Adaptações celulares do
crescimento de diferenciação.
Lesões celulares reversíveis
Monitoria de Patologia Humana
Vitória Ferreira
MECANISMO DA LESÃO CELULAR
● REDUÇÃO DE ATP
DEFEITO NA BOMBA DE SÓDIO E POTÁSSIO
ACÚMULO DE SÓDIO NO MEIO INTRACELULAR
(TUMEFAÇÃO CELULAR)
ACÚMULO DE CÁLCIO NO MEIO INTRACELULAR
FERMENTAÇÃO LÁTICA, ACIDIFICAÇÃO DO MEIO
INTRACELULAR
● DANOS NA MITOCÔNDRIA
FORMAÇÃO DE POROS E ACÚMULO DE RADICAIS
LIVRES
● DANOS NO DNA E NA MEMBRANA
Exemplo de
estimulo é a
Musculação
RESPOSTAS CELULARES
Célula Adaptada
Célula Normal
Estimulo não tão nocivo Reparo celular
Célula Lesionada
Estimulo Nocivo
Morte Celular
Exemplo de estimulo nocivo:
trauma, queimadura, cortes...
Incapacidade de adaptação
Crescimento X Diferenciação
Crescimento
Multiplicação Celular
Tipos de células
Lábeis: Capacidade de regeneração
Estáveis: Quando estimuladas entram em
proliferação rapidamente
Permanentes: Céls não realizam a mitose
Diferenciação
Especialização
morfológica e funcional
das células
Volume Celular
Hipertrofia e Hipotrofia
Diferenciação Celular
Metaplasia
Proliferação celular
Hiperplasia e Hipoplasia
Classificação das alterações
Estimulo Resposta
AUMENTO DE DEMANDA
HIPERTROFIA
HIPERPLASIA
FALTA DE NUTRIENTES ATROFIA
IRRITAÇÃO CRÔNICA METAPLASIA
Estimulo e Resposta
Graus de Lesões
Aspectos da Lesão Reversível é a
TUMEFAÇÃO CELULAR,
DEGENERAÇÃO GORDUROSA,
DEGENERAÇÃO HIALINA,
DEGENERAÇÃO GLICOGÊNICA E
DEGENERAÇÃO CÁLCICA
Quando a célula se torna incapaz de
recuperar-se depois de cessada a
agressão, caminhando para a morte
celular.
NECROSE E APOPTOSE
Reversível
Irreversível
A tumefação (degeneração
hidrópica ou vacuolar) é lesão
celular reversível, devido ao
acúmulo de água e eletrólitos
no citoplasma e nas organelas
celulares, por distúrbio
hidroeletrolítico, tornando-as
volumosas, tumefeitas.
Tumefação Celular Alteração morfológicas nas células
e nos tecidos lesados
Condição na qual ocorre
vacúolos lipídicos no
citoplasma. Como por exemplo a
esteatose hepática. O fígado é o
principal órgão envolvido no
metabolismos das gorduras, mas
a esteatose também pode
ocorrer no coração.
Degeneração Gordurosa Alteração morfológicas nas
células e nos tecidos lesados
Acúmulo de uma substâncias no
citoplasma, no caso da degeneração
hialina celular, onde acontece os
acúmulos de proteínas no meio
extracelular a alteração é chamada de
Amiloidose. Este tipo de degeneração
resulta da ação de substâncias irritantes
com intensidade moderada.
Degeneração Hialina Alteração morfológicas nas
células e nos tecidos lesados
Acúmulo anormal de glicogênio nas
células, decorrente de distúrbios
metabólicos. Nos hepatócitos, ocorre por
hiperglicemia, doença metabólica
induzida por fármacos (ex:
corticosteróides), deficiência enzimática
relacionada a doenças de
armazenamento de glicogênio ou por
tumores hepatocelulares.
Degeneração Glicogênica Alteração morfológicas nas
células e nos tecidos lesados
Não é uma degeneração verdadeira pois é um
evento pós-morte celular. Deposição de sais de
cálcio e outros sais minerais nas mitocôndrias
de células necróticas. A calcificação distrófica
mais localizada nos tecidos conjuntivos fibrosos
hialinizados em lenta e prolongada
degeneração, como na parede de vasos
esclerosados.
Degeneração Cálcica Alteração morfológicas nas
células e nos tecidos lesados
RESPOSTAS CELULARES AO
ESTRESSE E AGRESSÕES
TÓXICAS: LESÃO E MORTE
Monitoria de Patologia Humana
Vitória Ferreira
Necrose!
MORTE CELULAR
Quando as Células são lesionada,
elas morrem por mecanismo
diferentes, dependendo da natureza
e da gravidade do insulto.
Apoptose
O que causa a necrose
Causas de necrose = Agentes agressores, redução de energia por obstrução
vascular (isquemia e anóxia); inibição processos respiratórios;
produção de radicais livres; agentes químicos e toxinas e agressão direta a
membrana.
NECROSE
Agressões externas à célula (tóxicos,
isquemia, traumas) podem danificar as
mitocrôndias, Sem permeabilidade
mitocondrial na membrana externa, Esses
canais permitem a desaparecimento do
potencial protônico, de modo que a geração
de ATP mitocondrial falha e a célula morre.
NECROSE
• Desnaturação de proteínas intracelulares
e da digestão enzimáticas das células
lesadas.
• As células necróticas são incapazes de
manter a integridade da membrana, e
seus conteúdos sempre extravasam,
• Um processo que pode iniciar inflamação
do tecido circundante.
• Enzimas Lisossômicas (digerem as células
necrótica)
Mecanismo Necrose
Agente lesivos => Lesão reversível ou Morte celular
Não depende do agente agressor, mas da intensidade e duração da agressão
Se a morte celular ocorre em um organismo vivo e é seguida de autólise, o processo
recebe o nome de NECROSE.
Autólise: degradação da enzima por componentes da célula por enzimas da própria
célula, liberadas dos lisossomos pode ser no indivíduo vivo ou morto.
Apoptose: morte por processo no qual a célula sofre contração e condensação de suas
estruturas, fragmenta-se e são fagocitadas por células vizinhas ou por macrófagos, não
ocorrendo o processo de autólise.
Mecanismo Necrose
Agressão suficiente => interrupção das funções vitais como: interrupção da
produção de energia e sínteses celulares => lisossomos perdem a capacidade de
conter as hidrolases => altas concentrações de cálcio => início digestão celular
(Autólise).
Hidrolases= proteases, lipases, glicosidases, ribunucleases e desoxiribonucleases
Alterações morfológicas
Necrose
Eosinofilia aumentada: aumento do número de eosinófilos circulantes no sangue
Figuras de mielina: massas fosfilipidicas espiraladas (resultante da degeneração
da mielina)
Alterações nucleares: Caríolise, picnose e cariorrexe
Aumento de eosinofilia; retração, fragmentação e
dissolução nucleares; quebra da membrana
plasmática e das organelas; figuras de mielina
abundantes; perda e digestão enzimáticas dos
conteúdos celulares.
Alterações nucleares
Cariólise
núcleo vai se
fragmentando,
desaparecend
o
Picnose
núcleo retraí,
fica pequeno
Cariorrexe
Núcleo se
craquelando
Padrões de Necrose
tecidual
Em condições diferentes a necrose no tecido pode assumir padrões específicos:
COAGULATIVA= Arquitetura preservada, tecidos afetados possui consistência firme,
Isquemia por obstrução. Ex: infarto.
LIQUEFATIVA= Massa viscosa líquida, acúmulo de leucócitos mortos,aspecto
amarelo-cremoso. Ex: Pus
GRANGRENOSA= Necrose de coagulação, necrose liquefatica e envolve várias
camadas teciduais, causada por uma infecção bacteriana= Ex: gangrena úmida
CASEOSA= Encontrada em infecção tuberculosa, semelhante a queijo (caseoso), células
rompidas e fragmentadas com restos granulares. Ex: granuloma
GORDUROSA = Não possui padrão de necrose, áreas focais de destruição adiposa
devido liberação de lipases pancreáticas, ocorre em emergências abdominais. Ex:
pancreatite aguda.
FIBRINOIDE= Reações imunes que envolvem os vasos sanguíneos, anticorpos são
depositados na parede arterial. Ex: fibrinoide
Apoptose
Apoptose é uma forma de morte celular
programada, ou "suicídio celular". É
diferente de necrose, na qual as células
morrem por causa de uma lesão. A apoptose
é um processo ordenado, no qual o conteúdo
da célula é compactado em pequenos
pacotes de membrana para a "coleta de lixo"
pelas células do sistema imunológico.
Alterações morfológicas
Apoptose
• Atinge células individuais
• Diminuição celular
• Citoplasma mais denso
• Fragmentação nuclear ( cariorrexe)
• Corpos apoptonicos
• Sem inflamação
• Degeneração do núcleo
• Evaginação da membrana
Eventos
Fisiológico
• Regressão da mama e útero pós gestação
• Embriogênese (formação interdigitais)
• Senescência celular
• Eliminação celular em céls lábeis
Patólogico
• Doenças viróticas (hepatite)
• Tumores
• Lesão por estimulo novicos
Características Bioquímicas
Apoptose
• Degradação de Proteínas (caspases ativas clivam
proteínas vitais e ativam Dnases)
• Decomposição do DNA (ativação de
endonucleares)
• Reconhecimento Fagocitário
Mecanismo de Apoptose
Caspases (enzimas)
• Via extrínsecas
• Via Intrinsecas
Familia BCL-2
• Proteínas pró-apoptóticas,
antiapoptoticas e sensores
Vias de ativação
Intrisnecas
• Via mitocondrial
• Sensores BID E BAD
• Proteínas Antiapoptoticas BCL e BCL2
• Saída do Citocromo C
• Ligação da proteína APAF1
• Ativação caspases 9
• Ativação caspases 3
• Degeneração do núcleo
• Invaginação da membrana
• Corpos apoptóticos
• Estrutura se torna atraente aos fagócitos e são
fagocitadas
Extrínsecas
• Estimulo Nocivo
• Proteína FAS é externalizada
• Linfócito T reconhece o FAZ e se liga à ele
• Ativa FAAD
• Ativação caspases 8
• Ativação caspases 3
• Eventos apoptóticos
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LESÃO REVERSÍVEL E IRREVERSÍVEL PDF.pptx

  • 1.
    Adaptações celulares do crescimentode diferenciação. Lesões celulares reversíveis Monitoria de Patologia Humana Vitória Ferreira
  • 4.
    MECANISMO DA LESÃOCELULAR ● REDUÇÃO DE ATP DEFEITO NA BOMBA DE SÓDIO E POTÁSSIO ACÚMULO DE SÓDIO NO MEIO INTRACELULAR (TUMEFAÇÃO CELULAR) ACÚMULO DE CÁLCIO NO MEIO INTRACELULAR FERMENTAÇÃO LÁTICA, ACIDIFICAÇÃO DO MEIO INTRACELULAR ● DANOS NA MITOCÔNDRIA FORMAÇÃO DE POROS E ACÚMULO DE RADICAIS LIVRES ● DANOS NO DNA E NA MEMBRANA
  • 5.
    Exemplo de estimulo éa Musculação RESPOSTAS CELULARES Célula Adaptada Célula Normal Estimulo não tão nocivo Reparo celular Célula Lesionada Estimulo Nocivo Morte Celular Exemplo de estimulo nocivo: trauma, queimadura, cortes... Incapacidade de adaptação
  • 6.
    Crescimento X Diferenciação Crescimento MultiplicaçãoCelular Tipos de células Lábeis: Capacidade de regeneração Estáveis: Quando estimuladas entram em proliferação rapidamente Permanentes: Céls não realizam a mitose Diferenciação Especialização morfológica e funcional das células
  • 7.
    Volume Celular Hipertrofia eHipotrofia Diferenciação Celular Metaplasia Proliferação celular Hiperplasia e Hipoplasia Classificação das alterações
  • 8.
    Estimulo Resposta AUMENTO DEDEMANDA HIPERTROFIA HIPERPLASIA FALTA DE NUTRIENTES ATROFIA IRRITAÇÃO CRÔNICA METAPLASIA Estimulo e Resposta
  • 9.
    Graus de Lesões Aspectosda Lesão Reversível é a TUMEFAÇÃO CELULAR, DEGENERAÇÃO GORDUROSA, DEGENERAÇÃO HIALINA, DEGENERAÇÃO GLICOGÊNICA E DEGENERAÇÃO CÁLCICA Quando a célula se torna incapaz de recuperar-se depois de cessada a agressão, caminhando para a morte celular. NECROSE E APOPTOSE Reversível Irreversível
  • 10.
    A tumefação (degeneração hidrópicaou vacuolar) é lesão celular reversível, devido ao acúmulo de água e eletrólitos no citoplasma e nas organelas celulares, por distúrbio hidroeletrolítico, tornando-as volumosas, tumefeitas. Tumefação Celular Alteração morfológicas nas células e nos tecidos lesados
  • 11.
    Condição na qualocorre vacúolos lipídicos no citoplasma. Como por exemplo a esteatose hepática. O fígado é o principal órgão envolvido no metabolismos das gorduras, mas a esteatose também pode ocorrer no coração. Degeneração Gordurosa Alteração morfológicas nas células e nos tecidos lesados
  • 12.
    Acúmulo de umasubstâncias no citoplasma, no caso da degeneração hialina celular, onde acontece os acúmulos de proteínas no meio extracelular a alteração é chamada de Amiloidose. Este tipo de degeneração resulta da ação de substâncias irritantes com intensidade moderada. Degeneração Hialina Alteração morfológicas nas células e nos tecidos lesados
  • 13.
    Acúmulo anormal deglicogênio nas células, decorrente de distúrbios metabólicos. Nos hepatócitos, ocorre por hiperglicemia, doença metabólica induzida por fármacos (ex: corticosteróides), deficiência enzimática relacionada a doenças de armazenamento de glicogênio ou por tumores hepatocelulares. Degeneração Glicogênica Alteração morfológicas nas células e nos tecidos lesados
  • 14.
    Não é umadegeneração verdadeira pois é um evento pós-morte celular. Deposição de sais de cálcio e outros sais minerais nas mitocôndrias de células necróticas. A calcificação distrófica mais localizada nos tecidos conjuntivos fibrosos hialinizados em lenta e prolongada degeneração, como na parede de vasos esclerosados. Degeneração Cálcica Alteração morfológicas nas células e nos tecidos lesados
  • 15.
    RESPOSTAS CELULARES AO ESTRESSEE AGRESSÕES TÓXICAS: LESÃO E MORTE Monitoria de Patologia Humana Vitória Ferreira
  • 17.
    Necrose! MORTE CELULAR Quando asCélulas são lesionada, elas morrem por mecanismo diferentes, dependendo da natureza e da gravidade do insulto. Apoptose
  • 18.
    O que causaa necrose Causas de necrose = Agentes agressores, redução de energia por obstrução vascular (isquemia e anóxia); inibição processos respiratórios; produção de radicais livres; agentes químicos e toxinas e agressão direta a membrana.
  • 19.
    NECROSE Agressões externas àcélula (tóxicos, isquemia, traumas) podem danificar as mitocrôndias, Sem permeabilidade mitocondrial na membrana externa, Esses canais permitem a desaparecimento do potencial protônico, de modo que a geração de ATP mitocondrial falha e a célula morre.
  • 20.
    NECROSE • Desnaturação deproteínas intracelulares e da digestão enzimáticas das células lesadas. • As células necróticas são incapazes de manter a integridade da membrana, e seus conteúdos sempre extravasam, • Um processo que pode iniciar inflamação do tecido circundante. • Enzimas Lisossômicas (digerem as células necrótica)
  • 21.
    Mecanismo Necrose Agente lesivos=> Lesão reversível ou Morte celular Não depende do agente agressor, mas da intensidade e duração da agressão Se a morte celular ocorre em um organismo vivo e é seguida de autólise, o processo recebe o nome de NECROSE. Autólise: degradação da enzima por componentes da célula por enzimas da própria célula, liberadas dos lisossomos pode ser no indivíduo vivo ou morto. Apoptose: morte por processo no qual a célula sofre contração e condensação de suas estruturas, fragmenta-se e são fagocitadas por células vizinhas ou por macrófagos, não ocorrendo o processo de autólise.
  • 22.
    Mecanismo Necrose Agressão suficiente=> interrupção das funções vitais como: interrupção da produção de energia e sínteses celulares => lisossomos perdem a capacidade de conter as hidrolases => altas concentrações de cálcio => início digestão celular (Autólise). Hidrolases= proteases, lipases, glicosidases, ribunucleases e desoxiribonucleases
  • 23.
    Alterações morfológicas Necrose Eosinofilia aumentada:aumento do número de eosinófilos circulantes no sangue Figuras de mielina: massas fosfilipidicas espiraladas (resultante da degeneração da mielina) Alterações nucleares: Caríolise, picnose e cariorrexe Aumento de eosinofilia; retração, fragmentação e dissolução nucleares; quebra da membrana plasmática e das organelas; figuras de mielina abundantes; perda e digestão enzimáticas dos conteúdos celulares.
  • 24.
    Alterações nucleares Cariólise núcleo vaise fragmentando, desaparecend o Picnose núcleo retraí, fica pequeno Cariorrexe Núcleo se craquelando
  • 25.
    Padrões de Necrose tecidual Emcondições diferentes a necrose no tecido pode assumir padrões específicos: COAGULATIVA= Arquitetura preservada, tecidos afetados possui consistência firme, Isquemia por obstrução. Ex: infarto. LIQUEFATIVA= Massa viscosa líquida, acúmulo de leucócitos mortos,aspecto amarelo-cremoso. Ex: Pus GRANGRENOSA= Necrose de coagulação, necrose liquefatica e envolve várias camadas teciduais, causada por uma infecção bacteriana= Ex: gangrena úmida CASEOSA= Encontrada em infecção tuberculosa, semelhante a queijo (caseoso), células rompidas e fragmentadas com restos granulares. Ex: granuloma GORDUROSA = Não possui padrão de necrose, áreas focais de destruição adiposa devido liberação de lipases pancreáticas, ocorre em emergências abdominais. Ex: pancreatite aguda. FIBRINOIDE= Reações imunes que envolvem os vasos sanguíneos, anticorpos são depositados na parede arterial. Ex: fibrinoide
  • 26.
    Apoptose Apoptose é umaforma de morte celular programada, ou "suicídio celular". É diferente de necrose, na qual as células morrem por causa de uma lesão. A apoptose é um processo ordenado, no qual o conteúdo da célula é compactado em pequenos pacotes de membrana para a "coleta de lixo" pelas células do sistema imunológico.
  • 27.
    Alterações morfológicas Apoptose • Atingecélulas individuais • Diminuição celular • Citoplasma mais denso • Fragmentação nuclear ( cariorrexe) • Corpos apoptonicos • Sem inflamação • Degeneração do núcleo • Evaginação da membrana
  • 28.
    Eventos Fisiológico • Regressão damama e útero pós gestação • Embriogênese (formação interdigitais) • Senescência celular • Eliminação celular em céls lábeis Patólogico • Doenças viróticas (hepatite) • Tumores • Lesão por estimulo novicos
  • 29.
    Características Bioquímicas Apoptose • Degradaçãode Proteínas (caspases ativas clivam proteínas vitais e ativam Dnases) • Decomposição do DNA (ativação de endonucleares) • Reconhecimento Fagocitário Mecanismo de Apoptose Caspases (enzimas) • Via extrínsecas • Via Intrinsecas Familia BCL-2 • Proteínas pró-apoptóticas, antiapoptoticas e sensores
  • 30.
    Vias de ativação Intrisnecas •Via mitocondrial • Sensores BID E BAD • Proteínas Antiapoptoticas BCL e BCL2 • Saída do Citocromo C • Ligação da proteína APAF1 • Ativação caspases 9 • Ativação caspases 3 • Degeneração do núcleo • Invaginação da membrana • Corpos apoptóticos • Estrutura se torna atraente aos fagócitos e são fagocitadas Extrínsecas • Estimulo Nocivo • Proteína FAS é externalizada • Linfócito T reconhece o FAZ e se liga à ele • Ativa FAAD • Ativação caspases 8 • Ativação caspases 3 • Eventos apoptóticos
  • 31.
    CREDITS: This presentation templatewas created by Slidesgo, including icons by Flaticon, and infographics & images by Freepik. Obrigada! você tem alguma dúvida? vitoriasilvaferreir8@outlook.com 85 9 8995-3038