SlideShare uma empresa Scribd logo
GUIÃO DE LEITURA 
Ler fornece ao espirito materiais para o conhecimento, 
mas só o pensar faz nosso o que lemos. 
John Locke
Importância 
da Leitura Não basta ir às aulas para garantir pleno êxito nos estudos. É 
preciso ler e, principalmente, ler bem. Quem não sabe ler não saberá 
resumir, não saberá tomar apontamentos e, finalmente, não saberá estudar. 
Ler bem é fundamental para ampliar e desenvolver conhecimentos. Para 
elaborar trabalhos de pesquisa, é necessário ir às fontes, aos autores, aos 
livros: é preciso ler! 
A leitura assume um papel determinante na aprendizagem e no 
sucesso escolar e profissional, pois é uma ferramenta insubstituível que 
permite que os leitores acedam a um conjunto de experiências e 
conhecimentos. O insucesso na aquisição da leitura influencia, por vezes, de 
uma forma decisiva, a aprendizagem noutras áreas disciplinares, para as 
quais o domínio desta competência é essencial.
Importância 
da Leitura Muitos dos problemas referentes ao rendimento escolar têm 
origem numa leitura deficiente, quando não se lê a uma velocidade 
adequada ou não se compreende bem aquilo que se lê. O ritmo de leitura 
terá de se adaptar sempre à natureza dos textos, à capacidade de 
assimilação do leitor e aos objectivos pretendidos. É importante adquirir 
velocidade de leitura (não confundir rapidez com pressa), pois o leitor 
rápido poupa tempo e tem mais possibilidades de compreender o sentido 
do que lê, aumentando, assim, o seu rendimento. 
A leitura amplia e integra os conhecimentos, abre os horizontes 
do saber, enriquece o vocabulário e a facilidade de comunicação, 
disciplinando a mente e alargando a consciência pelo contacto com formas e 
ângulos diferentes sob os quais o mesmo problema pode ser considerado.
Comodidade 
na Leitura 
O ambiente de leitura deve reunir algumas condições que 
favoreçam a nossa concentração. É preferível ler em ambiente amplo, 
arejado, bem iluminado e silencioso; se a luz for artificial, deve ser difusa, 
e o seu foco deve estar à esquerda de quem lê. 
É preferível ler sentado a ler de pé ou deitado. É importante 
ter à mão um bom dicionário, um lápis e um bloco de papel. O clima de 
silêncio é importante para favorecer a concentração. A leitura para estudo 
deve ser feita numa mesa ou secretária, de forma a podermos usar 
facilmente diversos materiais (outros textos, cadernos, papel de 
rascunho, canetas, lápis, borracha, etc.).
O título do livro é a primeira informação que temos sobre o seu 
conteúdo, mas não deve ser o único critério de escolha para a leitura. 
Devemos examinar sumariamente o livro cujo título nos interessa à primeira 
vista. Importa: 
 Considerar o nome do autor e o seu currículo; 
 Analisar as informações da contracapa e/ou das “orelhas”; 
 Percorrer o índice e a bibliografia; 
 Verificar a editora, a data, a edição; 
 Ler rapidamente o prefácio. 
A convergência destes vários elementos ajudam a seleccionar o que ler. 
Também podemos consultar professores da respectiva área. 
Como 
selecionar o 
que ler?
Técnicas 
de Leitura 
Nem todos os textos são lidos da mesma maneira. Uma novela 
ou um manual escolar são textos diferentes que requerem diferentes 
abordagens de leitura. 
Podemos distinguir três tipos básicos de leitura: 
 Leitura em diagonal 
 Leitura global rápida 
 Leitura atenta ou leitura para estudo
Velocidade 
e Eficiência Algumas pessoas lêem tão devagar que, no final de um 
parágrafo, já se esqueceram do seu início e têm de voltar a lê-lo. Estas 
situações representam uma perda de tempo que se soma à lentidão da 
leitura. Normalmente, a leitura veloz não prejudica a eficiência ou a 
compreensão. Quem lê bem e depressa encontra tempo para ler e faz 
render o tempo. 
Não existe uma velocidade-padrão de leitura; a maior ou a 
menor velocidade depende da complexidade do texto, bem como das 
peculiaridades do leitor. Não se lêem com a mesma velocidade textos de 
género diferente, como, por exemplo, um romance e um manual de 
biologia. Cada um deve atingir a sua velocidade ideal, mas é sempre 
possível aumentar a velocidade, sem prejuízo da compreensão.
Velocidade 
e Eficiência Apresentamos alguns procedimentos e considerações que 
levarão normalmente a um aumento de velocidade e de eficiência na 
leitura: 
 Ler por frases e não palavra por palavra. A nossa visão abrange 
uma área muito extensa quando lemos. Ler palavra a palavra 
cansa e faz perder tempo precioso. Pode começar-se por ler 
duas ou três palavras de cada vez e, pouco a pouco, ir abarcando 
mais palavras até conseguir ler por frases. A leitura deve ser feita 
com a cabeça imóvel (apenas os olhos se deslocam), sem 
acompanhar as palavras com o dedo ou com o lápis. A leitura 
não deve ser feita palavra a palavra, mas por grupos de palavras 
abarcadas de uma só vez em cada movimento dos olhos.
Velocidade 
e Eficiência 
 Ler com a intenção de melhorar a velocidade. Este princípio está 
muito relacionado com o anterior. Uma média de 300 palavras por 
minuto é o ideal em adolescentes. 
 Identificar os parágrafos importantes. 
 Voltar a ler quando não se compreende algo. Se continuar a ler 
sem ter percebido o texto, a leitura não será proveitosa. 
 Procurar resumir a ideia principal de cada parágrafo. 
 Fazer pausas na leitura para pensar e reflectir sobre aspectos 
problemáticos. 
 Variar a forma de leitura para evitar o cansaço: leitura em voz alta, 
leitura silenciosa, ler em pé, etc.
Velocidade 
e Eficiência 
Apresenta-se, a título de curiosidade, um teste para verificação da velocidade de leitura. 
Experimente ler (em silêncio, sem soletrar as palavras) o seguinte texto, contanto (em 
segundos) o tempo que leva para o fazer: 
Agora compare o tempo 
gasto na leitura com a 
seguinte tabela: 
30 segundos – leitor rápido 
45 segundos – leitor médio 
60 segundos – leitor lento 
90 segundos – leitor muito lento 
Quantos planetas há no Sistema Solar? Qualquer pessoa responde com facilidade: nove. 
Todavia, para chegar a esta simples conclusão, o mundo da astronomia teve de percorrer um longo 
caminho de descobertas, pistas falsas e erros. A família planetária conhecida começava com Mercúrio e 
acabava com Saturno, até que, em 1871, William Herschel descobriu, de forma acidental, um novo 
membro da família. Úrano, através do telescópio instalado no seu jardim, em Bath (Inglaterra). A 
descoberta valeu-lhe fama imediata e uma persuasão imediata e uma pensão vitalícia do rei. 
Espicaçados pelo êxito de Herschel, outros astrónomos dedicaram-se de imediato a estabelecer as bases 
de uma nova disciplina, a caça aos planetas, mas foi preciso mais de meio século para localizarem a 
primeira presa. Neptuno foi registado em 1846, embora a sua existência já antes tivesse sido 
demonstrada no papel: os astrónomos tinham reparado em ligeiras irregularidades na órbita de Úrano, 
apenas explicáveis pela atracção gravitacional provocada por outro corpo de grandes dimensões. 
Generalizou-se assim entre os cientistas, a esperançosa ideia de que os mundos invisíveis podiam ser 
descobertos observando meticulosamente os subtis movimentos orbitais dos planetas conhecidos.
Pré-Leitura 
Antes de iniciar a leitura de um texto, faça uma pré-leitura ou 
leitura em diagonal. 
 Leia inicialmente os títulos e subtítulos do texto. 
 Examine rapidamente os negritos, as tabelas, os gráficos, as imagens e 
as palavras em destaque. 
 Leia os parágrafos iniciais do texto ou dos capítulos e passe 
rapidamente os olhos pelos parágrafos finais. 
 Analise se o texto é do seu interessa e qual a finalidade da sua leitura. 
 Consulte o índice. 
 Se for do seu interesse, inicie a leitura. 
A leitura “em diagonal” é uma observação “por alto” do material 
escrito, com o objectivo de formarmos rapidamente uma ideia global do seu 
conteúdo. Embora este tipo de leitura seja normalmente usado quando não 
temos muito tempo disponível, também devemos usar esta técnica como 
primeira leitura de um texto que pretendemos estudar em profundidade.
Rápida 
Leitura Global 
Uma leitura global rápida permitir-lhe-á apreender o sentido 
global do texto. Embora se trate de um leitura completa do texto, de forma 
corrida e sem grandes interrupções, deve prestar atenção às ideias mestras e 
aos pormenores importantes; se encontrar palavras desconhecidos, anote-as 
e procure esclarecer o seu significado; sem perder de vista os títulos e os 
subtítulos, procure acompanhar a trajectória percorrida pelo autor e, se 
necessário, assinale a lápis, à margem do texto, o que lhe parecer digno de 
ulteriores considerações; mas não se detenha, continue até ao fim com 
velocidade compatível com a compreensão do texto. 
Leitura 
Atenta Feita a apreensão global do assunto, proceda a uma nova leitura, 
agora mais atenta a aprofundada. Com os seguintes objectivos: percepção, 
compreensão, classificação, integração, recapitulação, crítica e problematização 
daquilo que se leu.
Rápida 
Leitura Global Durante esta leitura: 
 Procure no texto respostas às questões que o autor se propôs 
analisar ou que o leitor formulou após a primeira leitura; 
 Atenda aos sinais que foi fazendo à margem do texto durante a 
primeira leitura; 
 Detenha-se em cada parágrafo; 
 Sublinhe as ideias principais e os pormenores importantes; 
 Examine a coerência, a estrutura lógica do texto; 
 Pondere a natureza e a força dos argumentos, a validade dos 
exemplos e a perfeição das divisões; 
 Questione, compare, critique; 
 Faça breves anotações à margem do texto; 
 Assinale pontos obscuros para debater com colegas ou professores.
Rápida 
Leitura Global 
Esta leitura é mais trabalhosa, mas oferece excelentes 
gratificações: disciplina a razão, desenvolve o senso crítico, 
alimenta o espírito científico, promove o nosso desenvolvimento. 
Depois desta leitura, está aberto o caminho para qualquer espécie 
de esquematização, resumo ou elaboração de fichas, que 
queiramos fazer. 
Para obtermos o máximo rendimento, a leitura para 
estudo deve ser precedida das duas formas de leitura anteriores.
Vocabulário 
e Leitura 
Eficiente 
Muitas pessoas lêem mal porque têm pouco vocabulário e 
têm pouco vocabulário porque lêem mal, o que se torna um círculo 
vicioso. O domínio do vocabulário enriquece a possibilidade de 
compreensão e ajuda a aumentar a velocidade na leitura. O melhor 
recurso para aumentar o próprio vocabulário é, sem dúvida, a leitura. 
Por isso, sugere-se que se experimente não interromper a 
leitura perante um termo de sentido desconhecido; às vezes o contexto 
pode esclarecer o sentido da palavra desconhecida; anote-a e continue a 
ler. No final do capítulo, consulte o dicionário para esclarecer o 
significado das palavras que anotou e verifique o sentido conveniente ao 
contexto. Assim, quando fizer a segunda leitura, em que se sublinham as 
ideias principais e os pormenores importantes, todos os termos estarão 
compreendidos e incorporados no nosso vocabulário. Há quem prefira a 
consulta imediata, mas esta obriga a interromper a leitura cada vez que 
encontramos uma palavra desconhecida.
Sublinhar com 
Inteligência 
No decurso desta leitura mais atenta, deve sublinhar as ideias 
mais importantes. Sublinhar é uma arte que ajuda a colocar em destaque 
as ideias mestras, as palavras-chave e os pormenores importantes, para 
além de facilitar a concentração e a atitude crítica durante o tempo de 
leitura. Este hábito também favorece o trabalho das revisões imediatas e 
das revisões posteriores. 
Nesta fase, destaca-se aquilo que nos parece mais 
importante: palavras/expressões facilitadoras de captação do essencial 
do texto, sem termos necessidade de recorrer às restantes palavras do 
mesmo texto.
Cada um pode adoptar uma simbologia pessoal para sublinhar e 
fazer anotações à margem dos textos, desde que essa simbologia mantenha 
uma significação bem definida e constante. Entretanto, podemos sugerir 
algumas normas: 
 Sublinhar apenas as ideias principais e os pormenores importantes. Não 
se deve sublinhar em demasia nem sublinhar longos períodos: basta 
sublinhar palavras-chave. 
 Não sublinhar na primeira leitura. As pessoas mais experientes sublinham 
inteligentemente na primeira leitura; mas recomenda-se aos principiantes 
que não o façam; leiam primeiro um ou mais parágrafos, e retomem para 
sublinhar as palavras ou bases essenciais que, desde a primeira leitura, 
foram identificadas como principais, e que a releitura mais rápida 
confirma como tais. 
Como 
Sublinhar
Como 
Sublinhar 
 Reconstituir o parágrafo a partir das palavras sublinhadas. 
 Ler o texto sublinhado com a continuidade e plenitude de sentido de um 
telegrama. Quando fizer revisões imediatas ou posteriores, os textos 
sublinhados de acordo com esta norma permitirão uma leitura 
rapidíssima, apoiada nas palavras sublinhadas, embora pertencentes a 
frases diferentes e até distanciadas, terá um sentido fluente e 
concatenado. 
 Sublinhar com dois traços as palavras-chave da ideia principal, e com um 
único traço os pormenores importantes. Devemos sublinhar tanto as 
ideias principais como os pormenores importantes, mas é bom destacar as 
ideias principais. A melhor maneira de sublinhar a informação é com o 
recurso a lápis/esferográfica bicolor: vermelho e azul. Assim, os títulos 
podem sublinhar-se com duplo vermelho; as classificações, com duplo 
azul; as ideias mais importantes com vermelho simples; por fim, as notas 
explicativas, com azul simples.
Como 
Sublinhar  Assinalar com linha vertical, à margem do texto, as passagens mais 
significativas. Por vezes, a ideia principal retorna em diversos parágrafos e 
em diversos contextos. Nada melhor que um traço vertical à margem do 
texto o assinalar. 
 Assinalar com uma interrogação, à margem, os pontos de discordância. 
Podemos discordar das posições assumidas pelo autor, perceber 
incoerências, interpretações tendenciosas de fontes ou falhas dignas de 
reparos ou críticas. Devemos registar o facto mediante uma interrogação à 
margem do texto. Para assinalar pontos mais obscuros, quer durante a 
leitura de preparação para as aulas, quer durante leituras ulteriores, em 
textos de maior desenvolvimento, será preferível utilizar lápis em vez de 
canetas de tinta.
Esquemas 
e Resumos 
Para facilitar a evocação futura dos conteúdos da leitura, nada 
melhor do que procurar reproduzir aquilo que lemos. Quem lê bem, de 
lápis na mão, à procura das ideias directrizes e dos pormenores 
importantes, já preparou caminho para a elaboração do esquema seguido 
pelo autor ou para a elaboração do resumo daquilo que leu. 
Esquemas 
Fazer um esquema permite apreender mais facilmente o 
essencial do que já se estudou. Assim, nesta fase, procura-se economizar 
tempo e fazer o mínimo esforço no processo de aprendizagem. O 
esquema é o plano, a linha directriz que o autor seguiu no 
desenvolvimento do texto; esse plano delimita um tema e estabelece a 
trajectória básica da sua apresentação.
Esquemas A elaboração do esquema obedece a algumas regras: 
1. Seja fiel ao texto. Não se pode trabalhar com esquemas fixos 
ou preconceitos e forçar o texto lido a entrar neles; o nosso 
esquema decorre naturalmente do texto. 
2. Identifique o tema e destaque dos títulos e/ou subtítulos que 
guiaram a introdução, o desenvolvimento e as conclusões do 
texto; 
3. Organize de forma simples e clara, de maneira a apresentar 
uma imagem concentrada do todo; 
4. Subordine as ideias e os factos, não se limite a enumerá-los; 
5. Mantenha um sistema uniforme de observações, gráficos e 
símbolos para as divisões e subordinações que caracterizam a 
estrutura do texto.
Resumos Concluída a esquematização, podemos proceder ao resumo das 
ideias mais importantes do texto em análise. Resumir um texto é expor 
abreviadamente um assunto ou matéria, mantendo-lhe o significado, mas 
dando-lhe uma nova forma. O resumo deverá exprimir, de forma sintética, o 
conteúdo da informação, utilizando-se uma linguagem simples e clara e 
substituindo-se as palavras ou expressões mais difíceis ou menos usadas por 
outras correntes. O vocabulário técnico ou científico deverá manter-se, se o 
texto o exigir. 
Este difere do esquema porque é constituído por parágrafos de 
sentido completo e, por isso, a sua leitura dispensa a do texto original cujas 
ideias o resumo condensa. O resumo torna-se aconselhável quando ouvimos 
uma aula ou conferência, ou quando reunimos material para um trabalho de 
maior fôlego. De resto, também será útil para testar o nosso conhecimento de 
textos mais difíceis, ou para exercitar a arte de redigir com clareza e concisão.
Resumos 
Quem lê bem, será capaz de elaborar bom resumo, e obedecerá 
quase espontaneamente às seguintes regras: 
a. Não pretender resumir antes de ler, de esclarecer todo o texto, 
de sublinhar, de fazer breves anotações à margem do texto; 
b. Ser breve e compreensível; 
c. Atender especialmente às palavras sublinhadas e às anotações 
à margem do texto; 
d. Evitar transcrição textual.
Apontamentos 
Finais 
 A última fase do método consiste na aplicação concreta das normas 
referidas nas etapas anteriores. No caso de ser bem aplicado, o 
método poderá funcionar como um excelente auxiliar de estudo, na 
recolha e tratamento da informação, sobretudo para os alunos com 
mais dificuldades. 
 Documento presente e adaptado de: 
http://becre.dpedrov.edu.pt/files/guiao_leitura.pdf

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Literatura trovadoresca
Literatura trovadoresca Literatura trovadoresca
Literatura trovadoresca
Lurdes Augusto
 
"Não sei se é sonhe, se realidade"
"Não sei se é sonhe, se realidade""Não sei se é sonhe, se realidade"
"Não sei se é sonhe, se realidade"
MiguelavRodrigues
 
Conjunções e locuções conjuncionais (orações)
Conjunções e locuções conjuncionais (orações) Conjunções e locuções conjuncionais (orações)
Conjunções e locuções conjuncionais (orações)
Pework
 
Quantificadores
QuantificadoresQuantificadores
Quantificadores
Rosalina Simão Nunes
 
Conectores discurso
Conectores discursoConectores discurso
Conectores discurso
sofiax
 
Auto da barca do inferno - Fidalgo
Auto da barca do inferno - FidalgoAuto da barca do inferno - Fidalgo
Auto da barca do inferno - Fidalgo
Bruna Silva
 
Coordenação. Subordinação
Coordenação. SubordinaçãoCoordenação. Subordinação
Coordenação. Subordinação
Rosalina Simão Nunes
 
O beijo da palavrinha atividades de interpretação
O beijo da palavrinha   atividades de interpretaçãoO beijo da palavrinha   atividades de interpretação
O beijo da palavrinha atividades de interpretação
Constantino Alves
 
Relatório de Reflexão Crítica - Vera Oliveira
Relatório de Reflexão Crítica - Vera OliveiraRelatório de Reflexão Crítica - Vera Oliveira
Relatório de Reflexão Crítica - Vera Oliveira
Vera Oliveira
 
Funções sintáticas
Funções sintáticasFunções sintáticas
Funções sintáticas
rijcp
 
Figuras de estilo
Figuras de estiloFiguras de estilo
Figuras de estilo
Luís Sérgio
 
Subclasses dos verbos
Subclasses dos verbosSubclasses dos verbos
Subclasses dos verbos
quintaldasletras
 
Relações semânticas entre palavras
Relações semânticas entre palavrasRelações semânticas entre palavras
Relações semânticas entre palavras
Sofia Antunes
 
Caderno de poesia 9º ano - Metas Português
Caderno de poesia 9º ano - Metas PortuguêsCaderno de poesia 9º ano - Metas Português
Caderno de poesia 9º ano - Metas Português
bibliotecacampo
 
Relações entre palavras
Relações entre palavrasRelações entre palavras
Relações entre palavras
teresafraga
 
Grupos frásicos e Funções Sintáticas
Grupos frásicos e Funções SintáticasGrupos frásicos e Funções Sintáticas
Grupos frásicos e Funções Sintáticas
Lurdes Augusto
 
Relação entre as palavras
Relação entre as palavrasRelação entre as palavras
Relação entre as palavras
nelsonalves70
 
Alberto caeiro eu nunca guardei rebanhos- análise
Alberto caeiro   eu nunca guardei rebanhos- análiseAlberto caeiro   eu nunca guardei rebanhos- análise
Alberto caeiro eu nunca guardei rebanhos- análise
Anabela Fernandes
 
Categorias da narrativa
Categorias da narrativaCategorias da narrativa
Categorias da narrativa
Manuel Nunes Correia
 
A classe dos quantificadores síntese a5
A classe dos quantificadores   síntese a5A classe dos quantificadores   síntese a5
A classe dos quantificadores síntese a5
Sónia Fernandes
 

Mais procurados (20)

Literatura trovadoresca
Literatura trovadoresca Literatura trovadoresca
Literatura trovadoresca
 
"Não sei se é sonhe, se realidade"
"Não sei se é sonhe, se realidade""Não sei se é sonhe, se realidade"
"Não sei se é sonhe, se realidade"
 
Conjunções e locuções conjuncionais (orações)
Conjunções e locuções conjuncionais (orações) Conjunções e locuções conjuncionais (orações)
Conjunções e locuções conjuncionais (orações)
 
Quantificadores
QuantificadoresQuantificadores
Quantificadores
 
Conectores discurso
Conectores discursoConectores discurso
Conectores discurso
 
Auto da barca do inferno - Fidalgo
Auto da barca do inferno - FidalgoAuto da barca do inferno - Fidalgo
Auto da barca do inferno - Fidalgo
 
Coordenação. Subordinação
Coordenação. SubordinaçãoCoordenação. Subordinação
Coordenação. Subordinação
 
O beijo da palavrinha atividades de interpretação
O beijo da palavrinha   atividades de interpretaçãoO beijo da palavrinha   atividades de interpretação
O beijo da palavrinha atividades de interpretação
 
Relatório de Reflexão Crítica - Vera Oliveira
Relatório de Reflexão Crítica - Vera OliveiraRelatório de Reflexão Crítica - Vera Oliveira
Relatório de Reflexão Crítica - Vera Oliveira
 
Funções sintáticas
Funções sintáticasFunções sintáticas
Funções sintáticas
 
Figuras de estilo
Figuras de estiloFiguras de estilo
Figuras de estilo
 
Subclasses dos verbos
Subclasses dos verbosSubclasses dos verbos
Subclasses dos verbos
 
Relações semânticas entre palavras
Relações semânticas entre palavrasRelações semânticas entre palavras
Relações semânticas entre palavras
 
Caderno de poesia 9º ano - Metas Português
Caderno de poesia 9º ano - Metas PortuguêsCaderno de poesia 9º ano - Metas Português
Caderno de poesia 9º ano - Metas Português
 
Relações entre palavras
Relações entre palavrasRelações entre palavras
Relações entre palavras
 
Grupos frásicos e Funções Sintáticas
Grupos frásicos e Funções SintáticasGrupos frásicos e Funções Sintáticas
Grupos frásicos e Funções Sintáticas
 
Relação entre as palavras
Relação entre as palavrasRelação entre as palavras
Relação entre as palavras
 
Alberto caeiro eu nunca guardei rebanhos- análise
Alberto caeiro   eu nunca guardei rebanhos- análiseAlberto caeiro   eu nunca guardei rebanhos- análise
Alberto caeiro eu nunca guardei rebanhos- análise
 
Categorias da narrativa
Categorias da narrativaCategorias da narrativa
Categorias da narrativa
 
A classe dos quantificadores síntese a5
A classe dos quantificadores   síntese a5A classe dos quantificadores   síntese a5
A classe dos quantificadores síntese a5
 

Destaque

Como elaborar uma ficha de leitura
Como elaborar uma ficha de leituraComo elaborar uma ficha de leitura
Como elaborar uma ficha de leitura
Marquês de Pombal
 
Ficha de leitura
Ficha de leituraFicha de leitura
Ficha de leitura
Cristina Sousa
 
Ficha de leitura
Ficha de leituraFicha de leitura
Ficha de leitura
Faell Vasconcelos
 
Guião de leitura...
Guião de leitura...Guião de leitura...
Guião de leitura...
labeques
 
Modelo de ficha de leitura
Modelo de ficha de leituraModelo de ficha de leitura
Modelo de ficha de leitura
Sérgio Lagoa
 
Ficha de leitura
Ficha de leituraFicha de leitura
Ficha de leitura
Leonor Costa
 

Destaque (6)

Como elaborar uma ficha de leitura
Como elaborar uma ficha de leituraComo elaborar uma ficha de leitura
Como elaborar uma ficha de leitura
 
Ficha de leitura
Ficha de leituraFicha de leitura
Ficha de leitura
 
Ficha de leitura
Ficha de leituraFicha de leitura
Ficha de leitura
 
Guião de leitura...
Guião de leitura...Guião de leitura...
Guião de leitura...
 
Modelo de ficha de leitura
Modelo de ficha de leituraModelo de ficha de leitura
Modelo de ficha de leitura
 
Ficha de leitura
Ficha de leituraFicha de leitura
Ficha de leitura
 

Semelhante a Guião de Leitura

Fundamentação teorica sobre leitura
Fundamentação teorica sobre leituraFundamentação teorica sobre leitura
Fundamentação teorica sobre leitura
Aldo Socram
 
importancia da leitura
importancia da leituraimportancia da leitura
importancia da leitura
Carol Vieira
 
Hábito de Leitura
Hábito de LeituraHábito de Leitura
Hábito de Leitura
celiagarci
 
Lingua portuguesa apost
Lingua portuguesa apostLingua portuguesa apost
Lingua portuguesa apost
Willian Charles Lima
 
SLIDE 1 - Educação a Distância no Brasil
SLIDE 1 - Educação a Distância no BrasilSLIDE 1 - Educação a Distância no Brasil
SLIDE 1 - Educação a Distância no Brasil
AndersonCosta163797
 
Fluencia leitora
Fluencia leitoraFluencia leitora
Fluencia leitora
Elisangela Santos
 
Fluencia leitora
Fluencia leitoraFluencia leitora
Fluencia leitora
Elisangela Santos
 
Métodos estudo
Métodos estudoMétodos estudo
Métodos estudo
teresaX
 
Metodologia Cientifica 2.pptx
Metodologia Cientifica 2.pptxMetodologia Cientifica 2.pptx
Metodologia Cientifica 2.pptx
RobsonFerreiraMatos
 
Aprendizagem
AprendizagemAprendizagem
Aprendizagem
Wanessa Albuquerque
 
Como organizar o estudo
Como organizar o estudoComo organizar o estudo
Como organizar o estudo
be23ceb
 
Estudar
EstudarEstudar
Estudar
BE/CRE
 
Estudar
EstudarEstudar
Estudar
be23ceb
 
Como organizar o estudo
Como organizar o estudoComo organizar o estudo
Como organizar o estudo
be23ceb
 
Leitura e-mundo
Leitura e-mundoLeitura e-mundo
Leitura e-mundo
Elayne Silva
 
Curso leitura dinâmica
Curso leitura dinâmicaCurso leitura dinâmica
Curso leitura dinâmica
Katniss Lima
 
Objetivos de Leitura de acordo com Isabel Solé
Objetivos de Leitura de acordo com Isabel SoléObjetivos de Leitura de acordo com Isabel Solé
Objetivos de Leitura de acordo com Isabel Solé
Bete Feliciano
 
Orientações ensino médio
Orientações ensino médioOrientações ensino médio
Orientações ensino médio
Colégio Elisa Andreoli
 
Como ler livros
Como ler livrosComo ler livros
Como ler livros
Seduc/AM
 
(6) a leitura
(6) a leitura(6) a leitura
(6) a leitura
Afonso Murad (FAJE)
 

Semelhante a Guião de Leitura (20)

Fundamentação teorica sobre leitura
Fundamentação teorica sobre leituraFundamentação teorica sobre leitura
Fundamentação teorica sobre leitura
 
importancia da leitura
importancia da leituraimportancia da leitura
importancia da leitura
 
Hábito de Leitura
Hábito de LeituraHábito de Leitura
Hábito de Leitura
 
Lingua portuguesa apost
Lingua portuguesa apostLingua portuguesa apost
Lingua portuguesa apost
 
SLIDE 1 - Educação a Distância no Brasil
SLIDE 1 - Educação a Distância no BrasilSLIDE 1 - Educação a Distância no Brasil
SLIDE 1 - Educação a Distância no Brasil
 
Fluencia leitora
Fluencia leitoraFluencia leitora
Fluencia leitora
 
Fluencia leitora
Fluencia leitoraFluencia leitora
Fluencia leitora
 
Métodos estudo
Métodos estudoMétodos estudo
Métodos estudo
 
Metodologia Cientifica 2.pptx
Metodologia Cientifica 2.pptxMetodologia Cientifica 2.pptx
Metodologia Cientifica 2.pptx
 
Aprendizagem
AprendizagemAprendizagem
Aprendizagem
 
Como organizar o estudo
Como organizar o estudoComo organizar o estudo
Como organizar o estudo
 
Estudar
EstudarEstudar
Estudar
 
Estudar
EstudarEstudar
Estudar
 
Como organizar o estudo
Como organizar o estudoComo organizar o estudo
Como organizar o estudo
 
Leitura e-mundo
Leitura e-mundoLeitura e-mundo
Leitura e-mundo
 
Curso leitura dinâmica
Curso leitura dinâmicaCurso leitura dinâmica
Curso leitura dinâmica
 
Objetivos de Leitura de acordo com Isabel Solé
Objetivos de Leitura de acordo com Isabel SoléObjetivos de Leitura de acordo com Isabel Solé
Objetivos de Leitura de acordo com Isabel Solé
 
Orientações ensino médio
Orientações ensino médioOrientações ensino médio
Orientações ensino médio
 
Como ler livros
Como ler livrosComo ler livros
Como ler livros
 
(6) a leitura
(6) a leitura(6) a leitura
(6) a leitura
 

Mais de RBCondeixa

O prazer da escrita
O prazer da escritaO prazer da escrita
O prazer da escrita
RBCondeixa
 
Como realizar um trabalho escrito formação literacia informação
Como realizar um trabalho escrito   formação literacia informaçãoComo realizar um trabalho escrito   formação literacia informação
Como realizar um trabalho escrito formação literacia informação
RBCondeixa
 
Saber Estudar
Saber EstudarSaber Estudar
Saber Estudar
RBCondeixa
 
Leitura no Pré-Escolar
Leitura no Pré-EscolarLeitura no Pré-Escolar
Leitura no Pré-Escolar
RBCondeixa
 
Referencias e citacoes bibliograficas
Referencias e citacoes bibliograficasReferencias e citacoes bibliograficas
Referencias e citacoes bibliograficas
RBCondeixa
 
Tipos de questões dos testes
Tipos de questões dos testesTipos de questões dos testes
Tipos de questões dos testes
RBCondeixa
 
Significado dos verbos mais usados nos testes
Significado dos verbos mais usados nos testesSignificado dos verbos mais usados nos testes
Significado dos verbos mais usados nos testes
RBCondeixa
 

Mais de RBCondeixa (7)

O prazer da escrita
O prazer da escritaO prazer da escrita
O prazer da escrita
 
Como realizar um trabalho escrito formação literacia informação
Como realizar um trabalho escrito   formação literacia informaçãoComo realizar um trabalho escrito   formação literacia informação
Como realizar um trabalho escrito formação literacia informação
 
Saber Estudar
Saber EstudarSaber Estudar
Saber Estudar
 
Leitura no Pré-Escolar
Leitura no Pré-EscolarLeitura no Pré-Escolar
Leitura no Pré-Escolar
 
Referencias e citacoes bibliograficas
Referencias e citacoes bibliograficasReferencias e citacoes bibliograficas
Referencias e citacoes bibliograficas
 
Tipos de questões dos testes
Tipos de questões dos testesTipos de questões dos testes
Tipos de questões dos testes
 
Significado dos verbos mais usados nos testes
Significado dos verbos mais usados nos testesSignificado dos verbos mais usados nos testes
Significado dos verbos mais usados nos testes
 

Último

Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
enpfilosofiaufu
 
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
IslanderAndrade
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
CarinaSoto12
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdfCaderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
carlaslr1
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
ILDISONRAFAELBARBOSA
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
sthefanydesr
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
ReinaldoSouza57
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
andressacastro36
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Mary Alvarenga
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
analuisasesso
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 

Último (20)

Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
 
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdfCaderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 

Guião de Leitura

  • 1. GUIÃO DE LEITURA Ler fornece ao espirito materiais para o conhecimento, mas só o pensar faz nosso o que lemos. John Locke
  • 2. Importância da Leitura Não basta ir às aulas para garantir pleno êxito nos estudos. É preciso ler e, principalmente, ler bem. Quem não sabe ler não saberá resumir, não saberá tomar apontamentos e, finalmente, não saberá estudar. Ler bem é fundamental para ampliar e desenvolver conhecimentos. Para elaborar trabalhos de pesquisa, é necessário ir às fontes, aos autores, aos livros: é preciso ler! A leitura assume um papel determinante na aprendizagem e no sucesso escolar e profissional, pois é uma ferramenta insubstituível que permite que os leitores acedam a um conjunto de experiências e conhecimentos. O insucesso na aquisição da leitura influencia, por vezes, de uma forma decisiva, a aprendizagem noutras áreas disciplinares, para as quais o domínio desta competência é essencial.
  • 3. Importância da Leitura Muitos dos problemas referentes ao rendimento escolar têm origem numa leitura deficiente, quando não se lê a uma velocidade adequada ou não se compreende bem aquilo que se lê. O ritmo de leitura terá de se adaptar sempre à natureza dos textos, à capacidade de assimilação do leitor e aos objectivos pretendidos. É importante adquirir velocidade de leitura (não confundir rapidez com pressa), pois o leitor rápido poupa tempo e tem mais possibilidades de compreender o sentido do que lê, aumentando, assim, o seu rendimento. A leitura amplia e integra os conhecimentos, abre os horizontes do saber, enriquece o vocabulário e a facilidade de comunicação, disciplinando a mente e alargando a consciência pelo contacto com formas e ângulos diferentes sob os quais o mesmo problema pode ser considerado.
  • 4. Comodidade na Leitura O ambiente de leitura deve reunir algumas condições que favoreçam a nossa concentração. É preferível ler em ambiente amplo, arejado, bem iluminado e silencioso; se a luz for artificial, deve ser difusa, e o seu foco deve estar à esquerda de quem lê. É preferível ler sentado a ler de pé ou deitado. É importante ter à mão um bom dicionário, um lápis e um bloco de papel. O clima de silêncio é importante para favorecer a concentração. A leitura para estudo deve ser feita numa mesa ou secretária, de forma a podermos usar facilmente diversos materiais (outros textos, cadernos, papel de rascunho, canetas, lápis, borracha, etc.).
  • 5. O título do livro é a primeira informação que temos sobre o seu conteúdo, mas não deve ser o único critério de escolha para a leitura. Devemos examinar sumariamente o livro cujo título nos interessa à primeira vista. Importa:  Considerar o nome do autor e o seu currículo;  Analisar as informações da contracapa e/ou das “orelhas”;  Percorrer o índice e a bibliografia;  Verificar a editora, a data, a edição;  Ler rapidamente o prefácio. A convergência destes vários elementos ajudam a seleccionar o que ler. Também podemos consultar professores da respectiva área. Como selecionar o que ler?
  • 6. Técnicas de Leitura Nem todos os textos são lidos da mesma maneira. Uma novela ou um manual escolar são textos diferentes que requerem diferentes abordagens de leitura. Podemos distinguir três tipos básicos de leitura:  Leitura em diagonal  Leitura global rápida  Leitura atenta ou leitura para estudo
  • 7. Velocidade e Eficiência Algumas pessoas lêem tão devagar que, no final de um parágrafo, já se esqueceram do seu início e têm de voltar a lê-lo. Estas situações representam uma perda de tempo que se soma à lentidão da leitura. Normalmente, a leitura veloz não prejudica a eficiência ou a compreensão. Quem lê bem e depressa encontra tempo para ler e faz render o tempo. Não existe uma velocidade-padrão de leitura; a maior ou a menor velocidade depende da complexidade do texto, bem como das peculiaridades do leitor. Não se lêem com a mesma velocidade textos de género diferente, como, por exemplo, um romance e um manual de biologia. Cada um deve atingir a sua velocidade ideal, mas é sempre possível aumentar a velocidade, sem prejuízo da compreensão.
  • 8. Velocidade e Eficiência Apresentamos alguns procedimentos e considerações que levarão normalmente a um aumento de velocidade e de eficiência na leitura:  Ler por frases e não palavra por palavra. A nossa visão abrange uma área muito extensa quando lemos. Ler palavra a palavra cansa e faz perder tempo precioso. Pode começar-se por ler duas ou três palavras de cada vez e, pouco a pouco, ir abarcando mais palavras até conseguir ler por frases. A leitura deve ser feita com a cabeça imóvel (apenas os olhos se deslocam), sem acompanhar as palavras com o dedo ou com o lápis. A leitura não deve ser feita palavra a palavra, mas por grupos de palavras abarcadas de uma só vez em cada movimento dos olhos.
  • 9. Velocidade e Eficiência  Ler com a intenção de melhorar a velocidade. Este princípio está muito relacionado com o anterior. Uma média de 300 palavras por minuto é o ideal em adolescentes.  Identificar os parágrafos importantes.  Voltar a ler quando não se compreende algo. Se continuar a ler sem ter percebido o texto, a leitura não será proveitosa.  Procurar resumir a ideia principal de cada parágrafo.  Fazer pausas na leitura para pensar e reflectir sobre aspectos problemáticos.  Variar a forma de leitura para evitar o cansaço: leitura em voz alta, leitura silenciosa, ler em pé, etc.
  • 10. Velocidade e Eficiência Apresenta-se, a título de curiosidade, um teste para verificação da velocidade de leitura. Experimente ler (em silêncio, sem soletrar as palavras) o seguinte texto, contanto (em segundos) o tempo que leva para o fazer: Agora compare o tempo gasto na leitura com a seguinte tabela: 30 segundos – leitor rápido 45 segundos – leitor médio 60 segundos – leitor lento 90 segundos – leitor muito lento Quantos planetas há no Sistema Solar? Qualquer pessoa responde com facilidade: nove. Todavia, para chegar a esta simples conclusão, o mundo da astronomia teve de percorrer um longo caminho de descobertas, pistas falsas e erros. A família planetária conhecida começava com Mercúrio e acabava com Saturno, até que, em 1871, William Herschel descobriu, de forma acidental, um novo membro da família. Úrano, através do telescópio instalado no seu jardim, em Bath (Inglaterra). A descoberta valeu-lhe fama imediata e uma persuasão imediata e uma pensão vitalícia do rei. Espicaçados pelo êxito de Herschel, outros astrónomos dedicaram-se de imediato a estabelecer as bases de uma nova disciplina, a caça aos planetas, mas foi preciso mais de meio século para localizarem a primeira presa. Neptuno foi registado em 1846, embora a sua existência já antes tivesse sido demonstrada no papel: os astrónomos tinham reparado em ligeiras irregularidades na órbita de Úrano, apenas explicáveis pela atracção gravitacional provocada por outro corpo de grandes dimensões. Generalizou-se assim entre os cientistas, a esperançosa ideia de que os mundos invisíveis podiam ser descobertos observando meticulosamente os subtis movimentos orbitais dos planetas conhecidos.
  • 11. Pré-Leitura Antes de iniciar a leitura de um texto, faça uma pré-leitura ou leitura em diagonal.  Leia inicialmente os títulos e subtítulos do texto.  Examine rapidamente os negritos, as tabelas, os gráficos, as imagens e as palavras em destaque.  Leia os parágrafos iniciais do texto ou dos capítulos e passe rapidamente os olhos pelos parágrafos finais.  Analise se o texto é do seu interessa e qual a finalidade da sua leitura.  Consulte o índice.  Se for do seu interesse, inicie a leitura. A leitura “em diagonal” é uma observação “por alto” do material escrito, com o objectivo de formarmos rapidamente uma ideia global do seu conteúdo. Embora este tipo de leitura seja normalmente usado quando não temos muito tempo disponível, também devemos usar esta técnica como primeira leitura de um texto que pretendemos estudar em profundidade.
  • 12. Rápida Leitura Global Uma leitura global rápida permitir-lhe-á apreender o sentido global do texto. Embora se trate de um leitura completa do texto, de forma corrida e sem grandes interrupções, deve prestar atenção às ideias mestras e aos pormenores importantes; se encontrar palavras desconhecidos, anote-as e procure esclarecer o seu significado; sem perder de vista os títulos e os subtítulos, procure acompanhar a trajectória percorrida pelo autor e, se necessário, assinale a lápis, à margem do texto, o que lhe parecer digno de ulteriores considerações; mas não se detenha, continue até ao fim com velocidade compatível com a compreensão do texto. Leitura Atenta Feita a apreensão global do assunto, proceda a uma nova leitura, agora mais atenta a aprofundada. Com os seguintes objectivos: percepção, compreensão, classificação, integração, recapitulação, crítica e problematização daquilo que se leu.
  • 13. Rápida Leitura Global Durante esta leitura:  Procure no texto respostas às questões que o autor se propôs analisar ou que o leitor formulou após a primeira leitura;  Atenda aos sinais que foi fazendo à margem do texto durante a primeira leitura;  Detenha-se em cada parágrafo;  Sublinhe as ideias principais e os pormenores importantes;  Examine a coerência, a estrutura lógica do texto;  Pondere a natureza e a força dos argumentos, a validade dos exemplos e a perfeição das divisões;  Questione, compare, critique;  Faça breves anotações à margem do texto;  Assinale pontos obscuros para debater com colegas ou professores.
  • 14. Rápida Leitura Global Esta leitura é mais trabalhosa, mas oferece excelentes gratificações: disciplina a razão, desenvolve o senso crítico, alimenta o espírito científico, promove o nosso desenvolvimento. Depois desta leitura, está aberto o caminho para qualquer espécie de esquematização, resumo ou elaboração de fichas, que queiramos fazer. Para obtermos o máximo rendimento, a leitura para estudo deve ser precedida das duas formas de leitura anteriores.
  • 15. Vocabulário e Leitura Eficiente Muitas pessoas lêem mal porque têm pouco vocabulário e têm pouco vocabulário porque lêem mal, o que se torna um círculo vicioso. O domínio do vocabulário enriquece a possibilidade de compreensão e ajuda a aumentar a velocidade na leitura. O melhor recurso para aumentar o próprio vocabulário é, sem dúvida, a leitura. Por isso, sugere-se que se experimente não interromper a leitura perante um termo de sentido desconhecido; às vezes o contexto pode esclarecer o sentido da palavra desconhecida; anote-a e continue a ler. No final do capítulo, consulte o dicionário para esclarecer o significado das palavras que anotou e verifique o sentido conveniente ao contexto. Assim, quando fizer a segunda leitura, em que se sublinham as ideias principais e os pormenores importantes, todos os termos estarão compreendidos e incorporados no nosso vocabulário. Há quem prefira a consulta imediata, mas esta obriga a interromper a leitura cada vez que encontramos uma palavra desconhecida.
  • 16. Sublinhar com Inteligência No decurso desta leitura mais atenta, deve sublinhar as ideias mais importantes. Sublinhar é uma arte que ajuda a colocar em destaque as ideias mestras, as palavras-chave e os pormenores importantes, para além de facilitar a concentração e a atitude crítica durante o tempo de leitura. Este hábito também favorece o trabalho das revisões imediatas e das revisões posteriores. Nesta fase, destaca-se aquilo que nos parece mais importante: palavras/expressões facilitadoras de captação do essencial do texto, sem termos necessidade de recorrer às restantes palavras do mesmo texto.
  • 17. Cada um pode adoptar uma simbologia pessoal para sublinhar e fazer anotações à margem dos textos, desde que essa simbologia mantenha uma significação bem definida e constante. Entretanto, podemos sugerir algumas normas:  Sublinhar apenas as ideias principais e os pormenores importantes. Não se deve sublinhar em demasia nem sublinhar longos períodos: basta sublinhar palavras-chave.  Não sublinhar na primeira leitura. As pessoas mais experientes sublinham inteligentemente na primeira leitura; mas recomenda-se aos principiantes que não o façam; leiam primeiro um ou mais parágrafos, e retomem para sublinhar as palavras ou bases essenciais que, desde a primeira leitura, foram identificadas como principais, e que a releitura mais rápida confirma como tais. Como Sublinhar
  • 18. Como Sublinhar  Reconstituir o parágrafo a partir das palavras sublinhadas.  Ler o texto sublinhado com a continuidade e plenitude de sentido de um telegrama. Quando fizer revisões imediatas ou posteriores, os textos sublinhados de acordo com esta norma permitirão uma leitura rapidíssima, apoiada nas palavras sublinhadas, embora pertencentes a frases diferentes e até distanciadas, terá um sentido fluente e concatenado.  Sublinhar com dois traços as palavras-chave da ideia principal, e com um único traço os pormenores importantes. Devemos sublinhar tanto as ideias principais como os pormenores importantes, mas é bom destacar as ideias principais. A melhor maneira de sublinhar a informação é com o recurso a lápis/esferográfica bicolor: vermelho e azul. Assim, os títulos podem sublinhar-se com duplo vermelho; as classificações, com duplo azul; as ideias mais importantes com vermelho simples; por fim, as notas explicativas, com azul simples.
  • 19. Como Sublinhar  Assinalar com linha vertical, à margem do texto, as passagens mais significativas. Por vezes, a ideia principal retorna em diversos parágrafos e em diversos contextos. Nada melhor que um traço vertical à margem do texto o assinalar.  Assinalar com uma interrogação, à margem, os pontos de discordância. Podemos discordar das posições assumidas pelo autor, perceber incoerências, interpretações tendenciosas de fontes ou falhas dignas de reparos ou críticas. Devemos registar o facto mediante uma interrogação à margem do texto. Para assinalar pontos mais obscuros, quer durante a leitura de preparação para as aulas, quer durante leituras ulteriores, em textos de maior desenvolvimento, será preferível utilizar lápis em vez de canetas de tinta.
  • 20. Esquemas e Resumos Para facilitar a evocação futura dos conteúdos da leitura, nada melhor do que procurar reproduzir aquilo que lemos. Quem lê bem, de lápis na mão, à procura das ideias directrizes e dos pormenores importantes, já preparou caminho para a elaboração do esquema seguido pelo autor ou para a elaboração do resumo daquilo que leu. Esquemas Fazer um esquema permite apreender mais facilmente o essencial do que já se estudou. Assim, nesta fase, procura-se economizar tempo e fazer o mínimo esforço no processo de aprendizagem. O esquema é o plano, a linha directriz que o autor seguiu no desenvolvimento do texto; esse plano delimita um tema e estabelece a trajectória básica da sua apresentação.
  • 21. Esquemas A elaboração do esquema obedece a algumas regras: 1. Seja fiel ao texto. Não se pode trabalhar com esquemas fixos ou preconceitos e forçar o texto lido a entrar neles; o nosso esquema decorre naturalmente do texto. 2. Identifique o tema e destaque dos títulos e/ou subtítulos que guiaram a introdução, o desenvolvimento e as conclusões do texto; 3. Organize de forma simples e clara, de maneira a apresentar uma imagem concentrada do todo; 4. Subordine as ideias e os factos, não se limite a enumerá-los; 5. Mantenha um sistema uniforme de observações, gráficos e símbolos para as divisões e subordinações que caracterizam a estrutura do texto.
  • 22. Resumos Concluída a esquematização, podemos proceder ao resumo das ideias mais importantes do texto em análise. Resumir um texto é expor abreviadamente um assunto ou matéria, mantendo-lhe o significado, mas dando-lhe uma nova forma. O resumo deverá exprimir, de forma sintética, o conteúdo da informação, utilizando-se uma linguagem simples e clara e substituindo-se as palavras ou expressões mais difíceis ou menos usadas por outras correntes. O vocabulário técnico ou científico deverá manter-se, se o texto o exigir. Este difere do esquema porque é constituído por parágrafos de sentido completo e, por isso, a sua leitura dispensa a do texto original cujas ideias o resumo condensa. O resumo torna-se aconselhável quando ouvimos uma aula ou conferência, ou quando reunimos material para um trabalho de maior fôlego. De resto, também será útil para testar o nosso conhecimento de textos mais difíceis, ou para exercitar a arte de redigir com clareza e concisão.
  • 23. Resumos Quem lê bem, será capaz de elaborar bom resumo, e obedecerá quase espontaneamente às seguintes regras: a. Não pretender resumir antes de ler, de esclarecer todo o texto, de sublinhar, de fazer breves anotações à margem do texto; b. Ser breve e compreensível; c. Atender especialmente às palavras sublinhadas e às anotações à margem do texto; d. Evitar transcrição textual.
  • 24. Apontamentos Finais  A última fase do método consiste na aplicação concreta das normas referidas nas etapas anteriores. No caso de ser bem aplicado, o método poderá funcionar como um excelente auxiliar de estudo, na recolha e tratamento da informação, sobretudo para os alunos com mais dificuldades.  Documento presente e adaptado de: http://becre.dpedrov.edu.pt/files/guiao_leitura.pdf