UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
CAMPUS PEDREIRAS
CURSO - MATEMÁTICA LICENCIATURA
LEITURA, TEXTO E TEXTUALIDADE
Prof.ª Esp.: Anny Gabrielly Araujo Dos Santos
“Quanto à concepção de leitura, consideramos está
uma prática social que remete a outros textos e outras
leituras. Em outras palavras, ao lermos um texto,
qualquer texto, colocamos em ação todo o nosso
sistema de valores, crenças e atitudes que refletem o
grupo social em que se deu nossa sociabilização
primária, isto é, o grupo social em que fomos criados.”
(KLEIMAN, 2002, p.10)
CONCEPÇÃO DE LEITURA
 Foco no autor
“A leitura é entendida como a atividade de captação
das ideias do autor, desconsiderando as experiências
e o conhecimento do leitor”. (KOCH e ELIAS, 2008,
p.10)
 Foco no texto
“A leitura é uma atividade que exige do leitor o foco
no texto, em sua linearidade, uma vez que tudo está
dito no dito”. (KOCH e ELIAS, 2008, p.10)
 Foco na interação autor-texto-leitor
“A leitura é, pois, uma atividade interativa altamente
complexa de produção de sentidos, que se realiza
evidentemente com base nos elementos linguísticos
presentes na superfície textual e na sua forma de
organização, mas requer a mobilização de um vasto
conjunto de saberes no interior do evento
comunicativo”. (KOCH e ELIAS, 2008, p.11)
ESTRATÉGIAS DE LEITURA
OBJETIVOS DA LEITURA
Fonte: Google Imagens
LEITURA E PRODUÇÃO DE SENTIDO
“ A leitura do mundo precede a leitura da palavra”
(FREIRE, 1989, p. 9)
quando eu não
tinha amigos
entrava nos
meus livros
amados
& esculpia alguns
com times new roman
corpo 12.
– & isso era quase bom o bastante.
(Lovelace, 2017, p. 18)
LEITURA E ATIVAÇÃO DO CONHECIMENTO
Fonte: Google Imagens
O que é texto?
Texto em sentido amplo,
designando toda e qualquer
manifestação da capacidade
textual do ser humano (uma
música, um filme, uma escultura,
um poema etc.), e, em se tratando
de linguagem verbal, temos o
discurso, atividade comunicativa
de um sujeito, numa situação de
comunicação dada, englobando o
conjunto de enunciados
produzidos pelo locutor (ou pelo
locutor e interlocutor, no caso dos
diálogos) e o evento de sua
enunciação. (FÁVERO e KOCH, 1983,
p. 25)
Fonte: Google Imagens
CARACTERÍSTICAS DE UM TEXTO
 Resultado de um planejamento
 É uma unidade articulada de enunciados
 É uma unidade coerente de enunciados
 Diz mais do que está escrito
❑Texto – do latim textum, “tecido,
entrelaçamento”. Conjunto de
enunciados (orais ou escritos)
relacionados entre si e que formam
um todo com sentido.
Fonte: Google Imagens
Exemplificando...
Ele estava prestes a desistir, quando
recebeu a notícia de uma promoção
Ele estava prestes a desistir, onde
recebeu a notícia de uma promoção.
[...] prestes [...] desistir, [...] promoção.
Para que o texto seja considerado como tal é
necessário que possua uma relação
sociocomunicativa, semântica e formal:
→ o pragmático: seu funcionamento enquanto
atuação informacional e comunicativa;
→ o semântico-conceitual, de que depende sua
coerência;
→ o formal, que diz respeito à sua coesão.
TEXTUALIDADE
Para Koch e Travaglia (1989,
p. 32):
“a textualidade ou a textura é
aquilo que faz de uma
sequência linguística um
texto e não um amontoado
aleatório de palavras. A
sequência é percebida como
texto quando aquele que a
recebe é capaz de percebê-la
como uma unidade
significativa global”.
A textualidade é o
resultado das
características que
fazem com que se
possa diferenciar um
amontoado de frases
de um texto. (COSTA
VAL, 1991)
“coesão, coerência, intencionalidade,
informatividade, aceitabilidade,
situacionalidade e intertextualidade.”
(FÁVERO,1955, p. 7)
FATORES DA
TEXTUALIDADE
Fonte: Google Imagens
Coesão
“expressam relações não só entre uma
frase, mas também entre frases e
sequências de frases dentro de um
texto.” (COSTA VAL, 2006, p. 6).
“Os sem-terra fizeram um protesto em
Brasília contra a política agrária do
país, porque consideram injusta a atual
distribuição de terras. Porém o ministro da
Agricultura considerou a manifestação um
ato de rebeldia, uma vez que o projeto de
Reforma Agrária pretende assentar
milhares de sem-terra.”
JORDÃO, R., BELLEZI C. Linguagens. São Paulo: Escala Educacional, 2007, 566 p.
Coerência
O texto não significa exclusivamente por si
mesmo. Seu sentido é construído não só
pelo produtor como também pelo
recebedor, que precisa deter os
conhecimentos necessários a sua
interação. (COSTA VAL, 2006, p. 5-6).
"No verão passado, quando estivemos
na capital do Ceará, não pudemos
aproveitar a praia, pois o frio era tanto
que chegou a nevar"
Fonte: Google Imagens
Intencionalidade
a intencionalidade, no sentido estrito, é a
intenção do locutor de produzir uma
manifestação linguística coesiva e coerente,
ainda que essa intenção nem sempre se
realize na sua totalidade, especialmente na
conversação usual. (FÁVERO, 1986 apud
MARCUSCHI, 2008, p. 127).
A intencionalidade de
um texto é aquilo a
que ele se propõe e
com qual o objetivo
que o autor está
escrevendo.
Fonte: Google Imagens
Situacionalidade
Além de servir para determinar o contexto
interpretativo, a situacionalidade é um meio
de orientação para a própria produção,
funcionando como critério estratégico. É
através dela que a situação de comunicação
fica evidente: quem fala/escreve? Para que
ouvinte/leitor? Com que objetivo se
fala/escreve? (Marcuschi, 2008)
É o contexto em que o texto é escrito e em que será veiculado.
Fonte: Google Imagens
Aceitabilidade
Tanto a intencionalidade quanto a
aceitabilidade estão intrinsecamente
relacionados à situacionalidade, ambos
são critérios da textualidade que se
ligam às noções da Pragmática.
(Marcuschi, 2008)
“O quarto espelha as características de
seu dono: um esportista, que adorava a
vida ao ar livre e não tinha o menor
gosto pelas atividades intelectuais. Por
toda a parte, havia sinais disso:
raquetes de tênis, prancha de surf,
equipamento de alpinismo, skate, um
tabuleiro de xadrez com as peças
arrumadas sobre uma mesinha, as
obras completas de Shakespeare”.
Informatividade
Explica que ninguém profere um texto
para não dizer alguma coisa, no
entanto, informação não é o mesmo
que sentido e conteúdo no texto.
(Marcuschi, 2008)
Fonte: Google Imagens
Intertextualidade
[...] todo texto sempre remete a outro texto
ou vários. Ora, nem sempre se torna
possível prever historicamente qual texto
surgiu primeiro, ou mesmo distinguir numa
relação o que já foi dito ou será dito.
(KOCH, 2003)
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá,
As aves que aqui gorjeiam
Não gorjeiam como lá.
(Gonçalves Dias, “Canção do
exílio”).
Minha Canção
Minha terra não tem palmeiras…
E em vez de um mero sabiá,
Cantam aves invisíveis
Nas palmeiras que não há.
Minha terra tem refúgios,
Cada qual com a sua hora
Nos mais diversos instantes …
Mas onde o instante de agora?
Mas a palavra “onde”?
Terra ingrata, ingrato filho,
Sob os céus de minha terra
Eu canto a Canção do Exílio.
(Mário Quintana, 1962)
Meus olhos brasileiros se
fecham saudosos
Minha boca procura a ‘Canção
do Exílio’.
Como era mesmo a ‘Canção do
Exílio’?
Eu tão esquecido de minha
terra…
Ai terra que tem palmeiras
Onde canta o sabiá!
(Carlos Drummond de Andrade)
REFERÊNCIAS
AURELIO, O mini dicionário da língua portuguesa. 4ª edição revisada e ampliada do mini dicionário
Aurélio. 7ª impressão – Rio de Janeiro, 2002.
FÁVERO, L. L. KOCH, Ingedore G. Villaça. Linguística textual: uma introdução. - São Paulo: Cortez, 1983.
FREIRE, Paulo. A importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores
Associados. Cortez, 1989.
KLEIMAN, Ângela. Oficina de Leitura- teoria e prática. 9ª ed., Campinas: Editora Pontes, 2002.
KOCH, Ingedore G. Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2003.
KOCH, Ingedore Villança; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2ª ed., 2ª
reimpressão. São Paulo: Contexto, 2008.
LOVELACE, Amanda. A princesa salva a si mesma neste livro. tradução de Izabel Aleixo. – Rio de Janeiro :
LeYa, 2017.
MARCUSCHI, Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola
Editorial, 2008.
VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
CONTATOS:
annyghabriellyaraujo@gmail.com
(99) 98453-7692

leitura, texto e textualidade - Aula 04.pptx

  • 1.
    UNIVERSIDADE ESTADUAL DOMARANHÃO CAMPUS PEDREIRAS CURSO - MATEMÁTICA LICENCIATURA LEITURA, TEXTO E TEXTUALIDADE Prof.ª Esp.: Anny Gabrielly Araujo Dos Santos
  • 2.
    “Quanto à concepçãode leitura, consideramos está uma prática social que remete a outros textos e outras leituras. Em outras palavras, ao lermos um texto, qualquer texto, colocamos em ação todo o nosso sistema de valores, crenças e atitudes que refletem o grupo social em que se deu nossa sociabilização primária, isto é, o grupo social em que fomos criados.” (KLEIMAN, 2002, p.10) CONCEPÇÃO DE LEITURA
  • 3.
     Foco noautor “A leitura é entendida como a atividade de captação das ideias do autor, desconsiderando as experiências e o conhecimento do leitor”. (KOCH e ELIAS, 2008, p.10)  Foco no texto “A leitura é uma atividade que exige do leitor o foco no texto, em sua linearidade, uma vez que tudo está dito no dito”. (KOCH e ELIAS, 2008, p.10)
  • 4.
     Foco nainteração autor-texto-leitor “A leitura é, pois, uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que se realiza evidentemente com base nos elementos linguísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, mas requer a mobilização de um vasto conjunto de saberes no interior do evento comunicativo”. (KOCH e ELIAS, 2008, p.11)
  • 5.
  • 8.
  • 9.
    LEITURA E PRODUÇÃODE SENTIDO “ A leitura do mundo precede a leitura da palavra” (FREIRE, 1989, p. 9) quando eu não tinha amigos entrava nos meus livros amados & esculpia alguns com times new roman corpo 12. – & isso era quase bom o bastante. (Lovelace, 2017, p. 18)
  • 10.
    LEITURA E ATIVAÇÃODO CONHECIMENTO Fonte: Google Imagens
  • 11.
    O que étexto? Texto em sentido amplo, designando toda e qualquer manifestação da capacidade textual do ser humano (uma música, um filme, uma escultura, um poema etc.), e, em se tratando de linguagem verbal, temos o discurso, atividade comunicativa de um sujeito, numa situação de comunicação dada, englobando o conjunto de enunciados produzidos pelo locutor (ou pelo locutor e interlocutor, no caso dos diálogos) e o evento de sua enunciação. (FÁVERO e KOCH, 1983, p. 25) Fonte: Google Imagens
  • 12.
    CARACTERÍSTICAS DE UMTEXTO  Resultado de um planejamento  É uma unidade articulada de enunciados  É uma unidade coerente de enunciados  Diz mais do que está escrito
  • 13.
    ❑Texto – dolatim textum, “tecido, entrelaçamento”. Conjunto de enunciados (orais ou escritos) relacionados entre si e que formam um todo com sentido. Fonte: Google Imagens
  • 14.
    Exemplificando... Ele estava prestesa desistir, quando recebeu a notícia de uma promoção Ele estava prestes a desistir, onde recebeu a notícia de uma promoção. [...] prestes [...] desistir, [...] promoção.
  • 15.
    Para que otexto seja considerado como tal é necessário que possua uma relação sociocomunicativa, semântica e formal: → o pragmático: seu funcionamento enquanto atuação informacional e comunicativa; → o semântico-conceitual, de que depende sua coerência; → o formal, que diz respeito à sua coesão.
  • 16.
    TEXTUALIDADE Para Koch eTravaglia (1989, p. 32): “a textualidade ou a textura é aquilo que faz de uma sequência linguística um texto e não um amontoado aleatório de palavras. A sequência é percebida como texto quando aquele que a recebe é capaz de percebê-la como uma unidade significativa global”. A textualidade é o resultado das características que fazem com que se possa diferenciar um amontoado de frases de um texto. (COSTA VAL, 1991)
  • 17.
    “coesão, coerência, intencionalidade, informatividade,aceitabilidade, situacionalidade e intertextualidade.” (FÁVERO,1955, p. 7) FATORES DA TEXTUALIDADE Fonte: Google Imagens
  • 19.
    Coesão “expressam relações nãosó entre uma frase, mas também entre frases e sequências de frases dentro de um texto.” (COSTA VAL, 2006, p. 6).
  • 20.
    “Os sem-terra fizeramum protesto em Brasília contra a política agrária do país, porque consideram injusta a atual distribuição de terras. Porém o ministro da Agricultura considerou a manifestação um ato de rebeldia, uma vez que o projeto de Reforma Agrária pretende assentar milhares de sem-terra.” JORDÃO, R., BELLEZI C. Linguagens. São Paulo: Escala Educacional, 2007, 566 p.
  • 21.
    Coerência O texto nãosignifica exclusivamente por si mesmo. Seu sentido é construído não só pelo produtor como também pelo recebedor, que precisa deter os conhecimentos necessários a sua interação. (COSTA VAL, 2006, p. 5-6).
  • 22.
    "No verão passado,quando estivemos na capital do Ceará, não pudemos aproveitar a praia, pois o frio era tanto que chegou a nevar" Fonte: Google Imagens
  • 24.
    Intencionalidade a intencionalidade, nosentido estrito, é a intenção do locutor de produzir uma manifestação linguística coesiva e coerente, ainda que essa intenção nem sempre se realize na sua totalidade, especialmente na conversação usual. (FÁVERO, 1986 apud MARCUSCHI, 2008, p. 127).
  • 26.
    A intencionalidade de umtexto é aquilo a que ele se propõe e com qual o objetivo que o autor está escrevendo. Fonte: Google Imagens
  • 27.
    Situacionalidade Além de servirpara determinar o contexto interpretativo, a situacionalidade é um meio de orientação para a própria produção, funcionando como critério estratégico. É através dela que a situação de comunicação fica evidente: quem fala/escreve? Para que ouvinte/leitor? Com que objetivo se fala/escreve? (Marcuschi, 2008)
  • 29.
    É o contextoem que o texto é escrito e em que será veiculado. Fonte: Google Imagens
  • 30.
    Aceitabilidade Tanto a intencionalidadequanto a aceitabilidade estão intrinsecamente relacionados à situacionalidade, ambos são critérios da textualidade que se ligam às noções da Pragmática. (Marcuschi, 2008)
  • 31.
    “O quarto espelhaas características de seu dono: um esportista, que adorava a vida ao ar livre e não tinha o menor gosto pelas atividades intelectuais. Por toda a parte, havia sinais disso: raquetes de tênis, prancha de surf, equipamento de alpinismo, skate, um tabuleiro de xadrez com as peças arrumadas sobre uma mesinha, as obras completas de Shakespeare”.
  • 32.
    Informatividade Explica que ninguémprofere um texto para não dizer alguma coisa, no entanto, informação não é o mesmo que sentido e conteúdo no texto. (Marcuschi, 2008)
  • 34.
  • 35.
    Intertextualidade [...] todo textosempre remete a outro texto ou vários. Ora, nem sempre se torna possível prever historicamente qual texto surgiu primeiro, ou mesmo distinguir numa relação o que já foi dito ou será dito. (KOCH, 2003)
  • 36.
    Minha terra tempalmeiras Onde canta o sabiá, As aves que aqui gorjeiam Não gorjeiam como lá. (Gonçalves Dias, “Canção do exílio”). Minha Canção Minha terra não tem palmeiras… E em vez de um mero sabiá, Cantam aves invisíveis Nas palmeiras que não há. Minha terra tem refúgios, Cada qual com a sua hora Nos mais diversos instantes … Mas onde o instante de agora? Mas a palavra “onde”? Terra ingrata, ingrato filho, Sob os céus de minha terra Eu canto a Canção do Exílio. (Mário Quintana, 1962) Meus olhos brasileiros se fecham saudosos Minha boca procura a ‘Canção do Exílio’. Como era mesmo a ‘Canção do Exílio’? Eu tão esquecido de minha terra… Ai terra que tem palmeiras Onde canta o sabiá! (Carlos Drummond de Andrade)
  • 39.
    REFERÊNCIAS AURELIO, O minidicionário da língua portuguesa. 4ª edição revisada e ampliada do mini dicionário Aurélio. 7ª impressão – Rio de Janeiro, 2002. FÁVERO, L. L. KOCH, Ingedore G. Villaça. Linguística textual: uma introdução. - São Paulo: Cortez, 1983. FREIRE, Paulo. A importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados. Cortez, 1989. KLEIMAN, Ângela. Oficina de Leitura- teoria e prática. 9ª ed., Campinas: Editora Pontes, 2002. KOCH, Ingedore G. Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2003. KOCH, Ingedore Villança; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2ª ed., 2ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2008. LOVELACE, Amanda. A princesa salva a si mesma neste livro. tradução de Izabel Aleixo. – Rio de Janeiro : LeYa, 2017. MARCUSCHI, Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
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