convenente : ERIR RIBEIRO COSTA FI-
LHO, CPF nº 604.700.707-49.
(SICONV(PORTAL) - 26/06/2015)
COORDENAÇÃO-GERAL
DO FUNDO PENITENCIÁRIO NACIONAL
COORDENAÇÃO DE ANÁLISE E
ACOMPANHAMENTO DE CONVÊNIOS
EXTRATOS DE SUB-ROGAÇÃO
PROCESSO N.º 08016.019356/2013-82.
Convênio SICONV nº 795221/2013(022/2013) - Projeto Implantação
do Centro de Monitoração Eletrônica de Presos de Luziânia e Novo
Gama. OBJETO: Sub-rogar o órgão Convenente, Secretaria de Estado
ARQUIVO NACIONAL
RESULTADO DE JULGAMENTO
PREGÃO No- 3/2015
O pregoeiro e sua equipe de apoio declaram vencedoras do
certame as seguintes empresas: Item 01: JCV COMERCIAL EX-
PORT-IMPORT LTDA - EPP, CNPJnº 16.864.240/0001-74, no valor
total de R$ 14.700,00; Item 03: RIO CAIXAS INDUSTRIA DE
EMBALAGENS LTDA-ME, CNPJ nº 10.267.942/0001-94, no valor
total de R$ 96.000,00. Valor Global: R$ 110.700,00. Os autos en-
contram-se franqueados aos interessados.
LUIZ NONATO LOPES JUNIOR
(SIDEC - 26/06/2015) 200247-00001-2015NE800084
CONSELHO ADMINISTRATIVO
DE DEFESA ECONÔMICA
EXTRATO DE TERMO ADITIVO No- 3/2015 - UASG 303001
Número do Contrato: 33/2012.
No- Processo: 08700002938201140.
PREGÃO SRP No- 13/2011. Contratante: CONSELHO ADMINIS-
TRATIVO DE DEFESA-ECONOMICA-CADE. CNPJ Contratado:
02843359000156. Contratado : PLANALTO SERVICE LTDA -Ob-
jeto: Alteração do endereço da Contratada, da CLÁUSULA QUINTA
- DA DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA, da CLÁUSULA SEXTA - DA
VIGÊNCIA, da CLÁUSULA NONA - DO VALOR DO CONTRATO
e da CLÁUSULA QUINZE - DA GARANTIA. Fundamento Legal:
Lei 8.666/93 e suas posteriores alterações. Vigência: 23/07/2015 a
23/07/2016. Valor Total: R$1.854.582,24. Fonte: 175303001 -
2015NE800107. Data de Assinatura: 25/06/2015.
(SICON - 26/06/2015) 303001-30211-2015NE800005
RESULTADO DE JULGAMENTO
PREGÃO No- 4/2015
É o presente para tornar público o resultado de julgamento
do Pregão Eletrônico nº 004/2015 (Processo nº 08700.009583/2014-
62). Após o julgamento das propostas e análise da documentação,
sagrou-se vencedora do certame para o item 1 a empresa SEFIX
EMPRESA DE SEGURANÇA LTDA EPP no valor unitário de R$
1.286.938,80 (um milhão e duzentos e oitenta e seis mil e novecentos
e trinta e oito reais e oitenta centavos).
ANA CAROLINA DE OLIVEIRA PASSOS
Pregoeira
(SIDEC - 26/06/2015) 303001-30211-2015NE800005
SUPERINTENDÊNCIA-GERAL
EDITAIS DE 26 DE JUNHO DE 2015
No- 210. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011,
dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con-
centração nº 08700.006300/2015-10. Requererentes: Votorantim Ener-
gia Ltda. e Salus - Fundo de Investimento em Participações. Ad-
vogados: Gianni Nunes de Araujo e Maria Amoroso Wagner. Na-
tureza da operação: aquisição de ações. Setor econômico envolvido:
Geração de energia elétrica (CNAE 3511-5/01).
No- 211. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011,
dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con-
centração nº 08700.006458/2015-81. Requerentes: Serra da Borda
Mineração e Metalurgia S/A e Mineração Apoena S/A. Advogados:
Pedro Andrés Garcia Valenzuela, Leonardo Peres da Rocha e Silva e
outros. Natureza da operação: aquisição de ativos. Setor econômico
envolvido: produção e venda de ouro.
No- 212. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011,
dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con-
centração nº 08700.006567/2015-07. Requerentes: Ball Corporation e
Rexam PLC. Advogados: Mauro Grinberg, Patrícia Avigni, Karen
Caldeira Ruback, Marcio Dias Soares e outros. Natureza da operação:
Aquisição de controle. Setor econômico envolvido: Produção de em-
balagens metálicas. CNAE 2591-8/00.
No- 213. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011,
dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con-
centração nº 08700.006303/2015-45. Requererentes: Fortesolo Ser-
viços Integrados Ltda., Lasa Participações SA, Vanzin Serviços Adua-
neiros SA, Harbor Norte Participações Ltda. e Companhia Operadora

MJ Ministério da Justiça 2015

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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 201588 ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900088 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 Total: R$ 292.453,84, Valor de Contrapartida: R$ 7.453,84, Valor a ser transferido ou descentralizado por exercício: 2015 - R$ 285.000,00, Crédito Orçamentário: Num Empenho: 2013NE800019, Valor: R$ 285.000,00, PTRES: 071048, Fonte Recurso: 0100000000, ND: 44404233, Vigência: 19/06/2015 a 13/06/2016, Data de As- sinatura: 19/06/2015, Signatários: Concedente: INALDO PEREIRA GUERRA NETO CPF nº 882.102.004-53, Convenente: ANTONIO JOSE DE OLIVEIRA CPF nº 273.813.823-34. Espécie: Convênio Nº 788164/2013, Nº Processo: 59570001226201339, Concedente: COMPANHIA DE DESENV. DO VALE DO SAO FRANCISCO, Convenente: DEMERVAL LOBAO PREFEITURA CNPJ nº 06554885000157, Objeto: Pavimentação de vias públicas em paralelepípedo no Município de Demerval Lobão - PI., Valor Total: R$ 259.537,00, Valor de Contrapartida: R$ 7.787,00, Valor a ser transferido ou descentralizado por exercício: 2015 - R$ 251.750,00, Crédito Orçamentário: Num Empenho: 2013NE800095, Valor: R$ 251.750,00, PTRES: 071063, Fonte Recurso: 0100000000, ND: 44404233, Vigência: 18/06/2015 a 12/06/2016, Data de As- sinatura: 18/06/2015, Signatários: Concedente: INALDO PEREIRA GUERRA NETO CPF nº 882.102.004-53, Convenente: LUIS GON- ZAGA DE CARVALHO JUNIOR CPF nº 396.375.733-72. EXTRATO DE PRORROGAÇÃO DE OFÍCIO PROCESSO: 59570.001259/2007-31. ESPÉCIE: Termo Aditivo ao Convênio Nº 7.93.07.0234/00 firmado entre a CODEVASF - CNPJ: 00.399.857/0001-26 e o Município de Cajazeiras do Piauí, CNPJ: 01.612.573/0001-39. OBJETO: Prorrogar o prazo do convênio por mais 180 dias. TERMO ADITIVO: 7.93.07.0234/15. FUNDAMENTO LEGAL: Art. 43, VI da Portaria Interministerial 507/2011. DATA DE ASSINATURA: 26/06/2015. DEPARTAMENTO NACIONAL DE OBRAS CONTRA AS SECAS EXTRATOS DE TERMOS ADITIVOS Espécie: Termo Aditivo Nº 00003/2015 ao Convênio Nº 772451/2012. Convenentes: Concedente : DEPARTAMENTO NAC.DE OBRAS CONTRA AS SECAS, Unidade Gestora: 193002, Gestão: 11203. Convenente : CATARINA PREFEITURA, CNPJ nº 07.540.925/0001-74. Solicitação de termo aditivo de supressão de valor, em que o repasse sofreu um decréscimo de r$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para r$ 484.182,87 (quatrocentos e oitenta e quatro mil, cento e oitenta e dois reais e oitenta e sete centavos), a contrapartida sofreu um decréscimo de r$ 15.000,00 (quinze mil reais) para r$ 14.525,89 (quatorze mil, quinhentos e vinte e cinco reais e oitenta e nove centavos), perfazendo um novo valor global de r$ 498.708,76 (quatrocentos e noventa e oito mil, setecentos e oito reaiValor Total: R$ 498.708,76, Valor de Contrapartida: R$ 14.525,89, Vigência: 27/12/2012 a 25/06/2015. Data de Assinatura: 23/06/2015. Signatários: Concedente : WALTER GOMES DE SOU- SA, CPF nº 003.892.184-72, Convenente : RAFAEL RUFINO MELO PAES DE ANDRADE, CPF nº 660.863.883-34. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) Espécie: Termo Aditivo Nº 00002/2015 ao Convênio Nº 779115/2012. Convenentes: Concedente : DEPARTAMENTO NAC.DE OBRAS CONTRA AS SECAS, Unidade Gestora: 193002, Gestão: 11203. Convenente : CATARINA PREFEITURA, CNPJ nº 07.540.925/0001-74. Acréscimo da contrapartida de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) para R$ 32.475,71 (trinta e dois mil, quatrocentos e setenta e cinco reais e setenta e um centavos).. Valor Total: R$ 532.475,71, Valor de Contrapartida: R$ 32.475,71, Vigência: 27/12/2012 a 25/06/2015. Data de Assinatura: 23/06/2015. Signa- tários: Concedente : WALTER GOMES DE SOUSA, CPF nº 003.892.184-72, Convenente : RAFAEL RUFINO MELO PAES DE ANDRADE, CPF nº 660.863.883-34. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) COORDENADORIA ESTADUAL NO RIO GRANDE DO NORTE AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO Nº 2/2015 - UASG 193004 Nº Processo: 59411000215201526 . Objeto: Pregão Eletrônico - Con- tratação de empresa especializada em servicos de locacao de mao de obra na categoria de motorista Total de Itens Licitados: 00001. Edital: 29/06/2015 de 08h00 às 12h00 e de 14h às 17h00. Endereço: Es- planda Silva Jardim 171 Ribeira - NATAL - RN. Entrega das Pro- postas: a partir de 29/06/2015 às 08h00 no site www.compras- net.gov.br.. Abertura das Propostas: 10/07/2015 às 10h00 site www.comprasnet.gov.br. MURILO SERGIO SILVA DE OLIVEIRA Chefe Administrativo (SIDEC - 26/06/2015) 193002-11203-2015NE800085 SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL EXTRATO DE TERMO ADITIVO Objeto: Prorrogação do prazo de vigência do instrumento registrado no SIAFI sob o número 672525 firmado entre a União, por meio do Ministério da Integração Nacional, CNPJ 03.353.358/0001-96, e o Estado do Rio Grande do Norte, CNPJ 40.799.652/0001-52, conforme instrução do processo nº 59050.001055/2012-36, até 26/04/2016. SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA EXTRATO DE CONTRATO Nº 52/2015 - UASG 533013 Nº Processo: 59004/102/2015-22. INEXIGIBILIDADE Nº 33/2015. Contratante: SUPERINTENDEN- CIA DO -DESENVOLVIMENTO DA AMAZONIA - SUDAM. CPF Contratado: 12882909268. Contratado : MARIA DO SOCORRO MAURO BARATA -Objeto: Contratação de prestação de serviços deodontológicos especializados em Dentística restauradora, prótese dentária e clínica geral. Fundamento Legal: Lei 8666/93 - caput art. 25 .Vigência: 26/06/2015 a 26/06/2020. Valor Total: R$5,00. Fonte: 100000000 - 2015NE800194. Data de Assinatura: 26/06/2015. (SICON - 26/06/2015) 533013-53202-2015NE800002 EXTRATO DE TERMO ADITIVO Nº 1/2015 - UASG 533013 Número do Contrato: 30/2014. Nº Processo: 59004/211/2014-69. DISPENSA Nº 8/2014. Contratante: SUPERINTENDENCIA DO - DESENVOLVIMENTO DA AMAZONIA - SUDAM. CNPJ Con- tratado: 34028316001851. Contratado : EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E -TELEGRAFOS. Objeto: Prorrogação de vigência do contrato por mais 12 (doze) meses a contar de 03/07/2015 a 03072016. Fundamento Legal: Art. 57, II e ÷ 4º da Lei nº 8.666/93. Vigência: 03/07/2015 a 03/07/2016. Valor Total: R$48.000,00. Fonte: 250191620 - 2015NE800043. Data de Assinatura: 19/06/2015. (SICON - 26/06/2015) 533013-53202-2015NE800002 SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO CENTRO-OESTE RESULTADO DE JULGAMENTO PREGÃO Nº 5/2015 A pregoeira da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste - SUDECO comunica que no pregão eletrônico n¨05/2015 sangrou-se vencedora do certame a empresa UTOPIA CONSULTORIA E ASSESSORIA LTDA-EPP com o valor total da contratação de R$ 559.739,64. PAULA CORREIA DE BRITO (SIDEC - 26/06/2015) 533018-53207-2015NE800275 34.869.354/0001-99. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 345.000,00, Valor de Contrapartida: R$ 95.000,00, Vigência: 31/12/2014 a 29/02/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU- DICIÃ Â RIO. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No- 808747/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : DE- FENSORIA PUBLICA -GERAL DO ESTADO DO ACRE, CNPJ nº 04.581.375/0001-43. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 165.000,00, Valor de Contrapartida: R$ 15.000,00, Vigência: 31/12/2014 a 22/03/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU- DICIÃ Â RIO. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No- 810829/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : PO- DER JUDICIARIO, CNPJ nº 04.034.872/0001-21. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 287.243,41, Valor de Contrapartida: R$ 87.243,41, Vigência: 31/12/2014 a 06/04/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JUDICIÃ Â RIO. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No- 813189/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : MI- NISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO AMAPA, CNPJ nº 34.869.354/0001-99. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 882.882,41, Valor de Contrapartida: R$ 82.882,41, Vigência: 31/12/2014 a 15/03/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU- DICIÃ Â RIO. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) EXTRATO DE TERMO ADITIVO No- 3/2015 - UASG 200005 Número do Contrato: 58/2013. No- Processo: 08020006679201266. PREGÃO SRP No- 16/2012. Contratante: MINISTERIO DA JUS- TICA -CNPJ Contratado: 05280162000144. Contratado : AYNIL SO- LUCOES S.A. -Objeto: Prorrogação da vigência contratual de 27 de junho de 2015 até 26 de junho de 2016. Fundamento Legal: Lei 8.666/93 . Vigência: 27/06/2015 a 26/06/2016. Data de Assinatura: 25/06/2015. (SICON - 26/06/2015) 200005-00001-2015NE800059 AVISO DE SUSPENSÃO PREGÃO No- 6/2015 Comunicamos a suspensão da licitação supracitada, publi- cada no D.O.U em 22/06/2015 . Objeto: Pregão Eletrônico - Registro de Preço por menor preço global para contratação de empresa es- pecializada no fornecimento de subscrição de licenças de software, aplicativos e sistemas operacionais, destinados aos equipamentos e estações de trabalho e servidores de rede do Ministério da Justiça, incluindo suporte técnico e garantia de atualização das versões pelo período de 12 (doze meses), de acordo com as especificações téc- nicas. EDUARDO DE OLIVEIRA DA ROSA Pregoeiro (SIDEC - 26/06/2015) 200005-00001-2015NE800059 SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE LOGÍSTICA EXTRATOS DE PRORROGAÇÃO DE OFÍCIO Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No- 807367/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : MI- NISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO AMAPA, CNPJ nº 34.869.354/0001-99. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 504.594,18, Valor de Contrapartida: R$ 54.594,18, Vigência: 31/12/2014 a 15/02/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU- DICIÃ Â RIO. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No- 807370/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : TRI- BUNAL DE JUSTICA DO ESTADO DO AMAPA, CNPJ nº 34.870.576/0001-21. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 358.666,67, Valor de Contrapartida: R$ 108.666,67, Vigência: 31/12/2014 a 10/02/2016. Data de Assinatura: 24/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / FLAVIO CROCCE CAETANO- SECRETÃ Â RIO DE REFORMA DO JU- DICIÃ Â RIO. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No- 808496/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200005, Gestão: 00001. Convenente : MI- NISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO AMAPA, CNPJ nº Ministério da Justiça . COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS EDITAL No- 35, DE 24 DE JUNHO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO O COORDENADOR-GERAL DE RECURSOS HUMANOS DA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DA SECRETARIA EXECUTIVA DO MINIS- TÉRIO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais e contrato celebrado com a Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt - FUNCAB, torna pública a realização de processo seletivo simpli- ficado para contratação, por tempo determinado, de profissionais para o desenvolvimento de atividades na Secretaria Extraordinária de Se- gurança para Grandes Eventos, com lotação em Brasília/DF, aten- dendo necessidade temporária de excepcional interesse público, me- diante as condições especiais estabelecidas neste Edital e seus Ane- xos. 1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1. O Processo Seletivo Simplificado será regido por este Edital, seus Anexos e eventuais retificações, sendo executado pela Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt - FUNCAB. 1.2. A realização da inscrição implica a concordância do candidato com as regras estabelecidas neste Edital, com renúncia expressa a quaisquer outras. 1.3. O prazo de validade do presente Processo Seletivo Pú- blico é de 1 (um) ano, a contar da data da publicação da homologação
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 2015 89ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900089 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 de seu resultado final, podendo ser prorrogado, uma vez, por até igual período, conforme o Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009, publicado no Diário Oficial da União de 24 de agosto de 2009, observada a data limite de 31 de julho de 2017, data de término das atividades da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, conforme previsto no art. 5º, § 2º do Decreto nº 7.538, de 1º de agosto de 2011. 1.4. As inscrições para este Processo Seletivo Simplificado serão realizadas via Internet, conforme especificado no Item 4. 1.5. Todo o processo de execução deste Processo Seletivo Simplificado, com as informações pertinentes, estará disponível no site www.funcab.org. 1.6. Todos os atos oficiais relativos ao Processo Seletivo Simplificado serão publicados no Diário Oficial da União e no site www.funcab.org. 1.7. O candidato deverá acompanhar as notícias relativas a este Processo Seletivo Simplificado nos meios citados no subitem 1.6, pois, caso ocorram alterações nas normas contidas neste Edital, elas serão neles divulgadas. 1.8. O conteúdo programático para o cargo está disponível no ANEXO III. 1.9. Os candidatos contratados estarão subordinados às dis- posições da Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, e alterações posteriores. 1.9.1. O prazo de duração dos contratos deverá ser de até 1 (um) ano, com possibilidade de prorrogação até a data de 31 de julho de 2017, data de término das atividades da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, conforme previsto no art. 5º, § 2º do Decreto nº 7.538, de 1º de agosto de 2011. 1.10. O Edital e seus Anexos estarão disponíveis no site www.funcab.org para consulta e impressão. 2. DOS REQUISITOS BÁSICOS PARA CONTRATAÇÃO 2.1. Os requisitos básicos para contratação são, cumulati- vamente, os seguintes: a) ter sido aprovado e classificado no Processo Seletivo Simplificado; b) ser brasileiro nato ou naturalizado, ou, em caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento de gozo de di- reitos políticos, nos termos do parágrafo 1°, artigo 12, da Constituição Federal; c) estar quite com as obrigações eleitorais, para os can- didatos de ambos os sexos; d) estar quite com as obrigações militares, para os candidatos do sexo masculino; e) encontrar-se em pleno gozo de seus direitos políticos e civis; f) não ter sofrido, no exercício de função pública, penalidade incompatível com nova contratação em cargo público; g) apresentar diploma ou certificado, devidamente re- gistrado, de conclusão de curso, conforme requisito do cargo pre- tendido, fornecido por instituição de ensino reconhecida pelo Mi- nistério da Educação, comprovado por meio da apresentação de ori- ginal e cópia do respectivo documento; h) estar apto, física e men- talmente, não apresentando deficiência que o incapacite para o exer- cício das funções do cargo, fato apurado pela Perícia Médica Oficial a ser designada; i) ter idade mínima de 18 (dezoito) anos até a data da contratação; j) apresentar declaração negativa de antecedentes cri- minais; k) não acumular cargos, empregos ou funções públicas, con- forme a Lei nº 8.745, de 1993, salvo nos casos constitucionalmente admitidos ou legislações pertinentes; l) cumprir, na íntegra, as de- terminações previstas no Edital de abertura do Processo Seletivo Simplificado; m) apresentar declaração de bens. 2.2. O candidato, se aprovado, por ocasião da contratação, deverá provar que possui todas as condições para o exercício do cargo, apresentando todos os documentos exigidos pelo presente Edi- tal e outros que lhe forem solicitados, confrontando-se, então, de- claração e documentos, sob pena de perda do direito à vaga. 3. DAS ETAPAS 3.1. O presente Processo Seletivo Simplificado será com- posto de única etapa de Prova Objetiva de caráter classificatório e eliminatório. 3.2. Ao final da etapa, o resultado será divulgado no site www.funcab.org. 3.3. A Prova Objetiva será realizada em Brasília/DF. 4. DAS INSCRIÇÕES 4.1. Antes de se inscrever, o candidato deverá tomar co- nhecimento das normas e condições estabelecidas neste Edital, in- cluindo seus Anexos, partes integrantes das normas que regem o presente Processo Seletivo Simplificado, das quais não poderá alegar desconhecimento em nenhuma hipótese. 4.2. A inscrição no Processo Seletivo Simplificado exprime a ciência e tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital. 4.3. As inscrições deverão ser realizadas pela internet, no site www.funcab.org, no prazo estabelecido no Cronograma Previsto - ANEXO II. 4.4. O candidato deverá, no ato da inscrição, marcar em campo específico da Ficha de Inscrição On-line uma única opção de cargo/área de atuação. Depois de efetivada a inscrição, não será aceito pedido de alteração desta opção. 4.4.1. O candidato que efetuar mais de uma inscrição terá sua primeira inscrição paga ou isenta automaticamente cancelada, não havendo ressarcimento do valor pago, referente à primeira inscri- ção. 4.4.2. O candidato somente terá confirmada a inscrição para um único cargo/área de atuação, visto que a Prova Objetiva será realizada no mesmo dia e turno para todos os cargos. 4.4.2.1. Não sendo possível identificar a última inscrição paga ou isenta, será considerado o número gerado no ato da inscrição, validando-se a última inscrição gerada. 4.5. O valor da inscrição será de: R$ 70,00 (setenta reais) para os cargos de Técnico Espe- cializado de Complexidade Gerencial (Nível V); R$ 60,00 (sessenta reais) para os cargos de Técnico Especializado de Complexidade Intelectual (Nível IV); e R$ 50,00 (cinquenta reais) para os cargos de Técnico Especializado de Suporte (Nível III). 4.5.1. A importância recolhida, relativa à inscrição, só será devolvida em hipótese de cancelamento do Processo Seletivo Sim- plificado ou em razão de fato atribuível somente à Administração Pública. 4.6. Poderá solicitar isenção do pagamento do valor da ins- crição o candidato que estiver inscrito no Cadastro Único para Pro- gramas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), de que trata o De- creto Federal nº 6.135, de 26 de junho de 2007, e for membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto Federal nº 6.135, de 26 de junho de 2007, e segundo o procedimento descrito abaixo: 4.6.1. Não será concedida a isenção do pagamento do valor da inscrição a candidato que não possua o Número de Identificação Social (NIS) já identificado e confirmado na base de dados do Ca- dÚnico, na data da sua inscrição. 4.6.1.1. Para a realização da inscrição com isenção do pa- gamento do valor da inscrição, o candidato deverá preencher o For- mulário de Inscrição, via internet, no site www.funcab.org, no qual indicará o Número de Identificação Social - NIS, atribuído pelo CadÚnico do Governo Federal, e firmará declaração de que pertence à família de baixa renda. 4.6.1.2. A FUNCAB consultará o órgão gestor do CadÚnico para verificar a veracidade das informações prestadas pelo candi- dato. 4.6.1.3. Não serão analisados os pedidos de isenção sem indicação do número do NIS e, ainda, aqueles que não contenham informações suficientes para a correta identificação do candidato na base de dados do Órgão Gestor do CadÚnico. 4.6.2. A inscrição com o pedido de isenção deverá ser efe- tuada nas datas constantes do Cronograma Previsto - ANEXO II, a partir das 10h do primeiro dia até às 23h59min do último dia, con- siderando-se o horário oficial de Brasília/DF. 4.6.3. A relação das isenções deferidas e indeferidas será disponibilizada no site www.funcab.org, na data constante do Cro- nograma Previsto - ANEXO II. 4.6.4. O candidato disporá, unicamente, de 02 (dois) dias para contestar o indeferimento, exclusivamente mediante preenchi- mento de formulário digital, que estará disponível no site www.fun- cab.org a partir das 8h do primeiro dia até às 23h59min do último dia do prazo previsto no Cronograma Previsto - ANEXO II, conside- rando-se o horário oficial de Brasília/DF. Após esse período, não serão aceitos pedidos de revisão. 4.6.5. O candidato que tiver seu pedido de isenção indeferido poderá emitir a GRU cobrança para pagamento da inscrição que estará disponível no site www.funcab.org para impressão até às 15 horas do dia estabelecido no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o horário oficial de Brasília/DF. 4.6.6. O candidato com isenção deferida terá sua inscrição automaticamente efetivada. 4.6.7. As informações prestadas no formulário serão de in- teira responsabilidade do candidato, respondendo este por qualquer erro ou falsidade. 4.6.8. Não será concedida isenção do pagamento do valor da inscrição ao candidato que: a) omitir informações ou torná-las inverídicas; b) não observar o prazo e os horários estabelecidos neste Edital. 4.6.9. Após o envio do requerimento de isenção, não será permitida a complementação das informações, nem mesmo por meio de pedido de revisão ou recurso. 4.6.10. Não será aceita solicitação de isenção de pagamento do valor da inscrição por via postal, fax, correio eletrônico ou similar ou por qualquer outro meio não mencionado neste edital. 4.6.11. Fica reservado à Comissão do Processo Seletivo Sim- plificado do Ministério da Justiça ou à FUNCAB o direito de exigir, a seu critério, a apresentação de novas informações ou documentação para conferência de dados. 4.6.12. Sendo constatada, a qualquer tempo, a falsidade de qualquer informação ou documentação entregue, será cancelada a inscrição efetivada e anulados todos os atos dela decorrentes, res- pondendo o candidato, pela falsidade praticada, na forma da lei. 4.6.13. O interessado que não tiver seu pedido de isenção deferido e que não efetuar o pagamento do valor da inscrição na forma e no prazo estabelecidos no subitem 4.6.5 estará automati- camente excluído do Processo Seletivo Simplificado. 4.6.14. O candidato que tiver a isenção deferida, mas que tenha realizado outra inscrição paga para o mesmo cargo, terá a isenção cancelada. 4.7. Da inscrição pela internet 4.7.1. Para se inscrever pela internet, o candidato deverá acessar o site www.funcab.org onde constam o Edital, a Ficha de Inscrição via internet e os procedimentos necessários à efetivação da inscrição. A inscrição pela internet estará disponível durante as 24 horas do dia, ininterruptamente, desde às 10 horas do 1º dia de inscrição até as 23h59min do último dia de inscrição, conforme es- tabelecido no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o horário oficial de Brasília/DF. 4.7.2. O candidato deverá ler e seguir atentamente as orien- tações para preenchimento da Ficha de Inscrição via internet e demais procedimentos, tomando todo o cuidado com a confirmação dos da- dos preenchidos antes de enviar a inscrição, evitando-se que o botão de rolagem do mouse seja acionado indevidamente e altere os res- pectivos dados. 4.7.3. Ao efetuar a inscrição via internet, o candidato deverá imprimir a GRU cobrança e efetuar o pagamento do valor da ins- crição até a data do seu vencimento. Caso o pagamento não seja efetuado, deverá acessar o site www.funcab.org e emitir a 2ª via da GRU cobrança, que terá nova data de vencimento. A 2ª via da GRU cobrança estará disponível no site para impressão até às 14 horas do dia estabelecido no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando- se o horário oficial de Brasília/DF. Após essa data, qualquer pa- gamento efetuado será desconsiderado. 4.7.4. As inscrições somente serão confirmadas após o banco ratificar o efetivo pagamento do valor da inscrição, que deverá ser feito dentro do prazo estabelecido, em qualquer agência bancária, obrigatoriamente por meio da GRU cobrança específica, impresso pelo próprio candidato no momento da inscrição. Não será aceito pagamento feito por meio de depósito bancário, DOC ou similares. 4.7.4.1. Caso haja qualquer divergência entre o valor da inscrição e o valor pago, a inscrição não será confirmada. 4.7.4.2. A GRU cobrança paga em casas lotéricas e Correios poderão demorar mais tempo para compensação. 4.7.5. A GRU cobrança paga, autenticada pelo banco, ou comprovante de pagamento, deverá estar em posse do candidato du- rante todo o certame, para eventual certificação e consulta pelos organizadores. 4.7.6. Os candidatos deverão verificar a confirmação de sua inscrição no site www.funcab.org a partir do quinto dia útil após a efetivação do pagamento da GRU cobrança. 4.7.7. A confirmação da inscrição deverá ser impressa pelo candidato e guardada consigo, juntamente com a GRU cobrança e respectivo comprovante de pagamento. 4.7.8. O descumprimento de quaisquer das instruções para inscrição via internet implicará o cancelamento da mesma. 4.7.9. A inscrição via internet é de inteira responsabilidade do candidato e deve ser feita com antecedência, evitando-se o pos- sível congestionamento de comunicação do site www.funcab.org nos últimos dias de inscrição. 4.7.10. A FUNCAB não será responsável por problemas na inscrição ou emissão da GRU cobrança via internet motivados por falhas de comunicação ou congestionamento das linhas de comu- nicação nos últimos dias do período de inscrição e pagamento, que venham a impossibilitar a transferência e o recebimento de dados. 5. DAS VAGAS RESERVADAS A CANDIDATOS NE- GROS 5.1. Serão reservados 20% (vinte por cento) do total das vagas a candidatos negros, na forma da Lei nº 12.990 de 09 de Junho de 2014. 5.2. Na hipótese de quantitativo fracionado para o número de vagas reservadas a candidatos negros, esse será aumentado para o primeiro número inteiro subsequente, em caso de fração igual ou maior que 0,5 (cinco décimos), ou diminuído para número inteiro imediatamente inferior, em caso de fração menor que 0,5 (cinco décimos). 5.3. Poderão concorrer às vagas reservadas a candidatos ne- gros aqueles que se autodeclararem pretos ou pardos no ato da ins- crição no Processo Seletivo Simplificado, conforme o quesito cor ou raça utilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Es- tatística - IBGE. 5.4. O candidato que pretende concorrer à vaga reservada, que efetuar sua inscrição via internet deverá enviar, até o dia útil seguinte ao último dia de inscrição, cópia simples do CPF e au- todeclaração de próprio punho ORIGINAL, via SEDEX, para a FUN- CAB - Processo Seletivo Simplificado - MJ, Caixa Postal nº 105.722 - CEP: 24.210.970 - Niterói/RJ, devendo ser notificado à FUNCAB seu envio, por meio de mensagem encaminhada para o correio ele- trônico notificacao@funcab.org, especificando nome completo do candidato, número da Ficha de Inscrição, data de postagem e o número identificador do objeto. 5.4.1. A relação dos candidatos que se autodeclararam para concorrer à vaga reservada aos negros será divulgada na Internet no site www.funcab.org. 5.4.2. O candidato disporá, unicamente, de 02 (dois) dias para contestar o indeferimento, exclusivamente mediante preenchi- mento de formulário digital, que estará disponível no site www.fun- cab.org, a partir das 8h do primeiro dia até às 23h59min do último dia do prazo no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o horário oficial de Brasília/DF. Após esse período, não serão aceitos pedidos de revisão. 5.5. Na hipótese de constatação de declaração falsa, o can- didato será eliminado do Processo Seletivo e, se houver sido no- meado, ficará sujeito à anulação da sua contratação, após proce- dimento administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa, sem prejuízo de outras sanções cabíveis. 5.6. Os candidatos negros concorrerão concomitantemente às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação no Processo Seletivo Simplificado. 5.7. Os candidatos negros aprovados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não serão computados para efeito do preenchimento das vagas reservadas. 5.8. Em caso de desistência de candidato negro aprovado em vaga reservada, a vaga será preenchida pelo candidato negro pos- teriormente classificado. 5.9. Na hipótese de não haver número de candidatos negros aprovados suficientes para ocupar as vagas reservadas, as vagas re- manescentes serão revertidas para a ampla concorrência e serão pre- enchidas pelos demais candidatos aprovados, observada a ordem de classificação. 5.10. A contratação dos candidatos aprovados respeitará os critérios de alternância e proporcionalidade, que consideram a relação entre o número de vagas total e o número de vagas reservadas a candidatos com deficiência e a candidatos negros. 6. DAS VAGAS RESERVADAS A CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA 6.1. Às pessoas com deficiência, conforme o art. 37 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, que regulamenta a Lei federal nº 7.853, de 1989, e suas alterações, e nos termos do presente Edital, será reservado o percentual de 5% (cinco por cento) das vagas oferecidas.
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 201590 ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900090 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 6.1.1. Caso a aplicação do percentual de que trata o subitem 6.1 deste edital resulte em número fracionado, este deverá ser elevado até o primeiro número inteiro subsequente, desde que não ultrapasse a 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas. 6.2. Aos candidatos com deficiência é assegurado o direito de se inscrever neste Processo Seletivo Simplificado, desde que as atribuições do cargo sejam compatíveis com a sua limitação, con- forme estabelecido no Decreto nº 3.298, de 1999, e suas alterações. 6.3. DA PERÍCIA MÉDICA 6.3.1. O candidato que se declarar pessoa com deficiência será convocado para se submeter à perícia médica oficial, promovida por equipe multiprofissional providenciada pela FUNCAB, formada por 06 (seis) profissionais que analisarão a qualificação do candidato como pessoa com deficiência, nos termos do art. 43 do Decreto nº 3.298, de 1999, e suas alterações e da Súmula nº 377 do Superior Tribunal de Justiça, que avaliará a compatibilidade de sua deficiência com o exercício de todas as atribuições do cargo, sem restrições. 6.3.2. Os candidatos deverão comparecer à perícia médica munidos de documento de identidade original e de laudo médico (original ou cópia autenticada em cartório) que ateste a espécie e o grau ou nível de deficiência, com expressa referência ao código cor- respondente da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), conforme especificado no Decreto nº 3.298, de 1999, e suas al- terações, bem como à provável causa da deficiência, e, se for o caso, de exames complementares específicos que a comprovem. 6.3.2.1. A entrega do laudo médico previsto no subitem 6.3.2. não afasta a obrigatoriedade do envio do referido laudo na inscrição do candidato, conforme disposto no subitem 7.3. 6.3.3. O laudo médico (original ou cópia autenticada em cartório) será retido pela FUNCAB por ocasião da realização da perícia médica. 6.3.4. Os candidatos convocados para a perícia médica de- verão comparecer com uma hora de antecedência do horário marcado para o seu início, conforme edital de convocação. 6.3.5. Perderá o direito de concorrer às vagas reservadas aos candidatos com deficiência o candidato que, por ocasião da perícia médica, não apresentar laudo médico (original ou cópia autenticada em cartório) ou que apresentar laudo que não tenha sido emitido nos últimos doze meses, bem como o que não for qualificado na perícia médica como pessoa com deficiência ou, ainda, que não comparecer à perícia. 6.3.6. O candidato que não for considerado com deficiência na perícia médica, caso seja aprovado no Processo Seletivo Sim- plificado, figurará na lista de classificação geral por cargo. 6.3.7. A compatibilidade entre as atribuições do cargo e a deficiência apresentada pelo candidato será avaliada pela equipe mul- tiprofissional a que se refere o subitem 6.3.1. 6.3.8. O candidato com deficiência que, no decorrer da exe- cução do contrato, apresentar incompatibilidade da deficiência com as atribuições com a função terá seu contratado rescindido. 6.3.9. O candidato que, no ato da inscrição, se declarar com deficiência, se for qualificado na perícia médica e não for eliminado do Processo Seletivo Simplificado, terá seu nome publicado em lista à parte e figurará também na lista de classificação geral por cargo. 6.3.10. Consideram-se pessoas com deficiência aquelas que se enquadram nas categorias previstas no art. 4º do Decreto nº 3.298, de 1999, e suas alterações. 6.3.11. Não serão considerados como deficiência física os distúrbios de acuidade visual passíveis de correção. 6.4. Ressalvadas as disposições especiais contidas neste Edi- tal, os candidatos com deficiência participarão do Processo Seletivo Simplificado em igualdade de condições com os demais candidatos, no que tange ao local de aplicação de prova, ao horário, ao conteúdo, à correção das provas, aos critérios de avaliação e aprovação, à pontuação mínima exigida e a todas as demais normas de regência do Processo Seletivo Simplificado. 6.5. No caso de não haver candidatos com deficiência apro- vados nas provas ou na perícia médica, ou de não haver candidatos aprovados em número suficiente para as vagas reservadas às pessoas com deficiência, as vagas remanescentes serão preenchidas pelos de- mais candidatos aprovados, observada a ordem de classificação. 6.6. Após a contratação, a deficiência não poderá ser arguida para justificar o direito à aposentadoria por invalidez. 7. DA INSCRIÇÃO DOS CANDIDATOS COM DEFICIÊN- CIA 7.1. A inscrição dos candidatos com deficiência será feita nas formas estabelecidas neste Edital, observando-se o que se segue. 7.2. A pessoa com deficiência que pretende concorrer às vagas reservadas deverá, sob as penas da lei, declarar esta condição no campo específico da Ficha de Inscrição via internet. 7.3. O candidato com deficiência que efetuar sua inscrição via internet deverá enviar, até o dia útil seguinte ao último dia de inscrição, cópia simples do CPF e laudo médico original ou cópia autenticada em cartório, atestando claramente a espécie e o grau ou o nível da deficiência, com expressa referência ao código correspon- dente da Classificação Internacional de Doenças - CID-10, bem como a provável causa da deficiência, via SEDEX, para a FUNCAB - Processo Seletivo Simplificado - MJ, Caixa Postal nº 105.722 - CEP: 24.210.970 - Niterói/RJ, devendo ser notificado à FUNCAB seu en- vio, por meio de mensagem encaminhada para o correio eletrônico para notificacao@funcab.org, especificando nome completo do can- didato, número da Ficha de Inscrição, data de postagem e o número identificador do objeto. 7.3.1. O envio do laudo médico previsto no subitem 7.3 não afasta a obrigatoriedade de apresentação do referido laudo quando da realização da perícia médica, conforme disposto no subitem 6.3.2. 7.4. O candidato com deficiência poderá solicitar condições especiais para a realização das provas, devendo fazê-la, no campo específico da Ficha de Inscrição on-line, no ato de sua inscrição, conforme previsto nos §§ 1º e 2º do art. 40 do Decreto nº 3.298, de 1999, e suas alterações. 7.4.1. O candidato com deficiência que necessitar de tempo adicional para a realização das provas deverá indicar a necessidade na solicitação de inscrição e encaminhar, na forma do subitem 7.3. deste Edital, até o último dia das inscrições indicado no Cronograma Pre- visto - ANEXO II, justificativa acompanhada de original ou cópia autenticada em cartório de laudo e parecer emitido por especialista da área de sua deficiência que ateste a necessidade de tempo adicional, conforme prevê o § 2º do art. 40 do Decreto nº 3.298, de 1999, e suas alterações. 7.4.2. A realização das provas em condições especiais re- queridas pelo candidato, conforme disposto no subitem 7.4, ficará sujeita, ainda, à apreciação e deliberação da FUNCAB, observados os critérios de viabilidade e razoabilidade. 7.4.3. O candidato disporá, unicamente, de 02 (dois) dias para contestar o indeferimento da inscrição na condição de pessoa com deficiência ou do pedido de atendimento especial, exclusiva- mente mediante preenchimento de formulário digital, que estará dis- ponível no site www.funcab.org, a partir das 8h do primeiro dia até as 23h59min do último dia do prazo no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o horário oficial de Brasília/DF. Após esse pe- ríodo, não serão aceitos pedidos de revisão. 7.5. O candidato que não declarar a deficiência conforme estabelecido no subitem 7.2, ou deixar de enviar cópia simples do CPF e o laudo médico original ou cópia autenticada em cartório ou enviá-los fora do prazo determinado perderá a prerrogativa de con- correr às vagas reservadas. 7.6. A relação dos candidatos que tiveram a inscrição de- ferida para concorrer na condição de pessoa com deficiência será divulgada na Internet no site www.funcab.org. 8. DAS CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA REALIZAÇÃO DA PROVA OBJETIVA 8.1. Caso haja necessidade de condições especiais para se submeter à Prova Objetiva, o candidato deverá solicitá-las no ato da inscrição, no campo específico da Ficha de Inscrição, indicando cla- ramente quais os recursos especiais necessários, arcando o candidato com as consequências de sua omissão. 8.1.1. As provas ampliadas serão exclusivamente elaboradas em fonte tamanho 16. 8.1.2. No atendimento a condições especiais não se inclui atendimento domiciliar, hospitalar e transporte. 8.1.3. O candidato que, por causas transitórias ocorridas após o período de inscrição, necessitar de condições especiais para realizar a Prova Objetiva deverá, em até 48 horas antes da Realização da Prova, requerê-las à FUNCAB por meio do e-mail: concursos@fun- cab.org. 8.2. A realização da prova em condições especiais ficará sujeita, ainda, à apreciação e deliberação da FUNCAB, observados os critérios de viabilidade e razoabilidade. 8.3. As candidatas lactantes que tiverem necessidade de ama- mentar durante a realização das provas, além de solicitar atendimento especial para tal fim, deverão levar um acompanhante, maior de idade, que ficará em sala reservada para essa finalidade e que será responsável pela guarda da criança, não fazendo jus à prorrogação do tempo, conforme subitem 9.15. 8.3.1. A candidata lactante que comparecer ao local de pro- vas com o lactente e sem acompanhante não realizará a prova. 8.4. A relação dos candidatos que tiveram a condição es- pecial deferida será divulgada no site www.funcab.org. 8.4.1. O candidato disporá, unicamente, de 02(dois) dias para contestar o indeferimento, exclusivamente mediante preenchimento de formulário digital, que estará disponível no site www.funcab.org, a partir das 8h do primeiro dia até às 23h59min do último dia do prazo previsto no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o horário oficial de Brasília/DF. Após esse período, não serão aceitos pedidos de revisão. 9. DAS CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA OBJETIVA 9.1. As informações sobre os locais e os horários de apli- cação da Prova Objetiva serão divulgadas no site www.funcab.org com antecedência mínima de 5 (cinco) dias da data de sua realização, conforme consta no Cronograma Previsto - ANEXO II. 9.2. Os candidatos deverão acessar e imprimir o Comunicado Oficial de Convocação para Prova (COCP), no qual constam data, horário e local de realização da Prova Objetiva, disponível no site www.funcab.org. 9.2.1. É importante que o candidato tenha em mãos o seu COCP no dia de realização da Prova Objetiva, para facilitar a lo- calização de sua sala, sendo imprescindível que esteja de posse do documento oficial de identidade, observando o especificado nos su- bitens 9.7 e 9.7.1. 9.2.2. Não será enviada à residência do candidato comu- nicação individualizada. O candidato inscrito deverá obter as infor- mações necessárias sobre sua alocação, por meio das formas descritas nos subitens 9.1 e 9.2. 9.3. É de exclusiva responsabilidade do candidato tomar ciência do trajeto até o local de realização das Provas, a fim de evitar eventuais atrasos, sendo aconselhável ao candidato visitar o local de realização da prova com antecedência mínima de 24(vinte e quatro) horas. 9.3.1. O candidato não poderá alegar desconhecimento acer- ca da data, horário e local de realização da Prova Objetiva, para fins de justificativa de sua ausência. 9.4. O horário de realização da Prova Objetiva referir-se-á ao Horário Oficial de Brasília/DF. 9.5. Quando da realização da Prova Objetiva, o candidato deverá, ainda, obrigatoriamente, levar caneta esferográfica de tinta azul ou preta, fabricada em material transparente, não podendo uti- lizar outro tipo de caneta ou material. 9.5.1. O candidato deverá comparecer ao local de realização da Prova Objetiva, portando documento oficial e original de iden- tificação, com antecedência mínima de 1 (uma) hora do horário es- tabelecido para o fechamento dos portões. 9.6. Não será permitido o ingresso de candidato no local de realização da prova, após o horário fixado para o fechamento dos portões, sendo que a Prova Objetiva será iniciada 10 (dez) minutos após esse horário. Após o fechamento dos portões, não será permitido o acesso de candidatos, em hipótese alguma, mesmo que a prova ainda não tenham sido iniciadas. 9.7. Serão considerados documentos oficiais de identidade: - Carteira de Identidade emitida com base na Lei nº 7.116, de 29 de agosto de 1983; Carteiras expedidas pelas Forças Armadas, pelos Corpos de Bombeiros e pelas Polícias Militares; Carteiras ex- pedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (Ordens e Conselhos de Classe) que, por Lei Federal, valem como identidade; Certificado de Reservista; Passaporte; Carteiras Funcionais do Mi- nistério Público e Magistratura; Carteiras expedidas por órgão público que, por Lei Federal, valem como identidade; Carteira Nacional de Habilitação (somente modelo com foto); Carteira de Trabalho; Car- teira de Identidade do Trabalhador. 9.7.1. Não serão aceitos como documentos de identidade: Certidão de nascimento ou Casamento; CPF; Títulos elei- torais; Carteiras de Motorista (modelo sem foto); Carteiras de Es- tudante; Carteiras Funcionais sem valor de identidade; Documentos ilegíveis, não identificáveis e/ou danificados. 9.7.1.1. O documento deverá estar em perfeitas condições, de forma a permitir, com clareza, a identificação do candidato (foto e assinatura). 9.7.2. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realização da Prova Objetiva, documento de identidade original, por motivo de perda, roubo ou furto, deverá apresentar documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo, 30 (trinta) dias. Na ocasião será submetido à identificação especial, compreendendo coletas de assinaturas em formulário próprio para fins de Exame Grafotécnico e coleta de di- gital. 9.8. A identificação especial será exigida, também, ao can- didato cujo documento de identificação apresente dúvidas relativas à fisionomia ou à assinatura do portador. 9.9. O documento de identidade deverá ser apresentado ao Fiscal de Sala ou de Local, antes do acesso à sala ou ao local de prova. 9.9.1. Não será permitido, em hipótese alguma, o ingresso nas salas ou no local de realização das etapas de candidatos sem documento oficial e original de identidade, nem mesmo sob a ale- gação de estar aguardando que alguém o traga. 9.9.2. Após identificação e entrada em sala de aplicação da Prova Objetiva, o candidato deverá dirigir-se à carteira e não poderá consultar ou manusear qualquer material de estudo ou de leitura enquanto aguardar o horário de início da prova. 9.10. Não será permitida a permanência de candidatos que já tenham terminado a Prova Objetiva no local de realização da mesma. Ao terminarem, os candidatos deverão se retirar imediatamente do local, não sendo possível nem mesmo a utilização dos banheiros e bebedouros. 9.10.1. É vedada a permanência de acompanhantes no local da Prova Objetiva, ressalvado o contido no subitem 8.3. 9.11. A Prova Objetiva acontecerá em dia, horário e locais indicados nas publicações oficiais e no COCP. Não haverá, sob pre- texto algum, segunda chamada, nem justificação de falta, sendo con- siderado eliminado do Processo Seletivo Simplificado o candidato que faltar a Prova Objetiva. Não haverá aplicação de prova fora do horário, data e locais pré-determinados. 9.12. Será realizada coleta de digital de todos os candidatos, a critério da FUNCAB e da Comissão do Processo Seletivo Sim- plificado, objetivando a realização de exame datiloscópico, com a confrontação dos candidatos que venham a ser convocados para no- meação. 9.13. Será utilizado detector de metais nos locais de rea- lização da Prova Objetiva. 9.14. O candidato não poderá ausentar-se da sala de rea- lização da Prova Objetiva após assinatura da Lista de Presença e recebimento de seu Cartão de Respostas até o início efetivo da prova e, após este momento, somente acompanhado por Fiscal. Portanto, é importante que o candidato utilize banheiros e bebedouros, se ne- cessitar, antes de sua entrada na sala. 9.15. Não haverá, por qualquer motivo, prorrogação do tem- po previsto para aplicação das etapas em virtude de afastamento do candidato. 9.16. Será automaticamente eliminado do Processo Seletivo Simplificado, o candidato que durante a realização da Prova Ob- jetiva: a) for descortês com qualquer membro da equipe encar- regada pela realização da prova; b) for responsável por falsa iden- tificação pessoal; c) utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos para obter aprovação; d) ausentar-se do recinto da prova sem permissão; e) deixar de assinar lista de presença; f) fizer, em qualquer documento, declaração falsa ou inexata; g) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos; h) não permitir a coleta da impressão digital ou o uso do detector de metais; i) não atender as determinações deste Edital, mais possíveis retificações. 9.16.1. Será automaticamente eliminado do Processo Sele- tivo Simplificado o candidato que, durante a realização da Prova Objetiva, além de descumprir as determinações do subitem 9.16., também: a) for surpreendido em comunicação com outro candidato; b) não devolver o Cartão de Respostas ao término da Prova Objetiva, antes de sair da sala; c) ausentar-se do local da prova antes de decorrida 1 (uma) hora do início da mesma; d) for surpreendido
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 2015 91ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900091 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 portando celular durante a realização da prova. Celulares deverão ser desligados, retiradas as baterias, e guardados dentro do envelope fornecido pela FUNCAB ao entrar em sala, mantidos lacrados e dentro da sala até a saída definitiva do local da realização da prova; e) não atender ao critério da alínea "d" e for surpreendido com celular fora do envelope fornecido; ou portando o celular no deslocamento ao banheiro ao bebedouro; ou o telefone celular tocar; estes últimos, mesmo dentro do envelope fornecido pela FUNCAB; f) for sur- preendido em comunicação verbal ou escrita ou de qualquer outra forma; g) utilizar-se de livros, dicionários, códigos impressos, má- quinas calculadoras e similares ou qualquer tipo de consulta; h) não devolver o Caderno de Questões, se sair antes do horário determinado no subitem 10.11. 9.17. Não é permitido qualquer tipo de anotação e/ou uti- lização de papel ou similar, além do Caderno de Questões e do Cartão de Resposta, não sendo permitida, nem mesmo, a anotação de ga- barito. 9.17.1. O candidato que for pego com a anotação do gabarito deverá entregá-la ao fiscal ou se desfazer da mesma, e em caso de recusa será eliminado do certame. 9.18. Após entrar em sala ou local de prova, não será ad- mitida qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os can- didatos, nem a utilização de livros, dicionários, códigos, papéis, ma- nuais, impressos ou anotações, agendas eletrônicas ou similares, te- lefone celular, BIP, walkman, gravador ou similares, máquina de calcular, MP3, MP4 ou similares, notebook, palmtop, receptor, má- quina fotográfica ou similares, controle de alarme de carro ou qual- quer outro receptor de mensagens, nem o uso de relógio digital, óculos escuros ou quaisquer acessórios de chapelaria, tais como: chapéu, boné, gorro, etc. Também não será admitida a utilização de qualquer objeto/material, de qualquer natureza, que cubra a orelha ou obstrua o ouvido. 9.19. Constatando-se que o candidato utilizou processos ilí- citos através de meio eletrônico, estatístico, visual ou grafotécnico, sua prova será anulada e será automaticamente eliminado do Processo Seletivo Simplificado. 9.20. É proibido o porte de armas nos locais das etapas, não podendo o candidato armado realizar a mesma. 9.21. É expressamente proibido fumar no local de realização das etapas. 9.22. O tempo total de realização da Prova Objetiva será de 3h e 30 minutos. 9.22.1. O tempo de duração da prova inclui o preenchimento do Cartão de Respostas. 9.23. Toda e qualquer ocorrência, reclamação ou necessidade de registro, deverá ser imediatamente manifesta ao fiscal ou repre- sentante da FUNCAB, no local e no dia da realização da etapa, para o registro na folha ou ata de ocorrências e, caso necessário, sejam tomadas as providências cabíveis. 9.23.1. Não serão consideradas e nem analisadas as recla- mações que não tenham sido registradas na ocasião. 10. DA PROVA OBJETIVA 10.1. A Prova Objetiva terá caráter eliminatório e classi- ficatório e será constituída de questões de múltipla escolha, conforme o Quadro de Provas, subitem 10.5. 10.1.1. Cada questão terá 5 (cinco) alternativas, sendo apenas uma correta. 10.2. Cada candidato receberá um Caderno de Questões e um único Cartão de Respostas que não poderá ser rasurado, amassado ou manchado. 10.3. O candidato deverá seguir atentamente as recomen- dações contidas na capa de seu Caderno de Questões e em seu Cartão de Respostas. 10.4. Antes de iniciar a Prova Objetiva, o candidato deverá transcrever a frase que se encontra na capa do Caderno de Questões para o quadro "Exame Grafotécnico" do Cartão de Respostas. 10.5. A organização da prova, seu detalhamento, número de questões por disciplina e valor das questões encontram-se represen- tados na tabela abaixo: Nível Superior: Técnico Especializado de Complexidade Ge- rencial - Nível V Disciplinas Quantidade de questões Valor de cada ques- tão Pontuação Máxima Conhecimentos Básicos: Língua Portuguesa 15 1 15 Atualidades 5 1 5 Legislação e Ética na Ad- ministração Pública 5 2 10 Conhecimentos Específicos 35 2 70 Totais 60 - 100 Nível Superior: Técnico Especializado de Complexidade Intelectual - Nível IV Disciplinas Quantidade de questões Valor de cada ques- tão Pontuação Máxima Conhecimentos Básicos: Língua Portuguesa 15 1 15 Atualidades 5 1 5 Legislação e Ética na Ad- ministração Pública 5 1 5 Conhecimentos Específicos 30 2,5 75 Totais 55 - 100 Nível Superior: Técnico Especializado de Suporte - Nível III Disciplinas Quantidade de questões Valor de cada ques- tão Pontuação Máxima Conhecimentos Básicos: Língua Portuguesa 15 1 15 Atualidades 5 1 5 Legislação e Ética na Ad- ministração Pública 5 1 5 Conhecimentos Específicos 25 3 75 Totais 50 - 100 10.6. Será eliminado do presente Processo Seletivo Sim- plificado candidato que não obtiver, pelo menos, 50% (cinquenta por cento) dos pontos da Prova Objetiva. 10.7. O candidato deverá transcrever as respostas da Prova Objetiva para o Cartão de Respostas, que será o único documento válido para correção eletrônica. 10.8. A transcrição das alternativas para o Cartão de Res- postas e a assinatura do candidato no Cartão são obrigatórias e serão de inteira responsabilidade do candidato, que deverá proceder em conformidade com as instruções específicas nele contidas, pois a correção da prova será feita somente nesse documento e por pro- cessamento eletrônico. Assim sendo, fica o candidato obrigado, ao receber o Cartão de Respostas a verificar se o número do mesmo corresponde ao seu número de inscrição contido no COCP e na Lista de Presença. Não haverá substituição de Cartão de Respostas. 10.8.1. Por motivo de segurança, poderão ser aplicadas pro- vas de mesmo teor, porém com gabaritos diferenciados, de forma que, caberá ao candidato, conferir se o TIPO DE PROVA constante em seu Cartão de Respostas corresponde ao do Caderno de Questões recebido. Caso haja qualquer divergência, o candidato deverá, ime- diatamente, informar ao Fiscal de Sala e solicitar a correção. 10.9. O candidato deverá marcar, para cada questão, somente uma das opções de resposta. Será considerada errada e atribuída nota 0 (zero) à questão com mais de uma opção marcada, sem opção marcada, com emenda ou rasura. 10.10. O candidato só poderá retirar-se definitivamente do recinto de realização da prova após 1 (uma) hora, contada do seu efetivo início. 10.11. O candidato só poderá levar o próprio exemplar do Caderno de Questões se deixar a sala a partir de 1 (uma) hora para o término do horário da prova. 10.12. Ao final da prova, os 03 (três) últimos candidatos deverão permanecer na sala até que o último candidato termine sua prova, devendo todos assinar a Ata de Fiscalização, atestando a ido- neidade da fiscalização da prova, retirando-se da mesma de uma só vez. 10.12.1. No caso de haver candidatos que concluam a prova ao mesmo tempo, sendo um ou dois desses necessários para cumprir o subitem 10.12, a seleção dos candidatos será feita mediante sor- teio. 10.13. No dia de realização da prova não serão fornecidas, por qualquer membro da equipe de aplicação ou pelas autoridades presentes, informações referentes ao conteúdo da mesma ou aos cri- térios de avaliação. 10.14. Por motivo de segurança, somente é permitido ao candidato fazer qualquer anotação durante a prova no seu Caderno de Questões, devendo ser observado o estabelecido no subitem 9.17. 10.15. Ao terminar a prova, o candidato deverá entregar ao Fiscal o Caderno de Questões, se ainda não o puder levar, o Cartão de Respostas, bem como todo e qualquer material cedido para a exe- cução da prova. 10.16. O gabarito preliminar será disponibilizado no site www.funcab.org no 2º dia útil após a data de realização da prova, a partir das 12 horas (horário oficial de Brasília/DF), conforme Cro- nograma Previsto - ANEXO II. 10.17. No dia da realização da Prova Objetiva, na hipótese de o nome do candidato não constar nas listagens oficiais relativas aos locais de prova estabelecidos no Edital de Convocação, a FUN- CAB procederá à inclusão do candidato, mediante a apresentação da GRU cobrança com comprovação de pagamento efetuado dentro do prazo disposto no Cronograma Previsto - ANEXO II original e uma cópia, com o preenchimento e assinatura do formulário de Solicitação de Inclusão. A cópia do comprovante será retida pela FUNCAB. O candidato que não levar a cópia terá o comprovante original retido para que possa ser efetivada a sua inclusão. 10.17.1. A inclusão será realizada de forma condicional e será analisada pela FUNCAB, com o intuito de se verificar a per- tinência da referida inscrição. 10.17.2. Constatada a improcedência da inscrição, a mesma será automaticamente cancelada sem direito a reclamação, indepen- dentemente de qualquer formalidade, considerados nulos todos os atos dela decorrentes. 10.18. Os cartões de respostas estarão disponíveis no site www.funcab.org até 15 (quinze) dias após a divulgação do resultado da Prova Objetiva. 11. DOS RECURSOS 11.1. O candidato poderá apresentar recurso, devidamente fundamentado, em relação a qualquer das questões da Prova Objetiva, informando as razões pelas quais discorda do gabarito ou conteúdo da questão. 11.2. O recurso será dirigido à FUNCAB e deverá ser in- terposto no prazo de até 02 (dois) dias úteis após a divulgação do gabarito preliminar. 11.2.1. Admitir-se-á para cada candidato um único recurso por questão, o qual deverá ser enviado via formulário específico disponível on-line no site www.funcab.org, que deverá ser integral- mente preenchido, sendo necessário o envio de um formulário para cada questão recorrida. O formulário estará disponível a partir das 8h do primeiro dia até as 23h59min do último dia do prazo previsto no Cronograma Previsto - ANEXO II, considerando-se o horário oficial de Brasília/DF. 11.2.2. O formulário preenchido de forma incorreta, com campos em branco ou faltando informações será automaticamente desconsiderado, não sendo encaminhado à Banca Acadêmica para avaliação. 11.3. O recurso deve conter a fundamentação das alegações comprovadas por meio de citação de artigos, amparados pela le- gislação, itens, páginas de livros, nome dos autores. 11.3.1. Após o julgamento dos recursos interpostos, os pon- tos correspondentes às questões da Prova Objetiva, porventura anu- ladas, serão atribuídos a todos os candidatos, indistintamente. 11.4. A Prova Objetiva será corrigida de acordo com o ga- barito oficial após o resultado dos recursos. 11.5. O candidato poderá interpor recurso contra o resultado provisório do Processo Seletivo Simplicado. 11.5.1. O recurso deverá conter, obrigatoriamente, o nome do candidato, o número de sua inscrição e ser encaminhado à FUNCAB, na data definida no Cronograma Previsto - ANEXO II, no horário compreendido entre 08h e 18h (horário oficial de Brasília/DF), via formulário disponível no site www.funcab.org. 11.6. Será indeferido liminarmente recurso que descumprir as determinações constantes neste Edital, for dirigido de forma ofen- siva à FUNCAB ou ao Ministério da Justiça, for apresentado fora do prazo ou fora de contexto. 11.6.1. Não serão aceitos pedidos de revisão ou recursos interpostos por correspondência (SEDEX, AR, telegrama etc), fac- símile, telex, ou outro meio que não seja o estabelecido neste Edi- tal. 11.7. Não serão apreciados os Recursos que forem apre- sentados: a) em desacordo com as especificações contidas neste item; b) fora do prazo estabelecido; c) sem fundamentação lógica e con- sistente; d) com argumentação idêntica a outros recursos; e) em hi- pótese alguma será aceita revisão de recurso, recurso do recurso ou recurso de Gabarito Final Definitivo. 11.8. A Banca Examinadora constitui a última instância para recurso ou revisão, sendo soberana em suas decisões, razão pela qual não caberão recursos adicionais. 11.9. As anulações de questões ou alterações de gabarito ou de notas ou resultados, provenientes das decisões dos recursos, serão dados a conhecer, coletivamente, por meio da internet, no site www.funcab.org, nas datas estabelecidas no Cronograma Previsto - ANEXO II. 12. DA CLASSIFICAÇÃO FINAL DO PROCESSO SE- LETIVO SIMPLIFICADO 12.1. A nota final no Processo Seletivo Simplificado será a nota final da Prova Objetiva. 12.2. No caso de igualdade de pontuação final para clas- sificação, após observância do disposto no parágrafo único, do art. 27, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), sendo considerada, para esse fim, a data de realização da prova objetiva para o cargo, dar-se-á preferência sucessivamente ao can- didato que obtiver: a) maior número de pontos na disciplina Conhecimentos Específicos; b) maior número de pontos na disciplina Língua Por- tuguesa; c) maior número de pontos na disciplina Legislação e Ética na Administração Pública; d) persistindo o empate, terá preferência o candidato com mais idade, considerando dia, mês, ano e, se ne- cessário, hora e minuto do nascimento. 12.3. Em obediência ao disposto no art. 16 do Decreto nº 6.944/2009 o órgão ou entidade responsável pela realização do Pro- cesso Seletivo Simplificado homologará e publicará no Diário Oficial da União a relação dos candidatos aprovados no certame, de acordo com o quadro abaixo: QTDE. DE VAGAS PREVIS- TAS NO EDITAL POR CARGO OU EMPREGO número máximo de candidatos aprovados 1 5 2 9 3 14 4 18 15 48 12.4. Os candidatos não classificados no número máximo de aprovados de que trata o quadro acima, ainda que tenham atingido nota mínima, estarão automaticamente reprovados no Processo Se- letivo Simplificado. 12.5. Nenhum dos candidatos empatados na última classi- ficação de aprovados serão considerados reprovados. 13. DISPOSIÇÕES FINAIS 13.1. Os candidatos poderão obter informações gerais re- ferentes ao Processo Seletivo Simplificado por meio do site www.fun- cab.org ou pelo telefone (061) 4063-9059 pelo e-mail concur- sos@funcab.org. 13.1.1. Não serão dadas por telefone informações a respeito de datas, locais e horários de realização das provas nem de resultados, gabaritos, notas, classificação, convocações ou outras quaisquer re- lacionadas aos resultados provisórios ou finais das provas e do Pro- cesso Seletivo Simplificado. O candidato deverá observar rigorosa- mente, os editais e os comunicados a serem divulgados na forma definida neste Edital. 13.1.2. Quaisquer alterações nas regras fixadas neste Edital somente poderão ser feitas por meio de edital de retificação. 13.1.3. O Ministério da Justiça e a FUNCAB não se res- ponsabilizam por informações de qualquer natureza, divulgadas em sites de terceiros.
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 201592 ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900092 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 13.2. É de responsabilidade exclusiva do candidato acom- panhar as publicações dos editais, comunicações, retificações e con- vocações referentes a este Processo Seletivo Simplificado, durante todo o período de validade do mesmo. 13.3. Caso o candidato queira utilizar-se de qualquer direito concedido por legislação pertinente, deverá fazer a solicitação e envio da documentação pertinente à FUNCAB, até o último dia das ins- crições, em caso de domingo ou feriado, até o primeiro dia útil seguinte. Este período não será prorrogado em hipótese alguma, não cabendo, portanto, acolhimento de recurso posterior relacionado a este subitem. 13.4. O resultado final será divulgado na Internet no site www.funcab.org e publicado no Diário Oficial da União. 13.5. O resultado final do Processo Seletivo Simplificado será homologado pelo Coordenador-Geral de Recursos Humanos da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração da Se- cretaria Executiva do Ministério da Justiça. 13.6. Acarretará a eliminação do candidato no Processo Se- letivo Simplificado, sem prejuízo das sanções penais cabíveis, a burla ou a tentativa de burla a quaisquer das normas definidas neste Edital ou em outros editais relativos ao Processo Seletivo Simplificado, nos comunicados ou nas instruções constantes de cada prova. 13.7. A Administração reserva-se ao direito de proceder às contratações, em número que atenda ao interesse e às necessidades do serviço, de acordo com a disponibilidade orçamentária e até o número de vagas ofertadas neste Edital, das que vierem a surgir ou forem criadas por lei, dentro do prazo de validade do Processo Seletivo Simplificado. 13.8. A convocação para contratação será feita por meio de publicação no Diário Oficial da União. 13.9. O candidato convocado para contratação poderá so- licitar ao Ministério da Justiça que seja reclassificado para o final da lista geral dos aprovados. 13.10. O candidato que não atender à convocação para a apresentação dos requisitos citados no Item 2 deste Edital ou que não solicitar a reclassificação para o final da lista geral dos aprovados, no prazo de 30 dias a partir da publicação no Diário Oficial da União, será automaticamente excluído do Processo Seletivo Simplificado. 13.11. Não será fornecido ao candidato documento com- probatório de classificação no presente Processo Seletivo Simpli- ficado, valendo, para esse fim, o resultado final divulgado nas formas previstas no subitem 13.4. 13.12. O candidato deverá manter atualizado o seu endereço junto à FUNCAB, até o encerramento do Processo Seletivo Sim- plificado sob sua responsabilidade, e, após, junto ao Ministério da Justiça. 13.13. As legislações com entrada em vigor após a data de publicação deste Edital, bem como alterações em dispositivos legais e normativos a ela posteriores, não serão objetos de avaliação nas provas do presente Processo Seletivo Simplificado. 13.14. O candidato aprovado no Processo Seletivo Simpli- ficado, quando convocado para contratação e exercício do cargo, será submetido a Exame Médico Admissional para avaliação de sua ca- pacidade física e mental, cujo caráter é eliminatório e constitui con- dição e pré-requisito para que se concretize a contratação. Correrá por conta do candidato a realização de todos os exames médicos ne- cessários solicitados no ato de sua convocação. 13.15. Os casos omissos serão resolvidos conjuntamente pelo Ministério da Justiça e pela FUNCAB, no que tange à realização deste Processo Seletivo Simplificado. 13.16. Todos os cursos, requisitos para ingresso, referen- ciados neste Edital, deverão ter o reconhecimento e/ou sua devida autorização por órgão oficial competente. 13.17. O Ministério da Justiça e a FUNCAB não se res- ponsabilizam por quaisquer textos, apostilas, cursos, referentes a este Processo Seletivo Simplificado. 13.18. Os documentos produzidos e utilizados pelos can- didatos em todas as etapas do Processo Seletivo Simplificado são de uso e propriedade exclusivos da Banca Examinadora, sendo termi- nantemente vedada a sua disponibilização a terceiros ou a devolução ao candidato. 13.19. A FUNCAB e o Ministério da Justiça reservam-se ao direito de promover as correções que se fizerem necessárias, em qualquer fase do presente certame ou posterior ao mesmo, em razão de atos não previstos ou imprevisíveis. 13.20. Os candidatos aprovados que não atingirem a clas- sificação necessária ao número de vagas previstas neste edital, in- tegrarão o cadastro de reserva. 13.21. As despesas relativas à participação no Processo Se- letivo Simplificado e a apresentação para exames pré-admissionais correrão às expensas do próprio candidato. 13.22. Integram este Edital os seguintes Anexos: ANEXO I - Quadro de Vagas; ANEXO II - Cronograma Previsto; ANEXO III - Conteúdo Programático; ANEXO IV - Atri- buições dos cargos. JOSÉ DE ALBUQUERQUE NOGUEIRA FILHO ANEXO I - QUADRO DE VAGAS CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXI- DADE GERENCIAL - NÍVEL V (DECRETO 4.748/2003, ART. 8º, INCISO V). REQUISITO: DIPLOMA OU CERTIFICADO, DEVI- DAMENTE REGISTRADO, DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO NA ÁREA DE FORMAÇÃO EXIGIDA FORNE- CIDO POR INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR RECONHE- CIDA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CURSO DE MES- TRADO OU DOUTORADO NA FORMAÇÃO EXIGIDA OU EX- PERIÊNCIA MÍNIMA DE 5 (CINCO) ANOS NA FORMAÇÃO EXIGIDA; POSSUIR REGISTRO FUNCIONAL, VIGENTE, NO CONSELHO REGIONAL DE CLASSE, QUANDO HOUVER. CARGA HORÁRIA SEMANAL: 40h. REMUNERAÇÃO: R$ 8.300,00. / CÓDIGO: S01; ÁREA DE FORMAÇÃO: Comunicação Social com habilitação em Jornalismo; VAGAS AMPLA CONCOR- RÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VA- GAS: 01. / CÓDIGO: S02; ÁREA DE FORMAÇÃO: Pedagogia; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S03; ÁREA DE FOR- MAÇÃO: Relações Públicas; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S04; ÁREA DE FORMAÇÃO: Tecnologia da Informação; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXI- DADE INTELECTUAL - NÍVEL IV (DECRETO 4.748/2003, ART. 8º, INCISO IV). REQUISITO: DIPLOMA OU CERTIFICADO, DE- VIDAMENTE REGISTRADO, DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO NA ÁREA DE FORMAÇÃO EXIGIDA FORNE- CIDO POR INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR RECONHE- CIDA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU OU MESTRADO OU DOUTORA- DO NA FORMAÇÃO EXIGIDA OU EXPERIÊNCIA MÍNIMA DE 3 (TRÊS) ANOS NA FORMAÇÃO EXIGIDA; POSSUIR REGIS- TRO FUNCIONAL, VIGENTE, NO CONSELHO REGIONAL DE CLASSE, QUANDO HOUVER. CARGA HORÁRIA SEMANAL: 40h. REMUNERAÇÃO: R$ 6.130,00 / CÓDIGO: S05; ÁREA DE FORMAÇÃO: Ciências Contábeis; VAGAS AMPLA CONCORRÊN- CIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S06; ÁREA DE FORMAÇÃO: Comunicação Social com habilitação em Jornalismo; VAGAS AMPLA CONCORRÊN- CIA: 02; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 02. / CÓDIGO: S07; ÁREA DE FORMAÇÃO: Engenharia Civil; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S08; ÁREA DE FOR- MAÇÃO: Engenharia Elétrica; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S09; ÁREA DE FORMAÇÃO: Engenharia Mecânica; VA- GAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S10; ÁREA DE FOR- MAÇÃO: Engenharia de Telecomunicações; VAGAS AMPLA CON- CORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S11; ÁREA DE FORMAÇÃO: Pedagogia; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S12; ÁREA DE FOR- MAÇÃO: Relações Públicas; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 02. / CÓDIGO: S13; ÁREA DE FORMAÇÃO: Tecnologia da Informação; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 03; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 01; TOTAL DE VAGAS: 04. CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE SUPORTE - NÍVEL III (DECRETO 4.748/2003, ART. 8º, INCISO III) REQUI- SITO: DIPLOMA OU CERTIFICADO, DEVIDAMENTE REGIS- TRADO, DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO NA ÁREA DE FORMAÇÃO EXIGIDA FORNECIDO POR INSTITUI- ÇÃO DE ENSINO SUPERIOR RECONHECIDA PELO MINISTÉ- RIO DA EDUCAÇÃO; POSSUIR REGISTRO FUNCIONAL, VI- GENTE, NO CONSELHO REGIONAL DE CLASSE, QUANDO HOUVER. CARGA HORÁRIA SEMANAL: 40h. REMUNERA- ÇÃO: R$ 3.800,00. / CÓDIGO: S14; ÁREA DE FORMAÇÃO: Ciên- cias Contábeis; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 01; TOTAL DE VAGAS: 03. / CÓDIGO: S15; ÁREA DE FORMAÇÃO: Engenharia Civil; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 01; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 01. / CÓDIGO: S16; ÁREA DE FORMAÇÃO: En- genharia Elétrica; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 02. / CÓDIGO: S17; ÁREA DE FORMAÇÃO: Engenharia de Telecomunicações; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VAGAS PCD: 0*; VAGAS NE: 01; TOTAL DE VAGAS: 03. / CÓDIGO: S18; ÁREA DE FOR- MAÇÃO: Pedagogia; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 02; VA- GAS PCD: 0*; VAGAS NE: 0*; TOTAL DE VAGAS: 02. / CÓ- DIGO: S19; ÁREA DE FORMAÇÃO: Tecnologia da Informação; VAGAS AMPLA CONCORRÊNCIA: 11; VAGAS PCD: 01; VAGAS NE: 03; TOTAL DE VAGAS: 15. Legenda: PCD = pessoa com deficiência / NE = Negro / *Não haverá vaga reservada em virtude do número de vagas ofer- tadas, considerando o disposto no §2º do art. 5º do Decreto nº 7.538, de 1º de agosto de 2011, que determina que a Secretaria Extraor- dinária de Segurança para Grandes Eventos será extinta em 31 de julho de 2017, não sendo possível a nomeação de candidatos além do número previsto. ANEXO II - CRONOGRAMA PREVISTO Solicitação de isenção do valor da inscrição / Período de inscrições pela Internet: 03/07 a 26/07/2015; Divulgação das isenções deferidas e indeferidas: 03/08/2015; Recurso contra o indeferimento da isenção: 04/08 a 05/08/2015; Resultado do recurso contra o in- deferimento da isenção: 12/08/2015; Último dia para pagamento do GRU Cobrança: 13/08/2015; Divulgação do deferimento da condição especial / Divulgação do deferimento dos candidatos que se decla- raram como Pessoa com Deficiência /Divulgação do deferimento dos candidatos que concorrerão às vagas reservadas aos candidatos ne- gros: 17/08/2015; Recurso contra o indeferimento da condição es- pecial / Recurso contra o indeferimento dos candidatos que se de- clararam como Pessoa com Deficiência / Recurso contra o inde- ferimento dos candidatos que concorrerão às vagas reservadas aos candidatos negros: 18/08 a 19/08/2015; Resposta ao recurso contra o indeferimento da condição especial, de Pessoa com Deficiência e dos candidatos que concorrerão às vagas reservadas aos candidatos negros / Divulgação do Link de Consulta dos Locais de Realização das Provas Objetivas: 24/08/2015; Realização da Prova Objetiva: 30/08/2015; Divulgação do gabarito da Prova Objetiva (a partir das 12 horas): 01/09/2015 / Período para recurso contra o gabarito da Prova Objetiva: 02/09 a 03/09/2015; Divulgação da resposta aos recursos contra o gabarito da Prova Objetiva /Divulgação das notas da Prova Objetiva/Resultado provisório do Processo Seletivo Sim- plificado: 11/09/2015; Período para recurso contra o resultado pro- visório do Processo Seletivo Simplificado: 14/09 a 15/09/2015; Di- vulgação das respostas aos recursos contra o resultado provisório do Processo Seletivo / Resultado Final do Processo Seletivo Simpli- ficado: 21/09/2015. ANEXO III- CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ATENÇÃO: TODA A LEGISLAÇÃO CITADA NOS CON- TEÚDOS PROGRAMÁTICOS SERÁ UTILIZADA PARA ELABO- RAÇÃO DE QUESTÕES LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO AS ATUALIZAÇÕES VIGENTES ATÉ A DATA DE PUBLICA- ÇÃO DO EDITAL. CONHECIMENTOS BÁSICOS: TÉCNICO ESPECIALIZA- DO DE COMPLEXIDADE GERENCIAL - NÍVEL V, TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXIDADE INTELECTUAL - NÍ- VEL IV, TÉCNICO ESPECIALIZADO DE SUPORTE - NÍVEL III LÍNGUA PORTUGUESA - Compreensão de textos. Deno- tação e conotação. Ortografia: emprego das letras e acentuação grá- fica. Classes de palavras e suas flexões. Processo de formação de palavras. Verbos: conjugação, emprego dos tempos, modos e vozes verbais. Concordâncias nominal e verbal. Regências nominal e verbal. Emprego do acento indicativo da crase. Colocação dos pronomes. Emprego dos sinais de pontuação. Semântica: sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia, polissemia e figuras de linguagem. Coletivos. Funções sintáticas de termos e de orações. Processos sintáticos: su- bordinação e coordenação. ATUALIDADES - Tópicos relevantes e atuais de diversas áreas, tais como política, economia, sociedade, educação, tecnologia, energia, relações internacionais, desenvolvimento sustentável, segu- rança e ecologia, suas inter-relações e suas vinculações históricas. LEGISLAÇÃO E ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLI- CA - Constituição Federal de 1988, artigos do 1º a 16º e artigos 37 a 41. Lei do Processo Administrativo Federal (Lei Federal nº 9.784/99). Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei Federal nº 8.666/1993). Lei do Pregão (Lei Federal nº 10.520/2002). Lei de Improbidade Administrativa (Lei Federal nº 8.429/92). Lei de acesso à informação (Lei Federal nº 12.527/11). Artigos 312 ao 326, do Código Penal, que tratam dos crimes cometidos por funcionário pú- blico contra a Administração Pública. Decreto nº 1.171/1994 - Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e suas alterações. Decreto nº 8.065, de 7 de agosto de 2013; Lei no 8.112/1990. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: TÉCNICO ESPECIA- LIZADO DE COMPLEXIDADE GERENCIAL - NÍVEL V COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM JORNALISMO - Processos e técnicas de entrevista coletiva, release e clipping; Técnicas de redação; Processos editoriais; Planejamento de produto editoriais; Processos e técnicas de edição de texto, imagens e sons; Técnicas de divulgação de produtos editoriais; Teoria da co- municação; Técnicas de redação em assessoria de imprensa; Media training; Técnicas de entrevistas; Elaboração de pautas; Linguagem jornalística e publicitária; Conhecimento de gênero e narrativas; Jor- nalismo em mídias eletrônicas e digitais; Especificidades dos veículos de comunicação e seus públicos; Estratégias de veiculação; Pesquisa e uso das informações; Interação entre tipo de veiculação e men- sagens; Adequação da mensagem ao veículo e ao público-alvo; Co- municação organizacional; Ética e legislação em comunicação; Re- lacionamento do jornalismo, publicidade e relações públicas com as novas tecnologias de comunicação; Processo de Comunicação; Co- municação Social: conceitos, paradigmas e teorias; Comunicação Pú- blica; Contratação e supervisão de serviços de comunicação em ór- gãos públicos; Opinião pública: pesquisa, estudo e análise; Produção Gráfica; Teorias e técnicas fotográficas. PEDAGOGIA - O projeto político-pedagógico da escola e concepções atuais de planejamento. Pedagogia de Projetos. Inter- disciplinaridade/ Transdisciplinaridade. História e atuação do peda- gogo no Brasil. Pedagogia e direitos humanos. Educação à distância: história, características, concepções e legislações. Tecnologia Edu- cacional: potencialidades, limitações e concepções. Pensamento Pós- moderno em Educação: diferentes autores e suas concepções. Edu- cação ambiental no contexto educativo: implicações para o consumo e o desenvolvimento sustentável. Pressupostos teóricos. História da Educação. Filosofia da Educação/ Fundamentos Filosóficos da Edu- cação. Sociologia e educação: correntes e teóricos. Currículo e a diversidade cultural. Concepções e teorias do currículo. Avaliação: perspectivas histórias e funções atuais da avaliação no processo edu- cativo. Procedimentos e instrumentos para avaliação da aprendiza- gem. Didática. Políticas Públicas em Educação. Educação Espe- cial/Inclusiva. Educação, Sociedade e Cultura. Trabalho e Educação: perspectivas críticas e renovadoras. Administração e Gestão da Or- ganização Escolar. Formação continuada em educação. A Psicologia e suas contribuições para a Educação: correntes, teorias e autores. Edu- cação de Jovens e Adultos. Escola, violência, ética e cidadania. Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Constituição Federal - Capítulo III - Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I - Da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9394/1996 e alterações posteriores. RELAÇÕES PÚBLICAS - Veículos de comunicação diri- gida; Princípios da comunicação organizacional; Processo de Co- municação; Comunicação Social: conceitos, paradigmas e teorias; Co- municação Pública; Contratação e supervisão de serviços de comu-
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 2015 93ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900093 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 nicação em órgãos públicos; Opinião pública: pesquisa, estudo e análise; Comunicação Organizacional; Opinião pública; Relaciona- mento da organização com os diversos públicos; O processo de Re- lações Públicas; Processos de comunicação organizacional: redes, ní- veis e barreiras; Legislação e Ética de Relações Públicas; Plane- jamento, produção e edição de publicações; Elaboração de políticas de relacionamento entre a instituição e o público; Canais e estratégias de comunicação interna; Relacionamento com a imprensa; Tratamen- to gráfico, visual e audiovisual da informação jornalística; Jornalismo digital e novas mídias; Comunicação como ferramenta de gestão; Ambientes de marketing; Análise e planejamento do texto publi- citário; Composição e projeto gráfico; Estratégias de mídia; Plane- jamento de comunicação; Práticas de gestão e resultados; Teorias e técnicas de comunicação; Técnicas de redação em assessoria de im- prensa; Media training; Elaboração de pautas.; Preparação e imple- mentação de eventos institucionais; Princípios de Cerimonial Público e Ordem Geral de Precedência; Organização de eventos; Programas de integração, de responsabilidade social, ambiental, cultural e de gestão de crises; Comunicação digital; Planejamento da comunica- ção; TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Organização de Computadores - Tipos e representações de dados numéricos; Arit- mética binária; Álgebra booleana; Codificação de caracteres; Com- ponentes da UCP; Conceito de interrupção; Modos de endereçamento. Engenharia de Software - Modelos de ciclo de vida e ferramentas CASE; Processos e metodologias de desenvolvimento de software: Processo de desenvolvimento de software unificado (Unified Pro- cess), eXtremme Programming (XP), Scrum, Kanban. Engenharia de requisitos: Técnicas de elicitação, gerenciamento, especificação, téc- nicas de validação de requisitos, prototipação. Qualidade do Processo de Desenvolvimento de Software: MPS.BR (Melhoria de Processo do Software Brasileiro): Conceitos gerais, Níveis de Maturidade, Pro- cessos; CMMI (Capability Maturity Model Integration) para desen- volvimento versão 1.3: Conceitos Gerais, Áreas de Processo, Re- presentações contínua e por estágio. Banco de Dados - Conceitos Gerais; Padrão ANSI para arquitetura de SGBD; Modelo relacional de dados; Álgebra relacional; Cálculo relacional; Formas normais; Transação; Modelo de Dados: Entidades, Atributos, Relacionamentos Cardinalidade, Generalização e especialização de entidades, Mapea- mento para modelorelacional; ANSI SQL/92: Níveis de Isolamento de transações, Criação de tabelas, Manipulação de dados (insert, update, delete), Clausula select, Funções de agregação, Junções, Subqueries, Visões (atualização de dados). Comunicação de Dados e Telefonia - Sinais analógicos e Sinais Digitais; Transmissão com perdas; Trans- missão serial e transmissão paralela; Antenas; Multiplexação; Meios de transmissão; Comutação de circuitos; Redes de telefonia; DSL; Telefonia Celular; Voz sobre IP (VoIP); Qualidade de serviço (QoS); Segurança da informação; VPN. Redes de Computadores - Arqui- tetura OSI da ISO; Arquitetura TCP/IP. Infraestrutura: Cabeamento estruturado categorias 3, 5, 5e, 6 e 6a, de acordo com a NBR 14.565; Roteadores; Switches; Concentradores; Multiplexadores; Rede sem fio (Wireless); padrões IEEE 802.11b/g/n; Protocolos: IPv4, IPv6, TCP, UDP, IPSec, HTTP, HTTPS. Contratação de Soluções de Tec- nologia da Informação - Planejamento das contratações; Legislação e jurisprudência pertinentes; Processo de planejamento da contratação; Artefatos gerados no processo de planejamento da contratação; Riscos e sugestões de controles internos; Gestão do conhecimento sobre o processo de contratação. Fundamentos da ITIL (INFORMATION TE- CHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY) - Definição de Ser- viço; Métricas (CSF,KPI); Modelo RACI; Service Desk; Gerências de: Demandas, Portfólio, Catálogo e Níveis de Serviço; Capacidade; Disponibilidade; Continuidade; Segurança; Mudanças; Configuração; Liberação; Validação; Conhecimento; Eventos; Incidentes; Requisi- ção; Problemas; Acesso e Melhoria Contínua. Gerenciamento de Pro- jetos baseado no PMBOK - Conceitos; Planejamento, Acompanha- mento e Controle; Gerência de Escopo, Estrutura de decomposição de trabalho (WBS); Gerência de Prazo; Gerência de Custos; Gerência de Qualidade; Gerência de Recursos Humanos; Gerência de Comuni- cação; Gerência de Risco; Gerência de Aquisições; Gerência de In- tegração. Governança e COBIT 4.0 (CONTROL OBJECTIVES FOR INFORMATION AND RELATED TECHNOLOGY) - Conceito, im- portância e responsabilidades sobre a governança de TI; COBIT como framework de governança de TI; Principais características: foco em negócio, orientação a processos, controle através de objetivos e di- recionamento para medições; Áreas de Foco da Governança de TI; Domínios de processos do COBIT; Modelo de maturidade para o COBIT. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: TÉCNICO ESPECIA- LIZADO DE COMPLEXIDADE INTELECTUAL - NÍVEL IV CIÊNCIAS CONTÁBEIS - ORÇAMENTO PÚBLICO: ca- racterísticas do orçamento tradicional, do orçamento-programa e do orçamento de desempenho. Princípios orçamentários. Leis Orçamen- tárias: PPA, LDO, LOA. Orçamento fiscal e de seguridade social. Orçamento na Constituição Federal de 1988. Conceituação e clas- sificação da receita e da despesa orçamentária brasileira. Execução da receita e da despesa orçamentária. Créditos Adicionais. Cota, pro- visão, repasse e destaque. Lei nº10.180/2001. Instrução Normativa STN nº 01, de 15 de janeiro de 1997 e alterações posteriores. CON- TABILIDADE PÚBLICA: Conceito, objeto, objetivo, campo de atua- ção; Variações Patrimoniais: Variações Ativas e Passivas, Orçamen- tárias e Extraorçamentárias; Plano de Contas Único Aplicado ao Setor Público: conceito; estrutura básica: ativo, passivo, despesa, receita, resultado diminutivo, resultado aumentativo, estrutura das contas, ca- racterísticas das contas; Contabilização dos Principais Fatos Con- tábeis: previsão da receita, fixação da despesa, descentralização de créditos, liberação financeira, realização da receita e despesa; Ba- lancete: características, conteúdo e forma; Demonstrações Contábeis aplicadas ao Setor Público. Noções de SIAFI - Sistema de Admi- nistração Financeira da Administração Pública Federal. Lei nº 4.320/64. Procedimentos de retenção de impostos e contribuições federais. Lei nº 9430/1996 e alterações posteriores. Instrução Nor- mativa SRF nº 480/2004. Lei nº 4.320/64. Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBC T 16.1 a NBC T 16.11). Lei Complementar no. 101/00 - Lei de Responsabilidade Fis- cal e seus instrumentos de transparência. Tomada e Prestação de Contas no Setor Público. CONTABILIDADE GERAL: Princípios fundamentais de contabilidade (aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade, através da Resolução CFC nº 750/93 e posteriores atualizações); Patrimônio: Componentes Patrimoniais - ativo, passivo e patrimônio líquido; Fatos contábeis e variações patrimoniais; Contas patrimoniais e de resultado; Teorias, funções e estrutura das contas; Apuração de resultados; Sistemas de contas e plano de contas; De- monstrações contábeis; Análise das demonstrações contábeis; Lei nº 6.404/76 e alterações posteriores. NBC TG - Estrutura Conceitual; NBC TG 26 - Demonstrações Contábeis; NBC TG 16 - Estoques; NBC TG 27 - Imobilizado; NBC TG 32 - Tributo sobre Lucro; NBC TG 18 - Coligas, Controladas e Controle Conjunto. Investimentos - Aquisição de Investimentos aplicação da NBC TG 15 - Combinação de Negócios (Ágio, Deságio, Goodwill e Ganho por compra Van- tajosa). Aspectos relacionados com a aplicação do Método da Equi- valência Patrimonial (MEP) e do Valor Justo. Aspectos relacionados com a Nova Lei Fiscal (Lei 12.973/14 - artigos de 1 a 70). Fun- damentos de Auditoria: Planejamento, Procedimentos, Relatórios e Eventos Subsequentes. Aspectos básicos relacionados a custo: Custos (fixos, variáveis, diretos e indiretos); Pontos de Equilíbrio (contábil, financeiro e econômico). COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM JORNALISMO - Processos e técnicas de entrevista coletiva, release e clipping; Processos editoriais; Técnicas de divulgação de produtos editoriais; Teoria da comunicação; Técnicas de redação em assessoria de imprensa; Media training; Técnicas de entrevistas; Elaboração de pautas; Linguagem jornalística e publicitária; Conhecimento de gê- nero e narrativas; Jornalismo em mídias eletrônicas e digitais; Es- pecificidades dos veículos de comunicação e seus públicos; Estra- tégias de veiculação; Interação entre tipo de veiculação e mensagens; Adequação da mensagem ao veículo e ao público-alvo; Comunicação organizacional; Ética e legislação em comunicação; Relacionamento do jornalismo, publicidade e relações públicas com as novas tec- nologias de comunicação; Processo de Comunicação; Comunicação Social: conceitos, paradigmas e teorias; Comunicação Pública; Con- tratação e supervisão de serviços de comunicação em órgãos públicos; Opinião pública: pesquisa, estudo e análise; Produção Gráfica. PEDAGOGIA - O projeto político-pedagógico da escola e concepções atuais de planejamento. Pedagogia de Projetos. Inter- disciplinaridade/ Transdisciplinaridade. História e atuação do peda- gogo no Brasil. Pedagogia e direitos humanos. Educação à distância: história, características, concepções e legislações. Tecnologia Edu- cacional: potencialidades, limitações e concepções. Pensamento Pós- moderno em Educação: diferentes autores e suas concepções. Edu- cação ambiental no contexto educativo: implicações para o consumo e o desenvolvimento sustentável. Pressupostos teóricos. História da Educação. Filosofia da Educação/ Fundamentos Filosóficos da Edu- cação. Sociologia e educação: correntes e teóricos. Currículo e a diversidade cultural. Concepções e teorias do currículo. Avaliação: perspectivas histórias e funções atuais da avaliação no processo edu- cativo. Procedimentos e instrumentos para avaliação da aprendiza- gem. Didática. Políticas Públicas em Educação. Educação Espe- cial/Inclusiva. Educação, Sociedade e Cultura. Trabalho e Educação: perspectivas críticas e renovadoras. Administração e Gestão da Or- ganização Escolar. Formação continuada em educação. A Psicologia e suas contribuições para a Educação: correntes, teorias e autores. Edu- cação de Jovens e Adultos. Escola, violência, ética e cidadania. Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Constituição Federal - Capítulo III - Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I - Da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9394/1996 e alterações posteriores. RELAÇÕES PÚBLICAS - Veículos de comunicação diri- gida; Princípios da comunicação organizacional; Processo de Co- municação; Comunicação Social: conceitos, paradigmas e teorias; Co- municação Pública; Contratação e supervisão de serviços de comu- nicação em órgãos públicos; Opinião pública: pesquisa, estudo e análise; Comunicação Organizacional; Opinião pública; Relaciona- mento da organização com os diversos públicos; O processo de Re- lações Públicas; Processos de comunicação organizacional: redes, ní- veis e barreiras; Legislação e Ética de Relações Públicas; Plane- jamento, produção e edição de publicações; Políticas de relaciona- mento entre a instituição e o público; Canais e estratégias de co- municação interna; Relacionamento com a imprensa; Tratamento grá- fico, visual e audiovisual da informação jornalística; Jornalismo di- gital e novas mídias; Análise e planejamento do texto publicitário; Composição e projeto gráfico; Estratégias de mídia; Planejamento de comunicação; Teorias e técnicas de comunicação; Técnicas de re- dação em assessoria de imprensa; Media training; Elaboração de pautas; Preparação e implementação de eventos institucionais; Prin- cípios de Cerimonial Público e Ordem Geral de Precedência; Or- ganização de eventos; Programas de integração, de responsabilidade social, ambiental, cultural e de gestão de crises; Comunicação di- gital. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Organização de Computadores - Tipos e representações de dados numéricos; Arit- mética binária; Álgebra booleana; Codificação de caracteres; Com- ponentes da UCP; Conceito de interrupção; Modos de endereçamento. Engenharia de Software - Modelos de ciclo de vida e ferramentas CASE; Processos e metodologias de desenvolvimento de software: Processo de desenvolvimento de software unificado (Unified Pro- cess), eXtremme Programming (XP), Scrum, Kanban. Engenharia de requisitos: Técnicas de elicitação, gerenciamento, especificação, téc- nicas de validação de requisitos, prototipação. Qualidade do Processo de Desenvolvimento de Software: MPS.BR (Melhoria de Processo do Software Brasileiro): Conceitos gerais, Níveis de Maturidade, Pro- cessos; CMMI (Capability Maturity Model Integration) para desen- volvimento versão 1.3: Conceitos Gerais, Áreas de Processo, Re- presentações contínua e por estágio. Banco de Dados - Conceitos Gerais; Padrão ANSI para arquitetura de SGBD; Modelo relacional de dados; Álgebra relacional; Cálculo relacional; Formas normais; Transação; Modelo de Dados: Entidades, Atributos, Relacionamentos Cardinalidade, Generalização e especialização de entidades, Mapea- mento para modelo relacional; ANSI SQL/92: Níveis de Isolamento de transações, Criação de tabelas, Manipulação de dados (insert, up- date, delete), Clausula select, Funções de agregação, Junções, Sub- queries, Visões (atualização de dados). Comunicação de Dados e Telefonia - Sinais analógicos e Sinais Digitais; Transmissão com perdas; Transmissão serial e transmissão paralela; Antenas; Multi- plexação; Meios de transmissão; Comutação de circuitos; Redes de telefonia; DSL; Telefonia Celular; Voz sobre IP (VoIP); Qualidade de serviço (QoS); Segurança da informação; VPN. Redes de Compu- tadores - Arquitetura OSI da ISO; Arquitetura TCP/IP. Infraestrutura: Cabeamento estruturado categorias 3, 5, 5e, 6 e 6a, de acordo com a NBR 14.565; Roteadores; Switches; Concentradores; Multiplexado- res; Rede sem fio (Wireless); padrões IEEE 802.11b/g/n; Protocolos: IPv4, IPv6, TCP, UDP, IPSec, , HTTP, HTTPS. Contratação de So- luções de Tecnologia da informação - Planejamento das contratações; Legislação e jurisprudência pertinentes; Processo de planejamento da contratação; Artefatos gerados no processo de planejamento da con- tratação; Riscos e sugestões de controles internos; Gestão do co- nhecimento sobre o processo de contratação. Fundamentos da ITIL (INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY) - Definição de Serviço; Métricas (CSF, KPI); Modelo RACI; Service Desk; Gerências de: Demandas, Portfólio, Catálogo e Níveis de Ser- viço; Capacidade; Disponibilidade; Continuidade; Segurança; Mudan- ças; Configuração; Liberação; Validação; Conhecimento; Eventos; In- cidentes; Requisição; Problemas; Acesso e Melhoria Contínua. ENGENHARIA CIVIL - Programação, Controle e Acom- panhamento de Obras: Orçamento e composição de custos, levan- tamento de quantitativos, planejamento e controle físico-financeiro. Acompanhamento e aplicação de recursos (vistorias, emissão de fa- turas, controle de materiais). Critérios de Medição de Obras. BDI e encargos sociais incidentes em orçamentos de obras. Sistema de ges- tão da qualidade. Produtividade na construção civil. Orçamento e cronograma de obras públicas. Projetos de obras de construção civil. Levantamentos aerofotogramétricos e topográficos. Locação de obras e rodovias. Georreferenciamento. Noções de sistema cartográfico e de geoprocessamento. Projeto arquitetônico e legislação urbanística. Pro- jeto de fundações. Projeto estrutural. Projeto de instalações hidráu- licas, sanitárias e pluviais. Projeto de hidrovias. Projeto de portos. Projeto de pontes e viadutos. Projeto de túneis. Projeto de barragem de usina hidrelétrica. Projeto de infraestrutura civil para transmissão e distribuição de energia elétrica. Execução de obras de construção civil. Documentação e registro de obra. Barragens e muros de arrimo. Concretagens de fundações. Estruturas de concreto armado e pro- tendido. Estruturas especiais de concreto armado. Estruturas de al- venaria resistente. Estruturas metálicas. Estruturas de madeira. De- senho técnico. Materiais de construção civil. Tecnologia dos materiais de construção civil. Resistência dos materiais de construção civil. Equipamentos e veículos de construção civil. Estudos de viabilidade técnica, econômica, ambiental e social. Licitação de Obras Públicas: Projeto básico e projeto executivo. Orçamento de referência para licitação. Contratos e aditivos. Princípios de planejamento e de or- çamento público. Edificações: Engenharia e Arquitetura residencial (residências isoladas, edifícios de apartamentos, condomínios hori- zontais e verticais, habitação social). Noções gerais de engenharia e arquitetura de edificações públicas. Materiais de construção civil: aglomerantes e agregados. Instalações Elétricas. Instalações Hidro- sanitárias. Prevenção de incêndios. Controle ambiental das edifica- ções (térmico, acústico e luminoso). Memorial descritivo e espe- cificações técnicas de materiais e serviços. Acessibilidade. Constru- ção industrializada. Critérios e parâmetros de desempenho das edi- ficações. Sistemas construtivos não tradicionais para edificações co- merciais: pré-moldados em concreto, steel-framing, modular em aço. Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Perícias: Vis- toria de obras e de edifícios. Vícios e patologias de construção. Recuperação de estruturas e de edificações. Responsabilidade técnica. Recursos Hídricos e Saneamento: Estudo e projetos de infraestrutura hídrica (adutoras, barragens, sistema simplificado de abastecimento de água, drenagens, dragagens e canais). Obras de infraestrutura hí- drica. Planejamento de projetos de irrigação. Classificação de terras para irrigação. Avaliação de recursos hídricos. Disponibilidade de recursos hídricos. Demanda hídrica do projeto. Dimensionamento de sistemas hidráulicos e avaliação econômica e financeira de projetos de irrigação. Avaliação de pequenas barragens. Viabilidade, plane- jamento e controle de obras de saneamento e hidráulica: técnico, físico-financeiro e econômico. Projeto e execução de obras civis de saneamento. Hidráulica e saneamento básico. Estudos de concepção, levantamentos técnicos, diagnósticos ou relatórios técnicos prelimi- nares referentes à implantação ou ampliação de sistemas de abas- tecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos urbanos e manejo de águas pluviais urbanas. Planos diretores e planos municipais de saneamento participativos. Projeto, acompanhamento e fiscalização de obras de saneamento básico, envolvendo os seguintes componentes: água, esgoto, manejo de resíduos sólidos e águas plu- viais. Projetos e obras de saneamento integrado em assentamentos precários, abrangendo: abastecimento de água; coleta, tratamento e destinação final de esgoto; coleta, tratamento e destinação final de resíduos sólidos; drenagem; contenção de encostas; reassentamento de moradias. Tratamento de água, esgotos e resíduos sólidos urbanos. Sistemas, métodos e processos de abastecimento de água; esgota- mento sanitário; manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais ur-
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 201594 ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900094 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 banas. Estudos de inventário; estudos de viabilidade técnica e eco- nômica; projeto básico; projeto executivo; implantação. Gestão de riscos e resposta a desastres. Hidrologia: ciclo hidrológico e bacia hidrográfica; balanço hídrico; escoamento superficial; vazão máxima e hidrograma de projeto; regionalização de vazões; controle de en- chentes. Medidas de controle de inundações, alagamentos e enxur- radas. Gestão de riscos das águas urbanas. Estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/RIMA). Geotecnia, Pavimentação e Terra- plenagem: Geologia aplicada: conceito, áreas de atuação, histórico e métodos. Dinâmica interna da terra. Processos tectônicos. Rochas e minerais. Dinâmica externa da terra. Intemperismo em rochas. In- temperismo de solos tropicais. Classificações geotécnicas de solos. Classificações geomecânicas de maciços rochosos. Feições estrutu- rais. Processos do meio físico. Mapas geológicos. Tecnologia de ro- chas. Comportamento geotécnico. Mapeamento geotécnico. Cartas geotécnicas municipais. Setorização de riscos. Gestão de riscos. Geo- logia de engenharia no projeto e execução de contenção de encostas, drenagens, fundações e pavimentos. Investigação e tratamento geo- lógico-geotécnico no projeto. Execução de contenções de encostas, drenagens, pavimentos e fundações. Escavações. Contenção de ta- ludes e escoramentos. Estudos de viabilidade técnica, econômica, ambiental e social. Geometria de vias urbanas e estradas. Curvas Horizontais e Verticais. Especificação e dimensionamento de pavi- mentos. Vistoria, recuperação e conservação de pavimentos. Terra- plenagem. Corte e aterro. Jazidas e bota fora. Equipamentos para transporte, desmonte e compactação de solo. Cálculo de energia de compactação. Transportes e Mobilidade Urbana: Plano Nacional de Logística e Sistemas de Transportes (PNLT): especificidade e fun- cionalidade das modalidades de transporte (rodoviário, ferroviário, aquaviário, aéreo, dutoviário e urbano). Aspectos físicos, operacio- nais, econômicos, institucionais e tecnológicos do setor. Multimo- dalidade e intermodalidade. Infraestrutura viária. Regulação do setor de transporte. Interface do setor de transporte com outros setores. Transporte e integração regional. Sistema Nacional de Viação. Pla- nejamento de sistemas de transportes: estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental. Infraestrutura viária: rodovias, ferrovias, me- trovias e hidrovias. Estudos e projetos de obras rodoviárias, fer- roviárias e aquaviárias. Técnicas construtivas de obras rodoviárias, ferroviárias e aquaviárias. Operação e material rodante para transporte ferroviário. Manutenção e recuperação de infraestruturas rodoviárias, ferroviárias e aquaviárias. Dragagem. Estudos de viabilidade técnica, econômica, ambiental e social. Planejamento de obras: programação, orçamentação e controle. Sistema de custos rodoviários nº 2 (SICRO 2). Estatuto da Cidade: diretrizes gerais da política urbana. Urba- nização: Parcelamento do solo (condições e restrições para parce- lamento). Infraestrutura para urbanização de glebas (abertura de vias, abastecimento de água, esgoto sanitário, pavimentação, drenagem, rede de distribuição de energia e iluminação pública). Urbanização de assentamentos precários. Regularização fundiária. Acessibilidade a deficientes. Gestão de Manutenção Predial: Tipos de Manutenção (preditiva, preventiva, corretiva). Engenharia de Manutenção. Indi- cadores de Performance de Manutenção. Manutenção e gestão de ativos patrimoniais. Meio Ambiente: Licenças ambientais. Outorgas para uso de recursos hídricos. Áreas de proteção permanente e de proteção ambiental. Estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/RI- MA). Gestão de Projetos: Conceito de projeto, programa e processo. Gerenciamento de escopo, tempo, custos e recursos humanos alo- cados em projetos. Métricas de desempenho do projeto. Noções de análise de risco. Análise Multicritério. ENGENHARIA ELÉTRICA - Energia e trabalho. Circuitos Elétricos: Fundamento e Leis Básicas; Comportamento permanente e transitório de circuitos resistivos; indutivos e capacitivos. Análise de redes. Medidas Elétricas: Fundamentos. Formas de medidas elétricas e magnéticas. Sistemas elétricos de corrente constante e corrente alternada. Proteção em redes de distribuição de média e baixa tensão, Riscos Elétricos, norma de proteção Nr 10. Tecnologia dos materiais elétricos. Materiais condutores e isolantes. Materiais semicondutores. Materiais magnéticos. Principais aplicações. Produção de Energia Elétrica: Princípio de conversão de energia. Motores Elétricos. Má- quinas e equipamentos de conversão. SmartGrid. Eficiência Ener- gética. Procel - Programa Nacional de Conservação de Energia Elé- trica; iluminação pública. Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE; Acionamento Industrial: Tipos de acionamento. Tipos de chaves: ma- nuais e automáticas. Relés e contatores. Esquemas elétricos de pai- néis. Iluminação predial e de áreas externas. Análises de óleo iso- lante. Sistemas de aterramento e malhas de terra. Transformadores. Disjuntores de A.T e B.T. Quadros de comando, controle e proteção. Motores elétricos. Operação e manutenção de sistemas elétricos de distribuição. Operação e manutenção de Sistemas No Break estático e dinâmico. Sistemas de Bancos de Baterias industriais. Conceitos e fundamentos aplicados à manutenção de instalações industriais (ma- nutenção preditiva, preventiva e corretiva). Ciclo de vida de um projeto - PERT, GERT, Caminho crítico, Diagrama de Gantt , WBS - Work Breakdown Structure. Gerenciamento de riscos em projetos - conceitos, identificação, avaliação, planejamento da resposta ao risco, rastreamento do risco. Planejamento e controle da manutenção (pla- nejamento anual de atividades. sistema de ordem de serviços. his- tórico de intervenções em equipamentos, componentes principais e em instalações; Programação e execução de serviços de manutenção. Organização da manutenção em sistemas de operação contínua H-24. Gestão da manutenção e dos ativos das organizações. Administração de contratos. Leis nº 8.666/1993 e 8.883/1994. Resolução CONFEA nº 361/1991. Normas aplicáveis à saúde e Segurança no Trabalho. Conceitos Básicos de Redes de Telecomunicações. Conceitos básicos de Telefonia Analógica e Digital. Conceitos básicos de Sinalizações Telefônicas. Conceitos básicos de tráfego Telefônico. Princípios de comunicação de dados. Modelo de Referência OSI/ISO. Arquitetura TCP/IP. Redes Convergentes. Conceitos Básicos de Telefonia IP. Qua- lidade de Serviço em Redes IP. Segurança em Redes IP, Firewall, VPN, DMZ, Criptografia e Autenticação. Fibra Óptica; Redes de Acesso sem fio 802.11 e suas versões. Conceitos básicos sobre Sis- temas Troncalizados; Conceitos básicos sobre padrão Tetra. Ferra- mentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico. Organização de informação para uso na Internet, acesso à distância a compu- tadores, transferência de informação e arquivos. Conceitos de pro- teção e segurança da informação, segurança física e lógica, normas ABNT sobre segurança física e lógica em Tecnologia da Informação. Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos de informática: conceitos de hardware e de software. Procedimentos, aplicativos e dispositivos para arma- zenamento de dados e para realização de cópia de segurança (ba- ckup). Conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos, pastas e programas, instalação de periféricos. Aplicativos para edição de textos e planilhas eletrônicas (Microsoft). Sistemas digitais e cir- cuitos de pulso. Microprocessadores e demais periféricos. Propagação de sinais (ruídos) e Circuitos de alimentação elétrica (proteções, etc.). Gerenciamento de obras de instalações elétricas. Cabines primárias e subestações abaixadoras. Teoria dos Dispositivos do Estado Sólido: Diodo; Disjunção do Estado sólido; Circuitos equivalentes. Análise de circuitos com diodos. Transistores e a junção. Modelo de base comum e modelos de emissor comum. Polarização e estabilização de transistor. Amplificadores operacionais. Instrumentos de Medida: In- dicadores básicos. Características. Gerador de áudio. Fontes DC e AC. Amplificadores de áudio e frequência. Polarização e fator de Estabilidade. Cálculo de ganho de impedância. Controle de tona- lidade. Compensação em frequência. ENGENHARIA MECÂNICA - Materiais de construção me- cânica e processos de fabricação. Resistência dos materiais e ensaios mecânicos. Projeto e dimensionamento de elementos de máquinas. Transmissão por correias e engrenagens. Comandos hidro-pneumá- ticos e automação industrial. Informática aplicada à engenharia me- cânica. Tecnologias cad e similares. Conceitos de modelagem geo- métrica de peças mecânicas. Termodinâmica básica. Caldeiras e vasos de pressão. Termodinâmica dos gases. Funcionamento, manutenção, componentes e ciclos básicos de refrigeração e climatização. Projeto e manutenção de sistemas de refrigeração e ar condicionado. Cartas psicrométricas. Funcionamento, manutenção, componentes e ciclos de motores de combustão interna. Operação e funcionamento de grupo geradores elétricos acionados por mci. Lubrificantes e lubrificação industrial. Planejamento e controle da manutenção. Conceitos e fun- damentos aplicados à manutenção de instalações industriais (manu- tenção preventiva, corretiva e preditiva). Métodos de manutenção: o programa 5 S, TPM - manutenção produtiva total, polivalência ou multiespecialização. Qualidade total na manutenção: conceitos, cri- térios de desempenho, Normas ISO série 9000. Ferramentas da Qua- lidade. Licitação. Considerações gerais. Conceito. Finalidade. Prin- cípios. Objeto. Pessoas obrigadas a licitar. Casos de dispensa e ine- xigibilidade. Modalidades. Fases. Tipos. Lei nº 8.666 de 21/06/93, com suas alterações posteriores. Ciências do ambiente. Segurança e medicina do trabalho (normas em geral). Elaboração de laudos pe- riciais. Elaborar orçamentos e estudos sobre viabilidades econômicas e técnicas e o exercício de outras atividades reconhecidas como do profissional de Engenharia. ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES - Conceitos Básicos de Redes de Telecomunicações. Conceitos básicos de Te- lefonia Analógica e Digital. Conceitos básicos de Sinalizações Te- lefônicas. Conceitos básicos de tráfego Telefônico. Princípios de co- municação de dados. Modems. xDSL. Modulação, multiplexação e Transmissão de sinais analógicos e digitais. PCM/TDM, SDH. Con- ceitos de telefonia móvel e celular, tecnologia e serviços. Conceitos básicos sobre Sistemas Troncalizados; Conceitos básicos sobre padrão Tetra ou similares. Noções de radar satélites de comunicação, sis- temas de posicionamento e navegação. Redes de Telecomunicações. Modelo de Referência OSI/ISO. Arquitetura TCP/IP. Redes Conver- gentes. Conceitos Básicos de Telefonia IP. Qualidade de Serviço em Redes IP. Segurança em Redes IP, Firewall, VPN, DMZ, Criptografia e Autenticação. MPLS e MetroEthernet, modelo IEEE 802, Redes Ethernet, Redes de Acesso sem fio 802.11 e suas versões. Análise básica de diagramas e circuitos elétricos e eletrônicos. Noções de componentes eletrônicos. Instrumentos de Medida: Indicadores bá- sicos. Características. Gerador de áudio. Fontes DC e AC. Ampli- ficadores de áudio e frequência. Controle de tonalidade. Compen- sação em frequência. Equipamentos de áudio e transmissão de ima- gens. Conceitos e fundamentos aplicados à manutenção de instalações industriais (manutenção preditiva, preventiva e corretiva). Adminis- tração de materiais técnicos de consumo. Planejamento e controle da manutenção (planejamento anual de atividades. sistema de ordem de serviços. histórico de intervenções em equipamentos, componentes principais e em instalações; custos aplicados à manutenção). Pro- gramação e execução de serviços de manutenção. Organização da manutenção em sistemas de operação contínua H-24. Gestão da ma- nutenção e dos ativos das organizações. Tecnologia de instalações, equipamentos, componentes e dispositivos de mecânica fina, elétri- cos, eletrônicos, magnéticos e ópticos da engenharia de comunicação e telecomunicações Circuitos de alimentação elétrica (proteções, etc.). Normas para projeto e instalação de cabeamento estruturado metálico ou óptico. Gerenciamento de obras de instalações elétricas e de Te- lecomunicações. Cabines primárias e subestações abaixadoras. Mo- nitoramento de impactos ambientais causados por equipamentos ele- trônicos e de telecomunicações. Ciclo de vida de um projeto - PERT, GERT, Caminho crítico, Diagrama de Gantt , WBS - Work Break- down Structure. Gerenciamento de riscos em projetos - conceitos, identificação, avaliação, planejamento da resposta ao risco, rastrea- mento do risco. Disciplinas do gerenciamento de projetos (PMI). Fiscalização de contratos de soluções na área de análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de WAN e LAN de Sistemas Integrados de Comando e Controle. Ela- boração de orçamento e controle de qualidade. Administração de contratos. Leis nº 8.666/1993 e 8.883/1994. Resolução CONFEA nº 361/1991. Normas aplicáveis à saúde e Segurança no Trabalho. Es- tudos de viabilidade. Conceitos básicos de mapeamento, análise, mo- delagem monitoramento e integração de processos; avaliação de es- tratégias para melhoria dos processos de negócio; Noções de Mi- croprocessadores e demais periféricos. Ferramentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico. Organização de informação para uso na Internet, acesso à distância a computadores, transferência de in- formação e arquivos. Conceitos de proteção e segurança da infor- mação, segurança física e lógica, normas ABNT sobre segurança física e lógica em Tecnologia da Informação. Procedimentos, apli- cativos e dispositivos para armazenamento de dados e para realização de cópia de segurança (backup). Conceitos de organização e de ge- renciamento de arquivos, pastas e programas, instalação de perifé- ricos. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: TÉCNICO ESPECIA- LIZADO DE SUPORTE - NÍVEL III CIÊNCIAS CONTÁBEIS - ORÇAMENTO PÚBLICO: ca- racterísticas do orçamento tradicional, do orçamento-programa e do orçamento de desempenho. Princípios orçamentários. Leis Orçamen- tárias: PPA, LDO, LOA. Orçamento fiscal e de seguridade social. Orçamento na Constituição Federal de 1988. Conceituação e clas- sificação da receita e da despesa orçamentária brasileira. Execução da receita e da despesa orçamentária. Créditos Adicionais. Cota, pro- visão, repasse e destaque. Lei nº10.180/2001. Instrução Normativa STN nº 01, de 15 de janeiro de 1997 e alterações posteriores. CON- TABILIDADE PÚBLICA: Conceito, objeto, objetivo, campo de atua- ção; Variações Patrimoniais: Variações Ativas e Passivas, Orçamen- tárias e Extraorçamentárias; Plano de Contas Único Aplicado ao Setor Público: conceito; estrutura básica: ativo, passivo, despesa, receita, resultado diminutivo, resultado aumentativo, estrutura das contas, ca- racterísticas das contas; Contabilização dos Principais Fatos Con- tábeis: previsão da receita, fixação da despesa, descentralização de créditos, liberação financeira, realização da receita e despesa; Ba- lancete: características, conteúdo e forma; Demonstrações Contábeis aplicadas ao Setor Público. Noções de SIAFI - Sistema de Admi- nistração Financeira da Administração Pública Federal. Lei nº 4.320/64. Procedimentos de retenção de impostos e contribuições federais. Lei nº 9430/1996 e alterações posteriores. Instrução Nor- mativa SRF nº 480/2004. Lei nº 4.320/64. Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBC T 16.1 a NBC T 16.11). Lei Complementar no. 101/00 - Lei de Responsabilidade Fis- cal e seus instrumentos de transparência. Tomada e Prestação de Contas no Setor Público. CONTABILIDADE GERAL: Princípios fundamentais de contabilidade (aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade, através da Resolução CFC nº 750/93 e posteriores atualizações); Patrimônio: Componentes Patrimoniais - ativo, passivo e patrimônio líquido; Fatos contábeis e variações patrimoniais; Contas patrimoniais e de resultado; Teorias, funções e estrutura das contas; Apuração de resultados; Sistemas de contas e plano de contas; De- monstrações contábeis; Análise das demonstrações contábeis; Lei nº 6.404/76 e alterações posteriores. NBC TG - Estrutura Conceitual; NBC TG 26 - Demonstrações Contábeis; NBC TG 16 - Estoques; NBC TG 27 - Imobilizado; NBC TG 32 - Tributo sobre Lucro; NBC TG 18 - Coligas, Controladas e Controle Conjunto. Investimentos - Aquisição de Investimentos aplicação da NBC TG 15 - Combinação de Negócios (Ágio, Deságio, Goodwill e Ganho por compra Van- tajosa). Aspectos relacionados com a aplicação do Método da Equi- valência Patrimonial (MEP) e do Valor Justo. Aspectos relacionados com a Nova Lei Fiscal (Lei 12.973/14 - artigos de 1 a 70). Fun- damentos de Auditoria: Planejamento, Procedimentos, Relatórios e Eventos Subsequentes. Aspectos básicos relacionados a custo: Custos (fixos, variáveis, diretos e indiretos); Pontos de Equilíbrio (contábil, financeiro e econômico). PEDAGOGIA - O projeto político-pedagógico da escola e concepções atuais de planejamento. Pedagogia de Projetos. Inter- disciplinaridade/ Transdisciplinaridade. História e atuação do peda- gogo no Brasil. Pedagogia e direitos humanos. Educação à distância: história, características, concepções e legislações. Tecnologia Edu- cacional: potencialidades, limitações e concepções. Pensamento Pós- moderno em Educação: diferentes autores e suas concepções. Edu- cação ambiental no contexto educativo: implicações para o consumo e o desenvolvimento sustentável. Pressupostos teóricos. História da Educação. Filosofia da Educação/ Fundamentos Filosóficos da Edu- cação. Sociologia e educação: correntes e teóricos. Currículo e a diversidade cultural. Concepções e teorias do currículo. Avaliação: perspectivas histórias e funções atuais da avaliação no processo edu- cativo. Procedimentos e instrumentos para avaliação da aprendiza- gem. Didática. Políticas Públicas em Educação. Educação Espe- cial/Inclusiva. Educação, Sociedade e Cultura. Trabalho e Educação: perspectivas críticas e renovadoras. Administração e Gestão da Or- ganização Escolar. Formação continuada em educação. A Psicologia e suas contribuições para a Educação: correntes, teorias e autores. Edu- cação de Jovens e Adultos. Escola, violência, ética e cidadania. Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Constituição Federal - Capítulo III - Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I - Da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9394/1996 e alterações posteriores. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Organização de Computadores - Tipos e representações de dados numéricos; Arit- mética binária; Álgebra booleana; Codificação de caracteres; Com- ponentes da UCP; Conceito de interrupção; Modos de endereçamento. Engenharia de Software - Modelos de ciclo de vida e ferramentas CASE; Processos e metodologias de desenvolvimento de software: Processo de desenvolvimento de software unificado (Unified Pro- cess), eXtremme Programming (XP), Scrum, Kanban. Engenharia de requisitos: Técnicas de elicitação, gerenciamento, especificação, téc- nicas de validação de requisitos, prototipação. Qualidade do Processo de Desenvolvimento de Software: MPS.BR (Melhoria de Processo do Software Brasileiro): Conceitos gerais, Níveis de Maturidade, Pro- cessos; CMMI (Capability Maturity Model Integration) para desen-
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 2015 95ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900095 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 volvimento versão 1.3: Conceitos Gerais, Áreas de Processo, Re- presentações contínua e por estágio. Banco de Dados - Conceitos Gerais; Padrão ANSI para arquitetura de SGBD; Modelo relacional de dados; Álgebra relacional; Cálculo relacional; Formas normais; Transação; Modelo de Dados: Entidades, Atributos, Relacionamentos Cardinalidade, Generalização e especialização de entidades, Mapea- mento para modelo relacional; ANSI SQL/92: Níveis de Isolamento de transações, Criação de tabelas, Manipulação de dados (insert, up- date, delete), Clausula select, Funções de agregação, Junções, Sub- queries, Visões (atualização de dados). Comunicação de Dados e Telefonia - Sinais analógicos e Sinais Digitais; Transmissão com perdas; Transmissão serial e transmissão paralela; Antenas; Multi- plexação; Meios de transmissão; Comutação de circuitos; Redes de telefonia; DSL; Telefonia Celular; Voz sobre IP (VoIP); Qualidade de serviço (QoS); Segurança da informação; VPN. Redes de Compu- tadores - Arquitetura OSI da ISO; Arquitetura TCP/IP. Infraestrutura: Cabeamento estruturado categorias 3, 5, 5e, 6 e 6a, de acordo com a NBR 14.565; Roteadores; Switches; Concentradores; Multiplexado- res; Rede sem fio (Wireless); padrões IEEE 802.11b/g/n; Protocolos: IPv4, IPv6, TCP, UDP, IPSec, , HTTP, HTTPS. Contratação de So- luções de Tecnologia da informação - Planejamento das contratações; Legislação e jurisprudência pertinentes; Processo de planejamento da contratação; Artefatos gerados no processo de planejamento da con- tratação; Riscos e sugestões de controles internos; Gestão do co- nhecimento sobre o processo de contratação. Fundamentos da ITIL (INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY) - Definição de Serviço; Métricas (CSF, KPI); Modelo RACI; Service Desk; Gerências de: Demandas, Portfólio, Catálogo e Níveis de Ser- viço; Capacidade; Disponibilidade; Continuidade; Segurança; Mudan- ças; Configuração; Liberação; Validação; Conhecimento; Eventos; In- cidentes; Requisição; Problemas; Acesso e Melhoria Contínua. ENGENHARIA CIVIL - Programação, Controle e Acom- panhamento de Obras: Orçamento e composição de custos, levan- tamento de quantitativos, planejamento e controle físico-financeiro. Acompanhamento e aplicação de recursos (vistorias, emissão de fa- turas, controle de materiais). Critérios de Medição de Obras. BDI e encargos sociais incidentes em orçamentos de obras. Sistema de ges- tão da qualidade. Produtividade na construção civil. Orçamento e cronograma de obras públicas. Projetos de obras de construção civil. Levantamentos aerofotogramétricos e topográficos. Locação de obras e rodovias. Georreferenciamento. Noções de sistema cartográfico e de geoprocessamento. Projeto arquitetônico e legislação urbanística. Pro- jeto de fundações. Projeto estrutural. Projeto de instalações hidráu- licas, sanitárias e pluviais. Projeto de hidrovias. Projeto de portos. Projeto de pontes e viadutos. Projeto de túneis. Projeto de barragem de usina hidrelétrica. Projeto de infraestrutura civil para transmissão e distribuição de energia elétrica. Execução de obras de construção civil. Documentação e registro de obra. Barragens e muros de arrimo. Concretagens de fundações. Estruturas de concreto armado e pro- tendido. Estruturas especiais de concreto armado. Estruturas de al- venaria resistente. Estruturas metálicas. Estruturas de madeira. De- senho técnico. Materiais de construção civil. Tecnologia dos materiais de construção civil. Resistência dos materiais de construção civil. Equipamentos e veículos de construção civil. Estudos de viabilidade técnica, econômica, ambiental e social. Licitação de Obras Públicas: Projeto básico e projeto executivo. Orçamento de referência para licitação. Contratos e aditivos. Princípios de planejamento e de or- çamento público. Edificações: Engenharia e Arquitetura residencial (residências isoladas, edifícios de apartamentos, condomínios hori- zontais e verticais, habitação social). Noções gerais de engenharia e arquitetura de edificações públicas. Materiais de construção civil: aglomerantes e agregados. Instalações Elétricas. Instalações Hidro- sanitárias. Prevenção de incêndios. Controle ambiental das edifica- ções (térmico, acústico e luminoso). Memorial descritivo e espe- cificações técnicas de materiais e serviços. Acessibilidade. Constru- ção industrializada. Critérios e parâmetros de desempenho das edi- ficações. Sistemas construtivos não tradicionais para edificações co- merciais: pré-moldados em concreto, steel-framing, modular em aço. Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Perícias: Vis- toria de obras e de edifícios. Vícios e patologias de construção. Recuperação de estruturas e de edificações. Responsabilidade técnica. Recursos Hídricos e Saneamento: Estudo e projetos de infraestrutura hídrica (adutoras, barragens, sistema simplificado de abastecimento de água, drenagens, dragagens e canais). Obras de infraestrutura hí- drica. Planejamento de projetos de irrigação. Classificação de terras para irrigação. Avaliação de recursos hídricos. Disponibilidade de recursos hídricos. Demanda hídrica do projeto. Dimensionamento de sistemas hidráulicos e avaliação econômica e financeira de projetos de irrigação. Avaliação de pequenas barragens. Viabilidade, plane- jamento e controle de obras de saneamento e hidráulica: técnico, físico-financeiro e econômico. Projeto e execução de obras civis de saneamento. Hidráulica e saneamento básico. Estudos de concepção, levantamentos técnicos, diagnósticos ou relatórios técnicos prelimi- nares referentes à implantação ou ampliação de sistemas de abas- tecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos urbanos e manejo de águas pluviais urbanas. Planos diretores e planos municipais de saneamento participativos. Projeto, acompanhamento e fiscalização de obras de saneamento básico, envolvendo os seguintes componentes: água, esgoto, manejo de resíduos sólidos e águas plu- viais. Projetos e obras de saneamento integrado em assentamentos precários, abrangendo: abastecimento de água; coleta, tratamento e destinação final de esgoto; coleta, tratamento e destinação final de resíduos sólidos; drenagem; contenção de encostas; reassentamento de moradias. Tratamento de água, esgotos e resíduos sólidos urbanos. Sistemas, métodos e processos de abastecimento de água; esgota- mento sanitário; manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais ur- banas. Estudos de inventário; estudos de viabilidade técnica e eco- nômica; projeto básico; projeto executivo; implantação. Gestão de riscos e resposta a desastres. Hidrologia: ciclo hidrológico e bacia hidrográfica; balanço hídrico; escoamento superficial; vazão máxima e hidrograma de projeto; regionalização de vazões; controle de en- chentes. Medidas de controle de inundações, alagamentos e enxur- radas. Gestão de riscos das águas urbanas. Estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/RIMA). Geotecnia, Pavimentação e Terra- plenagem: Geologia aplicada: conceito, áreas de atuação, histórico e métodos. Dinâmica interna da terra. Processos tectônicos. Rochas e minerais. Dinâmica externa da terra. Intemperismo em rochas. In- temperismo de solos tropicais. Classificações geotécnicas de solos. Classificações geomecânicas de maciços rochosos. Feições estrutu- rais. Processos do meio físico. Mapas geológicos. Tecnologia de ro- chas. Comportamento geotécnico. Mapeamento geotécnico. Cartas geotécnicas municipais. Setorização de riscos. Gestão de riscos. Geo- logia de engenharia no projeto e execução de contenção de encostas, drenagens, fundações e pavimentos. Investigação e tratamento geo- lógico-geotécnico no projeto. Execução de contenções de encostas, drenagens, pavimentos e fundações. Escavações. Contenção de ta- ludes e escoramentos. Estudos de viabilidade técnica, econômica, ambiental e social. Geometria de vias urbanas e estradas. Curvas Horizontais e Verticais. Especificação e dimensionamento de pavi- mentos. Vistoria, recuperação e conservação de pavimentos. Terra- plenagem. Corte e aterro. Jazidas e bota fora. Equipamentos para transporte, desmonte e compactação de solo. Cálculo de energia de compactação. Transportes e Mobilidade Urbana: Plano Nacional de Logística e Sistemas de Transportes (PNLT): especificidade e fun- cionalidade das modalidades de transporte (rodoviário, ferroviário, aquaviário, aéreo, dutoviário e urbano). Aspectos físicos, operacio- nais, econômicos, institucionais e tecnológicos do setor. Multimo- dalidade e intermodalidade. Infraestrutura viária. Regulação do setor de transporte. Interface do setor de transporte com outros setores. Transporte e integração regional. Sistema Nacional de Viação. Pla- nejamento de sistemas de transportes: estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental. Infraestrutura viária: rodovias, ferrovias, me- trovias e hidrovias. Estudos e projetos de obras rodoviárias, fer- roviárias e aquaviárias. Técnicas construtivas de obras rodoviárias, ferroviárias e aquaviárias. Operação e material rodante para transporte ferroviário. Manutenção e recuperação de infraestruturas rodoviárias, ferroviárias e aquaviárias. Dragagem. Estudos de viabilidade técnica, econômica, ambiental e social. Planejamento de obras: programação, orçamentação e controle. Sistema de custos rodoviários nº 2 (SICRO 2). Estatuto da Cidade: diretrizes gerais da política urbana. Urba- nização: Parcelamento do solo (condições e restrições para parce- lamento). Infraestrutura para urbanização de glebas (abertura de vias, abastecimento de água, esgoto sanitário, pavimentação, drenagem, rede de distribuição de energia e iluminação pública). Urbanização de assentamentos precários. Regularização fundiária. Acessibilidade a deficientes. Gestão de Manutenção Predial: Tipos de Manutenção (preditiva, preventiva, corretiva). Engenharia de Manutenção. Indi- cadores de Performance de Manutenção. Manutenção e gestão de ativos patrimoniais. Meio Ambiente: Licenças ambientais. Outorgas para uso de recursos hídricos. Áreas de proteção permanente e de proteção ambiental. Estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/RI- MA). Gestão de Projetos: Conceito de projeto, programa e processo. Gerenciamento de escopo, tempo, custos e recursos humanos alo- cados em projetos. Métricas de desempenho do projeto. Noções de análise de risco. Análise Multicritério. ENGENHARIA ELÉTRICA - Energia e trabalho. Circuitos Elétricos: Fundamento e Leis Básicas; Comportamento permanente e transitório de circuitos resistivos; indutivos e capacitivos. Análise de redes. Medidas Elétricas: Fundamentos. Formas de medidas elétricas e magnéticas. Sistemas elétricos de corrente constante e corrente alternada. Proteção em redes de distribuição de média e baixa tensão, Riscos Elétricos, norma de proteção Nr 10. Tecnologia dos materiais elétricos. Materiais condutores e isolantes. Materiais semicondutores. Materiais magnéticos. Principais aplicações. Produção de Energia Elétrica: Princípio de conversão de energia. Motores Elétricos. Má- quinas e equipamentos de conversão. SmartGrid. Eficiência Ener- gética. Procel - Programa Nacional de Conservação de Energia Elé- trica; iluminação pública. Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE; Acionamento Industrial: Tipos de acionamento. Tipos de chaves: ma- nuais e automáticas. Relés e contatores. Esquemas elétricos de pai- néis. Iluminação predial e de áreas externas. Análises de óleo iso- lante. Sistemas de aterramento e malhas de terra. Transformadores. Disjuntores de A.T e B.T. Quadros de comando, controle e proteção. Motores elétricos. Operação e manutenção de sistemas elétricos de distribuição. Operação e manutenção de Sistemas No Break estático e dinâmico. Sistemas de Bancos de Baterias industriais. Conceitos e fundamentos aplicados à manutenção de instalações industriais (ma- nutenção preditiva, preventiva e corretiva). Administração de ma- teriais técnicos de consumo. Planejamento e controle da manutenção (planejamento anual de atividades. sistema de ordem de serviços. histórico de intervenções em equipamentos, componentes principais e em instalações; custos aplicados à manutenção). Programação e exe- cução de serviços de manutenção. Organização da manutenção em sistemas de operação contínua H-24. Gestão da manutenção e dos ativos das organizações. Administração de contratos. Leis nº 8.666/1993 e 8.883/1994. Resolução CONFEA nº 361/1991. Normas aplicáveis à saúde e Segurança no Trabalho. Conceitos Básicos de Redes de Telecomunicações. Conceitos básicos de Telefonia Ana- lógica e Digital. Conceitos básicos de Sinalizações Telefônicas. Con- ceitos básicos de tráfego Telefônico. Princípios de comunicação de dados. Modelo de Referência OSI/ISO. Arquitetura TCP/IP. Redes Convergentes. Conceitos Básicos de Telefonia IP. Qualidade de Ser- viço em Redes IP. Segurança em Redes IP, Firewall, VPN, DMZ, Criptografia e Autenticação. Fibra Óptica; Redes de Acesso sem fio 802.11 e suas versões. Conceitos básicos sobre Sistemas Tronca- lizados; Conceitos básicos sobre padrão Tetra. Ferramentas e apli- cativos de navegação, de correio eletrônico. Organização de infor- mação para uso na Internet, acesso à distância a computadores, trans- ferência de informação e arquivos. Conceitos de proteção e segurança da informação, segurança física e lógica, normas ABNT sobre se- gurança física e lógica em Tecnologia da Informação. Conceitos bá- sicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos de informática: conceitos de hardware e de software. Procedimentos, aplicativos e dispositivos para armazenamento de da- dos e para realização de cópia de segurança (backup). Conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos, pastas e programas, instalação de periféricos. Aplicativos para edição de textos e planilhas eletrônicas (Microsoft). Sistemas digitais e circuitos de pulso. Mi- croprocessadores e demais periféricos. Propagação de sinais (ruídos) e Circuitos de alimentação elétrica (proteções, etc.). Gerenciamento de obras de instalações elétricas. Cabines primárias e subestações abaixadoras. Teoria dos Dispositivos do Estado Sólido: Diodo; Dis- junção do Estado sólido; Circuitos equivalentes. Análise de circuitos com diodos. Transistores e a junção. Modelo de base comum e mo- delos de emissor comum. Polarização e estabilização de transistor. Amplificadores operacionais. Instrumentos de Medida: Indicadores básicos. Características. Gerador de áudio. Fontes DC e AC. Am- plificadores de áudio e frequência. Polarização e fator de Estabi- lidade. Cálculo de ganho de impedância. Controle de tonalidade. Compensação em frequência. ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES - Conceitos Básicos de Redes de Telecomunicações. Conceitos básicos de Te- lefonia Analógica e Digital. Conceitos básicos de Sinalizações Te- lefônicas. Conceitos básicos de tráfego Telefônico. Princípios de co- municação de dados. Modems. xDSL. Modulação, multiplexação e Transmissão de sinais analógicos e digitais. PCM/TDM, SDH. Con- ceitos de telefonia móvel e celular, tecnologia e serviços. Conceitos básicos sobre Sistemas Troncalizados; Conceitos básicos sobre padrão Tetra ou similares. Noções de radar satélites de comunicação, sis- temas de posicionamento e navegação. Redes de Telecomunicações. Modelo de Referência OSI/ISO. Arquitetura TCP/IP. Redes Conver- gentes. Conceitos Básicos de Telefonia IP. Qualidade de Serviço em Redes IP. Segurança em Redes IP, Firewall, VPN, DMZ, Criptografia e Autenticação. MPLS e MetroEthernet, modelo IEEE 802, Redes Ethernet, Redes de Acesso sem fio 802.11 e suas versões. Análise básica de diagramas e circuitos elétricos e eletrônicos. Noções de componentes eletrônicos. Instrumentos de Medida: Indicadores bá- sicos. Características. Gerador de áudio. Fontes DC e AC. Ampli- ficadores de áudio e frequência. Controle de tonalidade. Compen- sação em frequência. Equipamentos de áudio e transmissão de ima- gens. Conceitos e fundamentos aplicados à manutenção de instalações industriais (manutenção preditiva, preventiva e corretiva). Adminis- tração de materiais técnicos de consumo. Planejamento e controle da manutenção (planejamento anual de atividades. sistema de ordem de serviços. histórico de intervenções em equipamentos, componentes principais e em instalações; custos aplicados à manutenção). Pro- gramação e execução de serviços de manutenção. Organização da manutenção em sistemas de operação contínua H-24. Gestão da ma- nutenção e dos ativos das organizações. Tecnologia de instalações, equipamentos, componentes e dispositivos de mecânica fina, elétri- cos, eletrônicos, magnéticos e ópticos da engenharia de comunicação e telecomunicações Circuitos de alimentação elétrica (proteções, etc.). Normas para projeto e instalação de cabeamento estruturado metálico ou óptico. Gerenciamento de obras de instalações elétricas e de Te- lecomunicações. Cabines primárias e subestações abaixadoras. Mo- nitoramento de impactos ambientais causados por equipamentos ele- trônicos e de telecomunicações. Ciclo de vida de um projeto - PERT, GERT, Caminho crítico, Diagrama de Gantt , WBS - Work Break- down Structure. Gerenciamento de riscos em projetos - conceitos, identificação, avaliação, planejamento da resposta ao risco, rastrea- mento do risco. Disciplinas do gerenciamento de projetos (PMI). Fiscalização de contratos de soluções na área de análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de WAN e LAN de Sistemas Integrados de Comando e Controle. Ela- boração de orçamento e controle de qualidade. Administração de contratos. Leis nº 8.666/1993 e 8.883/1994. Resolução CONFEA nº 361/1991. Normas aplicáveis à saúde e Segurança no Trabalho. Es- tudos de viabilidade. Conceitos básicos de mapeamento, análise, mo- delagem monitoramento e integração de processos; avaliação de es- tratégias para melhoria dos processos de negócio; Noções de Mi- croprocessadores e demais periféricos. Ferramentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico. Organização de informação para uso na Internet, acesso à distância a computadores, transferência de in- formação e arquivos. Conceitos de proteção e segurança da infor- mação, segurança física e lógica, normas ABNT sobre segurança física e lógica em Tecnologia da Informação. Procedimentos, apli- cativos e dispositivos para armazenamento de dados e para realização de cópia de segurança (backup). Conceitos de organização e de ge- renciamento de arquivos, pastas e programas, instalação de perifé- ricos. ANEXO IV ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXI- DADE GERENCIAL - NÍVEL V COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM JORNALISMO - Executar atividades técnicas de complexidade ge- rencial, bem como: 1. elaborar, redigir, condensar, titular, interpretar, corrigir ou coordenar matéria a ser divulgada; entrevistar, reportagem; planejar, organizar, dirigir e executar serviços de jornalismo; 2. co- letar notícias ou informações e seu preparo para divulgação; 3. revisar originais de matéria jornalística, com vistas à correção redacional e à adequação da linguagem; 4. organizar e conservar arquivo jornalístico e pesquisa dos respectivos dados para elaboração de notícias; 5. executar a distribuição gráfica de texto, fotografia ou ilustração de caráter jornalístico, para fins de divulgação; 6. assessorar o Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, nos assuntos re- lativos às suas atribuições; 7. orientar, coordenar, controlar e avaliar projetos e atividades de comunicação social, com enfoque institu-
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 201596 ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900096 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 cional, no âmbito da SESGE; 8. promover a difusão dos serviços prestados pela SESGE, bem como as informações de interesse do público interno e da sociedade, resguardando aquelas consideradas de caráter sigiloso; 9. promover a elaboração do material de divulgação institucional de caráter permanente, bem como supervisionar sua ela- boração e promover sua distribuição; 10. promover o controle e manutenção do acervo documental jornalístico; assessorar o Secre- tário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos nas reuniões institucionais da SESGE; 11. coordenar as atividades do Gabinete do Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, in- clusive nos assuntos relativos à agenda institucional e à segurança do titular da SESGE; 12. realizar a gestão documental da Assessoria de Relações Institucionais -ARI; e 13. exercer outras atividades reco- nhecidas como do profissional de Jornalismo. PEDAGOGIA - Executar atividades técnicas de complexi- dade gerencial, bem como: 1. coordenar o planejamento e a execução das ações pedagógicas; 2. acompanhar o processo de implementação das diretrizes da política de segurança pública relativas à formação do profissional de segurança pública; 3. avaliar os resultados obtidos na operacionalização das ações pedagógicas; 4. analisar os resultados da Política de Capacitação dos Profissionais de Segurança Pública; 5. promover e incentivar a realização de palestras, encontros e similares sobre temas relevantes para educação preventiva integral, cidadania e segurança pública; 6. articular com as instâncias de Governo Federal, Estadual, Distrital e Municipal das áreas dos Grandes Eventos, bem como com organizações multilaterais e entidades privadas de in- teresse dos projetos, de forma a estabelecer canais de relacionamento, comunicação e ação que garantam o alcance dos objetivos dos pro- jetos sociais estabelecidos pela SESGE; 7. desenvolver programas e ações de segurança, principalmente de caráter educativo e cidadão, com foco nas comunidades de maior vulnerabilidade social nas áreas dos Grandes Eventos, inclusive por meio do fomento financeiro a programas governamentais e não governamentais, respeitando as pe- culiaridades de cada comunidade; 8. apoiar a reconstituição de es- paços urbanos das áreas de Grandes Eventos, mediante a implantação de ações voltadas para locais considerados de alto risco em termos de violência, criminalidade e desastres; 9. elaborar minutas de editais, termos de referências e outros documentos inerentes à contratação de especialistas consultores para os diferentes projetos, em conjunto com a Diretoria de Administração, submetendo-os ao Secretário da Se- cretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, para aná- lise e aprovação; 10. articular com os órgãos governamentais, en- tidades não governamentais e organizações multilaterais, visando ao planejamento, implementação e acompanhamento dos projetos de ca- pacitação nos Grandes Eventos, em conjunto com as Diretorias de Operações e de Inteligência, de acordo com a natureza da capa- citação; 11. fomentar financeiramente instituições governamentais e não governamentais nas áreas dos Grandes Eventos, por meio de convênios e editais de seleção, a partir de levantamento situacional da criminalidade que indique a necessidade premente de cada local, visando à redução da criminalidade e da violência; 12. disseminar o conceito de segurança cidadã e as novas ações e metodologias de- senvolvidas na área de segurança de Grandes Eventos, em particular quanto ao legado social, junto a instituições governamentais e não governamentais e às comunidades envolvidas; e 13. exercer outras atividades reconhecidas como do profissional de Pedagogia. RELAÇÕES PÚBLICAS - Executar atividades técnicas de complexidade gerencial, bem como: 1. coordenar o relacionamento da SESGE com seus diversos públicos de interesse, mediante estratégias de comunicação; 2. elaborar diagnósticos, estratégias e políticas vol- tadas para o aperfeiçoamento das relações entre instituições, grupos humanos organizados, setores de atividades públicas ou privadas, nacionais e internacionais, e a sociedade em geral; 3. coordenar a implantação de programas e instrumentos que assegurem a interação entre a SESGE e os seus diversos públicos de interesse, acompa- nhando, avaliando e aperfeiçoando os processos e produtos perti- nentes, com base nos resultados obtidos; coordenar a interlocução entre as funções de relações públicas e as demais funções profis- sionais existentes na área da Comunicação e, ainda, com outras áreas com as quais as relações públicas exerçam interface; 4. atuar na negociação e mediação de conflitos de interesses entre os órgãos e entidades envolvidos na segurança dos Grandes Eventos; 5. participar das tratativas para a articulação das ações de segurança entre os órgãos e entidades envolvidos na segurança dos Grandes Eventos; 6. planejar, coordenar, orientar e controlar as atividades e ações de- senvolvidas pela SESGE voltadas para proporcionar à sociedade a visão do seu papel institucional, em consonância com a política de comunicação do Ministério da Justiça, favorecendo os fluxos de co- municação e interação entre a instituição e seus distintos públicos; 7. criar e redigir documentação específica para eventos, como ofícios, check-list, convites, roteiros, nominatas e relatórios; 8. formar e or- ganizar cadastro de pessoas e malas diretas, selecionar e identificar parceiros, apoiadores, fornecedores e convidados internos e externos e estabelecer os contatos necessários; acompanhar todas as etapas da preparação, organização e da execução do evento em diversos am- bientes da SESGE, além de alguns locais externos; 9. recepcionar autoridades brasileiras e estrangeiras; acompanhar cidadãos brasilei- ros e estrangeiros pelos ambientes constantes do Programa de Vi- sitação Institucional, fazendo exposições e prestando informações de caráter histórico/ institucional em português, inglês ou espanhol; e 10. exercer outras atividades reconhecidas como características do pro- fissional de Relações Públicas. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Executar atividades técnicas de complexidade gerencial, Bem como: 1. analisar, projetar, desenvolver, documentar, implantar sistemas informatizados; 2. rea- lizar levantamento de requisitos e funcionalidades dos sistemas, es- pecificação de arquitetura tecnológica, definição de ferramentas de apoio à modelagem e desenvolvimento de sistemas; 3. exercer ati- vidades de definição, prospecção, escolha, implantação, treinamento e manutenção de soluções, metodologias, processos, padrões e ferra- mentas referentes à análise de sistemas para a SESGE; 4. fiscalizar contratos de soluções tecnológicas; 5. realizar outras atividades com- preendidas no escopo da disciplina de análise de sistemas, em es- pecial a parte de sistemas, bancos de dados, hardware, software, redes e comunicação do Sistema Integrado de Comando e Controle; 6. definir a estrutura e infraestrutura de tecnologia da informação e comunicações necessárias para as ações de segurança dos Grandes Eventos; 7. articular-se para integrar as bases de dados e sistemas automatizados e de comunicação necessários à segurança dos Grandes Eventos; 8. planejar e especificar as necessidades de equipamentos e softwares dos processos de tecnologia de informação e comunicação; 9. propor diretrizes para o planejamento, a supervisão, a coordenação, a orientação, e a avaliação da política de informática e de tele- comunicações; 10. propor normas administrativas e operacionais, de utilização e manutenção adequada dos recursos de tecnologia da in- formação, bem como zelar pelo seu cumprimento; 11. administrar os recursos da tecnologia da informação, incluindo a Internet e Intranet, bem como as instalações da rede de telecomunicações; 12. identificar as necessidades, bem como supervisionar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento, a implantação, a implementação, a manutenção e a atualização tecnológica dos sistemas; 13. coordenar e acompanhar a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos de informática e de telecomunicações; 14. planejar, orientar, coordenar e avaliar a configuração da rede integrada, dos meios de comunicação eletrô- nicos e dos sistemas informatizados de segurança e serviços públicos e privados disponibilizados; 15. planejar e supervisionar a rede in- tegrada nas diferentes plataformas, garantindo a sua funcionalidade, integridade e confiabilidade; 16. proceder à atualização e difusão da legislação e da jurisprudência relativas à gestão da tecnologia da informação, bem como organizar e manter o acervo de obras e do- cumentos correlatos; 17. proceder aos eventuais remanejamentos da rede de telecomunicações, no tocante à infraestrutura de circuitos de dados e voz, cabeamento, antenas de rádio e telefonia; 18. prover meios e procedimentos para a padronização, controle de qualidade e segurança das centrais telefônicas; 19. acompanhar os contratos, con- vênios e termos congêneres relativos à tecnologia da informação, verificando a utilização dos recursos tecnológicos; e 20. exercer ou- tras atividades reconhecidas como do profissional de Tecnologia da Informação e Telecomunicação e da respectiva área de formação. CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE COMPLEXI- DADE INTELECTUAL - NÍVEL IV CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Executar atividades de comple- xidade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pes- quisas e diagnósticos, bem como; 1. a coordenação e execução de atividades orçamentárias, financeiras, contábeis, patrimoniais e de custos; 2. a realização de auditoria contábil e financeira; 3. a ela- boração de normas, relatórios e emissão de pareceres; 4. a inter- pretação e aplicação da legislação econômico-fiscal, tributária e fi- nanceira; 5. o gerenciamento, coordenação e execução das atividades referentes à elaboração, à revisão e ao acompanhamento de pro- gramação orçamentária e financeira anual e plurianual; 6. o acom- panhamento da gestão dos recursos públicos; 7. o acompanhamento da sistematização e da padronização de procedimentos contábeis no âmbito do Governo Federal; 8. a análise, acompanhamento e orien- tação da escrituração da concessão, liberação, prestação de contas e baixa de responsabilidade de suprimento de fundos; 9. a consulta, o levantamento, a análise, o acompanhamento, o controle, a orientação e a proposição de medidas para a escrituração ou regularização de eventuais saldos contábeis invertidos em demonstrações do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal - SIAFI; 10. o acompanhamento, no SIAFI, da execução contábil dos atos de gestão orçamentária, financeira e patrimonial; 11. a consulta, o le- vantamento, a análise, o acompanhamento, o controle, a orientação e a proposição de medidas para o saneamento ou regularização de eventuais inconsistências ou desequilíbrios na escrituração dos atos de gestão orçamentária, financeira e patrimonial; 12.a análise, o acom- panhamento, o controle, a orientação e a proposição, em tempo hábil das diretrizes e formas para a elaboração, formatação, estruturação, compatibilização e divulgação de demonstrações e balancetes; 13. a consulta, o acompanhamento, o controle e a orientação de proce- dimentos para o registro de conformidade contábil e documental no SIAFI; 14. a análise das demonstrações contábeis extraídas do SIAFI; certificar-se da existência das conformidades diária e de suporte do- cumental; 15. o processo de todos os registros ou lançamentos que tiverem por objeto a regularização que dependa exclusivamente da sua unidade seccional contábil; 16. a instauração dos processos de tomada e prestação de contas anual juntando relatório de gestão, demonstrativos e balanços exigidos na legislação vigente; 17. a apre- sentação de notas explicativas em demonstrações contábeis, na forma da lei; 18. a proposição de respostas e a prestação de informações que satisfaçam às requisições e diligências expedidas pelos Órgãos de Controle Interno e Externo no tocante às tomadas e prestações de contas; 19. a responsabilidade pelos registros contábeis e demons- trações deles decorrentes; 20. a elaboração de demonstrativos, ins- trumentais e peças exigidas dos gestores na legislação em vigor; e 21.o exercício de outras atividades reconhecidas como do profissional de Ciências Contábeis. COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM JORNALISMO - Executar atividades de complexidade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pesquisas e diagnósticos, bem como: 1. a elaboração, redação, condensação, titulação, interpretação ou correção de matéria a ser divulgada; entrevista, reportagem; pla- nejamento, organização, direção e execução de serviços de jorna- lismo; 2. a revisão de originais de matéria jornalística, com vistas à correção redacional e à adequação da linguagem; 3. organização e conservação de arquivo jornalístico e pesquisa dos respectivos dados para elaboração de notícias; 4. a execução da distribuição gráfica de texto, fotografia ou ilustração de caráter jornalístico, para fins de divulgação; 5. auxiliar o Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, nos assuntos relativos às suas atribuições; 6. a orientação, controle e avaliação dos projetos e atividades de co- municação social, com enfoque institucional, no âmbito da SESGE; 7. a difusão dos serviços prestados pela SESGE, bem como as in- formações de interesse do público interno e da sociedade, resguar- dando aquelas consideradas de caráter sigiloso; 8. a elaboração do material de divulgação institucional de caráter permanente, bem como supervisionar sua elaboração e promover sua distribuição; 9. o con- trole e manutenção do acendo documental jornalístico; assessorar o Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos nas reuniões institucionais da SESGE; 10. suporte à coordenação das atividades do Gabinete do Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, inclusive nos assuntos relativos à agenda ins- titucional e à segurança do titular da SESGE; 11. a gestão documental da Assessoria de Relações Institucionais - ARI; e 12. o exercício de outras atividades reconhecidas como do profissional de Jornalismo. ENGENHARIA CIVIL - Executar atividades de complexi- dade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pes- quisas, diagnósticos e outras atividades referentes a edificações, es- tradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, bar- ragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afíns e correlatos, bem como: 1. a supervisão, co- ordenação e orientação técnica; o estudo, planejamento, projeto e especificação; 2. o estudo da viabilidade técnico-econômica; 3. a direção de obra e serviço técnico; a vistoria, perícia, avaliação, ar- bitramento, laudo e parecer técnico; 4. o desempenho de cargo e função técnica; o ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; 5. a elaboração de orçamento; a pa- dronização, mensuração e controle de qualidade; 6. a execução de obra e serviço técnico; 7. a fiscalização de obra e serviço técnico; 8. a produção técnica e especializada; 9. a condução de trabalho técnico; 10. a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 11. a execução de instalação, montagem e reparo; 12. a operação e manutenção de equipamento e instalação; 13. a execução de desenho técnico; 14. o planejamento, orientação, controle e ava- liação da execução e da implementação de projetos de engenharia e arquitetura, relativos a novas obras e reformas, desde que haja re- quisitos de licitação com base na legislação em vigor; 15. a ela- boração de estudos e a definição de prioridades para a construção, locação e reformas de instalações; 16. a elaboração de estudos e o estabelecimento de propostas de padronização de leiautes e de ra- cionalização das condições ambientais; 17. o acompanhamento do processo de elaboração do Planejamento Orçamentário, fornecendo informações técnicas da sua área de atuação; 18. o gerenciamento dos recursos disponíveis para as obras; 19. o controle, acompanhamento e avaliação dos materiais e serviços necessários à padronização na execução dos projetos; 20. o mapeamento, análise, modelagem e integração de processos de negócio relacionados às atribuições da SESGE; 21.o monitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 22. a definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 23. a definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de solu- ções para gestão de processos de negócio para a SESGE; 24. a fiscalização de contratos de soluções contratadas na área de análise de processos que viabilizem a Implantação dos produtos, em especial a parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle; e 25. o exercício de outras atividades reconhecidas como do pro- fissional de Engenharia Civil. ENGENHARIA ELÉTRICA - Executar atividades de com- plexidade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pes- quisas, diagnósticos e outras atividades referentes à geração, trans- missão, distribuição e utilização da energia elétrica; equipamentos, materiais e máquinas elétricas; sistemas de medição e controle elé- tricos; seus serviços afins e correlatos, bem como: a supervisão, coordenação e orientação técnica; 2. o estudo, planejamento, projeto e especificação; 3. o estudo de viabilidade técnico-econômica; 4. a direção de obra e serviço técnico; 5. a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; 6. o desempenho de cargo e função técnica; 7. o ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; 8. a elaboração de orçamento; 9. a padronização, mensuração e controle de qualidade; 10. a execução de obra e serviço técnico; 11. a fiscalização de obra e serviço técnico; 12. a produção técnica e especializada; 13. a condução de trabalho técnico; 14. a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 15. a execução de instalação, montagem e reparo; 16. a operação e manutenção de equipamento e instalação; 17. a execução de desenho técnico; 18. o mapeamento, análise, mo- delagem e integração de processos de negócio relacionados às atri- buições da SESGE; 19. o monitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 20. a definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 21. a definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de soluções para gestão de processos de negócio para a SESGE; 22. a fiscalização contratos de soluções contratadas na área de análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle; e 23. o exercício de outras atividades reconhecidas como do pro- fissional de Engenharia Elétrica. ENGENHARIA MECÂNICA - Executar atividades de com- plexidade intelectual que compreendam a elaboração de estudos, pes- quisas e diagnósticos, bem como outras atividades referentes a pro- cessos mecânicos, máquinas em geral; instalações industriais e me- cânicas; equipamentos mecânicos e eletromecânicos; veículos auto- motores; sistemas de produção de transmissão e de utilização do calor; sistemas de refrigeração e de ar condicionado; seus serviços afins e correlatos, bem como: 1. a supervisão, coordenação e orien- tação técnica; o estudo, planejamento, projeto e especificação; 2. o estudo de viabilidade técnico-econômica; 3. a direção de obra e ser- viço técnico; a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e pa- recer técnico; 4. o desempenho de cargo e função técnica; o ensino,
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 2015 97ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900097 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; ex- tensão; 5. a elaboração de orçamento; a padronização, mensuração e controle de qualidade; 6. a execução de obra e serviço técnico; 7. a fiscalização de obra e serviço técnico; 8. a produção técnica e es- pecializada; 9. a condução de trabalho técnico; 10. a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 11. a execução de instalação, montagem e reparo; 12. a operação e ma- nutenção de equipamento e instalação; 13. a execução de desenho técnico; 14. o planejamento, orientação, controle e avaliação da exe- cução e da implementação de projetos de engenharia e arquitetura, relativos a novas obras e reformas, desde que haja requisitos de licitação com base na legislação em vigor; 15. a elaboração de es- tudos e a definição de prioridades para a construção, locação e re- formas de instalações; 16. a elaboração de estudos e o estabele- cimento de propostas de padronização de leiautes e de racionalização das condições ambientais; 17. o acompanhamento do processo de elaboração do Planejamento Orçamentário, fornecendo informações técnicas da sua área de atuação; 18. o gerenciamento dos recursos disponíveis para as obras; 19. o controle, acompanhamento e ava- liação dos materiais e serviços necessários à padronização na exe- cução dos projetos; 20. o mapeamento, análise, modelagem e in- tegração de processos de negócio relacionados as atribuições da SES- GE; 21.o monitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 22. a definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 23. a definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de solu- ções para gestão de processos de negócio para a SESGE; 24. a fiscalização contratos de soluções contratadas na área de análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle; e 25. o exercício de outras atividades reconhecidas como do pro- fissional de Engenharia Mecânica. ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES - Executar atividades de complexidade intelectual que compreendam a elabo- ração de estudos, pesquisas e diagnósticos, referentes a sistemas, métodos, e processo de comunicação e telecomunicação; telemática; técnicas analógicas, e digitais; sistemas operacionais; processamento de radiodifusão de sinais, som e imagens; telefonia e radiocomu- nicação fixa e móvel; radar; satélites de comunicação; sistemas de posicionamento e navegação; comunicação, multimídia e telecomu- nicação via cabo ou rádio; tecnologia de instalações, equipamentos, componentes e dispositivos de mecânica fina, elétricos, eletrônicos, magnéticos e ópticos da engenharia de comunicação e telecomu- nicações; sistemas de cabeamento estruturado e fibras ópticas; mo- nitoramento de impactos ambientais causados por equipamentos ele- trônicos e de telecomunicações, bem como: o planejamento, orien- tação, controle e avaliação da execução das atividades relacionadas aos sistemas de telecomunicações; 2. a supervisão, coordenação e acompanhamento dos serviços técnicos de instalação e manutenção dos meios de telecomunicações; 3. a fiscalização da aplicação de normas técnicas e de instruções reguladoras relativas à gestão do material de telecomunicações; 4. o estudo sobre a viabilidade da celebração de contratos, convênios e outros instrumentos congêneres; 5. a fiscalização de contratos de soluções contratadas na área de análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de WAN e LAN do Sistema Integrado de Comando e Controle; 6. a supervisão, coordenação e orientação técnica; 7. o estudo, planejamento, projeto e especificação; 8. o estudo de via- bilidade técnico-econômica; 9. a direção de obra e serviço técnico; 10.a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; 11. o desempenho de cargo e função técnica; 12. o ensino, pesquisa; análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; 13. a elaboração de orçamento; 14. a padronização, mensuração e controle de qualidade; 15. a execução de obra e serviço técnico; 16. a fis- calização de obra e serviço técnico; 17. a produção técnica e es- pecializada; 18. a condução de trabalho técnico; 19. a condução de equipe de instalação, montagem, operação; reparo ou manutenção; 20. a execução de instalação, montagem e reparo; 21. a operação e ma- nutenção de equipamento e instalação; 22. a execução de desenho técnico; 23. o mapeamento, análise, modelagem e integração de pro- cessos de negócio relacionados às atribuições da SESGE; 24. o mo- nitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 25. a definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 26. a definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de soluções para gestão de pro- cessos de negócio para a SESGE; e 27. o exercício de outras ati- vidades reconhecidas como do profissional de Engenharia de Te- lecomunicações. PEDAGOGIA - Executar atividades de complexidade in- telectual que compreendam a elaboração de estudos, pesquisas e diag- nósticos, bem como: 1. executar o planejamento, das ações peda- gógicas; 2. acompanhar o processo de implementação das diretrizes da política de segurança pública relativas à formação do profissional de segurança pública; 3. avaliar os resultados obtidos na operacio- nalização das ações pedagógicas; 4. analisar os resultados da Política de Capacitação dos Profissionais de Segurança Pública; 5. promover e incentivar a realização de palestras, encontros e similares sobre temas relevantes para educação preventiva integral, cidadania e se- gurança pública; 6. articular com as instâncias de Governo Federal, Estadual, Distrital e Municipal das áreas dos Grandes Eventos, bem como com organizações multilaterais e entidades privadas de in- teresse dos projetos, de forma a estabelecer canais de relacionamento, comunicação e ação que garantam o alcance dos objetivos dos pro- jetos sociais estabelecidos pela SESGE; 7. desenvolver programas e ações de segurança, principalmente de caráter educativo e cidadão, com foco nas comunidades de maior vulnerabilidade social nas áreas dos Grandes Eventos, inclusive por meio do fomento financeiro a programas governamentais e não governamentais, respeitando as pe- culiaridades de cada comunidade; 8. apoiar a reconstituição de es- paços urbanos das áreas de Grandes Eventos, mediante a implantação de ações voltadas para locais considerados de alto risco em termos de violência, criminalidade e desastres; 9. elaborar minutas de editais, termos de referências e outros documentos inerentes à contratação de especialistas consultores para os diferentes projetos, em conjunto com a Diretoria de Administração, submetendo-os ao Secretário da Se- cretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, para aná- lise e aprovação; 10. articular com os órgãos governamentais, en- tidades não governamentais e organizações multilaterais, visando ao planejamento, implementação e acompanhamento dos projetos de ca- pacitação nos Grandes Eventos, em conjunto com as Diretorias de Operações e de Inteligência, de acordo com a natureza da capa- citação; 11. fomentar financeiramente instituições governamentais e não governamentais nas áreas dos Grandes Eventos, por meio de convênios e editais de seleção, a partir de levantamento situacional da criminalidade que indique a necessidade premente de cada local, visando à redução da criminalidade e da violência; 12. disseminar o conceito de segurança cidadã e as novas ações e metodologias de- senvolvidas na área de segurança de Grandes Eventos, em particular quanto ao legado social, junto a instituições governamentais e não governamentais e às comunidades envolvidas; e 13. exercer outras atividades reconhecidas como do profissional de Pedagogia. RELAÇÕES - Executar atividades de complexidade inte- lectual que compreendam a elaboração de estudos, pesquisas e diag- nósticos, bem como: 1. suporte à coordenação do relacionamento da SESGE com seus diversos públicos de interesse, mediante estratégias de comunicação; 2. a elaboração de diagnósticos, estratégias e po- líticas voltadas para o aperfeiçoamento das relações entre instituições, grupos humanos organizados, setores de atividades públicas ou pri- vadas, nacionais e internacionais, e a sociedade em geral; 3. a im- plantação de programas e instrumentos que assegurem a interação entre a SESGE e os seus diversos públicos de interesse, acompa- nhando, avaliando e aperfeiçoando os processos e produtos perti- nentes, com base nos resultados obtidos; 4. a interlocução entre as funções de relações públicas e as demais funções profissionais exis- tentes na área da Comunicação e, ainda, com outras áreas com as quais as relações públicas exerçam interface; 5. a atuação na ne- gociação e mediação de conflitos de interesses entre os órgãos e entidades envolvidos na segurança dos Grandes Eventos; 6. a par- ticipação das tratativas para a articulação das ações de segurança entre os órgãos e entidades envolvidos na segurança dos Grandes Eventos; 7. o planejamento, orientação e controle das atividades e ações desenvolvidas pela SESGE voltadas para proporcionar à so- ciedade a visão do seu papel institucional, em consonância com a política de comunicação do Ministério da Justiça, favorecendo os fluxos de comunicação e interação entre a instituição e seus distintos públicos; 8. a criação e redação da documentação específica para eventos, como ofícios, check-list, convites, roteiros, nominatas e re- latórios; 9. a organização do cadastro de pessoas e malas diretas, selecionar e identificar parceiros, apoiadores, fornecedores e con- vidados internos e externos e estabelecer os contatos necessários; acompanhar todas as etapas da preparação, organização e da execução do evento em diversos ambientes da SESGE, além de alguns locais externos; 10. a recepção das autoridades brasileiras e estrangeiras; acompanhar cidadãos brasileiros e estrangeiros pelos ambientes cons- tantes do Programa de Visitação Institucional, fazendo exposições e prestando informações de caráter histórico/institucional em português, inglês ou espanhol; e 11. o exercício de outras atividades reconhe- cidas como características do profissional de Relações Públicas. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Executar atividades de complexidade intelectual que compreendam: 1. a elaboração de estudos, pesquisas e diagnósticos, bem como outras atividades con- gêneres; 2. analisar, projetar, desenvolver, documentar, implantar sis- temas informatizados; 3. o levantamento de requisitos e funciona- lidades dos sistemas, na especificação de arquitetura tecnológica, na definição de ferramentas de apoio à modelagem e desenvolvimento de sistemas; 4. a definição, prospecção, escolha, implantação treinamen- to e manutenção de soluções, metodologias, processos, padrões e ferramentas referentes à análise de sistemas para a SESGE; 5. a fiscalização de contratos de soluções tecnológicas; 6. outras ativi- dades compreendidas no escopo da disciplina de análise de sistemas, em especial a parte de sistemas, bancos de dados, hardware, software, redes e comunicação do Sistema Integrado de Comando e Controle; 7. o planejamento, orientação, controle e avaliação da execução das atividades de gestão do ambiente informatizado, bem como divul- gação dos seus serviços e produtos; 8. o gerenciamento das atividades de desenvolvimento, implantação e manutenção de sistemas corpo- rativos; 9. a coordenação, controle e promoção da integração dos recursos tecnológicos; 10. a viabilidade das celebração de contratos, convênios e outros instrumentos congêneres; 11. a definição do mo- delo corporativo de dados e a garantia de sua integração; 12. o planejamento, orientação, controle e avaliação da execução das ati- vidades relacionadas aos sistemas de telecomunicações; 13. a su- pervisão, coordenação e acompanhamento dos serviços técnicos de instalação e manutenção dos de telecomunicações; 14. a fiscalização da aplicação de normas técnicas e de instruções reguladoras relativas à gestão do material de telecomunicações; 15. a coordenação e pro- moção e o apoio técnico em telecomunicações; e 16. exercer outras atividades reconhecidas como do profissional de Tecnologia da In- formação e Telecomunicação e da respectiva área de formação. CARGO: TÉCNICO ESPECIALIZADO DE SUPORTE - NÍVEL III CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Realizar tarefas e atividades de suporte técnico em forma de auxílio e apoio aos profissionais res- ponsáveis pelas atividades técnicas de complexidade intelectual e gerencial durante: 1. o suporte à execução de atividades orçamen- tárias, financeiras, contábeis, patrimoniais e de custos; 2. o suporte à realização de auditoria contábil e financeira; 3. o suporte à ela- boração, de normas, relatórios e emissão de pareceres; 4. a inter- pretação e aplicação da legislação econômico-fiscal, tributária e fi- nanceira; 5. a execução das atividades referentes à elaboração, à revisão e ao acompanhamento de programação orçamentária e fi- nanceira anual e plurianual; 6. o acompanhamento da gestão dos recursos públicos; 7. o acompanhamento da sistematização e da pa- dronização de procedimentos contábeis no âmbito do Governo Fe- deral; 8. a análise, acompanhamento e orientação da escrituração da concessão, liberação, prestação de contas e baixa de responsabilidade de suprimento de fundos; 9. a consulta, o levantamento, a análise, o acompanhamento, o controle, a orientação e a proposição de medidas para a escrituração ou regularização de eventuais saldos contábeis invertidos em demonstrações do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal - SIAFI; 10. o acompanhamento, no SIAFI, da execução contábil dos atos de gestão orçamentária, fi- nanceira, patrimonial; 11. a consulta, o levantamento, a análise, o acompanhamento, o controle, a orientação e a proposição de medidas para o saneamento ou regularização de eventuais inconsistências ou desequilíbrios na escrituração dos atos de gestão orçamentária, fi- nanceira e patrimonial; 12. a análise, o acompanhamento, o controle, a orientação e a proposição, em tempo hábil, das diretrizes e formas para a elaboração, formatação, estruturação, compatibilização e di- vulgação de demonstrações e balancetes; 13. a consulta, o acom- panhamento, o controle e a orientação de procedimentos para registro de conformidade contábil e documental no SIAFI; 14. a análise das demonstrações contábeis extraídas do SIAFI e conformidades de ges- tão; 15. o suporte à instauração dos processos de tomada e prestação de contas anual juntando relatório de gestão, demonstrativos e ba- lanços exigidos na legislação vigente; 16. a apresentação de notas explicativas em demonstrações contábeis, na forma da lei; 17. a proposição de respostas e a prestação de informações que satisfaçam às requisições e diligências expedidas pelos Órgãos de Controle In- terno e Externo no tocante às tomadas e prestações de contas; 18. a responsabilidade pelos registros contábeis e demonstrações deles de- correntes; 19. a elaboração de demonstrativos, instrumentais e peças exigidas dos gestores na legislação em vigor; e 20. o exercício de outras atividades reconhecidas como do profissional de Ciências Con- tábeis. ENGENHARIA CIVIL - Realizar tarefas e atividades de suporte técnico em de auxílio e apoio aos profissionais responsáveis pelas atividades técnicas de complexidade intelectual e gerencial du- rante: 1. suporte à supervisão e orientação técnica; o estudo, pla- nejamento, projeto e especificação; 2. o estudo de viabilidade técnico- econômica; 3. a direção de obra e serviço técnico; a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo, e parecer técnico; 4. o desempenho de cargo e função técnica; o ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; 5. a elaboração de orçamento; a padronização, mensuração e controle de qualidade; 6. a execução de obra e serviço técnico; 7. a fiscalização de obra e serviço técnico; 8. a produção técnica e especializada; 9. a condução de trabalho técnico; 10. a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 11. a execução de instalação, montagem e reparo; 12. a operação e manutenção de equipamento e instalação; 13. a execução de desenho técnico; 14. o planejamento, orientação, controle e ava- liação da execução e da implementação de projetos de engenharia e arquitetura, relativos a novas obras e reformas, desde que haja re- quisitos de licitação com base na legislação em vigor; 15. a ela- boração de estudos e a definição de prioridades para a construção, locação e reformas de instalações; 16. a elaboração de estudos e o estabelecimento de propostas de padronização de leiautes e de ra- cionalização das condições ambientais; 17. o acompanhamento do processo de elaboração do Planejamento Orçamentário, fornecendo informações técnicas da sua área de atuação; 18. o gerenciamento dos recursos disponíveis para as obras; 19. o controle, acompanhamento e avaliação dos materiais e serviços necessários à padronização na execução dos projetos; 20. o mapeamento, análise; modelagem e integração de processos de negócio relacionados às atribuições da SESGE; 21. o monitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 22. a definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 23. a definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de solu- ções para gestão de processos de negócio para a SESGE; 24. a fiscalização contratos de soluções contratadas na área de análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle; e 25. o exercício de outras atividades reconhecidas como do pro- fissional de Engenharia Civil. ENGENHARIA ELÉTRICA - Realizar tarefas e atividades de suporte técnico em forma de auxílio e apoio aos profissionais responsáveis pelas atividades técnicas de complexidade intelectual e gerencial durante: 1. o suporte à supervisão e orientação técnica; 2. o estudo, planejamento, projeto e especificação; 3. o estudo de via- bilidade técnico-econômica; 4. a direção de obra e serviço técnico; 5. a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; 6. o desempenho de cargo e função técnica; 7. o ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; 8. a elaboração de orçamento; 9. a padronização, mensuração e controle de qualidade; 10. a execução de obra e serviço técnico; 11. a fis- calização de obra e serviço técnico; 12. a produção técnica e es- pecializada; 13. a condução de trabalho técnico; 14. a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 15. a execução de instalação, montagem e reparo; 16. a operação e ma- nutenção de equipamento e instalação; 17. a execução de desenho técnico; 18. o mapeamento, análise, modelagem e integração de pro- cessos de negócio relacionados às atribuições da SESGE; 19. o mo- nitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 20. a definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 21. a definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de soluções para gestão de pro- cessos de negócio para a SESGE; 22. a fiscalização contratos de soluções contratadas na área de análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de infraestrutura do Sistema Integrado de Comando e Controle; e 23. o exercício de outras
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    Nº 121, segunda-feira,29 de junho de 201598 ISSN 1677-7069 Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00032015062900098 Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. 3 atividades reconhecidas como do profissional de Engenharia Elé- trica. ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES - Realizar ta- refas e atividades de suporte técnico em forma de auxílio e apoio aos profissionais responsáveis pelas atividades técnicas de complexidade intelectual e gerencial durante: 1. o suporte ao planejamento, orien- tação, controle e avaliação da execução das atividades relacionadas aos sistemas de telecomunicações; 2. a supervisão, coordenação e acompanhamento dos serviços técnicos de instalação e manutenção dos meios de telecomunicações; 3. a fiscalização da aplicação de normas técnicas e de instruções reguladoras relativas à gestão do material de telecomunicações; 4. o estudo sobre a viabilidade da celebração de contratos, convênios e outros instrumentos congêneres; 5. a fiscalização de contratos de soluções contratadas na área de análise de processos que viabilizem a implantação dos produtos, em especial a parte de WAN e LAN do Sistema Integrado de Comando e Controle; 6. a supervisão, coordenação e orientação técnica; 7. o estudo, planejamento, projeto e especificação; 8. o estudo de via- bilidade técnico-econômica; 9. a direção de obra e serviço técnico; 10. a vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer téc- nico; 11. o desempenho de cargo e função técnica; 12. o ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; ex- tensão; 13. a elaboração de orçamento; 14. a padronização, men- suração e controle de qualidade; 15. a execução de obra e serviço técnico; 16. a fiscalização de obra e serviço técnico; 17. a produção técnica e especializada; 18. a condução de trabalho técnico; 19. a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 20. a execução de instalação, montagem e reparo; 21. a operação e manutenção de equipamento e instalação; 22. a execução de desenho técnico; 23. o mapeamento, análise, modelagem e in- tegração de processos de negócio relacionados às atribuições da SES- GE; 24. o monitoramento de processos implantados no âmbito da SESGE; 25. a definição, implementação e avaliação de estratégias para melhoria dos processos de negócio objeto da SESGE; 26. a definição, prospecção, escolha, implantação e treinamento de solu- ções para gestão de processos de negócio para a SESGE; e 27. o exercício de outras atividades reconhecidas como do profissional de Engenharia de Telecomunicações. PEDAGOGIA - Realizar tarefas e atividades de suporte téc- nico em forma de auxilio e apoio aos profissionais responsáveis pelas atividades técnicas de complexidade intelectual e gerencial durante: 1. o suporte, à execução das ações pedagógicas; 2. o acompanhamento o processo de implementação das diretrizes da política de segurança pública relativas à formação do profissional de segurança pública; 3. a avaliação dos resultados obtidos na operacionalização das ações pedagógicas; 4. a análise dos resultados da Política de Capacitação dos Profissionais de Segurança Pública; 5. a promoção e incentivo à realização de palestras, encontros e similares sobre temas relevantes para educação preventiva integral, cidadania e segurança pública; 6. a articulação com as instâncias de Governo Federal, Estadual, Distrital e Municipal das áreas dos Grandes Eventos, bem como com or- ganizações multilaterais e entidades privadas de interesse dos pro- jetos, de forma a estabelecer canais de relacionamento, comunicação e ação, que garantam o alcance dos objetivos dos projetos sociais estabelecidos pela SESGE; 7. o desenvolvimento de programas e ações de segurança, principalmente de caráter educativo e cidadão, com foco nas comunidades de maior vulnerabilidade social nas áreas, dos Grandes Eventos, inclusive por meio do fomento financeiro a programas governamentais e não governamentais, respeitando as pe- culiaridades de cada comunidade; 8. o apoio à reconstituição de espaços urbanos das áreas de Grandes Eventos, mediante a implan- tação de ações voltadas para locais considerados de alto risco em termos de violência, criminalidade e desastres; 9. a elaboração de minutas de editais, termos de referências e outros documentos ine- rentes à contratação de especialistas consultores para os diferentes projetos, em conjunto com a Diretoria de Logística, submetendo-os ao Secretário da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, para análise e aprovação; 10. a articulação com os órgãos governamentais, entidades não governamentais e organizações mul- tilaterais, visando ao planejamento, implementação e acompanhamen- to dos projetos de capacitação nos Grandes Eventos, em conjunto com as Diretorias de Operações e de Inteligência, de acordo com a natureza da capacitação; 11. o fomento financeiro a instituições go- vernamentais e não governamentais nas áreas dos Grandes Eventos, por meio de convênios e editais de seleção, a partir de levantamento situacional da criminalidade que indique a necessidade premente de cada local, visando à redução da criminalidade e da violência; 12. a disseminação do conceito de segurança cidadã e as novas ações e metodologias desenvolvidas na área de segurança de Grandes Even- tos, em particular quanto ao legado social, junto a instituições go- vernamentais e não governamentais e às comunidades envolvidas; e 13. exercer outras atividades reconhecidas como do profissional de Pedagogia. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Realizar tarefas e ati- vidades de suporte técnico em forma de auxílio e apoio aos pro- fissionais responsáveis pelas atividades técnicas de complexidade in- telectual e gerencial durante: 1. a elaboração de estudos, pesquisas e diagnósticos, bem como outras atividades congêneres; 2. o desen- volvimento, implantação e atividades de suporte em sistemas in- formatizados; 3. o levantamento de requisitos e funcionalidades dos sistemas, na especificação de arquitetura tecnológica, na definição de ferramentas de apoio à modelagem e desenvolvimento de sistemas; 4. a definição, prospecção, escolha, implantação, treinamento e manu- tenção de soluções, metodologias, processos, padrões e ferramentas referentes à análise de sistemas para a SESGE; 5. a fiscalização de contratos de soluções tecnológicas; 6. outras atividades compreen- didas no escopo da disciplina de análise de sistemas, em especial a parte de sistemas, bancos de dados, hardware, software, redes e co- municação do Sistema Integrado de Comando e Controle; 7. o pla- nejamento, orientação, controle e avaliação da execução das ativi- dades de gestão do ambiente informatizado, bem como divulgação dos seus serviços e produtos; 8. o gerenciamento das atividades de desenvolvimento, implantação e manutenção de sistemas corpora- tivos; 9. a coordenação, controle e promoção da interação dos re- cursos tecnológicos; 10. a viabilidade da celebração de contratos, convênios e outros instrumentos congêneres; 11. a definição do mo- delo corporativo de dados e a garantia de sua integração; 12. o planejamento, orientação, controle e avaliação da execução das ati- vidades relacionadas aos sistemas de telecomunicações; 13. a su- pervisão, coordenação e acompanhamento dos serviços técnicos de instalação e manutenção dos meios de telecomunicações; 14. a fis- calização da aplicação de normas técnicas e de instruções reguladoras relativas à gestão do material de telecomunicações; 15. a coordenação e promoção e o apoio técnico em telecomunicações; e 16. exercer outras atividades reconhecidas como do profissional de Tecnologia da Informação e Telecomunicação e da respectiva área de formação. Portuária do Itaqui. Advogados: Paolo Zupo Mazzucato. Natureza da operação: aquisição de ações sem aquisição de controle. Setor eco- nômico envolvido: operação portuária e fabricação de adubos e fer- tilizantes (CNAEs 5231-1/02 e 2013-4/02). No- 214. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011, dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con- centração nº 08700.006278/2015-08. Requerentes: Vallourec Tubos do Brasil S.A., Thermotite do Brasil Ltda., Bredero Shaw Brasil Participações Ltda. Advogados: Alexandre de Campos Lyra, Manfred Ernst Leyerer e João Perez Jubior. Natureza da operação: Aquisição de ativos. Setor econômico envolvido: Serviços de revestimento an- ticorrosivo. EDUARDO FRADE RODRIGUES Superintendente-Geral Interino DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL EDITAL No- 8, DE 26 DE JUNHO DE 2015 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO A DIRETORA-GERAL SUBSTITUTA DO DEPARTA- MENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL (DEPEN) torna pública a retificação da data constante do subitem 8.4 do Edital nº 1 - DEPEN, de 17 de abril de 2015, conforme a seguir especificado. [...] 8.4 O extrato do edital de resultado final nas provas objetivas e de resultado provisório na prova discursiva será publicado no Diário Oficial da União e o respectivo edital e o padrão de resposta da prova discursiva serão divulgados na internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/depen_15, na data provável de 21 de julho de 2015. [...] CLARICE COSTA CALIXTO DIRETORIA DE POLÍTICAS PENITENCIÁRIAS EXTRATOS DE PRORROGAÇÃO DE OFÍCIO Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No- 795276/2013. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200324, Gestão: 00001. Convenente : SE- CRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRACAO PENITENCIA- RIA E JUSTI, CNPJ nº 13.199.944/0001-81. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 988.618,52, Valor de Contrapartida: R$ 75.020,27, Vigência: 31/12/2013 a 08/03/2016. Data de Assinatura: 19/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / RENATO CAMPOS PINTO DE VITTO- DIRETOR GE- RAL. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) Espécie: Prorroga de Ofício No- 00001/2015 ao Convênio No- 813246/2014. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200324, Gestão: 00001. Convenente : SE- CRETARIA DE DEFESA SOCIAL, CNPJ nº 05.553.216/0001-06. P.I.127/2008, art. 30, VI.. Valor Total: R$ 800.000,00, Valor de Con- trapartida: R$ 80.000,00, Vigência: 30/12/2014 a 15/01/2018. Data de Assinatura: 19/06/2015. Assina : Pelo MINISTERIO DA JUSTICA - MIN.DA JUSTICA / RENATO CAMPOS PINTO DE VITTO- DI- RETOR GERAL. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) EXTRATO DE TERMO ADITIVO Espécie: Termo Aditivo No- 00001/2015 ao Convênio No- 786906/2013. Convenentes: Concedente : MINISTERIO DA JUS- TICA, Unidade Gestora: 200324, Gestão: 00001. Convenente : SE- CRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRACAO PENITENCIA- RIA, CNPJ nº 05.482.345/0001-42. O presente Termo Aditivo tem por objeto alterar o disposto no PARÁGRAFO ÚNICO, DA CLÁU- SULA DÉCIMA TERCEIRA ? DOS BENS REMANESCENTES do Termo de Convênio Original, bem como prorrogar o prazo de vi- gência constante na Cláusula Décima Primeira do Termo de Convênio original e alterar o Responsável do Convenente e Concedente.. Valor Total: R$ 164.629,75, Valor de Contrapartida: R$ 16.462,97, Vi- gência: 26/11/2013 a 26/05/2016. Data de Assinatura: 26/05/2015. Signatários: Concedente : RENATO CAMPOS PINTO DE VITTO, CPF nº 164.221.648-82, Convenente : ERIR RIBEIRO COSTA FI- LHO, CPF nº 604.700.707-49. (SICONV(PORTAL) - 26/06/2015) COORDENAÇÃO-GERAL DO FUNDO PENITENCIÁRIO NACIONAL COORDENAÇÃO DE ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DE CONVÊNIOS EXTRATOS DE SUB-ROGAÇÃO PROCESSO N.º 08016.019356/2013-82. Convênio SICONV nº 795221/2013(022/2013) - Projeto Implantação do Centro de Monitoração Eletrônica de Presos de Luziânia e Novo Gama. OBJETO: Sub-rogar o órgão Convenente, Secretaria de Estado ARQUIVO NACIONAL RESULTADO DE JULGAMENTO PREGÃO No- 3/2015 O pregoeiro e sua equipe de apoio declaram vencedoras do certame as seguintes empresas: Item 01: JCV COMERCIAL EX- PORT-IMPORT LTDA - EPP, CNPJnº 16.864.240/0001-74, no valor total de R$ 14.700,00; Item 03: RIO CAIXAS INDUSTRIA DE EMBALAGENS LTDA-ME, CNPJ nº 10.267.942/0001-94, no valor total de R$ 96.000,00. Valor Global: R$ 110.700,00. Os autos en- contram-se franqueados aos interessados. LUIZ NONATO LOPES JUNIOR (SIDEC - 26/06/2015) 200247-00001-2015NE800084 CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA EXTRATO DE TERMO ADITIVO No- 3/2015 - UASG 303001 Número do Contrato: 33/2012. No- Processo: 08700002938201140. PREGÃO SRP No- 13/2011. Contratante: CONSELHO ADMINIS- TRATIVO DE DEFESA-ECONOMICA-CADE. CNPJ Contratado: 02843359000156. Contratado : PLANALTO SERVICE LTDA -Ob- jeto: Alteração do endereço da Contratada, da CLÁUSULA QUINTA - DA DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA, da CLÁUSULA SEXTA - DA VIGÊNCIA, da CLÁUSULA NONA - DO VALOR DO CONTRATO e da CLÁUSULA QUINZE - DA GARANTIA. Fundamento Legal: Lei 8.666/93 e suas posteriores alterações. Vigência: 23/07/2015 a 23/07/2016. Valor Total: R$1.854.582,24. Fonte: 175303001 - 2015NE800107. Data de Assinatura: 25/06/2015. (SICON - 26/06/2015) 303001-30211-2015NE800005 RESULTADO DE JULGAMENTO PREGÃO No- 4/2015 É o presente para tornar público o resultado de julgamento do Pregão Eletrônico nº 004/2015 (Processo nº 08700.009583/2014- 62). Após o julgamento das propostas e análise da documentação, sagrou-se vencedora do certame para o item 1 a empresa SEFIX EMPRESA DE SEGURANÇA LTDA EPP no valor unitário de R$ 1.286.938,80 (um milhão e duzentos e oitenta e seis mil e novecentos e trinta e oito reais e oitenta centavos). ANA CAROLINA DE OLIVEIRA PASSOS Pregoeira (SIDEC - 26/06/2015) 303001-30211-2015NE800005 SUPERINTENDÊNCIA-GERAL EDITAIS DE 26 DE JUNHO DE 2015 No- 210. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011, dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con- centração nº 08700.006300/2015-10. Requererentes: Votorantim Ener- gia Ltda. e Salus - Fundo de Investimento em Participações. Ad- vogados: Gianni Nunes de Araujo e Maria Amoroso Wagner. Na- tureza da operação: aquisição de ações. Setor econômico envolvido: Geração de energia elétrica (CNAE 3511-5/01). No- 211. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011, dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con- centração nº 08700.006458/2015-81. Requerentes: Serra da Borda Mineração e Metalurgia S/A e Mineração Apoena S/A. Advogados: Pedro Andrés Garcia Valenzuela, Leonardo Peres da Rocha e Silva e outros. Natureza da operação: aquisição de ativos. Setor econômico envolvido: produção e venda de ouro. No- 212. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011, dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con- centração nº 08700.006567/2015-07. Requerentes: Ball Corporation e Rexam PLC. Advogados: Mauro Grinberg, Patrícia Avigni, Karen Caldeira Ruback, Marcio Dias Soares e outros. Natureza da operação: Aquisição de controle. Setor econômico envolvido: Produção de em- balagens metálicas. CNAE 2591-8/00. No- 213. Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011, dá-se publicidade ao seguinte ato de concentração: Ato de Con- centração nº 08700.006303/2015-45. Requererentes: Fortesolo Ser- viços Integrados Ltda., Lasa Participações SA, Vanzin Serviços Adua- neiros SA, Harbor Norte Participações Ltda. e Companhia Operadora