Prof. André Luiz Marques
A Astronomia e o Dilúvio: alguma relação?
IMPACTO PROFUNDO
Será que foi apenas um asteroide
que extinguiu os dinossauros?
Em 1980, o geofísico Luiz Alvarez, da
Universidade da Califórnia, foi o
responsável por apresentar a hipótese de
que os dinossauros foram extintos devido
ao impacto de um gigantesco asteroide,
encontrando anomalias de irídio numa
fina camada do final do Cretáceo.
Irídio e os Dinossauros
O irídio é extraordinariamente raro na crosta terrestre, mas relativamente
abundante (ou melhor, muito menos raro) nos asteroides.
É então razoável pensar que o irídio encontrado nos sedimentos,
exatamente no final do Cretáceo, tinha que vir de um asteroide ou de
algum outro corpo espacial.
O tempo de extinção dos dinossauros coincide perfeitamente com a idade
dos sedimentos com a anomalia do irídio.
Por isso, é razoável pensar que o irídio anomalia é uma evidência tangível
da colisão de um asteroide que pode ter provocado uma série de eventos
que terminou com a extinção dos dinossauros e muitos outros
organismos.
https://biolcons.wordpress.com/2016/10/29/iridio-y-los-dinosaurios/
DIFERENÇA ENTRE COMETA, ASTEROIDE, METEORO,
METEORITO E METEOROIDE
COMETA ASTEROIDE METEORO
METEORITO METEOROIDE
METEORO CAI NA RÚSSIA
https://www.researchgate.net/publication/260112404/figure/fig11/AS:268019884621872@1440912328880/Global-
distribution-of-ca-180-confirmed-impact-structures-based-on-a-diagram-of-Reimold.png
Distribuição das crateras de impacto de meteoritos pelo mundo
Em toda a Terra foram diagnosticadas 182 crateras
formadas por impacto meteorítico. Destas, apenas
6 estão localizadas em território brasileiro:
Araguainha (MT-GO), Vargeão (SC), Serra da
Cangalha (TO), Riachão (MA), Vista Alegre (PR) e
Cerro do Jarau (RS).
Número de Crateras de Impacto
http://www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/138515/modelamento-numerico-de-estruturas-de-
impacto-brasileiras/
10 MAIORES CRATERAS DE METEOROS NA TERRA
Cratera de Vredefort – África do Sul Cratera de Sudbury - Canadá Cratera de Chicxulub – Yucatán, México Cratera de Popigai – Sibéria, Rússia
Cratera de Manicouagan –
Quebec, Canadá
Cratera de Acraman – Austrália Cratera de Chesapeake – EUA Cratera de Morokweng – África do Sul
Cratera de Kara - Rússia
Cratera Beaverhead – Estados Unidos
De onde teriam vindo os asteroides?
“...Entre Marte e Júpiter parece que falta um
planeta. O espaço é ocupado por um cinturão de
asteroides. O mesmo fenômeno que causou os
impactos na Lua pode ter atingido a Terra. Se
realmente houve um planeta entre Marte e Júpiter,
e se por algum motivo ele explodiu, isso explicaria
muito bem esse bombardeamento de meteoritos e
até mesmo os cometas. Há muitas evidências de
que a Terra também passou por um tremendo
bombardeamento de meteoritos no passado...”
ALVES, Everton Fernando; BORGES, Michelson. A extinção dos dinossauros: semelhanças entre as propostas
evolucionista e criacionista. In:________. Revisitando as Origens. Maringá: Editorial NumarSCB, 2018, p.79-87.
Novo Sistema Solar
Asteroides do Sistema Solar
www.scb.org.br
Livro “Uma Breve História da Terra”
Shoemaker, E.M. (1983) ‘Asteroid and comet bombardment of
the Earth’. Ann. Rev. Earth Planet. Sci., 11, 461–494.
Modelo de Schoemaker
Sistema Solar:
O Grande Bombardeamento
Crateras na Lua
30 mil crateras de impacto
Crateras em Mercúrio
Crateras em Mercúrio
https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/nasa-encontra-grandes-depositos-de-gelo-
em-mercurio-6907935
Vênus
http://www.ccvalg.pt/astronomia/sistema_solar/venus.htm
Crateras em Vênus
Marte
Crateras em Marte
https://expresso.sapo.pt/sociedade/crateras-gemeas-explosivas-em-marte=f799535#gs.hWpiJLI
Fobos
Júpiter
As luas galileanas de Júpiter
Asteroide cai em Júpiter
Saturno
Crateras nas luas de Saturno
Mimas Enceladus
Tethys
Urano
Crateras nas luas de Urano
Netuno
Crateras nas luas de Netuno
Tritão Tritão
Crateras em Plutão
“Algumas das novas ideias do catastrofismo propõem que cometas ou
asteroides poderiam levantar ondas do oceano até à altura de oito km e
gases a centenas de quilômetros acima da superfície da Terra. Outros
propuseram efeitos que incluem golpes de ar de 500ºC com a velocidade de
2.500 km por hora, os quais matariam metade dos seres na terra, e
terremotos globais acompanhados de ondas do solo que atingiriam 10
metros de altura. A abertura de rachaduras de 10 a 100 km e a formação
rápida de montanhas também têm sido propostas. Há inclusive uma
sugestão de que esses choques podem ter iniciado a separação do antigo
supercontinente chamado Gondwana.” (Ariel A. Roth)
http://www.filosofiadasorigens.org.br/fo/index.php/estruturas-conceituais-menu-
artigos/101-catastrofismo-sim
Catastrofismo? Sim!
Foi apenas um asteroide?
https://exame.abril.com.br/ciencia/nao-foi-apenas-um-meteoro-que-matou-dinossauros-diz-estudo/
Dinossauros entraram na arca?
Provavelmente sim, mas
sumiram após o Dilúvio.
Gênesis 6:19
Ondas Gigantescas
Será que a Arca resistiria?
Proporção de 6:1 – 300x50x10 côvados
Deus no controle
Juízo aos ímpios e graça aos santos – Gênesis 6:5-9
Pereceu toda a carne que se movia
sobre a terra Gênesis 7:21
Células de Convecção
Datação das rochas ígneas
do assoalho oceânico
Exame Crítico da Datação Radiométrica
PRIMEIRA PARTE
•Uma Terra Recente?
•Um Levantamento de Métodos de Datação 25 – Eugene F. Chaffin
•O Debate Sobre a Idade da Terra 50- Lawrence Badash
•A Terra Recente 63- Henry M. Morris
•Um Exame Crítico da Datação com Radiocarbono à Luz de Dados Dendocronológicos 72 –
Sidney P. Clementson
•Confirmada a Idade Magnética Recente da Terra 89 – Thomas G. Barnes
•Um Exame Crítico da Datação Radioativa das Rochas 99 – Sidney P. Clementson
•Taxas de Difusão de Hélio Apontam para uma Terra Recente 110 – Adauto J. B. Lourenço
•Tempo: Um Problema para os Modelos da História da Terra 122 – Urias Echterhoff
Takatohi
•Uma Revisão Crítica do Uniformismo na Geologia e o Dilúvio Universal 140 – A. W.
Mehlert
•Duas descobertas muito relevantes para a datação radiométrica 158 – Rodrigo M.
Pontes
SEGUNDA PARTE
•Relógios nas Rochas? 169 – Vernon R. Cupps, Ph.D.
•O Ícone das “Isócronas” 176 – Vernon R. Cupps, Ph.D.
•O relógio “Nobre” 184 – Vernon R. Cupps, Ph.D.
•Datação com Metal Alcalino: O Modelo de Datação de Rb-Sr 193 – Vernon R. Cupps,
Ph.D.
•Relógios de Terras Raras os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf (Primeira Parte) 201 –
Vernon R. Cupps, Ph.D.
•Relógios de Terras Raras Os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf – (Segunda Parte) 206 –
Vernon R. Cupps, Ph.D.
•Relógios de Metais Pesados: Os Modelos de Datação U-Pb E Th-Pb 211 – Vernon R.
Cupps, Ph.D.
•Relógios de Metais Pesados o Modelo de Datação Pb-Pb 216 – Vernon R. Cupps, Ph.D.
Modelo de Price
Principais impactos e placas
tectônicas: um modelo para a
evolução fanerozóica da
litosfera da Terra / Neville J.
Price, 2001
“Quando o meteorito penetra no manto superior (200 km de
profundidade), a produção de calor causará a fusão dessa porção
do manto... As grandes províncias ígneas (LIPs) continentais e
oceânicas são o resultado de impactos meteoríticos.” (Price, 2005)
O que teria provocado dezenas de violentas e
gigantescas erupções vulcânicas no Planeta Terra?
Modelo de Price
Províncias Ígneas no Mundo
Mais de 100 províncias ígneas já foram identificadas
“Estima-se que, no fanerozoico, o número de impactos de
meteoritos e cometas na superfície da Terra, com diâmetro
superior a 10 km, teria sido aproximadamente 1.500.” (Price, 2005)
PRICE, N.J. – Major Impacts and Plate Tectonics – A Model for the Phanerozoic
evolution of the Earth’s lithosphere. Ed. Routledge (London/New York), 346p. 2005
Modelo de Price
Modelo de Price
“Só podemos concluir que os principais eventos impactantes
(cometas e meteoritos) controlaram, conduziram ou determinaram
a história geológica da Terra em todo o fanerozoico” (Price, 2005)
Modelo de Price
“O registro estratigráfico do fanerozoico foi controlado, ou mesmo
determinado, pela incidência de eventos impactantes catastróficos.
Ou seja, dezenas destes eventos, em áreas oceânicas e continentais,
coincidem com limites estratigráficos” (Price, 2005)
Mapa das Bacias Sedimentares
Modelo de Price
“Muitos geólogos parecem mostrar uma natural antipatia para a
ideia (apesar das evidências) de que formas de vida,
especialmente no fanerozoico, foram subitamente extinguidas”
(Price, 2005)
Vasto Cemitério
Impactos meteóricos e suas consequências
Estudos do Dr. Nahor Neves de Souza Júnior
Considerações Finais
Impactos meteóricos e suas consequências
Considerações Finais
Percebe-se uma notável contradição entre a
conclusão dos artigos da geologia padrão e os
dados científicos, que apontam para uma
sucessão de eventos catastróficos globais,
interligados por um curto espaço de tempo, que
apontam para o quadro do Dilúvio descrito na
Bíblia.
Impactos meteóricos e suas consequências
Obrigado!
andreluizmarx@gmail.com
http://criacionistaconsciente.blogspot.com/
http://outrageografia.blogspot.com/

Impacto profundo 30_minutos

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    Prof. André LuizMarques A Astronomia e o Dilúvio: alguma relação?
  • 2.
    IMPACTO PROFUNDO Será quefoi apenas um asteroide que extinguiu os dinossauros? Em 1980, o geofísico Luiz Alvarez, da Universidade da Califórnia, foi o responsável por apresentar a hipótese de que os dinossauros foram extintos devido ao impacto de um gigantesco asteroide, encontrando anomalias de irídio numa fina camada do final do Cretáceo.
  • 3.
    Irídio e osDinossauros O irídio é extraordinariamente raro na crosta terrestre, mas relativamente abundante (ou melhor, muito menos raro) nos asteroides. É então razoável pensar que o irídio encontrado nos sedimentos, exatamente no final do Cretáceo, tinha que vir de um asteroide ou de algum outro corpo espacial. O tempo de extinção dos dinossauros coincide perfeitamente com a idade dos sedimentos com a anomalia do irídio. Por isso, é razoável pensar que o irídio anomalia é uma evidência tangível da colisão de um asteroide que pode ter provocado uma série de eventos que terminou com a extinção dos dinossauros e muitos outros organismos. https://biolcons.wordpress.com/2016/10/29/iridio-y-los-dinosaurios/
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    DIFERENÇA ENTRE COMETA,ASTEROIDE, METEORO, METEORITO E METEOROIDE COMETA ASTEROIDE METEORO METEORITO METEOROIDE
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    Em toda aTerra foram diagnosticadas 182 crateras formadas por impacto meteorítico. Destas, apenas 6 estão localizadas em território brasileiro: Araguainha (MT-GO), Vargeão (SC), Serra da Cangalha (TO), Riachão (MA), Vista Alegre (PR) e Cerro do Jarau (RS). Número de Crateras de Impacto http://www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/138515/modelamento-numerico-de-estruturas-de- impacto-brasileiras/
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    10 MAIORES CRATERASDE METEOROS NA TERRA Cratera de Vredefort – África do Sul Cratera de Sudbury - Canadá Cratera de Chicxulub – Yucatán, México Cratera de Popigai – Sibéria, Rússia Cratera de Manicouagan – Quebec, Canadá Cratera de Acraman – Austrália Cratera de Chesapeake – EUA Cratera de Morokweng – África do Sul Cratera de Kara - Rússia Cratera Beaverhead – Estados Unidos
  • 9.
    De onde teriamvindo os asteroides? “...Entre Marte e Júpiter parece que falta um planeta. O espaço é ocupado por um cinturão de asteroides. O mesmo fenômeno que causou os impactos na Lua pode ter atingido a Terra. Se realmente houve um planeta entre Marte e Júpiter, e se por algum motivo ele explodiu, isso explicaria muito bem esse bombardeamento de meteoritos e até mesmo os cometas. Há muitas evidências de que a Terra também passou por um tremendo bombardeamento de meteoritos no passado...” ALVES, Everton Fernando; BORGES, Michelson. A extinção dos dinossauros: semelhanças entre as propostas evolucionista e criacionista. In:________. Revisitando as Origens. Maringá: Editorial NumarSCB, 2018, p.79-87.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    www.scb.org.br Livro “Uma BreveHistória da Terra”
  • 13.
    Shoemaker, E.M. (1983)‘Asteroid and comet bombardment of the Earth’. Ann. Rev. Earth Planet. Sci., 11, 461–494. Modelo de Schoemaker Sistema Solar: O Grande Bombardeamento
  • 14.
    Crateras na Lua 30mil crateras de impacto
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    As luas galileanasde Júpiter
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    Crateras nas luasde Saturno Mimas Enceladus Tethys
  • 27.
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    Crateras nas luasde Netuno Tritão Tritão
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    “Algumas das novasideias do catastrofismo propõem que cometas ou asteroides poderiam levantar ondas do oceano até à altura de oito km e gases a centenas de quilômetros acima da superfície da Terra. Outros propuseram efeitos que incluem golpes de ar de 500ºC com a velocidade de 2.500 km por hora, os quais matariam metade dos seres na terra, e terremotos globais acompanhados de ondas do solo que atingiriam 10 metros de altura. A abertura de rachaduras de 10 a 100 km e a formação rápida de montanhas também têm sido propostas. Há inclusive uma sugestão de que esses choques podem ter iniciado a separação do antigo supercontinente chamado Gondwana.” (Ariel A. Roth) http://www.filosofiadasorigens.org.br/fo/index.php/estruturas-conceituais-menu- artigos/101-catastrofismo-sim Catastrofismo? Sim!
  • 33.
    Foi apenas umasteroide?
  • 34.
  • 36.
    Dinossauros entraram naarca? Provavelmente sim, mas sumiram após o Dilúvio. Gênesis 6:19
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    Ondas Gigantescas Será quea Arca resistiria? Proporção de 6:1 – 300x50x10 côvados Deus no controle
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    Juízo aos ímpiose graça aos santos – Gênesis 6:5-9
  • 39.
    Pereceu toda acarne que se movia sobre a terra Gênesis 7:21
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    Datação das rochasígneas do assoalho oceânico
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    Exame Crítico daDatação Radiométrica PRIMEIRA PARTE •Uma Terra Recente? •Um Levantamento de Métodos de Datação 25 – Eugene F. Chaffin •O Debate Sobre a Idade da Terra 50- Lawrence Badash •A Terra Recente 63- Henry M. Morris •Um Exame Crítico da Datação com Radiocarbono à Luz de Dados Dendocronológicos 72 – Sidney P. Clementson •Confirmada a Idade Magnética Recente da Terra 89 – Thomas G. Barnes •Um Exame Crítico da Datação Radioativa das Rochas 99 – Sidney P. Clementson •Taxas de Difusão de Hélio Apontam para uma Terra Recente 110 – Adauto J. B. Lourenço •Tempo: Um Problema para os Modelos da História da Terra 122 – Urias Echterhoff Takatohi •Uma Revisão Crítica do Uniformismo na Geologia e o Dilúvio Universal 140 – A. W. Mehlert •Duas descobertas muito relevantes para a datação radiométrica 158 – Rodrigo M. Pontes SEGUNDA PARTE •Relógios nas Rochas? 169 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •O Ícone das “Isócronas” 176 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •O relógio “Nobre” 184 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Datação com Metal Alcalino: O Modelo de Datação de Rb-Sr 193 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Relógios de Terras Raras os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf (Primeira Parte) 201 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Relógios de Terras Raras Os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf – (Segunda Parte) 206 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Relógios de Metais Pesados: Os Modelos de Datação U-Pb E Th-Pb 211 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Relógios de Metais Pesados o Modelo de Datação Pb-Pb 216 – Vernon R. Cupps, Ph.D.
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    Modelo de Price Principaisimpactos e placas tectônicas: um modelo para a evolução fanerozóica da litosfera da Terra / Neville J. Price, 2001
  • 46.
    “Quando o meteoritopenetra no manto superior (200 km de profundidade), a produção de calor causará a fusão dessa porção do manto... As grandes províncias ígneas (LIPs) continentais e oceânicas são o resultado de impactos meteoríticos.” (Price, 2005) O que teria provocado dezenas de violentas e gigantescas erupções vulcânicas no Planeta Terra? Modelo de Price
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    Províncias Ígneas noMundo Mais de 100 províncias ígneas já foram identificadas
  • 48.
    “Estima-se que, nofanerozoico, o número de impactos de meteoritos e cometas na superfície da Terra, com diâmetro superior a 10 km, teria sido aproximadamente 1.500.” (Price, 2005) PRICE, N.J. – Major Impacts and Plate Tectonics – A Model for the Phanerozoic evolution of the Earth’s lithosphere. Ed. Routledge (London/New York), 346p. 2005 Modelo de Price
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    Modelo de Price “Sópodemos concluir que os principais eventos impactantes (cometas e meteoritos) controlaram, conduziram ou determinaram a história geológica da Terra em todo o fanerozoico” (Price, 2005)
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    Modelo de Price “Oregistro estratigráfico do fanerozoico foi controlado, ou mesmo determinado, pela incidência de eventos impactantes catastróficos. Ou seja, dezenas destes eventos, em áreas oceânicas e continentais, coincidem com limites estratigráficos” (Price, 2005)
  • 51.
    Mapa das BaciasSedimentares
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    Modelo de Price “Muitosgeólogos parecem mostrar uma natural antipatia para a ideia (apesar das evidências) de que formas de vida, especialmente no fanerozoico, foram subitamente extinguidas” (Price, 2005)
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    Impactos meteóricos esuas consequências Estudos do Dr. Nahor Neves de Souza Júnior Considerações Finais
  • 55.
    Impactos meteóricos esuas consequências Considerações Finais Percebe-se uma notável contradição entre a conclusão dos artigos da geologia padrão e os dados científicos, que apontam para uma sucessão de eventos catastróficos globais, interligados por um curto espaço de tempo, que apontam para o quadro do Dilúvio descrito na Bíblia.
  • 56.
    Impactos meteóricos esuas consequências Obrigado! andreluizmarx@gmail.com http://criacionistaconsciente.blogspot.com/ http://outrageografia.blogspot.com/