O documento discute as expedições à Amazônia de 1500 a 1930, destacando a dualidade entre a imagem mítica da região e as reais contribuições dos viajantes para o conhecimento sobre a biodiversidade e cultura local. Embora muitos viajantes tenham agido com interesse genuíno e ética, a percepção de exploração e cobiça internacional por parte dos brasileiros é abordada criticamente. O autor, João Meirelles Filho, propõe que o livro sirva como uma ferramenta para resgatar a visão auto-reflexiva dos nativos e promover uma nova narrativa sobre a Amazônia, distanciando-se do eurocentrismo.