O documento discute a representação do automóvel na literatura brasileira. Apesar de o carro ser onipresente na vida moderna, ele raramente é o tema principal em obras literárias. Crônicas e contos costumam abordar o automóvel, retratando como ele afeta a vida das pessoas. Um exemplo é uma crônica de 1954 que descreve uma mulher que troca de carro e de amantes com frequência, ilustrando como o automóvel está ligado ao amor e status na época.