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Prof. André Luiz Marques
A Astronomia e o Dilúvio: alguma relação?
IMPACTO PROFUNDO
Será que foi apenas um asteroide
que extinguiu os dinossauros?
Em 1980, o geofísico Luiz Alvarez, da
Universidade da Califórnia, foi o
responsável por apresentar a hipótese de
que os dinossauros foram extintos devido
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encontrando anomalias de irídio numa
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Irídio e os Dinossauros
O irídio é extraordinariamente raro na crosta terrestre, mas relativamente
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É então razoável pensar que o irídio encontrado nos sedimentos,
exatamente no final do Cretáceo, tinha que vir de um asteroide ou de
algum outro corpo espacial.
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Por isso, é razoável pensar que o irídio anomalia é uma evidência tangível
da colisão de um asteroide que pode ter provocado uma série de eventos
que terminou com a extinção dos dinossauros e muitos outros
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DIFERENÇA ENTRE COMETA, ASTEROIDE, METEORO,
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Distribuição das crateras de impacto de meteoritos pelo mundo
Em toda a Terra foram diagnosticadas 182 crateras
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De onde teriam vindo os asteroides?
“...Entre Marte e Júpiter parece que falta um
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asteroides. O mesmo fenômeno que causou os
impactos na Lua pode ter atingido a Terra. Se
realmente houve um planeta entre Marte e Júpiter,
e se por algum motivo ele explodiu, isso explicaria
muito bem esse bombardeamento de meteoritos e
até mesmo os cometas. Há muitas evidências de
que a Terra também passou por um tremendo
bombardeamento de meteoritos no passado...”
ALVES, Everton Fernando; BORGES, Michelson. A extinção dos dinossauros: semelhanças entre as propostas
evolucionista e criacionista. In:________. Revisitando as Origens. Maringá: Editorial NumarSCB, 2018, p.79-87.
Novo Sistema Solar
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www.scb.org.br
Livro “Uma Breve História da Terra”
Shoemaker, E.M. (1983) ‘Asteroid and comet bombardment of
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“Algumas das novas ideias do catastrofismo propõem que cometas ou
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propuseram efeitos que incluem golpes de ar de 500ºC com a velocidade de
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terremotos globais acompanhados de ondas do solo que atingiriam 10
metros de altura. A abertura de rachaduras de 10 a 100 km e a formação
rápida de montanhas também têm sido propostas. Há inclusive uma
sugestão de que esses choques podem ter iniciado a separação do antigo
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•Duas descobertas muito relevantes para a datação radiométrica 158 – Rodrigo M.
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•Relógios nas Rochas? 169 – Vernon R. Cupps, Ph.D.
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•Relógios de Metais Pesados: Os Modelos de Datação U-Pb E Th-Pb 211 – Vernon R.
Cupps, Ph.D.
•Relógios de Metais Pesados o Modelo de Datação Pb-Pb 216 – Vernon R. Cupps, Ph.D.
Modelo de Price
Principais impactos e placas
tectônicas: um modelo para a
evolução fanerozóica da
litosfera da Terra / Neville J.
Price, 2001
“Quando o meteorito penetra no manto superior (200 km de
profundidade), a produção de calor causará a fusão dessa porção
do manto... As grandes províncias ígneas (LIPs) continentais e
oceânicas são o resultado de impactos meteoríticos.” (Price, 2005)
O que teria provocado dezenas de violentas e
gigantescas erupções vulcânicas no Planeta Terra?
Modelo de Price
Províncias Ígneas no Mundo
Mais de 100 províncias ígneas já foram identificadas
“Estima-se que, no fanerozoico, o número de impactos de
meteoritos e cometas na superfície da Terra, com diâmetro
superior a 10 km, teria sido aproximadamente 1.500.” (Price, 2005)
PRICE, N.J. – Major Impacts and Plate Tectonics – A Model for the Phanerozoic
evolution of the Earth’s lithosphere. Ed. Routledge (London/New York), 346p. 2005
Modelo de Price
Modelo de Price
“Só podemos concluir que os principais eventos impactantes
(cometas e meteoritos) controlaram, conduziram ou determinaram
a história geológica da Terra em todo o fanerozoico” (Price, 2005)
Modelo de Price
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determinado, pela incidência de eventos impactantes catastróficos.
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coincidem com limites estratigráficos” (Price, 2005)
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“Muitos geólogos parecem mostrar uma natural antipatia para a
ideia (apesar das evidências) de que formas de vida,
especialmente no fanerozoico, foram subitamente extinguidas”
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Percebe-se uma notável contradição entre a
conclusão dos artigos da geologia padrão e os
dados científicos, que apontam para uma
sucessão de eventos catastróficos globais,
interligados por um curto espaço de tempo, que
apontam para o quadro do Dilúvio descrito na
Bíblia.
Impactos meteóricos e suas consequências
Obrigado!
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  • 1. Prof. André Luiz Marques A Astronomia e o Dilúvio: alguma relação?
  • 2. IMPACTO PROFUNDO Será que foi apenas um asteroide que extinguiu os dinossauros? Em 1980, o geofísico Luiz Alvarez, da Universidade da Califórnia, foi o responsável por apresentar a hipótese de que os dinossauros foram extintos devido ao impacto de um gigantesco asteroide, encontrando anomalias de irídio numa fina camada do final do Cretáceo.
  • 3. Irídio e os Dinossauros O irídio é extraordinariamente raro na crosta terrestre, mas relativamente abundante (ou melhor, muito menos raro) nos asteroides. É então razoável pensar que o irídio encontrado nos sedimentos, exatamente no final do Cretáceo, tinha que vir de um asteroide ou de algum outro corpo espacial. O tempo de extinção dos dinossauros coincide perfeitamente com a idade dos sedimentos com a anomalia do irídio. Por isso, é razoável pensar que o irídio anomalia é uma evidência tangível da colisão de um asteroide que pode ter provocado uma série de eventos que terminou com a extinção dos dinossauros e muitos outros organismos. https://biolcons.wordpress.com/2016/10/29/iridio-y-los-dinosaurios/
  • 4. DIFERENÇA ENTRE COMETA, ASTEROIDE, METEORO, METEORITO E METEOROIDE COMETA ASTEROIDE METEORO METEORITO METEOROIDE
  • 5. METEORO CAI NA RÚSSIA
  • 7. Em toda a Terra foram diagnosticadas 182 crateras formadas por impacto meteorítico. Destas, apenas 6 estão localizadas em território brasileiro: Araguainha (MT-GO), Vargeão (SC), Serra da Cangalha (TO), Riachão (MA), Vista Alegre (PR) e Cerro do Jarau (RS). Número de Crateras de Impacto http://www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/138515/modelamento-numerico-de-estruturas-de- impacto-brasileiras/
  • 8. 10 MAIORES CRATERAS DE METEOROS NA TERRA Cratera de Vredefort – África do Sul Cratera de Sudbury - Canadá Cratera de Chicxulub – Yucatán, México Cratera de Popigai – Sibéria, Rússia Cratera de Manicouagan – Quebec, Canadá Cratera de Acraman – Austrália Cratera de Chesapeake – EUA Cratera de Morokweng – África do Sul Cratera de Kara - Rússia Cratera Beaverhead – Estados Unidos
  • 9. De onde teriam vindo os asteroides? “...Entre Marte e Júpiter parece que falta um planeta. O espaço é ocupado por um cinturão de asteroides. O mesmo fenômeno que causou os impactos na Lua pode ter atingido a Terra. Se realmente houve um planeta entre Marte e Júpiter, e se por algum motivo ele explodiu, isso explicaria muito bem esse bombardeamento de meteoritos e até mesmo os cometas. Há muitas evidências de que a Terra também passou por um tremendo bombardeamento de meteoritos no passado...” ALVES, Everton Fernando; BORGES, Michelson. A extinção dos dinossauros: semelhanças entre as propostas evolucionista e criacionista. In:________. Revisitando as Origens. Maringá: Editorial NumarSCB, 2018, p.79-87.
  • 12. www.scb.org.br Livro “Uma Breve História da Terra”
  • 13. Shoemaker, E.M. (1983) ‘Asteroid and comet bombardment of the Earth’. Ann. Rev. Earth Planet. Sci., 11, 461–494. Modelo de Schoemaker Sistema Solar: O Grande Bombardeamento
  • 14. Crateras na Lua 30 mil crateras de impacto
  • 19. Marte
  • 21. Fobos
  • 23. As luas galileanas de Júpiter
  • 24. Asteroide cai em Júpiter
  • 26. Crateras nas luas de Saturno Mimas Enceladus Tethys
  • 27. Urano
  • 28. Crateras nas luas de Urano
  • 30. Crateras nas luas de Netuno Tritão Tritão
  • 32. “Algumas das novas ideias do catastrofismo propõem que cometas ou asteroides poderiam levantar ondas do oceano até à altura de oito km e gases a centenas de quilômetros acima da superfície da Terra. Outros propuseram efeitos que incluem golpes de ar de 500ºC com a velocidade de 2.500 km por hora, os quais matariam metade dos seres na terra, e terremotos globais acompanhados de ondas do solo que atingiriam 10 metros de altura. A abertura de rachaduras de 10 a 100 km e a formação rápida de montanhas também têm sido propostas. Há inclusive uma sugestão de que esses choques podem ter iniciado a separação do antigo supercontinente chamado Gondwana.” (Ariel A. Roth) http://www.filosofiadasorigens.org.br/fo/index.php/estruturas-conceituais-menu- artigos/101-catastrofismo-sim Catastrofismo? Sim!
  • 33. Foi apenas um asteroide?
  • 36. Dinossauros entraram na arca? Provavelmente sim, mas sumiram após o Dilúvio. Gênesis 6:19
  • 37. Ondas Gigantescas Será que a Arca resistiria? Proporção de 6:1 – 300x50x10 côvados Deus no controle
  • 38. Juízo aos ímpios e graça aos santos – Gênesis 6:5-9
  • 39. Pereceu toda a carne que se movia sobre a terra Gênesis 7:21
  • 43. Datação das rochas ígneas do assoalho oceânico
  • 44. Exame Crítico da Datação Radiométrica PRIMEIRA PARTE •Uma Terra Recente? •Um Levantamento de Métodos de Datação 25 – Eugene F. Chaffin •O Debate Sobre a Idade da Terra 50- Lawrence Badash •A Terra Recente 63- Henry M. Morris •Um Exame Crítico da Datação com Radiocarbono à Luz de Dados Dendocronológicos 72 – Sidney P. Clementson •Confirmada a Idade Magnética Recente da Terra 89 – Thomas G. Barnes •Um Exame Crítico da Datação Radioativa das Rochas 99 – Sidney P. Clementson •Taxas de Difusão de Hélio Apontam para uma Terra Recente 110 – Adauto J. B. Lourenço •Tempo: Um Problema para os Modelos da História da Terra 122 – Urias Echterhoff Takatohi •Uma Revisão Crítica do Uniformismo na Geologia e o Dilúvio Universal 140 – A. W. Mehlert •Duas descobertas muito relevantes para a datação radiométrica 158 – Rodrigo M. Pontes SEGUNDA PARTE •Relógios nas Rochas? 169 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •O Ícone das “Isócronas” 176 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •O relógio “Nobre” 184 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Datação com Metal Alcalino: O Modelo de Datação de Rb-Sr 193 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Relógios de Terras Raras os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf (Primeira Parte) 201 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Relógios de Terras Raras Os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf – (Segunda Parte) 206 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Relógios de Metais Pesados: Os Modelos de Datação U-Pb E Th-Pb 211 – Vernon R. Cupps, Ph.D. •Relógios de Metais Pesados o Modelo de Datação Pb-Pb 216 – Vernon R. Cupps, Ph.D.
  • 45. Modelo de Price Principais impactos e placas tectônicas: um modelo para a evolução fanerozóica da litosfera da Terra / Neville J. Price, 2001
  • 46. “Quando o meteorito penetra no manto superior (200 km de profundidade), a produção de calor causará a fusão dessa porção do manto... As grandes províncias ígneas (LIPs) continentais e oceânicas são o resultado de impactos meteoríticos.” (Price, 2005) O que teria provocado dezenas de violentas e gigantescas erupções vulcânicas no Planeta Terra? Modelo de Price
  • 47. Províncias Ígneas no Mundo Mais de 100 províncias ígneas já foram identificadas
  • 48. “Estima-se que, no fanerozoico, o número de impactos de meteoritos e cometas na superfície da Terra, com diâmetro superior a 10 km, teria sido aproximadamente 1.500.” (Price, 2005) PRICE, N.J. – Major Impacts and Plate Tectonics – A Model for the Phanerozoic evolution of the Earth’s lithosphere. Ed. Routledge (London/New York), 346p. 2005 Modelo de Price
  • 49. Modelo de Price “Só podemos concluir que os principais eventos impactantes (cometas e meteoritos) controlaram, conduziram ou determinaram a história geológica da Terra em todo o fanerozoico” (Price, 2005)
  • 50. Modelo de Price “O registro estratigráfico do fanerozoico foi controlado, ou mesmo determinado, pela incidência de eventos impactantes catastróficos. Ou seja, dezenas destes eventos, em áreas oceânicas e continentais, coincidem com limites estratigráficos” (Price, 2005)
  • 51. Mapa das Bacias Sedimentares
  • 52. Modelo de Price “Muitos geólogos parecem mostrar uma natural antipatia para a ideia (apesar das evidências) de que formas de vida, especialmente no fanerozoico, foram subitamente extinguidas” (Price, 2005)
  • 54. Impactos meteóricos e suas consequências Estudos do Dr. Nahor Neves de Souza Júnior Considerações Finais
  • 55. Impactos meteóricos e suas consequências Considerações Finais Percebe-se uma notável contradição entre a conclusão dos artigos da geologia padrão e os dados científicos, que apontam para uma sucessão de eventos catastróficos globais, interligados por um curto espaço de tempo, que apontam para o quadro do Dilúvio descrito na Bíblia.
  • 56. Impactos meteóricos e suas consequências Obrigado! andreluizmarx@gmail.com http://criacionistaconsciente.blogspot.com/ http://outrageografia.blogspot.com/