Resenha livro:
Marketing de Interrupção
   Qual é a melhor maneira para atrair a atenção do seu potencial consumidor, cliente, ou
    como queria chamá-lo, num mundo que diariamente evolui com novas tecnologias e
    transforma as mídias em potenciais alavancas de transmissão das mensagens
    publicitárias?

   O livro Marketing de Permissão, best-seller de Seth Godin, trata das estratégias e dos
    melhores caminhos que devem ser traçados pelos profissionais do marketing.

   Apesar das inúmeras e fantásticas campanhas publicitárias existentes no mercado, os
    cuidados devem ser medidos a todo instante quando se opta pelos processos de
    permissão ou interrupção do potencial cliente. Tais termos são abordados com detalhes e
    sugestões de caminhos para o sucesso.
    O comportamento do consumidor tem mudado e dos empresários, obrigatóriamente
    também. Nesse contexto, as agências ainda buscam a internet como seu maior aliado,
    porém, maquinando para que o cliente não seja afrontado com um batalhão de
    campanhas que chegam em seu e-mail como spam´s etc.
   A estratégia agora é conquistá-lo dia a dia, de maneira especial, que o faça se sentir
    lisongeado com a atenção que lhe é dada através de promoções e ações direcionadas pela
    organização.

   Quando falamos em promoção, tecnicamente nos referimos ao Marketing de Interrupção,
    aquele que você obrigatoriamente faz com que o seu potencial cliente pare o que esta
    fazendo para prestar atenção no que esta dizendo com seu banner, informativo etc.

    Mas o desafio da ‘conquista amável’ do potencial consumidor tem dado trabalho e feito
    com que os elaboradores de planejamentos estratégicos de campanhas misturem o
    Marketing de Interrupção com o de Permissão.
   Numa linguagem de fácil compreensão, o primeiro pode ser definido como uma
    maneira mais cordial de conquistar o cliente para que aposte no consumo ou
    serviço de tal empresa.


   O segundo, de interrupção, é uma forma mais ‘extravagante’ de atrair, quase
    que obrigatória, a atenção do cliente, se importando apenas com o propósito de
    divulgar tal proposta de marketing e fincá-la na mentalidade das pessoas.


   Como forma de parar as mentalidades da publicidade e marketing para pensar
    nos efeitos do boom da internet, a obra leva a refletir sobre a necessidade de
    que os profissionais estão tendo de pensar se, encher a caixa de e-mails das
    pessoas tem realmente gerado resultados positivos, ou, se o chamado
    marketing de massa tem congestionado a internet e também as revistas com
    propagandas nada atrativas, que gastam fortunas de investimentos e, que no
    fim das contas não atendem as expectativas.
   A mala direta que é um exemplo de Marketing de Interrupção é um exemplo de
    conceito em transformação, pois já se discutem nas empresas se tal maneira
    realmente cativa a atenção do cliente ou não. Ainda não está com os dias
    contados na indústria do marketing, mas pode diminuir.

   Originário do Marketing de Interrupção, o Marketing de Permissão tem
    estratégias mais refinadas. Nessa linha de atuação no job, o desafio é alinhar
    conquista, atenção confiança e durabilidade na relação com o cliente, tendo a
    internet com a fatídica mola propulsora para atingir o alvo esperado.

   Os comerciais, publicidades gigantescas em revistas e jornais, do Marketing de
    Interrupção, podem atingir mais o sucesso esperado, mas elas induzem para a
    atuação de ações do Marketing de Permissão, pois estabelece um primeiro canal
    de contato, chamando as atenções para tal mensagem.

   É natural que o profissional de marketing veja o mercado primeiro, como as
    coisas estão girando nele, as tendências e a concorrência, sobretudo.
   Mas na escolha pela Permissão, o cliente deve ser a parcela de concentração do
    profissional. Tudo deve ser pensado a partir dele. Como vou vender esse
    produto? Por que vou vender para tal perfil de cliente? Qual o potencial de
    consumo dele?

   A ação é estritamente pessoal e a longo prazo, se quiser que esse cliente seja
    um excelente e fiel usuário do produto da sua empresa e, consequentemente,
    traga rentabilidade para o negócio.

    O longo prazo que pode existir na relação com o cliente é o mesmo que o
    profissional tem que considerar para conquistá-lo. Para isso, existe um ciclo de
    cinco etapas: estranho, amigo, cliente, cliente fiel e ex-cliente.

   O uso do conceito de Marketing de Permissão para chegar no cliente se
    transforma no Marketing Individualizado no futuro da ação.
    Na permissão, algumas características são fundamentais. Não envie uma
    mercadoria, seja para teste, como brinde ou com qualquer outra intensão, sem
    antes perguntar para o seu cliente se pode ter tal atitude.

   Isso mostra o respeito que existe na relação profissional e gera dia a dia a
    solidez necessária para que de potencial cliente, ele se torne cliente certo.

   E com a permissão em bons caminhos, o profissional pouco a pouco atinge o
    seu objetivo, muitas vezes sem fazer supercampanhas para ganhar seu o
    cliente, pois saberá exatamente o que ele precisa e deseja.

   Dessa maneira, usa a publicidade diretamente como a resposta direta e
    persuasiva. E todos ganham nesse processo.
   E no embalo do uso da expressão: ‘Caro cliente, posso tomar um pouquinho do
    seu tempo? Tenho certeza que vai gostar da proposta que temos’, o profissional
    do Marketing de Permissão segue na direção correta e segura para o resultado
    da sua ação e, simultaneamente, substitui o Marketing de Interrupção pela
    interação progressiva com seu cliente.

   E claro, que nessa linha de atuação ganha de vez a confiança do cliente e a
    eficácia do seu plano.

Marketing oficial

  • 1.
  • 2.
    Qual é a melhor maneira para atrair a atenção do seu potencial consumidor, cliente, ou como queria chamá-lo, num mundo que diariamente evolui com novas tecnologias e transforma as mídias em potenciais alavancas de transmissão das mensagens publicitárias?  O livro Marketing de Permissão, best-seller de Seth Godin, trata das estratégias e dos melhores caminhos que devem ser traçados pelos profissionais do marketing.  Apesar das inúmeras e fantásticas campanhas publicitárias existentes no mercado, os cuidados devem ser medidos a todo instante quando se opta pelos processos de permissão ou interrupção do potencial cliente. Tais termos são abordados com detalhes e sugestões de caminhos para o sucesso.
  • 3.
    O comportamento do consumidor tem mudado e dos empresários, obrigatóriamente também. Nesse contexto, as agências ainda buscam a internet como seu maior aliado, porém, maquinando para que o cliente não seja afrontado com um batalhão de campanhas que chegam em seu e-mail como spam´s etc.  A estratégia agora é conquistá-lo dia a dia, de maneira especial, que o faça se sentir lisongeado com a atenção que lhe é dada através de promoções e ações direcionadas pela organização.  Quando falamos em promoção, tecnicamente nos referimos ao Marketing de Interrupção, aquele que você obrigatoriamente faz com que o seu potencial cliente pare o que esta fazendo para prestar atenção no que esta dizendo com seu banner, informativo etc.  Mas o desafio da ‘conquista amável’ do potencial consumidor tem dado trabalho e feito com que os elaboradores de planejamentos estratégicos de campanhas misturem o Marketing de Interrupção com o de Permissão.
  • 4.
    Numa linguagem de fácil compreensão, o primeiro pode ser definido como uma maneira mais cordial de conquistar o cliente para que aposte no consumo ou serviço de tal empresa.  O segundo, de interrupção, é uma forma mais ‘extravagante’ de atrair, quase que obrigatória, a atenção do cliente, se importando apenas com o propósito de divulgar tal proposta de marketing e fincá-la na mentalidade das pessoas.  Como forma de parar as mentalidades da publicidade e marketing para pensar nos efeitos do boom da internet, a obra leva a refletir sobre a necessidade de que os profissionais estão tendo de pensar se, encher a caixa de e-mails das pessoas tem realmente gerado resultados positivos, ou, se o chamado marketing de massa tem congestionado a internet e também as revistas com propagandas nada atrativas, que gastam fortunas de investimentos e, que no fim das contas não atendem as expectativas.
  • 5.
    A mala direta que é um exemplo de Marketing de Interrupção é um exemplo de conceito em transformação, pois já se discutem nas empresas se tal maneira realmente cativa a atenção do cliente ou não. Ainda não está com os dias contados na indústria do marketing, mas pode diminuir.  Originário do Marketing de Interrupção, o Marketing de Permissão tem estratégias mais refinadas. Nessa linha de atuação no job, o desafio é alinhar conquista, atenção confiança e durabilidade na relação com o cliente, tendo a internet com a fatídica mola propulsora para atingir o alvo esperado.  Os comerciais, publicidades gigantescas em revistas e jornais, do Marketing de Interrupção, podem atingir mais o sucesso esperado, mas elas induzem para a atuação de ações do Marketing de Permissão, pois estabelece um primeiro canal de contato, chamando as atenções para tal mensagem.  É natural que o profissional de marketing veja o mercado primeiro, como as coisas estão girando nele, as tendências e a concorrência, sobretudo.
  • 6.
    Mas na escolha pela Permissão, o cliente deve ser a parcela de concentração do profissional. Tudo deve ser pensado a partir dele. Como vou vender esse produto? Por que vou vender para tal perfil de cliente? Qual o potencial de consumo dele?  A ação é estritamente pessoal e a longo prazo, se quiser que esse cliente seja um excelente e fiel usuário do produto da sua empresa e, consequentemente, traga rentabilidade para o negócio.  O longo prazo que pode existir na relação com o cliente é o mesmo que o profissional tem que considerar para conquistá-lo. Para isso, existe um ciclo de cinco etapas: estranho, amigo, cliente, cliente fiel e ex-cliente.  O uso do conceito de Marketing de Permissão para chegar no cliente se transforma no Marketing Individualizado no futuro da ação.
  • 7.
    Na permissão, algumas características são fundamentais. Não envie uma mercadoria, seja para teste, como brinde ou com qualquer outra intensão, sem antes perguntar para o seu cliente se pode ter tal atitude.  Isso mostra o respeito que existe na relação profissional e gera dia a dia a solidez necessária para que de potencial cliente, ele se torne cliente certo.  E com a permissão em bons caminhos, o profissional pouco a pouco atinge o seu objetivo, muitas vezes sem fazer supercampanhas para ganhar seu o cliente, pois saberá exatamente o que ele precisa e deseja.  Dessa maneira, usa a publicidade diretamente como a resposta direta e persuasiva. E todos ganham nesse processo.
  • 8.
    E no embalo do uso da expressão: ‘Caro cliente, posso tomar um pouquinho do seu tempo? Tenho certeza que vai gostar da proposta que temos’, o profissional do Marketing de Permissão segue na direção correta e segura para o resultado da sua ação e, simultaneamente, substitui o Marketing de Interrupção pela interação progressiva com seu cliente.  E claro, que nessa linha de atuação ganha de vez a confiança do cliente e a eficácia do seu plano.