O documento discute a arte rupestre pré-histórica portuguesa, dividindo-a em três categorias principais: arte megalítica, pinturas em abrigos sob rocha e gravuras ao ar livre. Ele também analisa as gravuras encontradas em dólmens, notando a coexistência de motivos naturalistas e abstractos, e destaca o complexo de arte rupestre do Vale do Tejo como um dos conjuntos mais importantes de Portugal.