   A escrita hieroglífica podia ser escrita em linhas ou colunas,
    tanto da esquerda para a direita, quando da direita para a
    esquerda. Para identificar a direção de leitura de um
    determinado texto, deve-se analisar a direção para onde os
    sinais estão virados. Os sinais hieroglíficos estão sempre
    voltados para o início do texto.




     Este, deve ser lido da esquerda para a direita, pois os sinais
     (como o do machado sagrado, do olho, e dos pássaros)
     estão virados para o lado esquerda.
   Num texto, os sinais superiores são sempre lidos antes dos
    sinais inferiores.
   Desta forma, o texto:




   Deve ser lido desta maneira:
   Os fonogramas poderiam ser de três tipos, sendo eles:
    › Unilíteros, ou alfabéticos: quando cada sinal representa apenas um som.
    › Bilíteros, quando um sinal representa dois sons. Por exemplo:




    ›   Trilíteros, quando um sinal representa três sons. Como estes:
   Um ideograma, é quando um único sinal representa, sozinho, uma
    determinada ideia ou coisa.
   Por exemplo, o sinal:            Este, pode representar uma casa.
   Na maior parte das vezes, os ideogramas funcionam como
    determinativos. No final das palavras, um ideograma é colocado,
    para indicar a qual categoria a palavra pertence.
              Este sinal é um determinativo para a ideia de cidade.
              - Assim, pode-se identificar que as palavras:


                              Estas são nomes de cidades, pois
terminam com o hieróglifo mostrado em cima.
O sistema de numerais egípcios foi um sistema de numeração
usado no antigo Egipto. Era um sistema de numeração que não se
define para base alguma pois não é posicional e era escrito tanto
em hieróglifos como em hierático.
   Além desse sistema gráfico para representar os numerais, a
    antiga língua egípcia também podia escrevê-los como
    palavras, assim como se pode escrever "trinta" ao numero
    "30", em português. "Trinta", por exemplo, era assim:
   Jean-François Champollion, egiptólogo e linguista de
    nacionalidade francesa, fez a decifração dos hieróglifos
    egípcios. Isso aconteceu entre os anos de 1822 e 1824,
    usando a Pedra de Roseta como fonte.
   A Pedra de Roseta é um texto do Antigo Egipto escrito em
    hieróglifos, grego e demótico egípcio num grande bloco de
    granito, facilmente confundido com basalto. Esse texto foi
    descoberto em 1799 por homens sob o comando de
    Napoleão Bonaparte enquanto cruzavam a região de
    Roseta, Egipto. Esse texto foi fundamental para a
    compreensão dos hieróglifos actualmente.

Hieróglifos cidão

  • 2.
    A escrita hieroglífica podia ser escrita em linhas ou colunas, tanto da esquerda para a direita, quando da direita para a esquerda. Para identificar a direção de leitura de um determinado texto, deve-se analisar a direção para onde os sinais estão virados. Os sinais hieroglíficos estão sempre voltados para o início do texto. Este, deve ser lido da esquerda para a direita, pois os sinais (como o do machado sagrado, do olho, e dos pássaros) estão virados para o lado esquerda.
  • 3.
    Num texto, os sinais superiores são sempre lidos antes dos sinais inferiores.  Desta forma, o texto:  Deve ser lido desta maneira:
  • 4.
    Os fonogramas poderiam ser de três tipos, sendo eles: › Unilíteros, ou alfabéticos: quando cada sinal representa apenas um som. › Bilíteros, quando um sinal representa dois sons. Por exemplo: › Trilíteros, quando um sinal representa três sons. Como estes:
  • 5.
    Um ideograma, é quando um único sinal representa, sozinho, uma determinada ideia ou coisa.  Por exemplo, o sinal: Este, pode representar uma casa.  Na maior parte das vezes, os ideogramas funcionam como determinativos. No final das palavras, um ideograma é colocado, para indicar a qual categoria a palavra pertence. Este sinal é um determinativo para a ideia de cidade. - Assim, pode-se identificar que as palavras: Estas são nomes de cidades, pois terminam com o hieróglifo mostrado em cima.
  • 7.
    O sistema denumerais egípcios foi um sistema de numeração usado no antigo Egipto. Era um sistema de numeração que não se define para base alguma pois não é posicional e era escrito tanto em hieróglifos como em hierático.
  • 8.
    Além desse sistema gráfico para representar os numerais, a antiga língua egípcia também podia escrevê-los como palavras, assim como se pode escrever "trinta" ao numero "30", em português. "Trinta", por exemplo, era assim:
  • 9.
    Jean-François Champollion, egiptólogo e linguista de nacionalidade francesa, fez a decifração dos hieróglifos egípcios. Isso aconteceu entre os anos de 1822 e 1824, usando a Pedra de Roseta como fonte.
  • 10.
    A Pedra de Roseta é um texto do Antigo Egipto escrito em hieróglifos, grego e demótico egípcio num grande bloco de granito, facilmente confundido com basalto. Esse texto foi descoberto em 1799 por homens sob o comando de Napoleão Bonaparte enquanto cruzavam a região de Roseta, Egipto. Esse texto foi fundamental para a compreensão dos hieróglifos actualmente.