O texto discute a má interpretação do impacto ambiental da pecuária, afirmando que a narrativa negativa sobre as emissões de carbono pelo gado ignora seus benefícios, como o sequestro de carbono pelas pastagens. Argumenta que a pecuária brasileira gera um superávit de CO2, retirando mais carbono do que emite, e critica a comparação com as emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis. O autor conclui que o gado não deve ser visto como o bode expiatório nas questões ambientais.