Inadimplência do consumidor bate novo recorde em maio, dizem CNDL e SPC Brasil
O número de pessoas inadimplentes registrou aumento recorde de 9,56% em maio de 2014. Dívidas bancárias e de comunicação explicam 61% do crescimento total de dívidas em atraso. O número médio de dívidas por inadimplente continua em queda.
Inadimplência do consumidor bate novo recorde em maio, dizem CNDL e SPC Brasil
1.
Indicadores econômicos
SPC Brasile CNDL
Dados referentes a maio de 2014
SUMÁRIO
RELEASE DE IMPRENSA................................................................................................................. 2
ANÁLISE ECONÔMICA................................................................................................................... 4
Resumo............................................................................................................................. 4
Indicador 1: Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil................................... 5
Indicador 2: Dívidas em atraso na base do SPC Brasil – Pessoa Física............................... 7
Indicador 3: Número médio de dívidas em atraso por pessoa física............................... 11
METODOLOGIA DOS INDICADORES............................................................................................. 13
INFORMAÇÕES RELEVANTES........................................................................................................ 17
Presidentes
Roque Pellizzaro Junior (CNDL)
Roberto Alfeu Pena Gomes (SPC Brasil)
Publicação em junho de 2014
2.
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Inadimplência do consumidor bate novo
recorde em maio, dizem CNDL e SPC Brasil
De acordo com economistas, atrasos com contas bancárias e dívidas referentes à
serviços de comunicação ajudam a explicar o crescimento de inadimplentes
Em maio, o número de pessoas inadimplentes registradas no banco de dados do SPC
Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes
Lojistas) apresentou aceleração recorde e cresceu 9,56%, em relação a maio do ano
passado. Esta é a maior variação anual já registrada desde o início da série histórica. A
partir deste dado, o SPC Brasil estima que um total de 55,04 milhões de CPFs de
adultos vivos estavam registrados em serviços de proteção ao crédito no país até o fim
de maio. Assim, considerando a mesma estimativa feita para abril, de 53,8 milhões de
inadimplentes, pode-se dizer que, entre abril e maio, cerca de 1,2 milhão de adultos
foram incluídos em serviços de proteção ao crédito.
Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil
Variação em relação ao mesmo mês do ano anterior
Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o avanço da
inadimplência não se deve somente a fatores sazonais, e sim à atual situação
econômica que o país vive. “A inadimplência nos últimos meses tem sido influenciada
pela elevação da inflação, pelo crescimento moderado da massa salarial e pela
desaceleração da atividade econômica como um todo”, disse.
Na comparação mensal, o número de pessoas físicas inadimplentes registradas na base
de dados do SPC Brasil também cresceu: 1,38% em maio deste ano em relação a
abril, o que representa a maior alta da série histórica para os meses de maio.
Dívidas bancárias explicam aumento
Já o número total de dívidas em atraso mostrou aumento de 5,21% em relação a
maio de 2013. A segmentação por setores no banco de dados do SPC revela que a alta
se deve principalmente a dois segmentos, que, sozinhos, explicam 61% do
crescimento: “bancos”, cuja alta de dívidas responde por 38% do aumento total de
dívidas em atraso, e contas relativas à “comunicação”, representando 23% do aumento
total. “O crescimento do número de dívidas em comunicação, que engloba contas de
internet, TV a cabo e telefone, reflete provavelmente a popularização desses serviços,
mai-11
5.78%
mai-12
6.99% mai-13
3.40%
mai-14
9.56%
0%
5%
10%
15%
mai-11 set-11 jan-12 mai-12 set-12 jan-13 mai-13 set-13 jan-14 mai-14
3.
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com consequente aumento do risco de crédito do cliente médio”, explica a economista-
chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.
Tempo de atraso da dívida
Uma segmentação dos dados de novos devedores nas bases do SPC Brasil mostrou
grande crescimento dos consumidores que estão em atraso há menos de seis meses,
em particular os que têm parcelas atrasadas de 91 a 180 dias (+36,32% na
comparação anual). “O dado sugere que os novos inadimplentes se concentram no
grupo que adquiriu dívidas no início do ano, mas não conseguiu honrar os seus
compromissos”, explica Luiza Rodrigues.
Número médio de dívidas em atraso
O número médio de dívidas em atraso por pessoa física inadimplente atingiu 2,008
dívidas em maio, abaixo do mês anterior, dando continuidade à tendência de queda do
número médio de dívidas por inadimplente. Para Luiza Rodrigues, essa tendência tem
sido verificada mesmo entre os mais jovens, que tradicionalmente tem maior número
médio de dívidas.
Baixe o material completo e a série histórica em
https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos
Informações à imprensa:
Guilherme de Almeida
(61) 3213-2030 | (61) 8350 3942
guilherme.dealmeida@inpressoficina.com.br
Vinícius Bruno
(11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181
vinicius.bruno@inpressoficina.com.br
4.
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ANÁLISE ECONÔMICA
Atrasos com bancos explicam aumento da inadimplência em maio
O número total de dívidas em atraso do SPC Brasil mostrou, em maio, aumento de 5,21% em relação a
maio de 2013. Do ponto de vista setorial, esta alta se deve principalmente a dois setores, que sozinhos
representaram 61% do aumento: "bancos", cuja alta de dívidas (4,32%) responde por 38% do aumento total,
e "comunicação", cuja alta de dívidas (8,74%) responde por 23% do aumento total de dívidas em atraso. O
avanço do número de dívidas em comunicação, que engloba contas de internet, TV a cabo e telefone, reflete
provavelmente a popularização desses serviços, com consequente aumento do risco de crédito do cliente
médio. O número de linhas telefônicas (celulares e fixas) cresceu 11% entre 2011 e 20131; os crescimentos
dos acessos via banda larga e das assinaturas de TV a cabo foram ainda mais impressionantes: 31% e 42%,
respectivamente, no mesmo período.
Com relação ao número de inadimplentes, a base do SPC Brasil mostrou importante crescimento. A alta
anual verificada em maio foi de 9,56%, a maior desde o início da série. Com isso, o SPC Brasil estima que um
total de 55,04 milhões de CPFs de adultos vivos estavam registrados em serviços de proteção ao crédito no
país2 em maio. Assim, considerando a estimativa feita para abril pelo SPC Brasil (53,8 milhões de
inadimplentes), pode-se dizer que, entre abril e maio, cerca de 1,2 milhão de adultos foram incluídos em
serviços de proteção ao crédito.
A apuração dos dados de novos devedores nas bases do SPC Brasil mostrou grande crescimento dos que
estão em atraso há menos de seis meses, em particular os que têm parcelas atrasadas de 91 a 180 dias
(+36,32% na comparação anual). O dado sugere que os “novos inadimplentes” se concentram no grupo que
adquiriu dívidas no início do ano, mas não conseguiu honrar os seus compromissos.
Chama a atenção o fato de que as altas anuais observadas em 2014 superam o crescimento observado nos
anos anteriores, o que indica que as altas nas dívidas atrasadas e no número de inadimplentes não se deve
somente a fatores sazonais e sim à situação econômica. A inadimplência nos últimos meses tem sido
influenciada pela desaceleração da atividade econômica3
, pela elevação da inflação4
e crescimento
moderado da massa salarial5
.
Por fim, o número médio de dívidas em atraso por pessoa física inadimplente atingiu 2,008 dívidas em
maio, abaixo do mês anterior, dando continuidade à tendência de queda do número médio de dívidas por
inadimplente. Essa tendência tem sido verificada mesmo entre os mais jovens, que tradicionalmente tem
maior número médio de dívidas.
1 Fonte: http://www.teleco.com.br/estatis.asp. Acesso em 05 de junho de 2014.
2É importante notar que esse dado não inclui apenas a base do SPC Brasil, mas uma estimativa de todos os serviços de proteção
ao crédito existentes no país. Por favor, veja a seção “Metodologia” para entender como essa estimativa foi feita e quais são
suas premissas.
3No último relatório Focus, no qual o Banco Central do Brasil apresenta as principais expectativas do mercado, o crescimento do
PIB esperado para 2014 foi revisado novamente para baixo, caindo para 1,50% a.a.
4De acordo com o IBGE, o IPCA de abril subiu 0,67% frente a março. O resultado em 12 meses foi de 6,28%, acima do centro da
meta de inflação (4,5%).
5Segundo o Banco Central do Brasil, a massa salarial ampliada disponível, em termos reais, cresceu 3,1% em
março,considerando a variação acumulada nos últimos 12 meses. A massa salarial ampliada disponível é obtida pelo Banco
Central do Brasil através da soma de todos os salários e rendimentos, líquidos de imposto de renda, somados a benefícios de
proteção social (como bolsa família) e benefícios previdenciários. Os dados foram corrigidos pela inflação (medida pelo IPCA)
pelo SPC Brasil. Esse indicador mede, portanto, o poder de compra da população.
5.
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Indicador 1: Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil
Novo aumento recorde do número de pessoas inadimplentes
O número de pessoas físicas inadimplentes registradas na base de dados do SPC Brasil cresceu 1,38% em
maio de 2014 em relação a abril, a maior alta da série histórica para os meses de maio. Na comparação com
o mesmo período de 2013, o indicador cresceu 9,56% (Gráfico 1), maior avanço da série histórica.
Gráfico 1 - Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil
Variação em relação ao mesmo mês do ano anterior
Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil,
mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil.
Faixa de tempo de atraso do devedor
O aumento mensal de 1,38% no número de inadimplentes foi puxado pela faixa que compreende atrasos
entre 90 a 180 dias, a qual cresceu 16,22% (Gráfico 2) na passagem de abril para maio. Esse resultado indica
que os inadimplentes registrados nos primeiros meses do ano continuaram sem pagar suas dívidas, e a
dificuldade honrá-las excedeu os fatores sazonais de início de ano. É provável que as dificuldades
relacionadas ao pagamento das obrigações financeiras tenham aumentado com o aperto monetário iniciado
em abril de 2013. Vale destacar, entretanto, que o número de inadimplentes há mais de dois anos continua
representando a maior parte do total de consumidores com atraso na base do SPC Brasil (Gráfico 3).
Gráfico 2– Pessoas Físicas Inadimplentes Gráfico 3–Pessoas Físicas Inadimplentes
Variação mensal por tempo de atraso (maio/14) Participação por faixa de tempo de atraso - %
Fonte: SPC Brasil.
mai-11
5.78%
mai-12
6.99%
mai-13
3.40%
mai-14
9.56%
0%
2%
4%
6%
8%
10%
12%
mai-11 set-11 jan-12 mai-12 set-12 jan-13 mai-13 set-13 jan-14 mai-14
1.38%
-5.19%
16.22%
4.24%
-0.45%
0.29% 0.50%
Total Até 90
dias
91 a 180
dias
181 a
360 dias
De 361
dias a 2
anos
2 a 3
anos
3 a 5
anos
7.5% 9.3%
7.4% 9.2%
11.5% 11.2%
21.3% 19.3%
17.2% 17.8%
35.2% 33.3%
Mai/13 Mai/14
Mais de 3 anos
De 2 a 3 anos
De 1 a 2 anos
De 181 a 360 dias
De 91 a 180 dias
Até 90 dias
6.
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Faixa Etária das pessoas físicas inadimplentes6
O número de pessoas com dívidas em atraso aumentou em todas as faixas etárias em maio, na comparação
com o mês imediatamente anterior (Gráfico 4). A alta mais expressiva ocorreu na faixa de 25 a 29 anos
(1,30%). No entanto, os inadimplentes com mais de 30 anos continuaram representando a maior parte do
total de consumidores com atraso (Gráfico 5) e, dessa forma, o crescimento da inadimplência dessa categoria
teve o impacto mais significativo sobre a variação total.
Gráfico 4– Pessoas Físicas Inadimplentes Gráfico 5–Pessoas Físicas Inadimplentes
Variação mensal por idade (maio/14) Participação por idade (maio/14)
Fonte: SPC Brasil.
Tabela 1 – Resumo da evolução do número de pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil
Fonte: SPC Brasil. Um mesmo CPF é contado neste indicador apenas uma vez, mesmo que tenha mais de uma
dívida em atraso.
6
As idades comentadasneste texto são as que estão entre 18 e 94 anos. A base do SPC inclui algumas dívidas em atraso detidas
por menores de 18 anos e maiores de 95 anos, mas elas não são incluídas nos comentários por conterem, historicamente, alto
índice de fraudes (por exemplo, dívidas contraídas em nome de pessoa já falecida). Essas duas faixas etárias representam,
juntas, apenas 0,249% do total das pessoas inadimplentes. Para detalhes sobre a evolução dessas duas faixas, consulte a base
de dados em Excel® em www.spcbrasil.org.br/imprensa.
1.38%
1.28% 1.30%
0.94% 0.87% 0.89%
Total
18a24
anos
25a29
anos
30a39
anos
40a49
anos
50a84
anos
18 a 24
anos
10.96%
25 a 29
anos
14.19%
30 a 39
anos
26.95%
40 a 49
anos
19.33%
50 a 84
anos
24.21%
Outras
4,37%
7.
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Indicador 2: Dívidas em atraso na base do SPC Brasil – Pessoa Física
Alta mensal de 0,62% no número de dívidas em atraso
Em maio de 2014, o número de dívidas em atraso de pessoas físicas na base do SPC Brasil cresceu 0,62% em
relação a abril (Gráfico 6).Tal crescimento superou a alta mensal registrada em maio de 2013 (0,31% sobre
abril de 2013). Na comparação com o mesmo mês de 2013, o crescimento foi de 5,21%, maior alta em 17
meses (Gráfico 7).
Gráfico 6– Dívidas em Atraso PF Gráfico 7– Dívidas em Atraso PF
Variação mensalem maio de cada ano Variação anual (mai/14)
Fonte: SPC Brasil. O dado não reflete apenas o número de dívidas em atraso no Brasil, mas também
o aumento do registro das dívidas registradas nas bases de dados a que o SPC tem acesso.
Faixa de tempo de atraso
Em relação ao mesmo mês de 2013, as dívidas em atraso mantêm tendência de alta expressiva. Em especial,
as dívidas vencidas entre 91 a 180 dias atrás (13,63%) apresentaram a maior variação mensal para maio
desde o início da série, mesmo após o crescimento significativo verificado em abril. Esse comportamento
sugere que as dívidas de início de ano, antes em atraso há até 90 dias, continuaram não sendo pagas (Gráfico
8). Por outro lado, os dados de dívidas em atraso até 90 dias, que vinham apresentando fortes altas até o
mês de abril, apresentaram em maio queda mensal de 6,72%.
Gráfico 8– Quantidade de dívidas em atraso por faixa de tempo de atraso
Variação em maio de 2014, em relação a abril de 2014
Fonte: SPC Brasil.
8.
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Na comparação com maio de 2013, houve crescimento tanto nas dívidas atrasadas há menos de 90 dias, de
13,06%,quanto na faixa de atraso de 91 a 180 dias, de 13,95% (Gráfico 9). A alta anual nas dívidas em atraso
de 91 a 180 dias não era tão grande desde fevereiro de 2012, o que apoia a percepção de que o aumento na
inadimplência registrado ao longo do segundo trimestre de 2014 não se refere somente a fatores sazonais,
mas também a fatores conjunturais como o encarecimento do crédito por conta da alta nas taxas de juros e
da piora na atividade econômica.
Gráfico 9– Quantidade de dívidas em atraso por faixa de tempo de atraso
Variação Anual (mai/14)
Fonte: SPC Brasil.
Faixa etária dos detentores das dívidas em atraso
Os dados de maio mostram mais uma vez que o crescimento das dívidas em atraso é disseminado entre as
faixas etárias. Foram observadas altas em todos os intervalos de idade considerados, com exceção da faixa
entre 18 e 21 anos que apresentou queda de 0,91% (Gráfico 10).
Gráfico 10– Dívidas em atraso – Pessoa Física, por faixa etária do detentor da dívida
Variação com relação ao mesmo mês do ano anterior - %
A participação de cada faixa etária sobre o total de inadimplentes reflete o crescimento demográfico de cada
um dos grupos etários. Enquanto a participação do número de dívidas em atraso da população entre 50 e 84
anos sobre o total cresceu na comparação com o ano passado, os dados mostram uma queda desta
participação para aqueles com idade entre 18 e 24 anos (estes últimos também influenciados pela menor
participação dos jovens no mercado de trabalho), conforme Gráfico 11.
9.
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Gráfico 11– Dívidas em atraso – Pessoa Física
Participação por faixa etária do devedor
Fonte: SPC Brasil.
Setor credor
Na comparação mensal, os dados mostram que o aumento da quantidade de dívidas em atraso em maio foi
puxado pelo setor de comunicação. Na outra direção, o setor de água, luz, esgoto e gás registrou queda
(Gráfico 12).
Gráfico 12– Dívidas em atraso PF Gráfico 13– Dívidas em atraso PF
Variação mensal por setor credor (mai/14) Participação por setor credor em mai/14
Fonte: SPC Brasil. O nome do setor credor é uma simplificação da classificação CNAE. Para mais detalhes, veja a
seção de metodologia.
Na comparação anual, a maior alta do número de dívidas foi a do setor de água, luz, esgoto e gás. Apenas o
setor de serviços de contadores, advogados, arquitetos etc. apresentou queda nesta comparação (Gráfico
14).
10.
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Gráfico 14– Dívidas em atraso, com abertura por setor credor (de acordo com a seção CNAE)
Variação com relação ao mesmo mês do ano anterior - %
Fonte: SPC Brasil.
Tabela 2 – Evolução do número de dívidas em atraso na base do SPC Brasil
Fonte: SPC Brasil.
mai/13 abr/14 mai/14 mai/13 abr/14 mai/14 mai/13 mai/14
0,31% 1,39% 0,62% 1,98% 4,89% 5,21% 100,00% 100,00%
Até 90 dias -3,78% 5,68% -6,72% -9,22% 16,62% 13,06% 7,96% 8,55%
91 a 180 dias 3,81% 8,59% 13,63% 2,33% 4,10% 13,95% 8,29% 8,98%
181 a 360 dias 0,16% -1,15% 1,37% 1,79% -0,99% 0,20% 13,33% 12,69%
361 dias a 3 anos 1,58% 0,43% -0,51% 12,75% 8,30% 6,07% 41,48% 41,82%
3 a 5 anos -1,20% 0,79% 0,72% -7,56% -0,31% 1,63% 28,94% 27,96%
18 a 24 anos 0,29% 0,60% -0,14% 1,77% -0,49% -0,91% 12,54% 11,81%
25 a 29 anos 0,21% 1,35% 0,59% -0,04% 3,50% 3,89% 15,12% 14,93%
30 a 39 anos 0,32% 1,37% 0,40% 1,79% 4,18% 4,27% 29,16% 28,90%
40 a 49 anos 0,19% 1,39% 0,46% 0,97% 3,96% 4,24% 20,02% 19,84%
50 a 64 anos 0,37% 1,47% 0,46% 3,23% 6,13% 6,23% 15,49% 15,64%
65 a 84 anos 0,46% 1,45% 0,53% 5,79% 9,58% 9,66% 5,73% 5,97%
Água, luz, esgoto e
gás (D e E)
-1,52% 4,12% -2,31% 13,54% 12,30% 11,41% 6,25% 6,62%
Comércio (G) 0,30% 0,80% 0,85% -1,89% 2,51% 3,08% 21,30% 20,87%
Telefonia, TV a cabo
e internet (I)
0,08% 0,68% 2,88% 11,64% 5,77% 8,74% 13,82% 14,28%
Bancos, seguradoras
e planos de saúde
(K)
0,54% 1,58% 0,10% 0,37% 4,77% 4,32% 45,32% 44,94%
Contador,
advogado,arquiteto
etc (Me N)
0,69% 0,34% -0,36% -1,98% -0,20% -1,24% 5,09% 4,78%
Outros 0,62% 1,55% 2,01% 1,17% 7,56% 9,05% 8,21% 8,51%
Por setor da
empresa
credora
(Seções CNAE)
Variação mensal Variação anual Participação no
Total
Por tempo de
atraso
Por faixa etária
na data da
extração
11.
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Indicador 3: Número médio de dívidas em atraso por pessoa física inadimplente
Número médio de dívidas em atraso por inadimplente continua em queda
A tendência de queda no número médio de dívidas, iniciada em meados de 2013,tem se mantido nos cinco
primeiros meses de 2014. O número médio de dívidas em atraso por pessoa física inadimplente atingiu 2,008
dívidas em maio, abaixo do mês anterior (Gráfico 15). O recuo tem sido observado em todas as faixas etárias,
inclusive naquelas que têm tradicionalmente maior número médio de dívidas, como os mais jovens.
A queda do número médio de dívidas por pessoa inadimplente, em especial nos últimos cinco meses, reflete
em parte o maior aperto na concessão de crédito: diante das perspectivas de crescimento econômico menos
favoráveis, as empresas estão menos dispostas a conceder crédito a pessoas já inadimplentes, o que
lentamente leva à queda do número médio de dívidas por inadimplente na base do SPC Brasil.
Fonte: SPC Brasil
Faixa etária dos detentores das dívidas em atraso
Tanto na comparação mensal quanto na comparação anual, todas as faixas etárias mostraram queda (Gráfico
16) no número médio de dívidas em atraso. Mais uma vez o recuo mais importante aconteceu entre os mais
jovens. Na comparação anual a faixa de 18 a 24 anos o número médio de dívidas foi de 2,163 e na faixa de 25 a
29 anos a média foi de 2,112 dívidas (em maio de 2013, ambas as faixas tinham, em média, 2,187 dívidas). Sem
alteração do padrão, o menor número pertence à faixa de 50 a 84 anos (1,792), provavelmente porque a maior
parte das pessoas dessa faixa etária tem acesso a crédito consignado, o que limita a inadimplência.
Gráfico 15- Número médio de dívidas por tempo de atraso
Número de dívidas em atraso dividido pelo número de inadimplentes
12.
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Gráfico 16- Número médio de dívidas por faixa etária
Número de dívidas em atraso dividido pelo número de inadimplentes
Fonte: SPC Brasil.
Tabela 3 – Número médio de dívidas em atraso por pessoa física inadimplente na base do SPC Brasil
Fonte: SPC Brasil.
mai/10 mai/11 mai/12 mai/13 abr/14 mai/14
2,145 2,123 2,120 2,091 2,023 2,008
18 a 24 anos 2,109 2,111 2,155 2,187 2,194 2,163
25 a 29 anos 2,224 2,199 2,205 2,187 2,127 2,112
30 a 39 anos 2,294 2,277 2,273 2,244 2,165 2,153
40 a 49 anos 2,205 2,186 2,176 2,143 2,069 2,060
50 a 64 anos 2,006 1,985 1,978 1,940 1,875 1,867
65 a 84 anos 1,676 1,666 1,680 1,656 1,629 1,623
Quantidade de dívidas em atraso/ Número de inadimplentes
Total
Faixa
etária
13.
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METODOLOGIA DOS INDICADORES
Os indicadores de inadimplência apresentados neste material sumarizam todas as informações disponíveis
nas bases de dados a que o SPC Brasil tem acesso (simplificadamente chamados de "Bases de dados do SPC
Brasil"). A abrangência dos dados é nacional, com informações de capitais e interior de todos os 26 estados
da federação, além do Distrito Federal.
Quando um consumidor deixa de pagar um título, seja ele uma fatura de cartão de crédito, uma conta de
água ou um boleto de uma compra parcelada em uma loja, a empresa associada ao SPC Brasil pode (mas não
é obrigada a) registrar essa inadimplência junto ao SPC Brasil. Em geral, as empresas credoras costumam
registrar a inadimplência depois de verificar que o pagamento não ocorre mesmo após 30 dias após o
vencimento. Entretanto, não há regra, e o registro pode ocorrer no dia seguinte ao vencimento ou mais de
um ano após o vencimento.
O consumidor é informado via correspondência sobre o registro e poderá, a qualquer momento, pagar a
dívida ou renegociá-la. Em ambos os casos, o registro referente àquela pendência será retirado da base do
SPC Brasil, mas o consumidor ainda pode constar como inadimplente (“negativado”) se tiver outras
pendências.
Para todos os indicadores abaixo, o SPC Brasil considera que uma dívida é a relação de um credor com um
devedor, mesmo que esse credor tenha registrado várias pendências desse devedor junto ao SPC Brasil.
Assim, se o consumidor deixa de pagar quatro parcelas de uma mesma compra e tem por isso quatro
registros no SPC Brasil, os indicadores abaixo assumem que esse consumidor tem apenas uma dívida, já que
os registros foram, todos, feitos pela mesma empresa credora associada (mesmo CNPJ).
Cada pessoa física inadimplente é classificada, mensalmente, de acordo com sua idade no último dia do mês
de referência (data de extração dos dados que embasam os indicadores do SPC Brasil). Por exemplo, suponha
que o consumidor inadimplente João tinha 24 anos em fevereiro e completa 25 anos no começo de março.
Tudo o mais constante, a faixa etária “18 a 24 anos” mostrará queda do número de inadimplentes entre
fevereiro e março, enquanto a faixa “25 a 29 anos” mostrará alta.
Para cerca de 4% dos CPFs, o SPC Brasil não tem informação sobre a data de nascimento. No futuro, se um
cliente do SPC Brasil cadastrar essa informação na base de dados, as séries históricas com abertura por faixa
etária podem sofrer revisões. Nesse caso, a categoria “faixa etária ignorada” sofrerá redução e a faixa etária
correspondente sofrerá aumento do número de CPFs. Esse processo visa aumentar continuamente a acurácia
da informação.
As séries históricas relativas aos dados comentados nesse texto estão disponíveis para download em
https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos.
Indicador 1: Pessoas físicas Inadimplentes na base de dados do SPC Brasil
Este indicador mostra a variação mês a mês do número de pessoas físicas registradas na base do SPC Brasil.
Cada pessoa física inadimplente é contada apenas uma vez, independente do número de dívidas que tenha
em atraso.
Exemplo: na tabela abaixo, duas pessoas físicas, João e Pedro, intercalam meses em que aparecem
inadimplentes na base do SPC Brasil. Pode-se classificar João e Pedro, mês a mês, da seguinte forma:
14.
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É importante notar que a variação no número de pessoas inadimplentes registradas na base do SPC Brasil
não representa, exatamente, o número de pessoas inadimplentes no Brasil, por três motivos.
A base de dados do SPC Brasil é a que tem a maior capilaridade nacional, mas existem outros
serviços de proteção ao crédito, cujos dados não são considerados para este indicador.
Há empresas que, eventualmente ou sempre, decidem não registrar o atraso de seus
clientes. Isso pode ocorrer, por exemplo, porque o cliente tem uma relação de longa data
com a empresa.
Há empresas que só registram o atraso de seus clientes muito tempo após o vencimento da
fatura, possivelmente após esgotarem todas as tentativas de negociação. Por isso, pode
ocorrer que a inadimplência tenha aumentado em janeiro mas o aumento do número de
devedores só ocorra em março na base do SPC Brasil.
As pessoas físicas inadimplentes são classificadas de acordo com:
Sua faixa etária no último dia do mês de referência (data de extração dos dados que embasam os
indicadores do SPC Brasil).
Sua faixa de tempo de atraso, que é igual ao atraso da dívida em atraso mais antiga registrada no
SPC. Por exemplo, suponha que
o A empresa B registre o consumidor João em janeiro de 2013 por dívida vencida em
dezembro. Ao final de janeiro, a dívida estará atrasada 40 dias. Se a dívida não for paga em
fevereiro, ao final de fevereiro ela estará atrasada 68 dias (=40+28 dias de fevereiro).
o A empresa A registre o consumidor João em fevereiro de 2013, por dívida vencida há
bastante tempo (seis meses antes). Tentou negociar com o consumidor, mas não conseguiu,
e por isso decidiu registrar a inadimplência. Ao fim de fevereiro, a dívida estava atrasada 181
dias.
Indicador 2: Dívidas em atraso na base do SPC Brasil
Este indicador mostra a variação mês a mês da quantidade total de dívidas em atraso de pessoas físicas.
Exemplo: Os credores A, B e C são as empresas para quem João e Pedro, as duas pessoas físicas do exemplo
do indicador 1,devem. Os credores podem ser lojistas, empresas de serviços, como telefonia, energia,
jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13
João Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente
Pedro Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente
Número de pessoas físicas
inadimplentes
2 2 1 1 2 2
Indicador "pessoas inadimplentes
PF" - variação mensal
------ 0% -50% 0% 100% 0%
jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13
Credor A Adimplente 181 dias Adimplente Adimplente Adimplente 20 dias
Credor B 40 dias 68 dias 99 dias Adimplente Adimplente 25 dias
Credor C Adimplente Adimplente Adimplente Adimplente 361 dias Adimplente
40 dias 181 dias 99 dias -------- 361 dias 25 dias
De 31 a 60 dias
De 181 a 360
dias
De 91 a 180
dias
Nenhuma
De 361 dias a 2
anos
De 14 a 30 dias
Vencimento mais antigo
Credor
Dias em atraso (intervalo entre data de vencimento e o último dia do mês de referência)
Faixa de tempo de atraso
15.
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fornecimento de água, etc. A soma das dívidas de todos os devedores resulta na quantidade total de dívidas
da base do SPC Brasil.
As dívidas em atraso sãoclassificadas de acordo com:
A faixa etária do devedor no último dia do mês de referência (data de extração dos dados que
embasam os indicadores do SPC Brasil).
A faixa de atraso da dívida, que é igual a diferença entre a data de vencimento e o último dia do mês
de referência.Por exemplo, se a dívida venceu em 1º de março, o resultado de março, extraído no
dia 31, informará que essa dívida está vencida há 30 dias.
Setor credor, identificado de acordo com a CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas).
As empresas credoras foram classificadas pelas seções CNAE (identificadas por letras), conforme
tabela abaixo.
Devedor Credor Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho
credor A Inadimplente Inadimplente
credor B Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente
credor C Inadimplente
Total de dívidas em atraso 1 2 1 - 1 2
credor A Inadimplente Inadimplente Inadimplente
credor B Inadimplente Inadimplente Inadimplente
credor C Inadimplente Inadimplente
Total de dívidas em atraso 1 2 - 3 1 1
2 4 1 3 2 3
-------- 100% -75% 200% -33% 50%
João
Pedro
Quantidade de dívidas em atraso
(João + Pedro)
Indicador "Dívidas em atraso PF" -
variação mensal
Seção Descrição da seção CNAE Classificação utilizada no texto e nos
A Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura Outros
B Indústrias extrativas Outros
C iIndústrias de transformação Outros
D Eletricidade e gás Água, luz, esgoto e gás
E Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminaçãoÁgua, luz, esgoto e gás
F Construção Outros
G Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas Comércio
H Transporte, armazenagem e correio Outros
I Alojamento e alimentação Outros
J Informação e comunicação Comunicação
K Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados Bancos, seguradoras e planos de saúde
L Atividades imobiliárias Contador, advogado, arquiteto etc
M Atividades profissionais, científicas e técnicas Outros
N Atividades administrativas e serviços complementares Outros
O Administração pública, defesa e seguridade social Outros
P Educação Outros
Q Saúde humana e serviços sociais Outros
R Artes, cultura, esporte e recreação Outros
S Outras atividades de serviços Outros
T Serviços domésticos Outros
U Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais Outros
? Empresa sem CNAE classificado Outros
16.
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Indicador 3:Número médio de dívidas em atraso de pessoas físicas
Este indicador mostra onúmero médio de dívidas em atraso, calculado através da divisão da
quantidade total de dívidas em atraso de pessoas físicas pela quantidade total de pessoas físicas
inadimplentes no mês de referência.
Exemplo: ainda usando o exemplo inicial e dividindo-se o total de dívidas em atraso pela quantidade
de pessoas inadimplentes, mês a mês, tem-se que o número médio de dívidas mensalmente.
As pessoas inadimplentes e as dívidas são classificadas de acordo com a faixa etária do inadimplente, de
maneira a permitir uma abertura desse indicador por faixa etária.
Indicador 4:Estimativa mensal do número de inadimplentes no Brasil
O que mostra: estimativa mensal do número de pessoas físicas com dívidas em atraso no país
A estimativa parte da base de dados do SPC Brasil. Em seguida, toma-se uma amostra aleatória de 600 CPFs
regulares de pessoas de 18 a 90 anos, inadimplentes ou não. Esses CPFs são consultados no SPC Brasil e em
outros serviços de proteção ao crédito. Com isso, verifica-se a proporção de inadimplentes em pelo menos
uma das bases. Esseresultado é aplicadosobre o número de adultos na população brasileira em 2014
(projeção do IBGE).
Como não há informação pública e consolidada sobre quais CPFs pertencem a pessoas já falecidas, aplicou-se
um redutor de CPFs, com base na expectativa de mortalidade e nas informações do DataSUS.
Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho
2 4 1 3 2 3
2 2 1 1 2 2
1,000 2,000 1,000 3,000 1,000 1,500
Quantidade de dívidas em atraso
Quantidade de pessoas físicas
inadiplentes
Numero médio de dívidas em atraso
por pessoa inadimplente
17.
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INFORMAÇÕES RELEVANTES
Este material foi elaborado e publicado pelo SPC Brasil e tem como único objetivo prover informações sobre
os indicadores econômicos produzidos pela Organização. Todos os dados desta publicação foram apurados
criteriosamente por profissionais qualificados, a partir de fontes públicas e privadas, não tendo o SPC Brasil
qualquer gerência e/ou responsabilidade sobre tais informações. O conteúdo deste documento,
eventualmente, poderá apresentar opiniões e análises realizadas pelos profissionais responsáveis no
momento da divulgação e poderá estar sujeito a alterações, a qualquer momento, sem aviso prévio. Os
dados apresentados neste material poderão representar projeções de variáveis econômicas, elaboradas
criteriosamente a partir de dados disponíveis no momento de sua elaboração, tendo em vista o cenário
econômico atual macroeconômico. O SPC Brasil não se responsabiliza por eventuais alterações em suas
projeções, análises e/ou por desvios de suas projeções em relação às fontes consultadas. Todos os dados
apresentados nesse relatório têm caráter meramente informativo, sendo que o SPC Brasil não concede
nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, pela utilização dos mesmos para fins de
avaliação ou tomada de decisão por seu consulente. Desta forma, o SPC Brasil não se responsabiliza por
nenhuma consequência ou perda, patrimonial ou extrapatrimonial, decorrentes do uso de quaisquer dados
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Fundada em 1960, a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), é a mais antiga entidade
representativa do comércio lojista. Reunindo as federações (representação local nos Estados) e câmaras de
dirigentes lojistas (representação local nos municípios), a instituição tem como missão a defesa e o
fortalecimento da livre iniciativa.
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O SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) é o sistema de informações da Confederação Nacional de
Dirigentes Lojistas (CNDL), constituindo-se no maior banco de dados da América Latina em informações
creditícias sobre pessoas físicas e jurídicas.
A capilaridade alcançada pelo SPC Brasil é a mais representativa do setor. Sua base de dados reúne
informações de todos os segmentos da economia nas 27 unidades da Federação. O SPC Brasil reúne
informações creditícias de praticamente todos os CPFs do Brasil, estejam eles em situação de inadimplência
ou não.
Os serviços e soluções oferecidos pelo SPC Brasil auxiliam empresas a proteger-se de prejuízos, maximizar
seus lucros e a promover ações de vendas e recuperação de crédito, incluindo prospecção de negócios e
gestão de carteira.