INTERTEXTUALID
ADE
Diálogos entre textos.
O QUE É A INTERTEXTUALIDADE?
Observe as imagens abaixo. Elas te lembram algo familiar?
O QUE É INTERTEXTUALIDADE?
A intertextualidade é um diálogo entre diferentes
textos.
Como isso funciona?
INTERTEXTUALIDADE EXPLÍCITA
Todas as imagens que você viu fazem uma intertextualidade com
o quadro Monalisa, de Leonardo Da Vinci.
Nesses quadros, a intertextualidade está explícita. Num texto
escrito, isso pode acontecer por meio de uma citação, que
geralmente vem entre aspas ou com a indicação do autor. Veja
um exemplo:
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores”.
Você provavelmente reconheceu estes versos, que estão no Hino
Nacional. Agora leia o poema do slide a seguir.
CANÇÃO DO EXÍLIO – GONÇALVES
DIAS
Minha terra tem palmeiras, 
Onde canta o Sabiá; 
As aves, que aqui gorjeiam, 
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas, 
Nossas várzeas têm mais flores, 
Nossos bosques têm mais vida, 
Nossa vida mais amores.
Em  cismar, sozinho, à noite, 
Mais prazer eu encontro lá; 
Minha terra tem palmeiras, 
Onde canta o Sabiá.
[...]
INTERTEXTUALIDADE IMPLÍCITA
A intertextualidade implícita é aquela que não está
destacada, não indica o autor e a obra. É mais comum em
textos literários.
Quando um autor inclui uma intertextualidade implícita em
seu texto, ele pressupõe que seu leitor conhece aquela
informação e vai fazer as relações entre os textos.
Por isso é muito importante ler. A leitura aumenta nosso
conhecimento de mundo e também nossa capacidade de
reconhecer a intertextualidade.
INTERTEXTUALIDADE IMPLÍCITA
Lira I do livro Marília de Dirceu, de Tomás António
Gonzaga:
“Eu, Marília não sou algum vaqueiro,
que viva de guardar alheio gado;
de tosco trato, de expressões grosseiro.
dos frios gelos e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal e nele assisto;
dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
das brancas ovelhinhas tiro o leite,
e mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela,
graças à minha estrela!”
Haicai tirado de Uma Falsa Lira de Gonzaga
(Manuel Bandeira)
Quis gravar “Amor”
No tronco de um velho freixo:
“Marilia” escrevi.
Conseguiram perceber a
intertextualidade?
FONTES PESQUISADAS
http://www.slideshare.net/lisiane23/intertextualida
de-6638320
http://www.brasilescola.com/redacao/intertextualid
ade-.htm

Intertextualidade

  • 1.
  • 2.
    O QUE ÉA INTERTEXTUALIDADE? Observe as imagens abaixo. Elas te lembram algo familiar?
  • 3.
    O QUE ÉINTERTEXTUALIDADE? A intertextualidade é um diálogo entre diferentes textos. Como isso funciona?
  • 4.
    INTERTEXTUALIDADE EXPLÍCITA Todas asimagens que você viu fazem uma intertextualidade com o quadro Monalisa, de Leonardo Da Vinci. Nesses quadros, a intertextualidade está explícita. Num texto escrito, isso pode acontecer por meio de uma citação, que geralmente vem entre aspas ou com a indicação do autor. Veja um exemplo: Do que a terra, mais garrida, Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; "Nossos bosques têm mais vida", "Nossa vida" no teu seio "mais amores”. Você provavelmente reconheceu estes versos, que estão no Hino Nacional. Agora leia o poema do slide a seguir.
  • 5.
    CANÇÃO DO EXÍLIO– GONÇALVES DIAS Minha terra tem palmeiras,  Onde canta o Sabiá;  As aves, que aqui gorjeiam,  Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas,  Nossas várzeas têm mais flores,  Nossos bosques têm mais vida,  Nossa vida mais amores. Em  cismar, sozinho, à noite,  Mais prazer eu encontro lá;  Minha terra tem palmeiras,  Onde canta o Sabiá. [...]
  • 6.
    INTERTEXTUALIDADE IMPLÍCITA A intertextualidadeimplícita é aquela que não está destacada, não indica o autor e a obra. É mais comum em textos literários. Quando um autor inclui uma intertextualidade implícita em seu texto, ele pressupõe que seu leitor conhece aquela informação e vai fazer as relações entre os textos. Por isso é muito importante ler. A leitura aumenta nosso conhecimento de mundo e também nossa capacidade de reconhecer a intertextualidade.
  • 7.
  • 8.
    Lira I dolivro Marília de Dirceu, de Tomás António Gonzaga: “Eu, Marília não sou algum vaqueiro, que viva de guardar alheio gado; de tosco trato, de expressões grosseiro. dos frios gelos e dos sóis queimado. Tenho próprio casal e nele assisto; dá-me vinho, legume, fruta, azeite; das brancas ovelhinhas tiro o leite, e mais as finas lãs, de que me visto. Graças, Marília bela, graças à minha estrela!”
  • 9.
    Haicai tirado deUma Falsa Lira de Gonzaga (Manuel Bandeira) Quis gravar “Amor” No tronco de um velho freixo: “Marilia” escrevi. Conseguiram perceber a intertextualidade?
  • 10.