O documento discute os projetos do Museu das Missões e da Fundação Iberê Camargo, enfatizando a integração da arquitetura moderna com o patrimônio histórico no Rio Grande do Sul. Destaca a importância da transparência e relação visual dos museus com seu entorno, propondo uma nova forma de apreciação da arte. Menciona também as diferenças nas exigências técnicas de conservação entre os dois museus ao longo do tempo.