O documento discute o grafite como forma de arte urbana e manifestação cultural, abordando sua relação com o hip hop e como meio de expressão dos menos favorecidos. Apresenta a artista iraniana Shamsia Hassani, primeira grafiteira do Afeganistão, que usa suas obras para retratar as mulheres sob ameaça dos fundamentalistas islâmicos e expressar os sentimentos de medo e desespero das mulheres afegãs.