O documento analisa como as manifestações nas ruas das cidades brasileiras em 2013, especialmente a Revolta do Vinagre, foram influenciadas pelas redes sociais, que facilitaram a comunicação e ampliaram a participação popular. Discute ainda a construção da identidade nacional e a plasticidade das identidades em um contexto de múltiplas reivindicações sociais. As redes sociais, como Facebook e Twitter, foram fundamentais na propagação dos movimentos, representando novas formas de sociabilidade e participação cívica.