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Português
Português
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Componentes do projeto:
Manual do aluno
Fichas de avaliação (oferta ao aluno)
Caderno Oficina de escrita criativa (oferta ao aluno)
Caderno de atividades
Livromédia
3
ano
MANUAL CERTIFICADO pela Escola Superior
de Educação do Instituto Politécnico de Viseu,
nos termos da legislação em vigor
MANUAL CERTIFICADO
pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu
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Conforme o novo
Acordo Ortográfico
da língua portuguesa
Português
Maria José Marques e Carolina Gonçalves
Consultora científica: Luísa Solla
C.
Produto
*212010104*
353897 CAPA.indd 1 13/02/17 11:47
O Projeto Desafios de Português
destinado ao 3.o
ano de escolaridade,
1.o
Ciclo do Ensino Básico, é uma obra coletiva,
concebida e criada pelo Departamento de Investigações
e Edições Educativas da Santillana-Constância,
sob a direção de Sílvia Vasconcelos.
EQUIPA TÉCNICA
Chefe de Equipa Técnica: Patrícia Boleto
Modelo Gráfico e Capa: Carla Julião
Ilustração da Capa: Nósnalinha
Ilustrações: Nósnalinha
Paginação: Christophe Marques, Pedro Nunes e Teresa Santos
Documentalista: Luísa Rocha e Marisa Pires
Revisão: Ana Abranches, Catarina Pereira e Fabíola Santos
EDITORA
Maria João Carvalho
CONSULTORA CIENTÍFICA
Luísa Solla — Professora Adjunta da Escola Superior de Educação
do Instituto Politécnico de Setúbal, de 1986 até 2009. Nesta
instituição desenvolveu atividade docente em cursos de formação
de professores para o 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico e Educação
de Infância.
Desenvolveu ainda atividades de formação e investigação
no domínio da Educação Intercultural e da Cooperação
em Educação para o Desenvolvimento em países da CPLP.
Ainda nesse âmbito, coordenou vários projetos e elaborou
(com colegas) manuais de Língua Portuguesa para a Guiné-Bissau
(Prémio EXPOLÍNGUA 1996) e Timor-Leste.
Foi consultora do projeto Diversidade Linguística na Escola
Portuguesa (ILTEC, 2003-2005). Atualmente, é uma das
coordenadoras, no mesmo instituto, do projeto Bilinguismo,
Aprendizagem do Português L2 e Sucesso Educativo na Escola
Portuguesa.
A edição revista de acordo com as novas metas curriculares
é da responsabilidade de Maria José Marques.
A cópia ilegal viola os direitos dos autores.
Os prejudicados somos todos nós.
© 2013
Rua Mário Castelhano, 40 – Queluz de Baixo
2734-502 Barcarena, Portugal
APOIO AO PROFESSOR
Tel.: 214 246 901
apoioaoprofessor@santillana.com
APOIO AO LIVREIRO
Tel.: 214 246 906
apoioaolivreiro@santillana.com
Internet: www.santillana.pt
Impressão e acabamento: Lidergraf
ISBN: 978-989-708-424-9
C. Produto: 212 010 104
2.a
Edição
5.a
Tiragem
Depósito Legal: 361116/13
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3
3
3
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Português
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2
Uma viagem ao Espaço, Carla Morais Banda desenhada 124
122
Naquela primavera, Luciano Reis Texto dramático
O feijoeiro, Jorge Sousa Braga Texto poético
A entrevista, Maria José Marques
106
114
120
116
O homem que tinha uma árvore na cabeça, José Jorge Letria Texto narrativo
104
6
Unidade
Mundo verde
O coelho pardo, Aquilino Ribeiro Texto narrativo — a fábula
Cãozinho, Sidónio Muralha Texto poético
Como fazer uma casa de pássaros, Maria José Marques Texto instrucional
86
94
102
96
Já não se ouve o cantar dos grilos no campo, Roberto Dores Texto informativo
84
5
Unidade
Queridos
animais
Índice Geral
TEXTOS E AUTORES A LEITURA
TRABALHAMOS
Ele é mais forte do que nós, Sérgio Godinho Texto narrativo
Histórias vividas, Luísa Ducla Soares Texto narrativo
Aquelas férias, Luciano Reis Texto dramático
A festa, Sophia de Mello Breyner Andresen Texto narrativo
O Mundo espera, Nuno Higino Texto poético
Que grande festa!, Maria Alberta Menéres Texto poético
Os números do menino mau, Luísa Ducla Soares Texto poético
A ficha bibliográfica
O diagrama
O cartaz Texto publicitário
6
26
46
66
16
34
56
22
42
62
18
36
58
Joãozinho e a menina do álbum, Maria Guerne Texto narrativo
De regresso, Maria Isabel de Mendonça Soares Texto narrativo
A lenda dos hamsters, Centro de Ciência de Ontário Texto narrativo
Pág. 8
Pág. 19
4
24
44
64
UNIDADES
1
2
3
Unidade
Unidade
Unidade
Meninos
com sorte
Minha querida
família
Em segurança
4
Unidade
Com os outros A estrelinha curiosa, Maria Carolina Pereira Rosa Texto poético
A carta
76
82
78
Esta palavra presépio, Maria Alberta Menéres Texto informativo
Todo o material textual transcrito neste projeto foi adaptado ao novo Acordo Ortográfico.
PÁG. PÁG.
Pág. 22
Pág. 28
Pág. 37
Pág. 42
Pág. 48
Pág. 59
Pág. 63
Pág. 68
Pág. 79
Pág. 88
Pág. 97
Pág. 108
Pág. 117
Pág. 126
Os duendes sapateiros, adaptado de Esteve Pujol i Pons Banda desenhada
História de um lápis, Laura Chaves Texto poético
O Mundo com outros olhos — notícia de jornal Texto informativo
178
186
194
188
O palácio de sorvete, Gianni Rodari Texto narrativo
176
10
Entre
materiais
No consultório do Dr. Prímula, Ilse Losa Texto narrativo
O pastor, Eugénio de Andrade Texto poético
O artigo Texto informativo
160
168
174
170
A abóbora maravilha, Aquilino Ribeiro Texto narrativo
158
9
Tudo para ver
Joaninha à janela, António Torrado Texto narrativo
Feira, Maria Alberta Menéres Texto poético
Folheto Foz Coa
142
150
156
152
Os homens de Foz Coa, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada Texto informativo
140
8
No meu bairro
Das estrelas, João Pedro Mésseder Texto poético
A enciclopédia
132
138
134
Uma criança teimosa, Rómulo de Carvalho Texto narrativo
7
Unidade
Viajar pelo
Espaço
Pág. 135
Pág. 139
Pág. 144
Pág. 153
Pág. 157
Pág. 162
Pág. 171
Pág. 175
Pág. 180
Pág. 189
Pág. 195
BLOCO
1
Viajar
no
meu
mundo
BLOCO
2
Viajar
no
mundo
dos
animais
e
das
plantas
BLOCO
3
Viajar
no
mundo
dos
outros
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3
Ortografia — gue — ge, gui — gi, g — j
Vocabulário — O Espaço/palavras
homógrafas
129
128
Ortografia — ce, ci, ç, eza, esa
Vocabulário — Os verbos e os adjetivos
O adjetivo qualificativo
115
111
118
110
Ortografia — h, nh, lh, ch
Vocabulário — Os animais/os sinónimos
Tipos de frases/as frases afirmativa e negativa —
advérbios de negação e de afirmação
95
91
98
90
A ESCRITA
TRABALHAMOS
O POEMA
EXPLORAMOS
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
Ortografia — revisões — o alfabeto: vogais orais
e nasais/ditongos orais e nasais — o som do s:
c, s, ss, ç
Ortografia — o som r forte e o som r fraco
Ortografia — s ou z
Os nomes: próprios, comuns e comuns coletivos
A família de palavras/o campo lexical/as sílabas
e a divisão silábica/a sílaba tónica e a sílaba átona
Ortografia — br, … ber, … bl, …/a translineação
Vocabulário — Os sentimentos
Palavras homófonas
Vocabulário — Família de palavras
Vocabulário — A Natureza/
a segurança/palavras homónimas
Vocabulário — Os sons/
as onomatopeias
O verbo: conjugação, pessoa e número
O tempo: presente/passado/futuro
Verbos regulares e irregulares
Os registos de língua: formal e informal
17
35
57
76
11
31
51
54
71
73
20
38
40
60
10
13
30
50
70
A pontuação e a
construção de acrósticos
Criação de um poema
O verso, a estrofe, a rima
A forma e a pontuação,
a rima, as personagens
O verso, a quadra, a rima,
a ficha bibliográfica
O verso e a estrofe
— leitura a pares
Os sinónimos e os antónimos 80
Texto ficcional 130
O mapa da história 112
O texto informativo 92
Quem sou eu?
O retrato físico e psicológico
Uma peça de teatro
O texto descritivo
PÁG.
PÁG.
PÁG. PÁG.
14
32
52
74
Ortografia — revisões
Vocabulário — Os materiais/família
de palavras/o verbo fazer
Os determinantes/os quantificadores numerais
187
183
190
182
Ortografia — s ou z; r ou rr; g ou j; x ou ch;
z, s ou x
Vocabulário — O discurso direto
e o discurso indireto
As palavras simples e as palavras complexas
169
165
172
164
Ortografia — os sons do x
Vocabulário — Marcas topográficas
Os pronomes pessoais: variação em pessoa,
género e número
151
147
154
146
Os constituintes da frase: grupo nominal
e grupo verbal
A expansão e redução de frases
133
136
136
A métrica e o ritmo
Estrofes com dois versos
O verso e a estrofe
A comparação/a métrica
O conto 184
O texto argumentativo 166
A banda desenhada 148
Como planificar
uma apresentação
Como planificar
uma descrição
Como planificar
uma peça de teatro
Como planificar
uma descrição
Como planificar
um texto informativo
Como planificar
um conto
Como planificar
um texto ficcional
Como planificar
uma BD
Como planificar
um texto argumentativo
Como planificar
um conto
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1
Unidade
4
Meninos com sorte
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BLOCO 1 Viajar no meu mundo 5
OBSERVAMOS, INTERPRETAMOS E CONVERSAMOS
1 Observa a imagem. Agora, fecha o livro e diz aos teus
colegas um objeto da imagem de que te recordes.
2 Explica aos teus colegas para que serve a leitura.
3 Quando lês um livro, costumas pensar em pessoas/situações?
Se sim, conta uma de que te lembres aos teus colegas.
4 Lê o poema, em silêncio, treina a sua leitura e depois lê-o
em voz alta para a turma como se estivesses a cantar.
4.1 A partir dos primeiros três versos, cria outro poema
e apresenta-o aos teus colegas.
Os livros
Apetece chamar-lhes irmãos,
tê-los ao colo,
afagá-los com as mãos,
abri-los de par em par,
ver o Pinóquio a rir
e o D. Quixote a sonhar,
e a Alice do outro lado
do espelho a inventar
um mundo de assombros
que dá gosto visitar.
Apetece chamar-lhes irmãos
e deixar brilhar os olhos
nas páginas das suas mãos.
José Jorge Letria,
Poetas de hoje e de ontem,
Chimpanzé Intelectual
353897 004-023.indd 5 28/05/13 12:35
6
Ele é mais forte do que nós
O João tinha medo de tudo. Mas de tudo mesmo,
porque até as coisas que hoje não lhe causavam
medo lhe iriam certamente causar medo amanhã.
Era esse medo que mais o afligia, o medo dos medos
desconhecidos.
Primeiro, fui ver ao dicionário. Tinha de olhar
para dentro do medo, descobrir como é que ele
funcionava. Quando se tem um brinquedo e se
quer ver como ele funciona, há sempre a tentação
de o abrir e mexer lá dentro, mesmo sabendo que
se pode estragar (além do raspanete que
se calhar vamos ouvir). Abrir o dicionário era
a mesma coisa: tentar perceber o funcionamento
da máquina do medo.
E lá estava, escrito assim:
«Medo: sentimento desagradável que faz
surgir em nós aquilo que parece perigoso,
ameaçador, sobrenatural.»
Não gostei, se calhar porque não percebi.
«Faz surgir em nós aquilo que parece perigoso»?
ANTES DE LER
1 Sabes o que é o medo? Tenta defini-lo.
2 Elabora, com os teus colegas, uma lista dos vossos medos
e conversem sobre eles.
3 Sabes o que é um medo coletivo e o que pode provocar?
4 O que se deve fazer para evitar situações de medo coletivo,
que podem resultar em acidentes?
5 Qual será o tema do texto?
O texto narrativo
Ainda
te lembras?
O dicionário
é o livro onde
encontramos os
significados das
palavras, que estão
apresentadas por
ordem alfabética.
353897 004-023.indd 6 28/05/13 12:35
Que raio de definição era essa? A máquina
continuava a funcionar, sem que eu percebesse
o funcionamento.
Depois, fui aos sinónimos:
«Medo: susto, receio, horror, pavor,
cagaço, cobardia, desconfiança, temor,
pânico, assombramento, …».
A lista era enorme e já me deixava mais satisfeito.
Cada palavra daquelas, mesmo que não me explicasse nada,
trazia ao menos recordações, sensações fortes. Eu lembrava-me
de coisas passadas e por vezes até me arrepiava, como se lá
estivesse de novo. Portanto, o medo é uma sensação forte:
fica marcada no corpo e na memória. Aconteceu qualquer coisa,
e, de cada vez que a recordo, sinto uma tremura pela espinha
acima! Isso é medo. Não se consegue muito bem explicar, aliás,
é por isso que se diz que ele é mais forte do que nós.
Sérgio Godinho,
O pequeno livro dos medos,
Assírio e Alvim (adaptado)
1
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo 7
A lista era enorme e já me deixava mais satisfeito.
Aprende!
Sinónimos
são palavras
diferentes entre si,
mas que têm
o mesmo
significado.
V
a
m
o
s
interpretar
353897 004-023.indd 7 28/05/13 12:35
8
TRABALHAMOS A LEITURA
1 Preenche o quadro assinalando as afirmações verdadeiras
com V e as falsas com F.
Para o autor do texto, o medo…
Ele é mais forte do que nós
2 Reescreve por palavras tuas a seguinte expressão:
«O João tinha medo dos medos desconhecidos.»
3 Por que razão o autor do texto consultou o dicionário?
4 Estás de acordo com o significado da palavra
medo que aparece no dicionário?
4.1 Acrescentavas mais alguma informação? Qual?
5 Depois de ter lido a definição de medo que está no
texto, como reagiu o autor da história?
6 Procura no texto e sublinha a definição para a palavra medo
que satisfaz o autor do texto.
O que justificou esta satisfação?
7 O autor ficou satisfeito com os sinónimos da palavra medo que
encontrou no dicionário? Justifica a tua resposta.
… fica registado no corpo e na memória.
… provoca tremuras.
… é uma sensação muito agradável.
… parece sobrenatural.
… provoca arrepios de alegria.
Vocabulário
Consulta
o dicionário e
compara a definição
de medo com
as definições que
aparecem no texto.
Ainda
te lembras?
O autor de um
texto é a pessoa
que escreve o texto.
O editor é quem
o publica.
353897 004-023.indd 8 28/05/13 12:35
9
9 Como sabemos que o João já tinha vivido situações de medo?
10 Assinala, com uma cruz (X), a frase que indica o significado
da expressão «olhar para dentro do medo».
A. Abrir a gaveta onde se guarda o medo.
B. Tentar compreender o medo.
11 «… o medo é uma sensação forte:
fica marcada no corpo e na memória.»
Descreve outras sensações que
consideres fortes e que já tenhas
experimentado.
12 Podemos reagir ao medo com coragem. Procura num dicionário
sinónimos da palavra coragem.
13 Planifica e escreve um pequeno texto em que contes o que fazes para
combater os teus medos e onde incluas também um pequeno diálogo.
Lembra-te que o texto deverá estar escrito na primeira pessoa
e deverá ter as marcas do discurso direto, no diálogo, como,
por exemplo, o travessão.
V
a
m
o
s
desenhar
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
8 Completa, com base no texto da página 6, o texto seguinte.
«No texto, o autor faz uma comparação entre procurar no
para descobrir o significado de uma e abrir um
para saber como .»
A coragem
A coragem é a capacidade para lidar com o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou a intimidação.
Uma pessoa corajosa é uma pessoa que, mesmo com medo, faz o que é preciso.
1. Conversa com os teus colegas sobre situações em que tenham demonstrado coragem.
2. Elaborem uma lista de situações em que não conseguiram demonstrar coragem.
Como as resolveram?
1
Unidade
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10
3 Completa o quadro. Forma três palavras novas a partir de cada palavra dada
acrescentando-lhe letras no princípio, no meio ou no fim.
Ele é mais forte do que nós
1 Completa o exercício com palavras que exprimam sentimentos. Observa o exemplo.
… alegre…
… triste…
… medroso…
… sozinho…
… sabedor…
… atento…
… fraco…
… inteligente…
… justo…
… amigo…
… alegria.
Quem é/está… … mostra…
Fazem-me medo!
Tem medo!
Tem um medo
que se pela!
A medo.
a) O João está assustado com
a trovoada.
b) Estes relâmpagos aterrorizam-me.
c) Foi à janela, mas de modo hesitante.
d) O seu irmão tem muito medo.
hera
fera
erva
era ele uma cada toca
V
a
m
o
s
a
o
computador
1.1 Escreve as três frases de que mais gostaste.
2 Lê as frases da esquerda e e liga-as às expressões da direita.
TRABALHAMOS O VOCABULÁRIO
353897 004-023.indd 10 28/05/13 12:35
11
1
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
RECORDA E APLICA
1 Escreve palavras com as seguintes características ortográficas:
b )
a )
c )
d )
2 Qual é a característica ortográfica comum às palavras abaixo? Circunda-a.
assombramento lembrava-me ombro
sempre compadre importante
2.1 Procura e circunda na sopa de letras cinco palavras que obedeçam à mesma
regra de ortografia.
2.2 Completa o texto seguinte, para formulares a regra de ortografia que
observaste.
Em palavras como sombra, e , antes
de e de escreve-se sempre .
P C A M R T I B O R S T E M P O R A U O B
C A M P O L T N E O D I Q O S D G H J K V
N D K Ç F G U M E L I O P T C O M P R A E
R E H C R T R O M B A A U I J A X C Z U V
A C U P I C O E S I C S O M B R A N O U Z
O c junto do e e do i tem o som s.
O s entre vogais tem o som z.
O g junto do e e do i tem o som j.
O o no final de algumas palavras tem o som u.
a)
b)
TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA
353897 004-023.indd 11 28/05/13 12:35
12
Ele é mais forte do que nós
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
RECORDA O alfabeto
O alfabeto português é composto por 26 letras, que são:
Minúsculas: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, k, l, m, n, o, p, q, r, s, t,
u, v, w, x, y, z
Maiúsculas: A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R,
S, T, U, V, W, X, Y, Z
Vogais: a, e, i, o, u
Consoantes: b, c, d, f, g, h, j, k, l, m, n, p, q, r, s, t, v, w, x, y, z
No caso de ch, nh, lh, rr, ss, gu e qu juntam-se duas letras
para representar um único som.
RECORDA Os ditongos
A sequência de duas vogais que pertencem à mesma sílaba,
formando o seu núcleo, recebe o nome de ditongo.
Há duas categorias de ditongos, os orais e os nasais.
APLICA
1 Procura e circunda, no texto da página 6, palavras com uma, duas, três, quatro,
cinco, seis, sete e oito consoantes.
2 Procura, também, e sublinha três palavras em que a vogal a tenha sons diferentes.
3 Escreve por ordem alfabética as palavras da primeira frase do texto.
4 Escreve duas frases sobre o medo, sem utilizares a vogal a.
APLICA
1 Lê, em voz alta, os ditongos indicados na etiqueta. Procura e circunda,
no texto da página 6, palavras em que estejam presentes ditongos.
2 Faz uma lista de palavras com alguns dos ditongos acima indicados.
3 Escreve uma palavra que seja composta apenas por um ditongo.
Os ditongos:
Orais: ai, au, ei,
eu, oi, ou, ui.
Nasais: ãe, ãi, ão
e õe.
As vogais
podem ser orais ou
nasais, consoante
a sua pronúncia na
palavra.
Orais: casa/
serra/ilha/avó/tu,
…
Nasais: cantar/
gentil/pinto/som/
junto/lã, …
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13
a im can ada a ombramento explica e uas
amea a recorda ão e e confian a a unto
re eio usto aconte er per eber te ido
ma ã fun ão olidão abedoria
s ou ss
ss ou ç
c ou s
s ou ç
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
RECORDA E APLICA O som s: c, s, ss, ç
1 Procura, no texto da página 6, palavras que tenham o som s e escreve-as no grupo
correto.
2 Completa as regras de ortografia que estão no quadro.
3 Completa o quadro.
4 Escreve frases com as palavras seguintes.
O
som s
Escreve-se s no das palavras e no meio, a seguir a consoantes.
Escreve-se ss no meio das palavras entre .
Junto do e e do i o som s escreve-se com .
Não há nenhuma palavra que com ç.
massa e maça
osso e ouço
sem e cem
acento e assento
ss ce
ci
ç s
Aprende!
As palavras que se escrevem
de maneira diferente e que têm
significados diferentes, mas que
se leem da mesma maneira,
chamam-se palavras homófonas.
1
Unidade
TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA
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14
COMO FAZER
1 Lê atentamente as duas apresentações dos meninos.
2 Observa o quadro abaixo, com a apresentação do menino do texto 2.
Texto 1
Olá! Chamo-me Maria Andrade. Tenho oito anos.
Vivo em Coruche com os meus pais. Gosto de peluches,
de jogar às escondidas, de comer tarte de maçã e de ir à escola.
A minha disciplina preferida é a Matemática, porque brincar
com os números e resolver problemas é muito divertido.
Penso que, um dia, serei engenheira e irei construir
muitas coisas.
Texto 2
Olá! Chamo-me Simão dos Santos e tenho nove anos.
Tenho dois irmãos e uma irmã. Inventamos muitas
brincadeiras. Gostamos, por exemplo, de explorar novos
caminhos. Temos muitos mapas e atlas. Na escola, do que
eu mais gosto é de Estudo do Meio. Adoro fazer atividades
experimentais e aprender coisas novas sobre a Natureza.
É por isso que a minha cor preferida é o verde e adoro comer
saladas bem fresquinhas e saudáveis.
Nome:
Idade:
Cor favorita:
Comida preferida:
Brincadeira preferida:
Disciplina preferida:
O que mais gosta de fazer:
Ele é mais forte do que nós
V
am
os fazer
TRABALHAMOS A ESCRITA Quem sou eu?
Simão dos Santos
9 anos
verde
saladas
explorar novos caminhos
Estudo do Meio
experiências
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15
1
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
Nome:
Idade:
Cor do cabelo:
Cor dos olhos:
Altura:
Peso:
Cor favorita:
Comida preferida:
Brincadeira preferida:
Disciplina preferida na escola:
O que mais gosto de fazer: (…)
AGORA FAZ...
1 Agora, preenche o quadro seguinte com a tua apresentação.
Quem sou eu?
2 Escreve um texto com a tua apresentação e, no final, desenha-te a ti próprio a fazer
alguma atividade de que gostes.
Quem sou eu?
Eu chamo-me
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16
O Mundo espera
Nasceu uma criança, uma menina,
vieram os gnomos da floresta
com uma coroa verde feita de hera.
Chora e ri, menina, porque é festa
e cresce devagar que o Mundo espera.
Nasceu uma criança, uma menina,
vieram fadas dum mar distante
sobre as ondas rolando numa esfera.
Chora e ri, menina, a cada instante
e cresce devagar que o Mundo espera.
Nasceu uma criança, uma menina,
vieram zéfiros trazer o seu presente
precioso da mais antiga era.
Chora e ri, menina, de contente,
e cresce devagar que o Mundo espera.
Nuno Higino,
Versos diversos,
Trinta por Uma Linha
ANTES DE LER
1 O que te sugere o título do poema?
2 Pelo que esperará o Mundo? E tu, esperas por algo?
Por que esperas?
3 Imagina que, de cada vez que nasce uma criança, aparecem
três fadas para, com os seus poderes, atribuírem «dons» ao bebé.
Que dons pensas que seria mais importante dar a cada criança?
Vocabulário
Escreve, no teu caderno,
as palavras destacadas a azul
no texto e procura o seu
significado no dicionário.
O texto poético
Observa
Consegues
identificar o tipo
de texto pela
sua forma?
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1 Que visitantes vieram oferecer os seus
presentes à menina que nasceu?
2 Qual foi a oferta dos gnomos à menina?
3 Formula a pergunta certa para a seguinte resposta:
P.:
R.: O vento ofereceu uma brisa para a embalar.
4 Como reagiu a bebé àquelas visitas?
5 Que conselho dá o poeta à menina?
5.1 Estás de acordo? Justifica a tua resposta.
6 Observa o poema e as suas rimas; depois, completa as frases seguintes.
EXPLORAMOS O POEMA
Formula a pergunta certa para a seguinte resposta:
Ainda te lembras?
Cada linha de um poema
é um verso.
Um conjunto de dois ou
mais versos é uma estrofe.
Mas, por vezes, uma estrofe
tem apenas um verso.
Rima é a repetição de
sons iguais ou semelhantes
em palavras inteiras ou em
sílabas.
1
Unidade
17
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
O primeiro verso de cada estrofe é sempre .
O segundo verso rima com o .
O terceiro verso rima com o .
7 Após treinares a leitura, lê o poema à turma, a cantar.
8 Quantas estrofes tem o poema? E quantos versos tem cada estrofe?
9 Dá outro título ao poema e justifica a tua escolha.
10 Escreve uma estrofe para este poema mantendo a forma.
Observa o exemplo e completa-o.
1.º verso — Nasceu uma criança, uma menina,
2.º verso — vieram
3.º verso — .
4.º verso — Chora e ri
5.º verso — e cresce devagar que o Mundo espera.
11 Ilustra a estrofe que escreveste.
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18
ANTES DE LER
1 Gostas de folhear os álbuns de fotografias dos teus pais ou avós?
os automóveis da época, …
2 Quando não podes acompanhar os teus pais numa
Vocabulário
Escreve o significado
das palavras do texto
que estão destacadas
a azul. Procura esses
significados na lista
seguinte:
Exibindo com aparato.
Trabalhada
com desenhos.
Encaracolados.
Casaco largo que
se pode vestir sobre
outro.
Joãozinho e a menina
do álbum
Quando a mãe do Joãozinho saía e, por qualquer
motivo, não o podia levar, deixava-lhe sempre alguma
coisa para ele se entreter. […]
[…] Havia uma que ele preferia entre todas:
era um grande álbum de fotografias muito antigo,
com uma capa escura, lavrada, ostentando em letras
doiradas e floreadas a palavra «Álbum».
Joãozinho passava horas a olhar para as fotografias. […]
Não se cansava de ver as senhoras, de vestidos compridos
e de cintura estreitinha, e os homens, de grandes bigodes
revirados, de calças de riscas e sobrecasaca. […]
Entre estes últimos encontrava-se uma menina já crescida,
muito linda. Tinha os cabelos anelados, puxados ao alto e presos
por uma fita, que o fotógrafo colorira de azul.
Joãozinho pensava que as fadas deviam ser como ela e,
às vezes, admirava-se de que não tivesse uma varinha de condão.
De todos os retratos do velho álbum era este que
o Joãozinho mais admirava.
Ora, naquele dia, a mãe precisara de sair e deixara-lhe
o velho álbum, recomendando, como sempre, que não
o estragasse.
Mas desta vez folheava-o distraidamente, quase
sem interesse: estava muito triste o Joãozinho!
Maria Guerne,
A boneca escangalhada e outras histórias,
Editorial Verbo (texto com supressões)
O texto narrativo
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19
1
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
TRABALHAMOS A LEITURA
1 Assinala, com uma cruz (X), a(s) afirmação(ões)
correta(s).
O João costumava entreter-se com...
A. … um papagaio de papel.
B. … um livro de histórias.
C. … um álbum de fotografias.
2 Em que parte da casa se poderá passar esta história?
3 Quando é que o menino via o álbum de fotografias?
4 Descreve o álbum de fotografias.
5 As fotografias que ele observava eram recentes?
Como chegaste a essa conclusão?
6 Como é que o Joãozinho achava que eram as fadas?
6.1 Sublinha o parágrafo que contém essa informação
7 Qual era a personagem do álbum que mais fascinava
o Joãozinho? O que sabia o menino sobre ela?
8 Porque era tão fascinante para ele aquele retrato?
9 Reescreve as palavras saía, últimos e às sem os acentos e lê-as em voz alta.
Escreve frases com essas palavras.
10 Descreve oralmente, e depois por
escrito, a fotografia dos álbuns da
tua família de que mais gostas.
11 Planifica e escreve um texto sobre
a fotografia ao lado: descreve o que
vês, imagina a finalidade com que
a fotografia terá sido tirada, se as
pessoas serão da mesma família, …
O teu texto deverá ter uma introdução,
um desenvolvimento e uma conclusão.
Ainda te lembras?
O parágrafo é uma
divisão do texto que
marca uma ideia. Começa
no início da linha, sempre
um pouco recolhido, e
termina com um sinal de
pontuação.
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Joãozinho e a menina do álbum
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
20
APRENDE O verbo: conjugação, pessoa e número
Lê atentamente o seguinte texto em que as palavras
destacadas a vermelho são verbos no infinitivo.
— Ele está na idade de se divertir. E o álbum de
fotografias é muito interessante — dizia o pai do João
à mãe.
— Está bem — respondeu a mãe. — Mas não o pode
estragar.
Naquele dia, sem querer, o João rasgou uma fotografia.
Como os pais estavam quase a regressar
ele ficou muito aflito. Ia ouvir um grande raspanete…
Então, teve uma ideia: colou tudo muito bem e a fotografia parecia
estar intacta.
Mas a mãe não deixou de reparar que algo se tinha passado
e perguntou:
— O que aconteceu?
— Desculpa, mãe, por ter rasgado a fotografia. Não volta
a acontecer.
Os verbos da língua portuguesa podem terminar em -ar, -er, -ir ou -or.
A vogal final do infinitivo permite distinguir as três conjugações verbais.
1.ª conjugação (-ar) 2.ª conjugação (-er/-or) 3.ª conjugação (-ir)
regressar
levar
dançar
poder pôr*
correr supor*
ler
partir
sair
fugir
O verbo também pode mudar de forma, consoante a pessoa
(1.ª, 2.ª e 3.ª) e o número (singular e plural).
Exemplos:
Eu falo contigo. ∫ Eu falo. O pai fala connosco. ∫ Ele fala.
Tu falas comigo. ∫ Tu falas. Nós falamos todos. ∫ Nós falamos.
Ele fala.
*Sabias que…
O verbo pôr e os
seus compostos
(compor, depor,
supor, …) também
são considerados
da 2.ª conjugação?
Os verbos são
palavras muito
importantes numa
frase. Todas as
frases têm, pelo
menos, um verbo.
Os verbos indicam
ações (correr, …
ou, outras situações
(compreender, …)
ou estados (ser,
estar, saber, …).
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21
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
APLICA
1 Completa o quadro com os verbos no infinitivo.
1.ª conjugação (-ar) 2.ª conjugação (-er/-or) 3.ª conjugação (-ir)
3 Completa o quadro com as formas do verbo falar.
Número Pessoa Verbo falar
Singular
1.ª — eu falo
2.ª — tu
3.ª — ele/ela
Plural
1.ª — nós
2.ª — vós
3.ª — eles/elas
4 Repete o mesmo exercício com as formas do verbo falar num tempo passado.
5 Há palavras que terminam em -ar e que não são verbos, como, por exemplo, mar e ar.
Faz uma lista com estas palavras.
6 Escreve um pequeno texto narrativo em que uses três formas do verbo falar e dois
verbos de cada conjugação.
1
Unidade
2 Identifica os verbos do texto e coloca-os na coluna certa.
Forma verbal Verbo no infinitivo Forma verbal Verbo no infinitivo
fazeres foi
corremos dormiste
fugido estava
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22
1 Lê e observa com atenção.
ANTES DE LER
1 Observa a capa ou a contracapa (parte de trás) de um livro e procura saber
qual é o nome do autor, do ilustrador e da editora que o publicou.
Ficha bibliográfica
Uma aventura na biblioteca
Autoras: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações: Arlindo Fagundes
4.ª Edição — 2001
Editorial Caminho
Coleção: «Uma Aventura», n.º 36
240 pp.
Preço: 4,90 euros
Sinopse/Apresentação resumida:
A biblioteca funciona num antigo palacete
recheado de mistérios. A bibliotecária é ruiva
ela.
No jardim do palacete vive uma velhota que
garante haver maldições pairando sobre
aquele lugar.
Mas o que paira mesmo são
mensagens, bilhetes com códigos secretos
que alguém enfia entre páginas de livros
escolhidos.
Ao tentar clarificar tanta confusão,
o grupo dos quatro amigos, os heróis
do livro, cai nas mãos de uma
perigosíssima bandida que tem
a alcunha de Rapa-Tachos e dos
seus filhos Açorda e Esparguete.
O que vais ler
Uma ficha bibliográfica
é um texto onde se
apresenta de forma
resumida uma obra
indicando os seus autores,
editora e características
técnicas e também o tema
e alguns aspetos
importantes da história,
dos cenários e das
personagens.
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Assunto.
Nome.
Autores.
Número de páginas.
Data e local da edição.
Localização espacial
da história.
Número de personagens
principais da história.
Preço.
1
Unidade
23
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
2 Preenche o quadro abaixo, com informações da ficha bibliográfica do livro Uma
aventura na biblioteca.
Aprende!
A localização
espacial é a
identificação do lugar
onde algo acontece.
3 Agora, preenche um quadro semelhante, no teu
caderno, sobre um livro que tenhas lido.
4 Finalmente, escreve a ficha bibliográfica desse livro.
5 Constrói a capa do livro em tamanho real, com o auxílio de uma régua.
Não te esqueças dos elementos que devem aparecer nessa capa: o título,
o nome da coleção, o nome dos autores e a editora que o publicou.
6 Numa cartolina, ilustra a história que leste e junta-lhe a tua
ficha bibliográfica, para fazeres um cartaz. Depois, com
os teus colegas e com a ajuda do professor, preparem
uma exposição com todos os trabalhos.
7 Elaborem um convite para a exposição e entreguem-no aos vossos
familiares e amigos. Não se esqueçam dos nomes e moradas
do remetente (quem envia) e do destinatário (a quem se envia).
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2
Unidade
24
Minha querida família
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BLOCO 1 Viajar no meu mundo 25
OBSERVAMOS, INTERPRETAMOS E CONVERSAMOS
1 Que festa celebra esta família?
2 Porque estarão presentes tantas pessoas? Quem serão?
3 Com que personagem da imagem mais te identificas?
Porquê?
4 Observa a imagem. Com os teus colegas, imagina e escreve
os diálogos entre as personagens da cena representada.
Depois, podem dramatizá-la.
5 Que semelhanças e diferenças encontras entre esta festa
e uma festa em que já tenhas participado?
6 Parece-te que as festas são importantes para as famílias?
Justifica a tua opinião.
7 O que poderá fazer cada elemento desta família para que
esta festa tenha sucesso?
8 Memoriza a canção e canta-a numa próxima festa
de aniversário.
Parabéns a você
Parabéns, parabéns,
porque hoje faz anos.
Tenha muita saúde
e viva muitos anos.
Que bolinho tão bom!
Oh! Mas que tentação!
Quem comer uma fatia
fica sem dentição!
Porque somos amigos
e gostamos de ti,
temos todo o prazer
em hoje estar aqui.
Isabel Lamas,
O livro das festas,
Impala
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26
Histórias vividas
Era eu um pouco mais que uma criança quando comecei
a inventar histórias. Por necessidade, por contrato à hora.
Querem saber porquê? Eu conto. Tenho um irmão, dez anos
mais novo do que eu, que era o rapaz mais diabólico
do mundo. Arrasava tudo o que encontrasse diante
dos pés como um tanque de guerra, saltava para
as costas das raparigas, agarrando-se aos cabelos,
como um índio a galope num cavalo selvagem,
aplicava golpes de judo, karaté e canelada
à esquerda e à direita. Destruía, em ações
terroristas, cadernos, livros, brinquedos.
Ralhavam com ele, ria. Castigavam-no, ria.
Batiam-lhe, ria à gargalhada.
Mas se eu prometesse uma história,
ele parava, sentava-se, ouvia.
Transformava-se num garoto atento, curioso,
perguntador, propunha-me heróis, aventuras
e os dois em conjunto vivíamos a história.
ANTES DE LER
1 Como é que tu participas na vida e nas tarefas familiares?
2 Quem gosta mais de contar histórias na tua família?
3 Já és capaz de imaginar qual será o tema
do texto que vais ler?
4 Lê o título do texto.
O que serão «Histórias vividas»?
5 Observa a imagem. O que será que representa?
O texto narrativo
Era eu um pouco mais que uma criança quando comecei
Vocabulário
Procura,
no dicionário,
o significado
das palavras
do texto que estão
destacadas a azul
e escreve as
palavras e o seu
significado no teu
caderno.
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— Se te portares bem até ao almoço, meia hora
de histórias.
— E se eu não fizer asneiras até ao lanche?
— Uma hora.
Foi o meu primeiro ouvinte, o primeiro
crítico, o melhor. Quando agora nos encontramos,
ele ainda às vezes me diz:
— Lembras-te da história do Zé Pelinha,
aquele homem que tinha vendido o esqueleto
porque não tinha dinheiro para comer e, como era
tão magro, só tinha pele e osso? Por isso tomava
a forma que lhe apetecesse, enrolava-se como um novelo, passava
por baixo das portas, escondia-se dentro das algibeiras, fazia
as coisas mais incríveis…
— Se me lembro! Foi uma história com mais de quinhentos
episódios!
Luísa Ducla Soares,
De que são feitos os sonhos,
Areal Editores
2
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo 27
— Se te portares bem até ao almoço, meia hora
Aprende!
O hífen é um sinal
gráfico que se usa
para ligar palavras
ou partes da mesma
palavra e também para
fazer a translineação.
Exemplo: guarda-chuva.
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TRABALHAMOS A LEITURA
1 Qual é o tema do texto? E a personagem que conta a história?
2 Assinala, com uma cruz (X), a opção correta.
A contadora da história inventava histórias por…
A. ... obrigação.
B. … necessidade.
C. … prazer.
D. … vício.
3 Refere três tipos de histórias que pudessem ter sido contadas.
Por exemplo: Histórias de mistério, …
4 Como era o irmão da contadora da história?
5 Explica, por palavras tuas, a seguinte frase: «Arrasava tudo o que encontrasse
diante dos pés como um tanque de guerra, saltava para as costas das raparigas,
agarrando-se aos cabelos, como um índio a galope num cavalo selvagem.»
6 De todas as más atitudes do menino, qual é a que consideras ser mais grave?
Justifica a tua escolha.
7 Completa o quadro no teu caderno, assinalando as afirmações verdadeiras
com V e as falsas com F, de acordo com o sentido do texto.
Histórias vividas
A autora do texto começou a inventar histórias para crianças quando
já era adulta.
A contadora das histórias é dez anos mais velha do que o irmão.
O menino só acalmava quando o punham de castigo.
O irmão da autora era um rapazinho muito calmo e sossegado.
A autora inventou poucas histórias para o irmão.
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29
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
8 Como reagia o menino aos castigos que lhe davam?
9 Por que razão a história do Zé Pelinha teve mais de quinhentos episódios?
9.1 Preenche o quadro com os elementos da história de que o irmão da autora
ainda se lembra.
10 Atualmente, será que o irmão da autora ainda tem
o mesmo tipo de comportamento? Porquê?
11 Lê a última frase do texto substituindo o ponto
de exclamação por um ponto de interrogação.
O que muda no sentido da frase?
12 Divide o texto em partes e dá um subtítulo
a cada uma delas.
13 Faz o reconto da história num texto com 10 linhas.
Depois revê-o e corrige-o. Atenção à pontuação,
à acentuação, à ortografia, ao vocabulário
e às ideias pré-definidas.
Nome da história.
Caracterização
da personagem.
Nome.
Aspeto físico.
Outros aspetos.
Ações que desenvolvia.
2
Unidade
A importância das relações familiares
1. De que forma é que a importância das relações familiares está presente no texto
que leste?
2. Tenta recordar uma situação difícil que tenha acontecido contigo ou com alguém
da tua família e que tenha sido ultrapassada devido à ajuda da família.
3. Pensa nos elementos que constituem a tua família mais próxima e no papel e importância
de cada um.
Ainda te lembras?
? Ponto de
interrogação: no final
de uma pergunta.
! Ponto de
exclamação: no final
de uma frase que indica
espanto, surpresa,
alegria, medo, …
. Ponto final:
serve para indicar
o final de uma frase.
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30
Histórias vividas
1 Explica por palavras tuas qual é o sentido de cada
uma das palavras destacadas nas frases abaixo.
a) «O soldado conduz o tanque no deserto.»
b) «A mãe lava o tapete no tanque.»
c) «E se eu não fizer asneiras até à hora do almoço?»
d) «O Miguel disse asneiras no recreio.»
e) «Eu também conto histórias ao meu filho.»
f) «Gostaste do conto do Zé Pelinha?»
g) «Portas-te bem durante o almoço?»
h) «Eu almoço sempre em casa.»
2 Completa as palavras-cruzadas com nomes de graus
de parentesco.
1. São os filhos da minha irmã.
2. A mulher do meu filho é minha…
3. O filho do meu tio é meu…
4. O pai da minha mulher
é o meu…
5. É o marido da minha
irmã.
6. É a mãe do meu pai.
3 Explica o significado das frases:
a) «Maria tinha família em Portugal que não conhecia.»
b) «Houve uma reunião familiar para conhecer o bebé.»
c) «Maria foi ganhando cada vez mais familiaridade com…»
d) «À medida que o tempo passava, o bebé ficava mais
familiarizado com a nova casa.»
3.1 Completa a frase.
5 6
4
1
2
3
As palavras destacadas na atividade 3 são
palavras da mesma .
Ainda te lembras?
Uma família de
palavras é um conjunto
de palavras constituído
por uma palavra
simples e por outras
que se formam a partir
dela.
TRABALHAMOS O VOCABULÁRIO
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31
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
RECORDA E APLICA As realizações do som r: o som r forte e o som r fraco.
1 Localiza e circunda no texto as palavras abaixo e lê-as em voz alta.
2 O que distingue as palavras na caixa acima?
3 Sublinha, no texto, 10 palavras cuja letra r apresenta som fraco.
3.1 Lê-as em voz alta e circunda o r fraco.
4 Completa o quadro com mais exemplos.
2
Unidade
arrasava
garoto
raparigas
história
guerra
terroristas
ria
enrolava-se
O r tem
dois sons:
r fraco
Escreve-se
sempre r…
… entre
vogais.
agora,
… nos grupos
br, cr, dr, fr,
gr, pr, tr, vr.
bravo,
… entre vogal
e consoante.
perdido,
… no final
das palavras.
contar,
r forte
Escreve-se
r…
… no início
das palavras.
rapaz,
… depois
de n, l, s.
tenro,
Escreve-se
rr…
… entre
vogais.
guerra,
TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA
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32
TRABALHAMOS A ESCRITA
COMO FAZER
1 O texto que se segue faz a apresentação de um menino
chamado Miguel atravês do seu retrato. Lê-o atentamente.
2 A autora do texto, para fazer a apresentação do Miguel, propõe
algumas comparações. Por exemplo:
«… olhos verdes e grandes como duas meninas a mexer lá dentro…»
Escreve outras comparações que a autora faz.
O Miguel
O Miguel era um menino igual a todos os outros meninos: cabelos
castanhos e ondulados; cara magra, queimada do sol e do vento;
olhos verdes e grandes como duas meninas a mexer lá dentro; fino
como um pinheiro novo e mexido e vivo como uma bola de futebol.
Maria Natália Miranda, Dario, Sol nos olhos, pés no rio,
Didáctica Editora (adaptado)
Histórias vividas
Aprende!
Um retrato é uma
pintura, fotografia,
descrição textual ou
outra representação
de uma pessoa.
O retrato
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33
2
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
Aspeto físico/aparência geral/corpo:
Rosto:
Tom de pele:
Cabelos:
Olhos:
Características psicológicas:
AGORA FAZ...
1 Escolhe um colega da tua turma que conheças bem e descreve-o fisicamente numa
ficha como a anterior. Acrescenta outros aspetos, tais como: qualidades, defeitos,
hábitos, gostos e preferências.
2 Escreve um texto de apresentação do teu colega e lê-o à turma. Os restantes
colegas devem tentar adivinhar de quem se trata e desenhar o seu retrato.
3 No texto, não te esqueças de recorrer ao uso de comparações para fazer o retrato
do teu colega. Aqui ficam alguns exemplos:
A Maria tem o cabelo vermelho como o fogo.
O Miguel é irrequieto como um potro selvagem.
O Pedro é alto como uma torre.
4 Numa folha A3, faz o retrato desenhado que represente
o colega que descreveste no texto. Depois, organiza com
os teus colegas e professor uma exposição dos trabalhos
da turma e anuncia-a através de um cartaz que deverá ficar
afixado num local da escola bem visível.
Aprende!
O retrato de uma
personagem só está
completo quando
analisamos os
aspetos físicos
(a sua aparência) e os
psicológicos (a sua
maneira de ser).
3 A autora, através do texto, apresentou-te o Miguel.
Ficaste a conhecer alguns aspetos físicos do menino.
E os aspetos psicológicos também foram descritos?
Justifica a tua resposta.
4 Preenche a ficha, de acordo com a informação
do texto sobre o Miguel.
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34
Que grande festa!
ANTES DE LER
1 Sabes o que é uma orquestra?
2 Se a tua família quisesse formar uma orquestra,
que instrumentos tocariam os teus pais e irmãos?
3 E qual seria o instrumento que escolherias para tocar?
Porquê?
4 Quem sugeres para maestro da orquestra da tua família?
Porquê?
Vocabulário
Procura, no
dicionário,
o significado da
palavra do poema
destacada a azul.
Observa
Repara na forma
e na pontuação
deste poema.
O que notas
de especial?
O texto poético
Nunca ninguém viu
uma orquestra
como esta!
O avô Caetano
a tocar piano
o senhor Rufino
a tocar violino
a tia Henriqueta
a tocar pandeireta
o menino João
a tocar violão
os gémeos Torcatos
a baterem pratos
a bisavó Bia
a tocar bateria
a mãe Policarpa
sempre a tocar harpa
e o primo Luís
a tocar no nariz!
Nunca ninguém viu
uma orquestra
como esta!
O tio Crispim
a tocar bandolim
a senhora Arlete
a tocar clarinete
o doutor Marcelo
a tocar violoncelo
a menina Ivone
a tocar saxofone
o pai Serafim
a tocar cornetim
o senhor António
a tocar harmónio
o bisavô Zé
a reger o salsifré
e a prima Aninhas
a tocar às campainhas!
Maria Alberta Menéres
Sigam a borboleta,
Bertrand
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35
EXPLORAMOS O POEMA
2
Unidade
1 Escreve, em poucas palavras, o essencial do texto.
2 Completa o quadro com informações recolhidas no texto.
3 Quais são os elementos da orquestra que não eram membros da família?
3.1 Como justificas a sua colaboração nesta orquestra?
4 Elabora a árvore genealógica da família referida
no poema.
5 Escreve um poema com a mesma forma do da
página anterior, mas em que as personagens
sejam os membros da tua família ou amigos teus.
6 Escreve nomes de pessoas que rimem com os nomes dos instrumentos
musicais abaixo.
7 Escreve nomes de instrumentos que rimem com os seguintes nomes próprios.
xilofone — oboé — cravo — acordeão — cavaquinho
Agostinho — Vítor — Albertina — João — Odete
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
8 Formula três perguntas sobre o poema e coloca-as aos teus colegas.
9 Escolhe uma das personagens e escreve um pequeno texto sobre ela.
Como será fisicamente? E a sua maneira de ser?
Ainda te lembras?
As personagens de
uma história são aqueles
que praticam as ações
contadas.
Grau de parentesco Nome Instrumento
pai
mãe
Caetano
Luís
pandeireta
bandolim
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36
ANTES DE LER
1 Depois de leres o título do texto, és capaz de dizer qual poderá ser o seu tema?
2 Há algum lugar aonde gostarias de voltar? Porquê?
3 Quando estás muito longe de casa, sentes
saudades? Porquê? De quem? Vocabulário
Escreve, no teu
caderno, a palavra do
texto destacada a azul.
Depois, copia o seu
significado:
Pessoas que deixam
o seu país para
trabalhar noutro.
O texto narrativo
De regresso
Havia muito tempo que os pais da Josette não
vinham a Portugal. As viagens eram caras, e no princípio
da vida dos emigrantes o trabalho é muito e o dinheiro
pouco. Essa era a razão por que Josette nunca visitara os avós,
os tios e os primos, tanto os do lado da mãe como os do lado do pai.
Quando, depois de vários anos de muitas canseiras,
o Zé Maria e a Maria José conseguiram amealhar o suficiente,
resolveram voltar só «para matar saudades» e mostrar a menina
à família. Não vinham de automóvel, como alguns vizinhos,
porque ainda não tinham podido comprar um […] e de avião
ainda menos, que as passagens custavam muito dinheiro.
Vinham de comboio, o que levava mais tempo do que
a viagem aérea, mas também tinha a vantagem de ser mais
rápido do que se viessem de carro por estrada.
Estava-se no mês de agosto, e à medida que avançavam
para o sul, já se sentia apertar o calor cada vez mais forte.
Passaram a fronteira da França, atravessaram a Espanha
e chegaram finalmente a Portugal.
A Josette olhava para a cara da mãe, depois para a cara do
pai, e não conseguia perceber o motivo que os transtornava assim.
A mãe, encostada à janela do comboio, não fazia senão
enxugar os olhos com o lenço!
O pai, esse, dava-lhe para se assoar, sem estar sequer
constipado!
E ao mesmo tempo tinham cara de riso,
e pareciam muito nervosos […].
Maria Isabel de Mendonça Soares,
As «vacanças» da Josette,
Editora Desabrochar (texto com supressões)
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37
Autora do texto:
Título do livro de onde foi retirado o texto:
Editora:
2
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
TRABALHAMOS A LEITURA
1 Assinala, com uma cruz (X), a opção correta.
Josette nunca tinha vindo a Portugal, porque os pais…
A. … não tinham dinheiro.
B. … não tinham tempo.
C. … não tinham férias.
2 O que significa a expressão «amealhar o suficiente»?
3 O que nos diz o texto sobre a vida dos emigrantes?
4 Achas que a viagem foi demorada? Como chegaste a essa conclusão?
5 Por que países as personagens do texto tiveram de passar
até chegarem a Portugal?
6 Se a viagem tivesse sido realizada de avião o que se alteraria?
7 Estás de acordo com a afirmação abaixo? Justifica a tua resposta.
«A família da Josette não voltaria para França.»
8 «Havia muito tempo que os pais da Josette não vinham a Portugal.»
A primeira vez que regressaram foi muito emocionante.
Sublinha, no texto, frases que indiquem a emoção vivida pelos pais da Josette.
9 Como terá sido o reencontro com a família em Portugal? O que terá
sentido Josette? E os seus pais? Quais as novidades da família?
Imagina e descreve esse reencontro num texto e partilha-o com os teus colegas.
10 Josette não é um nome português. Por que razão a menina tem este nome?
Conheces outros nomes que não são portugueses? Quais?
11 Completa o quadro.
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Passado Presente Futuro
Os pais da Josette foram para França. X
Os pais da Josette nasceram em Portugal. X
A Josette está admirada com a atitude dos pais.
X
A Josette vai aprender português nas férias.
X
Depois das férias, a Josette voltará para França.
X
A Josette irá ter saudades de Portugal.
X
A Josette nasceu em França. X
38
De regresso
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
APRENDE O tempo: presente/passado/futuro
Observa a barra abaixo, que representa a linha do tempo.
O momento do acontecimento está marcado por uma bolinha.
Lê e observa, com atenção, o momento em que ocorrem as ações.
A Maria aprendeu inglês quando tinha seis anos. ∫ Passado
A Maria e os irmãos lancham uma fatia de bolo e um copo
de leite. ∫ Presente
A família da Maria irá de férias em julho. ∫ Futuro
Observa, com atenção, o quadro seguinte, que localiza no tempo
acontecimentos, de acordo com o momento em que ocorreram.
PASSADO
PRESENTE
FUTURO
Observa, com atenção, o quadro seguinte, que localiza no tempo
Aprende!
A localização
temporal
é a identificação
do momento
em que algo
acontece.
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39
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
APLICA
1 No quadro, localiza temporalmente, com uma cruz (X), o momento de cada
acontecimento.
2
Unidade
É em relação ao momento em que falamos que dizemos: o que já aconteceu
(passado); o que está a acontecer (presente); e o que está para acontecer (futuro).
Os acontecimentos relatados situam-se na linha do tempo.
Conclusão
Passado Presente Futuro
Há muito tempo que os pais
da Josette não vêm a Portugal.
Josette está de férias em Portugal.
Para o ano, os pais da Josette terão férias
em março.
Os pais da Josette não vieram a Portugal
de avião por causa do preço das passagens.
Quando for maior de idade,
a Josette irá de férias sozinha.
A família viajou quase sempre de comboio.
Os familiares portugueses da Josette estão
muito felizes por tê-los cá de férias.
2 Reescreve as frases seguindo as indicações.
a) «A viagem de França para Portugal é cara.» ∫ Passado.
b) «Vinham de comboio.» ∫ Presente.
c) «Josette gostou da família em Portugal.» ∫ Futuro.
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40
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
APRENDE O presente do indicativo — Verbos regulares
Lê as frases seguintes.
a) Josette chega a Portugal.
b) Os pais acompanham a filha nesta viagem.
c) A família espera-os ansiosamente.
d) Todos se divertem numa festa que celebra o regresso.
Os verbos, destacados nas frases, situam a ação real no momento em que se fala,
ou seja, no tempo presente do indicativo.
Lê e copia a conjugação do presente do indicativo de alguns verbos regulares.
APLICA
1 Preenche o quadro seguinte com o presente do indicativo dos verbos indicados.
Aprende!
Verbos
regulares
são aqueles
que mantêm
uma parte igual
em todas as
suas formas.
De regresso
Presente do indicativo
verbo voltar verbo correr verbo partir
eu volto
tu voltas
ele volta
nós voltamos
vós voltais
eles voltam
eu corro
tu corres
ele corre
nós corremos
vós correis
eles correm
eu parto
tu partes
ele parte
nós partimos
vós partis
eles partem
Presente do indicativo
Cantar Beber Compor
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41
Aprende!
Verbos
irregulares
são aqueles em
que as formas
são todas
diferentes.
APRENDE O presente do indicativo — Verbos irregulares
Lê e copia a conjugação do presente do indicativo de alguns verbos irregulares.
APLICA
1 Consulta uma gramática e copia o presente do indicativo dos verbos:
poder, querer, vir e rir.
2 Escreve três frases onde integres algumas das formas verbais que acabaste de estudar.
3 Copia, do texto «De regresso», três frases com os verbos no tempo presente
do indicativo.
2
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
Presente do indicativo
Ser Estar Dizer
eu sou
tu és
ele é
nós somos
vós sois
eles são
eu estou
tu estás
ele está
nós estamos
vós estais
eles estão
eu digo
tu dizes
ele diz
nós dizemos
vós dizeis
eles dizem
Presente do indicativo
Fazer Ir Ter
eu faço
tu fazes
ele faz
nós fazemos
vós fazeis
eles fazem
eu vou
tu vais
ele vai
nós vamos
vós ides
eles vão
eu tenho
tu tens
ele tem
nós temos
vós tendes
eles têm
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42
1 Observa, com atenção, o diagrama do Metropolitano
de Lisboa e responde.
ANTES DE LER
1 Já alguma vez observaste um diagrama? Qual? Onde?
2 Quando e em que tipo de situação podemos ter de recorrer aos diagramas?
3 Achas importante saber ler estes textos? Porquê?
O diagrama
1.1 Qual é a função do diagrama da rede do Metropolitano de Lisboa?
1.2 Quantas estações tem o Metropolitano de Lisboa?
1.3 Quantas linhas tem o Metropolitano de Lisboa? Quais são?
1.4 Quais são as estações que as linhas amarela e azul servem?
1.5 A linha vermelha estabelece ligação com que outras linhas?
1.6 Que linhas e estações usarias se estivesses no Campo Grande
e quisesses ir passear junto ao rio Tejo?
Rio Tejo
Aprende!
Um diagrama é
uma representação
visual simplificada
de uma ideia
ou situação.
V
a
m
o
s
c
onversar
353897 024-043.indd 42 28/05/13 12:38
um programa
um programa
um programa
2
Unidade
43
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
2 Lê o texto.
2.1 Descreve, num texto, os percursos utilizados pela família da Josette, sabendo que:
a) Iniciam a sua viagem pela cidade na estação do Oriente.
b) Dirigem-se em primeiro lugar ao Areeiro para fazer os cartões de cidadão.
c) Seguem, depois, para o Jardim Zoológico, onde passam o resto do dia.
d) Regressam à estação do Oriente, ao fim da tarde, utilizando um percurso
diferente.
3 Investiga na Internet, recorrendo a um motor de busca e pesquisando por
«Imagens de diagrama». Procura conhecer vários tipos de diagramas.
Depois, constrói um que represente a tua família (árvore genealógica).
Se precisares, pede ajuda a um adulto.
4 Procura organizar o teu estudo fazendo no teu caderno diagramas/esquemas que
resumam o que tens aprendido nas aulas.
5 Imagina que tens de explicar a um colega o caminho que ele tem
de percorrer para ir da vossa escola até à tua casa ou até
um lugar que tu conheças.
Desenha um diagrama que represente esse percurso
e identifica os lugares por onde ele terá de passar.
Um dia em Lisboa
Os pais da Josette pretendem vir
da aldeia onde nasceram a Lisboa, com
a Josette, para visitarem o Jardim
Zoológico e, simultaneamente, fazerem
os cartões de cidadão.
Vamos ajudá-los a organizar as suas
viagens em Lisboa sabendo que vêm de
comboio até à capital e que aí utilizarão
o Metropolitano, cujo diagrama já observaste.
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3
Unidade
44
Em segurança
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BLOCO 1 Viajar no meu mundo 45
OBSERVAMOS, INTERPRETAMOS E CONVERSAMOS
1 Que espaço público observas na imagem?
2 Já estiveste em espaços semelhantes? Em que situações?
Informa os teus colegas sobre essas situações.
3 Que razões poderão ter levado as pessoas a estarem
presentes?
4 Que profissionais de saúde consegues identificar
na imagem?
5 Representa, por gestos, algumas cenas que poderão
acontecer no cenário da imagem.
6 Vês alguma personagem na imagem a quem aconselharias
que fosse a uma consulta de um nutricionista?
Justifica a tua escolha.
7 Observa a imagem. Depois fecha o livro e faz um exercício
de memória:
a) Quantas pessoas há na imagem?
b) E quantos animais?
c) Quantas são as personagens que usam bata branca?
d) Diz o nome de cinco objetos presentes na imagem.
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46
Aquelas férias
Personagens: Pedro, Luís, Tiago, Joana, Matilde,
Francisco.
Aquela sexta-feira parecia não mais terminar!
Não era por ser o último dia da semana, mas sim por ser
o último dia de escola. Sábado era o dia da partida para
as férias e os jovens estavam ansiosos.
Tudo estava planeado: o Pedro, o Luís, o Tiago,
a Joana, a Matilde e o Francisco iam todos para uma
colónia de férias.
Estes jovens nunca tinham visto o mar, daí a sua
ansiedade. Nessa manhã acordaram muito cedo
e prepararam-se para a viagem.
PEDRO — Então rapazes estão animados?
TIAGO — Estou tão ansioso que nem consegui dormir
bem!
JOANA — Eu então dormi muito bem, para o tempo passar
mais depressa, estou ansiosa também por ver o mar!
MATILDE — Como é que tu achas que é o mar, Joana?
JOANA — Acho que deve ser muito, muito grande
(Faz o gesto.) e muito bonito…
LUÍS — Grande acho que é, mas bonito não sei… Olha lá,
tu não ouviste dizer que o mar está poluído e sujo?
FRANCISCO — Sim, está bem, mas o mar é muito, muito
grande e a praia não deve estar suja.
ANTES DE LER
1 Observa a mancha de texto desta página. Que tipo de texto é?
2 Como o identificaste?
3 Lê o título do texto e observa a imagem. De que férias
falará o texto? O que te ajudou a formar essa ideia?
4 Observa as imagens. Inventa uma história baseada
nas imagens e no título do texto. No final da leitura
do texto, compara a tua história com a que leste.
O texto dramático
Vocabulário
Escreve, no teu
caderno, as palavras
destacadas no texto
a azul e copia o seu
significado:
Inquietos,
impacientes,
desejosos.
Sensação
de inquietação
e de nervosismo.
Ainda te lembras?
O texto dramático
é escrito para ser
representado.
Depois de o leres,
dramatiza-o com
os teus colegas.
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3
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo 47
Os jovens lá partiram e, algumas horas depois,
chegaram finalmente ao seu destino, alguns já
cansados e outros a dormir, vencidos pelo sono.
TIAGO — Já vejo o mar!... (Gritou,
quase assustando os companheiros.)
TODOS — Uau! Uau! É azul! (Gritava
um.) Que grande! (Dizia outro.) […]
Francisco — Agora rapazes, nós
vamos para a água e vocês, meninas,
ficam aqui à nossa espera.
É melhor não arriscarem.
Matilde — Está bem, mas não se demorem.
Estou doida para entrar na água!
PEDRO — Isto é melhor do que eu
imaginava. A água está deliciosa, não
acham?
TIAGO — Sim, mas agora vamos ter cuidado, não se esqueçam
das recomendações dos nossos pais.
FRANCISCO — Sim, já sei, não podemos ficar na água, assim
que sentirmos frio. Temos de esperar três horas para ir à água
após as refeições. Não nos podemos afastar muito das margens.
Não nos podemos expor muito ao Sol, … etc., etc…
LUÍS — Pois é, pelos vistos os pais são todos iguais, mas
a mim apetece-me esquecer isso tudo e saborear ao máximo
a praia, afinal é a primeira vez que vejo e estou numa praia.
O Luís afastou-se dos companheiros e quando percebeu
já estava bastante longe da areia. Tentou regressar mas sentiu-se
cansado. Quando se apercebeu disso começou a gritar para
os amigos. A Joana e a Matilde, que estavam na areia e não tiravam
os olhos dos companheiros, aperceberam-se logo do pedido
de socorro do Luís. Chamaram de imediato o nadador-salvador
da praia, que logo foi em auxílio do Luís. […]
LUÍS — Afinal os nossos pais têm razão: é preciso muito
cuidado na praia, senão passa de um prazer a uma aflição!
Obrigado a todos! Estou muito orgulhoso de ser vosso amigo… […]
Luciano Reis, Sistema J, 1.º volume (texto com supressões)
V
a
m
o
s
c
o nversar
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48
TRABALHAMOS A LEITURA
1 Coloca as personagens pela ordem de entrada em cena, numerando-as de 1 a 6.
A. Luís D. Matilde
B. Francisco E. Pedro
C. Joana F. Tiago
2 O texto dramático que leste passa-se em vários espaços. Quais são?
3 Diz se a afirmação abaixo é verdadeira ou falsa e justifica a tua resposta.
«A chegada do grupo à praia aconteceu num sábado.»
4 Os meninos deste grupo viviam no litoral ou no interior do País?
Justifica a tua resposta.
5 Como é que os meninos caracterizavam o mar, que eles não conheciam?
6 O Pedro afirmou: «A água está deliciosa, não acham?»
A que se referia o Pedro? Assinala, com uma cruz (X),
a resposta correta.
A. Ao aspeto da água.
B. Ao sabor da água.
C. À temperatura da água.
D. À cor da água.
7 Achas que os conselhos que os pais deram aos
filhos foram adequados?
7.1 Justifica a tua resposta com expressões do texto.
8 Na tua opinião, os meninos agiram em segurança? Porquê?
8.1 Tiveram razões para se arrepender? Quais?
9 Por que razão o Luís sente orgulho dos seus amigos?
10 A que outras atividades se terá dedicado o grupo naqueles
dias de férias?
11 Diz qual é a mensagem do texto usando uma palavra-chave.
Aquelas férias
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49
«Aquela sexta-feira parecia
não mais terminar.»
1 excitação
«Uau! Uau!» 2 curiosidade
«Como é que tu achas que é o mar?» 3 ansiedade
«Já vejo o mar! (Gritou.)» 4 espanto
«Aquela sexta-feira parecia
A B
13 Já viveste alguma situação de grande ansiedade?
Se sim, conta-a.
14 Escreve as palavras está, nós e é. Reescreve-as sem
os acentos e lê-as em voz alta. Depois, inventa e escreve
frases com essas palavras.
15 Escreve a mensagem de telemóvel que o Luís enviou
aos pais no final deste primeiro dia na colónia de férias,
usando o código próprio das SMS. Depois, aumenta
a mensagem com nomes, adjetivos e verbos.
16 Faz um desenho que ilustre o teu texto.
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
12 Completa o quadro fazendo corresponder, com os números, as expressões
da coluna A às emoções que os meninos sentiram, expressas na coluna B.
3
Unidade
A obediência
A obediência define-se como um comportamento em que uma pessoa ou animal aceita
as ordens dadas por outra pessoa.
1. Conversa com os teus colegas para verificarem se este tema é adequado ao texto estudado.
2. Debate a necessidade de se ser obediente e quais as razões por que os pais nos
merecem obediência.
3. Faz uma apresentação oral sobre este tema à tua turma.
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50
Aquelas férias
1 Lê as frases e repara nas palavras que estão destacadas.
A. A fruta está no canto do celeiro.
B. O canto do pássaro é lindo.
C. Passámos bons momentos no banco daquele jardim.
D. Os nossos pais foram ao banco.
E. O rio seca no verão.
F. Eu rio quando estou contente.
1.1 Completa as frases com as palavras e expressões
da caixa abaixo.
a) Em A, a palavra canto significa .
b) Em B, a palavra canto significa .
c) Em C, a palavra banco significa .
d) Em D, a palavra banco significa .
e) Em E, a palavra rio significa .
f) Em F, a palavra rio significa .
canção assento curso de água verbo rir
local onde se movimenta dinheiro ponto onde duas paredes se juntam
2 Procura e circunda na sopa de letras o nome de cinco profissionais que zelam pela
nossa segurança e pela do Planeta. Escreve os nomes que descobriste.
G U A R D A - F L O R E S T A L B K L P
Q N Ç J S D M A L G P E B O M B E I R O
C O G U A R D A - C O S T A S N R F V L
V R U Y S Z G H P S W T U Q N J N L O Í
S K A V N Z J O S G I Z U D J R M D E C
S S E B A B H H D I S O F U S G V E U I
N A D A D O R - S A L V A D O R V G P A
Aprende!
Palavras
homónimas são
palavras que se
escrevem e
pronunciam de forma
semelhante mas que
têm significados
diferentes.
TRABALHAMOS O VOCABULÁRIO
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51
Aprende!
A terceira pessoa do
plural no tempo Futuro
termina sempre em -ão.
APRENDE E APLICA Os plurais regulares
1 Escreve, no plural, as seguintes palavras:
2.1 Completa a frase seguinte.
As palavras terminadas em al, ol e ul formam o plural
mudando o l em ; as palavras terminadas
em el formam o plural em ; as terminadas
em il formam o plural em ou .
3 Escreve no plural a frase: «A menina fará um bolo
delicioso.»
pensa em palavras
da mesma família ou
recorre ao dicionário.
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
RECORDA E APLICA s ou z
1 Lê em voz alta as palavras abaixo e copia-as.
1.1 Como reparaste, em todas estas palavras há o som z. Faz duas listas com
estas palavras. Uma em que o som z se escreva com z e outra em que
se escreva com s.
1.2 Observa bem ambas as listas. Completa a frase:
«O s entre tem sempre o som .»
2 Completa as palavras com s ou com z.
de erto rapa iada preci ar
a ulado pi adela di ias
ansiosos rapazes dizer azul dizia pisaram
3
Unidade
capitão irmão pão melão pião mão
amável papel fóssil anzol azul peitoril
1.1 Completa a frase:
Os nomes terminados em -ão formam o plural em: , e .
2 Escreve no plural as seguintes palavras:
TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA
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Situações que lhe
provoquem medo.
Situações que não lhe
provoquem medo.
52
COMO FAZER
1 Escreve uma peça de teatro com o título Uma aventura
de arrepiar! Mas, antes de iniciares o teu texto, tens de
pensar nele e planificá-lo. Para isso, segue as orientações
das alíneas a), b) e c) e planifica o texto no teu caderno.
a) Cria a personagem principal da peça.
Aquelas férias
nome idade sexo
b) Copia e preenche os esquemas com situações que possam provocar medo
à personagem e com situações que não lhe provoquem medo.
c) Imagina o espaço e o tempo em que se desenvolverá a aventura e descreve-os.
Ainda te lembras?
Uma peça de teatro
é uma história
constituída pelas
seguintes partes:
introdução,
desenvolvimento
e conclusão
e é destinada a ser
representada.
TRABALHAMOS A ESCRITA Uma peça de teatro
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53
3
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
Introdução:
Apresentação
das personagens,
do espaço e do tempo
em que decorre
a ação da aventura.
Desenvolvimento:
O desenrolar
da ação
da aventura.
Conclusão:
O final
da aventura
e possível
opinião
do autor.
2 Agora, podes escrever a tua peça de teatro.
3 Faz uma ilustração, no computador, para valorizares o teu trabalho.
Depois, imprime o texto e a ilustração e monta um cartaz. Expõe-no.
AGORA FAZ...
1 Antes de começares a escrever a tua peça no caderno, preenche o quadro seguindo
as orientações de planificação.
Título:
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54
Aquelas férias
APRENDE Os nomes
Os nomes pertencem a uma classe aberta de palavras
e permitem variação em género, em número,
e, em alguns casos, em grau aumentativo ou diminutivo.
Exemplos:
Variação em género: menino/menina.
Variação em número: menino/meninos.
Variação em grau aumentativo: cão/canzarrão.
Variação em grau diminutivo: cão/cãozinho.
APRENDE Os nomes próprios
«Os nomes próprios são palavras que designam pessoas,
lugares e objetos únicos e determinados.»
GRAÇA TRINDADE E MADALENA RELVÃO,
Nova Gramática de Português, 3.º e 4.º anos, Santillana-Constância
Exemplos:
• A Rita é bonita.
Rita é um nome próprio porque é o nome de uma
pessoa.
• Portugal é o nosso país.
Portugal é um nome próprio porque é o nome de um país.
APLICA
1 Circunda, no texto das páginas 46 e 47, os nomes
próprios que encontrares.
2 Preenche o quadro com a formação de femininos de nomes
terminados em -ão. O que podes concluir?
Atenção
Os nomes
próprios começam
sempre com letra
maiúscula.
«Os nomes
(ou substantivos) são
palavras que designam,
normalmente, objetos,
ideias ou entidades.
Existem nomes próprios
e nomes comuns.»
GRAÇA TRINDADE
E MADALENA RELVÃO,
Nova Gramática de Português,
3.º e 4.º anos,
Santillana-Constância
?
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
Masculino Feminino Masculino Feminino
alemão
anão
comilão
sabichão
leão
hortelão
sultão
João
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55
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
3
Unidade
APRENDE Os nomes comuns
Os nomes comuns são palavras que referem objetos, seres e características
de uma forma geral.
Exemplo:
«Eu tenho um gato.»
Nesta frase, gato é um nome comum porque se refere a todos os gatos e não
apenas a um em particular.
Alguns nomes comuns designam conjuntos de elementos do mesmo tipo.
São os nomes comuns coletivos.
Exemplos:
• Manada — designa um conjunto de vacas.
• Rebanho — designa um conjunto de ovelhas.
• Cardume — designa um conjunto de peixes.
As palavras manada, rebanho e cardume são nomes comuns coletivos.
APLICA
1 Descobre e circunda os nomes da lista na sopa de letras, escreve-os
e classifica-os como nomes próprios ou como nomes comuns/comuns
coletivos.
M A T I L D E F M A R K R
Q E W M F J Y E O P Ç L O
T A P R A I A C T D B D C
U P I O L R S C I P O M H
R Z A R V N B M A N L V A
M C B A S N C K G U A V O
A A L P K I T P O W G J Y
W J O A N A Q S R T B C A
E F K Z L I U E N X A M E
Nomes Classificação
1. Mar
2. Rocha
3. Matilde
4. Praia
5. Turma
6. Bola
7. Tiago
8. Rapaz
9. Joana
10. Enxame
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56
Os números do menino mau
ANTES DE LER
1 Que tipo de texto observas nesta página?
2 Como estão agrupados os versos?
3 Quantas quadras tem o poema?
O texto poético
Tenho uma pombinha
e você tem duas.
Não coma, menino,
mais batatas cruas.
Tenho uma pombinha
e você tem três.
Não salte os degraus
todos duma vez.
Tenho uma pombinha
e você tem quatro.
Não vista o meu fato
para fazer teatro.
Tenho uma pombinha
e você tem cinco.
Com meninos maus
não pense que eu brinco.
Tenho uma pombinha
e você tem seis.
Não queime o dinheiro
com os outros papéis.
Tenho uma pombinha
e você tem sete.
Não esconda as bonecas
dentro da retrete.
Tenho uma pombinha
e você tem oito.
Não ponha pimenta
cá no meu biscoito.
Tenho uma pombinha
e você tem nove.
Não me regue a sala
a fingir que chove.
Tenho uma pombinha
e você tem dez.
Não se abre a porta
dando pontapés.
Luísa Ducla Soares,
A gata Tareca e outros poemas
levados da breca,
Teorema
56
Ainda te lembras?
Um verso é cada uma das
linhas de um poema.
Uma quadra é um conjunto
de quatro versos, num poema.
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EXPLORAMOS O POEMA
57
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
1 Escreve os números de dois a dez e as rimas que lhes correspondem no poema.
Exemplo: duas — cruas.
2 O menino fazia muitos disparates. Estabelece as relações de acordo
com o texto, como no exemplo.
3 A última palavra da quarta quadra pode ter dois
significados. Explica quais são e escreve duas frases
em que essa palavra surja com cada um dos seus
significados.
4 Sublinha, no poema, a tua quadra preferida do
poema. Aprende-a de cor.
5 Formula duas questões sobre o poema e coloca-as
aos teus colegas.
6 Faz a ficha bibliográfica do poema.
6.1 Requisita o livro na biblioteca da tua escola e escreve o título de outros
poemas que estejam no livro de onde foi retirado este poema.
7 Dá outro título ao poema e explica a tua escolha.
8 Continua o poema mantendo o mesmo
esquema, como no exemplo abaixo.
Tenho uma pombinha
e tu tens onze.
Não partas o prato
porque é de bronze.
…
3
Unidade
Aprende!
Uma ficha
bibliográfica contém
um conjunto de
informações sobre
um livro: autor; título;
ano de publicação;
editora; sinopse; …
… esconde as bonecas …
… põe a pimenta …
… abre a porta …
… veste o fato …
… come …
… batatas cruas.
… dentro da retrete.
… para fazer teatro.
… dando pontapés.
… nos biscoitos.
O menino…
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58
A lenda dos hamsters
[…] Leon e o seu amigo Harry cresceram juntos.
Tudo o mais se passou de maneira diferente.
Leon cresceu naquilo que parecia ser um paraíso.
A sua alimentação regular incluía bastantes
gorduras, de tal modo que se assemelhava à dieta de
muitas pessoas que comem muitas batatas fritas, frango
frito e outros fritos. Comia todas as «guloseimas» que
lhe apetecia — leite e água açucarados, cachorros quentes,
bolinhos, chocolate e batatas fritas.
Além disso, o Leon também nunca fazia exercício. Passava todo
o tempo na gaiola à espera que lhe oferecessem alguma guloseima.
Resultado? Leon era um hamster gordo.
O seu velho amigo Harry era diferente. Só engolia comida
nutritiva1
com poucas gorduras. Além disso, apenas bebia água
e o seu passatempo preferido era correr na roda da gaiola.
Era um hamster sempre em forma.
[…] Do mesmo modo, certas dietas são perigosas para as pessoas.
Comer demasiadas gorduras e alimentos pouco nutritivos pode
causar sérios problemas de saúde, incluindo doenças de coração.
Tal como os hamsters, também tu precisas de uma dieta
alimentar equilibrada. […] Aquilo que o corpo realmente precisa […]
é de uma combinação dos quatro grupos de alimentos:
laticínios2
, frutos e vegetais, cereais e carne, para crescer
forte e saudável.
O exercício físico ajuda-te nesta tarefa, tal
como no caso do hamster Harry.
Centro de Ciência de Ontário, A magia dos alimentos,
Gradiva Júnior (adaptado e com supressões)
ANTES DE LER
1 Observa a imagem.
Que diferenças encontras entre os dois animais da imagem?
A que se deverão essas diferenças?
O texto narrativo
muitas pessoas que comem muitas batatas fritas, frango
Vocabulário
Lê as palavras
do texto destacadas
a azul e identifica
o seu significado
com «1» ou «2»:
Que alimenta.
Derivados
do leite.
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59
3
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
Ainda te lembras?
Um slogan é uma
mensagem curta muito
usada em publicidade,
que pretende ter impacto
(chamar a atenção).
TRABALHAMOS A LEITURA
1 Preenche o quadro abaixo, de acordo com o texto.
Alimentação do hamster Leon:
Aspetos positivos: Aspetos negativos:
Consequências:
Conselhos importantes:
frango frito
frango grelhado
chocolates
cachorros quentes
batatas fritas
saladas
sopa
bolos
2 Quais são as diferenças entre a alimentação do Leon e do seu amigo Harry?
3 Liga cada alimento à respetiva personagem.
4 Refere duas razões que justifiquem a boa forma física do hamster Harry.
5 E tu, o que fazes para seres uma criança «em forma»
e para protegeres a tua saúde?
6 Se fosses amigo do Leon, que conselho lhe darias?
Planifica e escreve uma carta onde lhe expliques
que tipo de alimentação e de vida saudável deve
seguir. Não te esqueças de colocar a data e o local
de onde escreves, de identificar a pessoa a quem
escreves, de explicar claramente a razão por que
escreves a carta e de te despedires educadamente.
7 Cria um slogan de sensibilização para uma alimentação saudável.
A B
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60
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
A lenda dos hamsters
APRENDE Os registos de língua: formal e informal
«Quando falamos ou escrevemos a alguém, não o podemos fazer sempre
da mesma maneira. Consoante as situações de comunicação, temos de usar
registos de língua diferentes […].»
Graça Trindade e Madalena Relvão,
Nova Gramática de Português, 3.º e 4.º anos, Santillana-Constância
Como falamos de forma educada com pessoas diferentes?
Observa as frases e exemplos de pessoas a quem as poderias dizer.
Registo formal
Usamos formas como, por exemplo, «quer», «tem» ou «vai» quando
nos dirigimos oralmente ou por escrito a pessoas mais velhas
que não conhecemos ou que conhecemos mal.
Registo informal
Usamos formas como, por exemplo, «queres», «tens» ou «vais» quando
nos dirigimos verbalmente ou por escrito a pessoas com idades próximas
das nossas ou a pessoas que conhecemos bem.
Conclusão
Registo formal
∫
O(a) senhor(a)
deseja um bolo?
Registo informal
∫
Queres um bolo?
médico
mãe de um amigo da escola
professor
amigo da escola
irmão
pai
Lembra-te:
Quando precisares
de pedir algo,
deves fazê-lo
gentilmente.
Deves usar
a expressão
«por favor».
Não deves usar
a forma «tu» com
as pessoas mais
velhas que não são
da tua família
ou tuas amigas.
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3
Unidade
61
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
2 Supõe que perguntas as horas a um adulto que não conheces bem.
Assinala com uma cruz (X) a(s) forma(s) mais adequada(s) de o fazeres.
A. Que horas são?
B. Tu sabes que horas são?
C. O senhor pode dizer-me que horas são, por favor?
D. Diz-me lá aí as horas, ó!
E. Pode dizer-me as horas, por favor?
3 Reescreve os pedidos abaixo imaginando que os vais fazer a pessoas mais velhas.
a) Dá-me essa bola.
b) Fecha já essa janela.
c) Dá-me o livro.
d) Afinal, podemos ir ver o filme?
4 Escreve um pedido para cada uma das situações.
a) Pedir um copo de água à mãe de um colega.
b) Convidar um amigo para um jogo.
c) Convidar um familiar distante para a tua festa
de aniversário.
d) Pedir ao teu pai que te leia uma história.
e) Encomendar os livros escolares na livraria.
Pessoa mais velha
Amigo
a) «Estás bom?»
b) «Viu o meu pai?»
c) «Sabes do meu livro?»
d) «Pode dizer-me o seu
apelido, por favor?»
e) «Tens primos?»
APLICA
1 Liga as frases à pessoa adequada.
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62
ANTES DE LER
1 Observa a imagem.
Já alguma vez viste um cartaz como este?
Onde?
Sabes o que é? Explica.
Sabes para que serve? Explica.
O texto publicitário
O que vais ler
O texto publicitário
é uma mensagem, de uma
empresa ou instituição
anunciante, que tem como
objetivo convencer o leitor
a concordar com a ideia
que se pretende transmitir.
Para isso, a publicidade
utiliza dois elementos
fundamentais:
a imagem — deve ter
um forte impacto visual;
o texto — deve ter
frases curtas e uma
linguagem capaz de
convencer.
Aceitamos roupas, móveis,
brinquedos e outros objetos.
Renda-se a esta
causa. Doe.
1 Observa o cartaz abaixo.
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63
Produto/ideia a publicitar:
Anunciante:
Destinatário:
Texto principal:
Descrição da imagem:
Um slogan é uma
frase curta e que
pretende ter um forte
impacto em quem
a lê, muito usada
em publicidade.
3
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
1 Lê este cartaz e observa a imagem e o texto que compõem a mensagem
publicitária.
1.1 A quem se dirigirá esta publicidade?
1.2 Qual será a mensagem que pretende transmitir?
1.3 O que será que esta publicidade espera que o leitor faça?
1.4 Que tipo de instituição terá realizado esta publicidade?
1.5 O que significará a bandeira branca?
1.6 Descreve, pormenorizadamente, a imagem do cartaz.
2 O texto principal do cartaz é constituído por duas frases.
Sublinha-as e circunda os verbos.
2.1 Qual desses verbos está diretamente relacionado com a mensagem do cartaz?
3 Imagina um produto ou uma ideia que queiras publicitar e completa o quadro
abaixo.
4 Inventa um slogan para a tua campanha publicitária.
5 Com a ajuda do teu professor
e com os teus colegas, juntem
os trabalhos de todos e organizem
uma exposição na escola.
TRABALHAMOS A LEITURA
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4
Unidade
64
Com os outros
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BLOCO 1 Viajar no meu mundo 65
OBSERVAMOS, INTERPRETAMOS E CONVERSAMOS
1 Observa a imagem e diz em que tipo de casa estarão
os meninos. Por que razão aí se encontrarão?
2 O que observaste que te ajudou a chegar a essas conclusões?
3 Gostavas de estar ali? Porquê?
4 Qual será a função dos adultos neste espaço?
5 O que acrescentarias a este espaço?
Justifica as tuas escolhas.
6 Imagina que vais visitar estes meninos.
a) O que lhes levarias?
b) Que livro lhes oferecerias?
c) Que jogo ou brincadeira farias com eles?
d) Justifica as tuas escolhas à turma.
7 Fecha o livro e descreve aos colegas um objeto da imagem
para eles adivinharem qual é.
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66
A festa
Passaram muitos dias, passaram muitas semanas até que
chegou o Natal.
E no dia de Natal Joana pôs o seu vestido de veludo azul,
os seus sapatos de verniz preto e muito bem penteada às sete
e meia saiu do quarto e desceu a escada.
Quando chegou ao andar de baixo ouviu vozes na sala grande;
eram as pessoas crescidas que estavam lá dentro a falar baixinho.
Mas Joana sabia que tinham fechado a porta para ela não entrar.
Por isso foi à casa de jantar ver se já lá estavam os copos.
Os copos passavam a sua vida fechados dentro de um grande
armário de madeira escura que estava no meio do corredor.
Esse armário tinha duas portas que nunca se abriam completamente
e uma grande chave. Lá dentro havia sombras e brilhos.
Era como o interior de uma taverna cheia de
maravilhas e segredos. Estavam lá fechadas muitas
coisas, coisas que não eram precisas para a vida
de todos os dias, coisas brilhantes e um pouco
encantadas: loiças, frascos, cristais e pássaros
de vidro. Até havia um prato com três maçãs
de cera e uma menina de prata que
era uma campainha. E também um grande
ovo de Páscoa feito de loiça encarnada
com flores doiradas.
ANTES DE LER
1 Observa atentamente a imagem.
Qual será o mês e o dia em que se comemora a festa representada?
Por que razão o Natal é uma festa?
O Natal será uma festa celebrada em
todo o Mundo? Porquê?
Pede aos colegas que são de outro
país para contarem como comemoram
o Natal na sua terra.
O texto narrativo
Vocabulário
Escreve, no caderno,
as palavras do texto cujo
significado não conheces
e depois procura-o no
dicionário.
66
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Joana nunca tinha visto bem até ao fundo do armário.
Não tinha licença de o abrir. Só conseguia que a criada
às vezes a deixasse espreitar entre as duas portas.
Nos dias de festa, do fundo das sombras do interior
do armário saíam os copos. Saíam claros, transparentes
e brilhantes, tilintando no tabuleiro. E para Joana aquele barulho
de cristal a tilintar era a música das festas.
Joana deu uma volta à roda da mesa. Os copos já lá estavam,
tão frios e luminosos que mais pareciam vindos do interior
de uma fonte de montanha do que do fundo de um armário.
As velas estavam acesas e a sua luz atravessava o cristal.
Em cima da mesa havia coisas maravilhosas e extraordinárias:
bolas de vidro, pinhas douradas e aquela planta que tem folhas
com picos e bolas encarnadas. Era uma festa.
Era o Natal.
Sophia de Mello Breyner Andresen
A noite de Natal, Editora Figueirinha (adaptado)
4
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo 67
67
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68
Ainda te lembras?
As onomatopeias
são expressões
que procuram
reproduzir sons.
Trabalhamos a leitura
1 
Por que razão se pode afirmar que o Natal demorou a chegar?
2 
Ordena as frases de 1 a 6, de acordo com o texto.
A. Os adultos encontravam-se na sala grande.
B. 
Era dia de Natal.
C. 
A mesa estava posta com coisas maravilhosas
e extraordinárias.
D. 
Joana vestiu-se muito bem para este dia.
E. 
Mas ela não tinha autorização para mexer no armário.
F. 
A menina foi à sala de jantar procurar os copos.
3 
Formula a pergunta certa para a seguinte resposta:
P.:
R.: Os copos só de lá saíam em dias de festa.
4 
Assinala, com uma cruz (X), a opção correta. «Os copos eram de…
A. … loiça.»    B. … vidro.»    C. … cristal.»
4.1	
Sublinha uma frase do texto que justifique a tua opção.
5 
Qual é a onomatopeia que reproduz o tilintar dos copos?
6 
Parece-te que a Joana se vestiu de um modo especial
para celebrar o Natal? Explica como chegaste a essa conclusão.
7 
Como encontrou a Joana a sala grande quando desceu as escadas?
8 
O que fariam as pessoas fechadas na sala e a falar baixinho?
9 
Descreve, por palavras tuas, a sala de jantar, contando de forma pormenorizada
como era, o que tinha, …
10 
Lê as frases e corrige as que não estiverem de acordo com o texto.
a) «Joana conhecia bem aquele armário.»
b) «Aquele armário de madeira estava no corredor.»
c) «Era lá que se ia buscar a loiça para os jantares do dia a dia.»
A festa
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69
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
11 Com que compara a autora do texto
o fundo do armário?
11.1 Sublinha uma expressão do texto
que justifique a tua resposta.
12 Liga as frases de acordo com o texto.
4
Unidade
… sapatos de verniz preto
e vestido de veludo azul.
… uma luz intensa.
… sombras e brilhos.
… feito de loiça encarnada com
flores doiradas.
a) No armário havia…
b) A menina tinha…
c) O ovo de Páscoa era…
d) As velas tinham…
13 Indica o tema e o subtema do texto.
14 Relê a última frase do texto substituindo o ponto final por um ponto de exclamação.
De que forma mudou o sentido da frase?
15 Requisita na biblioteca o livro A noite de Natal, de Sophia de Mello Breyner
Andresen, e lê-o.
16 Investiga em livros e na Internet ou fala com os teus colegas
sobre as tradições de Natal ou outras festas religiosas
noutros países e escreve um texto sobre esse tema.
A solidariedade social
A solidariedade é o sentimento que leva as pessoas a auxiliarem-se mutuamente.
1. Com a ajuda do teu professor, prepara e faz uma entrevista ao presidente da Junta
de Freguesia ou ao padre da tua paróquia, para fazeres um levantamento do número
de famílias com necessidades.
2. Com a ajuda do teu professor e dos encarregados de educação, organiza na tua escola
uma recolha de alimentos para distribuir por algumas das famílias identificadas na
entrevista.
V
a
m
o
s
investigar
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70
A festa
1 Procura, no dicionário, e escreve o significado das palavras seguintes.
1.1 Preenche o quadro associando cada palavra (nome) acima à intensidade
do som que produz. Observa os exemplos.
1.2 Escreve uma frase para cada um dos conjuntos de palavras que escolheste
no quadro acima.
Exemplo: «O desabamento daquela encosta provocou um grande estrondo.»
2 Sublinha, no texto, as frases que fazem referência aos sons, como, por exemplo:
«[…] Aquele barulho de cristal a tilintar […].»
Alto
(nível de
intensidade)
Alto ou baixo
(nível de
intensidade)
Baixo
(nível de
intensidade)
Estrondo (nome) Desabamento (nome)
Murmúrio (nome) Riacho (nome)
Som
ruído
estoiro
avalanche
zoada
miado
sussurro
tilintar trovão
burburinho zumbido
TRABALHAMOS O VOCABULÁRIO
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4
Unidade
71
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
RECORDA A família de palavras
«Uma família de palavras é um conjunto de palavras constituído por uma palavra
simples e por outras que se formam a partir dela.»
GRAÇA TRINDADE E MADALENA RELVÃO, Nova Gramática de Português, 3.º e 4.º anos, Santillana-Constância
Exemplos: mar, maré, marítimo, marinheiro, marina são palavras da mesma família.
APLICA
1 Forma a família das seguintes palavras: pinha; porta; festa.
2 Escolhe, do texto da página 66, duas palavras e forma a sua família de palavras
e o seu campo lexical.
RECORDA O campo lexical
Um campo lexical é um conjunto de palavras associadas a um determinado
domínio; por exemplo: as palavras jogador, árbitro, bola, baliza, equipa e estádio
fazem parte do campo lexical de futebol.
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
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TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
APRENDE As sílabas e a divisão silábica
APRENDE A sílaba tónica e a sílaba átona
A sílaba tónica é aquela que se pronuncia com mais intensidade.
As sílabas átonas são as restantes sílabas da palavra.
As palavras também podem ser classificadas quanto à posição da sílaba tónica:
agudas — a sílaba tónica é a última sílaba da palavra.
graves — a sílaba tónica é a penúltima sílaba da palavra.
esdrúxulas — a sílaba tónica é a antepenúltima sílaba da palavra.
As palavras com mais de quatro sílabas também são polissílabos.
72
A festa
APLICA
1 Separa as sílabas das palavras, escreve o número de sílabas de cada uma
e classifica-as quanto ao número de sílabas.
maré
árvore automóvel Sol avó
maracujá
1.1 Com as sílabas, forma novas palavras: dois monossílabos, dois dissílabos
e dois polissílabos.
2 Classifica as palavras abaixo quanto ao número de sílabas e quanto à sílaba tónica.
Ainda
te lembras?
As palavras são
constituídas por
sílabas — partes
da palavra que
se dizem de uma
só vez.
amendoeira
Joana
Tiago
Zé
Pedro
Palavra Número de sílabas Classificação
pai 1 — pai monossílabo
mesa 2 — me.sa dissílabo
janela 3 — ja.ne.la trissílabo
bicicleta 4 — bi.ci.cle.ta polissílabo
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armário pinhas
desceu passaram
pessoas cheia
espreitar correria
2 Completa as palavras com r ou com l.
b uxa quad o g uta b inco
g obo c eme f ito p ato
3 Separa as sílabas das palavras abaixo para fazer
a translineação (partição de uma palavra quando
esta não cabe numa linha e é necessário
passar uma parte para a linha seguinte),
respeitando as regras da etiqueta «Aprende!».
bre ou ber
ve
ço
ca
co
fre ou fer
ver
te
co
so
pra ou par
to
to
lim
com
cro ou cor
mo
po
lu
te
tro ou tor
va
na
to
nco
gra ou gar
xa
ça
lu
ma
4
Unidade
73
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
Aprende!
Os grupos de consoantes
iguais (rr, ss) não se podem
separar, excepto quando
fazemos a sua translineação.
Os grupos de consoantes:
nh, lh, ch e pr, pl, cl, cr, …
não se podem separar.
As vogais dos ditongos
não se podem separar.
RECORDA E APLICA br, cr, dr, … ber, cer, der, … bl, cl, dl, … a translineação
1 Completa as palavras de acordo com as instruções.
TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA
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74
Como estava o céu?
Como é o jardim? O que se pode lá encontrar?
E as árvores? Quais eram e como se apresentavam?
O que havia de diferente naquela noite?
A noite de Natal
Então Joana foi ao jardim. Porque ela sabia que
nas noites de Natal as estrelas são diferentes. […]
Estava muito frio, mas o próprio frio brilhava.
As folhas das tílias, das bétulas e das cerejeiras tinham
caído. Os ramos nus desenhavam-se no ar como rendas
pretas. Só o cedro tinha os seus ramos cobertos.
E muito alto, por cima das árvores, era a escuridão
enorme e redonda do céu. E nessa escuridão as estrelas
cintilavam, mais claras do que tudo. Cá em baixo era uma
festa e por isso havia muitas coisas brilhantes: velas acesas,
bolas de vidro, copos de cristal.
Mas no céu havia uma festa
maior, com milhões e milhões
de estrelas.
Sophia de Mello Breyner Andresen,
A noite de Natal,
Editora Figueirinha
(texto com supressão)
COMO FAZER
1 Lê o texto, que faz uma descrição de uma noite de Natal.
de uma noite de Natal.
Aprende!
Descrever é relatar,
pormenorizadamente,
como são as coisas,
os lugares ou as
pessoas.
2 Para fazer uma boa descrição, deves ser capaz de responder a perguntas como as que
estão no quadro. Preenche-o de acordo com o texto acima.
A festa
TRABALHAMOS A ESCRITA Texto descritivo
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75
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
4
Unidade
AGORA FAZ...
1 Observa, com atenção, as seguintes imagens.
1.1 Escolhe uma das imagens e descreve-a oralmente sem a revelares.
1.2 Escreve um texto com a tua descrição. Esta deverá responder a perguntas sobre
a imagem semelhantes às que se apresentam no quadro da página anterior. Lê o
texto aos teus colegas, para que adivinhem qual é a imagem que descreveste.
2 Repete o exercício, mas agora descreve um lugar conhecido da escola.
3 Debate com os teus colegas quais foram as descrições mais completas e porquê.
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76
ANTES DE LER O texto poético
A estrelinha curiosa
Desceu do céu uma estrela,
pairou sobre o meu telhado,
entrou pela chaminé
e foi cair ao pé
do presépio já armado.
Assustou-se São José,
sobressaltou-se Maria,
que tapou com uma fralda
o berço do pequenino
não fosse uma luz tão forte
acordar o Deus Menino.
Foi então que São José,
num gesto bem natural,
sacudiu a estrelinha,
que ficou presa nos ramos
da árvore de Natal.
E ali ficou sossegada
sobre o pinheiro, a brilhar.
Distraída e encantada,
nem viu o tempo passar.
Mas o relógio da sala,
no seu forte badalar,
despertou a estrelinha.
— Ah! Já estou atrasada!
Minha mãe vai-me ralhar.
E um pouco contrariada,
foi para o céu, descansar.
Vocabulário
Sublinha
as palavras
do poema cujo
significado não
conheces e depois
procura-o num
dicionário.
1 Lê o título do poema.
A estrela deste poema é curiosa. Que outras
qualidades poderá ter uma estrela?
V
a
m
o
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recitar
Maria Carolina Pereira Rosa,
Senhor Reizinho, Edições Nova Gaia
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EXPLORAMOS O POEMA
77
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
1 Responde às perguntas com informações retiradas do poema.
2 O que provocou sobressalto e causou um susto a José e a Maria?
3 Por que razão a luz da estrela poderia acordar o Menino?
4 O que achas da atitude de São José ao sacudir a estrela?
4.1 Qual era a prioridade para São José?
5 Parece-te que a estrela se aborreceu por ter ficado presa
nos ramos da árvore de Natal? Porquê?
6 Estás de acordo com a afirmação abaixo? Justifica a tua resposta.
«A estrelinha gostaria de ter ficado mais tempo naquele presépio.»
7 Assinala, com uma cruz (X), as afirmações verdadeiras e as falsas.
Corrige as afirmações falsas com versos do poema.
4
Unidade
V F
Maria sobressaltou-se com a chegada da estrela.
A estrela acordou o Deus Menino.
São José libertou a estrela da árvore de Natal.
A estrela era muito atenta e sossegada.
O relógio alertou a estrela para voltar para o céu.
8 Qual será a maior curiosidade da estrela do poema?
9 Num texto curto, refere o essencial do poema.
Como era? De onde veio?
Quem a despertou?
Por onde entrou
em casa?
Para onde
partiu?
Onde parou?
A estrela ∫
∫
∫
∫
∫
∫
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78
Esta palavra presépio
Presépio é uma palavra de origem hebraica
e significa manjedoura de animais ou o próprio
estábulo onde os animais estão.
Parece que o mais antigo presépio que se conhece
data do ano 380 e foi descoberto nas Catacumbas de São Sebastião,
em Roma. Aparece o Menino Jesus deitado numa espécie
de mesa, estando o burrinho e a vaquinha do estábulo junto dele.
Mas foi precisamente no dia 24 de dezembro de 1229 que, pela
primeira vez, também em Itália, na aldeia de Greccio, São Francisco
de Assis se lembrou de dizer a Missa num ambiente muito especial!
Mandou colocar um altar em cima de uma manjedoura
cheia de feno verdadeiro, e de cada lado deste altar mandou
que ficassem um burrinho e uma vaquinha também
verdadeiros. Depois começou a dizer a Missa.
Ao chegar ao momento da Consagração, todos
viram que de repente apareceu uma criança a dormir
sobre a manjedoura que estava por baixo do altar.
S. Francisco de Assis então aproximou-se
e acordou o Menino, que era Jesus…
A partir desta altura, muitos
artistas, populares ou não, têm
esculpido, cada qual à sua maneira,
o mesmo Presépio!
Maria Alberta Menéres,
O livro do Natal, Edições Asa (adaptado)
ANTES DE LER
1 Lê o título do texto.
Qual achas que é o significado da palavra presépio?
Que outras palavras associas a esta?
Como e onde terá aparecido o primeiro presépio?
2 Observa a imagem.
Que figuras do presépio faltam nesta imagem?
O texto informativo
Vocabulário
Procura, no dicionário,
o significado das palavras
do texto que estão
destacadas a azul.
O que vais ler
O texto informativo
tem por finalidade
a transmissão clara
e objetiva de
informações sobre
acontecimentos reais.
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79
4
Unidade
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
TRABALHAMOS A LEITURA
1 Qual é a origem da palavra presépio?
2 Procura, no dicionário, o significado da palavra presépio.
Compara o que encontraste com a definição do texto
e regista as diferenças, se as houver.
3 Segundo a definição de «presépio» no texto, achas que podemos
chamar presépio ao que montamos nas nossas casas? Porquê?
4 Formula a pergunta certa para a resposta seguinte:
P.:
R.: O presépio mais antigo que se conhece foi descoberto em Roma.
5 Como era o presépio no ano de 380? Descreve-o por palavras tuas.
6 E como era no ano de 1229? Quais são as diferenças relativamente ao do ano de 380?
7 O que faltava nos dois presépios?
8 Desenha o presépio de São Francisco de Assis.
9 Indica a data da primeira Missa de Natal. Como estava decorada a igreja?
10 Qual é o nome do Menino que estava a dormir na manjedoura?
11 Que materiais conheces que podem ser utilizados na construção de peças de presépios?
12 Descreve um presépio que tenhas visto.
13 Imagina outro título para o texto.
14 Escreve um diálogo entre Maria e José enquanto
guardavam o seu Menino. Não te esqueças
dos sinais de pontuação próprios dos diálogos.
15 Escreve um texto informativo com 10 linhas
sobre a festa de Natal na tua escola.
Apresenta o tema, dá informações sobre os preparativos, os convidados,
o lanche e todos os acontecimentos que achares importantes.
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80
TRABALHAMOS A GRAMÁTICA
Esta palavra presépio
APRENDE Os sinónimos e os antónimos
Sinónimos
As palavras que podem ter o mesmo significado são sinónimas.
Exemplos:
Esta oferta/prenda é bonita.
Que árvore de Natal linda/maravilhosa.
Esta rabanada é deliciosa/apetitosa.
O remédio/medicamento curou-me.
A rena do Pai Natal é um bicho/animal.
Antónimos
As palavras que têm significados opostos são antónimas.
Exemplos:
Esta estrela de Natal é demasiado grande/pequena.
A noite de Natal está muito quente/fria.
A Joana quis abrir/fechar o presente.
O Pai Natal é jovem/velho.
Sabias que…
Também existem
dicionários
de sinónimos
e dicionários
de antónimos?
As palavras magro e gordo são antónimos.
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4
Unidade
81
BLOCO 1 Viajar no meu mundo
APLICA
Sinónimos
1 Faz a ligação entre as palavras sinónimas.
Completa.
Os sinónimos são palavras com .
Os antónimos são palavras com .
Conclusão
4 Escolhe quatro antónimos, de entre os que escolheste, e escreve uma frase
para cada um deles.
repugante
interiormente
susto
contentamento
a) medo
b) alegria
c) dentro
d) desagradável
2 Nas frases seguintes, de entre as palavras destacadas, sublinha a palavra que
não pode ser sinónima das outras duas.
a) Este jogo é violento/agressivo/prioritário, vamos escolher outro!
b) A família saiu de carro/automóvel/bote, após o jantar.
Antónimos
3 Escreve o antónimo das palavras abaixo.
desagradável
fraco
corajoso
ganhar
alto
alegre
bom
dar
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  • 1. Português Português 10,29€ IVA incluído Componentes do projeto: Manual do aluno Fichas de avaliação (oferta ao aluno) Caderno Oficina de escrita criativa (oferta ao aluno) Caderno de atividades Livromédia 3 ano MANUAL CERTIFICADO pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu, nos termos da legislação em vigor MANUAL CERTIFICADO pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 ano Conforme o novo Acordo Ortográfico da língua portuguesa Português Maria José Marques e Carolina Gonçalves Consultora científica: Luísa Solla C. Produto *212010104* 353897 CAPA.indd 1 13/02/17 11:47
  • 2. O Projeto Desafios de Português destinado ao 3.o ano de escolaridade, 1.o Ciclo do Ensino Básico, é uma obra coletiva, concebida e criada pelo Departamento de Investigações e Edições Educativas da Santillana-Constância, sob a direção de Sílvia Vasconcelos. EQUIPA TÉCNICA Chefe de Equipa Técnica: Patrícia Boleto Modelo Gráfico e Capa: Carla Julião Ilustração da Capa: Nósnalinha Ilustrações: Nósnalinha Paginação: Christophe Marques, Pedro Nunes e Teresa Santos Documentalista: Luísa Rocha e Marisa Pires Revisão: Ana Abranches, Catarina Pereira e Fabíola Santos EDITORA Maria João Carvalho CONSULTORA CIENTÍFICA Luísa Solla — Professora Adjunta da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, de 1986 até 2009. Nesta instituição desenvolveu atividade docente em cursos de formação de professores para o 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico e Educação de Infância. Desenvolveu ainda atividades de formação e investigação no domínio da Educação Intercultural e da Cooperação em Educação para o Desenvolvimento em países da CPLP. Ainda nesse âmbito, coordenou vários projetos e elaborou (com colegas) manuais de Língua Portuguesa para a Guiné-Bissau (Prémio EXPOLÍNGUA 1996) e Timor-Leste. Foi consultora do projeto Diversidade Linguística na Escola Portuguesa (ILTEC, 2003-2005). Atualmente, é uma das coordenadoras, no mesmo instituto, do projeto Bilinguismo, Aprendizagem do Português L2 e Sucesso Educativo na Escola Portuguesa. A edição revista de acordo com as novas metas curriculares é da responsabilidade de Maria José Marques. A cópia ilegal viola os direitos dos autores. Os prejudicados somos todos nós. © 2013 Rua Mário Castelhano, 40 – Queluz de Baixo 2734-502 Barcarena, Portugal APOIO AO PROFESSOR Tel.: 214 246 901 apoioaoprofessor@santillana.com APOIO AO LIVREIRO Tel.: 214 246 906 apoioaolivreiro@santillana.com Internet: www.santillana.pt Impressão e acabamento: Lidergraf ISBN: 978-989-708-424-9 C. Produto: 212 010 104 2.a Edição 5.a Tiragem Depósito Legal: 361116/13 353897 CAPA.indd 2 13/02/17 11:48
  • 4. 2 Uma viagem ao Espaço, Carla Morais Banda desenhada 124 122 Naquela primavera, Luciano Reis Texto dramático O feijoeiro, Jorge Sousa Braga Texto poético A entrevista, Maria José Marques 106 114 120 116 O homem que tinha uma árvore na cabeça, José Jorge Letria Texto narrativo 104 6 Unidade Mundo verde O coelho pardo, Aquilino Ribeiro Texto narrativo — a fábula Cãozinho, Sidónio Muralha Texto poético Como fazer uma casa de pássaros, Maria José Marques Texto instrucional 86 94 102 96 Já não se ouve o cantar dos grilos no campo, Roberto Dores Texto informativo 84 5 Unidade Queridos animais Índice Geral TEXTOS E AUTORES A LEITURA TRABALHAMOS Ele é mais forte do que nós, Sérgio Godinho Texto narrativo Histórias vividas, Luísa Ducla Soares Texto narrativo Aquelas férias, Luciano Reis Texto dramático A festa, Sophia de Mello Breyner Andresen Texto narrativo O Mundo espera, Nuno Higino Texto poético Que grande festa!, Maria Alberta Menéres Texto poético Os números do menino mau, Luísa Ducla Soares Texto poético A ficha bibliográfica O diagrama O cartaz Texto publicitário 6 26 46 66 16 34 56 22 42 62 18 36 58 Joãozinho e a menina do álbum, Maria Guerne Texto narrativo De regresso, Maria Isabel de Mendonça Soares Texto narrativo A lenda dos hamsters, Centro de Ciência de Ontário Texto narrativo Pág. 8 Pág. 19 4 24 44 64 UNIDADES 1 2 3 Unidade Unidade Unidade Meninos com sorte Minha querida família Em segurança 4 Unidade Com os outros A estrelinha curiosa, Maria Carolina Pereira Rosa Texto poético A carta 76 82 78 Esta palavra presépio, Maria Alberta Menéres Texto informativo Todo o material textual transcrito neste projeto foi adaptado ao novo Acordo Ortográfico. PÁG. PÁG. Pág. 22 Pág. 28 Pág. 37 Pág. 42 Pág. 48 Pág. 59 Pág. 63 Pág. 68 Pág. 79 Pág. 88 Pág. 97 Pág. 108 Pág. 117 Pág. 126 Os duendes sapateiros, adaptado de Esteve Pujol i Pons Banda desenhada História de um lápis, Laura Chaves Texto poético O Mundo com outros olhos — notícia de jornal Texto informativo 178 186 194 188 O palácio de sorvete, Gianni Rodari Texto narrativo 176 10 Entre materiais No consultório do Dr. Prímula, Ilse Losa Texto narrativo O pastor, Eugénio de Andrade Texto poético O artigo Texto informativo 160 168 174 170 A abóbora maravilha, Aquilino Ribeiro Texto narrativo 158 9 Tudo para ver Joaninha à janela, António Torrado Texto narrativo Feira, Maria Alberta Menéres Texto poético Folheto Foz Coa 142 150 156 152 Os homens de Foz Coa, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada Texto informativo 140 8 No meu bairro Das estrelas, João Pedro Mésseder Texto poético A enciclopédia 132 138 134 Uma criança teimosa, Rómulo de Carvalho Texto narrativo 7 Unidade Viajar pelo Espaço Pág. 135 Pág. 139 Pág. 144 Pág. 153 Pág. 157 Pág. 162 Pág. 171 Pág. 175 Pág. 180 Pág. 189 Pág. 195 BLOCO 1 Viajar no meu mundo BLOCO 2 Viajar no mundo dos animais e das plantas BLOCO 3 Viajar no mundo dos outros 353897 001-003.indd 2 28/05/13 12:34
  • 5. 3 Ortografia — gue — ge, gui — gi, g — j Vocabulário — O Espaço/palavras homógrafas 129 128 Ortografia — ce, ci, ç, eza, esa Vocabulário — Os verbos e os adjetivos O adjetivo qualificativo 115 111 118 110 Ortografia — h, nh, lh, ch Vocabulário — Os animais/os sinónimos Tipos de frases/as frases afirmativa e negativa — advérbios de negação e de afirmação 95 91 98 90 A ESCRITA TRABALHAMOS O POEMA EXPLORAMOS TRABALHAMOS A GRAMÁTICA Ortografia — revisões — o alfabeto: vogais orais e nasais/ditongos orais e nasais — o som do s: c, s, ss, ç Ortografia — o som r forte e o som r fraco Ortografia — s ou z Os nomes: próprios, comuns e comuns coletivos A família de palavras/o campo lexical/as sílabas e a divisão silábica/a sílaba tónica e a sílaba átona Ortografia — br, … ber, … bl, …/a translineação Vocabulário — Os sentimentos Palavras homófonas Vocabulário — Família de palavras Vocabulário — A Natureza/ a segurança/palavras homónimas Vocabulário — Os sons/ as onomatopeias O verbo: conjugação, pessoa e número O tempo: presente/passado/futuro Verbos regulares e irregulares Os registos de língua: formal e informal 17 35 57 76 11 31 51 54 71 73 20 38 40 60 10 13 30 50 70 A pontuação e a construção de acrósticos Criação de um poema O verso, a estrofe, a rima A forma e a pontuação, a rima, as personagens O verso, a quadra, a rima, a ficha bibliográfica O verso e a estrofe — leitura a pares Os sinónimos e os antónimos 80 Texto ficcional 130 O mapa da história 112 O texto informativo 92 Quem sou eu? O retrato físico e psicológico Uma peça de teatro O texto descritivo PÁG. PÁG. PÁG. PÁG. 14 32 52 74 Ortografia — revisões Vocabulário — Os materiais/família de palavras/o verbo fazer Os determinantes/os quantificadores numerais 187 183 190 182 Ortografia — s ou z; r ou rr; g ou j; x ou ch; z, s ou x Vocabulário — O discurso direto e o discurso indireto As palavras simples e as palavras complexas 169 165 172 164 Ortografia — os sons do x Vocabulário — Marcas topográficas Os pronomes pessoais: variação em pessoa, género e número 151 147 154 146 Os constituintes da frase: grupo nominal e grupo verbal A expansão e redução de frases 133 136 136 A métrica e o ritmo Estrofes com dois versos O verso e a estrofe A comparação/a métrica O conto 184 O texto argumentativo 166 A banda desenhada 148 Como planificar uma apresentação Como planificar uma descrição Como planificar uma peça de teatro Como planificar uma descrição Como planificar um texto informativo Como planificar um conto Como planificar um texto ficcional Como planificar uma BD Como planificar um texto argumentativo Como planificar um conto 353897 001-003.indd 3 28/05/13 12:34
  • 6. 1 Unidade 4 Meninos com sorte 353897 004-023.indd 4 28/05/13 12:35
  • 7. BLOCO 1 Viajar no meu mundo 5 OBSERVAMOS, INTERPRETAMOS E CONVERSAMOS 1 Observa a imagem. Agora, fecha o livro e diz aos teus colegas um objeto da imagem de que te recordes. 2 Explica aos teus colegas para que serve a leitura. 3 Quando lês um livro, costumas pensar em pessoas/situações? Se sim, conta uma de que te lembres aos teus colegas. 4 Lê o poema, em silêncio, treina a sua leitura e depois lê-o em voz alta para a turma como se estivesses a cantar. 4.1 A partir dos primeiros três versos, cria outro poema e apresenta-o aos teus colegas. Os livros Apetece chamar-lhes irmãos, tê-los ao colo, afagá-los com as mãos, abri-los de par em par, ver o Pinóquio a rir e o D. Quixote a sonhar, e a Alice do outro lado do espelho a inventar um mundo de assombros que dá gosto visitar. Apetece chamar-lhes irmãos e deixar brilhar os olhos nas páginas das suas mãos. José Jorge Letria, Poetas de hoje e de ontem, Chimpanzé Intelectual 353897 004-023.indd 5 28/05/13 12:35
  • 8. 6 Ele é mais forte do que nós O João tinha medo de tudo. Mas de tudo mesmo, porque até as coisas que hoje não lhe causavam medo lhe iriam certamente causar medo amanhã. Era esse medo que mais o afligia, o medo dos medos desconhecidos. Primeiro, fui ver ao dicionário. Tinha de olhar para dentro do medo, descobrir como é que ele funcionava. Quando se tem um brinquedo e se quer ver como ele funciona, há sempre a tentação de o abrir e mexer lá dentro, mesmo sabendo que se pode estragar (além do raspanete que se calhar vamos ouvir). Abrir o dicionário era a mesma coisa: tentar perceber o funcionamento da máquina do medo. E lá estava, escrito assim: «Medo: sentimento desagradável que faz surgir em nós aquilo que parece perigoso, ameaçador, sobrenatural.» Não gostei, se calhar porque não percebi. «Faz surgir em nós aquilo que parece perigoso»? ANTES DE LER 1 Sabes o que é o medo? Tenta defini-lo. 2 Elabora, com os teus colegas, uma lista dos vossos medos e conversem sobre eles. 3 Sabes o que é um medo coletivo e o que pode provocar? 4 O que se deve fazer para evitar situações de medo coletivo, que podem resultar em acidentes? 5 Qual será o tema do texto? O texto narrativo Ainda te lembras? O dicionário é o livro onde encontramos os significados das palavras, que estão apresentadas por ordem alfabética. 353897 004-023.indd 6 28/05/13 12:35
  • 9. Que raio de definição era essa? A máquina continuava a funcionar, sem que eu percebesse o funcionamento. Depois, fui aos sinónimos: «Medo: susto, receio, horror, pavor, cagaço, cobardia, desconfiança, temor, pânico, assombramento, …». A lista era enorme e já me deixava mais satisfeito. Cada palavra daquelas, mesmo que não me explicasse nada, trazia ao menos recordações, sensações fortes. Eu lembrava-me de coisas passadas e por vezes até me arrepiava, como se lá estivesse de novo. Portanto, o medo é uma sensação forte: fica marcada no corpo e na memória. Aconteceu qualquer coisa, e, de cada vez que a recordo, sinto uma tremura pela espinha acima! Isso é medo. Não se consegue muito bem explicar, aliás, é por isso que se diz que ele é mais forte do que nós. Sérgio Godinho, O pequeno livro dos medos, Assírio e Alvim (adaptado) 1 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo 7 A lista era enorme e já me deixava mais satisfeito. Aprende! Sinónimos são palavras diferentes entre si, mas que têm o mesmo significado. V a m o s interpretar 353897 004-023.indd 7 28/05/13 12:35
  • 10. 8 TRABALHAMOS A LEITURA 1 Preenche o quadro assinalando as afirmações verdadeiras com V e as falsas com F. Para o autor do texto, o medo… Ele é mais forte do que nós 2 Reescreve por palavras tuas a seguinte expressão: «O João tinha medo dos medos desconhecidos.» 3 Por que razão o autor do texto consultou o dicionário? 4 Estás de acordo com o significado da palavra medo que aparece no dicionário? 4.1 Acrescentavas mais alguma informação? Qual? 5 Depois de ter lido a definição de medo que está no texto, como reagiu o autor da história? 6 Procura no texto e sublinha a definição para a palavra medo que satisfaz o autor do texto. O que justificou esta satisfação? 7 O autor ficou satisfeito com os sinónimos da palavra medo que encontrou no dicionário? Justifica a tua resposta. … fica registado no corpo e na memória. … provoca tremuras. … é uma sensação muito agradável. … parece sobrenatural. … provoca arrepios de alegria. Vocabulário Consulta o dicionário e compara a definição de medo com as definições que aparecem no texto. Ainda te lembras? O autor de um texto é a pessoa que escreve o texto. O editor é quem o publica. 353897 004-023.indd 8 28/05/13 12:35
  • 11. 9 9 Como sabemos que o João já tinha vivido situações de medo? 10 Assinala, com uma cruz (X), a frase que indica o significado da expressão «olhar para dentro do medo». A. Abrir a gaveta onde se guarda o medo. B. Tentar compreender o medo. 11 «… o medo é uma sensação forte: fica marcada no corpo e na memória.» Descreve outras sensações que consideres fortes e que já tenhas experimentado. 12 Podemos reagir ao medo com coragem. Procura num dicionário sinónimos da palavra coragem. 13 Planifica e escreve um pequeno texto em que contes o que fazes para combater os teus medos e onde incluas também um pequeno diálogo. Lembra-te que o texto deverá estar escrito na primeira pessoa e deverá ter as marcas do discurso direto, no diálogo, como, por exemplo, o travessão. V a m o s desenhar BLOCO 1 Viajar no meu mundo 8 Completa, com base no texto da página 6, o texto seguinte. «No texto, o autor faz uma comparação entre procurar no para descobrir o significado de uma e abrir um para saber como .» A coragem A coragem é a capacidade para lidar com o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou a intimidação. Uma pessoa corajosa é uma pessoa que, mesmo com medo, faz o que é preciso. 1. Conversa com os teus colegas sobre situações em que tenham demonstrado coragem. 2. Elaborem uma lista de situações em que não conseguiram demonstrar coragem. Como as resolveram? 1 Unidade 353897 004-023.indd 9 28/05/13 12:35
  • 12. 10 3 Completa o quadro. Forma três palavras novas a partir de cada palavra dada acrescentando-lhe letras no princípio, no meio ou no fim. Ele é mais forte do que nós 1 Completa o exercício com palavras que exprimam sentimentos. Observa o exemplo. … alegre… … triste… … medroso… … sozinho… … sabedor… … atento… … fraco… … inteligente… … justo… … amigo… … alegria. Quem é/está… … mostra… Fazem-me medo! Tem medo! Tem um medo que se pela! A medo. a) O João está assustado com a trovoada. b) Estes relâmpagos aterrorizam-me. c) Foi à janela, mas de modo hesitante. d) O seu irmão tem muito medo. hera fera erva era ele uma cada toca V a m o s a o computador 1.1 Escreve as três frases de que mais gostaste. 2 Lê as frases da esquerda e e liga-as às expressões da direita. TRABALHAMOS O VOCABULÁRIO 353897 004-023.indd 10 28/05/13 12:35
  • 13. 11 1 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo RECORDA E APLICA 1 Escreve palavras com as seguintes características ortográficas: b ) a ) c ) d ) 2 Qual é a característica ortográfica comum às palavras abaixo? Circunda-a. assombramento lembrava-me ombro sempre compadre importante 2.1 Procura e circunda na sopa de letras cinco palavras que obedeçam à mesma regra de ortografia. 2.2 Completa o texto seguinte, para formulares a regra de ortografia que observaste. Em palavras como sombra, e , antes de e de escreve-se sempre . P C A M R T I B O R S T E M P O R A U O B C A M P O L T N E O D I Q O S D G H J K V N D K Ç F G U M E L I O P T C O M P R A E R E H C R T R O M B A A U I J A X C Z U V A C U P I C O E S I C S O M B R A N O U Z O c junto do e e do i tem o som s. O s entre vogais tem o som z. O g junto do e e do i tem o som j. O o no final de algumas palavras tem o som u. a) b) TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA 353897 004-023.indd 11 28/05/13 12:35
  • 14. 12 Ele é mais forte do que nós TRABALHAMOS A GRAMÁTICA RECORDA O alfabeto O alfabeto português é composto por 26 letras, que são: Minúsculas: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, k, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, w, x, y, z Maiúsculas: A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z Vogais: a, e, i, o, u Consoantes: b, c, d, f, g, h, j, k, l, m, n, p, q, r, s, t, v, w, x, y, z No caso de ch, nh, lh, rr, ss, gu e qu juntam-se duas letras para representar um único som. RECORDA Os ditongos A sequência de duas vogais que pertencem à mesma sílaba, formando o seu núcleo, recebe o nome de ditongo. Há duas categorias de ditongos, os orais e os nasais. APLICA 1 Procura e circunda, no texto da página 6, palavras com uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete e oito consoantes. 2 Procura, também, e sublinha três palavras em que a vogal a tenha sons diferentes. 3 Escreve por ordem alfabética as palavras da primeira frase do texto. 4 Escreve duas frases sobre o medo, sem utilizares a vogal a. APLICA 1 Lê, em voz alta, os ditongos indicados na etiqueta. Procura e circunda, no texto da página 6, palavras em que estejam presentes ditongos. 2 Faz uma lista de palavras com alguns dos ditongos acima indicados. 3 Escreve uma palavra que seja composta apenas por um ditongo. Os ditongos: Orais: ai, au, ei, eu, oi, ou, ui. Nasais: ãe, ãi, ão e õe. As vogais podem ser orais ou nasais, consoante a sua pronúncia na palavra. Orais: casa/ serra/ilha/avó/tu, … Nasais: cantar/ gentil/pinto/som/ junto/lã, … 353897 004-023.indd 12 28/05/13 12:35
  • 15. 13 a im can ada a ombramento explica e uas amea a recorda ão e e confian a a unto re eio usto aconte er per eber te ido ma ã fun ão olidão abedoria s ou ss ss ou ç c ou s s ou ç BLOCO 1 Viajar no meu mundo RECORDA E APLICA O som s: c, s, ss, ç 1 Procura, no texto da página 6, palavras que tenham o som s e escreve-as no grupo correto. 2 Completa as regras de ortografia que estão no quadro. 3 Completa o quadro. 4 Escreve frases com as palavras seguintes. O som s Escreve-se s no das palavras e no meio, a seguir a consoantes. Escreve-se ss no meio das palavras entre . Junto do e e do i o som s escreve-se com . Não há nenhuma palavra que com ç. massa e maça osso e ouço sem e cem acento e assento ss ce ci ç s Aprende! As palavras que se escrevem de maneira diferente e que têm significados diferentes, mas que se leem da mesma maneira, chamam-se palavras homófonas. 1 Unidade TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA 353897 004-023.indd 13 28/05/13 12:36
  • 16. 14 COMO FAZER 1 Lê atentamente as duas apresentações dos meninos. 2 Observa o quadro abaixo, com a apresentação do menino do texto 2. Texto 1 Olá! Chamo-me Maria Andrade. Tenho oito anos. Vivo em Coruche com os meus pais. Gosto de peluches, de jogar às escondidas, de comer tarte de maçã e de ir à escola. A minha disciplina preferida é a Matemática, porque brincar com os números e resolver problemas é muito divertido. Penso que, um dia, serei engenheira e irei construir muitas coisas. Texto 2 Olá! Chamo-me Simão dos Santos e tenho nove anos. Tenho dois irmãos e uma irmã. Inventamos muitas brincadeiras. Gostamos, por exemplo, de explorar novos caminhos. Temos muitos mapas e atlas. Na escola, do que eu mais gosto é de Estudo do Meio. Adoro fazer atividades experimentais e aprender coisas novas sobre a Natureza. É por isso que a minha cor preferida é o verde e adoro comer saladas bem fresquinhas e saudáveis. Nome: Idade: Cor favorita: Comida preferida: Brincadeira preferida: Disciplina preferida: O que mais gosta de fazer: Ele é mais forte do que nós V am os fazer TRABALHAMOS A ESCRITA Quem sou eu? Simão dos Santos 9 anos verde saladas explorar novos caminhos Estudo do Meio experiências 353897 004-023.indd 14 28/05/13 12:36
  • 17. 15 1 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo Nome: Idade: Cor do cabelo: Cor dos olhos: Altura: Peso: Cor favorita: Comida preferida: Brincadeira preferida: Disciplina preferida na escola: O que mais gosto de fazer: (…) AGORA FAZ... 1 Agora, preenche o quadro seguinte com a tua apresentação. Quem sou eu? 2 Escreve um texto com a tua apresentação e, no final, desenha-te a ti próprio a fazer alguma atividade de que gostes. Quem sou eu? Eu chamo-me 353897 004-023.indd 15 28/05/13 12:36
  • 18. 16 O Mundo espera Nasceu uma criança, uma menina, vieram os gnomos da floresta com uma coroa verde feita de hera. Chora e ri, menina, porque é festa e cresce devagar que o Mundo espera. Nasceu uma criança, uma menina, vieram fadas dum mar distante sobre as ondas rolando numa esfera. Chora e ri, menina, a cada instante e cresce devagar que o Mundo espera. Nasceu uma criança, uma menina, vieram zéfiros trazer o seu presente precioso da mais antiga era. Chora e ri, menina, de contente, e cresce devagar que o Mundo espera. Nuno Higino, Versos diversos, Trinta por Uma Linha ANTES DE LER 1 O que te sugere o título do poema? 2 Pelo que esperará o Mundo? E tu, esperas por algo? Por que esperas? 3 Imagina que, de cada vez que nasce uma criança, aparecem três fadas para, com os seus poderes, atribuírem «dons» ao bebé. Que dons pensas que seria mais importante dar a cada criança? Vocabulário Escreve, no teu caderno, as palavras destacadas a azul no texto e procura o seu significado no dicionário. O texto poético Observa Consegues identificar o tipo de texto pela sua forma? 353897 004-023.indd 16 28/05/13 12:36
  • 19. 1 Que visitantes vieram oferecer os seus presentes à menina que nasceu? 2 Qual foi a oferta dos gnomos à menina? 3 Formula a pergunta certa para a seguinte resposta: P.: R.: O vento ofereceu uma brisa para a embalar. 4 Como reagiu a bebé àquelas visitas? 5 Que conselho dá o poeta à menina? 5.1 Estás de acordo? Justifica a tua resposta. 6 Observa o poema e as suas rimas; depois, completa as frases seguintes. EXPLORAMOS O POEMA Formula a pergunta certa para a seguinte resposta: Ainda te lembras? Cada linha de um poema é um verso. Um conjunto de dois ou mais versos é uma estrofe. Mas, por vezes, uma estrofe tem apenas um verso. Rima é a repetição de sons iguais ou semelhantes em palavras inteiras ou em sílabas. 1 Unidade 17 BLOCO 1 Viajar no meu mundo O primeiro verso de cada estrofe é sempre . O segundo verso rima com o . O terceiro verso rima com o . 7 Após treinares a leitura, lê o poema à turma, a cantar. 8 Quantas estrofes tem o poema? E quantos versos tem cada estrofe? 9 Dá outro título ao poema e justifica a tua escolha. 10 Escreve uma estrofe para este poema mantendo a forma. Observa o exemplo e completa-o. 1.º verso — Nasceu uma criança, uma menina, 2.º verso — vieram 3.º verso — . 4.º verso — Chora e ri 5.º verso — e cresce devagar que o Mundo espera. 11 Ilustra a estrofe que escreveste. 353897 004-023.indd 17 28/05/13 12:36
  • 20. 18 ANTES DE LER 1 Gostas de folhear os álbuns de fotografias dos teus pais ou avós? os automóveis da época, … 2 Quando não podes acompanhar os teus pais numa Vocabulário Escreve o significado das palavras do texto que estão destacadas a azul. Procura esses significados na lista seguinte: Exibindo com aparato. Trabalhada com desenhos. Encaracolados. Casaco largo que se pode vestir sobre outro. Joãozinho e a menina do álbum Quando a mãe do Joãozinho saía e, por qualquer motivo, não o podia levar, deixava-lhe sempre alguma coisa para ele se entreter. […] […] Havia uma que ele preferia entre todas: era um grande álbum de fotografias muito antigo, com uma capa escura, lavrada, ostentando em letras doiradas e floreadas a palavra «Álbum». Joãozinho passava horas a olhar para as fotografias. […] Não se cansava de ver as senhoras, de vestidos compridos e de cintura estreitinha, e os homens, de grandes bigodes revirados, de calças de riscas e sobrecasaca. […] Entre estes últimos encontrava-se uma menina já crescida, muito linda. Tinha os cabelos anelados, puxados ao alto e presos por uma fita, que o fotógrafo colorira de azul. Joãozinho pensava que as fadas deviam ser como ela e, às vezes, admirava-se de que não tivesse uma varinha de condão. De todos os retratos do velho álbum era este que o Joãozinho mais admirava. Ora, naquele dia, a mãe precisara de sair e deixara-lhe o velho álbum, recomendando, como sempre, que não o estragasse. Mas desta vez folheava-o distraidamente, quase sem interesse: estava muito triste o Joãozinho! Maria Guerne, A boneca escangalhada e outras histórias, Editorial Verbo (texto com supressões) O texto narrativo 353897 004-023.indd 18 28/05/13 12:36
  • 21. 19 1 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo TRABALHAMOS A LEITURA 1 Assinala, com uma cruz (X), a(s) afirmação(ões) correta(s). O João costumava entreter-se com... A. … um papagaio de papel. B. … um livro de histórias. C. … um álbum de fotografias. 2 Em que parte da casa se poderá passar esta história? 3 Quando é que o menino via o álbum de fotografias? 4 Descreve o álbum de fotografias. 5 As fotografias que ele observava eram recentes? Como chegaste a essa conclusão? 6 Como é que o Joãozinho achava que eram as fadas? 6.1 Sublinha o parágrafo que contém essa informação 7 Qual era a personagem do álbum que mais fascinava o Joãozinho? O que sabia o menino sobre ela? 8 Porque era tão fascinante para ele aquele retrato? 9 Reescreve as palavras saía, últimos e às sem os acentos e lê-as em voz alta. Escreve frases com essas palavras. 10 Descreve oralmente, e depois por escrito, a fotografia dos álbuns da tua família de que mais gostas. 11 Planifica e escreve um texto sobre a fotografia ao lado: descreve o que vês, imagina a finalidade com que a fotografia terá sido tirada, se as pessoas serão da mesma família, … O teu texto deverá ter uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Ainda te lembras? O parágrafo é uma divisão do texto que marca uma ideia. Começa no início da linha, sempre um pouco recolhido, e termina com um sinal de pontuação. 353897 004-023.indd 19 28/05/13 12:36
  • 22. Joãozinho e a menina do álbum TRABALHAMOS A GRAMÁTICA 20 APRENDE O verbo: conjugação, pessoa e número Lê atentamente o seguinte texto em que as palavras destacadas a vermelho são verbos no infinitivo. — Ele está na idade de se divertir. E o álbum de fotografias é muito interessante — dizia o pai do João à mãe. — Está bem — respondeu a mãe. — Mas não o pode estragar. Naquele dia, sem querer, o João rasgou uma fotografia. Como os pais estavam quase a regressar ele ficou muito aflito. Ia ouvir um grande raspanete… Então, teve uma ideia: colou tudo muito bem e a fotografia parecia estar intacta. Mas a mãe não deixou de reparar que algo se tinha passado e perguntou: — O que aconteceu? — Desculpa, mãe, por ter rasgado a fotografia. Não volta a acontecer. Os verbos da língua portuguesa podem terminar em -ar, -er, -ir ou -or. A vogal final do infinitivo permite distinguir as três conjugações verbais. 1.ª conjugação (-ar) 2.ª conjugação (-er/-or) 3.ª conjugação (-ir) regressar levar dançar poder pôr* correr supor* ler partir sair fugir O verbo também pode mudar de forma, consoante a pessoa (1.ª, 2.ª e 3.ª) e o número (singular e plural). Exemplos: Eu falo contigo. ∫ Eu falo. O pai fala connosco. ∫ Ele fala. Tu falas comigo. ∫ Tu falas. Nós falamos todos. ∫ Nós falamos. Ele fala. *Sabias que… O verbo pôr e os seus compostos (compor, depor, supor, …) também são considerados da 2.ª conjugação? Os verbos são palavras muito importantes numa frase. Todas as frases têm, pelo menos, um verbo. Os verbos indicam ações (correr, … ou, outras situações (compreender, …) ou estados (ser, estar, saber, …). 353897 004-023.indd 20 28/05/13 12:36
  • 23. 21 BLOCO 1 Viajar no meu mundo APLICA 1 Completa o quadro com os verbos no infinitivo. 1.ª conjugação (-ar) 2.ª conjugação (-er/-or) 3.ª conjugação (-ir) 3 Completa o quadro com as formas do verbo falar. Número Pessoa Verbo falar Singular 1.ª — eu falo 2.ª — tu 3.ª — ele/ela Plural 1.ª — nós 2.ª — vós 3.ª — eles/elas 4 Repete o mesmo exercício com as formas do verbo falar num tempo passado. 5 Há palavras que terminam em -ar e que não são verbos, como, por exemplo, mar e ar. Faz uma lista com estas palavras. 6 Escreve um pequeno texto narrativo em que uses três formas do verbo falar e dois verbos de cada conjugação. 1 Unidade 2 Identifica os verbos do texto e coloca-os na coluna certa. Forma verbal Verbo no infinitivo Forma verbal Verbo no infinitivo fazeres foi corremos dormiste fugido estava 353897 004-023.indd 21 28/05/13 12:36
  • 24. 22 1 Lê e observa com atenção. ANTES DE LER 1 Observa a capa ou a contracapa (parte de trás) de um livro e procura saber qual é o nome do autor, do ilustrador e da editora que o publicou. Ficha bibliográfica Uma aventura na biblioteca Autoras: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada Ilustrações: Arlindo Fagundes 4.ª Edição — 2001 Editorial Caminho Coleção: «Uma Aventura», n.º 36 240 pp. Preço: 4,90 euros Sinopse/Apresentação resumida: A biblioteca funciona num antigo palacete recheado de mistérios. A bibliotecária é ruiva ela. No jardim do palacete vive uma velhota que garante haver maldições pairando sobre aquele lugar. Mas o que paira mesmo são mensagens, bilhetes com códigos secretos que alguém enfia entre páginas de livros escolhidos. Ao tentar clarificar tanta confusão, o grupo dos quatro amigos, os heróis do livro, cai nas mãos de uma perigosíssima bandida que tem a alcunha de Rapa-Tachos e dos seus filhos Açorda e Esparguete. O que vais ler Uma ficha bibliográfica é um texto onde se apresenta de forma resumida uma obra indicando os seus autores, editora e características técnicas e também o tema e alguns aspetos importantes da história, dos cenários e das personagens. 353897 004-023.indd 22 28/05/13 12:36
  • 25. Assunto. Nome. Autores. Número de páginas. Data e local da edição. Localização espacial da história. Número de personagens principais da história. Preço. 1 Unidade 23 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 2 Preenche o quadro abaixo, com informações da ficha bibliográfica do livro Uma aventura na biblioteca. Aprende! A localização espacial é a identificação do lugar onde algo acontece. 3 Agora, preenche um quadro semelhante, no teu caderno, sobre um livro que tenhas lido. 4 Finalmente, escreve a ficha bibliográfica desse livro. 5 Constrói a capa do livro em tamanho real, com o auxílio de uma régua. Não te esqueças dos elementos que devem aparecer nessa capa: o título, o nome da coleção, o nome dos autores e a editora que o publicou. 6 Numa cartolina, ilustra a história que leste e junta-lhe a tua ficha bibliográfica, para fazeres um cartaz. Depois, com os teus colegas e com a ajuda do professor, preparem uma exposição com todos os trabalhos. 7 Elaborem um convite para a exposição e entreguem-no aos vossos familiares e amigos. Não se esqueçam dos nomes e moradas do remetente (quem envia) e do destinatário (a quem se envia). 353897 004-023.indd 23 28/05/13 12:36
  • 26. 2 Unidade 24 Minha querida família 353897 024-043.indd 24 28/05/13 12:37
  • 27. BLOCO 1 Viajar no meu mundo 25 OBSERVAMOS, INTERPRETAMOS E CONVERSAMOS 1 Que festa celebra esta família? 2 Porque estarão presentes tantas pessoas? Quem serão? 3 Com que personagem da imagem mais te identificas? Porquê? 4 Observa a imagem. Com os teus colegas, imagina e escreve os diálogos entre as personagens da cena representada. Depois, podem dramatizá-la. 5 Que semelhanças e diferenças encontras entre esta festa e uma festa em que já tenhas participado? 6 Parece-te que as festas são importantes para as famílias? Justifica a tua opinião. 7 O que poderá fazer cada elemento desta família para que esta festa tenha sucesso? 8 Memoriza a canção e canta-a numa próxima festa de aniversário. Parabéns a você Parabéns, parabéns, porque hoje faz anos. Tenha muita saúde e viva muitos anos. Que bolinho tão bom! Oh! Mas que tentação! Quem comer uma fatia fica sem dentição! Porque somos amigos e gostamos de ti, temos todo o prazer em hoje estar aqui. Isabel Lamas, O livro das festas, Impala 353897 024-043.indd 25 28/05/13 12:37
  • 28. 26 Histórias vividas Era eu um pouco mais que uma criança quando comecei a inventar histórias. Por necessidade, por contrato à hora. Querem saber porquê? Eu conto. Tenho um irmão, dez anos mais novo do que eu, que era o rapaz mais diabólico do mundo. Arrasava tudo o que encontrasse diante dos pés como um tanque de guerra, saltava para as costas das raparigas, agarrando-se aos cabelos, como um índio a galope num cavalo selvagem, aplicava golpes de judo, karaté e canelada à esquerda e à direita. Destruía, em ações terroristas, cadernos, livros, brinquedos. Ralhavam com ele, ria. Castigavam-no, ria. Batiam-lhe, ria à gargalhada. Mas se eu prometesse uma história, ele parava, sentava-se, ouvia. Transformava-se num garoto atento, curioso, perguntador, propunha-me heróis, aventuras e os dois em conjunto vivíamos a história. ANTES DE LER 1 Como é que tu participas na vida e nas tarefas familiares? 2 Quem gosta mais de contar histórias na tua família? 3 Já és capaz de imaginar qual será o tema do texto que vais ler? 4 Lê o título do texto. O que serão «Histórias vividas»? 5 Observa a imagem. O que será que representa? O texto narrativo Era eu um pouco mais que uma criança quando comecei Vocabulário Procura, no dicionário, o significado das palavras do texto que estão destacadas a azul e escreve as palavras e o seu significado no teu caderno. 353897 024-043.indd 26 28/05/13 12:37
  • 29. — Se te portares bem até ao almoço, meia hora de histórias. — E se eu não fizer asneiras até ao lanche? — Uma hora. Foi o meu primeiro ouvinte, o primeiro crítico, o melhor. Quando agora nos encontramos, ele ainda às vezes me diz: — Lembras-te da história do Zé Pelinha, aquele homem que tinha vendido o esqueleto porque não tinha dinheiro para comer e, como era tão magro, só tinha pele e osso? Por isso tomava a forma que lhe apetecesse, enrolava-se como um novelo, passava por baixo das portas, escondia-se dentro das algibeiras, fazia as coisas mais incríveis… — Se me lembro! Foi uma história com mais de quinhentos episódios! Luísa Ducla Soares, De que são feitos os sonhos, Areal Editores 2 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo 27 — Se te portares bem até ao almoço, meia hora Aprende! O hífen é um sinal gráfico que se usa para ligar palavras ou partes da mesma palavra e também para fazer a translineação. Exemplo: guarda-chuva. 353897 024-043.indd 27 28/05/13 12:37
  • 30. TRABALHAMOS A LEITURA 1 Qual é o tema do texto? E a personagem que conta a história? 2 Assinala, com uma cruz (X), a opção correta. A contadora da história inventava histórias por… A. ... obrigação. B. … necessidade. C. … prazer. D. … vício. 3 Refere três tipos de histórias que pudessem ter sido contadas. Por exemplo: Histórias de mistério, … 4 Como era o irmão da contadora da história? 5 Explica, por palavras tuas, a seguinte frase: «Arrasava tudo o que encontrasse diante dos pés como um tanque de guerra, saltava para as costas das raparigas, agarrando-se aos cabelos, como um índio a galope num cavalo selvagem.» 6 De todas as más atitudes do menino, qual é a que consideras ser mais grave? Justifica a tua escolha. 7 Completa o quadro no teu caderno, assinalando as afirmações verdadeiras com V e as falsas com F, de acordo com o sentido do texto. Histórias vividas A autora do texto começou a inventar histórias para crianças quando já era adulta. A contadora das histórias é dez anos mais velha do que o irmão. O menino só acalmava quando o punham de castigo. O irmão da autora era um rapazinho muito calmo e sossegado. A autora inventou poucas histórias para o irmão. 353897 024-043.indd 28 28/05/13 12:37
  • 31. 29 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 8 Como reagia o menino aos castigos que lhe davam? 9 Por que razão a história do Zé Pelinha teve mais de quinhentos episódios? 9.1 Preenche o quadro com os elementos da história de que o irmão da autora ainda se lembra. 10 Atualmente, será que o irmão da autora ainda tem o mesmo tipo de comportamento? Porquê? 11 Lê a última frase do texto substituindo o ponto de exclamação por um ponto de interrogação. O que muda no sentido da frase? 12 Divide o texto em partes e dá um subtítulo a cada uma delas. 13 Faz o reconto da história num texto com 10 linhas. Depois revê-o e corrige-o. Atenção à pontuação, à acentuação, à ortografia, ao vocabulário e às ideias pré-definidas. Nome da história. Caracterização da personagem. Nome. Aspeto físico. Outros aspetos. Ações que desenvolvia. 2 Unidade A importância das relações familiares 1. De que forma é que a importância das relações familiares está presente no texto que leste? 2. Tenta recordar uma situação difícil que tenha acontecido contigo ou com alguém da tua família e que tenha sido ultrapassada devido à ajuda da família. 3. Pensa nos elementos que constituem a tua família mais próxima e no papel e importância de cada um. Ainda te lembras? ? Ponto de interrogação: no final de uma pergunta. ! Ponto de exclamação: no final de uma frase que indica espanto, surpresa, alegria, medo, … . Ponto final: serve para indicar o final de uma frase. 353897 024-043.indd 29 28/05/13 12:37
  • 32. 30 Histórias vividas 1 Explica por palavras tuas qual é o sentido de cada uma das palavras destacadas nas frases abaixo. a) «O soldado conduz o tanque no deserto.» b) «A mãe lava o tapete no tanque.» c) «E se eu não fizer asneiras até à hora do almoço?» d) «O Miguel disse asneiras no recreio.» e) «Eu também conto histórias ao meu filho.» f) «Gostaste do conto do Zé Pelinha?» g) «Portas-te bem durante o almoço?» h) «Eu almoço sempre em casa.» 2 Completa as palavras-cruzadas com nomes de graus de parentesco. 1. São os filhos da minha irmã. 2. A mulher do meu filho é minha… 3. O filho do meu tio é meu… 4. O pai da minha mulher é o meu… 5. É o marido da minha irmã. 6. É a mãe do meu pai. 3 Explica o significado das frases: a) «Maria tinha família em Portugal que não conhecia.» b) «Houve uma reunião familiar para conhecer o bebé.» c) «Maria foi ganhando cada vez mais familiaridade com…» d) «À medida que o tempo passava, o bebé ficava mais familiarizado com a nova casa.» 3.1 Completa a frase. 5 6 4 1 2 3 As palavras destacadas na atividade 3 são palavras da mesma . Ainda te lembras? Uma família de palavras é um conjunto de palavras constituído por uma palavra simples e por outras que se formam a partir dela. TRABALHAMOS O VOCABULÁRIO 353897 024-043.indd 30 28/05/13 12:37
  • 33. 31 BLOCO 1 Viajar no meu mundo RECORDA E APLICA As realizações do som r: o som r forte e o som r fraco. 1 Localiza e circunda no texto as palavras abaixo e lê-as em voz alta. 2 O que distingue as palavras na caixa acima? 3 Sublinha, no texto, 10 palavras cuja letra r apresenta som fraco. 3.1 Lê-as em voz alta e circunda o r fraco. 4 Completa o quadro com mais exemplos. 2 Unidade arrasava garoto raparigas história guerra terroristas ria enrolava-se O r tem dois sons: r fraco Escreve-se sempre r… … entre vogais. agora, … nos grupos br, cr, dr, fr, gr, pr, tr, vr. bravo, … entre vogal e consoante. perdido, … no final das palavras. contar, r forte Escreve-se r… … no início das palavras. rapaz, … depois de n, l, s. tenro, Escreve-se rr… … entre vogais. guerra, TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA 353897 024-043.indd 31 28/05/13 12:37
  • 34. 32 TRABALHAMOS A ESCRITA COMO FAZER 1 O texto que se segue faz a apresentação de um menino chamado Miguel atravês do seu retrato. Lê-o atentamente. 2 A autora do texto, para fazer a apresentação do Miguel, propõe algumas comparações. Por exemplo: «… olhos verdes e grandes como duas meninas a mexer lá dentro…» Escreve outras comparações que a autora faz. O Miguel O Miguel era um menino igual a todos os outros meninos: cabelos castanhos e ondulados; cara magra, queimada do sol e do vento; olhos verdes e grandes como duas meninas a mexer lá dentro; fino como um pinheiro novo e mexido e vivo como uma bola de futebol. Maria Natália Miranda, Dario, Sol nos olhos, pés no rio, Didáctica Editora (adaptado) Histórias vividas Aprende! Um retrato é uma pintura, fotografia, descrição textual ou outra representação de uma pessoa. O retrato 353897 024-043.indd 32 28/05/13 12:37
  • 35. 33 2 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo Aspeto físico/aparência geral/corpo: Rosto: Tom de pele: Cabelos: Olhos: Características psicológicas: AGORA FAZ... 1 Escolhe um colega da tua turma que conheças bem e descreve-o fisicamente numa ficha como a anterior. Acrescenta outros aspetos, tais como: qualidades, defeitos, hábitos, gostos e preferências. 2 Escreve um texto de apresentação do teu colega e lê-o à turma. Os restantes colegas devem tentar adivinhar de quem se trata e desenhar o seu retrato. 3 No texto, não te esqueças de recorrer ao uso de comparações para fazer o retrato do teu colega. Aqui ficam alguns exemplos: A Maria tem o cabelo vermelho como o fogo. O Miguel é irrequieto como um potro selvagem. O Pedro é alto como uma torre. 4 Numa folha A3, faz o retrato desenhado que represente o colega que descreveste no texto. Depois, organiza com os teus colegas e professor uma exposição dos trabalhos da turma e anuncia-a através de um cartaz que deverá ficar afixado num local da escola bem visível. Aprende! O retrato de uma personagem só está completo quando analisamos os aspetos físicos (a sua aparência) e os psicológicos (a sua maneira de ser). 3 A autora, através do texto, apresentou-te o Miguel. Ficaste a conhecer alguns aspetos físicos do menino. E os aspetos psicológicos também foram descritos? Justifica a tua resposta. 4 Preenche a ficha, de acordo com a informação do texto sobre o Miguel. 353897 024-043.indd 33 28/05/13 12:37
  • 36. 34 Que grande festa! ANTES DE LER 1 Sabes o que é uma orquestra? 2 Se a tua família quisesse formar uma orquestra, que instrumentos tocariam os teus pais e irmãos? 3 E qual seria o instrumento que escolherias para tocar? Porquê? 4 Quem sugeres para maestro da orquestra da tua família? Porquê? Vocabulário Procura, no dicionário, o significado da palavra do poema destacada a azul. Observa Repara na forma e na pontuação deste poema. O que notas de especial? O texto poético Nunca ninguém viu uma orquestra como esta! O avô Caetano a tocar piano o senhor Rufino a tocar violino a tia Henriqueta a tocar pandeireta o menino João a tocar violão os gémeos Torcatos a baterem pratos a bisavó Bia a tocar bateria a mãe Policarpa sempre a tocar harpa e o primo Luís a tocar no nariz! Nunca ninguém viu uma orquestra como esta! O tio Crispim a tocar bandolim a senhora Arlete a tocar clarinete o doutor Marcelo a tocar violoncelo a menina Ivone a tocar saxofone o pai Serafim a tocar cornetim o senhor António a tocar harmónio o bisavô Zé a reger o salsifré e a prima Aninhas a tocar às campainhas! Maria Alberta Menéres Sigam a borboleta, Bertrand 353897 024-043.indd 34 28/05/13 12:38
  • 37. 35 EXPLORAMOS O POEMA 2 Unidade 1 Escreve, em poucas palavras, o essencial do texto. 2 Completa o quadro com informações recolhidas no texto. 3 Quais são os elementos da orquestra que não eram membros da família? 3.1 Como justificas a sua colaboração nesta orquestra? 4 Elabora a árvore genealógica da família referida no poema. 5 Escreve um poema com a mesma forma do da página anterior, mas em que as personagens sejam os membros da tua família ou amigos teus. 6 Escreve nomes de pessoas que rimem com os nomes dos instrumentos musicais abaixo. 7 Escreve nomes de instrumentos que rimem com os seguintes nomes próprios. xilofone — oboé — cravo — acordeão — cavaquinho Agostinho — Vítor — Albertina — João — Odete BLOCO 1 Viajar no meu mundo 8 Formula três perguntas sobre o poema e coloca-as aos teus colegas. 9 Escolhe uma das personagens e escreve um pequeno texto sobre ela. Como será fisicamente? E a sua maneira de ser? Ainda te lembras? As personagens de uma história são aqueles que praticam as ações contadas. Grau de parentesco Nome Instrumento pai mãe Caetano Luís pandeireta bandolim 353897 024-043.indd 35 28/05/13 12:38
  • 38. 36 ANTES DE LER 1 Depois de leres o título do texto, és capaz de dizer qual poderá ser o seu tema? 2 Há algum lugar aonde gostarias de voltar? Porquê? 3 Quando estás muito longe de casa, sentes saudades? Porquê? De quem? Vocabulário Escreve, no teu caderno, a palavra do texto destacada a azul. Depois, copia o seu significado: Pessoas que deixam o seu país para trabalhar noutro. O texto narrativo De regresso Havia muito tempo que os pais da Josette não vinham a Portugal. As viagens eram caras, e no princípio da vida dos emigrantes o trabalho é muito e o dinheiro pouco. Essa era a razão por que Josette nunca visitara os avós, os tios e os primos, tanto os do lado da mãe como os do lado do pai. Quando, depois de vários anos de muitas canseiras, o Zé Maria e a Maria José conseguiram amealhar o suficiente, resolveram voltar só «para matar saudades» e mostrar a menina à família. Não vinham de automóvel, como alguns vizinhos, porque ainda não tinham podido comprar um […] e de avião ainda menos, que as passagens custavam muito dinheiro. Vinham de comboio, o que levava mais tempo do que a viagem aérea, mas também tinha a vantagem de ser mais rápido do que se viessem de carro por estrada. Estava-se no mês de agosto, e à medida que avançavam para o sul, já se sentia apertar o calor cada vez mais forte. Passaram a fronteira da França, atravessaram a Espanha e chegaram finalmente a Portugal. A Josette olhava para a cara da mãe, depois para a cara do pai, e não conseguia perceber o motivo que os transtornava assim. A mãe, encostada à janela do comboio, não fazia senão enxugar os olhos com o lenço! O pai, esse, dava-lhe para se assoar, sem estar sequer constipado! E ao mesmo tempo tinham cara de riso, e pareciam muito nervosos […]. Maria Isabel de Mendonça Soares, As «vacanças» da Josette, Editora Desabrochar (texto com supressões) 353897 024-043.indd 36 28/05/13 12:38
  • 39. 37 Autora do texto: Título do livro de onde foi retirado o texto: Editora: 2 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo TRABALHAMOS A LEITURA 1 Assinala, com uma cruz (X), a opção correta. Josette nunca tinha vindo a Portugal, porque os pais… A. … não tinham dinheiro. B. … não tinham tempo. C. … não tinham férias. 2 O que significa a expressão «amealhar o suficiente»? 3 O que nos diz o texto sobre a vida dos emigrantes? 4 Achas que a viagem foi demorada? Como chegaste a essa conclusão? 5 Por que países as personagens do texto tiveram de passar até chegarem a Portugal? 6 Se a viagem tivesse sido realizada de avião o que se alteraria? 7 Estás de acordo com a afirmação abaixo? Justifica a tua resposta. «A família da Josette não voltaria para França.» 8 «Havia muito tempo que os pais da Josette não vinham a Portugal.» A primeira vez que regressaram foi muito emocionante. Sublinha, no texto, frases que indiquem a emoção vivida pelos pais da Josette. 9 Como terá sido o reencontro com a família em Portugal? O que terá sentido Josette? E os seus pais? Quais as novidades da família? Imagina e descreve esse reencontro num texto e partilha-o com os teus colegas. 10 Josette não é um nome português. Por que razão a menina tem este nome? Conheces outros nomes que não são portugueses? Quais? 11 Completa o quadro. 353897 024-043.indd 37 28/05/13 12:38
  • 40. Passado Presente Futuro Os pais da Josette foram para França. X Os pais da Josette nasceram em Portugal. X A Josette está admirada com a atitude dos pais. X A Josette vai aprender português nas férias. X Depois das férias, a Josette voltará para França. X A Josette irá ter saudades de Portugal. X A Josette nasceu em França. X 38 De regresso TRABALHAMOS A GRAMÁTICA APRENDE O tempo: presente/passado/futuro Observa a barra abaixo, que representa a linha do tempo. O momento do acontecimento está marcado por uma bolinha. Lê e observa, com atenção, o momento em que ocorrem as ações. A Maria aprendeu inglês quando tinha seis anos. ∫ Passado A Maria e os irmãos lancham uma fatia de bolo e um copo de leite. ∫ Presente A família da Maria irá de férias em julho. ∫ Futuro Observa, com atenção, o quadro seguinte, que localiza no tempo acontecimentos, de acordo com o momento em que ocorreram. PASSADO PRESENTE FUTURO Observa, com atenção, o quadro seguinte, que localiza no tempo Aprende! A localização temporal é a identificação do momento em que algo acontece. 353897 024-043.indd 38 28/05/13 12:38
  • 41. 39 BLOCO 1 Viajar no meu mundo APLICA 1 No quadro, localiza temporalmente, com uma cruz (X), o momento de cada acontecimento. 2 Unidade É em relação ao momento em que falamos que dizemos: o que já aconteceu (passado); o que está a acontecer (presente); e o que está para acontecer (futuro). Os acontecimentos relatados situam-se na linha do tempo. Conclusão Passado Presente Futuro Há muito tempo que os pais da Josette não vêm a Portugal. Josette está de férias em Portugal. Para o ano, os pais da Josette terão férias em março. Os pais da Josette não vieram a Portugal de avião por causa do preço das passagens. Quando for maior de idade, a Josette irá de férias sozinha. A família viajou quase sempre de comboio. Os familiares portugueses da Josette estão muito felizes por tê-los cá de férias. 2 Reescreve as frases seguindo as indicações. a) «A viagem de França para Portugal é cara.» ∫ Passado. b) «Vinham de comboio.» ∫ Presente. c) «Josette gostou da família em Portugal.» ∫ Futuro. 353897 024-043.indd 39 28/05/13 12:38
  • 42. 40 TRABALHAMOS A GRAMÁTICA APRENDE O presente do indicativo — Verbos regulares Lê as frases seguintes. a) Josette chega a Portugal. b) Os pais acompanham a filha nesta viagem. c) A família espera-os ansiosamente. d) Todos se divertem numa festa que celebra o regresso. Os verbos, destacados nas frases, situam a ação real no momento em que se fala, ou seja, no tempo presente do indicativo. Lê e copia a conjugação do presente do indicativo de alguns verbos regulares. APLICA 1 Preenche o quadro seguinte com o presente do indicativo dos verbos indicados. Aprende! Verbos regulares são aqueles que mantêm uma parte igual em todas as suas formas. De regresso Presente do indicativo verbo voltar verbo correr verbo partir eu volto tu voltas ele volta nós voltamos vós voltais eles voltam eu corro tu corres ele corre nós corremos vós correis eles correm eu parto tu partes ele parte nós partimos vós partis eles partem Presente do indicativo Cantar Beber Compor 353897 024-043.indd 40 07/06/13 11:29
  • 43. 41 Aprende! Verbos irregulares são aqueles em que as formas são todas diferentes. APRENDE O presente do indicativo — Verbos irregulares Lê e copia a conjugação do presente do indicativo de alguns verbos irregulares. APLICA 1 Consulta uma gramática e copia o presente do indicativo dos verbos: poder, querer, vir e rir. 2 Escreve três frases onde integres algumas das formas verbais que acabaste de estudar. 3 Copia, do texto «De regresso», três frases com os verbos no tempo presente do indicativo. 2 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo Presente do indicativo Ser Estar Dizer eu sou tu és ele é nós somos vós sois eles são eu estou tu estás ele está nós estamos vós estais eles estão eu digo tu dizes ele diz nós dizemos vós dizeis eles dizem Presente do indicativo Fazer Ir Ter eu faço tu fazes ele faz nós fazemos vós fazeis eles fazem eu vou tu vais ele vai nós vamos vós ides eles vão eu tenho tu tens ele tem nós temos vós tendes eles têm 353897 024-043.indd 41 07/06/13 11:29
  • 44. 42 1 Observa, com atenção, o diagrama do Metropolitano de Lisboa e responde. ANTES DE LER 1 Já alguma vez observaste um diagrama? Qual? Onde? 2 Quando e em que tipo de situação podemos ter de recorrer aos diagramas? 3 Achas importante saber ler estes textos? Porquê? O diagrama 1.1 Qual é a função do diagrama da rede do Metropolitano de Lisboa? 1.2 Quantas estações tem o Metropolitano de Lisboa? 1.3 Quantas linhas tem o Metropolitano de Lisboa? Quais são? 1.4 Quais são as estações que as linhas amarela e azul servem? 1.5 A linha vermelha estabelece ligação com que outras linhas? 1.6 Que linhas e estações usarias se estivesses no Campo Grande e quisesses ir passear junto ao rio Tejo? Rio Tejo Aprende! Um diagrama é uma representação visual simplificada de uma ideia ou situação. V a m o s c onversar 353897 024-043.indd 42 28/05/13 12:38
  • 45. um programa um programa um programa 2 Unidade 43 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 2 Lê o texto. 2.1 Descreve, num texto, os percursos utilizados pela família da Josette, sabendo que: a) Iniciam a sua viagem pela cidade na estação do Oriente. b) Dirigem-se em primeiro lugar ao Areeiro para fazer os cartões de cidadão. c) Seguem, depois, para o Jardim Zoológico, onde passam o resto do dia. d) Regressam à estação do Oriente, ao fim da tarde, utilizando um percurso diferente. 3 Investiga na Internet, recorrendo a um motor de busca e pesquisando por «Imagens de diagrama». Procura conhecer vários tipos de diagramas. Depois, constrói um que represente a tua família (árvore genealógica). Se precisares, pede ajuda a um adulto. 4 Procura organizar o teu estudo fazendo no teu caderno diagramas/esquemas que resumam o que tens aprendido nas aulas. 5 Imagina que tens de explicar a um colega o caminho que ele tem de percorrer para ir da vossa escola até à tua casa ou até um lugar que tu conheças. Desenha um diagrama que represente esse percurso e identifica os lugares por onde ele terá de passar. Um dia em Lisboa Os pais da Josette pretendem vir da aldeia onde nasceram a Lisboa, com a Josette, para visitarem o Jardim Zoológico e, simultaneamente, fazerem os cartões de cidadão. Vamos ajudá-los a organizar as suas viagens em Lisboa sabendo que vêm de comboio até à capital e que aí utilizarão o Metropolitano, cujo diagrama já observaste. 353897 024-043.indd 43 28/05/13 12:38
  • 47. BLOCO 1 Viajar no meu mundo 45 OBSERVAMOS, INTERPRETAMOS E CONVERSAMOS 1 Que espaço público observas na imagem? 2 Já estiveste em espaços semelhantes? Em que situações? Informa os teus colegas sobre essas situações. 3 Que razões poderão ter levado as pessoas a estarem presentes? 4 Que profissionais de saúde consegues identificar na imagem? 5 Representa, por gestos, algumas cenas que poderão acontecer no cenário da imagem. 6 Vês alguma personagem na imagem a quem aconselharias que fosse a uma consulta de um nutricionista? Justifica a tua escolha. 7 Observa a imagem. Depois fecha o livro e faz um exercício de memória: a) Quantas pessoas há na imagem? b) E quantos animais? c) Quantas são as personagens que usam bata branca? d) Diz o nome de cinco objetos presentes na imagem. 353897 044-063.indd 45 28/05/13 12:39
  • 48. 46 Aquelas férias Personagens: Pedro, Luís, Tiago, Joana, Matilde, Francisco. Aquela sexta-feira parecia não mais terminar! Não era por ser o último dia da semana, mas sim por ser o último dia de escola. Sábado era o dia da partida para as férias e os jovens estavam ansiosos. Tudo estava planeado: o Pedro, o Luís, o Tiago, a Joana, a Matilde e o Francisco iam todos para uma colónia de férias. Estes jovens nunca tinham visto o mar, daí a sua ansiedade. Nessa manhã acordaram muito cedo e prepararam-se para a viagem. PEDRO — Então rapazes estão animados? TIAGO — Estou tão ansioso que nem consegui dormir bem! JOANA — Eu então dormi muito bem, para o tempo passar mais depressa, estou ansiosa também por ver o mar! MATILDE — Como é que tu achas que é o mar, Joana? JOANA — Acho que deve ser muito, muito grande (Faz o gesto.) e muito bonito… LUÍS — Grande acho que é, mas bonito não sei… Olha lá, tu não ouviste dizer que o mar está poluído e sujo? FRANCISCO — Sim, está bem, mas o mar é muito, muito grande e a praia não deve estar suja. ANTES DE LER 1 Observa a mancha de texto desta página. Que tipo de texto é? 2 Como o identificaste? 3 Lê o título do texto e observa a imagem. De que férias falará o texto? O que te ajudou a formar essa ideia? 4 Observa as imagens. Inventa uma história baseada nas imagens e no título do texto. No final da leitura do texto, compara a tua história com a que leste. O texto dramático Vocabulário Escreve, no teu caderno, as palavras destacadas no texto a azul e copia o seu significado: Inquietos, impacientes, desejosos. Sensação de inquietação e de nervosismo. Ainda te lembras? O texto dramático é escrito para ser representado. Depois de o leres, dramatiza-o com os teus colegas. 353897 044-063.indd 46 28/05/13 12:39
  • 49. 3 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo 47 Os jovens lá partiram e, algumas horas depois, chegaram finalmente ao seu destino, alguns já cansados e outros a dormir, vencidos pelo sono. TIAGO — Já vejo o mar!... (Gritou, quase assustando os companheiros.) TODOS — Uau! Uau! É azul! (Gritava um.) Que grande! (Dizia outro.) […] Francisco — Agora rapazes, nós vamos para a água e vocês, meninas, ficam aqui à nossa espera. É melhor não arriscarem. Matilde — Está bem, mas não se demorem. Estou doida para entrar na água! PEDRO — Isto é melhor do que eu imaginava. A água está deliciosa, não acham? TIAGO — Sim, mas agora vamos ter cuidado, não se esqueçam das recomendações dos nossos pais. FRANCISCO — Sim, já sei, não podemos ficar na água, assim que sentirmos frio. Temos de esperar três horas para ir à água após as refeições. Não nos podemos afastar muito das margens. Não nos podemos expor muito ao Sol, … etc., etc… LUÍS — Pois é, pelos vistos os pais são todos iguais, mas a mim apetece-me esquecer isso tudo e saborear ao máximo a praia, afinal é a primeira vez que vejo e estou numa praia. O Luís afastou-se dos companheiros e quando percebeu já estava bastante longe da areia. Tentou regressar mas sentiu-se cansado. Quando se apercebeu disso começou a gritar para os amigos. A Joana e a Matilde, que estavam na areia e não tiravam os olhos dos companheiros, aperceberam-se logo do pedido de socorro do Luís. Chamaram de imediato o nadador-salvador da praia, que logo foi em auxílio do Luís. […] LUÍS — Afinal os nossos pais têm razão: é preciso muito cuidado na praia, senão passa de um prazer a uma aflição! Obrigado a todos! Estou muito orgulhoso de ser vosso amigo… […] Luciano Reis, Sistema J, 1.º volume (texto com supressões) V a m o s c o nversar 353897 044-063.indd 47 28/05/13 12:39
  • 50. 48 TRABALHAMOS A LEITURA 1 Coloca as personagens pela ordem de entrada em cena, numerando-as de 1 a 6. A. Luís D. Matilde B. Francisco E. Pedro C. Joana F. Tiago 2 O texto dramático que leste passa-se em vários espaços. Quais são? 3 Diz se a afirmação abaixo é verdadeira ou falsa e justifica a tua resposta. «A chegada do grupo à praia aconteceu num sábado.» 4 Os meninos deste grupo viviam no litoral ou no interior do País? Justifica a tua resposta. 5 Como é que os meninos caracterizavam o mar, que eles não conheciam? 6 O Pedro afirmou: «A água está deliciosa, não acham?» A que se referia o Pedro? Assinala, com uma cruz (X), a resposta correta. A. Ao aspeto da água. B. Ao sabor da água. C. À temperatura da água. D. À cor da água. 7 Achas que os conselhos que os pais deram aos filhos foram adequados? 7.1 Justifica a tua resposta com expressões do texto. 8 Na tua opinião, os meninos agiram em segurança? Porquê? 8.1 Tiveram razões para se arrepender? Quais? 9 Por que razão o Luís sente orgulho dos seus amigos? 10 A que outras atividades se terá dedicado o grupo naqueles dias de férias? 11 Diz qual é a mensagem do texto usando uma palavra-chave. Aquelas férias 353897 044-063.indd 48 28/05/13 12:39
  • 51. 49 «Aquela sexta-feira parecia não mais terminar.» 1 excitação «Uau! Uau!» 2 curiosidade «Como é que tu achas que é o mar?» 3 ansiedade «Já vejo o mar! (Gritou.)» 4 espanto «Aquela sexta-feira parecia A B 13 Já viveste alguma situação de grande ansiedade? Se sim, conta-a. 14 Escreve as palavras está, nós e é. Reescreve-as sem os acentos e lê-as em voz alta. Depois, inventa e escreve frases com essas palavras. 15 Escreve a mensagem de telemóvel que o Luís enviou aos pais no final deste primeiro dia na colónia de férias, usando o código próprio das SMS. Depois, aumenta a mensagem com nomes, adjetivos e verbos. 16 Faz um desenho que ilustre o teu texto. BLOCO 1 Viajar no meu mundo 12 Completa o quadro fazendo corresponder, com os números, as expressões da coluna A às emoções que os meninos sentiram, expressas na coluna B. 3 Unidade A obediência A obediência define-se como um comportamento em que uma pessoa ou animal aceita as ordens dadas por outra pessoa. 1. Conversa com os teus colegas para verificarem se este tema é adequado ao texto estudado. 2. Debate a necessidade de se ser obediente e quais as razões por que os pais nos merecem obediência. 3. Faz uma apresentação oral sobre este tema à tua turma. 353897 044-063.indd 49 28/05/13 12:39
  • 52. 50 Aquelas férias 1 Lê as frases e repara nas palavras que estão destacadas. A. A fruta está no canto do celeiro. B. O canto do pássaro é lindo. C. Passámos bons momentos no banco daquele jardim. D. Os nossos pais foram ao banco. E. O rio seca no verão. F. Eu rio quando estou contente. 1.1 Completa as frases com as palavras e expressões da caixa abaixo. a) Em A, a palavra canto significa . b) Em B, a palavra canto significa . c) Em C, a palavra banco significa . d) Em D, a palavra banco significa . e) Em E, a palavra rio significa . f) Em F, a palavra rio significa . canção assento curso de água verbo rir local onde se movimenta dinheiro ponto onde duas paredes se juntam 2 Procura e circunda na sopa de letras o nome de cinco profissionais que zelam pela nossa segurança e pela do Planeta. Escreve os nomes que descobriste. G U A R D A - F L O R E S T A L B K L P Q N Ç J S D M A L G P E B O M B E I R O C O G U A R D A - C O S T A S N R F V L V R U Y S Z G H P S W T U Q N J N L O Í S K A V N Z J O S G I Z U D J R M D E C S S E B A B H H D I S O F U S G V E U I N A D A D O R - S A L V A D O R V G P A Aprende! Palavras homónimas são palavras que se escrevem e pronunciam de forma semelhante mas que têm significados diferentes. TRABALHAMOS O VOCABULÁRIO 353897 044-063.indd 50 28/05/13 12:39
  • 53. 51 Aprende! A terceira pessoa do plural no tempo Futuro termina sempre em -ão. APRENDE E APLICA Os plurais regulares 1 Escreve, no plural, as seguintes palavras: 2.1 Completa a frase seguinte. As palavras terminadas em al, ol e ul formam o plural mudando o l em ; as palavras terminadas em el formam o plural em ; as terminadas em il formam o plural em ou . 3 Escreve no plural a frase: «A menina fará um bolo delicioso.» pensa em palavras da mesma família ou recorre ao dicionário. BLOCO 1 Viajar no meu mundo RECORDA E APLICA s ou z 1 Lê em voz alta as palavras abaixo e copia-as. 1.1 Como reparaste, em todas estas palavras há o som z. Faz duas listas com estas palavras. Uma em que o som z se escreva com z e outra em que se escreva com s. 1.2 Observa bem ambas as listas. Completa a frase: «O s entre tem sempre o som .» 2 Completa as palavras com s ou com z. de erto rapa iada preci ar a ulado pi adela di ias ansiosos rapazes dizer azul dizia pisaram 3 Unidade capitão irmão pão melão pião mão amável papel fóssil anzol azul peitoril 1.1 Completa a frase: Os nomes terminados em -ão formam o plural em: , e . 2 Escreve no plural as seguintes palavras: TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA 353897 044-063.indd 51 28/05/13 12:39
  • 54. Situações que lhe provoquem medo. Situações que não lhe provoquem medo. 52 COMO FAZER 1 Escreve uma peça de teatro com o título Uma aventura de arrepiar! Mas, antes de iniciares o teu texto, tens de pensar nele e planificá-lo. Para isso, segue as orientações das alíneas a), b) e c) e planifica o texto no teu caderno. a) Cria a personagem principal da peça. Aquelas férias nome idade sexo b) Copia e preenche os esquemas com situações que possam provocar medo à personagem e com situações que não lhe provoquem medo. c) Imagina o espaço e o tempo em que se desenvolverá a aventura e descreve-os. Ainda te lembras? Uma peça de teatro é uma história constituída pelas seguintes partes: introdução, desenvolvimento e conclusão e é destinada a ser representada. TRABALHAMOS A ESCRITA Uma peça de teatro 353897 044-063.indd 52 28/05/13 12:39
  • 55. 53 3 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo Introdução: Apresentação das personagens, do espaço e do tempo em que decorre a ação da aventura. Desenvolvimento: O desenrolar da ação da aventura. Conclusão: O final da aventura e possível opinião do autor. 2 Agora, podes escrever a tua peça de teatro. 3 Faz uma ilustração, no computador, para valorizares o teu trabalho. Depois, imprime o texto e a ilustração e monta um cartaz. Expõe-no. AGORA FAZ... 1 Antes de começares a escrever a tua peça no caderno, preenche o quadro seguindo as orientações de planificação. Título: 353897 044-063.indd 53 28/05/13 12:39
  • 56. 54 Aquelas férias APRENDE Os nomes Os nomes pertencem a uma classe aberta de palavras e permitem variação em género, em número, e, em alguns casos, em grau aumentativo ou diminutivo. Exemplos: Variação em género: menino/menina. Variação em número: menino/meninos. Variação em grau aumentativo: cão/canzarrão. Variação em grau diminutivo: cão/cãozinho. APRENDE Os nomes próprios «Os nomes próprios são palavras que designam pessoas, lugares e objetos únicos e determinados.» GRAÇA TRINDADE E MADALENA RELVÃO, Nova Gramática de Português, 3.º e 4.º anos, Santillana-Constância Exemplos: • A Rita é bonita. Rita é um nome próprio porque é o nome de uma pessoa. • Portugal é o nosso país. Portugal é um nome próprio porque é o nome de um país. APLICA 1 Circunda, no texto das páginas 46 e 47, os nomes próprios que encontrares. 2 Preenche o quadro com a formação de femininos de nomes terminados em -ão. O que podes concluir? Atenção Os nomes próprios começam sempre com letra maiúscula. «Os nomes (ou substantivos) são palavras que designam, normalmente, objetos, ideias ou entidades. Existem nomes próprios e nomes comuns.» GRAÇA TRINDADE E MADALENA RELVÃO, Nova Gramática de Português, 3.º e 4.º anos, Santillana-Constância ? TRABALHAMOS A GRAMÁTICA Masculino Feminino Masculino Feminino alemão anão comilão sabichão leão hortelão sultão João 353897 044-063.indd 54 28/05/13 12:39
  • 57. 55 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 3 Unidade APRENDE Os nomes comuns Os nomes comuns são palavras que referem objetos, seres e características de uma forma geral. Exemplo: «Eu tenho um gato.» Nesta frase, gato é um nome comum porque se refere a todos os gatos e não apenas a um em particular. Alguns nomes comuns designam conjuntos de elementos do mesmo tipo. São os nomes comuns coletivos. Exemplos: • Manada — designa um conjunto de vacas. • Rebanho — designa um conjunto de ovelhas. • Cardume — designa um conjunto de peixes. As palavras manada, rebanho e cardume são nomes comuns coletivos. APLICA 1 Descobre e circunda os nomes da lista na sopa de letras, escreve-os e classifica-os como nomes próprios ou como nomes comuns/comuns coletivos. M A T I L D E F M A R K R Q E W M F J Y E O P Ç L O T A P R A I A C T D B D C U P I O L R S C I P O M H R Z A R V N B M A N L V A M C B A S N C K G U A V O A A L P K I T P O W G J Y W J O A N A Q S R T B C A E F K Z L I U E N X A M E Nomes Classificação 1. Mar 2. Rocha 3. Matilde 4. Praia 5. Turma 6. Bola 7. Tiago 8. Rapaz 9. Joana 10. Enxame 353897 044-063.indd 55 28/05/13 12:39
  • 58. 56 Os números do menino mau ANTES DE LER 1 Que tipo de texto observas nesta página? 2 Como estão agrupados os versos? 3 Quantas quadras tem o poema? O texto poético Tenho uma pombinha e você tem duas. Não coma, menino, mais batatas cruas. Tenho uma pombinha e você tem três. Não salte os degraus todos duma vez. Tenho uma pombinha e você tem quatro. Não vista o meu fato para fazer teatro. Tenho uma pombinha e você tem cinco. Com meninos maus não pense que eu brinco. Tenho uma pombinha e você tem seis. Não queime o dinheiro com os outros papéis. Tenho uma pombinha e você tem sete. Não esconda as bonecas dentro da retrete. Tenho uma pombinha e você tem oito. Não ponha pimenta cá no meu biscoito. Tenho uma pombinha e você tem nove. Não me regue a sala a fingir que chove. Tenho uma pombinha e você tem dez. Não se abre a porta dando pontapés. Luísa Ducla Soares, A gata Tareca e outros poemas levados da breca, Teorema 56 Ainda te lembras? Um verso é cada uma das linhas de um poema. Uma quadra é um conjunto de quatro versos, num poema. 353897 044-063.indd 56 28/05/13 12:39
  • 59. EXPLORAMOS O POEMA 57 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 1 Escreve os números de dois a dez e as rimas que lhes correspondem no poema. Exemplo: duas — cruas. 2 O menino fazia muitos disparates. Estabelece as relações de acordo com o texto, como no exemplo. 3 A última palavra da quarta quadra pode ter dois significados. Explica quais são e escreve duas frases em que essa palavra surja com cada um dos seus significados. 4 Sublinha, no poema, a tua quadra preferida do poema. Aprende-a de cor. 5 Formula duas questões sobre o poema e coloca-as aos teus colegas. 6 Faz a ficha bibliográfica do poema. 6.1 Requisita o livro na biblioteca da tua escola e escreve o título de outros poemas que estejam no livro de onde foi retirado este poema. 7 Dá outro título ao poema e explica a tua escolha. 8 Continua o poema mantendo o mesmo esquema, como no exemplo abaixo. Tenho uma pombinha e tu tens onze. Não partas o prato porque é de bronze. … 3 Unidade Aprende! Uma ficha bibliográfica contém um conjunto de informações sobre um livro: autor; título; ano de publicação; editora; sinopse; … … esconde as bonecas … … põe a pimenta … … abre a porta … … veste o fato … … come … … batatas cruas. … dentro da retrete. … para fazer teatro. … dando pontapés. … nos biscoitos. O menino… 353897 044-063.indd 57 28/05/13 12:39
  • 60. 58 A lenda dos hamsters […] Leon e o seu amigo Harry cresceram juntos. Tudo o mais se passou de maneira diferente. Leon cresceu naquilo que parecia ser um paraíso. A sua alimentação regular incluía bastantes gorduras, de tal modo que se assemelhava à dieta de muitas pessoas que comem muitas batatas fritas, frango frito e outros fritos. Comia todas as «guloseimas» que lhe apetecia — leite e água açucarados, cachorros quentes, bolinhos, chocolate e batatas fritas. Além disso, o Leon também nunca fazia exercício. Passava todo o tempo na gaiola à espera que lhe oferecessem alguma guloseima. Resultado? Leon era um hamster gordo. O seu velho amigo Harry era diferente. Só engolia comida nutritiva1 com poucas gorduras. Além disso, apenas bebia água e o seu passatempo preferido era correr na roda da gaiola. Era um hamster sempre em forma. […] Do mesmo modo, certas dietas são perigosas para as pessoas. Comer demasiadas gorduras e alimentos pouco nutritivos pode causar sérios problemas de saúde, incluindo doenças de coração. Tal como os hamsters, também tu precisas de uma dieta alimentar equilibrada. […] Aquilo que o corpo realmente precisa […] é de uma combinação dos quatro grupos de alimentos: laticínios2 , frutos e vegetais, cereais e carne, para crescer forte e saudável. O exercício físico ajuda-te nesta tarefa, tal como no caso do hamster Harry. Centro de Ciência de Ontário, A magia dos alimentos, Gradiva Júnior (adaptado e com supressões) ANTES DE LER 1 Observa a imagem. Que diferenças encontras entre os dois animais da imagem? A que se deverão essas diferenças? O texto narrativo muitas pessoas que comem muitas batatas fritas, frango Vocabulário Lê as palavras do texto destacadas a azul e identifica o seu significado com «1» ou «2»: Que alimenta. Derivados do leite. 353897 044-063.indd 58 28/05/13 12:39
  • 61. 59 3 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo Ainda te lembras? Um slogan é uma mensagem curta muito usada em publicidade, que pretende ter impacto (chamar a atenção). TRABALHAMOS A LEITURA 1 Preenche o quadro abaixo, de acordo com o texto. Alimentação do hamster Leon: Aspetos positivos: Aspetos negativos: Consequências: Conselhos importantes: frango frito frango grelhado chocolates cachorros quentes batatas fritas saladas sopa bolos 2 Quais são as diferenças entre a alimentação do Leon e do seu amigo Harry? 3 Liga cada alimento à respetiva personagem. 4 Refere duas razões que justifiquem a boa forma física do hamster Harry. 5 E tu, o que fazes para seres uma criança «em forma» e para protegeres a tua saúde? 6 Se fosses amigo do Leon, que conselho lhe darias? Planifica e escreve uma carta onde lhe expliques que tipo de alimentação e de vida saudável deve seguir. Não te esqueças de colocar a data e o local de onde escreves, de identificar a pessoa a quem escreves, de explicar claramente a razão por que escreves a carta e de te despedires educadamente. 7 Cria um slogan de sensibilização para uma alimentação saudável. A B 353897 044-063.indd 59 28/05/13 12:39
  • 62. 60 TRABALHAMOS A GRAMÁTICA A lenda dos hamsters APRENDE Os registos de língua: formal e informal «Quando falamos ou escrevemos a alguém, não o podemos fazer sempre da mesma maneira. Consoante as situações de comunicação, temos de usar registos de língua diferentes […].» Graça Trindade e Madalena Relvão, Nova Gramática de Português, 3.º e 4.º anos, Santillana-Constância Como falamos de forma educada com pessoas diferentes? Observa as frases e exemplos de pessoas a quem as poderias dizer. Registo formal Usamos formas como, por exemplo, «quer», «tem» ou «vai» quando nos dirigimos oralmente ou por escrito a pessoas mais velhas que não conhecemos ou que conhecemos mal. Registo informal Usamos formas como, por exemplo, «queres», «tens» ou «vais» quando nos dirigimos verbalmente ou por escrito a pessoas com idades próximas das nossas ou a pessoas que conhecemos bem. Conclusão Registo formal ∫ O(a) senhor(a) deseja um bolo? Registo informal ∫ Queres um bolo? médico mãe de um amigo da escola professor amigo da escola irmão pai Lembra-te: Quando precisares de pedir algo, deves fazê-lo gentilmente. Deves usar a expressão «por favor». Não deves usar a forma «tu» com as pessoas mais velhas que não são da tua família ou tuas amigas. 353897 044-063.indd 60 28/05/13 12:39
  • 63. 3 Unidade 61 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 2 Supõe que perguntas as horas a um adulto que não conheces bem. Assinala com uma cruz (X) a(s) forma(s) mais adequada(s) de o fazeres. A. Que horas são? B. Tu sabes que horas são? C. O senhor pode dizer-me que horas são, por favor? D. Diz-me lá aí as horas, ó! E. Pode dizer-me as horas, por favor? 3 Reescreve os pedidos abaixo imaginando que os vais fazer a pessoas mais velhas. a) Dá-me essa bola. b) Fecha já essa janela. c) Dá-me o livro. d) Afinal, podemos ir ver o filme? 4 Escreve um pedido para cada uma das situações. a) Pedir um copo de água à mãe de um colega. b) Convidar um amigo para um jogo. c) Convidar um familiar distante para a tua festa de aniversário. d) Pedir ao teu pai que te leia uma história. e) Encomendar os livros escolares na livraria. Pessoa mais velha Amigo a) «Estás bom?» b) «Viu o meu pai?» c) «Sabes do meu livro?» d) «Pode dizer-me o seu apelido, por favor?» e) «Tens primos?» APLICA 1 Liga as frases à pessoa adequada. 353897 044-063.indd 61 28/05/13 12:39
  • 64. 62 ANTES DE LER 1 Observa a imagem. Já alguma vez viste um cartaz como este? Onde? Sabes o que é? Explica. Sabes para que serve? Explica. O texto publicitário O que vais ler O texto publicitário é uma mensagem, de uma empresa ou instituição anunciante, que tem como objetivo convencer o leitor a concordar com a ideia que se pretende transmitir. Para isso, a publicidade utiliza dois elementos fundamentais: a imagem — deve ter um forte impacto visual; o texto — deve ter frases curtas e uma linguagem capaz de convencer. Aceitamos roupas, móveis, brinquedos e outros objetos. Renda-se a esta causa. Doe. 1 Observa o cartaz abaixo. 353897 044-063.indd 62 28/05/13 12:39
  • 65. 63 Produto/ideia a publicitar: Anunciante: Destinatário: Texto principal: Descrição da imagem: Um slogan é uma frase curta e que pretende ter um forte impacto em quem a lê, muito usada em publicidade. 3 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo 1 Lê este cartaz e observa a imagem e o texto que compõem a mensagem publicitária. 1.1 A quem se dirigirá esta publicidade? 1.2 Qual será a mensagem que pretende transmitir? 1.3 O que será que esta publicidade espera que o leitor faça? 1.4 Que tipo de instituição terá realizado esta publicidade? 1.5 O que significará a bandeira branca? 1.6 Descreve, pormenorizadamente, a imagem do cartaz. 2 O texto principal do cartaz é constituído por duas frases. Sublinha-as e circunda os verbos. 2.1 Qual desses verbos está diretamente relacionado com a mensagem do cartaz? 3 Imagina um produto ou uma ideia que queiras publicitar e completa o quadro abaixo. 4 Inventa um slogan para a tua campanha publicitária. 5 Com a ajuda do teu professor e com os teus colegas, juntem os trabalhos de todos e organizem uma exposição na escola. TRABALHAMOS A LEITURA 353897 044-063.indd 63 28/05/13 12:39
  • 66. 4 Unidade 64 Com os outros 353897 064-083.indd 64 28/05/13 12:40
  • 67. BLOCO 1 Viajar no meu mundo 65 OBSERVAMOS, INTERPRETAMOS E CONVERSAMOS 1 Observa a imagem e diz em que tipo de casa estarão os meninos. Por que razão aí se encontrarão? 2 O que observaste que te ajudou a chegar a essas conclusões? 3 Gostavas de estar ali? Porquê? 4 Qual será a função dos adultos neste espaço? 5 O que acrescentarias a este espaço? Justifica as tuas escolhas. 6 Imagina que vais visitar estes meninos. a) O que lhes levarias? b) Que livro lhes oferecerias? c) Que jogo ou brincadeira farias com eles? d) Justifica as tuas escolhas à turma. 7 Fecha o livro e descreve aos colegas um objeto da imagem para eles adivinharem qual é. 353897 064-083.indd 65 28/05/13 12:40
  • 68. 66 A festa Passaram muitos dias, passaram muitas semanas até que chegou o Natal. E no dia de Natal Joana pôs o seu vestido de veludo azul, os seus sapatos de verniz preto e muito bem penteada às sete e meia saiu do quarto e desceu a escada. Quando chegou ao andar de baixo ouviu vozes na sala grande; eram as pessoas crescidas que estavam lá dentro a falar baixinho. Mas Joana sabia que tinham fechado a porta para ela não entrar. Por isso foi à casa de jantar ver se já lá estavam os copos. Os copos passavam a sua vida fechados dentro de um grande armário de madeira escura que estava no meio do corredor. Esse armário tinha duas portas que nunca se abriam completamente e uma grande chave. Lá dentro havia sombras e brilhos. Era como o interior de uma taverna cheia de maravilhas e segredos. Estavam lá fechadas muitas coisas, coisas que não eram precisas para a vida de todos os dias, coisas brilhantes e um pouco encantadas: loiças, frascos, cristais e pássaros de vidro. Até havia um prato com três maçãs de cera e uma menina de prata que era uma campainha. E também um grande ovo de Páscoa feito de loiça encarnada com flores doiradas. ANTES DE LER 1 Observa atentamente a imagem. Qual será o mês e o dia em que se comemora a festa representada? Por que razão o Natal é uma festa? O Natal será uma festa celebrada em todo o Mundo? Porquê? Pede aos colegas que são de outro país para contarem como comemoram o Natal na sua terra. O texto narrativo Vocabulário Escreve, no caderno, as palavras do texto cujo significado não conheces e depois procura-o no dicionário. 66 353897 064-083.indd 66 28/05/13 12:40
  • 69. Joana nunca tinha visto bem até ao fundo do armário. Não tinha licença de o abrir. Só conseguia que a criada às vezes a deixasse espreitar entre as duas portas. Nos dias de festa, do fundo das sombras do interior do armário saíam os copos. Saíam claros, transparentes e brilhantes, tilintando no tabuleiro. E para Joana aquele barulho de cristal a tilintar era a música das festas. Joana deu uma volta à roda da mesa. Os copos já lá estavam, tão frios e luminosos que mais pareciam vindos do interior de uma fonte de montanha do que do fundo de um armário. As velas estavam acesas e a sua luz atravessava o cristal. Em cima da mesa havia coisas maravilhosas e extraordinárias: bolas de vidro, pinhas douradas e aquela planta que tem folhas com picos e bolas encarnadas. Era uma festa. Era o Natal. Sophia de Mello Breyner Andresen A noite de Natal, Editora Figueirinha (adaptado) 4 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo 67 67 353897 064-083.indd 67 28/05/13 12:40
  • 70. 68 Ainda te lembras? As onomatopeias são expressões que procuram reproduzir sons. Trabalhamos a leitura 1 Por que razão se pode afirmar que o Natal demorou a chegar? 2 Ordena as frases de 1 a 6, de acordo com o texto. A. Os adultos encontravam-se na sala grande. B. Era dia de Natal. C. A mesa estava posta com coisas maravilhosas e extraordinárias. D. Joana vestiu-se muito bem para este dia. E. Mas ela não tinha autorização para mexer no armário. F. A menina foi à sala de jantar procurar os copos. 3 Formula a pergunta certa para a seguinte resposta: P.: R.: Os copos só de lá saíam em dias de festa. 4 Assinala, com uma cruz (X), a opção correta. «Os copos eram de… A. … loiça.»    B. … vidro.»    C. … cristal.» 4.1 Sublinha uma frase do texto que justifique a tua opção. 5 Qual é a onomatopeia que reproduz o tilintar dos copos? 6 Parece-te que a Joana se vestiu de um modo especial para celebrar o Natal? Explica como chegaste a essa conclusão. 7 Como encontrou a Joana a sala grande quando desceu as escadas? 8 O que fariam as pessoas fechadas na sala e a falar baixinho? 9 Descreve, por palavras tuas, a sala de jantar, contando de forma pormenorizada como era, o que tinha, … 10 Lê as frases e corrige as que não estiverem de acordo com o texto. a) «Joana conhecia bem aquele armário.» b) «Aquele armário de madeira estava no corredor.» c) «Era lá que se ia buscar a loiça para os jantares do dia a dia.» A festa 353897 064-083.indd 68 22/05/14 16:01
  • 71. 69 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 11 Com que compara a autora do texto o fundo do armário? 11.1 Sublinha uma expressão do texto que justifique a tua resposta. 12 Liga as frases de acordo com o texto. 4 Unidade … sapatos de verniz preto e vestido de veludo azul. … uma luz intensa. … sombras e brilhos. … feito de loiça encarnada com flores doiradas. a) No armário havia… b) A menina tinha… c) O ovo de Páscoa era… d) As velas tinham… 13 Indica o tema e o subtema do texto. 14 Relê a última frase do texto substituindo o ponto final por um ponto de exclamação. De que forma mudou o sentido da frase? 15 Requisita na biblioteca o livro A noite de Natal, de Sophia de Mello Breyner Andresen, e lê-o. 16 Investiga em livros e na Internet ou fala com os teus colegas sobre as tradições de Natal ou outras festas religiosas noutros países e escreve um texto sobre esse tema. A solidariedade social A solidariedade é o sentimento que leva as pessoas a auxiliarem-se mutuamente. 1. Com a ajuda do teu professor, prepara e faz uma entrevista ao presidente da Junta de Freguesia ou ao padre da tua paróquia, para fazeres um levantamento do número de famílias com necessidades. 2. Com a ajuda do teu professor e dos encarregados de educação, organiza na tua escola uma recolha de alimentos para distribuir por algumas das famílias identificadas na entrevista. V a m o s investigar 353897 064-083.indd 69 28/05/13 12:40
  • 72. 70 A festa 1 Procura, no dicionário, e escreve o significado das palavras seguintes. 1.1 Preenche o quadro associando cada palavra (nome) acima à intensidade do som que produz. Observa os exemplos. 1.2 Escreve uma frase para cada um dos conjuntos de palavras que escolheste no quadro acima. Exemplo: «O desabamento daquela encosta provocou um grande estrondo.» 2 Sublinha, no texto, as frases que fazem referência aos sons, como, por exemplo: «[…] Aquele barulho de cristal a tilintar […].» Alto (nível de intensidade) Alto ou baixo (nível de intensidade) Baixo (nível de intensidade) Estrondo (nome) Desabamento (nome) Murmúrio (nome) Riacho (nome) Som ruído estoiro avalanche zoada miado sussurro tilintar trovão burburinho zumbido TRABALHAMOS O VOCABULÁRIO 353897 064-083.indd 70 28/05/13 12:40
  • 73. 4 Unidade 71 BLOCO 1 Viajar no meu mundo RECORDA A família de palavras «Uma família de palavras é um conjunto de palavras constituído por uma palavra simples e por outras que se formam a partir dela.» GRAÇA TRINDADE E MADALENA RELVÃO, Nova Gramática de Português, 3.º e 4.º anos, Santillana-Constância Exemplos: mar, maré, marítimo, marinheiro, marina são palavras da mesma família. APLICA 1 Forma a família das seguintes palavras: pinha; porta; festa. 2 Escolhe, do texto da página 66, duas palavras e forma a sua família de palavras e o seu campo lexical. RECORDA O campo lexical Um campo lexical é um conjunto de palavras associadas a um determinado domínio; por exemplo: as palavras jogador, árbitro, bola, baliza, equipa e estádio fazem parte do campo lexical de futebol. TRABALHAMOS A GRAMÁTICA 353897 064-083.indd 71 28/05/13 12:40
  • 74. TRABALHAMOS A GRAMÁTICA APRENDE As sílabas e a divisão silábica APRENDE A sílaba tónica e a sílaba átona A sílaba tónica é aquela que se pronuncia com mais intensidade. As sílabas átonas são as restantes sílabas da palavra. As palavras também podem ser classificadas quanto à posição da sílaba tónica: agudas — a sílaba tónica é a última sílaba da palavra. graves — a sílaba tónica é a penúltima sílaba da palavra. esdrúxulas — a sílaba tónica é a antepenúltima sílaba da palavra. As palavras com mais de quatro sílabas também são polissílabos. 72 A festa APLICA 1 Separa as sílabas das palavras, escreve o número de sílabas de cada uma e classifica-as quanto ao número de sílabas. maré árvore automóvel Sol avó maracujá 1.1 Com as sílabas, forma novas palavras: dois monossílabos, dois dissílabos e dois polissílabos. 2 Classifica as palavras abaixo quanto ao número de sílabas e quanto à sílaba tónica. Ainda te lembras? As palavras são constituídas por sílabas — partes da palavra que se dizem de uma só vez. amendoeira Joana Tiago Zé Pedro Palavra Número de sílabas Classificação pai 1 — pai monossílabo mesa 2 — me.sa dissílabo janela 3 — ja.ne.la trissílabo bicicleta 4 — bi.ci.cle.ta polissílabo 353897 064-083.indd 72 28/05/13 12:40
  • 75. armário pinhas desceu passaram pessoas cheia espreitar correria 2 Completa as palavras com r ou com l. b uxa quad o g uta b inco g obo c eme f ito p ato 3 Separa as sílabas das palavras abaixo para fazer a translineação (partição de uma palavra quando esta não cabe numa linha e é necessário passar uma parte para a linha seguinte), respeitando as regras da etiqueta «Aprende!». bre ou ber ve ço ca co fre ou fer ver te co so pra ou par to to lim com cro ou cor mo po lu te tro ou tor va na to nco gra ou gar xa ça lu ma 4 Unidade 73 BLOCO 1 Viajar no meu mundo Aprende! Os grupos de consoantes iguais (rr, ss) não se podem separar, excepto quando fazemos a sua translineação. Os grupos de consoantes: nh, lh, ch e pr, pl, cl, cr, … não se podem separar. As vogais dos ditongos não se podem separar. RECORDA E APLICA br, cr, dr, … ber, cer, der, … bl, cl, dl, … a translineação 1 Completa as palavras de acordo com as instruções. TRABALHAMOS A ORTOGRAFIA 353897 064-083.indd 73 28/05/13 12:40
  • 76. 74 Como estava o céu? Como é o jardim? O que se pode lá encontrar? E as árvores? Quais eram e como se apresentavam? O que havia de diferente naquela noite? A noite de Natal Então Joana foi ao jardim. Porque ela sabia que nas noites de Natal as estrelas são diferentes. […] Estava muito frio, mas o próprio frio brilhava. As folhas das tílias, das bétulas e das cerejeiras tinham caído. Os ramos nus desenhavam-se no ar como rendas pretas. Só o cedro tinha os seus ramos cobertos. E muito alto, por cima das árvores, era a escuridão enorme e redonda do céu. E nessa escuridão as estrelas cintilavam, mais claras do que tudo. Cá em baixo era uma festa e por isso havia muitas coisas brilhantes: velas acesas, bolas de vidro, copos de cristal. Mas no céu havia uma festa maior, com milhões e milhões de estrelas. Sophia de Mello Breyner Andresen, A noite de Natal, Editora Figueirinha (texto com supressão) COMO FAZER 1 Lê o texto, que faz uma descrição de uma noite de Natal. de uma noite de Natal. Aprende! Descrever é relatar, pormenorizadamente, como são as coisas, os lugares ou as pessoas. 2 Para fazer uma boa descrição, deves ser capaz de responder a perguntas como as que estão no quadro. Preenche-o de acordo com o texto acima. A festa TRABALHAMOS A ESCRITA Texto descritivo 353897 064-083.indd 74 28/05/13 12:40
  • 77. 75 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 4 Unidade AGORA FAZ... 1 Observa, com atenção, as seguintes imagens. 1.1 Escolhe uma das imagens e descreve-a oralmente sem a revelares. 1.2 Escreve um texto com a tua descrição. Esta deverá responder a perguntas sobre a imagem semelhantes às que se apresentam no quadro da página anterior. Lê o texto aos teus colegas, para que adivinhem qual é a imagem que descreveste. 2 Repete o exercício, mas agora descreve um lugar conhecido da escola. 3 Debate com os teus colegas quais foram as descrições mais completas e porquê. 353897 064-083.indd 75 28/05/13 12:40
  • 78. 76 ANTES DE LER O texto poético A estrelinha curiosa Desceu do céu uma estrela, pairou sobre o meu telhado, entrou pela chaminé e foi cair ao pé do presépio já armado. Assustou-se São José, sobressaltou-se Maria, que tapou com uma fralda o berço do pequenino não fosse uma luz tão forte acordar o Deus Menino. Foi então que São José, num gesto bem natural, sacudiu a estrelinha, que ficou presa nos ramos da árvore de Natal. E ali ficou sossegada sobre o pinheiro, a brilhar. Distraída e encantada, nem viu o tempo passar. Mas o relógio da sala, no seu forte badalar, despertou a estrelinha. — Ah! Já estou atrasada! Minha mãe vai-me ralhar. E um pouco contrariada, foi para o céu, descansar. Vocabulário Sublinha as palavras do poema cujo significado não conheces e depois procura-o num dicionário. 1 Lê o título do poema. A estrela deste poema é curiosa. Que outras qualidades poderá ter uma estrela? V a m o s l e r e recitar Maria Carolina Pereira Rosa, Senhor Reizinho, Edições Nova Gaia 353897 064-083.indd 76 28/05/13 12:41
  • 79. EXPLORAMOS O POEMA 77 BLOCO 1 Viajar no meu mundo 1 Responde às perguntas com informações retiradas do poema. 2 O que provocou sobressalto e causou um susto a José e a Maria? 3 Por que razão a luz da estrela poderia acordar o Menino? 4 O que achas da atitude de São José ao sacudir a estrela? 4.1 Qual era a prioridade para São José? 5 Parece-te que a estrela se aborreceu por ter ficado presa nos ramos da árvore de Natal? Porquê? 6 Estás de acordo com a afirmação abaixo? Justifica a tua resposta. «A estrelinha gostaria de ter ficado mais tempo naquele presépio.» 7 Assinala, com uma cruz (X), as afirmações verdadeiras e as falsas. Corrige as afirmações falsas com versos do poema. 4 Unidade V F Maria sobressaltou-se com a chegada da estrela. A estrela acordou o Deus Menino. São José libertou a estrela da árvore de Natal. A estrela era muito atenta e sossegada. O relógio alertou a estrela para voltar para o céu. 8 Qual será a maior curiosidade da estrela do poema? 9 Num texto curto, refere o essencial do poema. Como era? De onde veio? Quem a despertou? Por onde entrou em casa? Para onde partiu? Onde parou? A estrela ∫ ∫ ∫ ∫ ∫ ∫ 353897 064-083.indd 77 28/05/13 12:41
  • 80. 78 Esta palavra presépio Presépio é uma palavra de origem hebraica e significa manjedoura de animais ou o próprio estábulo onde os animais estão. Parece que o mais antigo presépio que se conhece data do ano 380 e foi descoberto nas Catacumbas de São Sebastião, em Roma. Aparece o Menino Jesus deitado numa espécie de mesa, estando o burrinho e a vaquinha do estábulo junto dele. Mas foi precisamente no dia 24 de dezembro de 1229 que, pela primeira vez, também em Itália, na aldeia de Greccio, São Francisco de Assis se lembrou de dizer a Missa num ambiente muito especial! Mandou colocar um altar em cima de uma manjedoura cheia de feno verdadeiro, e de cada lado deste altar mandou que ficassem um burrinho e uma vaquinha também verdadeiros. Depois começou a dizer a Missa. Ao chegar ao momento da Consagração, todos viram que de repente apareceu uma criança a dormir sobre a manjedoura que estava por baixo do altar. S. Francisco de Assis então aproximou-se e acordou o Menino, que era Jesus… A partir desta altura, muitos artistas, populares ou não, têm esculpido, cada qual à sua maneira, o mesmo Presépio! Maria Alberta Menéres, O livro do Natal, Edições Asa (adaptado) ANTES DE LER 1 Lê o título do texto. Qual achas que é o significado da palavra presépio? Que outras palavras associas a esta? Como e onde terá aparecido o primeiro presépio? 2 Observa a imagem. Que figuras do presépio faltam nesta imagem? O texto informativo Vocabulário Procura, no dicionário, o significado das palavras do texto que estão destacadas a azul. O que vais ler O texto informativo tem por finalidade a transmissão clara e objetiva de informações sobre acontecimentos reais. 353897 064-083.indd 78 28/05/13 12:41
  • 81. 79 4 Unidade BLOCO 1 Viajar no meu mundo TRABALHAMOS A LEITURA 1 Qual é a origem da palavra presépio? 2 Procura, no dicionário, o significado da palavra presépio. Compara o que encontraste com a definição do texto e regista as diferenças, se as houver. 3 Segundo a definição de «presépio» no texto, achas que podemos chamar presépio ao que montamos nas nossas casas? Porquê? 4 Formula a pergunta certa para a resposta seguinte: P.: R.: O presépio mais antigo que se conhece foi descoberto em Roma. 5 Como era o presépio no ano de 380? Descreve-o por palavras tuas. 6 E como era no ano de 1229? Quais são as diferenças relativamente ao do ano de 380? 7 O que faltava nos dois presépios? 8 Desenha o presépio de São Francisco de Assis. 9 Indica a data da primeira Missa de Natal. Como estava decorada a igreja? 10 Qual é o nome do Menino que estava a dormir na manjedoura? 11 Que materiais conheces que podem ser utilizados na construção de peças de presépios? 12 Descreve um presépio que tenhas visto. 13 Imagina outro título para o texto. 14 Escreve um diálogo entre Maria e José enquanto guardavam o seu Menino. Não te esqueças dos sinais de pontuação próprios dos diálogos. 15 Escreve um texto informativo com 10 linhas sobre a festa de Natal na tua escola. Apresenta o tema, dá informações sobre os preparativos, os convidados, o lanche e todos os acontecimentos que achares importantes. 353897 064-083.indd 79 28/05/13 12:41
  • 82. 80 TRABALHAMOS A GRAMÁTICA Esta palavra presépio APRENDE Os sinónimos e os antónimos Sinónimos As palavras que podem ter o mesmo significado são sinónimas. Exemplos: Esta oferta/prenda é bonita. Que árvore de Natal linda/maravilhosa. Esta rabanada é deliciosa/apetitosa. O remédio/medicamento curou-me. A rena do Pai Natal é um bicho/animal. Antónimos As palavras que têm significados opostos são antónimas. Exemplos: Esta estrela de Natal é demasiado grande/pequena. A noite de Natal está muito quente/fria. A Joana quis abrir/fechar o presente. O Pai Natal é jovem/velho. Sabias que… Também existem dicionários de sinónimos e dicionários de antónimos? As palavras magro e gordo são antónimos. 353897 064-083.indd 80 28/05/13 12:41
  • 83. 4 Unidade 81 BLOCO 1 Viajar no meu mundo APLICA Sinónimos 1 Faz a ligação entre as palavras sinónimas. Completa. Os sinónimos são palavras com . Os antónimos são palavras com . Conclusão 4 Escolhe quatro antónimos, de entre os que escolheste, e escreve uma frase para cada um deles. repugante interiormente susto contentamento a) medo b) alegria c) dentro d) desagradável 2 Nas frases seguintes, de entre as palavras destacadas, sublinha a palavra que não pode ser sinónima das outras duas. a) Este jogo é violento/agressivo/prioritário, vamos escolher outro! b) A família saiu de carro/automóvel/bote, após o jantar. Antónimos 3 Escreve o antónimo das palavras abaixo. desagradável fraco corajoso ganhar alto alegre bom dar 353897 064-083.indd 81 28/05/13 12:41