O documento descreve o Brasil como o "menino-da-porteira" que não toma ações para conter o desmatamento e as queimadas causadas pela pecuária extensiva na Amazônia. A pecuária é responsável por mais de 3/4 das queimadas anuais e 4/5 do desmatamento, mas o governo brasileiro não propõe soluções para controlá-la. O autor argumenta que o Brasil precisa assumir responsabilidade e propor alternativas sustentáveis para gerar emprego e renda na Amazônia.