Um funcionário questiona a afirmação do diretor de que "ninguém é insubstituível", citando grandes nomes como Beethoven, Tom Jobim e Pelé que marcaram suas áreas de atuação de forma única. Ele defende que cada pessoa tem um talento a contribuir e que os líderes devem focar em desenvolver os pontos fortes de cada um, em vez de corrigir fraquezas.