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informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores.
Saudações, Prezado Irmão!
Índice do JB News nr. 2.001 – Florianópolis (SC) – sexta-feira, 25 de março de 2016
Bloco 1 – Almanaque
Bloco 2 – Ir Vandi Dogado – Inteligência ou Inteligências? (Coluna do Irmão Vandi Dogado)
Bloco 3 – Ir Valdemar Sansão – Maçonaria e o Momento Nacional
Bloco 4 – Ir Valter Cardoso Júnior – O Grande Arquiteto do Universo
Bloco 5 – Ir Kurt Max Hauser – A Origem da Maçonaria
Bloco 6 – Ir Pedro Juk – Perguntas & Respostas – do Ir Leniro Almeida (União dos Palmares – AL)
Bloco 7 – Destaques JB –
Leia a manifestação da Maçonaria Catarinense:
“ Maçonaria contra a Corrupção e a Impunidade”
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Livro conta a história de uma poderosa organização criminal
O Iminente Colapso de Boston é um daqueles livros que nos faz
refletir sobre as teorias da conspiração. O enredo do livro destaca
principalmente o poder da Rátio, uma ordem secreta a serviço do crime.
O que chama a atenção na trama é o fato de o presidente dos EUA ter
sido membro da misteriosa instituição, contudo quando optou por
abandoná-la ingressou na lista dos presidentes americanos assassinados.
O livro não é uma continuação da trama do enigmático “O Templo de
Aiakos” de Vandi Dogado que foi sucesso de venda no mundo todo, mas
apresenta a mesma temática e o mesmo personagem principal, Patrick
Monks, habilidoso quebrador de códigos da CIA. Desta vez, o
protagonista vive o dilema de salvar Boston de uma explosão nuclear ou
preservar a vida de sua esposa que se encontra sob o domínio da Rátio.
Durante a narrativa o leitor irá encontrar poderosos exoesqueletos,
pílulas de aprimoramento intelectual, robôs gigantes e armas nucleares que ameaçam devastar
Boston. Este é o sexto livro do autor e será lançado em fevereiro pela Novo Século Editora.
O autor é membro da Loja Arquiteto do Progresso nr. 2.434, de São Paulo (GOSP/GOB),
professor de Língua Portuguesa e autor dos livros "O Templo de Aiakos" (literário), "O Iminente
Colapso de Boston" (literário), O "Assassino Enxadrista"" (literário), "Quim Nunca Esteve Lá"
(contos populares), "Inteligência e Aprendizagem: desafios mentais" (psicologia cognitiva),
"Escrita e Leitura: novas tecnologias da informação e comunicação" (educacional) e Mentalux
: técnicas de estudo e otimização do tempo" (Guia de instruções)
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1 – ALMANAQUE
L I V R O S
Hoje é o 85º dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Cheia)
Faltam 281 dias para terminar este ano bissexto
Sexta-Feira Santa.
Dia da Independência da Grécia; No Brasil, dia da Comunicade Árabe
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 708 - Constantino é consagrado Papa
 717 - O imperador de Bizâncio, Teodósio III, abdica do trono para tomar os votos monásticos
 1306 - Roberto Bruce torna-se Rei da Escócia
 1590 - Fundação do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro
 1655 - A maior lua de Saturno, Titã, é descoberta por Christiaan Huygens
 1752 - A maior parte da Catedral Metropolitana de Buenos Aires desaba. Ela só seria reaberta 39
anos mais tarde
 1802 - A Paz de Amiens é assinada como um "Tratado de Paz Definitivo" entre a França e o Reino
Unido da Grã-Bretanha e Irlanda
 1807 - O Ato contra o Comércio de Escravos torna-se lei, abolindo o comércio de escravos no
Império britânico
 1811 - Percy Bysshe Shelley é expulso da Universidade de Oxford pela publicação do panfleto A
Necessidade do Ateísmo
 1821 - (Calendário juliano) A revolta dos gregos contra o Império Otomano, dá início à Guerra da
Independência Grega
 1824 - O imperador Dom Pedro I, aprova a Primeira Constituição do Brasil
 1854 - Começam a funcionar os primeiros lampiões a gás no Rio de Janeiro
 1857 - O fonógrafo é patenteado
 1882 - É inaugurado o elevador do Bom Jesus em Braga Constituiu o primeiro funicular construído
na Península Ibérica
 1911 - Em Nova Iorque o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mata 146 trabalhadores
 1917 - O governo bolchevique anuncia o fim da pena de morte na Rússia
 1922 - Fundação do Partido Comunista do Brasil, o PCB
 1933 - Os sindicatos são suprimidos na Alemanha
 1939 - O cardeal Eugenio Pacelli é eleito Papa com o nome de Pio XII
 1941 - O Reino da Iugoslávia junta-se às forças do Eixo com a assinatura do Pacto Tripartite
 1949 - Uma intensa campanha de deportações é conduzida na Estônia, Letônia e Lituânia. As
autoridades soviéticas deportam mais de 92.000 pessoas do Báltico para áreas remotas da União
Soviética
 1957 - O Tratado de Roma é assinado instituindo a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a
Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom). Além disso, previa a criação de um mercado
comum europeu a partir do dia 1 de Janeiro de 1958
 1970 - O presidente Médici amplia o mar territorial brasileiro de 12 para 200 milhas marítimas
 1992 - O cosmonauta Sergei Krikalev retorna à Terra após uma permanência de dez meses à bordo
da estação espacial Mir
 1996 - A União Européia proíbe a exportação de carne bovina britânica e seus derivados em
conseqüência do mal da vaca louca (BSE)
 2002 - Um sismo no norte do Afeganistão mata pelo menos duas mil pessoas e deixa mais de quatro
mil feridos.
 2011 — O console Nintendo 3DS é lançado na Europa.
 2015 — Arábia Saudita e seus aliados realizam ataques aéreos contra militantes houthis após seu
avanço sobre Áden, no Iêmen.
Eventos históricos - (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki)
Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
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1896 Nasce, em Gaspar, Irineu Bornhausen. Industrial e banqueiro, foi prefeito de Itajaí, governador do
Estado e Senador da República. Morreu em Itajaí a 11 de agosto de 1974.
1927 Morre em Florianópolis o jornalista e escritor Crispim Mira.
1934 Instalação, nesta data, do município de Caçador.
1934 Instalação, nesta data, do município de Timbó.
1940 Morre, em Florianópolis, o general-médico Antonio Vicente Bulcão Vianna.
1688 Fundada na Inglaterra uma Loja Maçônica no Regimento de Guardas Irlandesas, que fora criado
por Charles II, quando exilado na França.
1882 Fundada a Grande Loja do Arizona dos Maçons Livres e Aceitos
1884 Movimento de Maçons leva à abolição da escravatura na Província do Ceará, quatro anos antes da
Lei Áurea.
Fatos históricos de santa Catarina
Fatos maçônicos do dia
(Fontes: “O Livro dos Dias” do Ir João Guilherme - 20ª edição e arquivo pessoal)
De Irmão para Irmão
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O Irmão Vandi Dogado escreve às sextas-feiras.
É Mestre Maçom da Loja Arquiteto do Progresso 2434 –
Rito Moderno – São Paulo - GOSP/GOB, professor de Língua Portuguesa e
autor dos livros "O Templo de Aiakos" (literário), "O Iminente Colapso de
Boston" (literário), O "Assassino Enxadrista"" (literário), "Quim Nunca
Esteve Lá" (contos populares), "Inteligência e Aprendizagem: desafios
mentais" (psicologia cognitiva), "Escrita e Leitura: novas tecnologias da
informação e comunicação" (educacional) e Mentalux : técnicas de estudo e
otimização do tempo" (Guia de instruções).
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Inteligência ou Inteligências?
Sem dúvidas, por séculos, se discutiu se a inteligência é inata ou adquirida, os cientistas
acreditam atualmente que é a interação do sujeito com o mundo que forma a inteligência, ou seja,
tanto um fator como outro são influenciadores, mas há outra dúvida que assola os estudiosos e,
ainda, encontram-se muitas discordâncias: se possuímos um único tipo de inteligência ou se temos
diversos tipos de inteligências? O criador da Teoria das Inteligências Múltiplas é o psicólogo,
Howard Gardner, da Universidade de Harvard (considerada a maior do mundo). Alguns
questionamentos de Gardner são por que crianças que obtiveram notas baixas na escola e escores
baixos em testes de QI (Quociente Intelectual) se tornaram habilidosos profissionais e crianças
que obtinham excelentes notas e altos QIs fracassaram profissionalmente? O que está por trás
disto?
Segundo Gardner, possuímos diversos tipos de inteligências, mas a sociedade ocidental
considera inteligentes somente pessoas que tenham altas habilidades matemáticas e linguísticas.
Se um indivíduo que tenha habilidade musical escolher uma profissão que exija habilidade
matemática, provavelmente não será um dos melhores profissionais. Os famosos testes de QI
mensuram apenas habilidades lógico-matemáticas e habilidades lógico-linguísticas. Tais testes são
considerados instrumentos eficazes para medir a inteligência pela grande maioria dos psicólogos,
resultando numa supervalorização dessas inteligências. O próprio Jean Piaget dedicou parte de
suas pesquisas a estudar esses dois tipos de inteligências. De acordo com a Teoria das
Inteligências Múltiplas, há vários tipos de inteligências, mas destaca apenas oito:
Inteligência Lógico-Matemática — encontrada em pessoas que possuem facilidade em realizar
cálculos rápidos e complexos, capacidade de raciocínio abstrato e destreza no estabelecimento de
conexões mentais. O matemático Henri Poincoré e o físico Cesar Lattes são exemplos de
possuidores desse tipo de inteligência. Inteligência
Lógico-Linguística — encontrada em pessoas com enorme facilidade com a linguagem,
excelente raciocínio semântico e sintático. O compositor e escritor Chico Buarque e linguista
Noam Chomsky são excelentes detentores desta inteligência.
2 – Coluna do Irmão Vandi Dogado
Inteligência ou Inteligências?- – Vandi Dogado
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Inteligência Corporal-Cinestésica — encontrada em pessoas que têm facilidade em solucionar
problemas com os movimentos corporais, como os dançarinos e atletas. Dois bons exemplos deste
tipo de inteligência são o jogador de futebol Edson Arantes do Nascimento (Pelé) e o jogador de
basquete Michael Jordan.
Inteligência Espacial — encontrada em pessoas que possuem noções mensuráveis de espaço
físico e abstrato, como os arquitetos e pintores. Os pintores Cândido Portinari e Leonardo da Vinci
são exemplos dessa inteligência.
Inteligência Musical — encontrada em pessoas com facilidade em tocar instrumentos musicais
e operar com sons, como os músicos. Exemplo: os músicos Villa-Lobos e Mozart.
Inteligência Intrapessoal — encontrada em pessoas com facilidade de reconhecer e controlar
as próprias emoções e o próprio comportamento. Exemplos: Dalai Lama e Madre Teresa de
Calcutá.
Inteligência Interpessoal — encontrada em pessoas com facilidade em lidar com outros
indivíduos, reconhecem com facilidade as emoções e comportamentos dos outros. Exemplo: O
humorista Jô Soares e Nelson Mandela.
Inteligência Naturalista — encontrada em pessoas com facilidade de reconhecer e distinguir
elementos da natureza, comum nos índios. Exemplo: Jaques Cousteau.
Não devemos esquecer que o potencial de cada inteligência é genético, mas o seu
desenvolvimento é ambiental.
Uma análise cuidadosa poderia oferecer quais são as inteligências mais usadas na “Era da
Informação e Comunicação”. Para os empresários é, sem dúvida, a inteligência interpessoal, já
que a boa convivência entre os colegas melhora o trabalho coletivo. A inteligência matemática
continua em alta, devido ao seu constante uso nos meios da informática para o desenvolvimento
de programas computacionais. Com o uso das NTICs, é necessário saber falar e escrever
eficientemente, ou seja, expressar-se bem, por isso a inteligência linguística é muito exigida. Nos
relacionamentos pessoais e familiares a inteligência que deve ser mais empregada é a intrapessoal,
pois controlando as próprias emoções é possível evitar conflitos com outras pessoas. Parece bem
provável que a inteligência interpessoal pressupõe a inteligência intrapessoal. O certo seria
escolher a profissão de acordo com o tipo de inteligência de cada pessoa, mas isto é muito difícil
de acontecer, em razão da imaturidade do jovem quando opta pelo curso que irá fazer na
universidade.
De acordo com Gardner, possuímos todas as inteligências, mas algumas agem melhor do que as
outras, por isso é comum alunos terem facilidade em algumas matérias e dificuldades em outras.
São raros os indivíduos que possuem dificuldade ou facilidade em todas as disciplinas. Conforme
Gardner cada inteligência tem um componente genético, mas pode ser desenvolvida por meio de
estudo. As inteligências também podem se articular conjuntamente para realizar operações
mentais e, por consequência, resolver problemas.
A Teoria das Inteligências Múltiplas causou grande alvoroço na Educação, mas na prática
houve muitas confusões. Era comum encontrarmos vídeos com um bebê engatinhando como
exemplo de inteligência corporal, constituindo-se uma grande imprecisão, pois só pode ser
considerada inteligência corporal se houver o uso do cérebro para resolver problemas com os
movimentos do corpo. Havia docente que dizia que criança hiperativa possuía inteligência
corporal e deveria ficar andando pela sala para aprender, por exemplo, matemática. Hoje em dia, a
Teoria das Inteligências Múltiplas continua sendo debatida mundo a fora, mas eliminou-se a
euforia inicial de que seria a solução para as dificuldades de aprendizagem.
Biografia: Vandi Dogado. Inteligência e Aprendizagem: desafios mentais. 3ª Edição Multifoco Editora
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MENSAGEM DO DIA – MAÇONARIA E O MOMENTO NACIONAL
Valdemar Sansão
Dia 23 de março
MAÇONARIA E O MOMENTO NACIONAL
“SENHOR concede-nos a serenidade necessária para aceitarmos as coisas que não
podemos mudar; coragem para mudar as que podemos e sabedoria para distinguir
uma das outras”
Maré de incertezas - A personalidade está desaparecendo e o
caráter está sendo colocado em segundo plano. Parece que os
duros dias atuais, estão diluindo os bons propósitos e o homem
que por eles zela está fora do contexto atual. É desprestigiado
por tentar ser correto. Vivemos em um mundo de desequilíbrio,
desajuste e a cada dia que passa, caminhamos para dias mais
cruéis.
O grande desafio - A existência da comunidade maçônica,
dos homens livres e de bons costumes tem um desafio de grande
proporção, pois, somos nós os responsáveis para cavar as
masmorras onde serão sepultados os vícios, as misérias, as
dores, os sofrimentos que a cada dia aumentam em proporções
assustadoras. O que temos feito e apregoado de maneira tímida,
quase nada representa. Estamos parados no tempo e no espaço.
Temos sido insensíveis aos clamores de um mundo aflito.
Temos vívido cuidando de trabalhos que redundam apenas em refrigério para o nosso braseiro.
Caríssimo Ir∴, o que sua Loja tem representado para a comunidade onde está situada? Se ela tem
feito algo em favor da comunidade onde está, pode-se considerar feliz, pois já existe um bom
começo para que se faça e se cumpra os postulados que a nós nos impôs a nossa Sublime Ordem.
Não fiquemos nos “banqueteando” de copo d’água em copo d’água. Vamos além das palmas e
das “malhetadas” que apenas ressoam e desaparecem e nada deixam além da vaidade banhada pela
multidão da insensatez. Na decorrência do desenvolvimento da atual crise econômica, os valores
humanos são postergados e a sociedade brasileira afunda-se num crescente processo de deterioração
moral. Os casos de corrupção ativa e passiva são manchetes diárias. Impulsionam manifestações
3 – Maçonaria e o Momento Nacional
Valdemar Sansão
JB News – Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 9/32
sociais e movimentos políticos. Entendemos que estamos diante de um momento trágico. É preciso
ter calma e mostrar solidariedade.
Qual é o rumo? - A Maçonaria deve se manter alheia aos interesses partidários. Não pode
permitir que as paixões políticas encontrem guarida entre seus filiados. Dispõe em seus
regulamentos as prerrogativas necessárias para se manter alheia aos interesses da política partidária.
Se não compreendemos isso, estaremos não só insuflando os sentimentos desordenados que
fermentam as paixões do povo, como também traindo a nossa missão e a nossa própria essência.
Que fazer? Para onde ir? Todos têm a solução e todos exigem as soluções, sem, contudo, indicar o
caminho para a elas chegar. A crítica é facilmente tecida, mas a execução das ideias é, geralmente,
trabalhosa e inglória, pois, quando chega a termo, esbarra na impossibilidade matemática de
contentar a toda a coletividade. E, nesse Quadro de insatisfação e de exigências manipuladas por
políticos inescrupulosos e por parte da mídia, que, na contramão da História, ainda aposta no
“quanto pior melhor”, os dirigentes, tanto de órgãos oficiais quanto de entidades de direito privado,
são pressionados e colocados contra a parede, para que tomem atitudes. Afinal, todos, sem nenhuma
exceção, não são iguais perante a lei?
E os dirigentes maçônicos vêm sendo constantemente pressionados e estimulados a entrar,
também, na “temporada da caça” aos corruptos e aos marginais.
Deve o povo maçônico, todavia, entender que o momento é grave e que, por isso mesmo, a
prudência é a melhor conselheira de seus dirigentes. É preciso meditar bastante, para se saber qual o
rumo melhor, num país como o nosso; no qual o Legislativo é, em grande parte despreparado,
perdendo-se em questiúnculas regionais e em tricas partidárias.
A política econômica - Quanto a política econômica, além da prudência, o momento exige
paciência. Já se viu que os choques econômicos heterodoxos, além de inócuos, são altamente
traumáticos para toda a nação. As medidas normais de ajuste do mercado e de abertura da
economia só produzem efeitos palpáveis a médio e longo prazo. Valerá a pena uma atitude
precipitada, agindo sob pressão, numa situação que exige calma e discernimento?
A corrupção – A corrupção ativa, ou passiva, é um mal da humanidade, pois surgiu desde que os
homens primitivos começaram a usar seus produtos como instrumento de troca e foi incrementada
quando o dinheiro foi criado, com base no ouro. Ela existe em qualquer setor das atividades sociais
humanas, mas, realmente, sob a capa governamental ela se torna mais facilitada e, provavelmente
mais rentável. Os desmandos cometidos nesses anos de baderna foram muito além da pilhagem
investigada. Condutas de pessoas sem escrúpulos, que chegaram ao poder só com a intenção de
dilapidar o patrimônio público e forjar um projeto de eternização no poder, sem a preocupação de
serem perseguidas pela Justiça. Envolveram investimentos mal planejados e mal executados e
custos aumentados inutilmente para execução de uma absurda política de conteúdo nacional, pode
incluir entre suas façanhas a devastação da maior estatal brasileira, em outros tempos uma das
maiores petroleiras do mundo. E existem épocas, na História de qualquer país em que, por
circunstâncias várias, os indícios de corrupção surgem em avalanchas.
Reflexão é preciso - A Maçonaria sempre foi silenciosa por fora, embora intensamente agitada
por dentro. É necessário que nós, maçons, nos recolhamos à reflexão de nossos templos, ali
colhendo a formação doutrinária que empregaremos no mundo profano, sem que esse mundo,
necessariamente, precise saber de nossa fonte. Só assim nós poderemos melhorar os homens e
tornar o mundo melhor.
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Entendia o eminente Ir∴ Castellani ser “necessário que as Obediências e as Lojas deixem de se
encaramujar e de achar que a Maçonaria deve ficar eternamente intramuros, numa época em que
se apela tanto para a comunicação”. Mas ele próprio, todavia, ainda adverte: “as práticas
ritualísticas e os nossos costumes internos são vedados a profanos”. Insurge-se, na verdade, contra
a “falsa ortodoxia”, que traz prejuízos à Ordem e que só interessaria aos detratores da Maçonaria.
Respeitam-se outros pensamentos, mas pede-se respeito, também, aos que discordam, que não
inovam, nem de ortodoxia falsa se valem, a tradição do silêncio eloquente.
Quanto mais silenciosa for a Maçonaria no mundo profano, mais útil e fértil será para a
consecução dos seus ideais supremos. Basta que os Irmãos, atuando nas comunidades, de qualquer
Ordem ou espécie, políticas, sociais, econômicas, sejam ali, os seus arautos mais qualificados.
Ser Maçom, um ideal – Temos consciência que será preciso ter caráter marcante; respeitar os
direitos alheios; ser cônscio de seus deveres; amar sua família, base principal que o sustenta e
ampara; ser tolerante; jamais praticar atos a outrem que não quer para si; no poder, nunca abusar
deste, achando que aquilo que é melhor para si também o é para o grupo; não julgar qualquer
Irmão; não levantar falso testemunho; saber distinguir lealdade de franqueza; enfim, ser digno de
pertencer à Ordem Maçônica.
Concluindo – A Maçonaria não tem ideologia nem partido, de modo que nosso único guia deve
encontrar-se no texto da Constituição e nos Regulamentos maçônicos.
Em suma, a Loja é a fonte silenciosa que equaciona e traça o comportamento, a postura política
e social dos Maçons. Estes são a longa mão da Maçonaria, que programa com entusiasmo – sejam
dadas as instruções sobre o segredo, a discrição e a prudência, para que os jovens maçons não se
sintam frustrados – como se pertencessem a um Clube de Serviço e não a uma Instituição que não
fez, não faz e não deverá fazer coisa alguma além de formar líderes, lapidando-lhes a Pedra Bruta e
dando-lhes, para cumprir no Mundo Profano – apenas – uma elaborada, unanimemente aprovada
“Palavra de Ordem”.
Meu sentimento é um misto de decepção, raiva, tristeza e desalento. E quanto mais leio e ouço as
notícias e transcrições de interceptações telefônicas, fico ainda mais decepcionado em não ver as
mudanças de que o povo brasileiro necessita para uma vida digna. Fala-se que no Brasil há uma luz
no fim do túnel. No momento nacional não temos luz nem túnel. O “gato” comeu!
PS - O governo se recusa a autocrítica, rejeita aprender com seus próprios erros. O
problema passa então, a ser de todos nós e cabe às próprias instituições resolvê-lo com
urgência em favor de todos os brasileiros.
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O GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO
MM Valter Cardoso Júnior –
Loja Delta do Norte nº 3273 – Oriente de Florianópolis –SC - GOB
Desde criança eu e meus irmãos recebemos de nossos pais um grande incentivo à leitura,
iniciamos nas revistas em quadrinhos (gibis) e passamos rapidamente aos livros orientados por
eles.
Eram verdadeiras viagens no tempo e em lugares desconhecidos, ficávamos maravilhados
com tantas belezas criadas por nós mesmos em cada nova pagina.
Cresci assim e me sentia muito bem nas bibliotecas do colégio e ou mesmo na Biblioteca
Pública de Florianópolis aonde íamos seguidamente para desfrutar de tantas e boas leituras, a
começar dos jornais do dia, naquela época a “Gazeta” e o Jornal “O Estado”, bom viajar nas
notícias diárias, que nos faziam atualizar os acontecimentos bem como enriquecer nosso
conhecimento e ampliar nossa capacidade de ler e escrever.
Hoje, com 69 anos não vou a Biblioteca Pública, mas continuo lendo como sempre e,
minhas visitas são mais aos Sebos de Floripa e São José ou, comprando sempre que possível
livros de meu interesse, bem como recebendo como presentes de meus filhos que também
aprenderam a amar a leitura.
Este fragmento que ora deixo registrado, trata-se de parte dos ensinamentos secretos de
todos os tempos, que de forma simples reflete uma grande verdade, que aproveito para deixar
como uma primeira reflexão deste meu texto:
“Viver no mundo sem tomar consciência do significado do mundo é como
vagar por uma imensa biblioteca sem tocar os livros”.
Assim, a leitura passou a ser fator importante em minha vida, leio tudo que entendo ser
benéfico e salutar para minha vida e que me inspira a buscar continuadamente melhoras em minha
qualidade de vida e em minha evolução.
De minha biblioteca particular, também passou a fazer parte os livros de ficção de Dan
Brown, jornalista e escritor premiado e, dele já havia lido, “Anjos e Demônios”, “Código da
Vinci”, “Fortaleza Digital” e, “Ponto de Impacto”.
4 – O Grande Arquiteto do Univero
Valter Cardoso Júnior
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Em 2014 adquiri “O Símbolo Perdido”, que me chamava à atenção pelo título e mais ainda
pelo conteúdo da história, pois tratava-se de aspectos ligados a Maçonaria. Apesar de ficção, o
livro tem algumas riquezas de detalhes, que ampliaram ainda mais a minha vontade de dar
continuidade as leituras, pesquisas e estudos sobre Maçonaria.
Na sequência adquiri um livro escrito por Dan Bursteins que é considerado o maior
especialista no mundo sobre a ficção de Dan Brown e que junto com Arne de Keijzer, resolveram
escrever “Os segredos de “O SIMBOLO PERDIDO”- Um guia não autorizado e definitivo do
livro de Dan Brown.
Foi uma excelente leitura e lá os autores conseguiram colocar entrevistas com grandes
estudiosos e entre eles Maçons renomados que puderam posicionar-se a respeito do Livro de Dan
Brown, entre eles Arturo de Hoyos (33º) -considerado o maior estudioso da maçonaria das
Américas.) e Mark E. Koltko Rivera, (32º) estudioso da Maçonaria e detentor de prêmios por
pesquisas em psicologia humanística e psicologia da religião.
Em determinado momento desta leitura, exatamente quando Dan Burstein trata no Capítulo
primeiro – Alquimia Intelectual – Explorando o complexo Universo de “O Símbolo Perdido”, ele
traz parte de uma entrevista concedida a ele por Dan Brown que registro abaixo e, que me
incentivou a escrever este texto.
Disse Burstein, Brown nos conta que não é maçom, todavia não há mistérios sobre seus
sentimentos sobre a razão por que a Maçonaria resume os valores com os quais se identifica
pessoalmente e, registra parte de uma carta que escreveu a um grupo de maçons após publicar o
Livro “O Grande Segredo”.
Escreveu Dan Brown:
“Em um mundo em que os homens guerreiam para decidir sobre qual
definição de Deus é a mais precisa, não posso expressar adequadamente o
profundo respeito e admiração que sinto por uma organização em que
homens de diferentes credos são capazes de “compartilhar uma refeição” em
um vínculo de irmandade, amizade e camaradagem. Por favor, aceitem meu
humilde agradecimento pelo nobre exemplo que vocês dão à humanidade.
Espero sinceramente que a comunidade maçônica reconheça O símbolo
perdido pelo que ele realmente é {...} uma tentativa sincera de explorar com
respeito a história e a beleza da filosofia maçônica”.
E é exatamente sobre esta questão da definição do nome de Deus é que quero aqui deixar
meu posicionamento como M∴M∴, pesquisador e eterno aprendiz.
Desde os primórdios, o ser humano entendia existir uma força suprema que habitava um
espaço que não conseguia definir e nem mesmo caracterizar com provas concretas e palpáveis,
mas que estava representada por toda a força da natureza.
Passaram-se séculos e séculos e o homem buscava encontrar algo que pudesse determinar
uma possível compreensão sobre esta força suprema, criaram igrejas, templos, seitas e, lhe deram
vários nomes, separando ao invés de unir nós criaturas imperfeitas.
Yahweh (javé), Jehovah (Jeová), Brâman, Shangdi, Mawu, Olorum, Zambi, Deus, Jahbulon
e tantos outros nomes foram oferecidos a esta força suprema, que sempre se deixou reconhecer
pelos seres humanos através de seus “sinais” na criação e na natureza.
Ao longo desta minha pequena caminhada maçônica, tenho percebido que ela é uma
Instituição verdadeiramente muito sólida e possui em sua ritualística e filosofia, uma gama imensa
de instruções e bases de sustentação para a necessária e constante busca do conhecimento,
oferecendo a todos nós IIr∴ obreiros da Arte Real a oportunidade de desvendar o véu das letras e
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compreender com mais sabedoria, o verdadeiro sentido da vida e, ainda nos aproximarmos cada
vez mais da grande força divina.
Vejo que quando conseguimos assimilar os mecanismos da retirada do véu das letras,
desnudando-as pela compreensão, iniciamos o grande processo de sermos enfim membros desde
grande corpo de pensamento, conhecido por Arte Real ou Maçonaria.
É neste momento, que iniciamos o processo de deixar a maçonaria entrar em nós,
conectando-nos então, (sem barreiras, com respeito às diferenças, com tolerância e, tomando
como base de sustentação de toda busca os três pilares de nossa Instituição, Liberdade, Igualdade
e Fraternidade) ao Grande Arquiteto do Universo.
Nossa missão como Maçons não é buscar a verdade efetiva, mas é a de dar continuidade
constante na busca por mecanismos que objetivem alcançarmos esta verdade.
Por mais que procuremos, não iremos encontrar na Maçonaria nenhuma possibilidade que a
possa ser vista como uma religião. No documento aprovado pela Grande Loja Unida da Inglaterra
em 21 de junho de 1985, encontramos que: “A Maçonaria sem interferir nas práticas religiosas,
espera que seus adeptos sigam a sua própria fé e que ponham seus próprios deveres para com
Deus ( em todos os nomes mediante os quais Deus é conhecido), acima dos demais. Os
ensinamentos morais da maçonaria são aceitos por todas as religiões.
Como registra Wagner Borges, essa grande força universal e transcendente é “O
Todo”, e assim comenta:
“O TODO” é a expressão hermética para designar o Poder Absoluto que está
em tudo. O Supremo, O Grande Arquiteto Do Universo, Deus, O amor Maior
Que Gera a Vida.
Este fragmento escrito por Wagner Borges e, que recentemente tive oportunidade de
ler e, que ele deu o nome de “Somos todos Um! ”, onde como ele mesmo designa o “Poder
Absoluto”, como “O TODO”, pois tudo é Ele. Todo é um. E como parte d’Ele, também Somos
Um! Para ele, (...) “Nada está fora do Todo”. Se algo estivesse fora, não seria mais o Todo. Pois,
então, estaria faltando um pedaço. Quando se diz que Ele é o Todo, É porque esta em tudo, sem
exceção alguma. Portanto, também está em nossos corações. E em qualquer coisa que pensarmos.
No livro “Quem somos nós”, na parte que trata de “Ciência e Religião – A grande
separação”, os autores Willian Arntz, Betzy Chasse e Mark Vicente, trazem na página 12 este
fragmento que demonstra que esta busca constante por conhecer o mundo material e o mundo
espiritual.
“Os Sumérios (3.800 a.C.), a mais antiga civilização conhecida, consideravam
iguais os esforços de compreender tanto o mundo ao redor como o mundo
espiritual. Havia um deus da astrologia, um da horticultura e um da irrigação.
Os sacerdotes do templo eram escribas e tecnólogos que investigavam esses
campos do conhecimento.
Eram povos que acreditavam, portanto numa força Maior, mas que imaginavam
serem estas energias de origens diversas, por estes motivos consideramos povos politeístas.
Platão o grande filosofo que viveu no século “V”a.C. foi quem utilizou pela primeira vez o
termo Teologia em seu Livro “A Republica”, referindo-se á compreensão da natureza divina por
meio da razão, literalmente teologia que significa o estudo sobre Deus, que foi o agregar da
palavra grega “theos” que significa Deus com a palavra “logos” que significa estudos.
Como é impossível estudarmos diretamente Deus, por tratar-se de algo que não vemos e
nem podemos tocar, precisamos estudar Deus a partir do que chamamos de suas revelações e, que
nos foram oferecidas desde o aparecimento do hominídeo há milhões de anos no sul do deserto de
Saara, em Chad, conforme descobertas de grandes estudiosos.
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Tivesse a humanidade, seguido em frente com a idéia de Platão com respeito à Teologia,
talvez hoje pudéssemos estar mais a frente na busca do entendimento sobre a Grande Força
Universal, todavia o homem acabou criando várias religiões e várias idéias da Força Universal,
bem como considerando somente como verdadeiro aquilo que lhe interessava.
Para o Ir∴ Ambrósio Peters em seu trabalho maçônico “O Grande Arquiteto do Universo”:
(...) Podemos assim conceber um Grande Arquiteto do Universo realmente
digno deste nome, um Arquiteto que esta acima da causalidade, acima do
tempo, acima do espaço, acima das leis que governam e regem o Universo.
Ele apenas “É “, sem atributos e nem qualidades e não apenas um homem
com qualidades infinitas como o concebe o homem comum. (...) Um
GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, um CRIADOR acima e além do
Universo.
O GADU nos criou para sermos felizes e junto, em sua grande sabedoria nos deu a
capacidade da livre escolha ou o chamado “Livre Arbítrio” esta capacidade que possuímos de
escolher o que efetivamente queremos para nossas vidas.
A Maçonaria nos coloca a disposição em todos os momentos a base de sustentação para
entendermos de forma simples esta necessidade de que, tudo depende de nós mesmos e,
precisamos saber equilibrar nosso corpo físico, mental e espiritual, para trabalharmos a nossa
necessária reforma íntima como homens de bem e de bons costumes, burilando continuadamente
nossa Pedra Bruta, pois como dissemos até aqui, não fomos criados perfeitos e sim, vamos aos
pouco nos construindo, através da busca do conhecimento e da verdade.
Aqui vou tomar a liberdade e expor meu entendimento como Maçom, que busca
continuadamente a verdade e que mesmo sabendo a dificuldade de encontrá-la não desiste por ter
a consciência de que o mais importante é a formatação e absorção das belezas encontradas ao
longo dos estudos e pesquisas, deixando misturar-se a essência de meu interior onde reside a
verdadeira base de sustentação da energia espiritual e, expor uma tese filosófica que
evidentemente deve ter sido estudada por outros filósofos e IIr∴, mas que hoje viajam em minha
mente.
Trata-se da certeza que tenho de que nosso GADU esta efetivamente mostrando dia a dia a
necessidade de evoluirmos na busca de uma possível perfeição ou uma aproximação cada vez
maior desta possibilidade, para isso ao longo da existência do Planeta TERRA.
Nosso Ir∴ Edenio Detmann lá do Or∴ de Viçosa em Minas Gerais foi muito feliz ao
escrever em seu trabalho maçônico “Aspectos Históricos e Teológicos da Inefabilidade do Nome
de Deus”, quando registrou:
“A busca pelo nome inefável nada mais representa do que uma busca pelo
aperfeiçoamento, pela tolerância e pela transformação da Pedro Bruta em uma
Pedra Cúbica útil para a construção social. A busca pelo nome inefável
simboliza a busca interior pela verdade, pelo autoconhecimento e pela
perfeição. Este é o grande segredo inefável.
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A Origem da Maçonaria
Ir. Kurt Max Hauser
Membro Fundador, Benemérito e ex-V.M. da C.B.A.R.L.S.
“CONCORDIA ET HUMANITAS”, Nr. 56 –
Rito Schröder - G.L.M.E.R.G.S
Uma das perguntas mais intrigantes que se ouve, especialmente dos maçons recém iniciados, é
sobre a origem de nossa Ordem. Mesmo maçons já mais
experientes apresentam as origens mais diversas para o
começo da Maçonaria. Vamos ver a opinião exposta por
alguns dos mais sérios escritores maçons:
O Irmão J. G. Findel, que nasceu em 1828 e faleceu em 1905,
escreve em seu livro "História da Maçonaria", página 19:
"Cegos pela ambiciosa vaidade de fazer atingir a origem da
Instituição a uma antiguidade remota, alguns procuram
atribuir a ilustração de certos membros ou se deixam
extraviar pela analogia de certos símbolos e velhos costumes de Lojas com os antigos mistérios.
Em lugar de inquirir como se introduziram esses usos na Maçonaria, apoiam-se em hipóteses para
fazer sair delas a própria Instituição".
O Irmão Albert Lantoine, que nasceu em 1869, escreve em sua obra 'Trane-Maçonnerie chez Elle,
na página 4: "O erro da maior parte dos escritores maçons consiste na preocupação que tiveram e
na tentativa feita de basear a história da Instituição no seu simbolismo. Em virtude dos seus sinais
de reconhecimento, de seus atributos e das normas do seu cerimonial terem alguma semelhança
com os ntos das sociedades antigas, foram levados a deduzir - e a crer - que pertenciam a elas
J. Berteloot, padre jesuíta e profundo estudioso da Ordem, escreve em sua obra "Les Franc
Maçons devant I'Histoire, na página 13: "Segundo a opinião quase unânime dos historiadores
sérios que estudaram a Maçonaria, a sua origem mais verdadeira é a mais verossímil: ela descende
das antigas corporações de mestres-pedreiros construtores de catedrais e igrejas, corporações
formadas sob a influência da Igreja na Idade Média".
O Irmão Paul Naudon escreve em sua obra "Les Origines Religicuses et Corporatives de Ia Franc-
Maçonnerie", na página 7: "Realmente, a história da Maçonaria é mal conhecida. As obras não
faltam, sem dúvida, mas os historiadores são raros. A maior parte é apologia ou panfletos
detratores, isto é, obras impregnadas de paixão, defeito inconciliável com o espírito Histórico".
Se fizermos uma verificação profunda, veremos que a primeira referência sobre a Maçonaria
como organização surgiu em 1356, quando um Código de Regulamentos Maçônicos foi
5 – A Origem da Maçonaria
Kurt Max Hauser
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formalmente apresentado, na sede da Municipalidade de Londres, na Inglaterra. Em 1376,
encontramos informações sobre a Companhia Maçônica de Londres, e é interessante observar sua
evolução. De acordo com a Grande Loja, em 1463 ela arrendou terras e edifícios por 99 anos,
sendo que as edificações foram transformadas em sede da Corporação Maçônica. No ano de 1472
recebeu a concessão de um Escudo, com a inscrição "Deus é nosso guia" e que, mais tarde, foi
substituído pela expressão "Confiamos no Senhor". Este Escudo, levemente modificado, continua
incluído no Escudo atual da Grande Loja Unida da Inglaterra.
O primeiro documento escrito conhecido sobre a Franco-Maçonaria é o chamado Poema Regius.
Quem descobriu este poema foi um estudioso que não era maçom, chamado J. O. Halliwell-
Phillips (o nome Phillíps foi acrescentado por ele mais tarde, para contentar seu padrasto). Este
poema estava catalogado sob o título "Um Manuscrito de Obrigações Morais", no Museu
Britânico. Sua história é incerta, porém, aparentemente, pertenceu durante algum tempo a John
Thomas. O primeiro proprietário conhecido foi John Thayer, um colecionador de antiguidades que
faleceu em 1673. Sua avó, Ann Hart Thayer, ofereceu sua biblioteca e antiguidades para a
biblioteca de Bodley, em Oxford, porém a mesma não se interessou
pelo assunto e assim todo o acervo foi vendido para Robert Scott,
comerciante de livros em Londres, e depois foi vendido para Carlos
II, em 1678, pelo preço de dois "shillings". Tornou-se depois parte
da Biblioteca Real de Henrique VII, por isto o nome de Regius
dado ao manuscrito. Em 1757, a Biblioteca foi dada de presente
para o Museu Britânico por Jorge II. Em sua homenagem, a
coleção ficou conhecida como "Coleção Regius".
Em 1839, Hailiwell apresentou um trabalho sobre este manuscrito,
uma parte do seu trabalho foi publicado na revista "Arqueologia" em 1840 e, no mesmo ano, o
poema foi reproduzido diversas vezes. Foi escrito por volta de 1390, tendo sido evidentemente
copiado de um documento mais antigo. Escrito em um inglês antigo, era de difícil leitura para ser
decifrado por um não lingüista. No decorrer dos anos seguintes, foi adaptado ao inglês moderno.
De acordo com o Manuscrito Regius, o Rei Athelstan, que subiu ao trono da Inglaterra em 925,
foi neto de Alfredo, o Grande, e faleceu no ano de 940. Convocou os maçons para um encontro e
então lhes deu novos e modernos regulamentos e os enviou mundo afora. James Anderson afirma
que isto aconteceu no ano de 926 na cidade de York. O historiador e escritor maçom Coil,
entretanto, observa que, nos documentos mais antigos e que são o Regíus e o Cooke, não
mencionam a cidade de York, e inclusive discorda da data anual de 926, achando que
provavelmente a reunião teria sido em 932.
Sem dúvida alguma, o livro mais detalhado sobre a Maçonaria e sua evolução é de Robert Freke
Gould, em três volumes "A História da Franco-Maçonaria" pois ele, de maneira cautelosa, baseou-
se em uma documentação séria, não se deixando levar por fantasias.
Os documentos mais antigos de Lojas foram encontrados na Escócia e existem até os dias atuais.
Os documentos escritos da Loja "Mary's Chapel, da cidade de Edinburg, existem completos desde
1599. Na Inglaterra, de acordo com Gould," somente os documentos da Loja "Alnwick" entre as
datas de 1700 e 1717 são conhecidos". De diversas fontes, sabemos do ingresso de Elias Ashmole
em data de 16 de outubro de 1646, conforme consta em seu diário: 'Fui feito Franco-Maçom em
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Warrenton, no Lancashire, em companhia de Heniy Maínwanng" Ele ainda acrescentou o nome de
sete membros da Loja. Os documentos desta Loja estão desaparecidos. Outrossim, não sabemos
exatamente quando a Franco-Maçonaria ingressou na Irlanda. Provavelmente foi após a formação
da Grande Loja da Inglaterra que iniciou a existência oficial da Maçonaria na Irlanda. Sem dúvida
alguma, havia conhecimento de Maçonaria, pelo menos nos primórdios de 1688.
O Manuscrito de Cook, de 1410, continha o primeiro elo entre os maçons e o Rei Salomão.
Harry Carr, em seu trabalho "Grande Loja", transcreveu o seguinte do Manuscrito: "Quando da
construção do Templo de Salomão, que o Rei David iniciou, pois, este tinha grande apreço pelos
maçons e lhes deu incumbências aproximadamente como as atuais. E quando da construção do
Templo na época de Salomão, assim como está escrito na Bíblia, no III Livro de Reis". "Salomão
tinha quatro mil maçons a seu serviço; e o filho do Rei de Tiro foi seu Mestre Maçom".
Grande grupo de historiadores acreditam que a Franco-Maçonaria seja descendente dos pedreiros.
Ora, sem dúvida alguma, os pedreiros devem ter existido de alguma forma por todo o mundo,
desde os primórdios, muito tempo antes da construção das pirâmides no Egito. Não há
necessidade de muita fantasia para imaginar que existiram pedreiros ou outros artífices, desde que
o homem primitivo começou a construção para abrigar-se das intempéries em casas ou edifícios.
Isto, sem dúvida, necessitava de algum tipo de organização tomando-se, sem dúvida, uma
especialização. Histórias na Bíblia e em outros velhos documentos contém esta teoria.
Não podemos ir além do século XVI para encontrar maçons especulativos nas Lojas Operativas,
entretanto, não podemos deixar de acreditar que, anteriormente a este século, tenha havido alguma
ligação entre clérigos e outras pessoas de certa cultura como os pedreiros operativos que, em sua
maioria, não podiam ler nem escrever. Na obra "Grande Loja" se menciona que o primeiro
registro de maçons não operativos aceitos foi em julho de 1634, quando Lord Alexander, Sir
Anthony Alexander e Sir Alexander Strachan foram admitidos como "companheiros" na Loja de
Edinburg (Mary's Chapel). O escritor Coil afirma da existência de maçons não operativos desde
1600, entretanto, McLeod acredita que isto não está correto, pois não há prova alguma. John
Boswell, não operativo, assistiu a um julgamento de um Vigilante e não a uma sessão de Loja. O
historiador Coil encontrou o ingresso de não operativos em Kelso no ano de 1652; em Aberdeen,
no ano de 1670, e em Kilwinning em 1672. Outrossim, ele descobriu o último maçom operativo
como membro da Loja Glasgow, em 1842.
Sobre a origem da palavra "Loja" igualmente há muita especulação. Pelos dicionários, temos a
informação de que se originou, provavelmente, das construções ou barracões onde os pedreiros
trabalhavam e viviam junto às obras que estavam construindo. Lojas de maçons são mencionadas
em 1352, na Catedral de Minster, na Catedral de Canterbury, em 1429, na Igreja de São Nicolau
de Aberdeen, em 1483 e na Igreja de St. Giles, em Edinburg, em 1491.
"Loja", primeiramente, se referia a organizações não fixas e permanentes, porém gradualmente se
transformaram em locais fixos, como a de Edinburg em 1598.
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Este Bloco é produzido
pelo Irmão Pedro Juk, às segundas,
quartas e sextas-feiras
Desfazer o sinal
Em 01/09/2015 o Respeitável Irmão Leniro Almeida, atual Venerável Mestre da Loja João Vieira
Chagas, 2.467, GOB-AL, Oriente de União dos Palmares, Estado das Alagoas, apresenta a seguinte
questão:
leniroalmeida@hotmail.com
Estou com duvidas e gostaria de suas orientações às quais são boas, de ótimos
resultados e proveito. Quando os Irmãos na Palavra a Bem da Ordem e do Quadro em Particular
estão à Ordem para fazer uso da palavra, os Vigilantes e o Venerável podem solicitar que fiquem
à vontade e discassem da posição gutural. Estou vendo umas discordâncias e gostaria de
orientações.
Considerações:
A prerrogativa de autorizar algum Irmão a desfazer o Sinal no momento do uso da
palavra (falar a vontade) é apenas do Venerável Mestre e nunca dos Vigilantes. À bem da
verdade, essa prática não deve ser usada de modo prosaico e o Venerável deve avaliar muito
bem se a situação é plausível para que alguém desfaça o Sinal.
6 – Perguntas & Respostas
Pedro Juk
Não esqueça: envie sua pergunta identificada pelo nome completo, Loja, Oriente, Rito e Potência.
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Uma das regras do verdadeiro REAA é a de que um obreiro ao usar da Palavra a faça
sempre à Ordem, salvo se de acordo com o momento ritualístico o ritual determine o contrário.
Assim, essa prática deve ser evitada o máximo possível pelo Venerável, fazendo
desse expediente apenas uma situação esporádica e não corriqueira.
An passant, o Obreiro quando compondo o Sinal Penal, pelo desconforto causado fala
menos e assim poupa os demais de ficar “aguentando” certos discursos rançosos e
intermináveis.
É também de péssima geometria, portanto nem está previsto, o hábito de certos
obreiros que ficam solicitando permissão para desfazer o Sinal. Isso fica somente a critério do
Venerável se ele assim entender. No mais, em se estando com as mãos desocupadas, em Loja
aberta fala-se à Ordem.
T.F.A. PEDRO JUK –
Secretário de Orientação Ritualística do GOB-PR
Out/2015
jukirm@hotmail.com –
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(as letras em vermelho significam que a Loja completou
ou está completando aniversário)
GOSC
https://www.gosc.org.br
Data Nome Oriente
05/03/2005 Aurora Florianópolis
10/03/1972 Templários da Justiça Lages
15/03/1998 Estrela do Sul Lages
18/03/1998 Jacy Daussen São José
18/03/2011 Monteiro Lobato Itajaí
19/03/1993 III Milênio Curitibanos
19/03/1994 Renascer da Luz Criciúma
20/03/1949 Januário Corte Florianópolis
23/03/1996 Pedra Cintilante Itapema
24/03/1998 Fiel Amizade Florianópolis
30/03/1998 Amigos para Sempre Joinville
30/03/1999 Círculo da Luz Joinville
31/03/1975 Estrela do Mar Balneário Camboriú
31/03/2011 Colunas do Arquiteto Ituporanga
7 – DESTAQUES JB – Resenha Geral
Lojas Aniversariantes de Santa Catarina
Mês de Março
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GOB/SC –
http://www.gob-sc.org.br/gobsc
Data Nome Oriente
03.03.2012 Guardiões das Virtudes - 4198 Biguaçú
14.03.1981 Estrela do Planalto -2119 Canoinhas
16.03.1899 União III Luz E Trab. 664 Porto União
16.03.2005 Cavaleiros da Luz - 3657 Florianópolis
19.03.2004 Quintessência - 3572 Bombinhas
21.03.1990 Luz da Acácia - 2586 Jaraguá do Sul
21.03.2009 Acácia de Balneário - 3978 Baln. Camboriú
29.03.1973 Acácia Joinvilense - 1937 Joinville
29.03.1973 Gênesis - 2701 Tubarão
29.03.2012 União Palhocense - 4236 Palhoça
30.03.2006 Luz da Porta do Vale - 3764 Itajaí
GLSC -
http://www.mrglsc.org.br
Data Nome da Loja Oriente
11.03.2003 Fraternidade Itajaiense nr. 85 Itajaí
17.03.2010 Fonte de Luz nr. 102 Chapecó
18.03.1989 Tríplice Fraternidade nr. 48 Dionísio Cerqueira
20.03.2009 Acácia Itajaiense II nr. 100 Itajaí
21.03.1940 Cruzeiro do Sul nr. 05 Joaçaba
24.03.2010 Loja do Sol nr. 103 Blumenau
28.03.1970 Pitágoras nr. 15 Florianópolis
30.03.1995 Leão de Judá nr. 62 Florianópolis
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“Nossa Senhora do Desterro”
Na noite de terça-feira, 22 de março, o Irmão Eleutério Nicolau da Conceição, escritor,
pesquisador, palestrante, MI da Loja Alferes Tiradentes e ex-presidente da Academia
Catarinense Maçônica de Letras, teve a sua gloriosa noite de autógrafos nas dependências da
Assembleia Legislativa de Santa Catarina, ao lançar a sua mais recente obra.
“Nossa Senhora do Desterro” é uma inusitada história em quadrinhos enfocando os primeiros
anos da Ilha de Santa Catarina. Utilizando a técnica do traço à nanquim – bico de pena – e cor em
aquela, o autor teve seu trabalho reconhecido pelo Ministério da Cultura do Governo Federal.
Na foto acima, o Irmão Eleutério, numa exclusividade para o JB News, está ao lado da tela que
reproduz a capa dessa interessante e importante obra da cultura catarinense.
Qualquer contato com o autor, comunique-se através do endereçamento elenico50@gmail.com
Veja agora os registros fotográficos produzidos pelo correspondente, Irmão Borbinha:
https://picasaweb.google.com/103634428674850958508/EleuterioLancamentoDaObraNossaS
enhoraDoDesterro?authkey=Gv1sRgCKm00qSnnYiwmgE
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Câmara de Vitória da Conquista
homenageia Ordem Demolay
(Do correspondente de Vitória da Conquista, Ir Glauber Santos Soares)
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A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) homenageou, na noite dessa terça-feira (22), a
Ordem Demolay. A homenagem aconteceu através de uma audiência pública onde também foi
comemorado o Dia Municipal do Demolay (estabelecido pela Lei Nº 1.646/2009), celebrado em
18 de Março.
A sessão foi de autoria do vereador Arlindo Rebouças (PSDB). Além dos membros da ordem
Demolay, participaram do evento o Irmão Mário Sérgio Alves Caracas, Venerável Mestre da Loja
Maçônica “Luz e Sabedoria”, o Mestre Conselheiro do Capítulo Conquistense Lucas de Oliveira
Alves Flores; o presidente do Conselho Consultivo do Capítulo Guardiões do Cruzeiro do Sul,
maçom Fernando Couto; o presidente do Conselho Consultivo do Capítulo Conquistense, Irmão
Jeferson Farias Chagas; o representante da Loja Maçônica “Fraternidade Conquistense”, Irmão
Clóvis Flores e Irmão Pedro, Venerável Mestre da Loja Maçônica “Monte Sião”.
Uma noite significativa com a presença de autoridades, convidados especiais, além de familiares,
que prestigiaram importante acontecimento para a nossa cidade.
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Maçons em noite festiva no Município
A noite de quarta-feira, 23 de março, data em que Florianópolis comemorou 343 anos de
fundação, foi pródiga em homenagear dois ilustres irmãos, quando a Câmara Municipal,
reunida no Plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, outorgou ao Irmão
Antonio Chraim, que é Presidente da Comissão de Legislação da Grande Loja de
Santa Catarina, com o Título de Cidadão Honorário, enquanto que o Irmão Oreste
Melo dos Santos, homem da imprensa e da televisão, pertencente ao Grande Oriente
de Santa Catarina, foi homenageado com a Comenda do Mérito Francisco Dias Velho.
Uma noite de festa com o plenário da Assembleia repleto de amigos, familiares e
convidados, que levaram o abraço fraterno a esses dois grandes expoentes da nossa
Maçonaria.
O Irmão Antonio Chraim, segundo da esquerda para a direita,
foi agraciado com o Título de Cidadão Honorário de Florianópolis
JB News – Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 27/32
Irmão Oreste Melo, agraciado com a Comenda do Mérito Francisco D ias Velho.
Veja os demais registros produzidos pelo Irmão Borbinha, correspondente JB News, clicando no link
a seguir:
https://picasaweb.google.com/103634428674850958508/Cidadao?authkey=Gv1sRgCKCP_a
WY77mEngE
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Observação
Mensagem do Grão-Mestrado
Queridos irmãos,
A Páscoa é sinônimo de ressurreição, mudança, transformação, renascer!
Renascer é nascer, somos nós mesmos que renascemos nos nossos filhos e renova
nosso amor.
A Páscoa é amor, fraternidade, união.
Devemos lembrar que Cristo morreu, mas ressuscitou, e fez isso somente para nos
ensinar a matar nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no
íntimo de nossos corações.
A Páscoa é a ressurreição das nossas almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de
novo. De nos libertamos do mal que corrompeu nossas almas, e das ações que temos
feito e nos recobrirmos com o véu da pureza da alma que tivemos um dia.
Abandonar tudo o que é velho e antigo e olhar para frente com coragem.
Nos dedicarmos à vida como quem absorve o sumo de um fruto saboroso.
Que essa Páscoa não seja apenas o almoço em família, a troca de ovos de chocolate e
ver a alegria das crianças quando recebem, que não seja também a tristeza daqueles
que vão estar sozinhos ou dos que não podem comemorar com festas e chocolates, ou
daqueles que estão doentes e sem esperanças.
Que seja renovado em cada um de nós a fé, a esperança, a capacidade de recomeçar,
de perdoar, de respeitar o próximo, e de pelo menos se esforçar para viver em
harmonia e equilíbrio. Que ela seja a mudança, a transformação, o renascer!
Que nesse dia, todos tenham capacidade de entender o verdadeiro sentido da Páscoa.
Que esta seja a verdade da sua e da nossa Páscoa!
Feliz Páscoa!
Fernando Zamora
Grão-Mestre
JB News – Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 29/32
Grande Loja de Santa Catarina – Foto Ir. Paulo Veloso
JB News – Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 30/32
JB News – Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 31/32
Os vídeos são pesquisados ou repassados, em sua maioria, por irmãos colaboradores do JB News.
1 – Prainha da Barra da Lagoa - Florianópolis
https://www.youtube.com/watch?v=9Qpn6iKs3mc
2 – Bruxelas. Luzes de Natal. 2015:
BruxelasLuzes de Natal-2015_Alves.pps
3 – Guarda do Embaú e Praia da Pinbheira:
https://www.youtube.com/watch?v=hH6I3KtiXDg
4 – Praia Mole (Florianópolis):
https://www.youtube.com/watch?v=E7Mn5jRif8U
5 – Deserto de Atacama:
Desierto_de_Atacama.ppsx
6 – Portugal: tão lindo e aqui tão perto
Portugal tão lindo e aqui tão perto.ppsx
7 – Filme do dia: (Madagascar A Ilha Misteriosa - Documentário Dublado.)
https://www.youtube.com/watch?v=Z41X6wpRgoU
JB News – Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 32/32

Jb news informativo nr. 2001

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    Nesta edição: Pesquisas –Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.001 – Florianópolis (SC) – sexta-feira, 25 de março de 2016 Bloco 1 – Almanaque Bloco 2 – Ir Vandi Dogado – Inteligência ou Inteligências? (Coluna do Irmão Vandi Dogado) Bloco 3 – Ir Valdemar Sansão – Maçonaria e o Momento Nacional Bloco 4 – Ir Valter Cardoso Júnior – O Grande Arquiteto do Universo Bloco 5 – Ir Kurt Max Hauser – A Origem da Maçonaria Bloco 6 – Ir Pedro Juk – Perguntas & Respostas – do Ir Leniro Almeida (União dos Palmares – AL) Bloco 7 – Destaques JB – Leia a manifestação da Maçonaria Catarinense: “ Maçonaria contra a Corrupção e a Impunidade”
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 2/32 Livro conta a história de uma poderosa organização criminal O Iminente Colapso de Boston é um daqueles livros que nos faz refletir sobre as teorias da conspiração. O enredo do livro destaca principalmente o poder da Rátio, uma ordem secreta a serviço do crime. O que chama a atenção na trama é o fato de o presidente dos EUA ter sido membro da misteriosa instituição, contudo quando optou por abandoná-la ingressou na lista dos presidentes americanos assassinados. O livro não é uma continuação da trama do enigmático “O Templo de Aiakos” de Vandi Dogado que foi sucesso de venda no mundo todo, mas apresenta a mesma temática e o mesmo personagem principal, Patrick Monks, habilidoso quebrador de códigos da CIA. Desta vez, o protagonista vive o dilema de salvar Boston de uma explosão nuclear ou preservar a vida de sua esposa que se encontra sob o domínio da Rátio. Durante a narrativa o leitor irá encontrar poderosos exoesqueletos, pílulas de aprimoramento intelectual, robôs gigantes e armas nucleares que ameaçam devastar Boston. Este é o sexto livro do autor e será lançado em fevereiro pela Novo Século Editora. O autor é membro da Loja Arquiteto do Progresso nr. 2.434, de São Paulo (GOSP/GOB), professor de Língua Portuguesa e autor dos livros "O Templo de Aiakos" (literário), "O Iminente Colapso de Boston" (literário), O "Assassino Enxadrista"" (literário), "Quim Nunca Esteve Lá" (contos populares), "Inteligência e Aprendizagem: desafios mentais" (psicologia cognitiva), "Escrita e Leitura: novas tecnologias da informação e comunicação" (educacional) e Mentalux : técnicas de estudo e otimização do tempo" (Guia de instruções) Visite o site de seu Blog: http://www.vandidogado.com.br 1 – ALMANAQUE L I V R O S Hoje é o 85º dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Cheia) Faltam 281 dias para terminar este ano bissexto Sexta-Feira Santa. Dia da Independência da Grécia; No Brasil, dia da Comunicade Árabe Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias. Obrigado. Colabore conosco para evitar problemas na emissão de nossas mala direta diária.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 3/32  708 - Constantino é consagrado Papa  717 - O imperador de Bizâncio, Teodósio III, abdica do trono para tomar os votos monásticos  1306 - Roberto Bruce torna-se Rei da Escócia  1590 - Fundação do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro  1655 - A maior lua de Saturno, Titã, é descoberta por Christiaan Huygens  1752 - A maior parte da Catedral Metropolitana de Buenos Aires desaba. Ela só seria reaberta 39 anos mais tarde  1802 - A Paz de Amiens é assinada como um "Tratado de Paz Definitivo" entre a França e o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda  1807 - O Ato contra o Comércio de Escravos torna-se lei, abolindo o comércio de escravos no Império britânico  1811 - Percy Bysshe Shelley é expulso da Universidade de Oxford pela publicação do panfleto A Necessidade do Ateísmo  1821 - (Calendário juliano) A revolta dos gregos contra o Império Otomano, dá início à Guerra da Independência Grega  1824 - O imperador Dom Pedro I, aprova a Primeira Constituição do Brasil  1854 - Começam a funcionar os primeiros lampiões a gás no Rio de Janeiro  1857 - O fonógrafo é patenteado  1882 - É inaugurado o elevador do Bom Jesus em Braga Constituiu o primeiro funicular construído na Península Ibérica  1911 - Em Nova Iorque o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mata 146 trabalhadores  1917 - O governo bolchevique anuncia o fim da pena de morte na Rússia  1922 - Fundação do Partido Comunista do Brasil, o PCB  1933 - Os sindicatos são suprimidos na Alemanha  1939 - O cardeal Eugenio Pacelli é eleito Papa com o nome de Pio XII  1941 - O Reino da Iugoslávia junta-se às forças do Eixo com a assinatura do Pacto Tripartite  1949 - Uma intensa campanha de deportações é conduzida na Estônia, Letônia e Lituânia. As autoridades soviéticas deportam mais de 92.000 pessoas do Báltico para áreas remotas da União Soviética  1957 - O Tratado de Roma é assinado instituindo a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom). Além disso, previa a criação de um mercado comum europeu a partir do dia 1 de Janeiro de 1958  1970 - O presidente Médici amplia o mar territorial brasileiro de 12 para 200 milhas marítimas  1992 - O cosmonauta Sergei Krikalev retorna à Terra após uma permanência de dez meses à bordo da estação espacial Mir  1996 - A União Européia proíbe a exportação de carne bovina britânica e seus derivados em conseqüência do mal da vaca louca (BSE)  2002 - Um sismo no norte do Afeganistão mata pelo menos duas mil pessoas e deixa mais de quatro mil feridos.  2011 — O console Nintendo 3DS é lançado na Europa.  2015 — Arábia Saudita e seus aliados realizam ataques aéreos contra militantes houthis após seu avanço sobre Áden, no Iêmen. Eventos históricos - (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki) Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 4/32 1896 Nasce, em Gaspar, Irineu Bornhausen. Industrial e banqueiro, foi prefeito de Itajaí, governador do Estado e Senador da República. Morreu em Itajaí a 11 de agosto de 1974. 1927 Morre em Florianópolis o jornalista e escritor Crispim Mira. 1934 Instalação, nesta data, do município de Caçador. 1934 Instalação, nesta data, do município de Timbó. 1940 Morre, em Florianópolis, o general-médico Antonio Vicente Bulcão Vianna. 1688 Fundada na Inglaterra uma Loja Maçônica no Regimento de Guardas Irlandesas, que fora criado por Charles II, quando exilado na França. 1882 Fundada a Grande Loja do Arizona dos Maçons Livres e Aceitos 1884 Movimento de Maçons leva à abolição da escravatura na Província do Ceará, quatro anos antes da Lei Áurea. Fatos históricos de santa Catarina Fatos maçônicos do dia (Fontes: “O Livro dos Dias” do Ir João Guilherme - 20ª edição e arquivo pessoal) De Irmão para Irmão As publicidades veiculadas nas edições diárias do JB News são cortesia deste informativo, como apoio aos irmãos em suas atividades profissionais. Valorize-os, caro leitor, preferindo o que está sendo anunciado.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 5/32 Baixe Agora: iOS: http://fraternalhug.com/baixar-apple Android: http://fraternalhug.com/baixar-android Blog (fraternalhug.com/blog):
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 6/32 O Irmão Vandi Dogado escreve às sextas-feiras. É Mestre Maçom da Loja Arquiteto do Progresso 2434 – Rito Moderno – São Paulo - GOSP/GOB, professor de Língua Portuguesa e autor dos livros "O Templo de Aiakos" (literário), "O Iminente Colapso de Boston" (literário), O "Assassino Enxadrista"" (literário), "Quim Nunca Esteve Lá" (contos populares), "Inteligência e Aprendizagem: desafios mentais" (psicologia cognitiva), "Escrita e Leitura: novas tecnologias da informação e comunicação" (educacional) e Mentalux : técnicas de estudo e otimização do tempo" (Guia de instruções). site do seu blog: http://www.vandidogado.com.br e-mail vand16@gmail.com Telefone: (11) 976963273 Inteligência ou Inteligências? Sem dúvidas, por séculos, se discutiu se a inteligência é inata ou adquirida, os cientistas acreditam atualmente que é a interação do sujeito com o mundo que forma a inteligência, ou seja, tanto um fator como outro são influenciadores, mas há outra dúvida que assola os estudiosos e, ainda, encontram-se muitas discordâncias: se possuímos um único tipo de inteligência ou se temos diversos tipos de inteligências? O criador da Teoria das Inteligências Múltiplas é o psicólogo, Howard Gardner, da Universidade de Harvard (considerada a maior do mundo). Alguns questionamentos de Gardner são por que crianças que obtiveram notas baixas na escola e escores baixos em testes de QI (Quociente Intelectual) se tornaram habilidosos profissionais e crianças que obtinham excelentes notas e altos QIs fracassaram profissionalmente? O que está por trás disto? Segundo Gardner, possuímos diversos tipos de inteligências, mas a sociedade ocidental considera inteligentes somente pessoas que tenham altas habilidades matemáticas e linguísticas. Se um indivíduo que tenha habilidade musical escolher uma profissão que exija habilidade matemática, provavelmente não será um dos melhores profissionais. Os famosos testes de QI mensuram apenas habilidades lógico-matemáticas e habilidades lógico-linguísticas. Tais testes são considerados instrumentos eficazes para medir a inteligência pela grande maioria dos psicólogos, resultando numa supervalorização dessas inteligências. O próprio Jean Piaget dedicou parte de suas pesquisas a estudar esses dois tipos de inteligências. De acordo com a Teoria das Inteligências Múltiplas, há vários tipos de inteligências, mas destaca apenas oito: Inteligência Lógico-Matemática — encontrada em pessoas que possuem facilidade em realizar cálculos rápidos e complexos, capacidade de raciocínio abstrato e destreza no estabelecimento de conexões mentais. O matemático Henri Poincoré e o físico Cesar Lattes são exemplos de possuidores desse tipo de inteligência. Inteligência Lógico-Linguística — encontrada em pessoas com enorme facilidade com a linguagem, excelente raciocínio semântico e sintático. O compositor e escritor Chico Buarque e linguista Noam Chomsky são excelentes detentores desta inteligência. 2 – Coluna do Irmão Vandi Dogado Inteligência ou Inteligências?- – Vandi Dogado
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 7/32 Inteligência Corporal-Cinestésica — encontrada em pessoas que têm facilidade em solucionar problemas com os movimentos corporais, como os dançarinos e atletas. Dois bons exemplos deste tipo de inteligência são o jogador de futebol Edson Arantes do Nascimento (Pelé) e o jogador de basquete Michael Jordan. Inteligência Espacial — encontrada em pessoas que possuem noções mensuráveis de espaço físico e abstrato, como os arquitetos e pintores. Os pintores Cândido Portinari e Leonardo da Vinci são exemplos dessa inteligência. Inteligência Musical — encontrada em pessoas com facilidade em tocar instrumentos musicais e operar com sons, como os músicos. Exemplo: os músicos Villa-Lobos e Mozart. Inteligência Intrapessoal — encontrada em pessoas com facilidade de reconhecer e controlar as próprias emoções e o próprio comportamento. Exemplos: Dalai Lama e Madre Teresa de Calcutá. Inteligência Interpessoal — encontrada em pessoas com facilidade em lidar com outros indivíduos, reconhecem com facilidade as emoções e comportamentos dos outros. Exemplo: O humorista Jô Soares e Nelson Mandela. Inteligência Naturalista — encontrada em pessoas com facilidade de reconhecer e distinguir elementos da natureza, comum nos índios. Exemplo: Jaques Cousteau. Não devemos esquecer que o potencial de cada inteligência é genético, mas o seu desenvolvimento é ambiental. Uma análise cuidadosa poderia oferecer quais são as inteligências mais usadas na “Era da Informação e Comunicação”. Para os empresários é, sem dúvida, a inteligência interpessoal, já que a boa convivência entre os colegas melhora o trabalho coletivo. A inteligência matemática continua em alta, devido ao seu constante uso nos meios da informática para o desenvolvimento de programas computacionais. Com o uso das NTICs, é necessário saber falar e escrever eficientemente, ou seja, expressar-se bem, por isso a inteligência linguística é muito exigida. Nos relacionamentos pessoais e familiares a inteligência que deve ser mais empregada é a intrapessoal, pois controlando as próprias emoções é possível evitar conflitos com outras pessoas. Parece bem provável que a inteligência interpessoal pressupõe a inteligência intrapessoal. O certo seria escolher a profissão de acordo com o tipo de inteligência de cada pessoa, mas isto é muito difícil de acontecer, em razão da imaturidade do jovem quando opta pelo curso que irá fazer na universidade. De acordo com Gardner, possuímos todas as inteligências, mas algumas agem melhor do que as outras, por isso é comum alunos terem facilidade em algumas matérias e dificuldades em outras. São raros os indivíduos que possuem dificuldade ou facilidade em todas as disciplinas. Conforme Gardner cada inteligência tem um componente genético, mas pode ser desenvolvida por meio de estudo. As inteligências também podem se articular conjuntamente para realizar operações mentais e, por consequência, resolver problemas. A Teoria das Inteligências Múltiplas causou grande alvoroço na Educação, mas na prática houve muitas confusões. Era comum encontrarmos vídeos com um bebê engatinhando como exemplo de inteligência corporal, constituindo-se uma grande imprecisão, pois só pode ser considerada inteligência corporal se houver o uso do cérebro para resolver problemas com os movimentos do corpo. Havia docente que dizia que criança hiperativa possuía inteligência corporal e deveria ficar andando pela sala para aprender, por exemplo, matemática. Hoje em dia, a Teoria das Inteligências Múltiplas continua sendo debatida mundo a fora, mas eliminou-se a euforia inicial de que seria a solução para as dificuldades de aprendizagem. Biografia: Vandi Dogado. Inteligência e Aprendizagem: desafios mentais. 3ª Edição Multifoco Editora
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 8/32 MENSAGEM DO DIA – MAÇONARIA E O MOMENTO NACIONAL Valdemar Sansão Dia 23 de março MAÇONARIA E O MOMENTO NACIONAL “SENHOR concede-nos a serenidade necessária para aceitarmos as coisas que não podemos mudar; coragem para mudar as que podemos e sabedoria para distinguir uma das outras” Maré de incertezas - A personalidade está desaparecendo e o caráter está sendo colocado em segundo plano. Parece que os duros dias atuais, estão diluindo os bons propósitos e o homem que por eles zela está fora do contexto atual. É desprestigiado por tentar ser correto. Vivemos em um mundo de desequilíbrio, desajuste e a cada dia que passa, caminhamos para dias mais cruéis. O grande desafio - A existência da comunidade maçônica, dos homens livres e de bons costumes tem um desafio de grande proporção, pois, somos nós os responsáveis para cavar as masmorras onde serão sepultados os vícios, as misérias, as dores, os sofrimentos que a cada dia aumentam em proporções assustadoras. O que temos feito e apregoado de maneira tímida, quase nada representa. Estamos parados no tempo e no espaço. Temos sido insensíveis aos clamores de um mundo aflito. Temos vívido cuidando de trabalhos que redundam apenas em refrigério para o nosso braseiro. Caríssimo Ir∴, o que sua Loja tem representado para a comunidade onde está situada? Se ela tem feito algo em favor da comunidade onde está, pode-se considerar feliz, pois já existe um bom começo para que se faça e se cumpra os postulados que a nós nos impôs a nossa Sublime Ordem. Não fiquemos nos “banqueteando” de copo d’água em copo d’água. Vamos além das palmas e das “malhetadas” que apenas ressoam e desaparecem e nada deixam além da vaidade banhada pela multidão da insensatez. Na decorrência do desenvolvimento da atual crise econômica, os valores humanos são postergados e a sociedade brasileira afunda-se num crescente processo de deterioração moral. Os casos de corrupção ativa e passiva são manchetes diárias. Impulsionam manifestações 3 – Maçonaria e o Momento Nacional Valdemar Sansão
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 9/32 sociais e movimentos políticos. Entendemos que estamos diante de um momento trágico. É preciso ter calma e mostrar solidariedade. Qual é o rumo? - A Maçonaria deve se manter alheia aos interesses partidários. Não pode permitir que as paixões políticas encontrem guarida entre seus filiados. Dispõe em seus regulamentos as prerrogativas necessárias para se manter alheia aos interesses da política partidária. Se não compreendemos isso, estaremos não só insuflando os sentimentos desordenados que fermentam as paixões do povo, como também traindo a nossa missão e a nossa própria essência. Que fazer? Para onde ir? Todos têm a solução e todos exigem as soluções, sem, contudo, indicar o caminho para a elas chegar. A crítica é facilmente tecida, mas a execução das ideias é, geralmente, trabalhosa e inglória, pois, quando chega a termo, esbarra na impossibilidade matemática de contentar a toda a coletividade. E, nesse Quadro de insatisfação e de exigências manipuladas por políticos inescrupulosos e por parte da mídia, que, na contramão da História, ainda aposta no “quanto pior melhor”, os dirigentes, tanto de órgãos oficiais quanto de entidades de direito privado, são pressionados e colocados contra a parede, para que tomem atitudes. Afinal, todos, sem nenhuma exceção, não são iguais perante a lei? E os dirigentes maçônicos vêm sendo constantemente pressionados e estimulados a entrar, também, na “temporada da caça” aos corruptos e aos marginais. Deve o povo maçônico, todavia, entender que o momento é grave e que, por isso mesmo, a prudência é a melhor conselheira de seus dirigentes. É preciso meditar bastante, para se saber qual o rumo melhor, num país como o nosso; no qual o Legislativo é, em grande parte despreparado, perdendo-se em questiúnculas regionais e em tricas partidárias. A política econômica - Quanto a política econômica, além da prudência, o momento exige paciência. Já se viu que os choques econômicos heterodoxos, além de inócuos, são altamente traumáticos para toda a nação. As medidas normais de ajuste do mercado e de abertura da economia só produzem efeitos palpáveis a médio e longo prazo. Valerá a pena uma atitude precipitada, agindo sob pressão, numa situação que exige calma e discernimento? A corrupção – A corrupção ativa, ou passiva, é um mal da humanidade, pois surgiu desde que os homens primitivos começaram a usar seus produtos como instrumento de troca e foi incrementada quando o dinheiro foi criado, com base no ouro. Ela existe em qualquer setor das atividades sociais humanas, mas, realmente, sob a capa governamental ela se torna mais facilitada e, provavelmente mais rentável. Os desmandos cometidos nesses anos de baderna foram muito além da pilhagem investigada. Condutas de pessoas sem escrúpulos, que chegaram ao poder só com a intenção de dilapidar o patrimônio público e forjar um projeto de eternização no poder, sem a preocupação de serem perseguidas pela Justiça. Envolveram investimentos mal planejados e mal executados e custos aumentados inutilmente para execução de uma absurda política de conteúdo nacional, pode incluir entre suas façanhas a devastação da maior estatal brasileira, em outros tempos uma das maiores petroleiras do mundo. E existem épocas, na História de qualquer país em que, por circunstâncias várias, os indícios de corrupção surgem em avalanchas. Reflexão é preciso - A Maçonaria sempre foi silenciosa por fora, embora intensamente agitada por dentro. É necessário que nós, maçons, nos recolhamos à reflexão de nossos templos, ali colhendo a formação doutrinária que empregaremos no mundo profano, sem que esse mundo, necessariamente, precise saber de nossa fonte. Só assim nós poderemos melhorar os homens e tornar o mundo melhor.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 10/32 Entendia o eminente Ir∴ Castellani ser “necessário que as Obediências e as Lojas deixem de se encaramujar e de achar que a Maçonaria deve ficar eternamente intramuros, numa época em que se apela tanto para a comunicação”. Mas ele próprio, todavia, ainda adverte: “as práticas ritualísticas e os nossos costumes internos são vedados a profanos”. Insurge-se, na verdade, contra a “falsa ortodoxia”, que traz prejuízos à Ordem e que só interessaria aos detratores da Maçonaria. Respeitam-se outros pensamentos, mas pede-se respeito, também, aos que discordam, que não inovam, nem de ortodoxia falsa se valem, a tradição do silêncio eloquente. Quanto mais silenciosa for a Maçonaria no mundo profano, mais útil e fértil será para a consecução dos seus ideais supremos. Basta que os Irmãos, atuando nas comunidades, de qualquer Ordem ou espécie, políticas, sociais, econômicas, sejam ali, os seus arautos mais qualificados. Ser Maçom, um ideal – Temos consciência que será preciso ter caráter marcante; respeitar os direitos alheios; ser cônscio de seus deveres; amar sua família, base principal que o sustenta e ampara; ser tolerante; jamais praticar atos a outrem que não quer para si; no poder, nunca abusar deste, achando que aquilo que é melhor para si também o é para o grupo; não julgar qualquer Irmão; não levantar falso testemunho; saber distinguir lealdade de franqueza; enfim, ser digno de pertencer à Ordem Maçônica. Concluindo – A Maçonaria não tem ideologia nem partido, de modo que nosso único guia deve encontrar-se no texto da Constituição e nos Regulamentos maçônicos. Em suma, a Loja é a fonte silenciosa que equaciona e traça o comportamento, a postura política e social dos Maçons. Estes são a longa mão da Maçonaria, que programa com entusiasmo – sejam dadas as instruções sobre o segredo, a discrição e a prudência, para que os jovens maçons não se sintam frustrados – como se pertencessem a um Clube de Serviço e não a uma Instituição que não fez, não faz e não deverá fazer coisa alguma além de formar líderes, lapidando-lhes a Pedra Bruta e dando-lhes, para cumprir no Mundo Profano – apenas – uma elaborada, unanimemente aprovada “Palavra de Ordem”. Meu sentimento é um misto de decepção, raiva, tristeza e desalento. E quanto mais leio e ouço as notícias e transcrições de interceptações telefônicas, fico ainda mais decepcionado em não ver as mudanças de que o povo brasileiro necessita para uma vida digna. Fala-se que no Brasil há uma luz no fim do túnel. No momento nacional não temos luz nem túnel. O “gato” comeu! PS - O governo se recusa a autocrítica, rejeita aprender com seus próprios erros. O problema passa então, a ser de todos nós e cabe às próprias instituições resolvê-lo com urgência em favor de todos os brasileiros.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 11/32 O GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO MM Valter Cardoso Júnior – Loja Delta do Norte nº 3273 – Oriente de Florianópolis –SC - GOB Desde criança eu e meus irmãos recebemos de nossos pais um grande incentivo à leitura, iniciamos nas revistas em quadrinhos (gibis) e passamos rapidamente aos livros orientados por eles. Eram verdadeiras viagens no tempo e em lugares desconhecidos, ficávamos maravilhados com tantas belezas criadas por nós mesmos em cada nova pagina. Cresci assim e me sentia muito bem nas bibliotecas do colégio e ou mesmo na Biblioteca Pública de Florianópolis aonde íamos seguidamente para desfrutar de tantas e boas leituras, a começar dos jornais do dia, naquela época a “Gazeta” e o Jornal “O Estado”, bom viajar nas notícias diárias, que nos faziam atualizar os acontecimentos bem como enriquecer nosso conhecimento e ampliar nossa capacidade de ler e escrever. Hoje, com 69 anos não vou a Biblioteca Pública, mas continuo lendo como sempre e, minhas visitas são mais aos Sebos de Floripa e São José ou, comprando sempre que possível livros de meu interesse, bem como recebendo como presentes de meus filhos que também aprenderam a amar a leitura. Este fragmento que ora deixo registrado, trata-se de parte dos ensinamentos secretos de todos os tempos, que de forma simples reflete uma grande verdade, que aproveito para deixar como uma primeira reflexão deste meu texto: “Viver no mundo sem tomar consciência do significado do mundo é como vagar por uma imensa biblioteca sem tocar os livros”. Assim, a leitura passou a ser fator importante em minha vida, leio tudo que entendo ser benéfico e salutar para minha vida e que me inspira a buscar continuadamente melhoras em minha qualidade de vida e em minha evolução. De minha biblioteca particular, também passou a fazer parte os livros de ficção de Dan Brown, jornalista e escritor premiado e, dele já havia lido, “Anjos e Demônios”, “Código da Vinci”, “Fortaleza Digital” e, “Ponto de Impacto”. 4 – O Grande Arquiteto do Univero Valter Cardoso Júnior
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 12/32 Em 2014 adquiri “O Símbolo Perdido”, que me chamava à atenção pelo título e mais ainda pelo conteúdo da história, pois tratava-se de aspectos ligados a Maçonaria. Apesar de ficção, o livro tem algumas riquezas de detalhes, que ampliaram ainda mais a minha vontade de dar continuidade as leituras, pesquisas e estudos sobre Maçonaria. Na sequência adquiri um livro escrito por Dan Bursteins que é considerado o maior especialista no mundo sobre a ficção de Dan Brown e que junto com Arne de Keijzer, resolveram escrever “Os segredos de “O SIMBOLO PERDIDO”- Um guia não autorizado e definitivo do livro de Dan Brown. Foi uma excelente leitura e lá os autores conseguiram colocar entrevistas com grandes estudiosos e entre eles Maçons renomados que puderam posicionar-se a respeito do Livro de Dan Brown, entre eles Arturo de Hoyos (33º) -considerado o maior estudioso da maçonaria das Américas.) e Mark E. Koltko Rivera, (32º) estudioso da Maçonaria e detentor de prêmios por pesquisas em psicologia humanística e psicologia da religião. Em determinado momento desta leitura, exatamente quando Dan Burstein trata no Capítulo primeiro – Alquimia Intelectual – Explorando o complexo Universo de “O Símbolo Perdido”, ele traz parte de uma entrevista concedida a ele por Dan Brown que registro abaixo e, que me incentivou a escrever este texto. Disse Burstein, Brown nos conta que não é maçom, todavia não há mistérios sobre seus sentimentos sobre a razão por que a Maçonaria resume os valores com os quais se identifica pessoalmente e, registra parte de uma carta que escreveu a um grupo de maçons após publicar o Livro “O Grande Segredo”. Escreveu Dan Brown: “Em um mundo em que os homens guerreiam para decidir sobre qual definição de Deus é a mais precisa, não posso expressar adequadamente o profundo respeito e admiração que sinto por uma organização em que homens de diferentes credos são capazes de “compartilhar uma refeição” em um vínculo de irmandade, amizade e camaradagem. Por favor, aceitem meu humilde agradecimento pelo nobre exemplo que vocês dão à humanidade. Espero sinceramente que a comunidade maçônica reconheça O símbolo perdido pelo que ele realmente é {...} uma tentativa sincera de explorar com respeito a história e a beleza da filosofia maçônica”. E é exatamente sobre esta questão da definição do nome de Deus é que quero aqui deixar meu posicionamento como M∴M∴, pesquisador e eterno aprendiz. Desde os primórdios, o ser humano entendia existir uma força suprema que habitava um espaço que não conseguia definir e nem mesmo caracterizar com provas concretas e palpáveis, mas que estava representada por toda a força da natureza. Passaram-se séculos e séculos e o homem buscava encontrar algo que pudesse determinar uma possível compreensão sobre esta força suprema, criaram igrejas, templos, seitas e, lhe deram vários nomes, separando ao invés de unir nós criaturas imperfeitas. Yahweh (javé), Jehovah (Jeová), Brâman, Shangdi, Mawu, Olorum, Zambi, Deus, Jahbulon e tantos outros nomes foram oferecidos a esta força suprema, que sempre se deixou reconhecer pelos seres humanos através de seus “sinais” na criação e na natureza. Ao longo desta minha pequena caminhada maçônica, tenho percebido que ela é uma Instituição verdadeiramente muito sólida e possui em sua ritualística e filosofia, uma gama imensa de instruções e bases de sustentação para a necessária e constante busca do conhecimento, oferecendo a todos nós IIr∴ obreiros da Arte Real a oportunidade de desvendar o véu das letras e
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 13/32 compreender com mais sabedoria, o verdadeiro sentido da vida e, ainda nos aproximarmos cada vez mais da grande força divina. Vejo que quando conseguimos assimilar os mecanismos da retirada do véu das letras, desnudando-as pela compreensão, iniciamos o grande processo de sermos enfim membros desde grande corpo de pensamento, conhecido por Arte Real ou Maçonaria. É neste momento, que iniciamos o processo de deixar a maçonaria entrar em nós, conectando-nos então, (sem barreiras, com respeito às diferenças, com tolerância e, tomando como base de sustentação de toda busca os três pilares de nossa Instituição, Liberdade, Igualdade e Fraternidade) ao Grande Arquiteto do Universo. Nossa missão como Maçons não é buscar a verdade efetiva, mas é a de dar continuidade constante na busca por mecanismos que objetivem alcançarmos esta verdade. Por mais que procuremos, não iremos encontrar na Maçonaria nenhuma possibilidade que a possa ser vista como uma religião. No documento aprovado pela Grande Loja Unida da Inglaterra em 21 de junho de 1985, encontramos que: “A Maçonaria sem interferir nas práticas religiosas, espera que seus adeptos sigam a sua própria fé e que ponham seus próprios deveres para com Deus ( em todos os nomes mediante os quais Deus é conhecido), acima dos demais. Os ensinamentos morais da maçonaria são aceitos por todas as religiões. Como registra Wagner Borges, essa grande força universal e transcendente é “O Todo”, e assim comenta: “O TODO” é a expressão hermética para designar o Poder Absoluto que está em tudo. O Supremo, O Grande Arquiteto Do Universo, Deus, O amor Maior Que Gera a Vida. Este fragmento escrito por Wagner Borges e, que recentemente tive oportunidade de ler e, que ele deu o nome de “Somos todos Um! ”, onde como ele mesmo designa o “Poder Absoluto”, como “O TODO”, pois tudo é Ele. Todo é um. E como parte d’Ele, também Somos Um! Para ele, (...) “Nada está fora do Todo”. Se algo estivesse fora, não seria mais o Todo. Pois, então, estaria faltando um pedaço. Quando se diz que Ele é o Todo, É porque esta em tudo, sem exceção alguma. Portanto, também está em nossos corações. E em qualquer coisa que pensarmos. No livro “Quem somos nós”, na parte que trata de “Ciência e Religião – A grande separação”, os autores Willian Arntz, Betzy Chasse e Mark Vicente, trazem na página 12 este fragmento que demonstra que esta busca constante por conhecer o mundo material e o mundo espiritual. “Os Sumérios (3.800 a.C.), a mais antiga civilização conhecida, consideravam iguais os esforços de compreender tanto o mundo ao redor como o mundo espiritual. Havia um deus da astrologia, um da horticultura e um da irrigação. Os sacerdotes do templo eram escribas e tecnólogos que investigavam esses campos do conhecimento. Eram povos que acreditavam, portanto numa força Maior, mas que imaginavam serem estas energias de origens diversas, por estes motivos consideramos povos politeístas. Platão o grande filosofo que viveu no século “V”a.C. foi quem utilizou pela primeira vez o termo Teologia em seu Livro “A Republica”, referindo-se á compreensão da natureza divina por meio da razão, literalmente teologia que significa o estudo sobre Deus, que foi o agregar da palavra grega “theos” que significa Deus com a palavra “logos” que significa estudos. Como é impossível estudarmos diretamente Deus, por tratar-se de algo que não vemos e nem podemos tocar, precisamos estudar Deus a partir do que chamamos de suas revelações e, que nos foram oferecidas desde o aparecimento do hominídeo há milhões de anos no sul do deserto de Saara, em Chad, conforme descobertas de grandes estudiosos.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 14/32 Tivesse a humanidade, seguido em frente com a idéia de Platão com respeito à Teologia, talvez hoje pudéssemos estar mais a frente na busca do entendimento sobre a Grande Força Universal, todavia o homem acabou criando várias religiões e várias idéias da Força Universal, bem como considerando somente como verdadeiro aquilo que lhe interessava. Para o Ir∴ Ambrósio Peters em seu trabalho maçônico “O Grande Arquiteto do Universo”: (...) Podemos assim conceber um Grande Arquiteto do Universo realmente digno deste nome, um Arquiteto que esta acima da causalidade, acima do tempo, acima do espaço, acima das leis que governam e regem o Universo. Ele apenas “É “, sem atributos e nem qualidades e não apenas um homem com qualidades infinitas como o concebe o homem comum. (...) Um GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, um CRIADOR acima e além do Universo. O GADU nos criou para sermos felizes e junto, em sua grande sabedoria nos deu a capacidade da livre escolha ou o chamado “Livre Arbítrio” esta capacidade que possuímos de escolher o que efetivamente queremos para nossas vidas. A Maçonaria nos coloca a disposição em todos os momentos a base de sustentação para entendermos de forma simples esta necessidade de que, tudo depende de nós mesmos e, precisamos saber equilibrar nosso corpo físico, mental e espiritual, para trabalharmos a nossa necessária reforma íntima como homens de bem e de bons costumes, burilando continuadamente nossa Pedra Bruta, pois como dissemos até aqui, não fomos criados perfeitos e sim, vamos aos pouco nos construindo, através da busca do conhecimento e da verdade. Aqui vou tomar a liberdade e expor meu entendimento como Maçom, que busca continuadamente a verdade e que mesmo sabendo a dificuldade de encontrá-la não desiste por ter a consciência de que o mais importante é a formatação e absorção das belezas encontradas ao longo dos estudos e pesquisas, deixando misturar-se a essência de meu interior onde reside a verdadeira base de sustentação da energia espiritual e, expor uma tese filosófica que evidentemente deve ter sido estudada por outros filósofos e IIr∴, mas que hoje viajam em minha mente. Trata-se da certeza que tenho de que nosso GADU esta efetivamente mostrando dia a dia a necessidade de evoluirmos na busca de uma possível perfeição ou uma aproximação cada vez maior desta possibilidade, para isso ao longo da existência do Planeta TERRA. Nosso Ir∴ Edenio Detmann lá do Or∴ de Viçosa em Minas Gerais foi muito feliz ao escrever em seu trabalho maçônico “Aspectos Históricos e Teológicos da Inefabilidade do Nome de Deus”, quando registrou: “A busca pelo nome inefável nada mais representa do que uma busca pelo aperfeiçoamento, pela tolerância e pela transformação da Pedro Bruta em uma Pedra Cúbica útil para a construção social. A busca pelo nome inefável simboliza a busca interior pela verdade, pelo autoconhecimento e pela perfeição. Este é o grande segredo inefável.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 15/32 A Origem da Maçonaria Ir. Kurt Max Hauser Membro Fundador, Benemérito e ex-V.M. da C.B.A.R.L.S. “CONCORDIA ET HUMANITAS”, Nr. 56 – Rito Schröder - G.L.M.E.R.G.S Uma das perguntas mais intrigantes que se ouve, especialmente dos maçons recém iniciados, é sobre a origem de nossa Ordem. Mesmo maçons já mais experientes apresentam as origens mais diversas para o começo da Maçonaria. Vamos ver a opinião exposta por alguns dos mais sérios escritores maçons: O Irmão J. G. Findel, que nasceu em 1828 e faleceu em 1905, escreve em seu livro "História da Maçonaria", página 19: "Cegos pela ambiciosa vaidade de fazer atingir a origem da Instituição a uma antiguidade remota, alguns procuram atribuir a ilustração de certos membros ou se deixam extraviar pela analogia de certos símbolos e velhos costumes de Lojas com os antigos mistérios. Em lugar de inquirir como se introduziram esses usos na Maçonaria, apoiam-se em hipóteses para fazer sair delas a própria Instituição". O Irmão Albert Lantoine, que nasceu em 1869, escreve em sua obra 'Trane-Maçonnerie chez Elle, na página 4: "O erro da maior parte dos escritores maçons consiste na preocupação que tiveram e na tentativa feita de basear a história da Instituição no seu simbolismo. Em virtude dos seus sinais de reconhecimento, de seus atributos e das normas do seu cerimonial terem alguma semelhança com os ntos das sociedades antigas, foram levados a deduzir - e a crer - que pertenciam a elas J. Berteloot, padre jesuíta e profundo estudioso da Ordem, escreve em sua obra "Les Franc Maçons devant I'Histoire, na página 13: "Segundo a opinião quase unânime dos historiadores sérios que estudaram a Maçonaria, a sua origem mais verdadeira é a mais verossímil: ela descende das antigas corporações de mestres-pedreiros construtores de catedrais e igrejas, corporações formadas sob a influência da Igreja na Idade Média". O Irmão Paul Naudon escreve em sua obra "Les Origines Religicuses et Corporatives de Ia Franc- Maçonnerie", na página 7: "Realmente, a história da Maçonaria é mal conhecida. As obras não faltam, sem dúvida, mas os historiadores são raros. A maior parte é apologia ou panfletos detratores, isto é, obras impregnadas de paixão, defeito inconciliável com o espírito Histórico". Se fizermos uma verificação profunda, veremos que a primeira referência sobre a Maçonaria como organização surgiu em 1356, quando um Código de Regulamentos Maçônicos foi 5 – A Origem da Maçonaria Kurt Max Hauser
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 16/32 formalmente apresentado, na sede da Municipalidade de Londres, na Inglaterra. Em 1376, encontramos informações sobre a Companhia Maçônica de Londres, e é interessante observar sua evolução. De acordo com a Grande Loja, em 1463 ela arrendou terras e edifícios por 99 anos, sendo que as edificações foram transformadas em sede da Corporação Maçônica. No ano de 1472 recebeu a concessão de um Escudo, com a inscrição "Deus é nosso guia" e que, mais tarde, foi substituído pela expressão "Confiamos no Senhor". Este Escudo, levemente modificado, continua incluído no Escudo atual da Grande Loja Unida da Inglaterra. O primeiro documento escrito conhecido sobre a Franco-Maçonaria é o chamado Poema Regius. Quem descobriu este poema foi um estudioso que não era maçom, chamado J. O. Halliwell- Phillips (o nome Phillíps foi acrescentado por ele mais tarde, para contentar seu padrasto). Este poema estava catalogado sob o título "Um Manuscrito de Obrigações Morais", no Museu Britânico. Sua história é incerta, porém, aparentemente, pertenceu durante algum tempo a John Thomas. O primeiro proprietário conhecido foi John Thayer, um colecionador de antiguidades que faleceu em 1673. Sua avó, Ann Hart Thayer, ofereceu sua biblioteca e antiguidades para a biblioteca de Bodley, em Oxford, porém a mesma não se interessou pelo assunto e assim todo o acervo foi vendido para Robert Scott, comerciante de livros em Londres, e depois foi vendido para Carlos II, em 1678, pelo preço de dois "shillings". Tornou-se depois parte da Biblioteca Real de Henrique VII, por isto o nome de Regius dado ao manuscrito. Em 1757, a Biblioteca foi dada de presente para o Museu Britânico por Jorge II. Em sua homenagem, a coleção ficou conhecida como "Coleção Regius". Em 1839, Hailiwell apresentou um trabalho sobre este manuscrito, uma parte do seu trabalho foi publicado na revista "Arqueologia" em 1840 e, no mesmo ano, o poema foi reproduzido diversas vezes. Foi escrito por volta de 1390, tendo sido evidentemente copiado de um documento mais antigo. Escrito em um inglês antigo, era de difícil leitura para ser decifrado por um não lingüista. No decorrer dos anos seguintes, foi adaptado ao inglês moderno. De acordo com o Manuscrito Regius, o Rei Athelstan, que subiu ao trono da Inglaterra em 925, foi neto de Alfredo, o Grande, e faleceu no ano de 940. Convocou os maçons para um encontro e então lhes deu novos e modernos regulamentos e os enviou mundo afora. James Anderson afirma que isto aconteceu no ano de 926 na cidade de York. O historiador e escritor maçom Coil, entretanto, observa que, nos documentos mais antigos e que são o Regíus e o Cooke, não mencionam a cidade de York, e inclusive discorda da data anual de 926, achando que provavelmente a reunião teria sido em 932. Sem dúvida alguma, o livro mais detalhado sobre a Maçonaria e sua evolução é de Robert Freke Gould, em três volumes "A História da Franco-Maçonaria" pois ele, de maneira cautelosa, baseou- se em uma documentação séria, não se deixando levar por fantasias. Os documentos mais antigos de Lojas foram encontrados na Escócia e existem até os dias atuais. Os documentos escritos da Loja "Mary's Chapel, da cidade de Edinburg, existem completos desde 1599. Na Inglaterra, de acordo com Gould," somente os documentos da Loja "Alnwick" entre as datas de 1700 e 1717 são conhecidos". De diversas fontes, sabemos do ingresso de Elias Ashmole em data de 16 de outubro de 1646, conforme consta em seu diário: 'Fui feito Franco-Maçom em
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 17/32 Warrenton, no Lancashire, em companhia de Heniy Maínwanng" Ele ainda acrescentou o nome de sete membros da Loja. Os documentos desta Loja estão desaparecidos. Outrossim, não sabemos exatamente quando a Franco-Maçonaria ingressou na Irlanda. Provavelmente foi após a formação da Grande Loja da Inglaterra que iniciou a existência oficial da Maçonaria na Irlanda. Sem dúvida alguma, havia conhecimento de Maçonaria, pelo menos nos primórdios de 1688. O Manuscrito de Cook, de 1410, continha o primeiro elo entre os maçons e o Rei Salomão. Harry Carr, em seu trabalho "Grande Loja", transcreveu o seguinte do Manuscrito: "Quando da construção do Templo de Salomão, que o Rei David iniciou, pois, este tinha grande apreço pelos maçons e lhes deu incumbências aproximadamente como as atuais. E quando da construção do Templo na época de Salomão, assim como está escrito na Bíblia, no III Livro de Reis". "Salomão tinha quatro mil maçons a seu serviço; e o filho do Rei de Tiro foi seu Mestre Maçom". Grande grupo de historiadores acreditam que a Franco-Maçonaria seja descendente dos pedreiros. Ora, sem dúvida alguma, os pedreiros devem ter existido de alguma forma por todo o mundo, desde os primórdios, muito tempo antes da construção das pirâmides no Egito. Não há necessidade de muita fantasia para imaginar que existiram pedreiros ou outros artífices, desde que o homem primitivo começou a construção para abrigar-se das intempéries em casas ou edifícios. Isto, sem dúvida, necessitava de algum tipo de organização tomando-se, sem dúvida, uma especialização. Histórias na Bíblia e em outros velhos documentos contém esta teoria. Não podemos ir além do século XVI para encontrar maçons especulativos nas Lojas Operativas, entretanto, não podemos deixar de acreditar que, anteriormente a este século, tenha havido alguma ligação entre clérigos e outras pessoas de certa cultura como os pedreiros operativos que, em sua maioria, não podiam ler nem escrever. Na obra "Grande Loja" se menciona que o primeiro registro de maçons não operativos aceitos foi em julho de 1634, quando Lord Alexander, Sir Anthony Alexander e Sir Alexander Strachan foram admitidos como "companheiros" na Loja de Edinburg (Mary's Chapel). O escritor Coil afirma da existência de maçons não operativos desde 1600, entretanto, McLeod acredita que isto não está correto, pois não há prova alguma. John Boswell, não operativo, assistiu a um julgamento de um Vigilante e não a uma sessão de Loja. O historiador Coil encontrou o ingresso de não operativos em Kelso no ano de 1652; em Aberdeen, no ano de 1670, e em Kilwinning em 1672. Outrossim, ele descobriu o último maçom operativo como membro da Loja Glasgow, em 1842. Sobre a origem da palavra "Loja" igualmente há muita especulação. Pelos dicionários, temos a informação de que se originou, provavelmente, das construções ou barracões onde os pedreiros trabalhavam e viviam junto às obras que estavam construindo. Lojas de maçons são mencionadas em 1352, na Catedral de Minster, na Catedral de Canterbury, em 1429, na Igreja de São Nicolau de Aberdeen, em 1483 e na Igreja de St. Giles, em Edinburg, em 1491. "Loja", primeiramente, se referia a organizações não fixas e permanentes, porém gradualmente se transformaram em locais fixos, como a de Edinburg em 1598.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 18/32 Este Bloco é produzido pelo Irmão Pedro Juk, às segundas, quartas e sextas-feiras Desfazer o sinal Em 01/09/2015 o Respeitável Irmão Leniro Almeida, atual Venerável Mestre da Loja João Vieira Chagas, 2.467, GOB-AL, Oriente de União dos Palmares, Estado das Alagoas, apresenta a seguinte questão: leniroalmeida@hotmail.com Estou com duvidas e gostaria de suas orientações às quais são boas, de ótimos resultados e proveito. Quando os Irmãos na Palavra a Bem da Ordem e do Quadro em Particular estão à Ordem para fazer uso da palavra, os Vigilantes e o Venerável podem solicitar que fiquem à vontade e discassem da posição gutural. Estou vendo umas discordâncias e gostaria de orientações. Considerações: A prerrogativa de autorizar algum Irmão a desfazer o Sinal no momento do uso da palavra (falar a vontade) é apenas do Venerável Mestre e nunca dos Vigilantes. À bem da verdade, essa prática não deve ser usada de modo prosaico e o Venerável deve avaliar muito bem se a situação é plausível para que alguém desfaça o Sinal. 6 – Perguntas & Respostas Pedro Juk Não esqueça: envie sua pergunta identificada pelo nome completo, Loja, Oriente, Rito e Potência.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 19/32 Uma das regras do verdadeiro REAA é a de que um obreiro ao usar da Palavra a faça sempre à Ordem, salvo se de acordo com o momento ritualístico o ritual determine o contrário. Assim, essa prática deve ser evitada o máximo possível pelo Venerável, fazendo desse expediente apenas uma situação esporádica e não corriqueira. An passant, o Obreiro quando compondo o Sinal Penal, pelo desconforto causado fala menos e assim poupa os demais de ficar “aguentando” certos discursos rançosos e intermináveis. É também de péssima geometria, portanto nem está previsto, o hábito de certos obreiros que ficam solicitando permissão para desfazer o Sinal. Isso fica somente a critério do Venerável se ele assim entender. No mais, em se estando com as mãos desocupadas, em Loja aberta fala-se à Ordem. T.F.A. PEDRO JUK – Secretário de Orientação Ritualística do GOB-PR Out/2015 jukirm@hotmail.com –
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 20/32 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome Oriente 05/03/2005 Aurora Florianópolis 10/03/1972 Templários da Justiça Lages 15/03/1998 Estrela do Sul Lages 18/03/1998 Jacy Daussen São José 18/03/2011 Monteiro Lobato Itajaí 19/03/1993 III Milênio Curitibanos 19/03/1994 Renascer da Luz Criciúma 20/03/1949 Januário Corte Florianópolis 23/03/1996 Pedra Cintilante Itapema 24/03/1998 Fiel Amizade Florianópolis 30/03/1998 Amigos para Sempre Joinville 30/03/1999 Círculo da Luz Joinville 31/03/1975 Estrela do Mar Balneário Camboriú 31/03/2011 Colunas do Arquiteto Ituporanga 7 – DESTAQUES JB – Resenha Geral Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mês de Março
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 21/32 GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Nome Oriente 03.03.2012 Guardiões das Virtudes - 4198 Biguaçú 14.03.1981 Estrela do Planalto -2119 Canoinhas 16.03.1899 União III Luz E Trab. 664 Porto União 16.03.2005 Cavaleiros da Luz - 3657 Florianópolis 19.03.2004 Quintessência - 3572 Bombinhas 21.03.1990 Luz da Acácia - 2586 Jaraguá do Sul 21.03.2009 Acácia de Balneário - 3978 Baln. Camboriú 29.03.1973 Acácia Joinvilense - 1937 Joinville 29.03.1973 Gênesis - 2701 Tubarão 29.03.2012 União Palhocense - 4236 Palhoça 30.03.2006 Luz da Porta do Vale - 3764 Itajaí GLSC - http://www.mrglsc.org.br Data Nome da Loja Oriente 11.03.2003 Fraternidade Itajaiense nr. 85 Itajaí 17.03.2010 Fonte de Luz nr. 102 Chapecó 18.03.1989 Tríplice Fraternidade nr. 48 Dionísio Cerqueira 20.03.2009 Acácia Itajaiense II nr. 100 Itajaí 21.03.1940 Cruzeiro do Sul nr. 05 Joaçaba 24.03.2010 Loja do Sol nr. 103 Blumenau 28.03.1970 Pitágoras nr. 15 Florianópolis 30.03.1995 Leão de Judá nr. 62 Florianópolis
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 23/32 “Nossa Senhora do Desterro” Na noite de terça-feira, 22 de março, o Irmão Eleutério Nicolau da Conceição, escritor, pesquisador, palestrante, MI da Loja Alferes Tiradentes e ex-presidente da Academia Catarinense Maçônica de Letras, teve a sua gloriosa noite de autógrafos nas dependências da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, ao lançar a sua mais recente obra. “Nossa Senhora do Desterro” é uma inusitada história em quadrinhos enfocando os primeiros anos da Ilha de Santa Catarina. Utilizando a técnica do traço à nanquim – bico de pena – e cor em aquela, o autor teve seu trabalho reconhecido pelo Ministério da Cultura do Governo Federal. Na foto acima, o Irmão Eleutério, numa exclusividade para o JB News, está ao lado da tela que reproduz a capa dessa interessante e importante obra da cultura catarinense. Qualquer contato com o autor, comunique-se através do endereçamento elenico50@gmail.com Veja agora os registros fotográficos produzidos pelo correspondente, Irmão Borbinha: https://picasaweb.google.com/103634428674850958508/EleuterioLancamentoDaObraNossaS enhoraDoDesterro?authkey=Gv1sRgCKm00qSnnYiwmgE
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 24/32 Câmara de Vitória da Conquista homenageia Ordem Demolay (Do correspondente de Vitória da Conquista, Ir Glauber Santos Soares)
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 25/32 A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) homenageou, na noite dessa terça-feira (22), a Ordem Demolay. A homenagem aconteceu através de uma audiência pública onde também foi comemorado o Dia Municipal do Demolay (estabelecido pela Lei Nº 1.646/2009), celebrado em 18 de Março. A sessão foi de autoria do vereador Arlindo Rebouças (PSDB). Além dos membros da ordem Demolay, participaram do evento o Irmão Mário Sérgio Alves Caracas, Venerável Mestre da Loja Maçônica “Luz e Sabedoria”, o Mestre Conselheiro do Capítulo Conquistense Lucas de Oliveira Alves Flores; o presidente do Conselho Consultivo do Capítulo Guardiões do Cruzeiro do Sul, maçom Fernando Couto; o presidente do Conselho Consultivo do Capítulo Conquistense, Irmão Jeferson Farias Chagas; o representante da Loja Maçônica “Fraternidade Conquistense”, Irmão Clóvis Flores e Irmão Pedro, Venerável Mestre da Loja Maçônica “Monte Sião”. Uma noite significativa com a presença de autoridades, convidados especiais, além de familiares, que prestigiaram importante acontecimento para a nossa cidade.
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 26/32 Maçons em noite festiva no Município A noite de quarta-feira, 23 de março, data em que Florianópolis comemorou 343 anos de fundação, foi pródiga em homenagear dois ilustres irmãos, quando a Câmara Municipal, reunida no Plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, outorgou ao Irmão Antonio Chraim, que é Presidente da Comissão de Legislação da Grande Loja de Santa Catarina, com o Título de Cidadão Honorário, enquanto que o Irmão Oreste Melo dos Santos, homem da imprensa e da televisão, pertencente ao Grande Oriente de Santa Catarina, foi homenageado com a Comenda do Mérito Francisco Dias Velho. Uma noite de festa com o plenário da Assembleia repleto de amigos, familiares e convidados, que levaram o abraço fraterno a esses dois grandes expoentes da nossa Maçonaria. O Irmão Antonio Chraim, segundo da esquerda para a direita, foi agraciado com o Título de Cidadão Honorário de Florianópolis
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 27/32 Irmão Oreste Melo, agraciado com a Comenda do Mérito Francisco D ias Velho. Veja os demais registros produzidos pelo Irmão Borbinha, correspondente JB News, clicando no link a seguir: https://picasaweb.google.com/103634428674850958508/Cidadao?authkey=Gv1sRgCKCP_a WY77mEngE
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 28/32 Observação Mensagem do Grão-Mestrado Queridos irmãos, A Páscoa é sinônimo de ressurreição, mudança, transformação, renascer! Renascer é nascer, somos nós mesmos que renascemos nos nossos filhos e renova nosso amor. A Páscoa é amor, fraternidade, união. Devemos lembrar que Cristo morreu, mas ressuscitou, e fez isso somente para nos ensinar a matar nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações. A Páscoa é a ressurreição das nossas almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de novo. De nos libertamos do mal que corrompeu nossas almas, e das ações que temos feito e nos recobrirmos com o véu da pureza da alma que tivemos um dia. Abandonar tudo o que é velho e antigo e olhar para frente com coragem. Nos dedicarmos à vida como quem absorve o sumo de um fruto saboroso. Que essa Páscoa não seja apenas o almoço em família, a troca de ovos de chocolate e ver a alegria das crianças quando recebem, que não seja também a tristeza daqueles que vão estar sozinhos ou dos que não podem comemorar com festas e chocolates, ou daqueles que estão doentes e sem esperanças. Que seja renovado em cada um de nós a fé, a esperança, a capacidade de recomeçar, de perdoar, de respeitar o próximo, e de pelo menos se esforçar para viver em harmonia e equilíbrio. Que ela seja a mudança, a transformação, o renascer! Que nesse dia, todos tenham capacidade de entender o verdadeiro sentido da Páscoa. Que esta seja a verdade da sua e da nossa Páscoa! Feliz Páscoa! Fernando Zamora Grão-Mestre
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 29/32 Grande Loja de Santa Catarina – Foto Ir. Paulo Veloso
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 31/32 Os vídeos são pesquisados ou repassados, em sua maioria, por irmãos colaboradores do JB News. 1 – Prainha da Barra da Lagoa - Florianópolis https://www.youtube.com/watch?v=9Qpn6iKs3mc 2 – Bruxelas. Luzes de Natal. 2015: BruxelasLuzes de Natal-2015_Alves.pps 3 – Guarda do Embaú e Praia da Pinbheira: https://www.youtube.com/watch?v=hH6I3KtiXDg 4 – Praia Mole (Florianópolis): https://www.youtube.com/watch?v=E7Mn5jRif8U 5 – Deserto de Atacama: Desierto_de_Atacama.ppsx 6 – Portugal: tão lindo e aqui tão perto Portugal tão lindo e aqui tão perto.ppsx 7 – Filme do dia: (Madagascar A Ilha Misteriosa - Documentário Dublado.) https://www.youtube.com/watch?v=Z41X6wpRgoU
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    JB News –Informativo nr. 2.001 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de março de 2016 Pág. 32/32