O documento destaca a responsabilidade do Brasil na preservação de sua biodiversidade, enfatizando a devastação do Cerrado, que possui 30% da biodiversidade do país e é crucial para várias bacias hidrográficas. Apesar das pressões internacionais para combater o desmatamento, o governo prioriza a economia, com o agronegócio sendo um fator decisivo nas suas decisões. A Constituição não considera o Cerrado como patrimônio natural, e a taxa de destruição deste bioma é alarmante, prevista para desaparecer em 22 anos.