O documento discute a doutrina espírita revelada por bons espíritos e codificada por Allan Kardec, que acreditava que os espíritos poderiam se comunicar com os vivos e transmitir mensagens sobre a vida após a morte.
#11 O que Moisés condenou e proibiu no terreno da viciação e comercialização com o mundo invisível, muitos grupos estão cometendo na atualidade, devido à precipitação e fascínio pelos fenômenos.
#17 Pelos sentidos físicos e órgãos motores, tomamos contato com o mundo corpóreo e sobre ele agimos pelos órgãos e faculdades espirituais, mantemos contato constante com o mundo espiritual, sobre o qual também atuamos.
#18 A maioria nem percebe esse intercâmbio oculto, em seu mundo íntimo, na forma de pensamentos, estados de alma, impulsos, pressentimentos etc.
#19 Nelas, os fenômenos são frequentes, marcantes, intensos e bem característicos (psicofônica, psicografia, efeitos físicos etc.), ficando evidente uma outra individualidade: ado espírito comunicante.
#21 Sendo uma faculdade, é capacidade que pode ou não ser usada. Sendo natural, manifesta-se espontaneamente, mas pode ser exercitada ou desenvolvida.
#22 Tem certo desenvolvimento e podem perceber a presença de espíritos e sofre-lhes a influência.
Mas ainda não atingiram o nível de pensamento e sentimentos dos seres humanos (encarnados ou não). Por isso, não têm condições de entender nem expressar o que os humanos pensam e sentem.
#35 Firmou-se até um conceito errado entre o povo: se uma pessoa se mostra perturbada, deve ter mediunidade.
#36 Não se deve colocar em trabalho mediúnico quem apresente perturbações.
#38 Referência Bibliográfica (1) Curso de Iniciação ao Espiritismo - Cap. Mediunidade e seu
Desenvolvimento - Editora e Gráfica do Lar/ABC do Interior.